Estou há 3 anos casado com minha esposa Sandra, que tem 26 anos. Moramos no interior por causa do meu trabalho. Meus sogros, Martín de 54 anos e sua esposa Silvia de 47 anos, moram na capital. Desde que conheci Sandra, a mãe e o pai dela sempre me trataram muito bem. No geral, dá pra dizer que são uma família muito alegre. Minha sogra é uma mulher muito gostosa, cuida muito da aparência e sempre tenta se mostrar bem. Ela é de estatura média, cabelo escuro que chega um pouco abaixo dos ombros, magra e muito bem conservada por causa das rotinas de exercício diário, que conseguiram tonificar um corpo que, aos 47 anos, era muito agradável aos olhos de qualquer homem. Os peitos dela eram firmes pra idade, grandes mas bem naturais, as pernas bem torneadas e uma bunda que não era grande, mas bem desenhada. Vale destacar que minha esposa tem muitos dos atributos da mãe, incluindo o gosto de estar sempre muito bonita.
Apesar dos atributos já mencionados da minha sogra, ela nunca tinha me despertado nenhuma inquietação ou desejo sexual até aquele momento. Eu a via como minha sogra, mas isso estava prestes a mudar no fim de ano passado. Minha esposa e eu começamos a planejar umas férias pra passar o réveillon na praia. Contamos pra meus sogros e eles também quiseram passar as festas com a gente. Programamos tudo e partimos viagem. Sem maiores contratempos, chegamos no hotel e nos instalamos, cada casal no seu quarto. Meu sogro e eu nos adiantamos pra pegar umas palapas na praia e começar a curtir uns drinques enquanto minha esposa e a mãe dela se arrumavam. Quando elas chegaram com seus respectivos biquínis, nós já tínhamos começado com as bebidas e estávamos um tanto alegres. Vejo aquelas duas mulheres se aproximando, lindas as duas. Minha sogra parecia irmã da minha esposa, estava espetacular com um biquíni de duas peças que deixava ver boa parte dos peitos e uma tanga que deixava muito pouco pra imaginação. imaginação, com o calor das bebidas e do ambiente, a visão daquelas mulheres me esquentou pra caralho, minha esposa também tava linda demais enfiada num biquíni rosa com uma fio dental que deixava à mostra as bundas gostosas dela, provocando o olhar indiscreto de vários caras. depois disso, a gente conversou e passou um tempo legal na praia. depois de um tempo, eu não conseguia tirar os olhos do corpo da minha sogra, imaginava como seria comer aquela mulher e minha esposa juntas. finalmente, não aguentei mais e sussurrei no ouvido da minha esposa pra gente ir pro quarto com a desculpa de descansar um pouco da viagem. a gente se despediu dos meus sogros e foi pro quarto. ao chegar, sem aviso e igual um louco, comecei a beijar minha mulher de um jeito muito safado e tirei a fio dental dela rapidinho, tirei minha sunga, peguei meu pau e, sem mais, comecei a penetrar ela em cima de uma mesa que tava na entrada do quarto. ela também tava muito quente e os jogos vaginais dela molharam meu pau inteiro nas primeiras enfiadas. ela só fazia ofegar e gemer, pedindo pra eu não parar até encher a buceta dela de porra. minha esposa começou a gritar cada vez mais alto, tirei o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela até deixar os bicos extremamente duros e excitados. a gente continuou assim por alguns minutos até gozar ao mesmo tempo, deixando toda a porra na buceta dela. depois desse encontro sexual rápido, a gente se arrumou de novo pra ir com meus sogros pra praia e percebemos que tínhamos deixado a porta do quarto aberta. a gente não deu muita importância, mas quando saímos do quarto, meus sogros estavam sentados nuns cadeirões bem tranquilos. meu sogro comenta: "a gente tava esperando vocês pra ir almoçar". e a gente, todo envergonhado, não sabia o que dizer. minha sogra olha pra gente e fala: "não se preocupem, a gente sabia que vocês estavam ocupados e decidiu esperar". a gente não falou mais nada e foi todo mundo comer alguma coisa. no caminho, eu ia pensando... se é que tinham percebido algo e eu me sentia meio envergonhado. Chegamos no restaurante e começamos a comer, eu não conseguia parar de pensar naquela situação estranha e me sentia envergonhado, nisso escuto uma voz entre meus pensamentos, era a Silvia, minha sogra, me animando a comer e terminar minha comida entre brincadeiras e risadas da conversa, fui esquecendo e comecei de novo a observar a Silvia detalhadamente, era uma vista linda ver aqueles peitos durante a comida, imaginando como seria estar entre eles, e de novo voltou aquela tesão que não saía da minha cabeça, pensando em abrir aquelas coxas e poder estar dentro dela, não entendia como da noite pro dia aquela mulher tão gostosa tinha passado despercebida por tanto tempo e agora tinha virado uma obsessão.
No outro dia, estávamos prontos pra receber o ano novo na festa que o hotel tinha programado pra noite, minha esposa e eu fomos na frente pro salão onde ia ser o evento, esperando meus sogros chegarem. Umas hora depois, mais ou menos, meus sogros chegam na mesa e vejo aquela mulher toda arrumada, com um vestido preto bem curto e justo, salto alto e um decote em V que deixava ver aqueles peitões enormes que ela tinha, tava muito gostosa, o cabelo preto preso deixava ver o pescoço fino e elegante, uma maquiagem simples no rosto lindo e delicado, com uns lábios não muito grandes mas bem definidos, pintados de uma cor bem suave e parecida com a pele dela. Ao ver aquela mulher, minha tesão começou a subir de novo. Noite adentro, os copos começaram a fazer efeito e pedi pra minha esposa dançar um pouco, ela topou e dançamos umas duas músicas. Meus sogros continuavam sentados e nessa altura o velho já tava meio bêbado, minha esposa percebeu e me pede pra tirar a mãe dela pra dançar. Viro pra ela e ela fala "vai sim, vamos dançar". Levo a senhora pra pista de dança e começamos a dançar, começamos a nos mexer e com O ritmo da música, ela começa a se mexer de um jeito bem sexy, chega perto do meu ouvido e fala: "já faz um tempo que a gente se conhece e você nunca me chama pelo meu nome, 'Silvia'." Falo pra ela que tá bom, que vou chamar ela pelo nome. A gente continua dançando, eu me deixo levar e ela começa a grudar mais em mim no ritmo da bachata. Sinto o corpo dela tão perto e vejo os peitos dela tão próximos que, inevitavelmente, começo a ter uma ereção. Ela se vira e chega perto de mim de costas, colando a bunda linda dela na minha entreperna. É inevitável que ela sinta minha ereção, que naquele momento não consigo segurar. Ela não fala nada e continua esfregando a bunda dela no meu pau. A gente segue assim até a música acabar, e ela me diz com um sorriso safado: "Você dança muito bem, gostei de você. Então vai me tirar pra dançar mais vezes." A noite foi passando, minha esposa e meu sogro levaram a bebida a sério e estavam bem alegres, enquanto Silvia e eu continuávamos dançando. No final, com os copos, minha sogra cria coragem e me conta: "Outro dia, quando chegamos pra buscar vocês pra comer, deixei seu sogro no quarto e fui na frente procurar vocês. Vi a porta aberta e entrei no quarto de vocês. Mas quando fui entrando, vi vocês dois transando de um jeito bem intenso. Fiquei meio pasmada ao ver minha filha sendo penetrada uma vez atrás da outra pelo seu pau. Depois reagi e saí na hora do quarto, fechei a porta e vi seu sogro saindo do nosso quarto. Falei pra ele esperarmos lá fora até vocês ficarem prontos." Eu não sabia o que dizer depois do que a Silvia me contou. Ela sorri e fala: "Fica tranquilo, afinal, é normal. Além disso, vocês estavam com uma cara muito boa." Eu só agradeço o elogio e digo que a filha dela me dá muito tesão e é muito gostosa, igual à mãe. Ela pergunta: "Sério? Pareço com ela?" Falo: "Claro, você é uma mulher linda, Silvia, e tem um corpo de uma garota de 25 anos. Parecem irmãs." Ela fica vermelha e não fala nada. A música acaba e a gente senta. Vejo que meu sogro tá bem bêbado e a... A noite cobrou seu preço, minha esposa já está dormindo. Olho meu celular e vejo que são quase 4h30 da manhã. Acordo minha esposa e falo pra ela pegar as coisas dela que a gente vai embora. Peço pra minha sogra ajudar ela, pra eu poder levantar meu sogro e ir pros quartos. Com muito esforço, chegamos no meu quarto e deitamos minha mulher na cama, e levo meu sogro pro quarto dele, que era do lado do nosso. Coloco ele na cama como um saco. Silvia me agradece pelo incômodo, meio ofegante e suado. Viro pra olhar ela e peço um copo d'água. Ela também estava ofegante pelo esforço. Observo ela com cuidado e vejo aquele corpo lindo suando, os peitos dela brilhando de suor, aparecendo pelo decote. Nisso, ela se aproxima e me dá o copo.
Depois, a gente vai pra sala do quarto e ela me diz pra dançarmos uma última vez, pra nos despedirmos do ano, já que o marido dela não pode. Seria comigo. Ela coloca uma música no som e a gente começa a dançar. Depois de alguns minutos, começo a perder a cabeça e meu pau começa a ficar duro vendo aquela mulher que se aproxima cada vez mais na dança. Não aguento mais e roubo um beijo na boca dela. Ela se afasta bruscamente e me manda parar. Eu não falo nada, seguro ela firme pela cintura e com a outra mão começo a apalpar os peitos dela, que estão meio frios por causa do suor. Ela resiste e me manda parar, mas eu não respondo — minha mente tá focada em comer aquela mulher de qualquer jeito. Pego a mão de Silvia e levo até meu pau pra ela segurar, e falo no ouvido dela que vou comer ela. Ela não responde nada, só sinto a mão dela se abrindo caminho, abaixando o zíper da minha calça e tirando meu pau pra começar a bater uma como toda uma expert. Ela me olha e comenta: "A noite toda fiquei fantasiando com você e tô muito tesuda. Minha mente quer que você vá embora agora, mas meu corpo quer que você me coma igual comeu minha filha outro dia." Não dou tempo pra ela reagir e... começo a passar minha mão por baixo do vestido dela até chegar na calcinha fio-dental minúscula, toco e sinto ela molhada com os fluidos que ela já tinha começado a derramar de tesão, isso me excita ainda mais, e sem pensar puxo forte aquela peça de pano e rasgo, ficando com ela na mão, levo aquela calcinha minúscula até o rosto dela pra ela cheirar e sentir a própria umidade, ela estica a língua e começa a lamber os fluidos da calcinha, não espero nem um segundo quando começo a enfiar meus dedos naquela pussy lubrificada, ela solta vários gemidos meio tímidos, com a outra mão pego os peitos dela e tiro do vestido, deixando eles completamente à mostra com os mamilos eretos e excitados, paro um pouco e começo a beijar ela com mais força até morder os lábios dela, ela se agarra nos meus lábios e não me solta até a gente fazer uma pausa, Silvia toma a iniciativa e se ajoelha na frente da minha cock e começa a beijar, estica a língua e pega um pouco do lubrificante que sai da minha glande com a língua, não engole, a putinha deixa na boca e começa a chupar desde a ponta da cabeça da minha cock até minhas bolas, mostrando todos os anos de experiência nessa parada, para por um momento pra me dizer que quer fazer um 69 na mesa, a gente se posiciona e ela coloca à minha disposição a pussy dela, eu imediatamente começo a chupar aquela delícia, descubro o clitóris dela bem ereto por sinal e começo a massagear com a língua, ela nessa hora já tá me chupando a cock fazendo pequenas pausas pra soltar algum gemido, não podia acreditar que tava dando uma foda na minha sogra enquanto o marido dela tava no quarto dormindo e a filha dela tava no quarto do lado também dormindo, isso me deixava ainda mais excitado; continuamos nos dando prazer oral, ela continuava com minha cock que já tava quase estourando, enquanto eu, vendo a bunda dela, comecei a estimular com a língua até conseguir enfiar naquele tasty ass que, embora não fosse virgem, era bem apertadinha. Ela, ao sentir minha língua, tirou meu pau da boca e começou a dizer: "Assim, bebê, faz o boquete na puta da sua sogra, deixa bem molhadinho pra depois você meter seu pau em mim". Foi então que ela não aguentou mais e a buceta dela gozou, me presenteando com os sucos dela no meu rosto. Depois disso, ela se levantou e, balançando aquele corpo de tentação pela sala do quarto, me disse: "Senta nessa cadeira e fica confortável". Sentei e ela começou a dançar na minha frente, se aproximando devagar, até ficar em cima de mim. Colocou os peitos no meu rosto e falou: "Acha que eu não via como você olhava pra minhas tetas todos esses dias? Agora que você as tem na sua cara, quero que chupe bem gostoso e deixe meus bicos bem duros". Não perco tempo e começo a mamar aqueles peitões enormes até quase me afogar neles. Minha sogra pega meu pau com a mão e aponta pra buceta dela, colocando a cabeça na entrada da buceta, me dizendo: "Você quer mesmo foder sua sogra, bebê?" Eu não respondo nada. Pego ela pela cintura com minhas mãos e pressiono pra que meu pau entre completamente naquela buceta gostosa. Ela dá um gritinho com o movimento e começa a rebolando de forma cadenciada, enquanto eu não paro de chupar os peitos dela. Ela começa a gemer cada vez mais forte, sussurrando no meu ouvido: "Que pau gostoso você tem, não para de me foder." Num surto de excitação, me levanto da cadeira, segurando ela sem deixar meu pau sair da buceta dela, e continuo fodendo até não aguentar mais. Ela me olha nos olhos e diz: "Sim, bebê, me dá seu leite, deixa dentro da buceta da sua sogrinha." Acelero os movimentos e ela não para de rebolar até sentir o calor da buceta dela gozando. Não resisto a essa sensação e começo a gozar dentro dela.
Depois disso, minha sogra solta as pernas dos meus braços que ainda a seguravam e tira meu uso a palavra: buceta e coloca os pés de volta no chão, me olha e dá uma risadinha safada, dizendo: "isso vai ser nosso segredo e só vai acontecer dessa vez, então temos que terminar bem o que começamos."
Começamos a nos beijar e a nos tocar de novo, fomos para o sofá. Ela olha pro meu pau mole depois daquela trepada foda que a gente deu, e diz: "vou ter que fazer algo especial pra seu amigo se recuperar e a gente continuar nossa festa." Começa a me masturbar com a mão e chupa ele, começando pela cabeça, descendo pelo tronco até minhas bolas, leva elas na boca e dá uma boa chupada. Aí me olha nos olhos daquela posição e fala: "isso é estranho, mas você vai gostar, bebê. Vai ver o quão puta sua sogra é."
Desce mais e coloca a boca perto do meu cu e começa a me dar um beijo grego. Nunca tinha acontecido comigo e não sabia o que fazer, mas me deixei levar pelo momento e deixei a gostosa da Silvia fazer o trabalho dela. Aos poucos, meu pau voltou a ficar duro e eu tava super excitado sentindo a língua da minha sogra chupando meu cu.
Ela para um pouco e diz: "viu como te fiz recuperar as forças? Agora vou te deixar pronto pra me comer, meu amor." Continua com o beijo grego que tava me dando e de repente sinto o dedo dela entrando no meu cu, começando a estimular minha próstata. Nunca tinha experimentado aquilo, era muito estranho pra mim, mas me excitou pra caralho e minha sogra sabia fazer muito bem. Isso deixou meu pau a 100%. Ela levanta o olhar e vê ele todo duro e fala: "acho que já tá pronto pra mim, bebê, mas quero terminar seu tratamento."
Continua estimulando minha próstata com o dedo enquanto com a boca começa a chupar meu pau. Aquela combinação me deixou a ponto de gozar, então falei pra minha sogra parar. Ela parou e disse: "agora é sua vez." Se ajoelhou de quatro no chão, deixando a buceta dela à minha disposição. Sem perder tempo, começo a chupar ela. Vou lamber toda essa bunda com minha língua até chegar no centro e começar a enfiar devagar nesse cuzinho gostoso, depois comecei a meter meus dedos um por um, enquanto estimulava o clitóris dela. E com a minha outra mão na buceta dela, ela se contorcia de prazer me dizendo: "assim, bebê, dá uma lambida gostosa na grande puta da sua sogra". Ouvindo os gemidos dela e o que ela falava, tirei os dedos da bunda dela e me posicionei para meter a pica. Ela me olhou e disse: "sim, enfia no meu cu, por ali eu sou menos usada, seu sogro quase não me fode". Peguei minha pica com a mão e comecei a empurrar a cabeça até que entrou dentro dela, fui enfiando o tronco devagar naquele cu até que ficou tudo dentro da minha sogra. Ela estava muito quente e apertava muito bem pra idade dela. Ela se vira, me olha e diz: "vai, fode o cu da sua sogra bem duro até quebrar". Isso me excitou e, sem piedade, comecei a meter forte, enfiando e tirando minha pica com muita força e ritmo por vários minutos sem parar. Ela não parava de gemer, sem se importar que meu sogro estivesse no quarto dormindo. Os gemidos dela viraram gritos e ela não parava de repetir: "sim, dá toda essa pica pra essa puta, me come igual você come minha filha". Ela não aguentou mais e começou a gozar, apertando minha pica com cada contração. Ao sentir aquela mulher tremer, minha pica começou a gozar involuntariamente dentro da bunda dela até a última gota. Terminamos exaustos, o corpo da minha sogra banhado em suor e o meu também. O quarto inteiro cheirava a sexo, e eu tirei a pica da bunda dela, vendo a porra escorrer do cu dilatado dela e descer pelas pernas, ficando um pouco nos lábios da buceta dela. Ela ainda estava ofegante e não conseguia falar nada. Tomou ar e disse: "que começo de ano gostoso". Pegou minha pica com as mãos e limpou com a boca todos os restos de sêmen e fluidos até deixar ela brilhando. Dou uma olhada no relógio e já eram 6:15 da manhã, ela se levanta, limpa a boca e vai pro quarto do meu sogro. Ela me olha e diz: "que delícia de transa, já sei por que minha filha te adora. Agora amadurece antes que eu me aqueça de novo." Olho pra ela e dou um sorriso, sem falar nada, me mando pro quarto com a minha mulher que ainda tava dormindo. Tomo um banho e me deito do lado dela pra dormir um pouco, pensando na putaria que ia ser comer minha esposa e minha sogra ao mesmo tempo.
Apesar dos atributos já mencionados da minha sogra, ela nunca tinha me despertado nenhuma inquietação ou desejo sexual até aquele momento. Eu a via como minha sogra, mas isso estava prestes a mudar no fim de ano passado. Minha esposa e eu começamos a planejar umas férias pra passar o réveillon na praia. Contamos pra meus sogros e eles também quiseram passar as festas com a gente. Programamos tudo e partimos viagem. Sem maiores contratempos, chegamos no hotel e nos instalamos, cada casal no seu quarto. Meu sogro e eu nos adiantamos pra pegar umas palapas na praia e começar a curtir uns drinques enquanto minha esposa e a mãe dela se arrumavam. Quando elas chegaram com seus respectivos biquínis, nós já tínhamos começado com as bebidas e estávamos um tanto alegres. Vejo aquelas duas mulheres se aproximando, lindas as duas. Minha sogra parecia irmã da minha esposa, estava espetacular com um biquíni de duas peças que deixava ver boa parte dos peitos e uma tanga que deixava muito pouco pra imaginação. imaginação, com o calor das bebidas e do ambiente, a visão daquelas mulheres me esquentou pra caralho, minha esposa também tava linda demais enfiada num biquíni rosa com uma fio dental que deixava à mostra as bundas gostosas dela, provocando o olhar indiscreto de vários caras. depois disso, a gente conversou e passou um tempo legal na praia. depois de um tempo, eu não conseguia tirar os olhos do corpo da minha sogra, imaginava como seria comer aquela mulher e minha esposa juntas. finalmente, não aguentei mais e sussurrei no ouvido da minha esposa pra gente ir pro quarto com a desculpa de descansar um pouco da viagem. a gente se despediu dos meus sogros e foi pro quarto. ao chegar, sem aviso e igual um louco, comecei a beijar minha mulher de um jeito muito safado e tirei a fio dental dela rapidinho, tirei minha sunga, peguei meu pau e, sem mais, comecei a penetrar ela em cima de uma mesa que tava na entrada do quarto. ela também tava muito quente e os jogos vaginais dela molharam meu pau inteiro nas primeiras enfiadas. ela só fazia ofegar e gemer, pedindo pra eu não parar até encher a buceta dela de porra. minha esposa começou a gritar cada vez mais alto, tirei o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela até deixar os bicos extremamente duros e excitados. a gente continuou assim por alguns minutos até gozar ao mesmo tempo, deixando toda a porra na buceta dela. depois desse encontro sexual rápido, a gente se arrumou de novo pra ir com meus sogros pra praia e percebemos que tínhamos deixado a porta do quarto aberta. a gente não deu muita importância, mas quando saímos do quarto, meus sogros estavam sentados nuns cadeirões bem tranquilos. meu sogro comenta: "a gente tava esperando vocês pra ir almoçar". e a gente, todo envergonhado, não sabia o que dizer. minha sogra olha pra gente e fala: "não se preocupem, a gente sabia que vocês estavam ocupados e decidiu esperar". a gente não falou mais nada e foi todo mundo comer alguma coisa. no caminho, eu ia pensando... se é que tinham percebido algo e eu me sentia meio envergonhado. Chegamos no restaurante e começamos a comer, eu não conseguia parar de pensar naquela situação estranha e me sentia envergonhado, nisso escuto uma voz entre meus pensamentos, era a Silvia, minha sogra, me animando a comer e terminar minha comida entre brincadeiras e risadas da conversa, fui esquecendo e comecei de novo a observar a Silvia detalhadamente, era uma vista linda ver aqueles peitos durante a comida, imaginando como seria estar entre eles, e de novo voltou aquela tesão que não saía da minha cabeça, pensando em abrir aquelas coxas e poder estar dentro dela, não entendia como da noite pro dia aquela mulher tão gostosa tinha passado despercebida por tanto tempo e agora tinha virado uma obsessão.
No outro dia, estávamos prontos pra receber o ano novo na festa que o hotel tinha programado pra noite, minha esposa e eu fomos na frente pro salão onde ia ser o evento, esperando meus sogros chegarem. Umas hora depois, mais ou menos, meus sogros chegam na mesa e vejo aquela mulher toda arrumada, com um vestido preto bem curto e justo, salto alto e um decote em V que deixava ver aqueles peitões enormes que ela tinha, tava muito gostosa, o cabelo preto preso deixava ver o pescoço fino e elegante, uma maquiagem simples no rosto lindo e delicado, com uns lábios não muito grandes mas bem definidos, pintados de uma cor bem suave e parecida com a pele dela. Ao ver aquela mulher, minha tesão começou a subir de novo. Noite adentro, os copos começaram a fazer efeito e pedi pra minha esposa dançar um pouco, ela topou e dançamos umas duas músicas. Meus sogros continuavam sentados e nessa altura o velho já tava meio bêbado, minha esposa percebeu e me pede pra tirar a mãe dela pra dançar. Viro pra ela e ela fala "vai sim, vamos dançar". Levo a senhora pra pista de dança e começamos a dançar, começamos a nos mexer e com O ritmo da música, ela começa a se mexer de um jeito bem sexy, chega perto do meu ouvido e fala: "já faz um tempo que a gente se conhece e você nunca me chama pelo meu nome, 'Silvia'." Falo pra ela que tá bom, que vou chamar ela pelo nome. A gente continua dançando, eu me deixo levar e ela começa a grudar mais em mim no ritmo da bachata. Sinto o corpo dela tão perto e vejo os peitos dela tão próximos que, inevitavelmente, começo a ter uma ereção. Ela se vira e chega perto de mim de costas, colando a bunda linda dela na minha entreperna. É inevitável que ela sinta minha ereção, que naquele momento não consigo segurar. Ela não fala nada e continua esfregando a bunda dela no meu pau. A gente segue assim até a música acabar, e ela me diz com um sorriso safado: "Você dança muito bem, gostei de você. Então vai me tirar pra dançar mais vezes." A noite foi passando, minha esposa e meu sogro levaram a bebida a sério e estavam bem alegres, enquanto Silvia e eu continuávamos dançando. No final, com os copos, minha sogra cria coragem e me conta: "Outro dia, quando chegamos pra buscar vocês pra comer, deixei seu sogro no quarto e fui na frente procurar vocês. Vi a porta aberta e entrei no quarto de vocês. Mas quando fui entrando, vi vocês dois transando de um jeito bem intenso. Fiquei meio pasmada ao ver minha filha sendo penetrada uma vez atrás da outra pelo seu pau. Depois reagi e saí na hora do quarto, fechei a porta e vi seu sogro saindo do nosso quarto. Falei pra ele esperarmos lá fora até vocês ficarem prontos." Eu não sabia o que dizer depois do que a Silvia me contou. Ela sorri e fala: "Fica tranquilo, afinal, é normal. Além disso, vocês estavam com uma cara muito boa." Eu só agradeço o elogio e digo que a filha dela me dá muito tesão e é muito gostosa, igual à mãe. Ela pergunta: "Sério? Pareço com ela?" Falo: "Claro, você é uma mulher linda, Silvia, e tem um corpo de uma garota de 25 anos. Parecem irmãs." Ela fica vermelha e não fala nada. A música acaba e a gente senta. Vejo que meu sogro tá bem bêbado e a... A noite cobrou seu preço, minha esposa já está dormindo. Olho meu celular e vejo que são quase 4h30 da manhã. Acordo minha esposa e falo pra ela pegar as coisas dela que a gente vai embora. Peço pra minha sogra ajudar ela, pra eu poder levantar meu sogro e ir pros quartos. Com muito esforço, chegamos no meu quarto e deitamos minha mulher na cama, e levo meu sogro pro quarto dele, que era do lado do nosso. Coloco ele na cama como um saco. Silvia me agradece pelo incômodo, meio ofegante e suado. Viro pra olhar ela e peço um copo d'água. Ela também estava ofegante pelo esforço. Observo ela com cuidado e vejo aquele corpo lindo suando, os peitos dela brilhando de suor, aparecendo pelo decote. Nisso, ela se aproxima e me dá o copo.
Depois, a gente vai pra sala do quarto e ela me diz pra dançarmos uma última vez, pra nos despedirmos do ano, já que o marido dela não pode. Seria comigo. Ela coloca uma música no som e a gente começa a dançar. Depois de alguns minutos, começo a perder a cabeça e meu pau começa a ficar duro vendo aquela mulher que se aproxima cada vez mais na dança. Não aguento mais e roubo um beijo na boca dela. Ela se afasta bruscamente e me manda parar. Eu não falo nada, seguro ela firme pela cintura e com a outra mão começo a apalpar os peitos dela, que estão meio frios por causa do suor. Ela resiste e me manda parar, mas eu não respondo — minha mente tá focada em comer aquela mulher de qualquer jeito. Pego a mão de Silvia e levo até meu pau pra ela segurar, e falo no ouvido dela que vou comer ela. Ela não responde nada, só sinto a mão dela se abrindo caminho, abaixando o zíper da minha calça e tirando meu pau pra começar a bater uma como toda uma expert. Ela me olha e comenta: "A noite toda fiquei fantasiando com você e tô muito tesuda. Minha mente quer que você vá embora agora, mas meu corpo quer que você me coma igual comeu minha filha outro dia." Não dou tempo pra ela reagir e... começo a passar minha mão por baixo do vestido dela até chegar na calcinha fio-dental minúscula, toco e sinto ela molhada com os fluidos que ela já tinha começado a derramar de tesão, isso me excita ainda mais, e sem pensar puxo forte aquela peça de pano e rasgo, ficando com ela na mão, levo aquela calcinha minúscula até o rosto dela pra ela cheirar e sentir a própria umidade, ela estica a língua e começa a lamber os fluidos da calcinha, não espero nem um segundo quando começo a enfiar meus dedos naquela pussy lubrificada, ela solta vários gemidos meio tímidos, com a outra mão pego os peitos dela e tiro do vestido, deixando eles completamente à mostra com os mamilos eretos e excitados, paro um pouco e começo a beijar ela com mais força até morder os lábios dela, ela se agarra nos meus lábios e não me solta até a gente fazer uma pausa, Silvia toma a iniciativa e se ajoelha na frente da minha cock e começa a beijar, estica a língua e pega um pouco do lubrificante que sai da minha glande com a língua, não engole, a putinha deixa na boca e começa a chupar desde a ponta da cabeça da minha cock até minhas bolas, mostrando todos os anos de experiência nessa parada, para por um momento pra me dizer que quer fazer um 69 na mesa, a gente se posiciona e ela coloca à minha disposição a pussy dela, eu imediatamente começo a chupar aquela delícia, descubro o clitóris dela bem ereto por sinal e começo a massagear com a língua, ela nessa hora já tá me chupando a cock fazendo pequenas pausas pra soltar algum gemido, não podia acreditar que tava dando uma foda na minha sogra enquanto o marido dela tava no quarto dormindo e a filha dela tava no quarto do lado também dormindo, isso me deixava ainda mais excitado; continuamos nos dando prazer oral, ela continuava com minha cock que já tava quase estourando, enquanto eu, vendo a bunda dela, comecei a estimular com a língua até conseguir enfiar naquele tasty ass que, embora não fosse virgem, era bem apertadinha. Ela, ao sentir minha língua, tirou meu pau da boca e começou a dizer: "Assim, bebê, faz o boquete na puta da sua sogra, deixa bem molhadinho pra depois você meter seu pau em mim". Foi então que ela não aguentou mais e a buceta dela gozou, me presenteando com os sucos dela no meu rosto. Depois disso, ela se levantou e, balançando aquele corpo de tentação pela sala do quarto, me disse: "Senta nessa cadeira e fica confortável". Sentei e ela começou a dançar na minha frente, se aproximando devagar, até ficar em cima de mim. Colocou os peitos no meu rosto e falou: "Acha que eu não via como você olhava pra minhas tetas todos esses dias? Agora que você as tem na sua cara, quero que chupe bem gostoso e deixe meus bicos bem duros". Não perco tempo e começo a mamar aqueles peitões enormes até quase me afogar neles. Minha sogra pega meu pau com a mão e aponta pra buceta dela, colocando a cabeça na entrada da buceta, me dizendo: "Você quer mesmo foder sua sogra, bebê?" Eu não respondo nada. Pego ela pela cintura com minhas mãos e pressiono pra que meu pau entre completamente naquela buceta gostosa. Ela dá um gritinho com o movimento e começa a rebolando de forma cadenciada, enquanto eu não paro de chupar os peitos dela. Ela começa a gemer cada vez mais forte, sussurrando no meu ouvido: "Que pau gostoso você tem, não para de me foder." Num surto de excitação, me levanto da cadeira, segurando ela sem deixar meu pau sair da buceta dela, e continuo fodendo até não aguentar mais. Ela me olha nos olhos e diz: "Sim, bebê, me dá seu leite, deixa dentro da buceta da sua sogrinha." Acelero os movimentos e ela não para de rebolar até sentir o calor da buceta dela gozando. Não resisto a essa sensação e começo a gozar dentro dela.
Depois disso, minha sogra solta as pernas dos meus braços que ainda a seguravam e tira meu uso a palavra: buceta e coloca os pés de volta no chão, me olha e dá uma risadinha safada, dizendo: "isso vai ser nosso segredo e só vai acontecer dessa vez, então temos que terminar bem o que começamos."
Começamos a nos beijar e a nos tocar de novo, fomos para o sofá. Ela olha pro meu pau mole depois daquela trepada foda que a gente deu, e diz: "vou ter que fazer algo especial pra seu amigo se recuperar e a gente continuar nossa festa." Começa a me masturbar com a mão e chupa ele, começando pela cabeça, descendo pelo tronco até minhas bolas, leva elas na boca e dá uma boa chupada. Aí me olha nos olhos daquela posição e fala: "isso é estranho, mas você vai gostar, bebê. Vai ver o quão puta sua sogra é."
Desce mais e coloca a boca perto do meu cu e começa a me dar um beijo grego. Nunca tinha acontecido comigo e não sabia o que fazer, mas me deixei levar pelo momento e deixei a gostosa da Silvia fazer o trabalho dela. Aos poucos, meu pau voltou a ficar duro e eu tava super excitado sentindo a língua da minha sogra chupando meu cu.
Ela para um pouco e diz: "viu como te fiz recuperar as forças? Agora vou te deixar pronto pra me comer, meu amor." Continua com o beijo grego que tava me dando e de repente sinto o dedo dela entrando no meu cu, começando a estimular minha próstata. Nunca tinha experimentado aquilo, era muito estranho pra mim, mas me excitou pra caralho e minha sogra sabia fazer muito bem. Isso deixou meu pau a 100%. Ela levanta o olhar e vê ele todo duro e fala: "acho que já tá pronto pra mim, bebê, mas quero terminar seu tratamento."
Continua estimulando minha próstata com o dedo enquanto com a boca começa a chupar meu pau. Aquela combinação me deixou a ponto de gozar, então falei pra minha sogra parar. Ela parou e disse: "agora é sua vez." Se ajoelhou de quatro no chão, deixando a buceta dela à minha disposição. Sem perder tempo, começo a chupar ela. Vou lamber toda essa bunda com minha língua até chegar no centro e começar a enfiar devagar nesse cuzinho gostoso, depois comecei a meter meus dedos um por um, enquanto estimulava o clitóris dela. E com a minha outra mão na buceta dela, ela se contorcia de prazer me dizendo: "assim, bebê, dá uma lambida gostosa na grande puta da sua sogra". Ouvindo os gemidos dela e o que ela falava, tirei os dedos da bunda dela e me posicionei para meter a pica. Ela me olhou e disse: "sim, enfia no meu cu, por ali eu sou menos usada, seu sogro quase não me fode". Peguei minha pica com a mão e comecei a empurrar a cabeça até que entrou dentro dela, fui enfiando o tronco devagar naquele cu até que ficou tudo dentro da minha sogra. Ela estava muito quente e apertava muito bem pra idade dela. Ela se vira, me olha e diz: "vai, fode o cu da sua sogra bem duro até quebrar". Isso me excitou e, sem piedade, comecei a meter forte, enfiando e tirando minha pica com muita força e ritmo por vários minutos sem parar. Ela não parava de gemer, sem se importar que meu sogro estivesse no quarto dormindo. Os gemidos dela viraram gritos e ela não parava de repetir: "sim, dá toda essa pica pra essa puta, me come igual você come minha filha". Ela não aguentou mais e começou a gozar, apertando minha pica com cada contração. Ao sentir aquela mulher tremer, minha pica começou a gozar involuntariamente dentro da bunda dela até a última gota. Terminamos exaustos, o corpo da minha sogra banhado em suor e o meu também. O quarto inteiro cheirava a sexo, e eu tirei a pica da bunda dela, vendo a porra escorrer do cu dilatado dela e descer pelas pernas, ficando um pouco nos lábios da buceta dela. Ela ainda estava ofegante e não conseguia falar nada. Tomou ar e disse: "que começo de ano gostoso". Pegou minha pica com as mãos e limpou com a boca todos os restos de sêmen e fluidos até deixar ela brilhando. Dou uma olhada no relógio e já eram 6:15 da manhã, ela se levanta, limpa a boca e vai pro quarto do meu sogro. Ela me olha e diz: "que delícia de transa, já sei por que minha filha te adora. Agora amadurece antes que eu me aqueça de novo." Olho pra ela e dou um sorriso, sem falar nada, me mando pro quarto com a minha mulher que ainda tava dormindo. Tomo um banho e me deito do lado dela pra dormir um pouco, pensando na putaria que ia ser comer minha esposa e minha sogra ao mesmo tempo.
10 comentários - Minha sogra e minha mulher Parte 1