No dia do casamento do meu pai com a Viviana, em dezembro, ela tava usando um vestido tomara-que-caia, branquinho, bem colado no corpo, que destacava a curva dos peitões enormes e gostosos dela, além de marcar a cintura e aquele rabo empinado. Toda vez que eu via ela com aquele vestido no altar, na recepção, no jantar, na dança, dava uma vontade de pegar ela pela mão, arrastar pro banheiro e rasgar aquele vestido pra meter com toda força no dia do casamento dela. Mas nem sempre a gente consegue o que quer, naquele dia ela ficou o tempo todo do lado do meu pai, ocupada com os convidados, quase nem me deu bola. Mesmo assim, dias antes a gente tinha tido uns encontros sexuais rápidos no banheiro e na cozinha, quando meu pai saía pra loja, eu chegava por trás, levantava o vestido dela (que ela tava usando nas duas vezes), puxava a calcinha fio-dental e começava a meter o mais rápido que podia, enquanto com uma mão eu pegava o cabelo dela e com a outra enfiava os dedos na boca dela pra ela não fazer muito barulho e sussurrava no ouvido que ela era a mãe mais gostosa e puta de todas por aceitar casar.
Em janeiro eu entrei na faculdade e tive que me mudar pra capital do país, com a promessa de ir visitar eles sempre em cada feriado e nas férias. Uma noite antes de eu ir embora, meu pai e a Viviana me convidaram pra jantar e tomar uma despedida. A Viviana tava com um vestido preto bem curtinho e colado no corpo, tanto que dava pra ver a calcinha fio-dental minúscula dela, também tava com meia-calça e salto alto. A gente jantou e foi pra casa, onde meu pai abriu uma das garrafas de uísque dele. A gente bebeu e no meio da segunda garrafa meu pai apagou. Eu encostei ele no meu ombro e levei pra cama, ele tava durão. Quando eu saí, a Viviana se jogou em cima de mim:
(Voz baixa)
V: Achei que nunca ia cair... Ummm... Não aguentava mais, filho... Já tava toda molhada (pegou minha mão e colocou na bucetinha dela, depois tirou minha camisa)
J: Cê tá bem molhada mesmo, mamãe, o álcool te deixa assim mais puta que o normal (levantei o vestido dela)... sabia que a gente ia acabar assim... por isso aquele vestidinho que me deixa com o pau tão duro (encostei ela de frente pra parede pra ela levantar aquela bunda)
V: uma mãe tem que se despedir do filho como deve ser, pra você lembrar de mim até voltar… quando você voltar também vou ter uma surpresa, agora mete em mim que esse álcool todo me deixou com muito tesão
J: como a senhora mandar, mamãe (tirei a calcinha fio dental, chupei um pouquinho da bucetinha dela e meti)... isso... mamãe, que molhada você tá…
V: filho, eu vou gozar! isso! gostoso, me dá a despedida, se despede da sua mãe! ohhh!
J: abaixa a voz, podem nos ouvir (enquanto enfiava os dedos na boca dela).
A gente continuou assim por um tempo, o álcool ajuda a aguentar muito mais, então tinha que aproveitar. Depois virei ela, tirei o vestido com tanta vontade que parecia que ia rasgar, tirei o sutiã e deixei ela só de salto, levantei ela e comecei a meter assim, ela se mexia que nem uma desesperada, não aguentei muito tempo assim por causa do peso, então larguei ela no sofá pra continuar a foda, abri as pernas dela e comecei a meter o mais rápido que conseguia, até gozar dentro dela. A excitação de saber que meu pai tava no quarto, que a gente não ia transar de novo por meses, fez tudo parecer muito melhor, a ponto de, quando terminamos, a gente se beijar, a gente nunca tinha feito isso antes. No dia seguinte fui embora, com mais vontade de ficar do que nunca, mas com a esperança de voltar o mais rápido possível.
Depois de 3 meses, em abril, voltei pra semana santa, cheguei numa sexta à noite, no dia seguinte de manhã meu pai foi viajar a trabalho até segunda-feira (claro que era uma desculpa, meu pai sempre teve uma amante, uma ex com quem ele ficou muito tempo, eu nunca critiquei ele por chifrar a Viviana, por motivos óbvios, até antes de rolar algo com ela), fiquei feliz porque sabia que isso significava que eu ia ter sexo de boas-vindas com a Viviana. claro que nunca imaginei a surpresa que ela me guardava. assim que meu pai foi embora, comecei a apalpar aqueles peitos, aquela bunda, a dar tapas nela, mas ela dizia que não, que esperasse até a noite, que à noite a gente transaria. então ela me deu um boquete e um espanhol com os peitos pra me acalmar, e eu saí pra visitar uns amigos pra voltar só de noite.
Entrei em casa e a porta do quarto estava trancada, mas a luz acesa, então bati. ela disse: "pode entrar, filho". quando vi ela, todo o sangue desceu pra outra cabeça. Viviana estava lá parada, com o vestido branco que usou no casamento, idêntica: mesmo penteado, mesmas meias, mesma cinta-liga e igualmente gostosa e provocante:
V: gostou da surpresa, filho? reparei como você me olhava no casamento uns meses atrás. várias vezes você me comeu com os olhos.
J: mãe... mamãe, você tá muito gostosa. sonhei em te comer no casamento milhares de vezes (agarrei a bunda dela e puxei pra perto pra beijar)
V: quero que você faça todas aquelas coisas gostosas que pensou naquele dia no casamento, filho.
Eu passava as mãos por todo o corpo dela. aquele vestido destacava os peitos e a bunda dela. queria meter na hora, mas queria continuar vendo ela com o vestido. então me despi, deitei na cama e convidei ela pra montar no meu pau como só ela sabe fazer, mas vestida de noiva, sem tirar nada. ela, bem obediente, ajeitou o vestido, puxou a calcinha fio-dental branca de lado e começou a rebolsar:
V: isso! filho ummm ahhh que noite de núpcias gostosa (parava de pular e começava a girar o quadril em círculos)
J: mamãe, que delícia você se mexendo com esse vestido. você fica tão meiga e tão puta enquanto pula no pau do seu filho.
V: ahhhh! filho, senti falta do seu pau ummmm que gostoso, isso! me dá! me dá! mais...
J: mamãe, sonhei com a lingerie que você usou naquele dia...
Sem dizer nada, ela tirou o vestido, ficou ao lado da cama. estava de corset branco, uma calcinha fio-dental minúscula branca e meias 3/4 Além da renda leve, ela disse: "É exatamente a mesma que usei naquela noite". Isso me deixou louco de tesão, então levantei da cama, empurrei ela pra ficar de quatro, tirei a calcinha fio-dental e peguei ela pelo cabelo. Comecei a arrebentar aquela bucetinha com toda minha força, ela só gritava cada vez mais alto. Depois virei ela, tirei aquele espartilho, joguei longe e coloquei as pernas dela nos meus ombros pra meter o mais fundo possível:
V: Siim! Que fundo você tá metendo, ah ah.
J: Feliz noite de núpcias e feliz boas-vindas às férias. Você é a melhor mãe, esposa e puta...
V: Que férias gostosas vão ser... ummm, não aguento mais!!!
Depois dessa experiência espetacular com a Viviana, guardamos o vestido pra não estragar e continuamos transando até meu pai chegar na segunda-feira. No resto da semana santa, ficamos em família. De vez em quando meu pai saía pra fazer alguma coisa ou demorava um pouco, e nessa hora a gente dava uma rapidinha com a Viviana, onde desse vontade: no banheiro, na cozinha, na cama, no sofá, contra a parede, literalmente em qualquer lugar.
No último dia das minhas férias, bem tarde da noite, levantei pra beber água e vi a Viviana numa videochamada na sala. Ela estava de fones e falando bem baixinho, mas cheguei de mansinho pra ouvir. O que escutei, pra minha surpresa, era ela contando quando transamos com ela vestida de noiva. E ainda vi que o chat era com a irmã dela, que mora na Áustria. Mas bom, essa é uma história que vem depois...
Em janeiro eu entrei na faculdade e tive que me mudar pra capital do país, com a promessa de ir visitar eles sempre em cada feriado e nas férias. Uma noite antes de eu ir embora, meu pai e a Viviana me convidaram pra jantar e tomar uma despedida. A Viviana tava com um vestido preto bem curtinho e colado no corpo, tanto que dava pra ver a calcinha fio-dental minúscula dela, também tava com meia-calça e salto alto. A gente jantou e foi pra casa, onde meu pai abriu uma das garrafas de uísque dele. A gente bebeu e no meio da segunda garrafa meu pai apagou. Eu encostei ele no meu ombro e levei pra cama, ele tava durão. Quando eu saí, a Viviana se jogou em cima de mim:
(Voz baixa)
V: Achei que nunca ia cair... Ummm... Não aguentava mais, filho... Já tava toda molhada (pegou minha mão e colocou na bucetinha dela, depois tirou minha camisa)
J: Cê tá bem molhada mesmo, mamãe, o álcool te deixa assim mais puta que o normal (levantei o vestido dela)... sabia que a gente ia acabar assim... por isso aquele vestidinho que me deixa com o pau tão duro (encostei ela de frente pra parede pra ela levantar aquela bunda)
V: uma mãe tem que se despedir do filho como deve ser, pra você lembrar de mim até voltar… quando você voltar também vou ter uma surpresa, agora mete em mim que esse álcool todo me deixou com muito tesão
J: como a senhora mandar, mamãe (tirei a calcinha fio dental, chupei um pouquinho da bucetinha dela e meti)... isso... mamãe, que molhada você tá…
V: filho, eu vou gozar! isso! gostoso, me dá a despedida, se despede da sua mãe! ohhh!
J: abaixa a voz, podem nos ouvir (enquanto enfiava os dedos na boca dela).
A gente continuou assim por um tempo, o álcool ajuda a aguentar muito mais, então tinha que aproveitar. Depois virei ela, tirei o vestido com tanta vontade que parecia que ia rasgar, tirei o sutiã e deixei ela só de salto, levantei ela e comecei a meter assim, ela se mexia que nem uma desesperada, não aguentei muito tempo assim por causa do peso, então larguei ela no sofá pra continuar a foda, abri as pernas dela e comecei a meter o mais rápido que conseguia, até gozar dentro dela. A excitação de saber que meu pai tava no quarto, que a gente não ia transar de novo por meses, fez tudo parecer muito melhor, a ponto de, quando terminamos, a gente se beijar, a gente nunca tinha feito isso antes. No dia seguinte fui embora, com mais vontade de ficar do que nunca, mas com a esperança de voltar o mais rápido possível.
Depois de 3 meses, em abril, voltei pra semana santa, cheguei numa sexta à noite, no dia seguinte de manhã meu pai foi viajar a trabalho até segunda-feira (claro que era uma desculpa, meu pai sempre teve uma amante, uma ex com quem ele ficou muito tempo, eu nunca critiquei ele por chifrar a Viviana, por motivos óbvios, até antes de rolar algo com ela), fiquei feliz porque sabia que isso significava que eu ia ter sexo de boas-vindas com a Viviana. claro que nunca imaginei a surpresa que ela me guardava. assim que meu pai foi embora, comecei a apalpar aqueles peitos, aquela bunda, a dar tapas nela, mas ela dizia que não, que esperasse até a noite, que à noite a gente transaria. então ela me deu um boquete e um espanhol com os peitos pra me acalmar, e eu saí pra visitar uns amigos pra voltar só de noite.
Entrei em casa e a porta do quarto estava trancada, mas a luz acesa, então bati. ela disse: "pode entrar, filho". quando vi ela, todo o sangue desceu pra outra cabeça. Viviana estava lá parada, com o vestido branco que usou no casamento, idêntica: mesmo penteado, mesmas meias, mesma cinta-liga e igualmente gostosa e provocante:
V: gostou da surpresa, filho? reparei como você me olhava no casamento uns meses atrás. várias vezes você me comeu com os olhos.
J: mãe... mamãe, você tá muito gostosa. sonhei em te comer no casamento milhares de vezes (agarrei a bunda dela e puxei pra perto pra beijar)
V: quero que você faça todas aquelas coisas gostosas que pensou naquele dia no casamento, filho.
Eu passava as mãos por todo o corpo dela. aquele vestido destacava os peitos e a bunda dela. queria meter na hora, mas queria continuar vendo ela com o vestido. então me despi, deitei na cama e convidei ela pra montar no meu pau como só ela sabe fazer, mas vestida de noiva, sem tirar nada. ela, bem obediente, ajeitou o vestido, puxou a calcinha fio-dental branca de lado e começou a rebolsar:
V: isso! filho ummm ahhh que noite de núpcias gostosa (parava de pular e começava a girar o quadril em círculos)
J: mamãe, que delícia você se mexendo com esse vestido. você fica tão meiga e tão puta enquanto pula no pau do seu filho.
V: ahhhh! filho, senti falta do seu pau ummmm que gostoso, isso! me dá! me dá! mais...
J: mamãe, sonhei com a lingerie que você usou naquele dia...
Sem dizer nada, ela tirou o vestido, ficou ao lado da cama. estava de corset branco, uma calcinha fio-dental minúscula branca e meias 3/4 Além da renda leve, ela disse: "É exatamente a mesma que usei naquela noite". Isso me deixou louco de tesão, então levantei da cama, empurrei ela pra ficar de quatro, tirei a calcinha fio-dental e peguei ela pelo cabelo. Comecei a arrebentar aquela bucetinha com toda minha força, ela só gritava cada vez mais alto. Depois virei ela, tirei aquele espartilho, joguei longe e coloquei as pernas dela nos meus ombros pra meter o mais fundo possível:
V: Siim! Que fundo você tá metendo, ah ah.
J: Feliz noite de núpcias e feliz boas-vindas às férias. Você é a melhor mãe, esposa e puta...
V: Que férias gostosas vão ser... ummm, não aguento mais!!!
Depois dessa experiência espetacular com a Viviana, guardamos o vestido pra não estragar e continuamos transando até meu pai chegar na segunda-feira. No resto da semana santa, ficamos em família. De vez em quando meu pai saía pra fazer alguma coisa ou demorava um pouco, e nessa hora a gente dava uma rapidinha com a Viviana, onde desse vontade: no banheiro, na cozinha, na cama, no sofá, contra a parede, literalmente em qualquer lugar.
No último dia das minhas férias, bem tarde da noite, levantei pra beber água e vi a Viviana numa videochamada na sala. Ela estava de fones e falando bem baixinho, mas cheguei de mansinho pra ouvir. O que escutei, pra minha surpresa, era ela contando quando transamos com ela vestida de noiva. E ainda vi que o chat era com a irmã dela, que mora na Áustria. Mas bom, essa é uma história que vem depois...
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