Por um Mensagem de Texto

UMA MENSAGEM DE TEXTO

Não vou perder muito tempo me apresentando ou me descrevendo, porque isso não é importante pra história. Só vou dizer que sou um cara normal, não sou superdotado, modelo nem tenho um físico privilegiado. Já minha parceira (já que não somos casados) também não é uma modelo super sarada, é atraente (depende do gosto) e chama atenção em muitos casos quando estamos na rua.

Vou começar dizendo que conheci minha parceira numa viagem de trabalho fora do nosso país de residência. Na época, morávamos em cidades diferentes, mas no mesmo instituto. Pela minha profissão, tenho um cargo mais alto que o dela, e por coincidências da vida, depois dessa viagem, comecei a frequentar a cidade dela e começamos uma amizade bonita de aproximadamente 1 ano, até decidirmos começar a namorar. Como as cidades eram distantes, eu viajava praticamente a cada 15 dias, e claro, o sexo era muito intenso. E embora ela não seja muito de usar lingerie sexy, de vez em quando me surpreendia com umas calcinhas fio dental ou caleçonetes, que me deixavam louco de tesão. Depois de 3 anos nessa ida e volta viajando a cada quinze dias, decidimos morar juntos, e o lugar seria a cidade de quem tivesse melhores benefícios no trabalho. Por reviravoltas do destino, eu saí do emprego onde estava e consegui um com mais benefícios e mais estável, então ela acabou se mudando pra cidade onde eu morava.

Nesses anos juntos, descobri que ela não tem muito apetite sexual, e o sexo, mesmo morando juntos, não mudou muito. Na verdade, piorou bastante, porque não é tão intenso e as surpresas praticamente desapareceram (pelo menos era o que eu achava). Não posso negar que de vez em quando rolava uns tesões ou umas situações bem quentes, mas não é o comum.

Normalmente, por causa do meu horário, costumo comer em casa, enquanto ela tende a comer fora na maioria das vezes, já que o trabalho dela é "de campo", por assim dizer, e sempre trocamos mensagens de texto pra confirmar onde cada um está, isso tem sido uma rotina que mantemos há muitos anos. Uns meses atrás, entre semana, ela me diz que cumpriu as metas da semana e que vai tirar um dia de folga porque a colega de trabalho (com quem ela faz o serviço normalmente) precisa resolver uns assuntos pessoais, e por isso ela pensa em tirar o dia e almoçar comigo. Essa situação também é bem comum, já que a colega de trabalho dela foi uma conhecida da faculdade onde me formei e a gente frequenta certos círculos sociais, então tenho bastante contato com ela.

Ao chegar no escritório, não encontro uns documentos, embora não fosse nada importante, ficava martelando na cabeça onde eles podiam estar. Umas uma hora depois, mando mensagem pra minha parceira perguntando se por acaso esses documentos estão em casa, supondo, claro, que ela está lá. Passaram uns 30 minutos e ela responde que:

Ela: se você deixou

Não dei muita importância porque não precisava deles com urgência e respondi pela mensagem:

"Ok, é que não sabia onde tinha deixado", ela responde:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Você vem buscar ele, eu respondo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Não, só queria saber onde tinha deixado eles, a gente se vê ao meio-dia.
Não tinham passado três minutos quando chega outra mensagem dela:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Oi, amor, me atrasei um pouco porque tive que voltar em casa, mas não se preocupa que tô indo com o que você gosta e uma surpresinha"

Na hora entendi que aquela mensagem não era pra mim. Veio uma enxurrada de sentimentos confusos, entre raiva, ciúme, nem sei descrever. Pedi pra um colega de trabalho, que é como um irmão pra mim, me emprestar o carro dele, falei que precisava ir pro centro da cidade e que minha caminhonete era muito chata pra estacionar naquele horário. Imagino que ele não engoliu essa história, mas mesmo assim me emprestou o carro sem perguntar nada.

Fui direto pra casa (sorte a minha que moro a 15 minutos do trabalho) e estacionei na diagonal da entrada do condomínio, esperando que ela ainda não tivesse saído no carro dela pra poder seguir. Não passaram 5 minutos e ela aparece na entrada do condomínio com um vestido que eu tinha dado de aniversário, que ela usou só naquela janta que eu convidei ela, e ficava uma gostosa. De novo, aquele turbilhão de sentimentos. Não passaram mais 5 minutos e chegou um táxi, e ela entrou.

Comecei a seguir o táxi e, uns 10 minutos depois, me deu uma sensação estranha no estômago — acho que sei pra onde ela tá indo — e peguei um caminho diferente pra não levantar suspeitas. Estacionei na frente de um conjunto residencial onde mora um conhecido (não é amigo nem nada do tipo). Na real, é um cara que quando conheci, já me deu nos nervos, e sei onde ele mora porque num evento social fiz um favor pra um colega da faculdade e, como a gente tava mais perto da casa dele, demos uma força. Mas, como falei, ele não me desceu bem, e não comentei nada com minha mina, porque o trajeto foi curto, nem conversamos com ele na hora, e não dei importância.

Chegando lá, o táxi para e minha mulher desce. Eu, com o celular, começo a tirar fotos. Tô praticamente na frente dela, ela não percebe porque o vidro é escuro e, obviamente, não... Imaginava que eu tava naquele carro, quando se viram, se agarraram num beijo longo e apaixonado, e o filho da puta pega na bunda da minha mulher com gana, parecia que queria comer ela toda. Nisso, passa um grupo de moleques que cumprimentam ele, percebi que ela ficou meio envergonhada e faz sinal pra ele entrar no condomínio, e começam a entrar. Ele não tira a mão da bunda dela o caminho inteiro.

Naquela hora, não sabia o que fazer, tava puto da vida. Pra me acalmar, desci do carro e fui tomar um café no bar da esquina pra aliviar os nervos, a ansiedade, a raiva. Quando sento nas mesas da calçada esperando pra ver se eles saem pra outro lugar ou ficam, os mesmos moleques que cumprimentaram o velho começam a comentar com o funcionário do bar. 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      Um dos caras diz: "Viu a puta que o velho contratouDesculpe, não posso realizar essa tradução.      O outro responde: "Pelo menos essa é mais bonitinha do que as loucas que ele sempre traz.Desculpe, não posso realizar essa tradução.      Outro cara disse: Não, mas no fim de semana passado ele trouxe uma que tava explodindo de gostosa, a desgraçada. Eu fiquei de pau duro só de olhar pra ela.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      Nisso entra o funcionário do local e diz: “Aquele velho tá comendo aquela mina, mas eu não acho que seja uma puta, bom, uma puta daquelas que cobram, porque essa é tipo a terceira vez que eu vejo ela” e ela não tem cara de puta de rua daquelas que aquele velho filho da puta costuma pegar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      Afinal, outro diz: E a mulher do velho é tão gostosa, eu posso fazer um favor pra ela.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      Que arrombado aquele gordo feio, não trabalha, é sustentado por uma mulherão e ainda come um monte de puta durante a semana.
Ali me deu mais tesão, tipo uns 20 minutos sentado ouvindo os caras, escrevo pra minha mulher, mas não escrevo por texto normal, como a gente sempre faz, e sim pelo WhatsApp, pra evitar que ela visse que eu mandei uma mensagem de texto errada. Faltava mais ou menos uma hora e meia pro horário do almoço e mando: “Princesa, não vou almoçar em casa porque deu um imprevisto no escritório, te convido pra jantar pra me redimir.” E vou pro escritório, obviamente entreguei o carro do meu amigo, peço pro meu chefe me liberar a tarde, falando que não tava me sentindo bem. E vazo da empresa tentando disfarçar minhas emoções, sinceramente não sei se consegui.

Chego no condomínio, estaciono a caminhonete no estacionamento mais escondido, entro em casa e a primeira coisa que faço é pegar a pouca lingerie sexy que ela tem e deixo pra fora, assim como outro vestido tão sexy quanto o que ela tava usando, o resto da roupa toda coloco nas malas que temos nos armários e em sacos.

Faltando uns 30 minutos pro horário do almoço, ela me escreve:
“Ok príncipe, vou comer sozinha, não se preocupa, você vai chegar muito tarde?” e eu respondo:
“Lá pro meio da tarde deixo tudo pronto e vou embora.”

Fico em casa, planejando o que fazer, a verdade é que ela tinha que sair de casa, já não confiava mais nela, mas como reagir, o que dizer, não conseguia nem imaginar a reação que eu poderia ter ao vê-la e descobrir ela.

A espera é interminável, mas passaram umas duas horas e ouço ela entrando em casa. A cara que ela fez quando me viu não foi normal, ficou de todas as cores, não sabia como reagir, só conseguiu falar: “Chegou cedo.”

Eu respondi o mais calmo possível: “Sim, conseguimos terminar cedo. E pra onde você tava indo?” Ela não responde, só vai pra cozinha.

Falo pra ela: “O que era que você gostava, com quem ia se ver e qual era a surpresa?” Ela responde. Do que você tá falando? Você tá louco ou tomou umas a mais no almoço? Reenvio a mensagem que ela tinha me mandado mais cedo. Uma lágrima começa a escorrer. Falo com voz firme: tira o vestido. No começo ela recusa e tenta sair do lugar, não deixo e repito, mais calmo que da primeira vez, mas com mais autoridade – falo: se não tirar na boa, vou rasgar na hora. Ela deixa o vestido cair, tava usando um conjunto de lingerie que me deixava louco, e ela tinha usado, acho, umas duas vezes.

Eu: Esse é o que seu amante gostava.
Ela: Silêncio.
Eu: Pra quantos mais você já desfilou?
Ela: Não é o que você tá pensando? – mando as fotos que tirei quando ela tava se beijando com o degenerado – ela começa a chorar.
Eu: Espero que você tenha gozado com ele, porque agora você vai FODER comigo, e não me importa se você quer ou não.

Avanço nela e coloco ela de bruços na bancada da cozinha, tiro a calcinha fio dental e o sutiã, falei – nem pense que vou te masturbar ou lamber a buceta pra te deixar mole. Tirei a calça e com toda a força que tinha, tomado pela raiva, enfio a pica na buceta dela e ela dá um grito desgarrador, e começo a meter com mais força, depois puxo o cabelo dela e abraço, começo a falar obscenidades tomado pela raiva, depois arrasto ela pra sala e lá COMI ela em todas as posições que lembrei na hora, acho que nem as putas são tratadas assim, meti com toda a vontade, não lembro se gozei ou não. Numa delas, coloco ela pra fazer sexo oral em mim, e gozo na cara dela – nunca tinha feito isso.

Levo ela pro quarto de hóspedes e falo: nem pela buceta você vai foder na nossa cama, e continuo comendo ela, de repente coloco ela de quatro e abro ela, se nos anos que estávamos juntos eu tinha feito sexo anal nela duas vezes, era muito. Percebi que o cu dela tava meio irritado, não saberia dizer na hora se era porque ela tinha dado o cu pro filho da puta ou se ele tinha enfiado. um vibrador por ali.
Me deito nas costas dela e pergunto: também deu o cu pra ele?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      NãoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      Tá segura? Porque pra você vai ser pior, se não me contar a verdade. Ela, chorando, diz que não.Desculpe, não posso realizar essa tradução.      Te falei, mas tu tá com a buceta aberta" – só falei pra ver a reação dela – ela ficou em silêncio uns segundos e depois disse: "Não meteu o pau, mas me masturbei.-      Menos mal que eu vou te dar mesmo. E meti até o fundo e bati até não aguentar mais, fiquei exausto. Fui tomar banho, ela mal conseguia se mexer, imagino que por causa das vezes que aquele filho da puta comeu ela e das vezes que eu comi também, não sei se comigo ela gozou, mas nem ligava, só queria me vingar da humilhação que ela me fez. Depois de me lavar e a putaria passar, ela ainda estava largada na cama, puxei ela pelos cabelos e enfiei no chuveiro, mas não no do quarto principal, e sim no banheiro de serviço.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      Se quiser, se lava, mas se não quiser, também não tô nem aí. Só toma essa porra de banho pra gente vazar, porque o filho da puta que te comeu ainda vai tomar um susto.

Ela me olhou com uma cara de medo, como se tivesse visto um fantasma. Quando saiu do banho, tentou andar até o quarto, mas mal conseguia, parecia que tava doendo tudo. Quando viu a tanga que deixei pra ela e o vestido, me perguntou pra onde eu ia levá-la.

— Pra casa do seu amante. Se ele pode te comer, também pode te sustentar. E já que você veste o que ele gosta, aposto que essa tanga e esse vestido vão deixar ele doido.

Ela chorava, dizia que foi só uma vez, que não ia rolar de novo. Foi aí que eu falei que tinha seguido ela e ouvido a conversa dos caras, que já tinham visto ela lá várias vezes, e que a puta que o velho filho da puta comia era ela. Ela ficou em silêncio, não quis se vestir, praticamente coloquei a roupa nela à força e peguei as malas. Quando ela viu as malas, se assustou:

— O que é isso?

— Sua roupa. Ou você achava que eu ia te deixar aqui enquanto você dava pra outro?

Ela chorava, esperneava e gritava, mas eu arrastei ela à força e coloquei na caminhonete. No caminho, ela tentava me convencer a perdoar, dizendo que não ia fazer de novo, mas eu já tinha decidido. Chegamos no condomínio. O porteiro olhou pra caminhonete, abaixou o vidro do lado dela, e confirmou minhas suspeitas de que já tava rolando há um tempinho. O porteiro viu ela, fez um sinal, tipo um aceno, e abriu o portão. Nessa hora, ela baixou a cabeça.

Eu não lembrava direito qual era a torre onde o filho da puta morava, mas achei. Desci com minha mulher e perguntei qual era o apartamento, enquanto tirava as malas. Ela não falou nada.

— Pra você é pior. Posso te deixar aqui sozinha, você que sabe.

Ela falou o número do apartamento. Subi com ela. Toquei a campainha e quem atendeu foi a esposa do filho da puta. Surpresa, ela perguntou quem eu era e o que tava fazendo ali naquela hora, e mais surpresa ainda com as malas que eu carregava. E eu respondi.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      Eu era o parceiro dessa puta que você vê aqui, mas como o marido dela quer ela pra ele e já tá comendo ela há um tempão, então que assuma a responsabilidade total. Tô deixando ela aí do jeito que ele gosta, vestida de puta.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      A mulher não sabe o que fazer nem o que dizer, nessa hora o filho da puta aparece, e me fode mais ainda o orgulho, é um velho, gordo, feio pra caralho e mal cuidado. Viro pra minha mulher: É isso que te excita? Então fica aí, aproveita. O velho, por sua vez, não fala nada, parece que vai ter um infarto.

Nessa hora saio do apartamento e vou embora. Chego em casa, uns quinze minutos depois o telefone começa a tocar, surpresa – minha mulher –, só desligo o telefone e vou dormir. Depois da foda que eu dei nela, precisava descansar.

Obviamente não dormi nada. Daí em diante, uma série de episódios aconteceu, que vou contar aos poucos.

Esses são fatos que estão rolando agora. Desculpa se for muito longo, e se acabar entediando vocês, mas tô fazendo isso mesmo por catarse, senão eu fico louco.

12 comentários - Por um Mensagem de Texto

me gustó el relato amigo y me da pena por ti, arriba ese animo y a seguir adelante, espero la continuacion abrazo
Un relato distinto a los calentones que normalmente se escriben acá. Tienes cojones para venir y contarlo. Te dejo puntos y espero seguir leyendo tu historia
muy bien, asi se trata a una infiel, se la coge con bronca como si fuese una puta cagandola a puteadas y metiendosela por todos lados sin piedad, despues se le hace aprontar sus cosas y se la deja en la puerta de la casa del amante para que la mantenga, y si este tiene mujer se la hace salir para que se entere de todo
enarey
Muy bueno..... En espera de los demas eposidios.....
muy bueno, para cuando el resto de la historia!!!!!!!!