esposa muito puta

O relato é real, mas não somos nós, escrevi exatamente como nos contaram.
Me chamo Dario, tenho 37 anos e há 10 que sou casado com uma mulher linda, Cecilia, que agora vai fazer 34 anos. A Ceci tem 1,62m, pesa 55kg, pele bronzeada e umas curvas que são de tirar o fôlego. Ela tem peitos grandes e redondos, mas o melhor são as pernas longas terminando numa bunda empinada. Ela sabe do tesão que provoca nos homens e adora ser desejada e olhada. Tanto que a safada adora usar saias curtas e blusas justas e bem decotadas.Como eu digo, os homens, onde quer que a gente vá, só ficam olhando pra ela com olhos de safado. Com certeza mais de um já bateu uma pensando em como ela se mexe ou como mamaria o pau deles até gozarem nos peitos dela e na boquinha gulosa dela. Tenho certeza de que pensam coisas assim... Mas eu achava que essas coisas iam ficar só na fantasia. Só que não foi bem assim. A coisa foi além.

Uma noite, num verão passado, saímos pra beber com uns amigos, mas quando chegamos, umas 2 ou 3 da manhã, ficamos só eu e a Ceci num pub lotado. Ela tava vestida como sempre: uma minissaia branca bem curta pra destacar a bunda e mostrar as pernas sempre bronzeadas, combinada com uma camisetinha-top que amarrava nas costas e um decote que deixava os peitinhos dela bem à mostra.


Como vocês podem imaginar, minha mulher é daquelas que adora pegar sol na praia só de fio dental e um sutiãzinho minúsculo. A questão é que a gente tava dentro do pub e do nosso lado tinha dois caras jovens, por volta dos 25 anos. Os dois estavam muito bem vestidos e não paravam de falar e rir. Como é fácil de imaginar, eles não tiravam os olhos da Ceci, que se mexia, sentindo que era o centro das atenções, dançava comigo, cada vez de um jeito mais provocante. A putinha, ao se mexer, nem percebia que a minissaia dela estava subindo, tanto que dava pra adivinhar o contorno da bunda dela e via a calcinha pequenininha. Os caras deviam estar loucos de tesão, e eu sei que a Ceci tava percebendo tudo. De repente, ela parou de dançar e falou no meu ouvido que ia pro banheiro. Eu fiquei sozinho, encostado no balcão, mas colado nos dois caras. Um deles, o mais ousado, se aproximou e disse:

— Que mulherão você tem, amigão. Cuida bem dela porque é muito gostosa e tem muito tubarão solto por aí.

— Tá tudo bem, já é grandinha e sabe o que faz — respondi rindo.

— Sim, mas de mulher nunca se pode confiar, ainda mais quando tão no cio, Jauja... — falou o outro, mais baixo que o amigo.

Naquele exato instante, ela apareceu. Me olhou e, ao me ver conversando com os dois caras, pensou a mesma coisa que eu — sei que pensou porque vi no olhar dela. Essa era a cena típica que eu adorava descrever nas nossas fantasias. Ela fica louca de tesão enquanto a gente trepa, ela por cima, e enquanto eu toco o cuzinho dela com os dedos, conto histórias onde ela se comporta como uma verdadeira puta, chegando até a transar com dois ou três caras ao mesmo tempo. Por tudo isso, sei que ela se molhou, ficou com tesão ao me ver papeando com aqueles dois caras que, sinceramente, eram gostosos. Eles se chamavam Ernesto e Javier. Ernesto era o mais alto dos dois, 1,80. O outro, Javier, um pouco mais baixo, parecia ser o mais chegado dos dois. Como a Ceci e eu ficamos em silêncio, os dois pensando no quão safada era a situação, o Javier quebrou o gelo perguntando:

- Ei, amigão! Por que você não apresenta a sua mina pra gente? E, não deixa cair o ritmo, que ela continue dançando!

Ceci ficou vermelha. Eu a apresentei e eles ganharam os dois primeiros beijos dela... dessa vez nas bochechas. Aí, enquanto nós três estávamos encostados no balcão, eu repeti em voz alta:

- Vem, Ceci, não deixa falarem que tu é uma tímida!

- Isso, isso, tu dança que a gente te pede mais uma dose - disse Ernesto.
Enquanto ele pedia um New Age, a Ceci tava "dançando" na frente do Javier e de mim. Como ela se mexia!. Não demorou nada pro Javier, na minha frente, se atrever a agarrar ela pela cintura, melhor dizendo pela bunda, e ficar olhando descarado pro decote dela. Eu tava meio sem graça, mas muito excitado.

— Ceci, chega aqui que sua taça já tá te esperando — disse então Ernesto, salvando Ceci dos braços de Javier. Por um momento, me senti aliviado, mas durou pouco, porque assim que Ceci chegou no balcão, Ernesto a abraçou por trás. Que cara de pau! — Mesmo com tanta gente, dava pra ver como ele apertava ela contra o balcão. E ela, em vez de reclamar, se remexia de um jeito que esfregava a bunda empinada no pacote de Ernesto. Ele, por sua vez, empurrava e, com a mão esquerda, percebi que passava a mão na barriga dela por cima da saia.

- - A coisa tava saindo do controle: Ernesto passando a mão na Ceci, ela se deixando levar, mesmo que de vez em quando afastasse ele, e Javier já na cola. Enquanto isso, eu ali, olhando feito um idiota, mas cada vez mais excitado com a situação. Quanto à Ceci, além de se deixar apalpar, não parava de olhar pra eles e sussurrar coisas no ouvido que eu, claro, não ouvia. Teve uma hora que os dois cercaram ela. Que tesão! Ernesto esfregava o volume dele na bunda da Ceci, enquanto Javier empurrava ela, segurando pela frente. Ela ria e dava pra ver nos olhos dela aquela expressão safada de putinha que ela é. Num descuido, agarrei ela pela cintura:

- - - Qual foi? — perguntei.

- - - Promete que não vai ficar com ciúmes e que não vai se irritar. Sabe o que me disseram?
- - - O quê?

- - - Querem que eu finja ser bobinha, que diga pra você me levar pra outro lugar pra depois eles virem e nos convidar pra sei lá onde. Negão... fiquei toda molhada com todas as coisinhas que me falaram enquanto dançavam comigo...

- - - Mas, onde você quer chegar? O que você quer? Brincar um pouco, é isso?

- - - Não sei...— respondeu ela, baixando a cabeça.

- - - Como não! Sê sincera, isso é o que você e eu queríamos que acontecesse. Tem que estar decidida se vai fazer... Suponho que se fizer, saberá como se comportar... hein?
- - - E você?

- - - Diz pra eles o que você quiser, já volto, enquanto vou ao banheiro.

- - Eu não sabia bem o que a gente tava fazendo, mas uma coisa era certa: eu tava com um tesão danado e sabia que a Ceci também tava. Cheguei no banheiro e quando tentei mijar, não consegui de tão duro que eu tava. Fiquei pensando na minha mulher e no que ela taria falando pro Ernesto e pro Javier. Terminei e saí voando pra encontrá-los, quando o Ernesto me parou na porta do banheiro:

- - - Tá bom. Já vi que você não é ciumento e que tem uma mulher divina que confia muito em você. A verdade é que ela é muito gostosa. O Javier já tá aproveitando ela, vai lá ver o que tão fazendo!

- - Segui em direção ao bar imerso num estado de excitação que nunca tinha sentido antes. Quando estava me aproximando, vi eles. Eram Javier e minha mulher. Estavam se beijando, o que estou dizendo, estavam se devorando. Ela estava com as costas apoiadas no balcão e ele tinha o joelho entre as pernas dela e, pra completar, as duas mãos agarrando a bunda dela. Em alguns momentos, eu percebia ele enfiando as mãos por baixo da minissaia e imaginava o que o cara estaria pensando ao encontrar a bunda nua dela, porque, como toda boa putinha que é, a Ceci adora usar tanguinhas minúsculas. Me aproximei deles e mandei parar, que esperássemos o Ernesto voltar do banheiro pra ir pra outro lugar. Ele chegou e nós quatro fomos pra saída. Na verdade, três e um, porque a Ceci ia na frente com o Javier de um lado, o Ernesto do outro, e eu atrás, vendo as mãos dos dois caras apalpando a bunda da minha mulher. Quando chegamos na rua, o Ernesto disse:

- - - Vamos pegar o carro e depois a gente vê pra onde vamos.

- - Olhando pra mim e apertando a Ceci, Ernesto mandou pra cima do Javier:

— Vai na frente com o Dario, que a Ceci já bebeu um pouco e pode ficar tonta — disse ela, sorrindo de forma safada.

- - - Pô, cara, vou ser eu quem vai atrás dela - Javier o repreendeu ao perceber as intenções do colega.

- - - Calma aí, galera, mas o que é isso? No fim das contas, é minha mulher, e é ela quem decide - reclamei meio na brincadeira, mas meio irritado ao perceber que aquilo tava escapando do meu controle. Foi aí que a Ceci, com aquele sorriso safado dela e toda fervendo depois das dançadas lá dentro do pub, me encarou firme e me lembrou:

- - - O que você me disse lá dentro do pub? Como você pediu pra eu me comportar? — repetia, enquanto puxava Javier pela mão na direção do carro...

—Eu escolho e vamos começar pelo menor. — ha, ha, ha.

- - Os dois entraram na parte de trás. Eu podia ficar lá fora ou subir. Abri a porta e, antes mesmo de me sentar, já vi a Ceci se acabando de beijar o Javier no banco de trás. Ele não perdia tempo e já tava passando a mão por cima do top, amassando os peitos dela. Além disso, com o vai e vem dos dois no banco, a Ceci se remexia, fazendo a minissaia subir tanto que já dava pra ver a calcinha fio dental e metade da bunda de fora.

- - - Que mulherão é essa! - disse Ernesto ao ver o espetáculo, e bastou esticar a mão para levantar a minissaia da minha mulher e começar a apalpar a bunda nua dela. Javier, que naquele momento estava ocupado despindo e beijando os peitos da Ceci, me disse:

- - - Cara, por que você não dá a partida e a gente vai pro lado da Urquiza, que é onde a gente mora.

- - Arrancamos. A Ceci, desde que entrou no carro, só se deixou levar e suspirar. Que comportamento, hein!. Logo ao sair do centro, quando parei no primeiro semáforo, olhei pra trás de novo.

- Ela já estava sem o top, com o sutiã caído dos ombros, deixando os bicos à mostra. A minissaia já estava na cintura e, por causa da minúscula calcinha fio dental branca, dava pra ver a bunda inteira. Não é que desse pra ver a bunda e os peitos, o pior é que Javier não parava de chupar e passar a mão nela pelo corpo todo. Ela tava adorando, tanto que não demorou pra sentar em cima dele, com o rosto virado pro vidro traseiro e abrindo as pernas pra sentir todo o volume de Javier. Ele massageava as duas nádegas com as mãos e enfiava a cabeça entre os peitos dela. Ceci suspirava. Javier tentava abaixar a calça.

- - - Cê gosta, hein? Gostosa, cê gosta de sentir o volume, né?- o Javier falava pra minha mulher- já vai ver que delícia quando chupar ele, hein gata? Com certeza cê adora chupar...

- Antes que ela terminasse de falar, Ceci, "ferida" no orgulho de puta, já tinha se abaixado pra ajudar a tirar a calça dele e, sem dizer uma palavra, puxou com a mão aquele pedaço de dentro da cueca e começou a chupar como se tivesse possuída. Ernesto, sem perder um detalhe, não parava de falar e perguntar pro colega como ela chupava, que puta vagabunda ela era e coisas do tipo. Eu também não consegui me segurar:

- - - É isso que você queria, né? Sim, dá pra ver de longe, você sabe, olha se você não sabe que há algumas horas você não conhecia esses dois caras e agora já tá pronta pra eles te esquentarem e fazerem o que quiserem com você. Mulher... Acho que hoje você vai se encher de pica.

— Acho que com minhas palavras ela ficava ainda mais tesuda e chupava o pau do Javier com ainda mais vontade. Outro sinal vermelho. Eu tava cagado de medo pensando que alguém podia nos ver quando, de repente, o Ernesto abre a porta dele e num instante aparece no banco de trás, do lado direito da Ceci. Fiquei petrificado. Eu só dirigindo como se fosse um motorista e atrás minha mulher, praticamente de fio dental já que a saia e o sutiã só serviam de cinto, com o Ernesto à direita chupando os peitos dela e o Javier à esquerda aproveitando enquanto minha mulher batia uma punheta pra ele com a mão esquerda. O Ernesto deve ter ficado com inveja porque não demorou pra imitar o Javier, abaixou a calça e levou a outra mão da Ceci pro pacote dele. Ela, ao sentir a enormidade do volume, largou o Javier de mão, virou pro Ernesto e, tirando o pau dele da cueca, disse com voz inocente:

- - - Quer que eu dê beijinhos nela? Tá bem gorda e dura, acho que você vai gostar...

Ernesto agarrou a Ceci com força e guiou a cabeça dela pro pau dele. Ela não teve escolha a não ser engolir ele inteiro. Javier aproveitou o momento e a posição da minha mulher pra esfregar o pau dele nas bochechas da Ceci. Ele ficou rondando com a vara dele por cima da calcinha fio dental, lambuzando todos os lábios da buceta dela, tanto que acho que até molhou ele de tesão, mas sem meter de verdade como manda o figurino.

Era assim a situação quando chegamos no lugar onde nossos dois novos amigos ficavam. Por causa das luzes e da gente que ainda tinha na rua naquela hora, mandei eles se conterem e se vestirem. A gente parou perto do apartamento que eles tinham — depois descobri que era do Ernesto. Saímos do carro, nós quatro, e enquanto caminhava, aproveitei pra pegar a Ceci pela cintura e falar:

- - - Você vai querer ir até o final, né? Quer subir pro apartamento? Hein? - perguntei.

- - - Papai, eu quero sim... acho que sim. Mas tem uma coisa que não te contei.
- - - O quê?

- - - Sabe que eles queriam que você me levasse pra casa pra depois eles virem me pegar, né? Depois de falar com você, eu disse pra eles que você viria...

— E eles aceitaram? — interrompi.

- - - Sim, mas com uma condição: tenho que me dedicar inteiramente aos dois.

- - - Do que você tá falando?

- - - Te fodería só de olhar a gente comendo ela? - disse então Javier, agarrando minha mulher pelo braço e ficando com ela pra ele e pro Ernesto.

- - Chegamos no prédio. Por sorte não tinha ninguém. Enquanto esperávamos o elevador, a Ceci já sentiu de novo os apalpões na bunda e nos peitos, enquanto eles não paravam de elogiar ela e sussurrar frases tipo:

- - - ...Você vai se divertir... 2... ou talvez 3... é... vai ficar mais que ocupada... já sabemos como você chupa, agora vamos ver como você fode, e como vamos te comer... claro que você vai gostar!...

- - No elevador já começaram a despir ela, primeiro os peitos de fora e a minissaia já era só um pano na cintura dela. Ela ria com tesão quando um deles parava de acariciar ela e o outro aproveitava pra se jogar em cima, beijando ela e esfregando o corpo na buceta dela, apertando ela contra uma das paredes do elevador... a porta abre... também não tem ninguém por causa do horário, mas imagino os vizinhos olhando pelo olho mágico - luzes do corredor acesas - como uma garota, minha mulher, quase pelada andava entre três caras e ainda entrava com eles no quarto.

- - Finalmente entramos e meus nervos se acalmaram. Fechamos a porta, acenderam as luzes. Tinha uma cama com estrado, Ernesto foi pegar algo pra beber (na verdade pra me servir). Javier empurrou levemente a Ceci e ela ficou estirada na cama que, por estar no fundo do quarto que dava pra uma sacada grande, me deixou sair pra pegar um ar fresco naquele clima tão quente que se formou, e de lá eu podia observar como Ernesto ficou de um lado e Javier do outro, se despindo, diminuíram as luzes e na penumbra consegui ver minha mulher, bem solícita, tirando o top, soltando o sutiã e, quando estava tirando a minissaia, Javier já tinha se aproximado pra ajudar e assim esfregar de novo a dureza dele na bunda da minha mulher enquanto com as duas mãos apertava os peitos dela. Ernesto também se pelou e a primeira coisa que fez foi agarrar ela com os braços pra esfregar o corpo nu dele no dela, momento que aproveitou pra dar um puta beijo, brincando com a língua na Ceci.

- - - Abaixa, deusa! Olha pra nossas rolas porque vamos te comer, boneca!

- - - Vem cá, gostosa, tá esperando o quê? Chupa nossas rolas que daqui a pouco a gente vai te meter pra seu marido ver o quão puta você é... cê gosta, né? - falou Javier enquanto minha mulher, segurando os dois paus com as mãos, batendo uma pra eles, metia o dele na boca. Foi assim que tudo começou. Ceci de fio dental, agachada na cama chupando as pirocas daqueles dois magrelos, que estavam pelados na frente dela, comendo a boca dela um de cada vez.

Pronto se impacientaram e, antes que eu pudesse intervir na festinha que estavam armando pra minha mulher, já estavam discutindo de novo sobre quem seria o primeiro a meter nela. A Ceci tinha se levantado e, me olhando de um jeito safado, tirou a calcinha fio dental pra mostrar a bunda e a buceta depilada dela, toda bem cuidada.

Ernesto, com o pau apontando pro céu, pegou Ceci pelo braço e se deitou de costas na cama pra minha mulher poder montar nele. Ela começou a se mexer, devagarzinho enfiando ele pra dentro, colando os peitos no peito do cara, que não parava de se mexer e de apertar a bunda dela com as duas mãos. Javier e eu ficamos só olhando e esperando.

Ernesto tava metendo forte e minha mulher respondia igual uma gatinha no cio. Javier se colocou na frente dela e enfiou a rola dura na boca dela. A cena era super excitante, tanto que só consegui ficar olhando o que faziam com a Ceci, que por sinal tava gozando pela primeira vez.. Aproveitando a explosão dela e enquanto ela ainda tava ofegante montando na rola do Ernesto, eles trocaram de posição. Javier agarrou minha mulher pela cintura e jogou ela na cama de um jeito que a bunda dela e toda a buceta molhada e raspada ficaram à disposição dele.

Javier enfiou a pica nela, começando um vai e vem primeiro devagar, mas com o tempo as enfiadas começaram a ser saudavelmente violentas, de um jeito que a Ceci começou a gemer escandalosamente. Logo seus gemidos pararam, porque o Ernesto agarrou ela pelos ombros e aproximou a pica dele pra ela chupar. Não tinha como ser diferente, e a Ceci gozou pela segunda vez. O Ernesto e o Javier, com as picas duras igual pau (a minha também), riam e repetiam obscenidades do tipo:

- - - Que boquinha boa, gata, continua assim, engole tudo! - Cê gosta de ser comida, né, putinha? Cê gosta do jeito que a gente te come? – Cê deixa a gente te comer...

- - Tinha chegado a hora que tanto esperávamos ela e eu, e eu tava disposto a não perder aquilo. O Ernesto organizou tudo muito rápido. Mandou a Ceci subir de novo em cima dele.
Ela, cheia de tesão, subiu e deixou que Ernesto a comesse de novo com o pau duro dele, além de deixar ele enfiar uns dois dedos no cu dela. Ceci se mexia e sentia o ânus se dilatando. Sabia o que a esperava. Javier se aproximou por trás e apontou o pau dele contra o buraquinho apertado. Depois de um tempo se ajeitando, entrou sem dificuldade, mas quando começaram a se mexer, a coisa mudou. Ceci gritava, sofria de prazer e, enquanto hesitava se parava aquilo ou não, como me dizia entre soluços e gemidos:

- - - Vem, vem, que eu tô morrendo de tesão, vem, tão me arrombando!

- - Me aproximei nu e com a pica dura, mais ereta do que nunca na minha vida. Minha mulher começou a chupar ela, mas na verdade os empurrões do Ernesto e do Javier faziam com que eu pudesse meter na boca dela. Ela gozou de novo profundamente, intensamente, tanto quanto o prazer que três paus podem dar no corpo de uma mulherzinha fogosa.

- - Nós, por sugestão do Javier, puxamos nossas picas e ficamos ao redor da minha mulher, que estava deitada de barriga pra cima na cama. Bastaram uns movimentos pra que, quase em uníssono, enchessemos de porra os peitos e o rosto da Ceci, que, muito solícita, beijava nossas picas quando elas já tinham soltado os primeiros e fogosos jatos de porra quente.

Foi assim que ela ficou naquela noite, exausta de tanta luxúria e putaria.

Realizamos uma fantasia antiga. Essa foi a primeira experiência com mais de um cara que tivemos com a Ceci, mas foi tão satisfatória que agora, quando transamos, meus dedos não dão conta de imitar aqueles momentos vividos, que foram extremamente quentes e que a gente quer repetir de novo.

3 comentários - esposa muito puta

bueno manden privado y lo hacemos con amigos, y la fiestera hermosa que tenes como mujer
Qué buena puta que es tu mujer amigo, solo de imaginar la me la puso durisima