Hoje eu que vou levar minha filha pra escola. Normalmente elas vão de ônibus, mas hoje tem reunião de pais. Minha esposa tem compromissos e não pode ir. Pra piorar, a reunião é logo cedo com o diretor, então antes de ir pro escritório, pego a menina, dou um beijo na minha mulher e vamos pro colégio de carro. Chegando lá, encontro minha cunhada descendo de um táxi, de mãos dadas com o filho pequeno, que tá na pré-escola, e a filha dela, que já tá no ensino médio. Chamo ela e falo: Yolanda, se você tivesse me falado, eu teria passado aí pra te pegar, cabe todo mundo no meu carro. Não se preocupa, eu venho de taxi todo dia.Minha cunhada tava muito gostosa, especialmente bonita pra ser uma segunda-feira, acostumado a ver ela de roupa de ficar em casa ou casual, ela tava vestida com um terno azul marinho com saia justa até quase o joelho, camisa branca, cabelo curtinho, na altura das orelhas, parecia uma executiva. Você está muito elegante, Yolanda,… É que vou pro meu novo trampo, e tão exigindo esse jeito de vestir.Ela foi para a mesma reunião de pais que eu. Primeiro, deixei meus filhos nas aulas e depois fui pra sala, sentou do meu lado esperando o diretor falar.
Eu fiz a mesma coisa, depois de estacionar o carro, fui pra sala onde rolava a reunião.
Não é a primeira vez que trago minha filha, mas é a primeira que vou a uma reunião de pais e mães. Tava cheio de mães, eu era o único pai na sala. Dei uma olhada pra observar, tinha umas mães muito gostosas, na faixa dos trinta e quarenta, a maioria era uma delícia, não tinha olho pra tudo. Assim que entrei, minha cunhada me apresentou umas tantas, quando tava na terceira Esta é a Irene, o filho dela estuda na mesma turma que o meu.Quando fiquei olhando pra ela, percebi que era minha vizinha da frente, ela disse Já nos conhecemos, … você é meu vizinho.Embora a gente quase nunca tivesse conversado, eu conhecia ela, principalmente de ficar olhando da minha casa. A gente mora em duas casas isoladas, com terrenos vizinhos, separadas por uma cerca baixinha de arbusto, e da minha casa tem vários lugares de onde dá pra ver os vizinhos. Isso geralmente é um saco, mas no caso da Irene, não é, porque ela é uma mulher muito gostosa, cabelo loiro na altura dos ombros, olhos claros e um corpo violão, com uma bunda bem desenhada, carnuda, daquelas que dá vontade de morder, peitos grandes e pernas longas.
O clima era bem amigável, mas enquanto a maioria das mães estava de olho no diretor, dava pra perceber uma atitude diferente em algumas, querendo puxar conversa com o único homem que tinha ido na reunião. Minha cunhada percebeu e se apossou de mim pra proteger a irmã, falando no meu ouvido pra espantar as outras. Mas a vizinha não se espantou, ela tava do outro lado.
A reunião acabou e a gente se despediu enquanto saía pra rua. O tempo tinha fechado, começou a cair um toró, com trovão e relâmpago. A gente se abrigou no porão da escola. Vou pegar o carro, ver se a gente consegue sair daqui. Saí correndo colado nos prédios e trouxe o carro, estacionei perto da porta e, na chuva, minha cunhada e a vizinha se aproximaram pela lateral. Minha cunhada abriu a porta de trás e entrou, enquanto pela porta do lado do motorista entrou minha vizinha, enquanto minha cunhada dizia: Faz ela subir na frente que ela vai até sua casa, e eu desço antes… você tem que me levar até o trabalho.Ela me deu o endereço e eu fui pra lá, enquanto isso a gente foi conversando sobre o tempo, as crianças, etc., até chegar no lugar pra onde minha cunhada me mandou. Ela desceu e foi pra área dos escritórios de alto padrão da cidade. Era uma região com prédios bem luxuosos, comerciais e de escritórios, ela acenou agradecendo com a mão e seguiu andando em direção ao centro.
Seguimos nosso caminho de volta pra casa, É curioso, tanto tempo de vizinho e a gente quase não conversou, e agora... sozinhos no carro... embora eu saiba que você já tinha me visto antes.(Tinha razão, eu estava de olho nela direitinho, embora achasse que ela não tinha percebido. Muitas tardes ela ficava tomando sol na varanda, só de topless, e às vezes até pelada. Eu ficava de olho, mas só isso.) Quem, eu?
Respondi, sem convicção,
- Sim, quando eu vou pegar um sol, vejo que você fica olhando da sua varanda, e outro dia você ficou um tempão ali... não tava... batendo uma, não?- Claro que não (que sem-vergonha, hein)
Na mesma hora ela colocou a mão entre minhas pernas, em cima do pau, que tava totalmente mole, e começou a acariciar a calça enquanto ele crescia, e crescia. Ela apertou a palma da mão contra o pau. Pois que decepção, se você não se masturbou,… pensei que te excitava me olharCalei a boca, e quem cala consente, enquanto ela ia abaixando meu zíper. A gente tava rodando por uma estrada vicinal em direção ao condomínio. Aí ela meteu a mão na minha braguilha e, fuçando, puxou meu pau pra fora. Fiz que tava incomodado, mas parei logo de resistir enquanto ela acariciava meu pau. Quer que a gente tenha um acidente? (eu disse) Pois é,.. ali tem uma buceta gostosa perto da estrada.Eu me levantei, enquanto ela se aproximou e me deu um beijinho nos lábios, seguido de um amasso com língua... Depois, ela se abaixou no meu pau e colocou na boca, chupando a cabeça, lambendo o tronco do pau, mamando com os lábios carnudos no meu pobre broto, que não estava preparado pra ocasião. O gosto começava a encher meus depósitos de porra pra gozar, eu em silêncio, saboreando. Mas num ataque de sensatez, afastei a cabeça dela e falei: Não podemos fazer isso, logo no primeiro dia que a gente se falou e... além disso, sou casado... e não quero trair minha mulher. Vale,… não vamos enganar nossos maridos,… você nunca se masturbou depois de casado?
Ela se reclinou no banco e levantou a saia, de lado contra a porta, apoiou um pé no assento e me mostrou a buceta coberta por uma calcinha pequena. Afastou o tecido, me olhando com uma cara de sem-vergonha, e passou a língua nos lábios, molhando-os, enquanto começou a tocar a racha da buceta totalmente depilada. Abriu o sexo, me mostrando o buraco da vagina, vermelho e molhado, tocou com o dedo o clitóris e me disse: Vamos, vamos nos masturbar... você me olha... eu te olho... assim não enganamos ninguém.
Não falei nada, fiquei uns segundos na dúvida e passei o dedo na ponta da cabecinha, tinha uma gota de líquido pré-seminal, espalhei pela glande, ela também enfiou o dedo na buceta pra molhar e começou a esfregar o clitóris me olhando. Passei lubrificante na glande e comecei a acariciar a cabecinha com uma mão, enquanto segurava o tronco com a outra, devagar. Ela acariciou o clitóris com o dedo, depois com dois dedos, lentamente, enquanto mantinha a calcinha afastada com a outra mão, até que começou a incomodar, levantou a bunda e com as duas mãos tirou a calcinha e deixou no volante.
Chovia forte, o que fazia quase não se ver ninguém pelas janelas, ela voltou ao trabalho, enfiando dois dedos na buceta molhada, enquanto continuava massageando o clitóris, cada vez mais forte, então disse:
- Ah,.. meu Deus,.. acho que vou gozar,… continua quero ver como sai o leite da sua pica,.. quero que você goze pra mim,…… aihhh!….. aihhh!Jadeaba, enquanto acelerava o movimento e eu também, a gente se masturbava, se olhando, o líquido lubrificante vaginal escorria pela fenda até o buraco do cu... que ela fazia questão de deixar bem exposto pra mim, pra me excitar. E conseguiu: o esperma já estava prestes a vazar pela boca da glande, que tava roxa, a pele do pau esticada, o pau cheio de sangue, duro e curvado pra cima pela ereção forte, pronto pra soltar aquela carga de porra.
Ela começou a gozar, fechou os joelhos de repente e deu um grito abafado, depois diminuiu o ritmo da masturbação, mexendo devagar os dedos no clitóris e abrindo as pernas pra eu poder ver, começaram as contrações, fortes e lentas dos esfíncteres dela, enquanto ela não respirava, segurando uns segundos e entre eles um gemido de alívio e prazer.
A buceta me chamava com os movimentos pulsantes, aí veio a minha, parei de mexer o pau e levantei a bunda pra sentir mais prazer, soltando um jato de porra que bateu no para-brisa do carro, um puta prazer e um segundo jato que escorreu pela calça de tecido fino, fazendo uma mancha enorme bem do lado da braguilha. Quando vinha o próximo jato de esperma, ela abaixou a mão e segurou ele pra não fazer mais estrago no carro, meteu na boca e chupou todas as sacudidas de sêmen que vieram depois, até deixar o bicho seco. Aí levantou a cabeça, sorrindo, colocou a mão na boca tapando e tirou um lencinho da bolsa e cuspiu o esperma nele, depois tirou outro, limpou minha glande, e esfregou na mancha da calça sem conseguir nada. Desculpa, quando entrar em casa, se cobre com a jaqueta pra sua mulher não te ver.- Relaxa, minha mulher não tá em casa essa manhã.
Liguei o carro e levei ela até o portão de casa, guardei o carro na garagem e joguei a calça na máquina de lavar.
Uns dias depois, no trabalho, meu chefe me chamou — aliás, o Presidente da Companhia — e fui na hora. Trabalho numa seguradora e sou Diretor de Vendas.
Ele parecia contente, então fiquei tranquilo. Depois de um discurso sobre companheirismo e resultados, ele reconheceu meu desempenho no exercício, que tinha sido excepcional, e me convidou pra tomar um algo com ele. Vamos tomar alguma coisa pra comemorar, mas aqui não, vamos pra rua que eu conheço um lugar bem tranquilo e relaxante, por hoje você já trabalhou pra caralho.Eram meio-dia, larguei tudo que tava na mão e fui atrás dele. Ele é um homem mais velho que eu, pelo menos uns dez anos. Caminhamos umas quadras batendo papo e chegamos no lugar. Era um prédio grande e chique, cheio de placas de escritórios, empresas e consultórios, com a fachada de vidro. Entramos no hall enquanto meu chefe ia falando e eu só seguia e escutava. O porteiro da recepção cumprimentou ele quase fazendo uma reverência, pegamos o elevador e em segundos já estávamos no sétimo andar. Chegamos na porta de uns escritórios luxuosos e a recepcionista nos recebeu como se fôssemos reis, nos levou pra uma sala de espera com sofás, mesa de reunião e fachada de vidro com vista pra cidade toda. Aí a mina perguntou: O que vocês querem tomar?- Dois Martinis, por favor, e manda as meninas entrarem.
As palavras do meu chefe me deixaram pasmo. Aquilo que parecia um escritório corporativo não era nada daquilo — era um puteiro de luxo. Tudo estava cuidado nos mínimos detalhes: a sala de trabalho estava cheia de mesas com computadores, arquivos e garotas, cada uma na sua mesa. Isso sim, todas bem vestidas, de terno e paletó, saia e blusa. Todas com cabelo arrumado, parecendo executivas.
Meu chefe me olhou e sorriu ao ver minha cara de espanto. suponho que é a primeira vez que você vem aqui, dá pra perceber... relaxaNão pude evitar dar um sorriso nervoso e me segurar firme nos braços da poltrona.
A recepcionista entrou de novo, acompanhada de uma moça loira de cabelo preso, alta, perfeita, muito gostosa. esta é a EstherEsther veio até nós, a gente levantou do sofá e ela deu dois beijinhos nas nossas bochechas, deu uma voltinha pra gente poder admirar ela e saiu da sala. essa é a LauraUma morena de lábios carnudos e boca enorme, curvas bem marcadas, entrou e repetiu a cena: beijou meu chefe nas bochechas e me deu um meio beijo nos lábios, piscou o olho pra mim e foi embora. A cena se repetiu com seis garotas, todas de cinema, mas não cinema pornô — mulheres muito refinadas e gostosas, tipo modelos. Na sétima... essa é a YolandaO mundo caiu na minha cabeça quando ela entrou, era minha cunhada. Quer que a terra me engula! Entrei num puteiro pela primeira vez, pra agradar meu chefe, sem saber onde tava me metendo, e dou de cara com a irmã da minha mulher. Por outro lado, ela era a mais gostosa de todas, tava deslumbrante. Quando me viu, se assustou igual a mim, a gente se olhou, mas ela disfarçou perfeitamente, fez a mesma coisa, me deu dois beijos e saiu rebolando. Aí a recepcionista fechou a porta e falou: Bem, o que acharam, os cavalheiros já escolheram?Meu chefe me olhou, piscando o olho, como me convidando a escolher primeiro. Minhas pernas tremiam, mas sem pensar eu falei: — Yolanda. Aí a recepcionista sorriu e olhou pro meu chefe, que disse: Menos essa, que é pra mim. Escolhe outra.Perdi a vontade de escolher outra e falei que ia pensar, que agora não tô afim de nada, só quero o Martini. Meu chefe fez cara de puto e insistiu. Você tem que escolher uma buceta, não seja fresco, é uma ordem!Eu, que nunca traí minha mulher, em duas semanas dois imprevistos. Sem pensar, falei: – Laura.
A recepcionista acompanhou cada um de nós para uma sala, e o chefe me deu um tapinha nas costas. Entramos cada um na sua. Eu, como se fosse para a forca, entrei num quarto enorme, decorado como um escritório, com mesa e poltronas de gabinete, sofá com mesinha e uma cama enorme de um lado, banheiro atrás de um vidro translúcido. Tudo muito sofisticado e delicadamente decorado. Entrei, a recepcionista fechou a porta, sentei no sofá esperando. Depois de alguns minutos, entrou a Laura. Vestia uma camisola transparente bem curtinha e, por baixo, uma calcinha preta minúscula e um corset que não cobria os peitos, meia preta com liga e sapato de salto alto vermelho brilhante.
Ela se aproximou andando devagar e sentou do meu lado no sofá, me envolveu com os braços e mordeu minha orelha, enfiando a língua dentro do buraco. Me afastei e falei: Olha, Laura, não quero fazer nada. Só entrei porque esse aqui é meu chefe supremo e, se ele não ficar puto, a gente espera o tempo passar, vaza e pronto. Você recebe e eu vou pra casa, beleza? Além disso, quem entrou com ele é minha cunhada, imagina só. O que você quiser... se quiser, senta na mesa do escritório e aproveita pra trabalhar.A mina tava uma delícia, um docinho difícil de recusar, mas eu sentei na cadeira atrás da mesa do escritório mexendo no celular. Aí ela se levantou e sentou numa das poltronas na frente da mesa, colocou os pés no assento e, abrindo as pernas, me mostrou a calcinha. Olhando na minha cara, passou um dedo devagar ao longo da fenda por cima da calcinha, insistindo num movimento de cima pra baixo. Marcava toda a fenda e o clitóris, enquanto continuava se tocando, disse: Não gostou de mim?,... Se quiser, enquanto espera pode olhar, não tem nada de mais nisso. E seu chefe vai demorar um bom tempo.Calei a boca e fiquei olhando o espetáculo, ela era muito gostosa e tinha as pernas enormes. Levantou e virou de costas, ergueu a camisola com uma mão até a cintura e, apoiando a mão no sofá, se abaixou me mostrando a bunda. A tira da calcinha fio-dental estava enfiada na racha, ela separou uma nádega com a outra mão e com o dedo mindinho afastou, deixando o cu à mostra. Passou o dedinho por cima e fez uns círculos na entrada do rabo, enfiou um pouquinho a ponta do dedo lá dentro e mexeu, enfiando e tirando.
O pau começou a inchar, e eu fiquei de pau duro, enquanto ela continuava se tocando. Me relaxei na poltrona olhando. Ela continuava me mostrando a bunda, apoiou os peitos no assento e abriu com as duas mãos as nádegas pra me mostrar a buceta toda aberta, tinha uma xota molhada e rosada, que escurecia pro fundo do buraco. Começou a enfiar um dedo lá dentro, enfiando e tirando, enquanto com o outro dedo puxou o clitóris pra fora e massageou devagar.
Pus a mão por cima da calça, que era de tecido fino, e massageei o pau duro. Aí ela levantou e veio até a mesa, subiu em cima e sentou de pernas abertas na minha frente, levantou as pernas e tirou a calcinha, jogou na minha cara e disse: Vamos, seu bobo... tira ela pra fora e bate uma, olhando... isso não é traição. Ou será que você nunca bateu uma antes?Começou a se masturbar, de pernas abertas, a meio metro do meu rosto. Aí eu tirei a minha pra fora e comecei a tocar no meu pau, a cabeça já estava toda molhada de líquido pré-seminal, então quando puxei a pele com a mão, já lubrificou na hora.
Aí me veio na cabeça minha cunhada e a imagem dela chupando o pau do meu chefe, ou ele fodendo ela no cu e enchendo de porra. Aquilo me deu uma pontada de ciúme.
Rapidamente voltei à realidade, olhando pra buceta da morena Laura, aberta, pedindo pra eu meter, mas me segurei como pude, batendo uma e vendo ela massagear o clitóris. Ela começou a ofegar e a levantar a bunda, abriu mais as pernas e aproximou a buceta da borda da mesa, quando de repente calou a boca e começou a contrair os músculos ali embaixo da entrada da buceta, entre ela e o cu, enquanto o cu se abria e fechava a cada contração, e aí soltou vários gemidos de prazer.
Aí eu bati mais rápido no pau até gozar, me levantei da cadeira fazendo força e apontando a cabeça do pau pra ela, e comecei a soltar jatos de porra, grossa... Um... Dois... Três... Quatro... Tudo em cima da buceta da Laura, deixei ela toda melada de leite. Na sequência, ela se recostou na mesa, aproveitando os últimos espasmos da gozada dela.
Depois se levantou e com uma toalha limpou meu pau e a buceta dela, passou na mesa tirando as gotas de porra e me acompanhou até o banheiro. Sentei no bidê e ela pegou no meu pau, ensaboou, lavou passando a mão até o cu, deixando tudo brilhando. Viu como você gostou? E nem me comeu ainda, depois pode ir tranquilo pra casa que sua mulher não leva chifre. Além disso, vou contar pra sua cunhada que a gente só conversou.Terminei o Martini e esperei o chefe terminar, aí voltamos pro escritório, já pra arrumar tudo e ir pra casa. Quando tava quase saindo, o telefone toca, é minha cunhada, pensei – e agora, o que eu falo? –, não atendo, mas com a insistência, peguei. Desculpa aí, cunhado, espero que não tenha ficado bolado.- O que você acha?, Yolanda, minha cunhada piranha. Já sei que pela cara, mas piranha mesmo.
Ela me pediu se eu podia pegá-la na saída do trabalho e levar ela em casa, e disse que me explicaria depois. Não queria, mas aceitei. Passei pra buscar ela e ela entrou no carro, me olhou com um sorriso de culpa e ficou olhando pra frente. Arranquei em direção à casa dela. Espero que não fale nada disso pra minha irmã, nem pra ninguém, cunhado.Não respondi, fingi que tava puto, ela começou a me contar que o trampo que tinha acabou, e que pra manter o ritmo de vida que levavam, a escola dos moleques, etc., precisava de um emprego que pagasse, porque o marido dela ganhava só o básico. Fica tranquila que não vou falar nada, mas não esperava isso de você, dando gaia no seu marido desse jeito. Ficou um silêncio de vários minutos, a estrada tava quase vazia, só desenhada pelas luzes dos faróis, já era noite, aí ela falou: O que você pensa? Meu marido não é o que você tá imaginando… eu sei que ele não me trai com ninguém… mas… espera, para o carro um momento que não tô me sentindo bem.Uma estrada à direita levava a uma colina. Era um terreno baldio de onde dava pra ver a cidade, toda cheia de luzes. A gente parou... Ela abriu a janela pra sentir o vento no rosto. Tá se sentindo melhor? (perguntei)
Aí ela, sem falar nada, levantou a bunda do banco, ergueu a saia e, enfiando as mãos por baixo, puxou a calcinha pra baixo e guardou na bolsa. Mas o que você tá fazendo, Yolanda?
Ela não disse nada, se levantou do banco e passou uma perna por cima do volante pra se sentar de frente pra mim. Com a saia levantada em cima da bunda, enfiou a mão na minha braguilha e, abrindo ela, procurou meu pau por baixo da cueca e puxou pra fora. Nessa hora eu já tava duro. Não, Yolanda, por favor! Cala a boca, me falaram que você não fez nada com a Laura, e seu chefe pagou o serviço completo pra você, e ainda me disseram que você tinha me escolhido, mas seu chefe não deixou, então… me deixa fazer.Enfiou o pau na buceta e sentou devagar em cima dele, enfiando até o fundo da xota. Apertou pra garantir que não sobrava pau pra fora e começou a se mexer lentamente, segurou minha cabeça com as mãos e encostou os lábios na minha orelha, respirando contra ela... Passou a língua no buraco e sussurrou Além disso, meu marido... não me dá o que eu preciso... sou uma mulher que precisa de foda... transar muito... e esse trabalho eu gosto... adoro ser comida... ficar o dia todo rodeada de sexo, paus, esperma... gozadas. E acima de tudo, gozar... gozar...Ela começou a cavalgar no meu pau, cada vez mais rápido, eu ainda com as mãos no banco, passei a mão na bunda nua dela, deslizando os dedos pela racha entre os glúteos e apertei ela contra mim. Ela estava toda ensopada, a buceta era como seda, macia e quente, bem lubrificada, em poucos minutos de bombada eu já não aguentava mais o esperma. Ela começou a ofegar, no meu ouvido Tô gozando!... tô gozando!... ai meu Deus!... vou gozar, cunhado... me enche de porra!... Tô gozando... ohhhhhh!!!
E se apertando contra mim, me abraçou forte e começou a contrair a buceta dela, com força, com espasmos que apertavam meu pau como se fossem engolir ele, como se tivesse uma bomba sugando minha cabeça.
Aí eu gozei também, meu pau ficou tenso no máximo e soltei um jorro longo de porra enquanto levantava o quadril pra injetar meu sêmen bem no fundo da minha cunhada, depois vieram mais jorros, um atrás do outro, se injetando dentro da buceta dela, batendo forte no útero, enquanto ela mexia a cintura de novo e bombeava contra meu pau pra sair até a última gota. Até que ficamos exaustos, abraçados, escorrendo de esperma misturado com os sucos da boceta da minha cunhada. Tá ligado?... isso é o que eu preciso, ... várias vezes,... e o cunhado da sua mulher não me dá... ele é muito boa pessoa e marido,... mas não me dá esperma suficiente.Fiquei surpreso com a capacidade da minha cunhada de gozar. Ela gozou só com a introdução do pau, em poucos minutos, sem massagem no clitóris nem preparação nenhuma. Nada, só me comendo no banco do carro, ela teve um orgasmo intenso. Isso explicava muita coisa do que ela tinha acabado de me contar. Ela não se satisfaz com o marido, é tipo uma máquina de foder.
Ela se afastou, pegou uns lenços umedecidos e limpou a buceta. Depois limpou meu pau e seguimos viagem para a casa dela.
Naquela noite, fiquei pensando muito em tudo que aconteceu, tive dificuldade pra dormir, com minha mulher agarrada em mim por trás, dormindo, e a bunda dela encostada em mim. Me bateu um sentimento de culpa por ter traído minha mulher com a irmã dela, por ter batido uma pensando na puta e na vizinha... Era coisa demais pra tão pouco tempo... Mas pensando em tudo isso, veio uma ereção, fiquei excitado com tudo aquilo, apertei o pau contra a bunda da minha mulher. Ela percebeu, apertou a bunda contra meu pau, acordou, baixou a mão, passou na minha virilha, puxou meu pau pela beirada da cueca e enfiou entre as pernas dela, sem tirar a calcinha. Ela levantou a bunda, afastou o pano da calcinha e esfregou na racha, começou a mexer a bunda pra frente e pra trás contra meu pau.- Sabe-se que você teve um dia agitado, meu bem.Não respondi, só comecei a mexer os quadris, esfregando o pau nela. Ela empurrou a cabeça pra dentro da buceta e engoliu ele. Comecei a foder ela, ela levantou uma perna, dobrando o joelho pra entrar mais fundo, e começou a se masturbar no clitóris, até que gozou, e eu também. Gozei junto com o orgasmo dela de novo, tudo num dia só, e a gente dormiu com o pau enfiado na buceta da minha mulher.
Os dias passaram na monotonia, trabalhando e descansando, embora minha mulher tenha notado que minha libido tinha disparado, principalmente toda vez que aquela semana me vinha à cabeça. E toda vez, eu prometia a mim mesmo não fazer de novo.
Na semana seguinte, na quarta-feira, eu folguei e fiquei sozinho em casa. Levantei cedo pra malhar e depois tomar café tranquilo. Que paz, o dia ensolarado, fiquei besta olhando pela janela o morro verde, lindo. Saí na varanda com a xícara na mão.
Quando passei o olho no terreno da vizinha, lá estava ela, sentada na rede tomando um café no sol. Fiquei olhando pra ela. A danada é gostosa, tentei não olhar, mas não consegui.
Ela tinha arregaçado a saia pra pegar sol nas pernas, tava de óculos escuros e chapéu. De repente, virou a cabeça pra cima e me viu, acenou com a mão me cumprimentando. Respondi com a mão e entrei em casa.
Sentei no sofá e liguei a TV. Não tinha passado 15 minutos quando o telefone tocou. Atendi. Bom dia, sou a Irene... sim, a vizinha. Não me reconhece?- Sim, sim... me diz.
Ela me disse que se eu tivesse sozinho e entediado que nem ela, me convidava pra ver a coleção de quadros do marido dela. Respondi que tinha um trampo em casa e que não dava pra ir. beleza, sicambra de opinião, cê tá convidado pra tomar um caféDepois de um tempo, achei que tinha sido um babaca e vesti um moletom e fui na casa dela. Bati na porta e ela abriu. Ela ficou felizona de me ver. Passe vizinho, senta aí que vou te passar um café.Foi pra cozinha e voltou com uma xícara cheia. Vem, vou te ensinar os quadros.O marido dela tinha uma bela coleção de arte moderna, com a sala e o corredor cheios de obras muito gostosas, o que me deixou louco. A gente foi andando pelo corredor olhando, e ela se posicionou atrás de mim, me agarrou pelas costas, apertando os peitos dela contra as minhas costas, enlaçando os braços na minha cintura. Não vamos começar que um não é de pedra, Irene.
Como se não me ouvisse, ela baixou uma mão e colocou sobre a calça, acariciando meu pau, que começou a ficar duro, enquanto eu recuava, afastando a bunda. Não quer que a gente se masturbe, igual naquele dia do carro? (ela falou com voz baixinha)Agarrando meu pau por cima do tecido da calça de moletão, baixou a outra mão e enfiou por dentro da calça, por baixo do elástico, chegando nas bolas, acariciando elas. Eu calei a boca, o que ela entendeu como um sim, mesmo eu não tendo dito nada. Ela me soltou e disse: Vem me seguir... vamos pra sala.Eu segui ela. Passamos pela cozinha, quando chegou lá, ela abriu a geladeira pra pegar uma garrafa d'água, colocou em cima da bancada e virou de costas pra beber, enquanto com a mão levantava a saia, me mostrando a bunda. Ela não tava de calcinha. Se virou pra mim, colocou a garrafa na boca e bebeu, passando os lábios generosamente no gargalo, me olhando na cara. Deixou a garrafa na bancada e, dando um pulinho, sentou nela. Abriu as pernas e levantou a saia pra me mostrar a buceta, começando a se acariciar.
Eu fiquei de pé olhando e entrei na brincadeira. Abaixei a goma da calça até abaixo dos joelhos e comecei a tocar no meu pau, movendo ele devagar enquanto ela passava os dedos na rachinha entreaberta. Depois, subiu os pés na bancada pra abrir mais a boceta e me mostrou ela em todo o esplendor. Uma buceta rosada e molhada, com um botãozinho parecendo um pinto minúsculo que ela começou a acariciar.
Eu me aproximei um pouco mais pra olhar de perto enquanto mexia no pau cada vez mais rápido, até que ela disse: Me beija aqui, no clitóris... vai, chupa ele pra mim... só um pouquinho...Sem pensar, me aproximei até ficar ao alcance da minha língua, cheirava a sexo limpo, então passei a língua no botãozinho dela, bem de leve, e massageei com ela, enquanto ela se tremia toda de prazer.
Naquele momento, perdi o controle, passei a língua por toda a racha, subindo e descendo, meti dentro do buraco e lambi várias vezes, enquanto ela abria a bocetinha com os dedos pra deixar mais exposta, e continuei chupando o clitóris enquanto ela gemia.
Minhas bolas encheram de porra rapidinho, tanta que apertava pra sair do pau, enquanto ela parecia que ia gozar, aí nessa hora ouviu a porta da casa. Querido, você tá em casa? Meu marido!!Ela pulou rapidamente do banco da cozinha, abaixando a saia, pegou as xícaras de café que estavam na pia e as colocou na nossa frente, sobre o balcão, enquanto eu puxava a calça para cima de uma vez. Sim, querido, estamos na cozinha!!! (ela disse, com voz nervosa)Aí ela entrou pela sala de jantar e ficou do outro lado do balcão, enquanto a gente segurava as xícaras na mão (é uma cozinha conjugada, o balcão separa os dois cômodos). Tive que voltar do trabalho, deu um problema com a informática e não dá pra fazer nada hoje, então vou aproveitar pra ir correr. É o nosso vizinho, aquele que te falei, tô mostrando sua coleção de arte pra ele.Ficamos assim conversando por alguns minutos, primeiro pensei que ele notaria em nossas caras avermelhadas que estávamos fazendo algo suspeito, mas ele não deu sinais disso, muito pelo contrário, se mostrou aberto e descontraído. Enquanto ele batia papo do outro lado do banco, a mulher dele aproximou a mão até minha calça, que ainda tinha o volume bem grande, e apertou enquanto dizia ao marido: Tem sua roupa de correr em cima da poltrona do quarto, gostoso.- Tá bom, vou trocar de roupa.
E subiu as escadas pro quarto, enquanto a mulher dele colocou a mão de novo dentro da calça, puxou meu pau e mexeu várias vezes pra deixar ele bem durinho. Virou de costas, se apoiou no banco, levantou a saia e abriu as pernas. Guiou meu pau até a bunda dele e encaixou entre as coxas, esfregou na rachinha molhada e, num movimento de quadril de mestre, enfiou tudo na buceta. Seu marido não vai pegar nada Fica quieta e empurra,….empurra,.. que vai demorar um pouquinhoA calentura falou mais alto que o bom senso e eu empurrei, empurrei o pau até o fundo daquela buceta quente, deslizando na lubrificação do melão todo molhado. Ela tava muito excitada e eu também. Continuei metendo e tirando o pau, fodendo ela contra o móvel da cozinha, nós dois curvados contra o banco, com a saia arregaçada.
Afastei um pouco o corpo e com as mãos abri as nádegas brancas dela, pra poder ver como meu pau entrava e saía daquela xota aberta, igual o êmbolo de uma bomba, a racha escorrendo fluido e o pau entrando e saindo todo molhado. Na minha frente se abria o furinho do cu, feito uma estrela, apertado, acariciei ele com um dedo e ela tremeu, continuei fodendo ela sem tirar os olhos da escada por onde o marido dela tinha subido. De repente. Amor, cadê os tênis? (gritou o marido do quarto)
Ela engoliu seco, suspirou e respondeu Tá na sua bolsa de esporte, amor, no armário!!!Ficamos parados um segundo, dava pra sentir os batimentos dos nossos corações, descontrolados, mas ela empurrou pra trás retomando o ritmo, aí enfiei a mão pelo decote pra pegar nos peitos dela com uma mão e com a outra desci procurando o clitóris dela, que comecei a acariciar. Aquela situação de perigo excitava ela pra caralho, eu tava cagado de medo mas também tava excitado com aquilo.
Continuei brincando com o clitóris dela e fodendo ela quando ela começou a gozar, ficou ereta, em silêncio e continuou ofegante, segurando os gemidos, tirei o dedo do clitóris e a mão dos peitos pra abrir as nádegas de novo e observar como os espasmos do gozo contraíam ritmicamente a portinha do cu dela, enquanto a buceta apertava meu pau sugando ele pra dentro.
Aí o esperma subiu até a ponta do pau e eu não aguentei mais. Numa tentativa de não gozar dentro pelo risco de engravidar, puxei pra trás pra tirar e gozar fora. Mas ela se levantou e me envolveu com as mãos por trás, agarrando minha bunda e apertou a dela contra mim, cravando meu pau até o fundo, enquanto eu soltava o primeiro jato de esperma dentro dela.
Imóvel de prazer, continuei soltando jatos de porra naquela buceta fértil enquanto ela engolia tudo, já tinha dado três espasmos de injeção de cum, quando de repente ouviu a porta do quarto fechar e o marido dela descendo as escadas. Tirei de dentro ainda soltando porra, pingando no chão, enfiei rápido na calça de moletom. Ela baixou a saia de uma vez e pegou a xícara de novo. Ao meter o pau dentro da calça, ainda jorraram os últimos jatos de cum com as últimas contrações, molhando tudo. Dava pra ver a mancha escura na calça azul, coloquei a mão por cima pra esconder. Amor, mostra pra ela os dois quadros do quarto, que são uma loucura (ele disse)Ele se aproximou da esposa dele, deu um beijo na boca dela e saiu correndo porta afora. A gente ficou se olhando, tudo pegando fogo, sentamos nas cadeiras da cozinha pra relaxar, bufando depois daquela situação tão excitante. Ela me olhou e caiu na risada. Quase nos pegou, que susto, vem, vamos ver os quadros do quarto, são dois Banksy. Subimos pro quarto e ela falou: "fica olhando os quadros que vou no banheiro". Fiquei admirando eles, aí ela saiu do banheiro, pelada total, com uns peitões volumosos e empinados, uma raba insultante, gostosa pra caralho. Caminhou até o guarda-roupa pra pegar uma calcinha minúscula e vestiu. Eu falei: Vou me lavar agora. Espera, vem aqui um momento (respondeu)Ela se jogou na cama reclinada e me disse Vem aqui, chega mais um pouquinho.Eu fiz o que ela mandou. Quando ela ficou na minha frente, se ajoelhou, baixou minha calça e pegou meu pau meio mole, começou a acariciar ele, com os dedos puxou a cabecinha pra fora da pele, enquanto ele começava a endurecer de novo. Ela colocou na boca e chupou, se afastou um pouco pra lamber com a ponta da língua e colocou de novo dentro da boca, sugando, chupando, puxando. A língua rodeava a cabecinha, babando tudo, depois sugando até deixar sequinho. Ela tirou a boca, olhou pra ele, depois olhou pra mim e disse: Já tá limpinho, viu?... Vem pra cama e descansa um pouquinho, meu marido vai demorar um tempão.Ele tirou minha calça, eu tirei a camisa e me deitei na cama do lado dela. Ela me abraçou, segurou meu pau com a mão, colocou uma perna por cima da minha e começou a me masturbar. Quando tentei passar a mão entre as pernas dela, ela me afastou, sentou-se na cama, virou de costas e sentou no meu peito, segurando meu pau. Aí ela se deitou, colocando a calcinha na minha frente, no sessenta e nove.
Foi aí que percebi que a calcinha que ela usava tinha uma abertura da buceta até o cu, tudo aberto. Quando ela abriu as pernas, a boceta dela ficou na minha cara. Então eu abri aquilo como uma fruta madura e comecei a chupar aquele figo salgado enquanto ela chupava meu pau. Em poucos minutos, minha cara já estava toda molhada de sucos vaginais. Abri a rachadura até o máximo e levei a língua até o furinho do cu, dei uma lambida e ela se contraiu de reflexo. Dei outra e ela relaxou. Comecei a chupar, enfiando a língua um pouquinho lá dentro. Aí ela fez o mesmo: largou meu pau, segurou na minha cintura, me empurrou pra eu abrir as pernas e enfiou a cabeça pra alcançar meu furinho e começou a me chupar o cu.
Aquela sensação foi nova pra mim. No começo achei estranho, mas era tão gostoso que relaxei e deixei ela me chupar, enquanto ela me batia uma punheta com a mão. Enquanto ela me chupava, eu foquei no clitóris dela, que tava inchado, inflado, eu diria. Concentrei toda minha massagem de língua naquele botão, enquanto ela não parava de chupar meu cu. Aí ela apertou a boceta contra minha boca e começou a gemer mais forte. Ohhhhg!... acho que vou gozar... ohhh... tô gozando... continua... hhhhh!
E calou, calou porque enfiou o pau na boca chupando ele, e a buceta começou a se contrair no ritmo dos gemidos, ela estava na minha frente, apertando e soltando ritmicamente os músculos do cu, enquanto da buceta escorria um fio de melado viscoso no meu rosto.
Eu tinha o tanque cheio de porra de novo, mas segurei bem por causa da gozada recente. Quando a Irene ainda não tinha terminado de gozar, ela se afastou e se posicionou com uma perna de cada lado me olhando, agachou e pegando o pau esfregou ele na xota molhada pra untar e enfiou até o fundo, sentando em cima... Se inclinou apoiando os peitos nus no meu peito e começou a bombar, levantando e descendo a bunda no meu pau. Vê como tu gosta de foder comigo (ele disse),..ou quer que eu me afaste agoraNão respondi, ela continuou bombando e pulando no meu pau, até que ele não aguentou mais e explodiu, injetando a carga dentro da buceta, como se nunca tivesse gozado, um jato atrás do outro, grossos e fortes contra o útero dela, enquanto eu levantava o quadril pra encher ela de porra até o fundo e ela apertava pra baixo pra não desperdiçar nem uma gota de esperma.
Ficamos exaustos em cima da cama por uns minutos, escorrendo os fluidos no lençol, aí ela puxou o lençol de uma vez, enrolou e levou pra lavadora, enquanto eu me vesti e fui pra minha casa tomar um banho e também colocar a roupa pra lavar.
Eu fiz a mesma coisa, depois de estacionar o carro, fui pra sala onde rolava a reunião.
Não é a primeira vez que trago minha filha, mas é a primeira que vou a uma reunião de pais e mães. Tava cheio de mães, eu era o único pai na sala. Dei uma olhada pra observar, tinha umas mães muito gostosas, na faixa dos trinta e quarenta, a maioria era uma delícia, não tinha olho pra tudo. Assim que entrei, minha cunhada me apresentou umas tantas, quando tava na terceira Esta é a Irene, o filho dela estuda na mesma turma que o meu.Quando fiquei olhando pra ela, percebi que era minha vizinha da frente, ela disse Já nos conhecemos, … você é meu vizinho.Embora a gente quase nunca tivesse conversado, eu conhecia ela, principalmente de ficar olhando da minha casa. A gente mora em duas casas isoladas, com terrenos vizinhos, separadas por uma cerca baixinha de arbusto, e da minha casa tem vários lugares de onde dá pra ver os vizinhos. Isso geralmente é um saco, mas no caso da Irene, não é, porque ela é uma mulher muito gostosa, cabelo loiro na altura dos ombros, olhos claros e um corpo violão, com uma bunda bem desenhada, carnuda, daquelas que dá vontade de morder, peitos grandes e pernas longas.
O clima era bem amigável, mas enquanto a maioria das mães estava de olho no diretor, dava pra perceber uma atitude diferente em algumas, querendo puxar conversa com o único homem que tinha ido na reunião. Minha cunhada percebeu e se apossou de mim pra proteger a irmã, falando no meu ouvido pra espantar as outras. Mas a vizinha não se espantou, ela tava do outro lado.
A reunião acabou e a gente se despediu enquanto saía pra rua. O tempo tinha fechado, começou a cair um toró, com trovão e relâmpago. A gente se abrigou no porão da escola. Vou pegar o carro, ver se a gente consegue sair daqui. Saí correndo colado nos prédios e trouxe o carro, estacionei perto da porta e, na chuva, minha cunhada e a vizinha se aproximaram pela lateral. Minha cunhada abriu a porta de trás e entrou, enquanto pela porta do lado do motorista entrou minha vizinha, enquanto minha cunhada dizia: Faz ela subir na frente que ela vai até sua casa, e eu desço antes… você tem que me levar até o trabalho.Ela me deu o endereço e eu fui pra lá, enquanto isso a gente foi conversando sobre o tempo, as crianças, etc., até chegar no lugar pra onde minha cunhada me mandou. Ela desceu e foi pra área dos escritórios de alto padrão da cidade. Era uma região com prédios bem luxuosos, comerciais e de escritórios, ela acenou agradecendo com a mão e seguiu andando em direção ao centro.
Seguimos nosso caminho de volta pra casa, É curioso, tanto tempo de vizinho e a gente quase não conversou, e agora... sozinhos no carro... embora eu saiba que você já tinha me visto antes.(Tinha razão, eu estava de olho nela direitinho, embora achasse que ela não tinha percebido. Muitas tardes ela ficava tomando sol na varanda, só de topless, e às vezes até pelada. Eu ficava de olho, mas só isso.) Quem, eu?
Respondi, sem convicção,
- Sim, quando eu vou pegar um sol, vejo que você fica olhando da sua varanda, e outro dia você ficou um tempão ali... não tava... batendo uma, não?- Claro que não (que sem-vergonha, hein)
Na mesma hora ela colocou a mão entre minhas pernas, em cima do pau, que tava totalmente mole, e começou a acariciar a calça enquanto ele crescia, e crescia. Ela apertou a palma da mão contra o pau. Pois que decepção, se você não se masturbou,… pensei que te excitava me olharCalei a boca, e quem cala consente, enquanto ela ia abaixando meu zíper. A gente tava rodando por uma estrada vicinal em direção ao condomínio. Aí ela meteu a mão na minha braguilha e, fuçando, puxou meu pau pra fora. Fiz que tava incomodado, mas parei logo de resistir enquanto ela acariciava meu pau. Quer que a gente tenha um acidente? (eu disse) Pois é,.. ali tem uma buceta gostosa perto da estrada.Eu me levantei, enquanto ela se aproximou e me deu um beijinho nos lábios, seguido de um amasso com língua... Depois, ela se abaixou no meu pau e colocou na boca, chupando a cabeça, lambendo o tronco do pau, mamando com os lábios carnudos no meu pobre broto, que não estava preparado pra ocasião. O gosto começava a encher meus depósitos de porra pra gozar, eu em silêncio, saboreando. Mas num ataque de sensatez, afastei a cabeça dela e falei: Não podemos fazer isso, logo no primeiro dia que a gente se falou e... além disso, sou casado... e não quero trair minha mulher. Vale,… não vamos enganar nossos maridos,… você nunca se masturbou depois de casado?
Ela se reclinou no banco e levantou a saia, de lado contra a porta, apoiou um pé no assento e me mostrou a buceta coberta por uma calcinha pequena. Afastou o tecido, me olhando com uma cara de sem-vergonha, e passou a língua nos lábios, molhando-os, enquanto começou a tocar a racha da buceta totalmente depilada. Abriu o sexo, me mostrando o buraco da vagina, vermelho e molhado, tocou com o dedo o clitóris e me disse: Vamos, vamos nos masturbar... você me olha... eu te olho... assim não enganamos ninguém.
Não falei nada, fiquei uns segundos na dúvida e passei o dedo na ponta da cabecinha, tinha uma gota de líquido pré-seminal, espalhei pela glande, ela também enfiou o dedo na buceta pra molhar e começou a esfregar o clitóris me olhando. Passei lubrificante na glande e comecei a acariciar a cabecinha com uma mão, enquanto segurava o tronco com a outra, devagar. Ela acariciou o clitóris com o dedo, depois com dois dedos, lentamente, enquanto mantinha a calcinha afastada com a outra mão, até que começou a incomodar, levantou a bunda e com as duas mãos tirou a calcinha e deixou no volante.
Chovia forte, o que fazia quase não se ver ninguém pelas janelas, ela voltou ao trabalho, enfiando dois dedos na buceta molhada, enquanto continuava massageando o clitóris, cada vez mais forte, então disse:
- Ah,.. meu Deus,.. acho que vou gozar,… continua quero ver como sai o leite da sua pica,.. quero que você goze pra mim,…… aihhh!….. aihhh!Jadeaba, enquanto acelerava o movimento e eu também, a gente se masturbava, se olhando, o líquido lubrificante vaginal escorria pela fenda até o buraco do cu... que ela fazia questão de deixar bem exposto pra mim, pra me excitar. E conseguiu: o esperma já estava prestes a vazar pela boca da glande, que tava roxa, a pele do pau esticada, o pau cheio de sangue, duro e curvado pra cima pela ereção forte, pronto pra soltar aquela carga de porra.
Ela começou a gozar, fechou os joelhos de repente e deu um grito abafado, depois diminuiu o ritmo da masturbação, mexendo devagar os dedos no clitóris e abrindo as pernas pra eu poder ver, começaram as contrações, fortes e lentas dos esfíncteres dela, enquanto ela não respirava, segurando uns segundos e entre eles um gemido de alívio e prazer.
A buceta me chamava com os movimentos pulsantes, aí veio a minha, parei de mexer o pau e levantei a bunda pra sentir mais prazer, soltando um jato de porra que bateu no para-brisa do carro, um puta prazer e um segundo jato que escorreu pela calça de tecido fino, fazendo uma mancha enorme bem do lado da braguilha. Quando vinha o próximo jato de esperma, ela abaixou a mão e segurou ele pra não fazer mais estrago no carro, meteu na boca e chupou todas as sacudidas de sêmen que vieram depois, até deixar o bicho seco. Aí levantou a cabeça, sorrindo, colocou a mão na boca tapando e tirou um lencinho da bolsa e cuspiu o esperma nele, depois tirou outro, limpou minha glande, e esfregou na mancha da calça sem conseguir nada. Desculpa, quando entrar em casa, se cobre com a jaqueta pra sua mulher não te ver.- Relaxa, minha mulher não tá em casa essa manhã.
Liguei o carro e levei ela até o portão de casa, guardei o carro na garagem e joguei a calça na máquina de lavar.
Uns dias depois, no trabalho, meu chefe me chamou — aliás, o Presidente da Companhia — e fui na hora. Trabalho numa seguradora e sou Diretor de Vendas.
Ele parecia contente, então fiquei tranquilo. Depois de um discurso sobre companheirismo e resultados, ele reconheceu meu desempenho no exercício, que tinha sido excepcional, e me convidou pra tomar um algo com ele. Vamos tomar alguma coisa pra comemorar, mas aqui não, vamos pra rua que eu conheço um lugar bem tranquilo e relaxante, por hoje você já trabalhou pra caralho.Eram meio-dia, larguei tudo que tava na mão e fui atrás dele. Ele é um homem mais velho que eu, pelo menos uns dez anos. Caminhamos umas quadras batendo papo e chegamos no lugar. Era um prédio grande e chique, cheio de placas de escritórios, empresas e consultórios, com a fachada de vidro. Entramos no hall enquanto meu chefe ia falando e eu só seguia e escutava. O porteiro da recepção cumprimentou ele quase fazendo uma reverência, pegamos o elevador e em segundos já estávamos no sétimo andar. Chegamos na porta de uns escritórios luxuosos e a recepcionista nos recebeu como se fôssemos reis, nos levou pra uma sala de espera com sofás, mesa de reunião e fachada de vidro com vista pra cidade toda. Aí a mina perguntou: O que vocês querem tomar?- Dois Martinis, por favor, e manda as meninas entrarem.
As palavras do meu chefe me deixaram pasmo. Aquilo que parecia um escritório corporativo não era nada daquilo — era um puteiro de luxo. Tudo estava cuidado nos mínimos detalhes: a sala de trabalho estava cheia de mesas com computadores, arquivos e garotas, cada uma na sua mesa. Isso sim, todas bem vestidas, de terno e paletó, saia e blusa. Todas com cabelo arrumado, parecendo executivas.
Meu chefe me olhou e sorriu ao ver minha cara de espanto. suponho que é a primeira vez que você vem aqui, dá pra perceber... relaxaNão pude evitar dar um sorriso nervoso e me segurar firme nos braços da poltrona.
A recepcionista entrou de novo, acompanhada de uma moça loira de cabelo preso, alta, perfeita, muito gostosa. esta é a EstherEsther veio até nós, a gente levantou do sofá e ela deu dois beijinhos nas nossas bochechas, deu uma voltinha pra gente poder admirar ela e saiu da sala. essa é a LauraUma morena de lábios carnudos e boca enorme, curvas bem marcadas, entrou e repetiu a cena: beijou meu chefe nas bochechas e me deu um meio beijo nos lábios, piscou o olho pra mim e foi embora. A cena se repetiu com seis garotas, todas de cinema, mas não cinema pornô — mulheres muito refinadas e gostosas, tipo modelos. Na sétima... essa é a YolandaO mundo caiu na minha cabeça quando ela entrou, era minha cunhada. Quer que a terra me engula! Entrei num puteiro pela primeira vez, pra agradar meu chefe, sem saber onde tava me metendo, e dou de cara com a irmã da minha mulher. Por outro lado, ela era a mais gostosa de todas, tava deslumbrante. Quando me viu, se assustou igual a mim, a gente se olhou, mas ela disfarçou perfeitamente, fez a mesma coisa, me deu dois beijos e saiu rebolando. Aí a recepcionista fechou a porta e falou: Bem, o que acharam, os cavalheiros já escolheram?Meu chefe me olhou, piscando o olho, como me convidando a escolher primeiro. Minhas pernas tremiam, mas sem pensar eu falei: — Yolanda. Aí a recepcionista sorriu e olhou pro meu chefe, que disse: Menos essa, que é pra mim. Escolhe outra.Perdi a vontade de escolher outra e falei que ia pensar, que agora não tô afim de nada, só quero o Martini. Meu chefe fez cara de puto e insistiu. Você tem que escolher uma buceta, não seja fresco, é uma ordem!Eu, que nunca traí minha mulher, em duas semanas dois imprevistos. Sem pensar, falei: – Laura.
A recepcionista acompanhou cada um de nós para uma sala, e o chefe me deu um tapinha nas costas. Entramos cada um na sua. Eu, como se fosse para a forca, entrei num quarto enorme, decorado como um escritório, com mesa e poltronas de gabinete, sofá com mesinha e uma cama enorme de um lado, banheiro atrás de um vidro translúcido. Tudo muito sofisticado e delicadamente decorado. Entrei, a recepcionista fechou a porta, sentei no sofá esperando. Depois de alguns minutos, entrou a Laura. Vestia uma camisola transparente bem curtinha e, por baixo, uma calcinha preta minúscula e um corset que não cobria os peitos, meia preta com liga e sapato de salto alto vermelho brilhante.
Ela se aproximou andando devagar e sentou do meu lado no sofá, me envolveu com os braços e mordeu minha orelha, enfiando a língua dentro do buraco. Me afastei e falei: Olha, Laura, não quero fazer nada. Só entrei porque esse aqui é meu chefe supremo e, se ele não ficar puto, a gente espera o tempo passar, vaza e pronto. Você recebe e eu vou pra casa, beleza? Além disso, quem entrou com ele é minha cunhada, imagina só. O que você quiser... se quiser, senta na mesa do escritório e aproveita pra trabalhar.A mina tava uma delícia, um docinho difícil de recusar, mas eu sentei na cadeira atrás da mesa do escritório mexendo no celular. Aí ela se levantou e sentou numa das poltronas na frente da mesa, colocou os pés no assento e, abrindo as pernas, me mostrou a calcinha. Olhando na minha cara, passou um dedo devagar ao longo da fenda por cima da calcinha, insistindo num movimento de cima pra baixo. Marcava toda a fenda e o clitóris, enquanto continuava se tocando, disse: Não gostou de mim?,... Se quiser, enquanto espera pode olhar, não tem nada de mais nisso. E seu chefe vai demorar um bom tempo.Calei a boca e fiquei olhando o espetáculo, ela era muito gostosa e tinha as pernas enormes. Levantou e virou de costas, ergueu a camisola com uma mão até a cintura e, apoiando a mão no sofá, se abaixou me mostrando a bunda. A tira da calcinha fio-dental estava enfiada na racha, ela separou uma nádega com a outra mão e com o dedo mindinho afastou, deixando o cu à mostra. Passou o dedinho por cima e fez uns círculos na entrada do rabo, enfiou um pouquinho a ponta do dedo lá dentro e mexeu, enfiando e tirando.
O pau começou a inchar, e eu fiquei de pau duro, enquanto ela continuava se tocando. Me relaxei na poltrona olhando. Ela continuava me mostrando a bunda, apoiou os peitos no assento e abriu com as duas mãos as nádegas pra me mostrar a buceta toda aberta, tinha uma xota molhada e rosada, que escurecia pro fundo do buraco. Começou a enfiar um dedo lá dentro, enfiando e tirando, enquanto com o outro dedo puxou o clitóris pra fora e massageou devagar.
Pus a mão por cima da calça, que era de tecido fino, e massageei o pau duro. Aí ela levantou e veio até a mesa, subiu em cima e sentou de pernas abertas na minha frente, levantou as pernas e tirou a calcinha, jogou na minha cara e disse: Vamos, seu bobo... tira ela pra fora e bate uma, olhando... isso não é traição. Ou será que você nunca bateu uma antes?Começou a se masturbar, de pernas abertas, a meio metro do meu rosto. Aí eu tirei a minha pra fora e comecei a tocar no meu pau, a cabeça já estava toda molhada de líquido pré-seminal, então quando puxei a pele com a mão, já lubrificou na hora.
Aí me veio na cabeça minha cunhada e a imagem dela chupando o pau do meu chefe, ou ele fodendo ela no cu e enchendo de porra. Aquilo me deu uma pontada de ciúme.
Rapidamente voltei à realidade, olhando pra buceta da morena Laura, aberta, pedindo pra eu meter, mas me segurei como pude, batendo uma e vendo ela massagear o clitóris. Ela começou a ofegar e a levantar a bunda, abriu mais as pernas e aproximou a buceta da borda da mesa, quando de repente calou a boca e começou a contrair os músculos ali embaixo da entrada da buceta, entre ela e o cu, enquanto o cu se abria e fechava a cada contração, e aí soltou vários gemidos de prazer.
Aí eu bati mais rápido no pau até gozar, me levantei da cadeira fazendo força e apontando a cabeça do pau pra ela, e comecei a soltar jatos de porra, grossa... Um... Dois... Três... Quatro... Tudo em cima da buceta da Laura, deixei ela toda melada de leite. Na sequência, ela se recostou na mesa, aproveitando os últimos espasmos da gozada dela.
Depois se levantou e com uma toalha limpou meu pau e a buceta dela, passou na mesa tirando as gotas de porra e me acompanhou até o banheiro. Sentei no bidê e ela pegou no meu pau, ensaboou, lavou passando a mão até o cu, deixando tudo brilhando. Viu como você gostou? E nem me comeu ainda, depois pode ir tranquilo pra casa que sua mulher não leva chifre. Além disso, vou contar pra sua cunhada que a gente só conversou.Terminei o Martini e esperei o chefe terminar, aí voltamos pro escritório, já pra arrumar tudo e ir pra casa. Quando tava quase saindo, o telefone toca, é minha cunhada, pensei – e agora, o que eu falo? –, não atendo, mas com a insistência, peguei. Desculpa aí, cunhado, espero que não tenha ficado bolado.- O que você acha?, Yolanda, minha cunhada piranha. Já sei que pela cara, mas piranha mesmo.
Ela me pediu se eu podia pegá-la na saída do trabalho e levar ela em casa, e disse que me explicaria depois. Não queria, mas aceitei. Passei pra buscar ela e ela entrou no carro, me olhou com um sorriso de culpa e ficou olhando pra frente. Arranquei em direção à casa dela. Espero que não fale nada disso pra minha irmã, nem pra ninguém, cunhado.Não respondi, fingi que tava puto, ela começou a me contar que o trampo que tinha acabou, e que pra manter o ritmo de vida que levavam, a escola dos moleques, etc., precisava de um emprego que pagasse, porque o marido dela ganhava só o básico. Fica tranquila que não vou falar nada, mas não esperava isso de você, dando gaia no seu marido desse jeito. Ficou um silêncio de vários minutos, a estrada tava quase vazia, só desenhada pelas luzes dos faróis, já era noite, aí ela falou: O que você pensa? Meu marido não é o que você tá imaginando… eu sei que ele não me trai com ninguém… mas… espera, para o carro um momento que não tô me sentindo bem.Uma estrada à direita levava a uma colina. Era um terreno baldio de onde dava pra ver a cidade, toda cheia de luzes. A gente parou... Ela abriu a janela pra sentir o vento no rosto. Tá se sentindo melhor? (perguntei)
Aí ela, sem falar nada, levantou a bunda do banco, ergueu a saia e, enfiando as mãos por baixo, puxou a calcinha pra baixo e guardou na bolsa. Mas o que você tá fazendo, Yolanda?
Ela não disse nada, se levantou do banco e passou uma perna por cima do volante pra se sentar de frente pra mim. Com a saia levantada em cima da bunda, enfiou a mão na minha braguilha e, abrindo ela, procurou meu pau por baixo da cueca e puxou pra fora. Nessa hora eu já tava duro. Não, Yolanda, por favor! Cala a boca, me falaram que você não fez nada com a Laura, e seu chefe pagou o serviço completo pra você, e ainda me disseram que você tinha me escolhido, mas seu chefe não deixou, então… me deixa fazer.Enfiou o pau na buceta e sentou devagar em cima dele, enfiando até o fundo da xota. Apertou pra garantir que não sobrava pau pra fora e começou a se mexer lentamente, segurou minha cabeça com as mãos e encostou os lábios na minha orelha, respirando contra ela... Passou a língua no buraco e sussurrou Além disso, meu marido... não me dá o que eu preciso... sou uma mulher que precisa de foda... transar muito... e esse trabalho eu gosto... adoro ser comida... ficar o dia todo rodeada de sexo, paus, esperma... gozadas. E acima de tudo, gozar... gozar...Ela começou a cavalgar no meu pau, cada vez mais rápido, eu ainda com as mãos no banco, passei a mão na bunda nua dela, deslizando os dedos pela racha entre os glúteos e apertei ela contra mim. Ela estava toda ensopada, a buceta era como seda, macia e quente, bem lubrificada, em poucos minutos de bombada eu já não aguentava mais o esperma. Ela começou a ofegar, no meu ouvido Tô gozando!... tô gozando!... ai meu Deus!... vou gozar, cunhado... me enche de porra!... Tô gozando... ohhhhhh!!!
E se apertando contra mim, me abraçou forte e começou a contrair a buceta dela, com força, com espasmos que apertavam meu pau como se fossem engolir ele, como se tivesse uma bomba sugando minha cabeça.
Aí eu gozei também, meu pau ficou tenso no máximo e soltei um jorro longo de porra enquanto levantava o quadril pra injetar meu sêmen bem no fundo da minha cunhada, depois vieram mais jorros, um atrás do outro, se injetando dentro da buceta dela, batendo forte no útero, enquanto ela mexia a cintura de novo e bombeava contra meu pau pra sair até a última gota. Até que ficamos exaustos, abraçados, escorrendo de esperma misturado com os sucos da boceta da minha cunhada. Tá ligado?... isso é o que eu preciso, ... várias vezes,... e o cunhado da sua mulher não me dá... ele é muito boa pessoa e marido,... mas não me dá esperma suficiente.Fiquei surpreso com a capacidade da minha cunhada de gozar. Ela gozou só com a introdução do pau, em poucos minutos, sem massagem no clitóris nem preparação nenhuma. Nada, só me comendo no banco do carro, ela teve um orgasmo intenso. Isso explicava muita coisa do que ela tinha acabado de me contar. Ela não se satisfaz com o marido, é tipo uma máquina de foder.
Ela se afastou, pegou uns lenços umedecidos e limpou a buceta. Depois limpou meu pau e seguimos viagem para a casa dela.
Naquela noite, fiquei pensando muito em tudo que aconteceu, tive dificuldade pra dormir, com minha mulher agarrada em mim por trás, dormindo, e a bunda dela encostada em mim. Me bateu um sentimento de culpa por ter traído minha mulher com a irmã dela, por ter batido uma pensando na puta e na vizinha... Era coisa demais pra tão pouco tempo... Mas pensando em tudo isso, veio uma ereção, fiquei excitado com tudo aquilo, apertei o pau contra a bunda da minha mulher. Ela percebeu, apertou a bunda contra meu pau, acordou, baixou a mão, passou na minha virilha, puxou meu pau pela beirada da cueca e enfiou entre as pernas dela, sem tirar a calcinha. Ela levantou a bunda, afastou o pano da calcinha e esfregou na racha, começou a mexer a bunda pra frente e pra trás contra meu pau.- Sabe-se que você teve um dia agitado, meu bem.Não respondi, só comecei a mexer os quadris, esfregando o pau nela. Ela empurrou a cabeça pra dentro da buceta e engoliu ele. Comecei a foder ela, ela levantou uma perna, dobrando o joelho pra entrar mais fundo, e começou a se masturbar no clitóris, até que gozou, e eu também. Gozei junto com o orgasmo dela de novo, tudo num dia só, e a gente dormiu com o pau enfiado na buceta da minha mulher.
Os dias passaram na monotonia, trabalhando e descansando, embora minha mulher tenha notado que minha libido tinha disparado, principalmente toda vez que aquela semana me vinha à cabeça. E toda vez, eu prometia a mim mesmo não fazer de novo.
Na semana seguinte, na quarta-feira, eu folguei e fiquei sozinho em casa. Levantei cedo pra malhar e depois tomar café tranquilo. Que paz, o dia ensolarado, fiquei besta olhando pela janela o morro verde, lindo. Saí na varanda com a xícara na mão.
Quando passei o olho no terreno da vizinha, lá estava ela, sentada na rede tomando um café no sol. Fiquei olhando pra ela. A danada é gostosa, tentei não olhar, mas não consegui.
Ela tinha arregaçado a saia pra pegar sol nas pernas, tava de óculos escuros e chapéu. De repente, virou a cabeça pra cima e me viu, acenou com a mão me cumprimentando. Respondi com a mão e entrei em casa.
Sentei no sofá e liguei a TV. Não tinha passado 15 minutos quando o telefone tocou. Atendi. Bom dia, sou a Irene... sim, a vizinha. Não me reconhece?- Sim, sim... me diz.
Ela me disse que se eu tivesse sozinho e entediado que nem ela, me convidava pra ver a coleção de quadros do marido dela. Respondi que tinha um trampo em casa e que não dava pra ir. beleza, sicambra de opinião, cê tá convidado pra tomar um caféDepois de um tempo, achei que tinha sido um babaca e vesti um moletom e fui na casa dela. Bati na porta e ela abriu. Ela ficou felizona de me ver. Passe vizinho, senta aí que vou te passar um café.Foi pra cozinha e voltou com uma xícara cheia. Vem, vou te ensinar os quadros.O marido dela tinha uma bela coleção de arte moderna, com a sala e o corredor cheios de obras muito gostosas, o que me deixou louco. A gente foi andando pelo corredor olhando, e ela se posicionou atrás de mim, me agarrou pelas costas, apertando os peitos dela contra as minhas costas, enlaçando os braços na minha cintura. Não vamos começar que um não é de pedra, Irene.
Como se não me ouvisse, ela baixou uma mão e colocou sobre a calça, acariciando meu pau, que começou a ficar duro, enquanto eu recuava, afastando a bunda. Não quer que a gente se masturbe, igual naquele dia do carro? (ela falou com voz baixinha)Agarrando meu pau por cima do tecido da calça de moletão, baixou a outra mão e enfiou por dentro da calça, por baixo do elástico, chegando nas bolas, acariciando elas. Eu calei a boca, o que ela entendeu como um sim, mesmo eu não tendo dito nada. Ela me soltou e disse: Vem me seguir... vamos pra sala.Eu segui ela. Passamos pela cozinha, quando chegou lá, ela abriu a geladeira pra pegar uma garrafa d'água, colocou em cima da bancada e virou de costas pra beber, enquanto com a mão levantava a saia, me mostrando a bunda. Ela não tava de calcinha. Se virou pra mim, colocou a garrafa na boca e bebeu, passando os lábios generosamente no gargalo, me olhando na cara. Deixou a garrafa na bancada e, dando um pulinho, sentou nela. Abriu as pernas e levantou a saia pra me mostrar a buceta, começando a se acariciar.
Eu fiquei de pé olhando e entrei na brincadeira. Abaixei a goma da calça até abaixo dos joelhos e comecei a tocar no meu pau, movendo ele devagar enquanto ela passava os dedos na rachinha entreaberta. Depois, subiu os pés na bancada pra abrir mais a boceta e me mostrou ela em todo o esplendor. Uma buceta rosada e molhada, com um botãozinho parecendo um pinto minúsculo que ela começou a acariciar.
Eu me aproximei um pouco mais pra olhar de perto enquanto mexia no pau cada vez mais rápido, até que ela disse: Me beija aqui, no clitóris... vai, chupa ele pra mim... só um pouquinho...Sem pensar, me aproximei até ficar ao alcance da minha língua, cheirava a sexo limpo, então passei a língua no botãozinho dela, bem de leve, e massageei com ela, enquanto ela se tremia toda de prazer.
Naquele momento, perdi o controle, passei a língua por toda a racha, subindo e descendo, meti dentro do buraco e lambi várias vezes, enquanto ela abria a bocetinha com os dedos pra deixar mais exposta, e continuei chupando o clitóris enquanto ela gemia.
Minhas bolas encheram de porra rapidinho, tanta que apertava pra sair do pau, enquanto ela parecia que ia gozar, aí nessa hora ouviu a porta da casa. Querido, você tá em casa? Meu marido!!Ela pulou rapidamente do banco da cozinha, abaixando a saia, pegou as xícaras de café que estavam na pia e as colocou na nossa frente, sobre o balcão, enquanto eu puxava a calça para cima de uma vez. Sim, querido, estamos na cozinha!!! (ela disse, com voz nervosa)Aí ela entrou pela sala de jantar e ficou do outro lado do balcão, enquanto a gente segurava as xícaras na mão (é uma cozinha conjugada, o balcão separa os dois cômodos). Tive que voltar do trabalho, deu um problema com a informática e não dá pra fazer nada hoje, então vou aproveitar pra ir correr. É o nosso vizinho, aquele que te falei, tô mostrando sua coleção de arte pra ele.Ficamos assim conversando por alguns minutos, primeiro pensei que ele notaria em nossas caras avermelhadas que estávamos fazendo algo suspeito, mas ele não deu sinais disso, muito pelo contrário, se mostrou aberto e descontraído. Enquanto ele batia papo do outro lado do banco, a mulher dele aproximou a mão até minha calça, que ainda tinha o volume bem grande, e apertou enquanto dizia ao marido: Tem sua roupa de correr em cima da poltrona do quarto, gostoso.- Tá bom, vou trocar de roupa.
E subiu as escadas pro quarto, enquanto a mulher dele colocou a mão de novo dentro da calça, puxou meu pau e mexeu várias vezes pra deixar ele bem durinho. Virou de costas, se apoiou no banco, levantou a saia e abriu as pernas. Guiou meu pau até a bunda dele e encaixou entre as coxas, esfregou na rachinha molhada e, num movimento de quadril de mestre, enfiou tudo na buceta. Seu marido não vai pegar nada Fica quieta e empurra,….empurra,.. que vai demorar um pouquinhoA calentura falou mais alto que o bom senso e eu empurrei, empurrei o pau até o fundo daquela buceta quente, deslizando na lubrificação do melão todo molhado. Ela tava muito excitada e eu também. Continuei metendo e tirando o pau, fodendo ela contra o móvel da cozinha, nós dois curvados contra o banco, com a saia arregaçada.
Afastei um pouco o corpo e com as mãos abri as nádegas brancas dela, pra poder ver como meu pau entrava e saía daquela xota aberta, igual o êmbolo de uma bomba, a racha escorrendo fluido e o pau entrando e saindo todo molhado. Na minha frente se abria o furinho do cu, feito uma estrela, apertado, acariciei ele com um dedo e ela tremeu, continuei fodendo ela sem tirar os olhos da escada por onde o marido dela tinha subido. De repente. Amor, cadê os tênis? (gritou o marido do quarto)
Ela engoliu seco, suspirou e respondeu Tá na sua bolsa de esporte, amor, no armário!!!Ficamos parados um segundo, dava pra sentir os batimentos dos nossos corações, descontrolados, mas ela empurrou pra trás retomando o ritmo, aí enfiei a mão pelo decote pra pegar nos peitos dela com uma mão e com a outra desci procurando o clitóris dela, que comecei a acariciar. Aquela situação de perigo excitava ela pra caralho, eu tava cagado de medo mas também tava excitado com aquilo.
Continuei brincando com o clitóris dela e fodendo ela quando ela começou a gozar, ficou ereta, em silêncio e continuou ofegante, segurando os gemidos, tirei o dedo do clitóris e a mão dos peitos pra abrir as nádegas de novo e observar como os espasmos do gozo contraíam ritmicamente a portinha do cu dela, enquanto a buceta apertava meu pau sugando ele pra dentro.
Aí o esperma subiu até a ponta do pau e eu não aguentei mais. Numa tentativa de não gozar dentro pelo risco de engravidar, puxei pra trás pra tirar e gozar fora. Mas ela se levantou e me envolveu com as mãos por trás, agarrando minha bunda e apertou a dela contra mim, cravando meu pau até o fundo, enquanto eu soltava o primeiro jato de esperma dentro dela.
Imóvel de prazer, continuei soltando jatos de porra naquela buceta fértil enquanto ela engolia tudo, já tinha dado três espasmos de injeção de cum, quando de repente ouviu a porta do quarto fechar e o marido dela descendo as escadas. Tirei de dentro ainda soltando porra, pingando no chão, enfiei rápido na calça de moletom. Ela baixou a saia de uma vez e pegou a xícara de novo. Ao meter o pau dentro da calça, ainda jorraram os últimos jatos de cum com as últimas contrações, molhando tudo. Dava pra ver a mancha escura na calça azul, coloquei a mão por cima pra esconder. Amor, mostra pra ela os dois quadros do quarto, que são uma loucura (ele disse)Ele se aproximou da esposa dele, deu um beijo na boca dela e saiu correndo porta afora. A gente ficou se olhando, tudo pegando fogo, sentamos nas cadeiras da cozinha pra relaxar, bufando depois daquela situação tão excitante. Ela me olhou e caiu na risada. Quase nos pegou, que susto, vem, vamos ver os quadros do quarto, são dois Banksy. Subimos pro quarto e ela falou: "fica olhando os quadros que vou no banheiro". Fiquei admirando eles, aí ela saiu do banheiro, pelada total, com uns peitões volumosos e empinados, uma raba insultante, gostosa pra caralho. Caminhou até o guarda-roupa pra pegar uma calcinha minúscula e vestiu. Eu falei: Vou me lavar agora. Espera, vem aqui um momento (respondeu)Ela se jogou na cama reclinada e me disse Vem aqui, chega mais um pouquinho.Eu fiz o que ela mandou. Quando ela ficou na minha frente, se ajoelhou, baixou minha calça e pegou meu pau meio mole, começou a acariciar ele, com os dedos puxou a cabecinha pra fora da pele, enquanto ele começava a endurecer de novo. Ela colocou na boca e chupou, se afastou um pouco pra lamber com a ponta da língua e colocou de novo dentro da boca, sugando, chupando, puxando. A língua rodeava a cabecinha, babando tudo, depois sugando até deixar sequinho. Ela tirou a boca, olhou pra ele, depois olhou pra mim e disse: Já tá limpinho, viu?... Vem pra cama e descansa um pouquinho, meu marido vai demorar um tempão.Ele tirou minha calça, eu tirei a camisa e me deitei na cama do lado dela. Ela me abraçou, segurou meu pau com a mão, colocou uma perna por cima da minha e começou a me masturbar. Quando tentei passar a mão entre as pernas dela, ela me afastou, sentou-se na cama, virou de costas e sentou no meu peito, segurando meu pau. Aí ela se deitou, colocando a calcinha na minha frente, no sessenta e nove.
Foi aí que percebi que a calcinha que ela usava tinha uma abertura da buceta até o cu, tudo aberto. Quando ela abriu as pernas, a boceta dela ficou na minha cara. Então eu abri aquilo como uma fruta madura e comecei a chupar aquele figo salgado enquanto ela chupava meu pau. Em poucos minutos, minha cara já estava toda molhada de sucos vaginais. Abri a rachadura até o máximo e levei a língua até o furinho do cu, dei uma lambida e ela se contraiu de reflexo. Dei outra e ela relaxou. Comecei a chupar, enfiando a língua um pouquinho lá dentro. Aí ela fez o mesmo: largou meu pau, segurou na minha cintura, me empurrou pra eu abrir as pernas e enfiou a cabeça pra alcançar meu furinho e começou a me chupar o cu.
Aquela sensação foi nova pra mim. No começo achei estranho, mas era tão gostoso que relaxei e deixei ela me chupar, enquanto ela me batia uma punheta com a mão. Enquanto ela me chupava, eu foquei no clitóris dela, que tava inchado, inflado, eu diria. Concentrei toda minha massagem de língua naquele botão, enquanto ela não parava de chupar meu cu. Aí ela apertou a boceta contra minha boca e começou a gemer mais forte. Ohhhhg!... acho que vou gozar... ohhh... tô gozando... continua... hhhhh!
E calou, calou porque enfiou o pau na boca chupando ele, e a buceta começou a se contrair no ritmo dos gemidos, ela estava na minha frente, apertando e soltando ritmicamente os músculos do cu, enquanto da buceta escorria um fio de melado viscoso no meu rosto.
Eu tinha o tanque cheio de porra de novo, mas segurei bem por causa da gozada recente. Quando a Irene ainda não tinha terminado de gozar, ela se afastou e se posicionou com uma perna de cada lado me olhando, agachou e pegando o pau esfregou ele na xota molhada pra untar e enfiou até o fundo, sentando em cima... Se inclinou apoiando os peitos nus no meu peito e começou a bombar, levantando e descendo a bunda no meu pau. Vê como tu gosta de foder comigo (ele disse),..ou quer que eu me afaste agoraNão respondi, ela continuou bombando e pulando no meu pau, até que ele não aguentou mais e explodiu, injetando a carga dentro da buceta, como se nunca tivesse gozado, um jato atrás do outro, grossos e fortes contra o útero dela, enquanto eu levantava o quadril pra encher ela de porra até o fundo e ela apertava pra baixo pra não desperdiçar nem uma gota de esperma.
Ficamos exaustos em cima da cama por uns minutos, escorrendo os fluidos no lençol, aí ela puxou o lençol de uma vez, enrolou e levou pra lavadora, enquanto eu me vesti e fui pra minha casa tomar um banho e também colocar a roupa pra lavar.
3 comentários - A vizinha, minha cunhada, minha sobrinha (Cap I)