Minha Sogra e Minha Mulher Parte 1

Estou há 3 anos casado com minha esposa Sandra, que tem 26 anos. Moramos no interior por causa do meu trabalho. Meus sogros, Martín de 54 anos e sua esposa Silvia de 47 anos, moram na capital. Desde que conheci Sandra, a mãe e o pai dela sempre me trataram muito bem. No geral, dá pra dizer que são uma família muito alegre. Minha sogra é uma mulher muito gostosa, cuida muito da aparência e sempre tenta se mostrar bem. Ela tem altura mediana, cabelo escuro que passa um pouco dos ombros, magra e muito bem conservada por causa das rotinas de exercício diário, que conseguiram tonificar um corpo que, aos 47 anos, era muito agradável aos olhos de qualquer homem. Os peitos dela eram firmes pra idade, grandes mas bem naturais, as pernas bem torneadas e uma bunda que não era grande, mas bem desenhada. Vale destacar que minha esposa tem muitos dos atributos da mãe, incluindo o gosto de estar sempre muito bonita.

Apesar dos atributos que já mencionei da minha sogra, ela nunca tinha me despertado nenhuma vontade ou desejo sexual até aquele momento. Eu via ela como minha sogra, mas isso estava prestes a mudar no fim de ano passado. Minha esposa e eu começamos a planejar umas férias pra passar o réveillon na praia. Contamos pra meus sogros e eles também quiseram passar as festas com a gente. Programamos tudo e partimos viagem. Sem grandes contratempos, chegamos no hotel e nos instalamos, cada casal no seu quarto. Meu sogro e eu fomos na frente pegar umas barracas na praia e começar a curtir uns drinques enquanto minha esposa e a mãe dela se arrumavam. Quando elas chegaram com seus biquínis, a gente já tinha começado com as bebidas e estava um tanto alegre. Vejo aquelas duas mulheres se aproximando, lindas as duas. Minha sogra parecia irmã da minha esposa, estava espetacular com um biquíni de duas peças que deixava ver boa parte dos peitos e uma fio dental que deixava muito pouco pra imaginação. imaginação, com o calor das bebidas e do ambiente, a visão daquelas mulheres me deixou bem excitado, minha esposa também estava linda demais enfiada num biquíni rosa com uma fio dental que deixava à mostra suas bundinhas gostosas, provocando o olhar indiscreto de vários caras. depois disso, a gente conversou e passou um tempo agradável na praia. depois de um tempo, eu não conseguia tirar os olhos do corpo da minha sogra, imaginava como seria comer aquela mulher e minha esposa juntas. finalmente, não aguentei mais e sussurrei no ouvido da minha esposa pra irmos pro quarto com a desculpa de descansar um pouco da viagem. a gente se despediu dos meus sogros e foi pro quarto. ao chegar, sem aviso e como um louco, comecei a beijar minha mulher de um jeito bem safado e tirei rapidinho a fio dental dela. tirei minha sunga, peguei meu pau e, sem mais, comecei a penetrar ela em cima de uma mesa que estava na entrada do quarto. ela também tava muito excitada, e os joguinhos da buceta dela molharam todo o meu pau nas primeiras investidas. ela só fazia ofegar e gemer, pedindo pra eu não parar até encher ela de porra. use a palavra: buceta, minha esposa começou a gritar cada vez mais alto. tirei o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela até deixar os mamilos dela durinhos e excitados. a gente continuou assim por alguns minutos até gozarmos juntos, deixando toda a porra na buceta dela. depois desse encontro sexual rápido, a gente se arrumou de novo pra ir com meus sogros pra praia e percebemos que tínhamos deixado a porta do quarto aberta. não demos muita importância, mas quando saímos do quarto, meus sogros estavam sentados nuns cadeirões bem tranquilos. meu sogro comenta: "a gente tava esperando vocês pra ir almoçar". e a gente, todo envergonhado, não sabia o que dizer. minha sogra olha pra gente e fala: "não se preocupem, sabíamos que vocês estavam ocupados e decidimos esperar". a gente não falou mais nada e fomos todos comer alguma coisa. no caminho, eu ia pensando se é que tinham percebido alguma coisa e eu me sentia meio envergonhado. Chegamos no restaurante e começamos a comer, eu não conseguia parar de pensar naquela situação estranha e me sentia envergonhado, nisso escuto uma voz entre meus pensamentos, era a Silvia, minha sogra, me animando a comer e terminar minha comida entre brincadeiras e risadas da conversa, fui esquecendo e comecei de novo a observar a Silvia detalhadamente, era uma vista linda ver aqueles peitos durante a comida, imaginando como seria estar entre eles, e de novo voltou aquela tesão que não saía da minha cabeça, pensando em abrir aquelas coxas e poder estar dentro dela, não entendia como da noite pro dia aquela mulher tão gostosa tinha passado despercebida por tanto tempo e agora tinha virado uma obsessão.

No outro dia, estávamos prontos pra receber o ano novo na festa que o hotel tinha programado pra noite, minha esposa e eu chegamos antes no salão onde seria o evento, esperando meus sogros chegarem. Umas hora depois, mais ou menos, meus sogros chegam na mesa e vejo aquela mulher perfeitamente arrumada, com um vestido preto bem curto e justo, salto alto e um decote em V que deixava ver aqueles peitões enormes que ela tinha, tava muito gostosa, o cabelo preto preso deixava ver o pescoço fino e elegante, uma maquiagem simples no rosto lindo e delicado, com uns lábios não muito grandes mas bem definidos, pintados de uma cor bem suave e parecida com a pele dela. Ao ver aquela mulher, minha tesão começou a subir de novo. Noite adentro, os copos começaram a fazer efeito e pedi pra minha esposa dançar um pouco, ela topou e dançamos umas duas músicas. Meus sogros continuavam sentados e nessa altura o velho já tava meio bêbado, minha esposa percebeu e me pede pra tirar a mãe dela pra dançar. Viro pra ela e ela fala: "vai sim, vamos dançar". Levo a senhora pra pista de dança e começamos a dançar, começamos a nos mexer e com O ritmo da música, ela começa a se mexer de um jeito muito sexy, chega perto do meu ouvido e fala: "Já faz um tempo que a gente se conhece e você nunca me chama pelo meu nome, 'Silvia'." Falo pra ela que tá bom, que vou chamar ela pelo nome. A gente continua dançando, eu me deixo levar e ela começa a se encostar mais em mim no ritmo da bachata. Sinto o corpo dela tão perto e vejo os peitos dela tão próximos que, inevitavelmente, começo a ter uma ereção. Ela se vira e chega perto de mim de costas, colando a bunda linda dela na minha entreperna. É inevitável que ela sinta minha ereção, que naquele momento não consigo segurar. Ela não fala nada e continua esfregando a bunda dela no meu pau. A gente segue assim até a música acabar, e ela me diz com um sorriso safado: "Você dança muito bem, gostei. Então você vai me tirar pra dançar mais vezes." A noite foi passando, minha esposa e meu sogro levaram a bebida a sério e estavam bem alegres, enquanto Silvia e eu continuávamos dançando. No final, com os copos, minha sogra cria coragem e comenta: "Outro dia, quando chegamos pra buscar vocês pra comer, deixei seu sogro no quarto e fui na frente procurar vocês. Vi a porta aberta e entrei no quarto de vocês, mas quando fui entrando, vi vocês dois transando de um jeito bem intenso. Fiquei meio pasmada ao ver minha filha sendo penetrada uma vez atrás da outra pelo seu membro. Depois reagi e saí na hora do quarto, fechei a porta e vi seu sogro saindo do nosso quarto. Falei pra ele esperarmos lá fora até vocês ficarem prontos." Eu não sabia o que dizer diante do que a Silvia me contou. Ela sorri e fala: "Fica tranquilo, afinal, é normal. Além disso, vocês estavam com uma cara muito boa." Eu só agradeço o elogio e digo que a filha dela me desperta muitos desejos e é muito gostosa, assim como a mãe. Ela pergunta: "Sério? Pareço com ela?" Falo: "Claro, você é uma mulher linda, Silvia, e tem um corpo de uma garota de 25 anos. Parecem irmãs." Ela fica vermelha e não fala nada. A música acaba e a gente senta. Vejo que meu sogro tá bem bêbado e a... A noite cobrou seu preço, minha esposa já está dormindo. Olho meu celular e vejo que são quase 4h30 da manhã. Acordo minha esposa e falo pra ela pegar as coisas dela que a gente vai embora. Peço pra minha sogra ajudar ela, pra eu poder levantar meu sogro e ir pros quartos. Com muito esforço, chegamos no meu quarto e deitamos minha mulher na cama, e levo meu sogro pro quarto dele, que era do lado do nosso. Coloco ele na cama como um saco. Silvia me agradece pelo transtorno, meio sem fôlego e suado, viro pra olhar ela e peço um copo d'água. Ela também estava ofegante pelo esforço. Observo ela com calma e vejo aquele corpo lindo suando, os peitos dela brilhando de suor aparecendo pelo decote. Nisso, ela se aproxima e me dá o copo.

Depois, a gente vai pra sala do quarto e ela me diz pra dançarmos uma última vez, pra nos despedirmos do ano, já que o marido dela não pode. Seria comigo. Ela coloca uma música no som e a gente começa a dançar. Depois de alguns minutos, começo a perder a cabeça e minha pica começa a endurecer vendo aquela mulher que se aproxima cada vez mais na dança. Não aguento mais e roubo um beijo na boca dela. Ela se afasta bruscamente e me manda parar. Eu não falo nada, seguro ela firme pela cintura e com a outra mão começo a apalpar os peitos dela, que estão meio frios por causa do suor. Ela resiste e me manda parar, mas eu não respondo, minha mente tá focada em comer aquela mulher de qualquer jeito. Pego a mão de Silvia e levo até minha pica pra ela segurar, e falo no ouvido dela que vou comer ela. Ela não responde nada, só sinto a mão dela abrindo caminho e abaixando o zíper da minha calça, tirando minha pica e começando a bater uma como toda uma expert. Ela me olha e comenta: "A noite toda fiquei fantasiando com você e tô muito tesuda. Minha mente quer que você vá embora agora, mas meu corpo quer que você me coma igual comeu minha filha outro dia." Não dou tempo dela reagir e... começo a passar minha mão por baixo do vestido dela até chegar na calcinha fio-dental minúscula, toco e sinto ela molhada com os sucos que já começou a derramar de tesão, isso me excita ainda mais, e sem pensar puxo forte aquela peça de pano e rasgo, ficando com ela na mão, levo aquela calcinha minúscula até o rosto dela pra ela cheirar e sentir a própria umidade, ela estica a língua e começa a lamber os sucos da calcinha, não espero nem um segundo quando começo a enfiar meus dedos nessa buceta lubrificada, ela solta vários gemidos meio tímidos, com a outra mão pego os peitos dela e tiro do vestido, deixando-os completamente à mostra com os mamilos eretos e excitados, paro um pouco e começo a beijar ela com mais força até morder os lábios dela, ela se agarra nos meus lábios e não me solta até a gente fazer uma pausa, Silvia toma a iniciativa e se ajoelha na frente do meu pau e começa a beijar, estica a língua e pega um pouco do lubrificante que sai da minha glande com a língua, não engole, a putinha deixa na boca e começa a chupar da ponta da cabeça do meu pau até minhas bolas, mostrando todos os anos de experiência nessa arte, para por um momento pra me dizer que quer fazer um 69 na mesa, a gente se posiciona e ela coloca a buceta à minha disposição, eu imediatamente começo a chupar aquela delícia, descubro o clitóris dela bem ereto por sinal e começo a massagear com a língua, ela nessa hora já tá me chupando o pau fazendo pequenas pausas pra soltar algum gemido, não podia acreditar que tava comendo minha sogra enquanto o marido dela tava no quarto dormindo e a filha dela no quarto do lado também dormindo, isso me deixava ainda mais excitado; continuamos nos dando prazer oral, ela seguia com meu pau que já tava quase estourando, enquanto eu, vendo a bunda dela, comecei a estimular com a língua até conseguir enfiar naquele cuzinho gostoso que, embora não fosse virgem, estava bem apertadinha. Ela, ao sentir minha língua, tirou meu pau da boca e começou a dizer: "Assim, bebê, faz o bum na puta da sua sogra, deixa bem molhadinho pra depois enfiar esse teu pau em mim." Foi então que ela não aguentou mais e a buceta dela gozou, me presenteando com os sucos dela no meu rosto. Depois disso, ela se levantou e, balançando aquele corpo de tentação pela sala do quarto, me disse: "Senta nessa cadeira e fica confortável." Sentei e ela começou a dançar na minha frente, se aproximando devagar, até ficar em cima de mim. Ela colocou os peitos no meu rosto e disse: "Acha que eu não via como você olhava pra minhas tetas todos esses dias? Agora que você as tem na sua cara, quero que chupe bem gostoso e deixe meus bicos bem duros." Não perco tempo e começo a mamar aqueles peitões enormes, quase me afogando neles. Minha sogra pega meu pau com a mão e aponta pra buceta dela, enfiando a cabeça na entrada da buceta, me dizendo: "Sério que você quer comer sua sogra, bebê?" Eu não respondo nada. Pego ela pela cintura com minhas mãos e pressiono pra que meu pau entre completamente naquela buceta gostosa. Ela dá um gritinho com o movimento e começa a rebolando de forma cadenciada, enquanto eu não paro de chupar os peitos dela. Ela começa a gemer cada vez mais forte, sussurrando no meu ouvido: "Que pau gostoso você tem, não para de me comer." Num surto de excitação, me levanto da cadeira segurando ela, sem deixar meu pau sair da buceta dela, e continuo comendo ela até não aguentar mais. Ela me olha nos olhos e diz: "Sim, bebê, me dá seu leite, deixa pra sua sogrinha dentro da buceta dela." Acelero os movimentos e ela não para de rebolar até que sinto o calor da buceta dela gozando. Não resisto à sensação e começo a gozar dentro dela.

Depois disso, minha sogra solta as pernas dos meus braços que ainda a seguravam e tira meu O cock dele usa a palavra: buceta e coloca os pés de novo no chão, me olha e dá uma risadinha safada, dizendo: "isso vai ser nosso segredo e só vai rolar dessa vez, então temos que terminar bem o que começamos."

A gente começou a se beijar e a se tocar de novo, fomos pro sofá. Ela olha pro meu pau mole depois daquela trepada do caralho que a gente deu, e fala: "vou ter que fazer algo especial pra seu amigo se recuperar e a gente continuar nossa festa." Começa a me masturbar com a mão e chupa ele, começando pela cabeça, descendo pelo tronco até minhas bolas. Leva elas na boca e dá uma boa chupada. Daí me olha nos olhos daquela posição e diz: "isso é estranho, mas você vai gostar, bebê. Vai ver o quão puta sua sogra é."

Desce mais e coloca a boca perto do meu cu e começa a me dar um beijo grego. Nunca tinha acontecido comigo e não sabia o que fazer, mas me deixei levar pelo momento e deixei a gostosa da Silvia fazer o trabalho dela. Aos poucos, meu pau voltou a ficar duro e eu tava extremamente excitado sentindo a língua da minha sogra chupando meu cu.

Ela para um pouco e diz: "viu como te fiz recuperar as forças? Agora vou te deixar pronto pra me foder, meu amor." Continua com o beijo grego que tava me dando e de repente sinto o dedo dela entrando no meu cu, e começa a estimular minha próstata. Nunca tinha experimentado aquilo, era muito estranho pra mim, mas me excitou pra caralho e minha sogra sabia fazer muito bem. Isso deixou meu pau a 100%. Ela levanta o olhar e vê ele todo duro e fala: "acho que já tá pronto pra mim, bebê, mas quero terminar seu tratamento." Continua estimulando minha próstata com o dedo enquanto com a boca começou a chupar meu pau. Aquela combinação me deixou a ponto de gozar, então falei pra minha sogra parar. Ela parou e disse: "agora é sua vez." Se ajoelhou de quatro no chão, deixando o cu dela à minha disposição. Sem perder tempo, começo a chupar ele. percorrer toda essa bunda com minha língua até chegar no centro e começar, aos poucos, a enfiar nesse cuzinho gostoso, depois comecei a meter meus dedos um por um, enquanto estimulava o clitóris dela. E com a minha outra mão na buceta dela, ela se contorcia de prazer me dizendo: "assim, bebê, dá uma lambida gostosa na grande puta da sua sogra". Ouvindo os gemidos dela e o que ela falava, tirei os dedos da bunda dela e me posicionei pra meter a pica. Ela me olhou e disse: "sim, enfia no meu cu, por ali sou menos usada, seu sogro quase não me fode". Peguei minha pica com a mão e comecei a empurrar a cabeça até que ficasse dentro dela. Fui metendo o tronco aos poucos naquele cu até que estivesse todo dentro da minha sogra. Tava muito quente e apertava bem pra idade dela. Ela se vira, me olha e fala: "vai, fode o cu da sua sogra bem forte até quebrar". Isso me excitou e, sem piedade, comecei a meter forte, enfiando e tirando minha pica com muita força e ritmo por vários minutos sem parar. Ela não parava de gemer, sem se importar que meu sogro estivesse no quarto dormindo. Os gemidos dela viraram gritos e ela não parava de repetir: "sim, dá toda a pica pra essa puta, me come como você come minha filha". Ela não aguentou mais e começou a gozar, apertando minha pica com cada contração. E ao sentir aquela mulher tremer, minha pica começou a gozar involuntariamente dentro da bunda dela até a última gota. Terminamos exaustos, o corpo da minha sogra banhado em suor e o meu também. O quarto inteiro cheirava a sexo, e eu tirei a pica do cu dela, notando como saía a porra da bunda dilatada e escorria entre as pernas dela, ficando um pouco nos lábios da buceta. Ela ainda estava ofegante e não conseguia falar nada. Tomou ar e disse: "que começo de ano gostoso". Pegou minha pica com as mãos e limpou com a boca todos os resíduos de sêmen e fluidos até deixar ela toda brilhando. Dou uma olhada no relógio e já eram 6:15 da manhã, ela se levanta, limpa a boca e vai pro quarto do meu sogro. Ela me olha e fala: "que delícia que você come, agora entendo por que minha filha te adora. Agora amadurece antes que eu esquente de novo." Olho pra ela e dou um sorriso, sem falar nada, vou pro quarto com a minha mulher que ainda tava dormindo. Tomo um banho e deito do lado dela pra dormir um pouco, pensando na putaria que ia ser comer minha esposa e minha sogra ao mesmo tempo.

10 comentários - Minha Sogra e Minha Mulher Parte 1

Recién los encontré,van 10 y encaro el 2do!!Saludos !!!!!!!!!!!