Ocasionalmente leio algum relato aqui nessa página, curto muito como certas pessoas escrevem. Dá pra dizer que quando encontro algo muito bem escrito por alguém do sexo oposto, até me dá vontade de conhecer a pessoa por trás do monitor, embora quando leio tantos comentários, acabo pensando sem querer nas poucas chances de, por esse meio, pelo menos conseguir que do outro lado sintam interesse.
Enfim, vou tentar postar histórias reais que aconteceram comigo ou com algum amigo, o que quer dizer: nem tudo é tão pornográfico, tão idílico. Quem dera a gente pudesse driblar 5 jogadores e enfiar a bola no ângulo, mas no geral os gols acabam sendo acidentais e não jogadas maradonianas, pelo menos no meu caso.
Isso aconteceu numa ilha na Grécia quando fui ano passado com um amigo. A gente bolou um plano foda pra passar o dia na praia: levar 2 champanhes, 1 uísque, cervejas, e já que tava nessa, tomar umas balas. Então fomos, e começamos lá pras 4 da tarde com a bala e a cerveja. Em 1 hora a gente já tava voando, éramos nós mesmos.
Perto da gente tinha um grupo de 3 mulheres e 1 homem, que vinham de Barcelona e se aproximaram da gente procurando baseado... quem dera a gente tivesse, mas não. Como rolou uma vibe, ficaram com a gente. Na real, o cara desse grupo era gay e queria pegar meu amigo, meu amigo por sua vez queria pegar a amiga dele, e eu curtindo a cena. Geralmente evito me apressar nesses casos porque já sabemos, se você se apressa, fodeu. Você tem uma arma carregada com uma bala, se usar errado já queimou com aquela pessoa e talvez até com o grupo... não dá pra pegar todo mundo, você perde a moral com tudo.
No grupo tinha uma guria mais ou menos da minha altura, 1,70, com cabelo cacheado, muito gente boa e bronzeada. Não era tão gostosa, mas tinha, no popular, carne pra uma churrasqueira: picam 3, comem 2, dava pra se divertir ali. Acontece que a noite caiu, deu umas 9, 10 horas e já tinha Terminado tudo, eles também tinham trazido, mas já estávamos na merda, e compramos outro uísque... pronto..
Já estávamos cada um pro seu lado, uns pra cá, outros pra lá, e vejo que a gata tá procurando alguma coisa na bolsa de praia dela, e ela tava do meu lado, então... zoando, toquei no ombro dela e como ela não tinha equilíbrio, caiu pra trás, me acabei de rir kkk e aí, aproveitei o momento pra chegar perto e beijar ela na boca, eu sentia que não ia levar um fora.. e falei pra irmos mais pra lá.
O "mais pra lá" era uns 15 metros, sei lá, bem perto de onde a gente tava, mas batia um pouco menos de luz (?.. falei pra entrar na água pelados, ela fica me olhando, e eu tirei a sunga e entrei, falei "vamo, vem" e ela veio.. a gente já tava bem louco, na água a gente se pegou com tudo, aproveitei pra sentir o corpo todo dela, pra sentir ela, a respiração, a pele, todo o ser dela entregue, transbordando de tesão, pedindo tudo e recebendo aos poucos o que fazia ela ficar ainda mais excitada.
Nisso, quando vou meter (já nessa altura tava pouco me fodendo a camisinha), ela fala que não, que sem camisinha não... e eu tipo... pensei "o que você esperava que ia rolar na água??"...
Fomos pra beira, e ela deitou, o vai-e-vem das ondas cobria metade do corpo dela, as luzes de fundo iluminavam o necessário e a paisagem, ainda mais com o efeito da bala, foi glorioso.
A gente se pegou e continuou se tocando, embora... ela não quis sem camisinha e eu acho certo, foi mais responsável, mesmo que na hora eu quisesse me matar. Saí da água, andei assim mesmo pra procurar meu amigo, que por sorte ele tinha trazido milagrosamente! Daquelas camisinhas que você guarda na carteira pra emergência, então, isso.
Mas não tínhamos lugar, então falei pra ela vir pro meu hostel que ficava a 1 quarteirão, o quarto era de 8 beliches... nessa altura já era 1h da manhã e rezei pra não ter ninguém... acho que aí já entrou a magia divina porque primeiro de tudo não tinha ninguém na porta pra controlar, e em segundo... em segundo lugar, quando eu entrei, literalmente o quarto tava vazio, ninguém! Prontooo, fomos pra cama e pra reaquecer a situação, chupei toda a buceta dela, curti os sucos e os tremores dela,
Depois, pra fechar o trato antes que alguém chegasse, ou acontecesse algo inesperado, coloquei a maldita camisinha do meu amigo e fui metendo devagar, sentindo as mãos dela nas minhas costas empurrando, pedindo mais, e eu queria ter metido com tudo, mas... se fizesse isso, não sei quanto tempo teria durado, então fui devagar, contemplando ela, a ela e ao tesão dela.
Tirei o pau e com a ponta masturbei o clitóris dela, devagarzinho enfiava a pontinha e tirava, fazendo ela quase me estuprar, mas quando consegui controlar os primeiros minutos, meti de vez sem parar, lindo... ela gemeu, tremeu, me agarrou pelos cabelos, enquanto eu tentava manter o ritmo e a concentração, sentindo cada movimento dela com meu próprio corpo que respondia na harmonia.
Mudamos de posição, ela veio por cima, pela altura dela e por ser uma cama de madeira velha e beliche, o barulho era terrível, senti que ia estourar meu pau de tão forte que ela se mexia. Como pude, agarrava a bunda dela pra tentar dominar esse "poder" e ao mesmo tempo chupar todos os peitos dela. Assim eu a senti gozar, que pra mim é o mais importante, o outro. Se tem um conselho útil que meu pai me deu na vida foi: filho... se você quer se divertir, faz a outra pessoa se divertir também, se fizer direito, vai receber sua recompensa, e sempre foi assim.
Mudamos de posição, e meti de quatro, senti que ia brochar e não tinha gozado ainda, então acelerei o ritmo, agarrei ela pelos cabelos, depois pelo pescoço, parecia que ela gostava da onda... quando senti que ia gozar, diminuí o ritmo pra sentir bem, e meti lento mas fundo, soltando cada jato com uma estocada cheia.
Tirei a camisinha, e ela começou a chupar meu pau pra me deixar duro de novo, mas... acabou minha sorte. Já era demais, entrou um brazuca meio trouxa procurando alguma coisa, e quando viu a cena, ficou enrolando, fingindo que demorava a achar o que queria... ainda por cima com lanterna, o infeliz... que invejoso o brazuca, querendo tirar vantagem da situação. A gostosa tipo... se cobriu, ele inibiu ela, e eu broxei na hora. Mandei ele tomar no cu e ele vazou, mas aí já tinha perdido o clima e ela queria ir encontrar as amigas. Acompanhei ela até a porta e ela foi. No dia seguinte, todo mundo se encontrou na mesma praia, mas isso já é outra história. Quando a gente tá de férias é assim, todo dia rola alguma coisa.
Enfim, vou tentar postar histórias reais que aconteceram comigo ou com algum amigo, o que quer dizer: nem tudo é tão pornográfico, tão idílico. Quem dera a gente pudesse driblar 5 jogadores e enfiar a bola no ângulo, mas no geral os gols acabam sendo acidentais e não jogadas maradonianas, pelo menos no meu caso.
Isso aconteceu numa ilha na Grécia quando fui ano passado com um amigo. A gente bolou um plano foda pra passar o dia na praia: levar 2 champanhes, 1 uísque, cervejas, e já que tava nessa, tomar umas balas. Então fomos, e começamos lá pras 4 da tarde com a bala e a cerveja. Em 1 hora a gente já tava voando, éramos nós mesmos.
Perto da gente tinha um grupo de 3 mulheres e 1 homem, que vinham de Barcelona e se aproximaram da gente procurando baseado... quem dera a gente tivesse, mas não. Como rolou uma vibe, ficaram com a gente. Na real, o cara desse grupo era gay e queria pegar meu amigo, meu amigo por sua vez queria pegar a amiga dele, e eu curtindo a cena. Geralmente evito me apressar nesses casos porque já sabemos, se você se apressa, fodeu. Você tem uma arma carregada com uma bala, se usar errado já queimou com aquela pessoa e talvez até com o grupo... não dá pra pegar todo mundo, você perde a moral com tudo.
No grupo tinha uma guria mais ou menos da minha altura, 1,70, com cabelo cacheado, muito gente boa e bronzeada. Não era tão gostosa, mas tinha, no popular, carne pra uma churrasqueira: picam 3, comem 2, dava pra se divertir ali. Acontece que a noite caiu, deu umas 9, 10 horas e já tinha Terminado tudo, eles também tinham trazido, mas já estávamos na merda, e compramos outro uísque... pronto..
Já estávamos cada um pro seu lado, uns pra cá, outros pra lá, e vejo que a gata tá procurando alguma coisa na bolsa de praia dela, e ela tava do meu lado, então... zoando, toquei no ombro dela e como ela não tinha equilíbrio, caiu pra trás, me acabei de rir kkk e aí, aproveitei o momento pra chegar perto e beijar ela na boca, eu sentia que não ia levar um fora.. e falei pra irmos mais pra lá.
O "mais pra lá" era uns 15 metros, sei lá, bem perto de onde a gente tava, mas batia um pouco menos de luz (?.. falei pra entrar na água pelados, ela fica me olhando, e eu tirei a sunga e entrei, falei "vamo, vem" e ela veio.. a gente já tava bem louco, na água a gente se pegou com tudo, aproveitei pra sentir o corpo todo dela, pra sentir ela, a respiração, a pele, todo o ser dela entregue, transbordando de tesão, pedindo tudo e recebendo aos poucos o que fazia ela ficar ainda mais excitada.
Nisso, quando vou meter (já nessa altura tava pouco me fodendo a camisinha), ela fala que não, que sem camisinha não... e eu tipo... pensei "o que você esperava que ia rolar na água??"...
Fomos pra beira, e ela deitou, o vai-e-vem das ondas cobria metade do corpo dela, as luzes de fundo iluminavam o necessário e a paisagem, ainda mais com o efeito da bala, foi glorioso.
A gente se pegou e continuou se tocando, embora... ela não quis sem camisinha e eu acho certo, foi mais responsável, mesmo que na hora eu quisesse me matar. Saí da água, andei assim mesmo pra procurar meu amigo, que por sorte ele tinha trazido milagrosamente! Daquelas camisinhas que você guarda na carteira pra emergência, então, isso.
Mas não tínhamos lugar, então falei pra ela vir pro meu hostel que ficava a 1 quarteirão, o quarto era de 8 beliches... nessa altura já era 1h da manhã e rezei pra não ter ninguém... acho que aí já entrou a magia divina porque primeiro de tudo não tinha ninguém na porta pra controlar, e em segundo... em segundo lugar, quando eu entrei, literalmente o quarto tava vazio, ninguém! Prontooo, fomos pra cama e pra reaquecer a situação, chupei toda a buceta dela, curti os sucos e os tremores dela,
Depois, pra fechar o trato antes que alguém chegasse, ou acontecesse algo inesperado, coloquei a maldita camisinha do meu amigo e fui metendo devagar, sentindo as mãos dela nas minhas costas empurrando, pedindo mais, e eu queria ter metido com tudo, mas... se fizesse isso, não sei quanto tempo teria durado, então fui devagar, contemplando ela, a ela e ao tesão dela.
Tirei o pau e com a ponta masturbei o clitóris dela, devagarzinho enfiava a pontinha e tirava, fazendo ela quase me estuprar, mas quando consegui controlar os primeiros minutos, meti de vez sem parar, lindo... ela gemeu, tremeu, me agarrou pelos cabelos, enquanto eu tentava manter o ritmo e a concentração, sentindo cada movimento dela com meu próprio corpo que respondia na harmonia.
Mudamos de posição, ela veio por cima, pela altura dela e por ser uma cama de madeira velha e beliche, o barulho era terrível, senti que ia estourar meu pau de tão forte que ela se mexia. Como pude, agarrava a bunda dela pra tentar dominar esse "poder" e ao mesmo tempo chupar todos os peitos dela. Assim eu a senti gozar, que pra mim é o mais importante, o outro. Se tem um conselho útil que meu pai me deu na vida foi: filho... se você quer se divertir, faz a outra pessoa se divertir também, se fizer direito, vai receber sua recompensa, e sempre foi assim.
Mudamos de posição, e meti de quatro, senti que ia brochar e não tinha gozado ainda, então acelerei o ritmo, agarrei ela pelos cabelos, depois pelo pescoço, parecia que ela gostava da onda... quando senti que ia gozar, diminuí o ritmo pra sentir bem, e meti lento mas fundo, soltando cada jato com uma estocada cheia.
Tirei a camisinha, e ela começou a chupar meu pau pra me deixar duro de novo, mas... acabou minha sorte. Já era demais, entrou um brazuca meio trouxa procurando alguma coisa, e quando viu a cena, ficou enrolando, fingindo que demorava a achar o que queria... ainda por cima com lanterna, o infeliz... que invejoso o brazuca, querendo tirar vantagem da situação. A gostosa tipo... se cobriu, ele inibiu ela, e eu broxei na hora. Mandei ele tomar no cu e ele vazou, mas aí já tinha perdido o clima e ela queria ir encontrar as amigas. Acompanhei ela até a porta e ela foi. No dia seguinte, todo mundo se encontrou na mesma praia, mas isso já é outra história. Quando a gente tá de férias é assim, todo dia rola alguma coisa.
1 comentários - Contos de putaria 1: na praia