Essa é uma história que também aconteceu há um tempo, quando conheci uma mina num chat, nada a ver com esse aqui. Era um chat onde todo mês a gente fazia encontros pra se ver cara a cara. Era um chat inocente, não tinha nenhum tipo de intenção sexual, malícia nem nada, um chat dos antigos. Essa era uma mina que eu conheci e a gente trocava mensagem direto, fora do chat também — quem é que já é internauta há tempos não lembra do ICQ? Ela se chamava Pequis, que por sinal eu perdi o contato e adoraria reencontrar.
Numa das festas a gente já tinha se cruzado e, só no olhar, já tinha dito tudo. Na segunda vez que a gente se esbarrou na porta do banheiro, eu não conseguia parar de falar com ela. Assim que a gente se cumprimentou, ela solta: "olha, não vim sozinha, tô com meu marido". Aí eu respondi: "tranquilo, eu tô com minha mina". E não resisti: roubei um beijo dela. Ela ficou surpresa e confusa, mas cada um seguiu seu rumo.
Um dia comum e normal, de semana, eu morava em Córdoba e Pellegrini, e a gente tinha combinado de se encontrar nessa esquina pra "bater um papo", mesmo que, por acordo prévio, já estava quase decidido o que ia rolar. Eram 10h da manhã, eu saí do escritório com uma desculpa que nem lembro mais, ela tinha me ligado avisando que estava chegando no local do encontro. Como eu trabalhava a poucas quadras dali, saí na hora pra encontrar ela. Ela era casada, tinha filhos que naquele horário estariam na escola. Assim que nos vimos, um "oi, tudo bem?" e automaticamente fomos direto pro apartamento, ela na frente, mostrando aquela silhueta linda, uma cintura que era um sonho. Uma bunda pequena que era impossível não ficar olhando. Depois de entrar no corredor comprido que levava ao elevador, e entre risadas lembrando do que tinha rolado na reunião do chat, chegamos no elevador. Quando subimos, me virei pra fechar a porta e apertar o botão, e quando me viro, ela me abraça e diz: "Que beijo gostoso você me roubou outro dia". Eu respondi: "Desculpa ter te roubado, se quiser eu devolvo". E sem nem um segundo, com as mãos dela no meu pescoço, ela aproximou a boca e começou a devolução. O prédio tinha 11 andares, e no elevador aquele caminho se tornou o mais longo, e o beijo mais lindo que eu já tinha recebido. Depois dos 11 andares de elevador, faltava um de escada. Quando descemos do elevador, ela começou a andar na minha frente, me puxando pela mão como se conhecesse o caminho. Ela na frente e eu dois degraus abaixo — meu Deus, que visão ela me dava. Ela com uma calça jeans azul desgastada e justa, o contorno da bundinha a 25 cm do meu nariz, meus olhos se perdiam, e os ratinhos na minha cabeça voavam. Quando chegamos na porta do apartamento, abri a porta, fiz ela entrar e, ao fechar a porta, ela me abraçou e beijou sem hesitação, o corpo dela colado no meu, e a piroca procurando o melhor caminho, totalmente dura, torcida dentro da calça. Peguei ela pela cintura e encostei ela na parede, um beijo sem fim, minhas mãos começaram a subir pelas costas dela, se enroscando num cabelo selvagem, abundante, lindo. Ela com uma mão segurava minha cabeça, com a outra procurava meu cinto da calça, eu com uma no cabelo dela, a outra rodeando o rostinho dela e descendo pelo pescoço até os peitos, procurando dentro da blusa macia, chegando até o coração onde sentia os batimentos frenéticos e sem querer roçando um mamilo firme, duro, apontando pro meu peito.
Consigo soltar minha calça e, sem perder tempo, coloco a mão dela no meu pau, que tava durasso, como se buscasse ar, firme e molhadinho, tentando encontrar refúgio no corpo dela. O beijo parecia eterno, a boca dela não parava de me saborear, e eu me sentindo a mulher mais gostosa. Minhas mãos começaram a descer, procurando a calça dela pra tirar e sentir a pele macia, tentando me enroscar na buceta dela e sentir o calor por dentro. Quando consegui soltar a calça dela, ela se afastou de mim e tirou tudo, virando de costas, só de fio dental vermelho, e encostou a raba no meu pau, rebolando como se tivesse abrindo espaço pra eu meter, tudo sem palavras, só um gemido que me deixava louco. Minhas mãos grudadas na cintura dela, puxando ela bem pra perto do meu corpo, mas o fio dental ainda tava no lugar. Minhas mãos saíram da cintura: uma foi pros peitos dela e a outra pra buceta dela, molhada, quente, gostosa, toda preparadinha, com vontade de ser penetrada.
Sentindo o gemido dela, ela se desgruda do meu corpo, e com uma mão seguro minha pica, olhando pra ela e saboreando. Ela se abaixou e, sem piedade, enfiou tudo na boca, muito gulosa chupava inteira, da pontinha até as bolas. Ela se lambia e brincava com a língua nas minhas bolas, minha pica tava explodindo, e ela, a safada, me olhava com aqueles olhinhos cheios de tesão.
O prazer que ela me dava era imenso, não queria chegar e deixar ela sem gozar. Peguei ela pela cabeça, levantei e levei pra cama, ela sempre entre minhas pernas, não queria parar de chupar. Deitei ela na cama e comecei a passar a mão na buceta dela, sentia aquela umidade que não era pouca, as pernas dela meio levantadas, o clitóris duro e quente. Uma vez na cama, me deitei sobre ela, com minha boca entre as pernas dela, e meu corpo sobre o dela fazendo um 69. Ela me segurava pela bunda e me puxava pra baixo, enfiando a pica na boca dela. Eu me contorcia de prazer, e minha língua cheia da umidade vaginal dela, todo o fluxo inundava minha boca. Ela, com cada chupada minha, fazia maravilhas com a língua e enfiava minha pica na garganta dela, com as mãos apoiadas na minha bunda, e meus dedos buscando todo o prazer interno dela.
Minha pica tava a ponto de explodir, mas não queria que o tempo passasse, queria aproveitar ela como nunca, queria que nós dois tivéssemos o orgasmo mais longo. Num momento, ela tirou a pica da boca e pediu pra eu descer, porque ela tava quase gozando. Quando desci, ela me jogou na cama e colocou a bunda dela na minha cara. Eu não podia acreditar e não parava de admirar a raba que ela tinha, uma bunda perfeita. Com minhas mãos rodeando as pernas dela, abri a bunda procurando aquele buraquinho lindo, os melhores beijos negros que pude dar. A bunda dela se dilatava e minha língua queria ir mais fundo, a buceta dela escorria de prazer, minha cara toda molhada por ela. Meus dedos brincavam cada vez mais fundo na buceta dela, primeiro com um, depois começou o segundo, e o terceiro foi direto pra bunda dela. Parecia que eu ia comer ela, aquela bunda queria mais, e eu tinha a pica que queria explodir na boca dela.
Ela já não aguentava mais, e me pedia pra penetrar ela. Coloquei ela contra a cama, com a bunda minúscula pra cima, e aquela raba me olhava, parecia que me chamava. Apoiei a cabeça naquele buraquinho, e ela tremeu. Duvidei se conseguiria, mas ela continuava pedindo. Devagar, no ritmo que ela levava, fui entrando aos poucos. Entre o líquido da pica e os sucos vaginais dela, a lubrificação era na medida. Enfiei tudo, e ela mordia o travesseiro. Pensei que a dor era demais, fiquei paradinho por um momento, e ela implorou: "Por favor, mexe, faz eu sentir tudo". Foi quando comecei a bombar, mas num ritmo bem lento, a ponto de tirar e deixar ela desejando. Não queria gozar logo, fazia ela sofrer, enquanto ela pedia: "Por favor, me come". E eu só deixava sentir a pontinha. Aos poucos fui dando o gosto, e ela, pra eu não tirar mais, segurou minhas coxas com as mãos, me deixando preso dentro dela. Eu tava louco, e ela pedindo pra eu comer muito. A cama balançava pra todo lado, e eu cavalgando nela. O ritmo foi ficando cada vez mais forte, a pica entrava e saía, e a buceta dela rodeada pelos dedos dela e pelos meus. "Mete tudo, me come forte" eram as palavras que me deixavam doido, até que eu falei: "Quero te encher toda, fuder você com todo o leite". E ela gritou: "Acaba com toda a minha bunda, arrebenta ela com seu leite e inunda minha raba". Não consegui mais me segurar, o jato de porra não parava de sair, a bunda dela apertava cada vez mais, e minha pica não conseguia parar de gozar. Com os movimentos cada vez mais lentos até parar, deixei ela lá dentro. Não queria sair daquela posição, e a raba dela parecia piscar.
Continua...
Numa das festas a gente já tinha se cruzado e, só no olhar, já tinha dito tudo. Na segunda vez que a gente se esbarrou na porta do banheiro, eu não conseguia parar de falar com ela. Assim que a gente se cumprimentou, ela solta: "olha, não vim sozinha, tô com meu marido". Aí eu respondi: "tranquilo, eu tô com minha mina". E não resisti: roubei um beijo dela. Ela ficou surpresa e confusa, mas cada um seguiu seu rumo.
Um dia comum e normal, de semana, eu morava em Córdoba e Pellegrini, e a gente tinha combinado de se encontrar nessa esquina pra "bater um papo", mesmo que, por acordo prévio, já estava quase decidido o que ia rolar. Eram 10h da manhã, eu saí do escritório com uma desculpa que nem lembro mais, ela tinha me ligado avisando que estava chegando no local do encontro. Como eu trabalhava a poucas quadras dali, saí na hora pra encontrar ela. Ela era casada, tinha filhos que naquele horário estariam na escola. Assim que nos vimos, um "oi, tudo bem?" e automaticamente fomos direto pro apartamento, ela na frente, mostrando aquela silhueta linda, uma cintura que era um sonho. Uma bunda pequena que era impossível não ficar olhando. Depois de entrar no corredor comprido que levava ao elevador, e entre risadas lembrando do que tinha rolado na reunião do chat, chegamos no elevador. Quando subimos, me virei pra fechar a porta e apertar o botão, e quando me viro, ela me abraça e diz: "Que beijo gostoso você me roubou outro dia". Eu respondi: "Desculpa ter te roubado, se quiser eu devolvo". E sem nem um segundo, com as mãos dela no meu pescoço, ela aproximou a boca e começou a devolução. O prédio tinha 11 andares, e no elevador aquele caminho se tornou o mais longo, e o beijo mais lindo que eu já tinha recebido. Depois dos 11 andares de elevador, faltava um de escada. Quando descemos do elevador, ela começou a andar na minha frente, me puxando pela mão como se conhecesse o caminho. Ela na frente e eu dois degraus abaixo — meu Deus, que visão ela me dava. Ela com uma calça jeans azul desgastada e justa, o contorno da bundinha a 25 cm do meu nariz, meus olhos se perdiam, e os ratinhos na minha cabeça voavam. Quando chegamos na porta do apartamento, abri a porta, fiz ela entrar e, ao fechar a porta, ela me abraçou e beijou sem hesitação, o corpo dela colado no meu, e a piroca procurando o melhor caminho, totalmente dura, torcida dentro da calça. Peguei ela pela cintura e encostei ela na parede, um beijo sem fim, minhas mãos começaram a subir pelas costas dela, se enroscando num cabelo selvagem, abundante, lindo. Ela com uma mão segurava minha cabeça, com a outra procurava meu cinto da calça, eu com uma no cabelo dela, a outra rodeando o rostinho dela e descendo pelo pescoço até os peitos, procurando dentro da blusa macia, chegando até o coração onde sentia os batimentos frenéticos e sem querer roçando um mamilo firme, duro, apontando pro meu peito.
Consigo soltar minha calça e, sem perder tempo, coloco a mão dela no meu pau, que tava durasso, como se buscasse ar, firme e molhadinho, tentando encontrar refúgio no corpo dela. O beijo parecia eterno, a boca dela não parava de me saborear, e eu me sentindo a mulher mais gostosa. Minhas mãos começaram a descer, procurando a calça dela pra tirar e sentir a pele macia, tentando me enroscar na buceta dela e sentir o calor por dentro. Quando consegui soltar a calça dela, ela se afastou de mim e tirou tudo, virando de costas, só de fio dental vermelho, e encostou a raba no meu pau, rebolando como se tivesse abrindo espaço pra eu meter, tudo sem palavras, só um gemido que me deixava louco. Minhas mãos grudadas na cintura dela, puxando ela bem pra perto do meu corpo, mas o fio dental ainda tava no lugar. Minhas mãos saíram da cintura: uma foi pros peitos dela e a outra pra buceta dela, molhada, quente, gostosa, toda preparadinha, com vontade de ser penetrada.
Sentindo o gemido dela, ela se desgruda do meu corpo, e com uma mão seguro minha pica, olhando pra ela e saboreando. Ela se abaixou e, sem piedade, enfiou tudo na boca, muito gulosa chupava inteira, da pontinha até as bolas. Ela se lambia e brincava com a língua nas minhas bolas, minha pica tava explodindo, e ela, a safada, me olhava com aqueles olhinhos cheios de tesão.
O prazer que ela me dava era imenso, não queria chegar e deixar ela sem gozar. Peguei ela pela cabeça, levantei e levei pra cama, ela sempre entre minhas pernas, não queria parar de chupar. Deitei ela na cama e comecei a passar a mão na buceta dela, sentia aquela umidade que não era pouca, as pernas dela meio levantadas, o clitóris duro e quente. Uma vez na cama, me deitei sobre ela, com minha boca entre as pernas dela, e meu corpo sobre o dela fazendo um 69. Ela me segurava pela bunda e me puxava pra baixo, enfiando a pica na boca dela. Eu me contorcia de prazer, e minha língua cheia da umidade vaginal dela, todo o fluxo inundava minha boca. Ela, com cada chupada minha, fazia maravilhas com a língua e enfiava minha pica na garganta dela, com as mãos apoiadas na minha bunda, e meus dedos buscando todo o prazer interno dela.
Minha pica tava a ponto de explodir, mas não queria que o tempo passasse, queria aproveitar ela como nunca, queria que nós dois tivéssemos o orgasmo mais longo. Num momento, ela tirou a pica da boca e pediu pra eu descer, porque ela tava quase gozando. Quando desci, ela me jogou na cama e colocou a bunda dela na minha cara. Eu não podia acreditar e não parava de admirar a raba que ela tinha, uma bunda perfeita. Com minhas mãos rodeando as pernas dela, abri a bunda procurando aquele buraquinho lindo, os melhores beijos negros que pude dar. A bunda dela se dilatava e minha língua queria ir mais fundo, a buceta dela escorria de prazer, minha cara toda molhada por ela. Meus dedos brincavam cada vez mais fundo na buceta dela, primeiro com um, depois começou o segundo, e o terceiro foi direto pra bunda dela. Parecia que eu ia comer ela, aquela bunda queria mais, e eu tinha a pica que queria explodir na boca dela.
Ela já não aguentava mais, e me pedia pra penetrar ela. Coloquei ela contra a cama, com a bunda minúscula pra cima, e aquela raba me olhava, parecia que me chamava. Apoiei a cabeça naquele buraquinho, e ela tremeu. Duvidei se conseguiria, mas ela continuava pedindo. Devagar, no ritmo que ela levava, fui entrando aos poucos. Entre o líquido da pica e os sucos vaginais dela, a lubrificação era na medida. Enfiei tudo, e ela mordia o travesseiro. Pensei que a dor era demais, fiquei paradinho por um momento, e ela implorou: "Por favor, mexe, faz eu sentir tudo". Foi quando comecei a bombar, mas num ritmo bem lento, a ponto de tirar e deixar ela desejando. Não queria gozar logo, fazia ela sofrer, enquanto ela pedia: "Por favor, me come". E eu só deixava sentir a pontinha. Aos poucos fui dando o gosto, e ela, pra eu não tirar mais, segurou minhas coxas com as mãos, me deixando preso dentro dela. Eu tava louco, e ela pedindo pra eu comer muito. A cama balançava pra todo lado, e eu cavalgando nela. O ritmo foi ficando cada vez mais forte, a pica entrava e saía, e a buceta dela rodeada pelos dedos dela e pelos meus. "Mete tudo, me come forte" eram as palavras que me deixavam doido, até que eu falei: "Quero te encher toda, fuder você com todo o leite". E ela gritou: "Acaba com toda a minha bunda, arrebenta ela com seu leite e inunda minha raba". Não consegui mais me segurar, o jato de porra não parava de sair, a bunda dela apertava cada vez mais, e minha pica não conseguia parar de gozar. Com os movimentos cada vez mais lentos até parar, deixei ela lá dentro. Não queria sair daquela posição, e a raba dela parecia piscar.
Continua...
1 comentários - Uma Lembrança pra Reviver (Parte 1)