Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Me levo até minha mesa, primeiro me sentou com as pernas abertas, brincou com meu clitóris e começou a chupar meus peitos, depois me perguntou se eu queria ir mais longe. Respondi: "Trouxe a buceta depilada, como você percebeu? E ainda coloquei uma saia curtinha. O que você acha, tô pronta ou não?
Me deitei na minha mesa enquanto continuávamos nos beijando, ele desceu pros meus peitos, pro meu umbigo e depois pra minha buceta. Eu abri as pernas o máximo que pude, era como tocar o céu e voltar. Ele chupava meus lábios, mordia meu clitóris, e eu segurava a cabeça dele pra enterrar na minha buceta, não queria que acabasse. Pouco depois, comecei a gozar, tive meu orgasmo — muito melhor do que quando me masturbo com a mão dele. Ele bebeu tudo que saiu de mim, depois se aproximou do meu rosto e me beijou. Me deu muito tesão o gosto da minha própria buceta.
Sentei de novo na minha escrivaninha, chupei meus peitos e passei a mão na minha bunda pra depois perguntar se eu tinha gostado. Falei que sim. Levantei da escrivaninha, tirei o corset, e ele sentou e disse: "agora é minha vez". Já sabia o que ele queria: que eu chupasse o pau dele. Senti ele endurecendo, ele disse que já ia gozar, pra eu tirar, mas lembrei do que fiz da outra vez com o esperma dele na mão e fiquei mais excitada. Enfiei mais fundo, sem me afastar, e engoli todo o esperma dele, que tinha um gosto delicioso. Continuei chupando até deixar limpinho.
Descansamos um pouco e ela falou pra gente tomar café da manhã, mas já não era mais café, era almoço. Falei que ia me vestir, mas ela não deixou; eu só estava com o corset leve e as meias.
Começamos a comer e eu comi ela porque eu quis; aí, sem nenhum pudor, ela me disse que, como eu já tinha falado, ela tinha uns peitos e uma bunda de dar gosto, além de que dava pra ver tristeza na minha cara. Na festa da empresa, quando eu dancei com ela, o pau ficou duro porque ela me excitava demais. Aí eu comentei que achava que era coisa da minha cabeça, e percebi que não era.
Por que você diz que eu estava com cara de tristeza? Porque você parecia apagada, carregando a rotina do dia a dia, que mudou no momento em que você se vestiu mais gostosa e começou a mostrar mais, o que fez com que eu me animasse a ponto de dizer que você tinha que ser minha, que eu tinha que te comer, o que ainda não fiz. Estar dentro de você, bombando sua pussy com meu cock, e ele endureceu de novo, e eu comecei a me molhar. Paramos de comer para nos devorar com beijos e apalpadelas mútuas. Ele se afastou e foi pegar um colchonete, começou a me beijar, me deitou, se colocou entre minhas pernas e começou a chupar meus peitos. Eu já queria ele dentro de mim, que me comesse. Me come logo, quero sentir você dentro, me faz sua mulher, sua slut, e me marca com seu sêmen dentro de mim. Ele foi enfiando devagar, ainda com um pouco de dor, mas bem menos. Quando ele enfiou tudo, ficou parado e disse para eu me acostumar, minha buceta se moldar ao cock dele. Depois de um tempo, eu era quem se mexia. Aí ele começou com um vai e vem lento, que foi aumentando ao ouvir meus gemidos e súplicas para que ele me fizesse dele, que me comesse, que me fizesse sua slut. Não sei quanto tempo passou me comendo. Fiquei surpresa com a resistência que ele tinha.
Ele sussurrou no meu ouvido que se mudássemos de posição, isso me derreteu, e eu perguntei como ele queria. Ele disse de quatro, tipo eu de quatro, e eu fiz. Ele ficou atrás de mim e passou o pau dele pela minha buceta e pelo meu cu. Eu achei que ele fosse me comer pelo cu, mas não foi assim. Ele me penetrou na minha buceta, e eu senti uma delícia. Ele me comeu por um bom tempo, o que fez eu ter um orgasmo com um pau dentro de mim. Depois de um tempo, ele se deitou e disse para eu me penetrar. Eu abri as pernas, peguei o pau dele e fui enfiando devagar, eu tinha o controle das enfiadas do pau dele, enquanto ele chupava meus peitos e acariciava minhas nádegas, até que ele enfiou um dedo no meu cu. Doeu, mas eu deixei, foi estranho mas excitante. Depois, ele me sentou na cadeira de cantoneiro, me inclinou e meteu em mim enquanto brincava com meus peitos. Nós nos beijamos e ele enfiou o dedo no meu cu de novo, e nessa hora eu já estava adorando. Depois de um tempo me comendo, eu gozei de novo, quase perdi a consciência, mas ele continuava me comendo e me apalpando. Depois, ele disse que ia gozar, e eu pedi para ele deitar em cima de mim para deixar a marca dele e me fazer sua mulher, sua puta. Ele subiu em mim e começou a me comer, e em poucos minutos eu senti a corrente quente dele me inundando. Eu não deixei ele sair de dentro de mim, e ficamos assim, eu embaixo com as pernas abertas e ele no meio das minhas pernas. Depois de um tempo, o pau dele amoleceu e saiu, e quando isso aconteceu, eu senti o sêmen escorrendo de mim e chegando no meu cu. Eu me deitei no peito dele enquanto ele apalpava minhas nádegas e disse que estava exausta, e prometi que outro dia eu entregaria o cu para ele.
Cheguei um pouco tarde em casa, mas mesmo assim, cheguei antes do meu marido; ele me encontrou banhada e deitada, pronta pra dormir, me deu um beijo na testa e apagou. Eu sentia que minha buceta estava super aberta e os peitos doíam, mas me sentia muito satisfeita. É verdade que, por ser estrangeira, alguns dos meus chefes dão em cima de mim pra transar, porque sabem que o trabalho tá difícil, mas cada dia eu fico mais puta e mais excitada pra trepar, e eu realmente preciso de sexo todo dia. Às vezes me sinto mal porque sou mãe e tenho marido, mas a vontade de sexo é muito forte. Beijos.
Me deitei na minha mesa enquanto continuávamos nos beijando, ele desceu pros meus peitos, pro meu umbigo e depois pra minha buceta. Eu abri as pernas o máximo que pude, era como tocar o céu e voltar. Ele chupava meus lábios, mordia meu clitóris, e eu segurava a cabeça dele pra enterrar na minha buceta, não queria que acabasse. Pouco depois, comecei a gozar, tive meu orgasmo — muito melhor do que quando me masturbo com a mão dele. Ele bebeu tudo que saiu de mim, depois se aproximou do meu rosto e me beijou. Me deu muito tesão o gosto da minha própria buceta.
Sentei de novo na minha escrivaninha, chupei meus peitos e passei a mão na minha bunda pra depois perguntar se eu tinha gostado. Falei que sim. Levantei da escrivaninha, tirei o corset, e ele sentou e disse: "agora é minha vez". Já sabia o que ele queria: que eu chupasse o pau dele. Senti ele endurecendo, ele disse que já ia gozar, pra eu tirar, mas lembrei do que fiz da outra vez com o esperma dele na mão e fiquei mais excitada. Enfiei mais fundo, sem me afastar, e engoli todo o esperma dele, que tinha um gosto delicioso. Continuei chupando até deixar limpinho.
Descansamos um pouco e ela falou pra gente tomar café da manhã, mas já não era mais café, era almoço. Falei que ia me vestir, mas ela não deixou; eu só estava com o corset leve e as meias.
Começamos a comer e eu comi ela porque eu quis; aí, sem nenhum pudor, ela me disse que, como eu já tinha falado, ela tinha uns peitos e uma bunda de dar gosto, além de que dava pra ver tristeza na minha cara. Na festa da empresa, quando eu dancei com ela, o pau ficou duro porque ela me excitava demais. Aí eu comentei que achava que era coisa da minha cabeça, e percebi que não era.
Por que você diz que eu estava com cara de tristeza? Porque você parecia apagada, carregando a rotina do dia a dia, que mudou no momento em que você se vestiu mais gostosa e começou a mostrar mais, o que fez com que eu me animasse a ponto de dizer que você tinha que ser minha, que eu tinha que te comer, o que ainda não fiz. Estar dentro de você, bombando sua pussy com meu cock, e ele endureceu de novo, e eu comecei a me molhar. Paramos de comer para nos devorar com beijos e apalpadelas mútuas. Ele se afastou e foi pegar um colchonete, começou a me beijar, me deitou, se colocou entre minhas pernas e começou a chupar meus peitos. Eu já queria ele dentro de mim, que me comesse. Me come logo, quero sentir você dentro, me faz sua mulher, sua slut, e me marca com seu sêmen dentro de mim. Ele foi enfiando devagar, ainda com um pouco de dor, mas bem menos. Quando ele enfiou tudo, ficou parado e disse para eu me acostumar, minha buceta se moldar ao cock dele. Depois de um tempo, eu era quem se mexia. Aí ele começou com um vai e vem lento, que foi aumentando ao ouvir meus gemidos e súplicas para que ele me fizesse dele, que me comesse, que me fizesse sua slut. Não sei quanto tempo passou me comendo. Fiquei surpresa com a resistência que ele tinha.
Ele sussurrou no meu ouvido que se mudássemos de posição, isso me derreteu, e eu perguntei como ele queria. Ele disse de quatro, tipo eu de quatro, e eu fiz. Ele ficou atrás de mim e passou o pau dele pela minha buceta e pelo meu cu. Eu achei que ele fosse me comer pelo cu, mas não foi assim. Ele me penetrou na minha buceta, e eu senti uma delícia. Ele me comeu por um bom tempo, o que fez eu ter um orgasmo com um pau dentro de mim. Depois de um tempo, ele se deitou e disse para eu me penetrar. Eu abri as pernas, peguei o pau dele e fui enfiando devagar, eu tinha o controle das enfiadas do pau dele, enquanto ele chupava meus peitos e acariciava minhas nádegas, até que ele enfiou um dedo no meu cu. Doeu, mas eu deixei, foi estranho mas excitante. Depois, ele me sentou na cadeira de cantoneiro, me inclinou e meteu em mim enquanto brincava com meus peitos. Nós nos beijamos e ele enfiou o dedo no meu cu de novo, e nessa hora eu já estava adorando. Depois de um tempo me comendo, eu gozei de novo, quase perdi a consciência, mas ele continuava me comendo e me apalpando. Depois, ele disse que ia gozar, e eu pedi para ele deitar em cima de mim para deixar a marca dele e me fazer sua mulher, sua puta. Ele subiu em mim e começou a me comer, e em poucos minutos eu senti a corrente quente dele me inundando. Eu não deixei ele sair de dentro de mim, e ficamos assim, eu embaixo com as pernas abertas e ele no meio das minhas pernas. Depois de um tempo, o pau dele amoleceu e saiu, e quando isso aconteceu, eu senti o sêmen escorrendo de mim e chegando no meu cu. Eu me deitei no peito dele enquanto ele apalpava minhas nádegas e disse que estava exausta, e prometi que outro dia eu entregaria o cu para ele.
Cheguei um pouco tarde em casa, mas mesmo assim, cheguei antes do meu marido; ele me encontrou banhada e deitada, pronta pra dormir, me deu um beijo na testa e apagou. Eu sentia que minha buceta estava super aberta e os peitos doíam, mas me sentia muito satisfeita. É verdade que, por ser estrangeira, alguns dos meus chefes dão em cima de mim pra transar, porque sabem que o trabalho tá difícil, mas cada dia eu fico mais puta e mais excitada pra trepar, e eu realmente preciso de sexo todo dia. Às vezes me sinto mal porque sou mãe e tenho marido, mas a vontade de sexo é muito forte. Beijos.
12 comentários - la necesidad de coger