Chegou o grande dia. Passou quase um mês da nossa decepção com a menininha, jovem, e dessa vez não íamos decepcionar ela. Eu trouxe o Fernando e o Nahuel, um gordo nojento que tinha problemas com a polícia por ser estuprador, e o Fernando, um caminhoneiro que adorava foder putas na estrada. Fui eu, dom Óscar, trouxe um negão amigo dele, e o Raúl veio com o irmão dele, também um velho depravado que fez ela chorar. Os três dias, já que ele tinha uma pica bem grande e era muito repulsivo, ainda trouxe Viagra porque era farmacêutico. E o Raúl deve ter contado o que aconteceu da última vez. Não podíamos deixar ela na mão dessa vez. Ela já chegou mal. Ficamos sabendo que um dia antes, três colegas do ensino médio tinham comido ela, porque a putinha tava com tesão e se entregou. Eles mataram aula e enfiaram nela com força, tanto que um dos pais, um urso, se juntou e fizeram ela de saco de pancada, pelo que contaram.
Chegou às 10 da noite, a gatinha começou toda tranquila. Dessa vez tinha caras novas, mas ela não ligava, queria pica e pica iam dar. Como sempre, eu, o Óscar e o Raúl começamos fazendo ela nos chupar, gozamos nos peitos e no cu, como sempre. E os novatos ficaram vendo o quanto a nossa menina era puta. Aí começou o velho irmão do Raúl, enfiando a pica na boca dela. A novinha mal conseguia respirar, e o cara segurava ela pelos cabelos, fazendo um boquete de luxo. O Nahuel, o caminhoneiro, se juntou, tirou uma pica maior que o vibrador, e ativo como se fosse um vinte e poucos anos. Entrou pelo cu dela de uma vez. Ficou esperando a pica grande do negão e do Fernando, o estuprador. O Fernando não aguentou mais e falou pro caminhoneiro dar espaço, que queria meter na buceta dela. A novinha não conseguia respirar, estava lacrimejando, sufocada pela pica nova na boca dela. Parece que não sabia onde tinha se metido. Ainda por cima, o caminhoneiro tava comendo o cu dela como se fosse a última fodida da vida dele. Era meia-noite de sexta-feira e a novinha parecia que queria correr. O Fernando se ajeitou. como enfiou na buceta e o caminhoneiro segurou ela por trás, deu um berro danado quando penetraram ela no cu, tanto que o velho enfiou o pau na boca dela e ela não conseguia nem respirar, segurou ela pelo cabelo como se fosse escova de sapato e fez ela comer, a novinha lagrimejando, não parava de tossir, parecia que não conseguia respirar, esses três estavam matando ela, o negão tava pelado e duro, esperando a vez dele, a novinha começa a gritar que estavam machucando ela, claro, se o caminhoneiro tava enfiando uma lingüiça danada, e o velho não deixava ela respirar, nem ligaram pra nada, tanto que a novinha quis fugir, mas as pernas doíam e ela xingava dizendo que o caminhoneiro tava machucando ela e que o velho tinha o pau muito duro pra engolir inteiro, não ligaram pra nada, seguraram ela pelo cabelo e fizeram ela engatinhar até a sala, e falaram, olha dona putinha, você quer, pau vai ter, custe o que custar, ela tentou fugir de novo e não conseguiu, a bunda doía, não conseguia andar, pegaram ela pelo cabelo e levaram até uma cadeira que girava, amarraram as mãos dela e chamaram o negão, vem, aproveita a gostosinha que temos hoje, e o estuprador falou buceta e cu só até a gente cansar, sentaram ela, passaram uma corda no pescoço dela e puxaram até os joelhos o máximo que podiam, o cu dela ficou pra um lado e a boca pro outro, e eles rodearam ela e falaram quem for, vai fundo, a sorte é louca, giraram ela, e caiu o pau do negão na frente do nariz dela e o cu pro caminhoneiro, era um espetáculo, o caminhoneiro se firmou e começou a abrir o cu dela literalmente, cada vez com mais força, e o negão não ficou atrás e metia o pau na boca dela, e Fernando (o estuprador) fala aqui viemos foder uma putinha, nada de pena, e olha pro negão como quem diz até o fundo, o negão entende e começa a enfiar tudo, a novinha não conseguia nem respirar, não parava de tossir com o pau na boca, e Fernando fala quem gozar deixa espaço pro outro, mas os buracos não se desperdiçam, o caminhoneiro começa a bombar mais e mais forte como se quisesse arrebentar ela e ela gritava cada vez mais, já não sabíamos se era o negão ou o caminhoneiro, mas gozaram quase juntos, a novinha ficou toda melada de porra na boca e o Fernando dá um tapa na cabeça dela, joga ela no chão e fala "vadia, tu veio aqui pra engolir leite, não pra outra coisa, ouviu?" e no chão ela começa a lamber, com a bunda pra cima, enquanto lambe o Raúl vê e começa a meter no cu dela, ela lambe como pode, e o Fernando fala "tá castigada, a partir de hoje e até a gente ir embora, tu vai tomar o leite de todo mundo, ouviu? e se gozaram no teu cu, eu vou meter na tua boquinha", a novinha chorava e não parava de chorar, eram 3 da manhã ainda, eu deixei ela e fui com os caras de boa, o Dom Óscar e o Raúl que já tinha terminado, dessa vez não estávamos pelados, e parecia que não precisávamos, tomamos cerveja, comemos e fomos dormir, quando acordei era umas dez da manhã, ela tava lá em cima da mesa, com uma pica de plástico na buceta e uma lingüiça no cu, e chorando sufocada dizendo que tava doendo tudo, ainda tava amarrada, aí o caminhoneiro levanta e com a pica dura passa na nossa frente, tira ela da mesa, arranca a lingüiça do cu dela, cospe nela e fala "vamos ver como tu tá hoje, gostosa", começa a foder ela bem forte, mas bem forte, a novinha chorava, aí vem o negão e fala "levanta essa vadia que a gente sabe o que ela quer", a casa dos camarões e enfia na buceta dela, e os dois começam a bombar ela, a novinha grita e parece que goza porque beija o negão, aí vem o velho, solta a pica, puxa ela pelo cabelo e obriga ela a chupar pica, era uma boneca de pano, faziam o que queriam, eu saí da cena e quando vi ela de noite, tava o caminhoneiro e o estuprador fazendo um duplo anal nela, era uma imagem nojenta, o pior da cena é que a novinha tava excitada, pedindo mais Não pararam, comeram ela a sexta-feira inteira à noite, sábado de dia, e já era sábado à noite e continuavam comendo ela. Ainda por cima, faziam dupla anal enquanto um metia na boca dela. Aí o farmacêutico aparece e fala: "Até a gente não arrebentar ela, ninguém para". Todo mundo tomou umas três pastilhas de Viagra, e pra novinha eu dei um negócio tipo ecstasy pra ela nunca parar de gozar. Por isso que ela tá tão tarada. Comeram ela de verdade, drogaram ela, encheram a barriga dela de porra, fizeram dupla anal, fizeram ela chorar até secar as lágrimas. E deixaram ela de barriga pra cima, jogada numa cama com a cabeça pendurada, obrigando ela a chupar a rola de todo mundo, porque assim entrava melhor na garganta dela. E sendo sábado, 5 da manhã, a novinha dormiu, e esses caras continuavam brincando com ela. Era nojento pra caralho. A novinha acordou quase meio-dia, e a gente já tava todo mundo indo embora. Ela pediu pro Fernando e pro caminhoneiro se podiam ficar mais um pouco. Todo mundo foi embora, e eles quatro ficaram com o dono da casa, o Raul. Durante a semana, ele comentou que a novinha tinha ficado com tesão e pediu se eles podiam fazer uma dupla anal de novo, porque tinha sido maravilhoso.
Chegou às 10 da noite, a gatinha começou toda tranquila. Dessa vez tinha caras novas, mas ela não ligava, queria pica e pica iam dar. Como sempre, eu, o Óscar e o Raúl começamos fazendo ela nos chupar, gozamos nos peitos e no cu, como sempre. E os novatos ficaram vendo o quanto a nossa menina era puta. Aí começou o velho irmão do Raúl, enfiando a pica na boca dela. A novinha mal conseguia respirar, e o cara segurava ela pelos cabelos, fazendo um boquete de luxo. O Nahuel, o caminhoneiro, se juntou, tirou uma pica maior que o vibrador, e ativo como se fosse um vinte e poucos anos. Entrou pelo cu dela de uma vez. Ficou esperando a pica grande do negão e do Fernando, o estuprador. O Fernando não aguentou mais e falou pro caminhoneiro dar espaço, que queria meter na buceta dela. A novinha não conseguia respirar, estava lacrimejando, sufocada pela pica nova na boca dela. Parece que não sabia onde tinha se metido. Ainda por cima, o caminhoneiro tava comendo o cu dela como se fosse a última fodida da vida dele. Era meia-noite de sexta-feira e a novinha parecia que queria correr. O Fernando se ajeitou. como enfiou na buceta e o caminhoneiro segurou ela por trás, deu um berro danado quando penetraram ela no cu, tanto que o velho enfiou o pau na boca dela e ela não conseguia nem respirar, segurou ela pelo cabelo como se fosse escova de sapato e fez ela comer, a novinha lagrimejando, não parava de tossir, parecia que não conseguia respirar, esses três estavam matando ela, o negão tava pelado e duro, esperando a vez dele, a novinha começa a gritar que estavam machucando ela, claro, se o caminhoneiro tava enfiando uma lingüiça danada, e o velho não deixava ela respirar, nem ligaram pra nada, tanto que a novinha quis fugir, mas as pernas doíam e ela xingava dizendo que o caminhoneiro tava machucando ela e que o velho tinha o pau muito duro pra engolir inteiro, não ligaram pra nada, seguraram ela pelo cabelo e fizeram ela engatinhar até a sala, e falaram, olha dona putinha, você quer, pau vai ter, custe o que custar, ela tentou fugir de novo e não conseguiu, a bunda doía, não conseguia andar, pegaram ela pelo cabelo e levaram até uma cadeira que girava, amarraram as mãos dela e chamaram o negão, vem, aproveita a gostosinha que temos hoje, e o estuprador falou buceta e cu só até a gente cansar, sentaram ela, passaram uma corda no pescoço dela e puxaram até os joelhos o máximo que podiam, o cu dela ficou pra um lado e a boca pro outro, e eles rodearam ela e falaram quem for, vai fundo, a sorte é louca, giraram ela, e caiu o pau do negão na frente do nariz dela e o cu pro caminhoneiro, era um espetáculo, o caminhoneiro se firmou e começou a abrir o cu dela literalmente, cada vez com mais força, e o negão não ficou atrás e metia o pau na boca dela, e Fernando (o estuprador) fala aqui viemos foder uma putinha, nada de pena, e olha pro negão como quem diz até o fundo, o negão entende e começa a enfiar tudo, a novinha não conseguia nem respirar, não parava de tossir com o pau na boca, e Fernando fala quem gozar deixa espaço pro outro, mas os buracos não se desperdiçam, o caminhoneiro começa a bombar mais e mais forte como se quisesse arrebentar ela e ela gritava cada vez mais, já não sabíamos se era o negão ou o caminhoneiro, mas gozaram quase juntos, a novinha ficou toda melada de porra na boca e o Fernando dá um tapa na cabeça dela, joga ela no chão e fala "vadia, tu veio aqui pra engolir leite, não pra outra coisa, ouviu?" e no chão ela começa a lamber, com a bunda pra cima, enquanto lambe o Raúl vê e começa a meter no cu dela, ela lambe como pode, e o Fernando fala "tá castigada, a partir de hoje e até a gente ir embora, tu vai tomar o leite de todo mundo, ouviu? e se gozaram no teu cu, eu vou meter na tua boquinha", a novinha chorava e não parava de chorar, eram 3 da manhã ainda, eu deixei ela e fui com os caras de boa, o Dom Óscar e o Raúl que já tinha terminado, dessa vez não estávamos pelados, e parecia que não precisávamos, tomamos cerveja, comemos e fomos dormir, quando acordei era umas dez da manhã, ela tava lá em cima da mesa, com uma pica de plástico na buceta e uma lingüiça no cu, e chorando sufocada dizendo que tava doendo tudo, ainda tava amarrada, aí o caminhoneiro levanta e com a pica dura passa na nossa frente, tira ela da mesa, arranca a lingüiça do cu dela, cospe nela e fala "vamos ver como tu tá hoje, gostosa", começa a foder ela bem forte, mas bem forte, a novinha chorava, aí vem o negão e fala "levanta essa vadia que a gente sabe o que ela quer", a casa dos camarões e enfia na buceta dela, e os dois começam a bombar ela, a novinha grita e parece que goza porque beija o negão, aí vem o velho, solta a pica, puxa ela pelo cabelo e obriga ela a chupar pica, era uma boneca de pano, faziam o que queriam, eu saí da cena e quando vi ela de noite, tava o caminhoneiro e o estuprador fazendo um duplo anal nela, era uma imagem nojenta, o pior da cena é que a novinha tava excitada, pedindo mais Não pararam, comeram ela a sexta-feira inteira à noite, sábado de dia, e já era sábado à noite e continuavam comendo ela. Ainda por cima, faziam dupla anal enquanto um metia na boca dela. Aí o farmacêutico aparece e fala: "Até a gente não arrebentar ela, ninguém para". Todo mundo tomou umas três pastilhas de Viagra, e pra novinha eu dei um negócio tipo ecstasy pra ela nunca parar de gozar. Por isso que ela tá tão tarada. Comeram ela de verdade, drogaram ela, encheram a barriga dela de porra, fizeram dupla anal, fizeram ela chorar até secar as lágrimas. E deixaram ela de barriga pra cima, jogada numa cama com a cabeça pendurada, obrigando ela a chupar a rola de todo mundo, porque assim entrava melhor na garganta dela. E sendo sábado, 5 da manhã, a novinha dormiu, e esses caras continuavam brincando com ela. Era nojento pra caralho. A novinha acordou quase meio-dia, e a gente já tava todo mundo indo embora. Ela pediu pro Fernando e pro caminhoneiro se podiam ficar mais um pouco. Todo mundo foi embora, e eles quatro ficaram com o dono da casa, o Raul. Durante a semana, ele comentou que a novinha tinha ficado com tesão e pediu se eles podiam fazer uma dupla anal de novo, porque tinha sido maravilhoso.
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