As Delícias de Alice - Parte 1

As Delícias de Alice - Parte 1



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peitosMeu nome é Pedro, tenho 23 anos. Isso aconteceu comigo há 5 anos, durante os anos dourados da ereção. Naquela época, eu saía com a Alicia, uma daquelas mulheres que é deliciosa não só pelo corpo, mas também por ser uma ótima companheira, muito divertida. Ela tinha olhos verdes, cabelo castanho, um par de peitos perfeitos, daqueles que você consegue segurar com a mão bem aberta, as auréolas delicadas e avermelhadas, e uns bicos que nunca mais vi na vida — eram perfeitos e marcavam por baixo da camiseta. Ela tinha pele morena e um pescoço comprido. A bunda dela era normal, não era voluptuosa, mas as pernas eram longas, e ela geralmente usava jeans justos e desgastados. Mas tinha um pequeno problema: ela não gostava de fazer sexo oral, pelo menos comigo. Nunca tive coragem de perguntar se ela tinha tido uma experiência ruim, nem por que não gostava — ela ficava mal com esse assunto.

Naquela época, eu era fisicamente muito atraente, magro e atlético, com uma arma normal de 17cm e bem ativa. No primeiro pensamento, já estava pronto, começando a apertar a cueca e pedindo uma liberação rápida. Eu vinha de uma semana de muito estudo e treino, tinha visto a Alicia duas vezes, e nas duas vezes começamos a nos beijar no quarto dela e a nos agarrar. Tiramos a roupa e comecei a beijar aqueles peitos lindos. Com os dentes, simulava uma mordida nos bicos dela e voltava para o pescoço, que a excitava tanto. Meus dedos de pianista já estavam brincando com os lábios menores dela, que estavam úmidos. Com muita delicadeza, com a ponta do meu dedo indicador, desenhava nuvens entre o clitóris e os lábios dela. Ela soltava gemidos suaves e se contorcia, enquanto com a mão dela fazia uma masturbação incrível em mim. Eu sentia a glande muito seca, então, num momento, com os fluidos dela, esfreguei na minha cabeça e deixei ela continuar o trabalho manual. Já tinham se passado 10 minutos assim, e o quarto inteiro cheirava a sexo. O sangue corria muito rápido e o calor sufocava, mas, como o destino não queria minha felicidade, nas duas vezes... Senti a família dela chegando em casa. Eu tinha que chegar em casa e bater uma antes de ter um troço. Não podia ser essa coincidência, as duas oportunidades prestes a rolar e não deu, coisa de quem não tem um canto sossegado. Cheguei em casa cansado, mas com uma dor nos testículos do caralho, nem conseguia me tocar de tanta dor. Mandei um SMS pro Marcos, meu amigo mais fiel, e contei o ocorrido cheio de xingamentos, e ele me disse textualmente:

— Fica tranquilo, pega o bidê e senta em cima do jato de água fria um tempo que passa, depois manda uma punheta braba e você vai ficar seco.

Dito e feito, fui com a primeira revista na mão pra me distrair, sentei e começou a aliviar. E aí começaram a surgir as imagens mentais da Alicia? Eu imaginava ela lambendo com movimentos circulares a cabeça inchada da minha pica, depois de dois minutos começou a jorrar uma fonte de porra que não parava? Ficou porra na revista, na camiseta, no chão, não tava nem aí. Limpei o banheiro e capotei.

Voltando do colégio, recebo uma mensagem do Marcos perguntando como foi, e três passos antes de eu responder, tampam meus olhos por trás e sussurram no meu ouvido:

— Oi, meu amor, hoje você não escapa, eu fiquei toda molhada, imagina você?

Me virei, era a Alicia me dando uma surpresa linda e, assim parado, peguei a nuca dela com a mão e encostei ela na parede, comecei a beijar o pescoço dela, nunca tinha visto ela tão provocante, tava vestida igual uma puta infernal, o decote deixava ver aqueles peitos duros quase até a auréola e a calça jeans dela vestia perfeito. Soltei o pescoço já vermelho e falei que tinha grana pra pagar um hotel, que não aguentava mais e que na noite passada tinha sonhado com ela chupando minha pica. E ela disse:

— Tá bom, hoje eu realizo tudo que você pedir...

Pffff, minha poronga cresceu num estalo. Avisamos que estávamos estudando. Pra um exame e fomos direto pro hotel. Já no quarto, feito um furacão, a gente tirou a roupa e, sem eu pedir nada, ela se ajoelhou de pernas abertas e enfiou a pica toda de uma vez. Ela engasgou, então eu acalmei ela e falei que ia guiar. Apoiei a mão na nuca dela, por baixo do cabelo, e ela começou a chupar devagar, e eu guiava com a mão, pedindo movimentos circulares, como eu tinha imaginado. Com a outra mão, segurei meu pau pela base, puxei a pele pra trás e fui girando devagar. Ela entendeu e começou a fazer sozinha. Sem ela se soltar, dei passos curtos e sentei na beira da cama. Com a mão na cabeça dela, empurrei pra trás e pra frente, enquanto ela me masturbava sem parar. Ela perguntou: "Tá bom assim, meu amor?" Eu, já sem juízo, sem tirar os pés do chão, deitei as costas na cama e implorei pra ela continuar. Ela disse: "Te faço gozar e depois é minha vez. Onde quer terminar?" Uhhh, fiquei louco e pedi, por favor, na cara. Tava com essa tara guardada. Finalmente os astros se alinharam. Ela continuou chupando até eu sentir que ia explodir. Levantei, e sem ela soltar, ela esticou a língua e um jorro enorme borrou ela toda. Sem engolir, ela abaixou o rosto e saíram mais dois jorros potentes que cobriram o olho e a bochecha dela. Eu tava no céu, pedi pra ela continuar me masturbando até eu ficar em curto-circuito. Depois conto como o resto do dia foi e mostro fotos mais íntimas.

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