Foi muito gratificante que meu primeiro conto tenha tido uma boa resposta, adorei os comentários e as mensagens de vocês (embora não saiba por que não consigo respondê-las, desculpa). Obrigado a todos que passaram, comentaram e me deram pontos. E outra coisa: tenho um blog, não sei se posso postar o endereço, pergunto pra não ter problema hehehe. Espero que tirem minha dúvida. Sem mais, deixo outro conto aqui (desculpem não estar tão editado, mas tô no hospital e postando pelo celular).
Como falei no relato anterior, me senti mal com meu estagiário por ter deixado ele na vontade, então falei que ia compensar ele. Passaram dois plantões e não encontrei ele, até o terceiro plantão, quando ele veio me visitar no consultório. Tava cheia de trabalho, nem tive tempo de ir jantar. — Não te vi no refeitório, doutora — ele disse. — Tive muito trabalho — Vou te trazer um café. — Muito obrigado, tô precisando demais, tô morrendo de sono, meus pés tão doendo, esses saltos já me encheram o saco. — Se quiser, posso te dar uma massagem, doutora. Aceitei na hora, porque meus pés tavam me matando. Ele sentou na minha frente, pegou meu pé, desabotoou meu sapato e tirou, e começou. Que massagem gostosa ele fez. — Ei, lindo, desculpa ter te deixado na mão outro dia. — Não se preocupa, doutora. — Ei, você tem carro? — Tenho, doutora. Quer que te leve pra casa? — Quero, mas antes a gente podia passar num lugar. — Humm, claro, doutora. Onde cê quer ir? — Quero te compensar. Tem um motel perto daqui, se você quiser a gente pode ir. O garoto me olhou surpreso. — Adoraria, doutora. — Deixa eu fazer uma ligação e a gente se vê no estacionamento. — Tá bom. Liguei pro meu marido, falei que não fosse me buscar, que uma amiga enfermeira ia me levar pra casa, e que eu ia demorar um pouco mais por causa do trabalho. Vi ele no estacionamento, entramos no carro dele e fomos pro motel. Assim que chegamos no quarto, começamos a nos beijar. Ele acariciava meus peitos por cima da blusa, e eu fazia o mesmo com o pau dele por cima da calça. — Fiquei com vontade de chupar teu pau, quero comer ele todinho. Ele deitou na cama, eu tirei a calça e a calcinha dele, peguei o pau dele já duro e coloquei na boca, passei a língua na ponta, e depois engoli ele inteiro. — Aaaaah, doutora, que gostoso a senhora faz. — Tá gostando, amor? — Adoro. Eu chupava cada vez com mais vontade, até ele pedir pra parar, que já ia gozar. — Tira minha roupa, amor. — Claro. Fiquei só de lingerie, calcinha fio dental e sutiã, e pedi pra ele tirar uma foto. — Adoro seus peitos, doutora.
— Chupa eles, gostoso.
Tiro o sutiã e começo a chupar e morder os biquinhos, enquanto minha buceta já tava toda molhada.
— Me come logo, gostoso.
— Já já, vou meter essa pica em você.
Ele colocou a camisinha, apoiou minhas pernas nos ombros dele e meteu. Mesmo não sendo muito grande (já tive paus bem grandes dentro de mim), curti. Mas o cara não aguentou muito, gozou rápido demais, o que me decepcionou. Só que eu tava devendo pra ele, então não tenho o que reclamar.
Descansamos um pouco deitados. Eu já tava quase dormindo, então a gente tomou banho e ele foi me deixar em casa.
Como falei no relato anterior, me senti mal com meu estagiário por ter deixado ele na vontade, então falei que ia compensar ele. Passaram dois plantões e não encontrei ele, até o terceiro plantão, quando ele veio me visitar no consultório. Tava cheia de trabalho, nem tive tempo de ir jantar. — Não te vi no refeitório, doutora — ele disse. — Tive muito trabalho — Vou te trazer um café. — Muito obrigado, tô precisando demais, tô morrendo de sono, meus pés tão doendo, esses saltos já me encheram o saco. — Se quiser, posso te dar uma massagem, doutora. Aceitei na hora, porque meus pés tavam me matando. Ele sentou na minha frente, pegou meu pé, desabotoou meu sapato e tirou, e começou. Que massagem gostosa ele fez. — Ei, lindo, desculpa ter te deixado na mão outro dia. — Não se preocupa, doutora. — Ei, você tem carro? — Tenho, doutora. Quer que te leve pra casa? — Quero, mas antes a gente podia passar num lugar. — Humm, claro, doutora. Onde cê quer ir? — Quero te compensar. Tem um motel perto daqui, se você quiser a gente pode ir. O garoto me olhou surpreso. — Adoraria, doutora. — Deixa eu fazer uma ligação e a gente se vê no estacionamento. — Tá bom. Liguei pro meu marido, falei que não fosse me buscar, que uma amiga enfermeira ia me levar pra casa, e que eu ia demorar um pouco mais por causa do trabalho. Vi ele no estacionamento, entramos no carro dele e fomos pro motel. Assim que chegamos no quarto, começamos a nos beijar. Ele acariciava meus peitos por cima da blusa, e eu fazia o mesmo com o pau dele por cima da calça. — Fiquei com vontade de chupar teu pau, quero comer ele todinho. Ele deitou na cama, eu tirei a calça e a calcinha dele, peguei o pau dele já duro e coloquei na boca, passei a língua na ponta, e depois engoli ele inteiro. — Aaaaah, doutora, que gostoso a senhora faz. — Tá gostando, amor? — Adoro. Eu chupava cada vez com mais vontade, até ele pedir pra parar, que já ia gozar. — Tira minha roupa, amor. — Claro. Fiquei só de lingerie, calcinha fio dental e sutiã, e pedi pra ele tirar uma foto. — Adoro seus peitos, doutora. — Chupa eles, gostoso.
Tiro o sutiã e começo a chupar e morder os biquinhos, enquanto minha buceta já tava toda molhada.
— Me come logo, gostoso.
— Já já, vou meter essa pica em você.
Ele colocou a camisinha, apoiou minhas pernas nos ombros dele e meteu. Mesmo não sendo muito grande (já tive paus bem grandes dentro de mim), curti. Mas o cara não aguentou muito, gozou rápido demais, o que me decepcionou. Só que eu tava devendo pra ele, então não tenho o que reclamar.
Descansamos um pouco deitados. Eu já tava quase dormindo, então a gente tomou banho e ele foi me deixar em casa.
12 comentários - Nos fuimos al motel