Tinha 18 anos, sou de corpo bom, caderuda e com uma bunda bem empinada. Uso 38DD de sutiã, pele branca e cabelo castanho.

Naquele dia, eu tava saindo da faculdade e meu namorado foi me buscar no carro dele. Sempre que a gente ficava sozinho, começava a se pegar. Ele vivia passando a mão nas minhas tetas, adorava morder meus bicos. Como já contei numa história anterior, quando me comeram pela primeira vez, aquele homem moldou meu bico na base de muito chupão.

Meu namorado adorava meus bicos dos peitos, falava que eles pareciam que eu tinha tido filhos. Sem saber que num único dia, 12 velhos entre 45 e 60 anos tinham chupado meus peitos à vontade por horas, quase fazendo eles sangrarem.

A gente tava se pegando no carro, quando uma viatura para atrás do carro e descem dois policiais e perguntam: — O que vocês estão fazendo? Eu fiquei muito nervosa, e eles perguntam pro meu namorado: quantos anos você tem? Ele diz: 22. E você? — perguntam pra mim. 20. (Menti). Acompanhem a gente até a delegacia.
Eles queriam que eu fosse na viatura, mas eu não quis e fui com meu namorado.
Quando chegamos lá, trancaram ele numa cela e me deixaram na sala do comando.
Chegou o comandante, um homem gordo, alto e moreno. Me olhou de cima a baixo e falou: — O que você tava fazendo na via pública? Não sabe que isso é crime?
Eu quis negar, mas ele disse: "Temos provas, temos que ligar pros seus pais pra virem te buscar e te levar num médico pra te examinar.
Eu sabia que aquilo significava que... Minha mãe ia me dar uma surra, e além disso, quando me revistassem, iam perceber que eu já não era mais virgem, então eu tinha que evitar isso. Pedi pra ele não ligar pra minha mãe e deixar a gente ir.
Ele me disse que tudo tem um preço.
Quanto você tá disposta a pagar?
Eu disse a ele: o que for, por favor.
Quanto você tá disposta a pagar?
Eu disse a ele: o que for, por favor.
Tá bom, vem comigo.
O comandante me disse.
Ele me levou pra um quarto no fundo da comandância, onde tinha um catre e uma mesa que deviam usar pra descansar durante os plantões.
Entra, ele falou.
Agora sim, mocinha, vamos nos acertar. Se você quer que eu te deixe ir, tem que ser boazinha comigo e deixar eu aproveitar seus favores. Cê me entende, né?
Eu vi o olhar de safadeza dele e tremi só de pensar no que aquele velho queria. Falei: — Por favor, sou virgem.
Isso pareceu excitar ainda mais o velhote.
— Não se preocupa, princesa, a única coisa que eu quero é lamber teu corpo inteiro, chupar sua bucetinha e morder esses peitos tão gostosos.
Na mesma hora, ele apertou meus peitos com as duas mãos.
O comandante me disse.
Ele me levou pra um quarto no fundo da comandância, onde tinha um catre e uma mesa que deviam usar pra descansar durante os plantões.
Entra, ele falou.
Agora sim, mocinha, vamos nos acertar. Se você quer que eu te deixe ir, tem que ser boazinha comigo e deixar eu aproveitar seus favores. Cê me entende, né?
Eu vi o olhar de safadeza dele e tremi só de pensar no que aquele velho queria. Falei: — Por favor, sou virgem.
Isso pareceu excitar ainda mais o velhote.
— Não se preocupa, princesa, a única coisa que eu quero é lamber teu corpo inteiro, chupar sua bucetinha e morder esses peitos tão gostosos.
Na mesma hora, ele apertou meus peitos com as duas mãos.
- Tá bom, falei, mas assim que acabar a gente pode ir?
—Claro, boneca. Tira essa roupa.

Tirei a blusa e a calça, fiquei só de calcinha e sutiã. Na mesma hora, ele me agarrou pela cintura, beijou meu pescoço, meu rosto e parou nos meus peitos. Começou a chupar meus bicos com desespero, mordia, sugava, puxava com os dentes. Eu já estava ficando excitada, porque desde a primeira vez que fui comida, começaram chupando meus peitos. Ele desceu pela minha barriga e tirou minha calcinha. Me deitou no colchão e enfiou a língua na minha buceta, dava umas linguadas enormes, enfiava a língua no meu clitóris, brincando com ele até me fazer gritar.
Apertava minhas pernas, minhas nádegas, enfiando os dedos em mim, eu gemia de dor e prazer misturados, parecia que meu destino era ser possuída por velhos nojentos.
Quando cansou, subiu de novo pelo meu corpo, lambendo toda a minha barriga até chegar na minha boca, procurando meus lábios e enfiando a língua até a minha garganta.
Senti o peso dela em cima de mim, ela começou a explorar com os dedos minha bucetinha e meu cu. Com o polegar no meu cu e o indicador na minha buceta.
Depois, ele se acomodou entre minhas pernas com aquele corpo gordo dele, eu sentia que ia me abrir no meio.
Ela começou a chupar meus peitos devagar, mas porque estava encaixando o pau dela na minha buceta.



Me dei conta que ele ia me penetrar e gritei: —Não, por favor, o senhor disse que só ia me acariciar.
Ela me diz: — Gostosa, faz tempo que eu não tinha meu pau tão duro, cê acha que vou desperdiçar? Quero te arrebentar. E na mesma hora empurrou pra dentro da minha buceta. Eu tava indefesa, porque o peso dele não me deixava mexer, o pau dele entrou sem dificuldade, se alojando no meu ventre.
Rugiu ao sentir ela até o fundo e me disse – Mentirosa!!! Você disse que era virgem e não é verdade, agora vai ver pra nunca mais mentir. E começou a me empurrar brutalmente, me golpeando com o pau enorme dele até o fundo com uma selvageria tremenda, tirava e enfiava de novo sem piedade, enquanto mordia meu pescoço, meus ombros, meus peitos, principalmente meus peitos, chupava como se estivesse faminto. Eu gritava de dor, porque aquele selvagem metendo e tirando ressecava minha buceta e começava a queimar minhas entranhas, sei que meus gritos ecoavam por todo o cômodo. – Chega, pelo amor de Deus, para, tira isso, tá doendo, ai!!!, assim não, mais devagar, não aguento mais!!!


Eu sabia que isso excitava ainda mais o velho, porque quanto mais eu gritava ou me queixava, mais ele investia contra a minha buceta. Vale dizer que, por causa da idade dele, era difícil gozar, e isso me torturava ainda mais, pois atrasar o orgasmo dele me machucava cada vez mais. De repente, senti minhas entranhas se contraírem, apertando aquela rola grossa e grande, arrancando gemidos e suspiros de prazer daquele velho nojento, porque, contra minha vontade, eu começava a ter um orgasmo enorme.
aaaahhh, já não aguento mais!!!! me soltaaaa. —gritei ao sentir que ia explodir. Isso excitou ainda mais o comandante, pois em 5 minutos ele explodiu o pau dele dentro das minhas entranhas, me enchendo de porra até o fundo.
Ela desabou em cima de mim e voltou a mordiscar meus mamilos doloridos, dizendo: "Então é senhorita, hein?! Vou te ensinar como a gente trata virgens como você." Ela se levantou, se vestiu e me disse: "Não levanta, ainda não terminamos." E saiu.


(continua)
1 comentários - Fui pega por tirar meu namorado da cadeia. Parte 1