Com o Tomás, fazia mais de um mês que a gente não conseguia se ver. A gente trocava mensagem e se enlouquecia todo dia no chat, mas não conseguia se encontrar — casados, com filhos, cidade pequena, complicado... Um dia, 7h30 da manhã, chega uma mensagem dele: "Tá sozinha?"
Lúcia: "Tô, o que foi? Meu marido no trabalho, as crianças na escola..." Meu dia de folga no serviço, e ele sabia.
Tomás: "Quero te ver. Vou aí pra sua casa. Te aviso quando chegar pra você abrir rápido."
Lúcia: "Ok, te espero." Nem eu mesma acreditava no que tava fazendo. A gente fantasiava muito sobre isso, mas nunca pensei que a gente fosse realizar.
Ele chegou, e eu recebi ele de calcinha fio dental de algodão branca e um moletom folgado. Quando abri a porta, ele entrou, fechou, me pegou pela cintura e me beijou com gosto contra a porta. A gente se beijou desesperadamente, nossas línguas brincando na boca um do outro. Ele começou a beijar meu pescoço e apertar meus peitos, me apalpou toda, e eu fiz o mesmo com ele.
Tomás: "Que tesão que tô, Sweetie. Senti uma falta danada de você. Me leva pro seu quarto, quero te fazer amor na sua cama."
Peguei na mão dele e levei pro meu quarto. Ele me abraçou por trás e foi andando colado em mim, beijando meu pescoço. Entramos e continuamos nos beijando, nos explorando, nos tocando. Ele tirou minha blusa, e eu a dele. Comecei a puxar a calça dele pra baixo, e ele me ajudou pra fazer mais rápido. Ele tirou minha calcinha e me levantou no colo, me apoiando na parede e apertando minha bunda com as duas mãos... A gente tava tão excitado que, do jeito que tava, ele me penetrou. Eu gritei de prazer, e ele não parava de se mexer e me beijar. Me senti no paraíso, vendo como aquele cara se desesperava pra me possuir.
Tomás: "Como eu precisava te foder, mamita. Como você fica molhada pro seu cara, sua putinha."
Ele falava assim comigo e me deixava ainda mais excitada.
Lúcia: "Sim, sou sua putinha. Só quero ter você assim na minha cama, na minha casa..."
Ele me abaixou e me deitou na cama, beijando cada centímetro do meu corpo. Brincou com meus peitos, beijou, chupou, mordiscou e foi descendo, beijando minha barriga até chegar na minha buceta, onde se dedicou a me dar o melhor prazer que só ele sabe, eu só gemia, me contorcia e acariciava o cabelo dele, ele ia do meu clitóris até minha buceta enfiando a língua e falando obscenidades que me deixavam mais louca. Dei a ele o primeiro orgasmo de muitos que ele me daria naquela manhã.
Falei que queria chupar ele, ele me olhou, sorriu e virou, ficando de costas no colchão, o pau enorme, molhado e cheio de veias esperando por mim, comecei a chupar da base até a ponta, e desci mais beijando e chupando as bolas dele e até me atrevi a passar a língua no cu dele, o que fez ele tremer, subi de novo e me dediquei a tentar engolir ele inteiro, mas dava ânsia, isso o excitava ainda mais, de repente ele me pega pela cintura e me vira, fico de frente, presa debaixo do corpo dele, me beijou com muita paixão, me acariciou e docemente me penetrou devagar mas fundo, dizendo que precisava estar dentro de mim, eu recebia ele louca de prazer e desejo, arranhei de leve as costas dele e me entreguei ao prazer que ele me dava, em poucos minutos tive outro orgasmo, o que o Tomás me causava era indescritível, não sei se era a loucura dele por me ter ou a desesperação por nos dar prazer mutuamente, mas nossos corpos eram um, ele começou a se mexer e arrancava meus gemidos...
Lucia: você me deixa tão louca, tão puta...
Tomás: sim, amo que você seja minha puta, monta em mim, puta.
Viramos na cama e comecei a me mexer pra frente e pra trás, pra cima e pra baixo, ele amassava meus peitos e beliscava meus bicos, eu gemia e me mexia como uma louca...
Tomás: você é tão sexy, amor.
Lucia: ahh ahh ahh só conseguia falar, encosto meus peitos no seu peito e nos beijamos apaixonadamente, ele vira e pede pra eu ficar de quatro e me penetra até o fundo do meu ser, e começa a se mexer como um selvagem.
Lucia: me dá duro, gostoso, me come forte, ele apertava meus peitos e beijava meu pescoço e chupava minha orelhinha, minha barriga se contraía e o Tomi sentiu que eu ia gozar, diminuiu o ritmo pra me sentir gozar...
Tomás: ufff que lindo é sentir como você me molha, gostoso, você tá tão quente... e ela começa a se mexer com mais força, sinto que ela tá quase gozando.
Lucia: por favor, buceta, vem, me enche de porra, vem, amor, ele descarregou todo o sêmen em cima de mim e desabou sobre o meu corpo...
A gente se olhou, se beijou, riu cúmplice e foi tomar banho junto, tomamos café da manhã e mais tarde a gente transou de novo na cozinha, perto do meio-dia a gente se despediu mas prometeu repetir...
Lúcia: "Tô, o que foi? Meu marido no trabalho, as crianças na escola..." Meu dia de folga no serviço, e ele sabia.
Tomás: "Quero te ver. Vou aí pra sua casa. Te aviso quando chegar pra você abrir rápido."
Lúcia: "Ok, te espero." Nem eu mesma acreditava no que tava fazendo. A gente fantasiava muito sobre isso, mas nunca pensei que a gente fosse realizar.
Ele chegou, e eu recebi ele de calcinha fio dental de algodão branca e um moletom folgado. Quando abri a porta, ele entrou, fechou, me pegou pela cintura e me beijou com gosto contra a porta. A gente se beijou desesperadamente, nossas línguas brincando na boca um do outro. Ele começou a beijar meu pescoço e apertar meus peitos, me apalpou toda, e eu fiz o mesmo com ele.
Tomás: "Que tesão que tô, Sweetie. Senti uma falta danada de você. Me leva pro seu quarto, quero te fazer amor na sua cama."
Peguei na mão dele e levei pro meu quarto. Ele me abraçou por trás e foi andando colado em mim, beijando meu pescoço. Entramos e continuamos nos beijando, nos explorando, nos tocando. Ele tirou minha blusa, e eu a dele. Comecei a puxar a calça dele pra baixo, e ele me ajudou pra fazer mais rápido. Ele tirou minha calcinha e me levantou no colo, me apoiando na parede e apertando minha bunda com as duas mãos... A gente tava tão excitado que, do jeito que tava, ele me penetrou. Eu gritei de prazer, e ele não parava de se mexer e me beijar. Me senti no paraíso, vendo como aquele cara se desesperava pra me possuir.
Tomás: "Como eu precisava te foder, mamita. Como você fica molhada pro seu cara, sua putinha."
Ele falava assim comigo e me deixava ainda mais excitada.
Lúcia: "Sim, sou sua putinha. Só quero ter você assim na minha cama, na minha casa..."
Ele me abaixou e me deitou na cama, beijando cada centímetro do meu corpo. Brincou com meus peitos, beijou, chupou, mordiscou e foi descendo, beijando minha barriga até chegar na minha buceta, onde se dedicou a me dar o melhor prazer que só ele sabe, eu só gemia, me contorcia e acariciava o cabelo dele, ele ia do meu clitóris até minha buceta enfiando a língua e falando obscenidades que me deixavam mais louca. Dei a ele o primeiro orgasmo de muitos que ele me daria naquela manhã.
Falei que queria chupar ele, ele me olhou, sorriu e virou, ficando de costas no colchão, o pau enorme, molhado e cheio de veias esperando por mim, comecei a chupar da base até a ponta, e desci mais beijando e chupando as bolas dele e até me atrevi a passar a língua no cu dele, o que fez ele tremer, subi de novo e me dediquei a tentar engolir ele inteiro, mas dava ânsia, isso o excitava ainda mais, de repente ele me pega pela cintura e me vira, fico de frente, presa debaixo do corpo dele, me beijou com muita paixão, me acariciou e docemente me penetrou devagar mas fundo, dizendo que precisava estar dentro de mim, eu recebia ele louca de prazer e desejo, arranhei de leve as costas dele e me entreguei ao prazer que ele me dava, em poucos minutos tive outro orgasmo, o que o Tomás me causava era indescritível, não sei se era a loucura dele por me ter ou a desesperação por nos dar prazer mutuamente, mas nossos corpos eram um, ele começou a se mexer e arrancava meus gemidos...
Lucia: você me deixa tão louca, tão puta...
Tomás: sim, amo que você seja minha puta, monta em mim, puta.
Viramos na cama e comecei a me mexer pra frente e pra trás, pra cima e pra baixo, ele amassava meus peitos e beliscava meus bicos, eu gemia e me mexia como uma louca...
Tomás: você é tão sexy, amor.
Lucia: ahh ahh ahh só conseguia falar, encosto meus peitos no seu peito e nos beijamos apaixonadamente, ele vira e pede pra eu ficar de quatro e me penetra até o fundo do meu ser, e começa a se mexer como um selvagem.
Lucia: me dá duro, gostoso, me come forte, ele apertava meus peitos e beijava meu pescoço e chupava minha orelhinha, minha barriga se contraía e o Tomi sentiu que eu ia gozar, diminuiu o ritmo pra me sentir gozar...
Tomás: ufff que lindo é sentir como você me molha, gostoso, você tá tão quente... e ela começa a se mexer com mais força, sinto que ela tá quase gozando.
Lucia: por favor, buceta, vem, me enche de porra, vem, amor, ele descarregou todo o sêmen em cima de mim e desabou sobre o meu corpo...
A gente se olhou, se beijou, riu cúmplice e foi tomar banho junto, tomamos café da manhã e mais tarde a gente transou de novo na cozinha, perto do meio-dia a gente se despediu mas prometeu repetir...
3 comentários - mi amante en casa (lo conocí en el chat)