AULAS DE SALSA III (e final)
Finalmente chegou o dia esperado. Oswaldo ligou pro Bryan, que é meu marido — aliás, eu me chamo Selena — e disse que queria me deixar linda e preparada pra prova final.
Eram as festas de Carnaval, e a gente ia pra um clube de dança latina pra testar minha desenvoltura em público, já que em particular ele me dava nota máxima (disse pro meu marido que fazia anos que não via tanto progresso numa mulher como comigo).
Como a festa de dança ia ser durante a semana e a gente tava no sábado, aproveitamos a tarde pra sair e comprar roupa pra ocasião. Depois de muitas provas, acabamos comprando uma saia tubinho de lycra preta, que colava no meu corpo como uma segunda pele, e pra parte de cima, também de lycra e rosa, um top tomara-que-caia, onde meus peitos pareciam querer pular pra fora.
Meu marido não tirava os olhos da minha bunda toda vez que eu saía do provador pra ir até um espelho de corpo inteiro no corredor, mas eu também percebia como os jovens e os coroas que tinham ido fazer compras com suas parceiras me devoravam com os olhos. Isso fazia meu corpo esquentar.
Bryan também sacou a situação e falou: "Amor, mais de um desses caras aí fora te comeria agora mesmo."
Saímos de lá e fomos lanchar. Quando voltamos pra casa, pegamos o metrô, mas como era fim de semana, tava lotado. A gente tava bem apertado, quando numa estação subiram uns jovens e, como alguns iam ficar pra baixo, empurraram um pouco. Um deles ficou grudado na minha bunda como uma lapa. No começo não falei nada, mas senti a virilha dele começando a se encaixar entre minhas nádegas. Eu tava com meu marido na frente, mas de costas pra mim. Aí o jovem, vendo que eu não reclamava, começou a acariciar meus quadris e de vez em quando mexia a cintura pra eu sentir o pau dele — e olha que eu sentia, viu? O sem-vergonha decidiu ir mais longe e enfiou a mão por baixo da minha minissaia, enquanto sussurrava no meu ouvido: "tia, que rabo gostoso você tem". Aquilo foi esquentando ainda mais a temperatura da minha buceta, e eu, jogando a mão pra trás, comecei a apalpar o volume da virilha dele.
Ele, vendo o caminho livre, abaixou o zíper da calça e, tirando a vara no meio da multidão, enfiou por baixo da minissaia e começou a se mover ritmicamente. Eu, vendo que meu marido me tampava pela frente, abaixei a mão, enfiei por baixo da saia, afastei a calcinha fio dental pra ele ter espaço pra trabalhar.
Como se nos conhecêssemos há uma vida inteira, eu joguei minha bunda pra trás, o suficiente pra cabecinha dele apontar pra minha porta do prazer. Ao mesmo tempo, o metrô parou em outra estação, e a freada fez o pau dele entrar até o fundo. Quando mais gente entrou, ele pôde se grudar ainda mais em mim.
O próximo passo foi pegar nos meus peitos por baixo do suéter. Parecia que meus peitos tinham vida própria (por causa do movimento das mãos dele por baixo da minha blusa), e ele começou a bombar com o aríete dentro da minha buceta. Minha respiração foi aumentando, e, embora Bryan não pudesse ver nada, ele percebeu minha respiração. Quando descemos, ele me disse: "suspeitei que você estava fazendo alguma coisa e decidi te ajudar". Ele jogou as mãos pra trás, enfiou por baixo da saia e começou a acariciar meu clitóris. Sentindo o pau do garoto (se escapasse alguma vez), aproveitava pra dar umas punhetas e colocar de volta na porta pra ele empurrar.
Conforme o orgasmo chegava, como eu não podia gritar por estar rodeada de gente, a única coisa que pude fazer foi dar uma mordida no pescoço do meu marido, enquanto o garoto gozava dentro de mim.
Ele guardou o pau na calça e, ao chegar na próxima estação, desceu. Então nunca soube como ele era, mas ele soube apagar o tesão que eu tinha naquela tarde no metrô.
Eu, durante o resto da semana, não fazia nada além de pensar no baile de Carnaval, e cada dia... Eu tava ficando cada vez mais excitada.
A dança ia ser numa quinta-feira, e na quarta à noite o Oswaldo ligou pra nossa casa pra dar o endereço.
E ele disse pro Bryan que queria que eu fosse com a buceta bem depiladinha. Meu marido concordou e falou: "sem problemas, amigo, mas quero estar presente o tempo todo na dança". E o Oswaldo respondeu: "fica tranquilo, Bryan, eu sei que você gosta de ver como a Selena se acaba com um pau dentro. Amanhã você vai se divertir pra caralho, igual combinamos outro dia". À noite, em vez de eu me depilar, o Bryan passou cera e tirou tudo.
Depois fiquei sabendo que o Bryan tinha armado tudo com o Oswaldo desde o começo. Finalmente chegou a quinta-feira, e depois do jantar fomos pro clube de salsa. Na porta, o Oswaldo tava nos esperando. Ele deu um abraço no Bryan e dois beijos em mim, um em cada bochecha, e a gente entrou. Mas antes, eu consegui ler embaixo da placa "Clube de Salsa": Strep-boys.
Quando entramos, o Oswaldo nos deu umas máscaras daquelas que cobrem os olhos e nos levou até uma mesa no fundo, que tava meio na penumbra. Ele nos apresentou a uns amigos que estavam com ele. Um se chamava Orlando e devia ter uns 1,85m. Quando ele se aproximou e me deu dois beijos, o cheiro do pescoço dele me deixou besta. Ao mesmo tempo, quando peguei na cintura dele, senti que era puro músculo. O outro se chamava Marcos. Os dois tinham corpos de atleta e, assim como o Oswaldo, eram cubanos. Quando ele me segurou pela cintura e me puxou pra perto, eu achei que ia ganhar dois beijos, mas o cara me apertou contra o corpo dele e me deu um beijão na boca. Eu me entreguei na hora, abri a boca e deixei a língua dele entrar até o fundo.
Não sei que perfume eles usavam, mas a verdade é que minha buceta parecia ter vida própria.
A gente ficou tomando uns drinks e batendo papo gostoso, até que o Oswaldo falou pro Marcos: "por que você não leva ela pra pista ver como ela se mexe em público?" Eu tava meio indecisa, até que meu marido pegou minha mão e a do Marcos e disse: "não seja boba". Sua boba, Selena, vai ver como você faz direitinho.
Fomos pra pista, eu na frente e ele atrás me segurando pela cintura. Quando chegamos, ele me virou e, me apertando contra ele, disse um, dois, três, e começamos a nos mexer, enquanto ele sussurrava no meu ouvido: "agora se solta e curte".
Marcos dançava muito bem, e parecia fácil acompanhar o ritmo dele, mas ele também sabia como esquentar uma mulher. Enfiando a perna entre as minhas, ele se movia como uma cobra. Claro que a cobra, com o movimento, cresceu entre as pernas dele, e o que começou como um roçar acabou empurrando meu púbis, tentando furar o tecido da minha saia.
Eu comecei a ter ondas de calor e tontura, de tanto prazer que o Marcos tava me dando com aquelas reboladas. Quando a música acabou, enquanto voltávamos pra mesa, ele não parou de passar a mão na minha bunda.
Já ia sentar, quando o Orlando disse: "peraí, eu também quero ver como você se mexe na pista". E fomos pra lá. Dessa vez fui eu que me encaixei no Orlando, o que pareceu surpreender ele. "O Oswaldo me disse que você era muito fogosa, mas não esperava que também fosse tão sem vergonha..." Eu falei: "amor, isso acontece quando um homem me deixa com tesão, e aqui vocês três tão me deixando assim ao mesmo tempo". Eu me esfregava igual uma gata no cio contra o corpo do Orlando, e aquilo fez o efeito que eu queria. O canhão dele começou a crescer, e o que eu sentia no meu baixo ventre era inacreditável...
"...Orlando, o que eu tô sentindo é de verdade?" "Cê tá falando do tamanho?" "Claro, tem mais alguma coisa?" "Pois é, meu amor, esse canhão aqui pode gozar três vezes no seu corpo sem perder a força (por isso me chamam de garanhão)."
"Amor, tô com a buceta uma piscina, espero que vocês façam alguma coisa por mim hoje à noite." E voltamos pra mesa. Sentei entre o Orlando e o Marcos, e continuamos bebendo uns tragos, enquanto o Oswaldo ainda conversava com o Bryan.
Enquanto o Orlando sussurrava obscenidades no meu ouvido, o Marcos começava a enfiar as mãos entre as minhas... coxas... mas como vocês sabem esquentar tão bem uma mulher, seus safados? Ufffff, tavam me deixando a mil e me falaram: "É nosso trabalho, Selena, somos strippers desse clube, e depois da salsa, se nos contratarem pra alguma despedida, a gente faz a noiva feliz."
Minhas mãos buscaram ansiosas pelos seus paus, primeiro por cima das calças, que responderam aos meus carinhos com rapidez e dureza.
Naquele momento, Oswaldo disse: "Um momento, vamos fazer as coisas direito. Tenho um quarto preparado com todo conforto pra gente aproveitar os quatro, Selena, Orlando, Marcos e eu, e pro Bryan tenho outra surpresa que ele vai amar loucamente."
Orlando e Marcos me pegaram pela cintura e disseram: "Vem com a gente, boneca, e a gente acha que você não vai se arrepender", enquanto Oswaldo ficou com Bryan. E, segundo ele me contou depois, levou Bryan pra um quarto vizinho ao nosso, que tinha um vidro por onde ele podia nos ver aproveitando algo que sempre foi o sonho dele... ver a esposa sendo penetrada por outro pau... só que dessa vez não seria só um.
Quando entramos no quarto, tocava uma música bem sensual e quente. Eles me deram um drink pra beber, que serviu pra me refrescar um pouco, mas quase na hora Orlando me pegou pela cintura e começou a dançar comigo. Só ele sabia como deixar uma mulher no cio, igual uma gostosa no calor. Comecei a esfregar minha buceta contra a ferramenta de trabalho dele, aquilo me enlouquecia. "Que gostoso, seu safado..." Pegando minha bunda por cima da saia, ele me encostava contra o pauzão dele, e aos poucos foi enrolando minha saia pra cima até deixar toda enrolada na minha cintura. De repente, enfiou as mãos na minha calcinha e, puxando, rasgou ela toda.
"Orlando, deixa eu tirar ele pra fora", falei... Desabotoei o cinto e a braguilha dele, mas aquele pauzão não queria sair pra luz. Tive que me abaixar e puxar as calças dele pra baixo... Meu Deus, o pedaço de pau se chocou. contra meu rosto, me deixando pasma com o tamanho e a dureza dele,…..já que você tá aí embaixo, que tal dar uma chupada na minha mangueira? Porra, aquilo era outra tentativa de penetração impossível, o pau dele era imenso e minha garganta não tava dilatada.
Enquanto isso, Marcos, que tava apalpando meus peitos, me pegou pela cintura e me jogou numa cama redonda tamanho XXXL, e começou a chupar minha buceta……..Aggggggg…….porraaaaaaaa…..que gostozoooooo, a língua dele acariciava cada cantinho da minha buceta como se conhecesse de cor……..Marcossssssss…..que……..delíciaaaaa….você faz, continuaaaa……continuaaaa…….AHHHHHHHH,
Dei pra ele a primeira das minhas gozadas, ele subindo na altura da minha boca pra eu dar um boquete…….uhhhhhh….que delícia que você chupa…….Selenaaaaaa……de um empurrão ele enfiou meio pau na minha garganta…….enquanto Orlando apontava o pauzão na porta do prazer,
que tava faminta de pica, e empurrando pude ver que ela teve que se esforçar pra meter o pauzão, enquanto Marcos com outro empurrão meteu a pica dele até o fundo da minha garganta, Selena você é uma rainha chupando, Já vai ver Orlando, quando eu terminar já entra a sua.
Orlando com outro empurrão conseguiu levar aquela pica tremenda até a entrada do meu útero.
Quando os dois começaram a se mover devagar, meu corpo começava a dar sinais de que ia aceitando cada vez mais velocidade daqueles paus enormes……Porraaaaaaa…….vocês são profissionais demaissssssssss………que…….gosto……Deusssss…….meuuuuuuu, Marcos tirou a dela da minha garganta, e Orlando me pegando pela cintura se levantou, e deixando cair meu peso na pica dele estourou meu útero……..AGGGGGGGGGG você me estourouuuuuu………filho……da…….putaaaaaaa…..mas que gostoooooooooo…….você……. me dássssssss, enrolei minhas pernas na cintura dele, e com meus braços me segurei no pescoço dele, e comecei a subir e descer naquele pauzão enorme que tava remexendo minhas entranhas.
……Ufffffffff…….isso é demaisssssssss, nisso, Marcos chegou por trás de mim e começou a lamber meu cu comendo toda minha bunda, aquilo me deixou a mil, e meu buraquinho começou a pulsar se abrindo quase no ritmo que Orlando ia enfiando a estaca dele dentro de mim, arrasando com tudo que encontrava pelo caminho
……De repente, quando eu tava quase gozando de novo, o Orlando gozou dentro de mim, mas pra não quebrar a palavra dele, o pau dele não só continuou duro como ficou ainda mais rijo que antes.
O Marcos parou de usar a língua e começou a enfiar uns dois dedos no meu cu, girando eles, enfiando e tirando, depois meteu um terceiro, e quando eles entravam e saíam sem problema, ele se levantou e, apontando a piroca dele na entrada, começou a empurrar. Cada vez mais meu cu ia se abrindo pra dar boas-vindas a uma ferramenta daquelas, enquanto o Orlando deixava o pau dele sair do meu útero e tirava a vara enorme da minha boceta.
Deusssssss…..tô no paraísooooooo……Marcosssssssss…….como você abriu bem minha buceta………..porraaaaaaaa….que noite…….Marcos tinha se colocado embaixo e eu por cima, tava subindo e descendo no pau dele enfiado na buceta.
Quando Orlando se levantou na cama e me disse: "Abre a boca, agora que o Marcos já te abriu a garganta, vai ver como você aguenta a minha", e pegando o pau dele, superduro, começou a empurrar. Minha mandíbula desencaixou, mas parecia que aquilo começava a entrar um pouco. Agggg... não dá, ainda precisa dilatar mais. Nisso, entrou no quarto o Oswaldo, já vinha pelado e com o pau bem duro. De repente, ele me diz: "Selena, aposta que você não sabe quem deixou ele assim grosso?"... "Não"... "Foi o Bryan, que está atrás daquele espelho vendo a gente te foder. Primeiro ele me perguntou se eu tinha um pau tão grande quanto você tinha contado pra ele, Selena. Eu peguei e mostrei o meu, e ele ficou meio hipnotizado... de repente ele me diz: 'Posso chupar?' E eu, já que tava fodendo a mulher dele, deixei. E ele chupou divinamente. Perguntei quantos paus ele já tinha chupado, e ele disse que reais, essa era a primeira. Que tinha treinado com consoladores, mas o filho da puta engoliu inteiro."
Então o cenário era o seguinte: enquanto Marcos me comia no cu e Orlando tinha voltado pra minha buceta, fazendo o tão esperado sanduíche, Oswaldo subiu na cama e, na altura da minha cabeça, começou a meter aquele pau cônico, que abria meu esôfago na força.
PORRAAAAAAAA... GENTEEEE... TÃO... ME... MATANDO... DE... PRAZER. A bombada continuou, cada vez acelerando o ritmo, quando de repente Orlando atravessou meu útero de novo... JÁAAAAA... SEU FILHO DA PUTA... TÃO... ME... MATANDO... DE PRAZER... ORLANDOOOO. Ele gozou de novo e disse pro amigo Oswaldo: "Sai, que agora com certeza entra inteiro.
Orlando colocou o pauzão dele na minha boca e começou a empurrar, enquanto Oswaldo metia até o fundo da minha buceta. Eu comecei a rebolar nos paus do Marcos e do Oswaldo... que delícia, mãeeeeeee... espero que isso nunca acabe... núnnnnnnnnnnca. Ao mesmo tempo, Orlando conseguiu enfiar o pauzão dele na minha garganta, graças ao Oswaldo que já tinha aberto caminho.
AQUILO NÃO SEI QUANTO TEMPO DUROU, MAS FOI UMA DELÍCIA DEMAISSSSSSS... METE FORTE... OSWALDOOOOOO... NÃO PARA... MARCOSSSSSSS... ATÉ O FUNDO... ORLANDO. E enquanto isso, meu marido vendo como estavam comendo a mulher dele TRIPLICADOOOOOO, AHHHHHHHHHHHH... QUE GOSTOSOOOOOO... ME ENCHER DE LEITEEEEEEE... POR FAVORRRRRRRRRR. E eu tive um, dois, três ou sei lá quantos orgasmos. Eles encheram todos os meus buracos ao mesmo tempo que meu marido gozava no vidro.
E com isso ficou provado que já posso dançar em público.
Um beijo, amigos. Coloquem onde quiserem, isso é problema de vocês.
Finalmente chegou o dia esperado. Oswaldo ligou pro Bryan, que é meu marido — aliás, eu me chamo Selena — e disse que queria me deixar linda e preparada pra prova final.
Eram as festas de Carnaval, e a gente ia pra um clube de dança latina pra testar minha desenvoltura em público, já que em particular ele me dava nota máxima (disse pro meu marido que fazia anos que não via tanto progresso numa mulher como comigo).
Como a festa de dança ia ser durante a semana e a gente tava no sábado, aproveitamos a tarde pra sair e comprar roupa pra ocasião. Depois de muitas provas, acabamos comprando uma saia tubinho de lycra preta, que colava no meu corpo como uma segunda pele, e pra parte de cima, também de lycra e rosa, um top tomara-que-caia, onde meus peitos pareciam querer pular pra fora.
Meu marido não tirava os olhos da minha bunda toda vez que eu saía do provador pra ir até um espelho de corpo inteiro no corredor, mas eu também percebia como os jovens e os coroas que tinham ido fazer compras com suas parceiras me devoravam com os olhos. Isso fazia meu corpo esquentar.
Bryan também sacou a situação e falou: "Amor, mais de um desses caras aí fora te comeria agora mesmo."
Saímos de lá e fomos lanchar. Quando voltamos pra casa, pegamos o metrô, mas como era fim de semana, tava lotado. A gente tava bem apertado, quando numa estação subiram uns jovens e, como alguns iam ficar pra baixo, empurraram um pouco. Um deles ficou grudado na minha bunda como uma lapa. No começo não falei nada, mas senti a virilha dele começando a se encaixar entre minhas nádegas. Eu tava com meu marido na frente, mas de costas pra mim. Aí o jovem, vendo que eu não reclamava, começou a acariciar meus quadris e de vez em quando mexia a cintura pra eu sentir o pau dele — e olha que eu sentia, viu? O sem-vergonha decidiu ir mais longe e enfiou a mão por baixo da minha minissaia, enquanto sussurrava no meu ouvido: "tia, que rabo gostoso você tem". Aquilo foi esquentando ainda mais a temperatura da minha buceta, e eu, jogando a mão pra trás, comecei a apalpar o volume da virilha dele.
Ele, vendo o caminho livre, abaixou o zíper da calça e, tirando a vara no meio da multidão, enfiou por baixo da minissaia e começou a se mover ritmicamente. Eu, vendo que meu marido me tampava pela frente, abaixei a mão, enfiei por baixo da saia, afastei a calcinha fio dental pra ele ter espaço pra trabalhar.
Como se nos conhecêssemos há uma vida inteira, eu joguei minha bunda pra trás, o suficiente pra cabecinha dele apontar pra minha porta do prazer. Ao mesmo tempo, o metrô parou em outra estação, e a freada fez o pau dele entrar até o fundo. Quando mais gente entrou, ele pôde se grudar ainda mais em mim.
O próximo passo foi pegar nos meus peitos por baixo do suéter. Parecia que meus peitos tinham vida própria (por causa do movimento das mãos dele por baixo da minha blusa), e ele começou a bombar com o aríete dentro da minha buceta. Minha respiração foi aumentando, e, embora Bryan não pudesse ver nada, ele percebeu minha respiração. Quando descemos, ele me disse: "suspeitei que você estava fazendo alguma coisa e decidi te ajudar". Ele jogou as mãos pra trás, enfiou por baixo da saia e começou a acariciar meu clitóris. Sentindo o pau do garoto (se escapasse alguma vez), aproveitava pra dar umas punhetas e colocar de volta na porta pra ele empurrar.
Conforme o orgasmo chegava, como eu não podia gritar por estar rodeada de gente, a única coisa que pude fazer foi dar uma mordida no pescoço do meu marido, enquanto o garoto gozava dentro de mim.
Ele guardou o pau na calça e, ao chegar na próxima estação, desceu. Então nunca soube como ele era, mas ele soube apagar o tesão que eu tinha naquela tarde no metrô.
Eu, durante o resto da semana, não fazia nada além de pensar no baile de Carnaval, e cada dia... Eu tava ficando cada vez mais excitada.
A dança ia ser numa quinta-feira, e na quarta à noite o Oswaldo ligou pra nossa casa pra dar o endereço.
E ele disse pro Bryan que queria que eu fosse com a buceta bem depiladinha. Meu marido concordou e falou: "sem problemas, amigo, mas quero estar presente o tempo todo na dança". E o Oswaldo respondeu: "fica tranquilo, Bryan, eu sei que você gosta de ver como a Selena se acaba com um pau dentro. Amanhã você vai se divertir pra caralho, igual combinamos outro dia". À noite, em vez de eu me depilar, o Bryan passou cera e tirou tudo.
Depois fiquei sabendo que o Bryan tinha armado tudo com o Oswaldo desde o começo. Finalmente chegou a quinta-feira, e depois do jantar fomos pro clube de salsa. Na porta, o Oswaldo tava nos esperando. Ele deu um abraço no Bryan e dois beijos em mim, um em cada bochecha, e a gente entrou. Mas antes, eu consegui ler embaixo da placa "Clube de Salsa": Strep-boys.
Quando entramos, o Oswaldo nos deu umas máscaras daquelas que cobrem os olhos e nos levou até uma mesa no fundo, que tava meio na penumbra. Ele nos apresentou a uns amigos que estavam com ele. Um se chamava Orlando e devia ter uns 1,85m. Quando ele se aproximou e me deu dois beijos, o cheiro do pescoço dele me deixou besta. Ao mesmo tempo, quando peguei na cintura dele, senti que era puro músculo. O outro se chamava Marcos. Os dois tinham corpos de atleta e, assim como o Oswaldo, eram cubanos. Quando ele me segurou pela cintura e me puxou pra perto, eu achei que ia ganhar dois beijos, mas o cara me apertou contra o corpo dele e me deu um beijão na boca. Eu me entreguei na hora, abri a boca e deixei a língua dele entrar até o fundo.
Não sei que perfume eles usavam, mas a verdade é que minha buceta parecia ter vida própria.
A gente ficou tomando uns drinks e batendo papo gostoso, até que o Oswaldo falou pro Marcos: "por que você não leva ela pra pista ver como ela se mexe em público?" Eu tava meio indecisa, até que meu marido pegou minha mão e a do Marcos e disse: "não seja boba". Sua boba, Selena, vai ver como você faz direitinho.
Fomos pra pista, eu na frente e ele atrás me segurando pela cintura. Quando chegamos, ele me virou e, me apertando contra ele, disse um, dois, três, e começamos a nos mexer, enquanto ele sussurrava no meu ouvido: "agora se solta e curte".
Marcos dançava muito bem, e parecia fácil acompanhar o ritmo dele, mas ele também sabia como esquentar uma mulher. Enfiando a perna entre as minhas, ele se movia como uma cobra. Claro que a cobra, com o movimento, cresceu entre as pernas dele, e o que começou como um roçar acabou empurrando meu púbis, tentando furar o tecido da minha saia.
Eu comecei a ter ondas de calor e tontura, de tanto prazer que o Marcos tava me dando com aquelas reboladas. Quando a música acabou, enquanto voltávamos pra mesa, ele não parou de passar a mão na minha bunda.
Já ia sentar, quando o Orlando disse: "peraí, eu também quero ver como você se mexe na pista". E fomos pra lá. Dessa vez fui eu que me encaixei no Orlando, o que pareceu surpreender ele. "O Oswaldo me disse que você era muito fogosa, mas não esperava que também fosse tão sem vergonha..." Eu falei: "amor, isso acontece quando um homem me deixa com tesão, e aqui vocês três tão me deixando assim ao mesmo tempo". Eu me esfregava igual uma gata no cio contra o corpo do Orlando, e aquilo fez o efeito que eu queria. O canhão dele começou a crescer, e o que eu sentia no meu baixo ventre era inacreditável...
"...Orlando, o que eu tô sentindo é de verdade?" "Cê tá falando do tamanho?" "Claro, tem mais alguma coisa?" "Pois é, meu amor, esse canhão aqui pode gozar três vezes no seu corpo sem perder a força (por isso me chamam de garanhão)."
"Amor, tô com a buceta uma piscina, espero que vocês façam alguma coisa por mim hoje à noite." E voltamos pra mesa. Sentei entre o Orlando e o Marcos, e continuamos bebendo uns tragos, enquanto o Oswaldo ainda conversava com o Bryan.
Enquanto o Orlando sussurrava obscenidades no meu ouvido, o Marcos começava a enfiar as mãos entre as minhas... coxas... mas como vocês sabem esquentar tão bem uma mulher, seus safados? Ufffff, tavam me deixando a mil e me falaram: "É nosso trabalho, Selena, somos strippers desse clube, e depois da salsa, se nos contratarem pra alguma despedida, a gente faz a noiva feliz."
Minhas mãos buscaram ansiosas pelos seus paus, primeiro por cima das calças, que responderam aos meus carinhos com rapidez e dureza.
Naquele momento, Oswaldo disse: "Um momento, vamos fazer as coisas direito. Tenho um quarto preparado com todo conforto pra gente aproveitar os quatro, Selena, Orlando, Marcos e eu, e pro Bryan tenho outra surpresa que ele vai amar loucamente."
Orlando e Marcos me pegaram pela cintura e disseram: "Vem com a gente, boneca, e a gente acha que você não vai se arrepender", enquanto Oswaldo ficou com Bryan. E, segundo ele me contou depois, levou Bryan pra um quarto vizinho ao nosso, que tinha um vidro por onde ele podia nos ver aproveitando algo que sempre foi o sonho dele... ver a esposa sendo penetrada por outro pau... só que dessa vez não seria só um.
Quando entramos no quarto, tocava uma música bem sensual e quente. Eles me deram um drink pra beber, que serviu pra me refrescar um pouco, mas quase na hora Orlando me pegou pela cintura e começou a dançar comigo. Só ele sabia como deixar uma mulher no cio, igual uma gostosa no calor. Comecei a esfregar minha buceta contra a ferramenta de trabalho dele, aquilo me enlouquecia. "Que gostoso, seu safado..." Pegando minha bunda por cima da saia, ele me encostava contra o pauzão dele, e aos poucos foi enrolando minha saia pra cima até deixar toda enrolada na minha cintura. De repente, enfiou as mãos na minha calcinha e, puxando, rasgou ela toda.
"Orlando, deixa eu tirar ele pra fora", falei... Desabotoei o cinto e a braguilha dele, mas aquele pauzão não queria sair pra luz. Tive que me abaixar e puxar as calças dele pra baixo... Meu Deus, o pedaço de pau se chocou. contra meu rosto, me deixando pasma com o tamanho e a dureza dele,…..já que você tá aí embaixo, que tal dar uma chupada na minha mangueira? Porra, aquilo era outra tentativa de penetração impossível, o pau dele era imenso e minha garganta não tava dilatada.
Enquanto isso, Marcos, que tava apalpando meus peitos, me pegou pela cintura e me jogou numa cama redonda tamanho XXXL, e começou a chupar minha buceta……..Aggggggg…….porraaaaaaaa…..que gostozoooooo, a língua dele acariciava cada cantinho da minha buceta como se conhecesse de cor……..Marcossssssss…..que……..delíciaaaaa….você faz, continuaaaa……continuaaaa…….AHHHHHHHH,
Dei pra ele a primeira das minhas gozadas, ele subindo na altura da minha boca pra eu dar um boquete…….uhhhhhh….que delícia que você chupa…….Selenaaaaaa……de um empurrão ele enfiou meio pau na minha garganta…….enquanto Orlando apontava o pauzão na porta do prazer,
que tava faminta de pica, e empurrando pude ver que ela teve que se esforçar pra meter o pauzão, enquanto Marcos com outro empurrão meteu a pica dele até o fundo da minha garganta, Selena você é uma rainha chupando, Já vai ver Orlando, quando eu terminar já entra a sua.Orlando com outro empurrão conseguiu levar aquela pica tremenda até a entrada do meu útero.
Quando os dois começaram a se mover devagar, meu corpo começava a dar sinais de que ia aceitando cada vez mais velocidade daqueles paus enormes……Porraaaaaaa…….vocês são profissionais demaissssssssss………que…….gosto……Deusssss…….meuuuuuuu, Marcos tirou a dela da minha garganta, e Orlando me pegando pela cintura se levantou, e deixando cair meu peso na pica dele estourou meu útero……..AGGGGGGGGGG você me estourouuuuuu………filho……da…….putaaaaaaa…..mas que gostoooooooooo…….você……. me dássssssss, enrolei minhas pernas na cintura dele, e com meus braços me segurei no pescoço dele, e comecei a subir e descer naquele pauzão enorme que tava remexendo minhas entranhas.
……Ufffffffff…….isso é demaisssssssss, nisso, Marcos chegou por trás de mim e começou a lamber meu cu comendo toda minha bunda, aquilo me deixou a mil, e meu buraquinho começou a pulsar se abrindo quase no ritmo que Orlando ia enfiando a estaca dele dentro de mim, arrasando com tudo que encontrava pelo caminho
……De repente, quando eu tava quase gozando de novo, o Orlando gozou dentro de mim, mas pra não quebrar a palavra dele, o pau dele não só continuou duro como ficou ainda mais rijo que antes.O Marcos parou de usar a língua e começou a enfiar uns dois dedos no meu cu, girando eles, enfiando e tirando, depois meteu um terceiro, e quando eles entravam e saíam sem problema, ele se levantou e, apontando a piroca dele na entrada, começou a empurrar. Cada vez mais meu cu ia se abrindo pra dar boas-vindas a uma ferramenta daquelas, enquanto o Orlando deixava o pau dele sair do meu útero e tirava a vara enorme da minha boceta.
Deusssssss…..tô no paraísooooooo……Marcosssssssss…….como você abriu bem minha buceta………..porraaaaaaaa….que noite…….Marcos tinha se colocado embaixo e eu por cima, tava subindo e descendo no pau dele enfiado na buceta.
Quando Orlando se levantou na cama e me disse: "Abre a boca, agora que o Marcos já te abriu a garganta, vai ver como você aguenta a minha", e pegando o pau dele, superduro, começou a empurrar. Minha mandíbula desencaixou, mas parecia que aquilo começava a entrar um pouco. Agggg... não dá, ainda precisa dilatar mais. Nisso, entrou no quarto o Oswaldo, já vinha pelado e com o pau bem duro. De repente, ele me diz: "Selena, aposta que você não sabe quem deixou ele assim grosso?"... "Não"... "Foi o Bryan, que está atrás daquele espelho vendo a gente te foder. Primeiro ele me perguntou se eu tinha um pau tão grande quanto você tinha contado pra ele, Selena. Eu peguei e mostrei o meu, e ele ficou meio hipnotizado... de repente ele me diz: 'Posso chupar?' E eu, já que tava fodendo a mulher dele, deixei. E ele chupou divinamente. Perguntei quantos paus ele já tinha chupado, e ele disse que reais, essa era a primeira. Que tinha treinado com consoladores, mas o filho da puta engoliu inteiro."Então o cenário era o seguinte: enquanto Marcos me comia no cu e Orlando tinha voltado pra minha buceta, fazendo o tão esperado sanduíche, Oswaldo subiu na cama e, na altura da minha cabeça, começou a meter aquele pau cônico, que abria meu esôfago na força.
PORRAAAAAAAA... GENTEEEE... TÃO... ME... MATANDO... DE... PRAZER. A bombada continuou, cada vez acelerando o ritmo, quando de repente Orlando atravessou meu útero de novo... JÁAAAAA... SEU FILHO DA PUTA... TÃO... ME... MATANDO... DE PRAZER... ORLANDOOOO. Ele gozou de novo e disse pro amigo Oswaldo: "Sai, que agora com certeza entra inteiro.
Orlando colocou o pauzão dele na minha boca e começou a empurrar, enquanto Oswaldo metia até o fundo da minha buceta. Eu comecei a rebolar nos paus do Marcos e do Oswaldo... que delícia, mãeeeeeee... espero que isso nunca acabe... núnnnnnnnnnnca. Ao mesmo tempo, Orlando conseguiu enfiar o pauzão dele na minha garganta, graças ao Oswaldo que já tinha aberto caminho.AQUILO NÃO SEI QUANTO TEMPO DUROU, MAS FOI UMA DELÍCIA DEMAISSSSSSS... METE FORTE... OSWALDOOOOOO... NÃO PARA... MARCOSSSSSSS... ATÉ O FUNDO... ORLANDO. E enquanto isso, meu marido vendo como estavam comendo a mulher dele TRIPLICADOOOOOO, AHHHHHHHHHHHH... QUE GOSTOSOOOOOO... ME ENCHER DE LEITEEEEEEE... POR FAVORRRRRRRRRR. E eu tive um, dois, três ou sei lá quantos orgasmos. Eles encheram todos os meus buracos ao mesmo tempo que meu marido gozava no vidro.
E com isso ficou provado que já posso dançar em público.
Um beijo, amigos. Coloquem onde quiserem, isso é problema de vocês.
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