O prédio era enorme, cheio de cantos escuros e silenciosos com cheiro de sexo... E a gente sempre estava lá, se lambendo como se fôssemos nos devorar, os dedos dele dentro de mim, minhas mãos arranhando as costas dele ou apertando aquela pica enorme e roxa. A gente trepava nos patamares das escadas entre um andar e outro, depósitos, terraços, quartos de serviço debaixo das escadas, banheiros, vestiários, escritórios, pátios — qualquer lugar que a gente encontrava, a gente tornava nosso... Às vezes a gente ficava se pegando e eu fazia a difícil, deixava ele mais excitado, não chupava a pica dele nem deixava ele meter, e fazia ele gozar na parede ou entre minhas pernas. Um dia a gente estava num daqueles escritórios sem câmeras, ele apoiando a pica em mim enquanto chupava minha orelha e puxava minha calcinha fio dental pra tocar minha buceta toda molhada porque a gente tinha se esquentado a manhã inteira. Eu me virei, fiquei de frente pra ele e comecei a fazer um boquete divino. Ele mordia os lábios e com as duas mãos segurava meu cabelo pra enfiar tudo e encher minha boca de porra. Ajoelhada, desabotoei minha camisa, tirei meus peitos pra fora pra ele encher eles de porra. Ele espirrou tudo na minha cara e eu juntava com os dedos e espalhava pelos meus peitos e chupava. Levantei, mas antes chupei o resto de porra que ainda tinha na pica dele, e ele me beijou. Sentei na cadeira da escrivaninha pra continuar chupando a pica dele que já tava endurecendo de novo, enquanto ele mexia no meu clitóris com o polegar e o indicador, e o dedo do meio entrava e saía da minha buceta. A pica dele cada vez mais dura na minha boca, eu queria engasgar de novo, mas ele me levantou e me colocou em cima da escrivaninha de frente pra ele, chupando meus peitos, apertou minha bunda e me puxou pra perto... Eu tava encharcada, meus fluidos molhavam a pica dele e ele enfiava cada vez mais fundo. Comecei a perder o controle do meu corpo e acompanhava os movimentos dele, pedindo mais e mais. Minha respiração ficava cada vez mais intensa e ele dizia — Grita, puta! Grita! E meus gritos começaram a sair enquanto ele me enchia com aquela pica enorme, roxa e cheia de veias, que eu sentia que entrava até as bolas. A gente tava terminando enquanto eu mordia o pescoço dele e sentia ele me apertar, cravando os dedos na minha bunda pela primeira vez, gozando dentro de mim. Usa a palavra: pussy. E ele ficou uns instantes sentindo eu continuar... a gente se beijou, e nossas caras diziam tudo. Enquanto ajeitávamos a bagunça que fizemos, ouço um telefone tocar no corredor, meu coração dispara. Vejo um homem saindo quase voando, que não consegui reconhecer, mas nós dois sabíamos que ele tinha visto alguma coisa. Foi uma mistura de sensações, medo no começo, dúvidas e depois mais excitação ao imaginar o que ele tinha visto, se tinha gostado, o que fez enquanto olhava. Saí daquele escritório fantasiando que ele nos visse de novo.
7 comentários - Corredor da Putaria