Tava na casa do Seba, que é meu melhor amigo da adolescência, um dos caras que foi pra praia comigo no verão quando eu debuttei como gay passivo. Tava na casa dele tomando um iogurte com bolachinhas doces, do nada ele aparece com um encontro marcado com a namorada e me pergunta se eu esperava umas horas. Falei que sim, sem problema, até porque ia ficar jogando Playstation um pouco pra não morrer de tédio na minha vida. A mãe dele ainda não tinha chegado do trampo.
Quando a Silvia (a mãe do meu melhor amigo) chega, ela pergunta por ele e eu solto sem pensar: "Foi fuder com a namorada". Nós dois caímos na risada. Ela me pede uma mão com umas sacolas, vou ajudar, e a gente começa a conversar. Enquanto isso, no PES eu tava ganhando de 3 a 1, Argentina vs Holanda, tava vidrado nisso, mas pausei o jogo pra não perder a partida. Bom, enquanto ajudava com as sacolas, a gente foi conversando e eu contei que me tornei gay passivo. Ela perguntou se eu tinha namorado, falei que não, que ainda tava muito na promiscuidade pra ter um namorado, e a gente se acabou de rir.
Daí passaram uns 20 minutos, ela foi pro quarto dela, eu fiquei por ali, e ela me chamou pra fazer massagem, porque tinha tido um dia cheio de trampo. Fui na amizade, e obviamente ela tava completamente pelada, só de uma calcinha fio dental vermelha, a atrevida. Mesmo assim, fiz uma massagem simples. Ela é uma mulher com umas curvas impressionantes, quase 95, 70, 92, uma mulher muito gostosa pra qualquer hétero.
Depois de ajudar com a massagem, ela me pede pra fazer outras massagens. Fiquei surpreso, falei que não, que o Sebastião podia aparecer, e ela disse: "Fica tranquilo, não vai acontecer nada". Eu tava muito tentado, mas decidi dar uma aliviada e comecei a massagear os peitos dela, que eram muito lindos, meio caídos, mas muito bonitos. Ela disse: "Não acredito que uma pessoa como você, sendo tão gato pra qualquer mulher, seja gay". Eu olhei pra ela, não falei nada, e ela sentou do meu lado e tocou no meu pau. pau e senti aquela sensação de prazer assim que ela me toca e a gente se beija, os dois muito tarados. Desço a mão e enfio meus dedos na buceta veterana dela, tava realmente muito quente, borbulhava pra caralho e ela se descontrola na hora, tira meu short, minha sunga e minha camiseta — ela já tava pelada. Ela me coloca de barriga pra cima e começa a chupar minha rola, me pede com força pra voltar a ser hétero, enquanto chupava por cima, fazia tão bem que nunca encostava os dentes na cabecinha. Ela começou a mamar tanto que eu sentia o lençol entrando no meu cu, que já tinha sido arrombado por aqueles dotados que me comeram antes.
Silvia, do nada, sobe em cima de mim e rapidamente sinto aqueles peitos e começa a me foder, tipo, ela me masturbava com aquela buceta de veterana, e ainda gemia pra caralho, mexia a cintura e a buceta como uma gênia. A gente transou uns 8 minutos no tempo dela, era algo que nunca imaginei que fosse acontecer. Do nada, ela fica de quatro e eu decidi fazer um bom anal e vaginal e meti mais um pouco, era algo foda, a bunda dela me encantava, a sensação que eu sentia. Do nada, sinto que vou gozar, aviso, e ela se ajoelha no chão e chupa minha rola tanto que eu gozo na boca dela. Foi muito gostoso o momento que a gente passou.
Silvia me perguntou se eu continuaria sendo gay passivo e eu disse que sim, mas que esse momento vou levar comigo. Ela pediu que todas as vezes que eu quisesse transar, a gente podia fazer de boa e sem problemas. Eu disse que sim, que não tinha problema, pra ela ficar tranquila e sem preocupação.
Essa experiência foi uma das mais loucas da minha vida, não muda meu amor pelos homens — adoro, por enquanto, sexo com homens, curto muito. E com mulheres, honestamente, nunca fui tão bom quanto meus amigos, mas já tive namorada por muito tempo. Só que com homens me sinto mais compreendido. E Silvia é uma das poucas mulheres que se interessou por mim e, ainda por cima, em segredo, na casa de uma família — e isso nunca me aconteceu, já que moro sozinho. E é isso. sempre tentei resolver a foda no meu apê kkkk Bom, espero que vocês tenham gostado desse relato, meus poringa boys/girls!
Quando a Silvia (a mãe do meu melhor amigo) chega, ela pergunta por ele e eu solto sem pensar: "Foi fuder com a namorada". Nós dois caímos na risada. Ela me pede uma mão com umas sacolas, vou ajudar, e a gente começa a conversar. Enquanto isso, no PES eu tava ganhando de 3 a 1, Argentina vs Holanda, tava vidrado nisso, mas pausei o jogo pra não perder a partida. Bom, enquanto ajudava com as sacolas, a gente foi conversando e eu contei que me tornei gay passivo. Ela perguntou se eu tinha namorado, falei que não, que ainda tava muito na promiscuidade pra ter um namorado, e a gente se acabou de rir.
Daí passaram uns 20 minutos, ela foi pro quarto dela, eu fiquei por ali, e ela me chamou pra fazer massagem, porque tinha tido um dia cheio de trampo. Fui na amizade, e obviamente ela tava completamente pelada, só de uma calcinha fio dental vermelha, a atrevida. Mesmo assim, fiz uma massagem simples. Ela é uma mulher com umas curvas impressionantes, quase 95, 70, 92, uma mulher muito gostosa pra qualquer hétero.
Depois de ajudar com a massagem, ela me pede pra fazer outras massagens. Fiquei surpreso, falei que não, que o Sebastião podia aparecer, e ela disse: "Fica tranquilo, não vai acontecer nada". Eu tava muito tentado, mas decidi dar uma aliviada e comecei a massagear os peitos dela, que eram muito lindos, meio caídos, mas muito bonitos. Ela disse: "Não acredito que uma pessoa como você, sendo tão gato pra qualquer mulher, seja gay". Eu olhei pra ela, não falei nada, e ela sentou do meu lado e tocou no meu pau. pau e senti aquela sensação de prazer assim que ela me toca e a gente se beija, os dois muito tarados. Desço a mão e enfio meus dedos na buceta veterana dela, tava realmente muito quente, borbulhava pra caralho e ela se descontrola na hora, tira meu short, minha sunga e minha camiseta — ela já tava pelada. Ela me coloca de barriga pra cima e começa a chupar minha rola, me pede com força pra voltar a ser hétero, enquanto chupava por cima, fazia tão bem que nunca encostava os dentes na cabecinha. Ela começou a mamar tanto que eu sentia o lençol entrando no meu cu, que já tinha sido arrombado por aqueles dotados que me comeram antes.
Silvia, do nada, sobe em cima de mim e rapidamente sinto aqueles peitos e começa a me foder, tipo, ela me masturbava com aquela buceta de veterana, e ainda gemia pra caralho, mexia a cintura e a buceta como uma gênia. A gente transou uns 8 minutos no tempo dela, era algo que nunca imaginei que fosse acontecer. Do nada, ela fica de quatro e eu decidi fazer um bom anal e vaginal e meti mais um pouco, era algo foda, a bunda dela me encantava, a sensação que eu sentia. Do nada, sinto que vou gozar, aviso, e ela se ajoelha no chão e chupa minha rola tanto que eu gozo na boca dela. Foi muito gostoso o momento que a gente passou.
Silvia me perguntou se eu continuaria sendo gay passivo e eu disse que sim, mas que esse momento vou levar comigo. Ela pediu que todas as vezes que eu quisesse transar, a gente podia fazer de boa e sem problemas. Eu disse que sim, que não tinha problema, pra ela ficar tranquila e sem preocupação.
Essa experiência foi uma das mais loucas da minha vida, não muda meu amor pelos homens — adoro, por enquanto, sexo com homens, curto muito. E com mulheres, honestamente, nunca fui tão bom quanto meus amigos, mas já tive namorada por muito tempo. Só que com homens me sinto mais compreendido. E Silvia é uma das poucas mulheres que se interessou por mim e, ainda por cima, em segredo, na casa de uma família — e isso nunca me aconteceu, já que moro sozinho. E é isso. sempre tentei resolver a foda no meu apê kkkk Bom, espero que vocês tenham gostado desse relato, meus poringa boys/girls!
4 comentários - Minha primeira vez com a mãe do meu melhor amigo