Minha timidez e as mulheres da minha família 32
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Minha timideze as mulheres da minha família 31
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Minha timidez e responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras minas me fizeram acordar, mas as circunstâncias abriram meus horizontes.Os dias agitados das provas foram passando, eu fiquei muito ocupado tentando tirar notas boas, como sempre sou muito responsável e queria que o sacrifício da minha mãe trabalhando longe de casa e meus tios me acolhendo na deles não fosse em vão. Minha tia me deixava me concentrar e a maior parte do tempo eu ficava no meu quarto com os cotovelos fincados na mesa. De vez em quando, Ana me trazia um café ou algo para lanchar. Nesses minutos de descanso, eu via a barriguinha dela crescendo e colocava o ouvido colado nela, esperando ouvir meu primo Manuel. Muitas vezes, eu levantava o suéter dela e acariciava os peitos, que aumentavam de tamanho a cada dia. Ela, carinhosamente, me dava um beijo e ia embora, embora me deixasse com o pau duro dentro da calça.
Quando já peguei a última nota, cruzei com a Emi. A garota também estava contente, tinha passado em tudo, não com notas tão boas quanto as minhas, mas passou de ano tranquilamente. Ela me disse que a mãe dela perguntava por mim muitos dias e que ela também sentia falta do dia de praia que a gente tinha tido em família.
Uma manhã, prestes a ir para casa, cruzei com a Tere, minha professora. Agradeci pela nota tão boa que ela tinha me dado, mas ela garantiu que nossos encontros não tinham influenciado em nada, que eu tinha conquistado aquilo na raça. Mas disse que, se tivesse me avaliado na cama, teria me dado "cum laude". A gente riu da piada e, mais séria, ela confessou que sentia minha falta toda noite na cama dela e esperava o próximo ano para continuar a revisão dos temas na casa dela.
Quando já tinha tudo resolvido, liguei para minha mãe. Perguntei se era uma boa ideia ir para a cidade com ela por uns dias de férias. Logicamente, ela disse que ficaria encantada, e eu me organizei para ir uns dias.
Contei para meus tios. Eles acharam perfeito, embora tenham confessado que se sentiriam um pouco sozinhos. Prometi que viria visitá-los de vez em quando.
O Jorge tinha pedido uns dias. Também de férias, então a Ana não ficaria sozinha. De qualquer forma, me ofereci pra vir acompanhar ela se precisasse viajar de repente.
Peguei só o essencial e com minha mala subi no trem. Nesses dias, os vagões iam lotados. Eu tive sorte e sentei do lado da janela. Do meu lado, uma senhora, e na nossa frente uma fileira de assentos abarrotados — até nos corredores o pessoal ia em pé. Eu esperava que, conforme as estações passassem, fosse desafogando, como acabou acontecendo.
A senhora do lado era de meia-idade. Não prestei muita atenção nela no começo. Parecia que tinha vido resolver algum assunto na capital e tava voltando pra casa, porque não levava bagagem, só uma bolsa de mão. No vagão, o ar-condicionado não dava conta do calor que entrava pelas janelas nem do calor dos passageiros, então a senhora tirou um leque da bolsa e começou a se abanar. De vez em quando, me via suado e virava o leque na minha direção. Talvez por isso eu tenha reparado mais nela. Pra ser sincero, não era muito bonita, mas tinha um certo charme: os olhos escuros, a pele morena e o cabelo caindo nos ombros numa juba comprida. Por isso mesmo não tinha notado antes que ela usava uma camisa branca sem mangas, abotoada até quase o pescoço. O que mais me chamou a atenção foram os lábios carnudos, pintados de um batom vermelho brilhante que destacava ainda mais, e as pernas, mesmo enfiadas numa saia abaixo do joelho, dava pra adivinhar que eram torneadas e firmes. Me pareceu ter uns 40 anos, e se vestia com muito bom gosto.
O trem andava devagar, tinha um monte de paradas de subúrbio, a gente ia se renovando.
Depois de uma parada, na hora do trem arrancar, notei que a senhora se apertava contra mim. Me encostei mais na janela pra ela ficar mais confortável, mas ela continuava se esfregando no meu ombro. Fiquei com vergonha de reclamar, mas já tava bem inclinado e ia falar alguma coisa. Ela me olhou com uma cara de preocupação. Fiquei surpreso e ela, com os olhos, apontou pro outro lado dela.
No meio da multidão tinha um homem bem velho, segurando na barra de apoio, e com os balanços do vagão ele se encostava na moça. Fui reparando e, aos poucos, ele grudava no ombro dela. Tava vestindo um agasalho com a calça amarrada por um cordão, e por baixo dava pra ver o volume inconfundível do pau dele. Se fazendo de desentendido, roçava o pacote no braço dela. Ela se afastava e vinha na minha direção, com os olhos me pedindo ajuda. Olhei na cara do velho, mas ele se fazia de distraído, olhando pra outro lado. Dava pra ver claramente a glande por baixo do tecido do agasalho. A mulher não queria fazer escândalo no trem e se calava a duras penas, mesmo quando o homem, com um jornal numa mão, escondeu a outra, que foi passando pelo ombro da garota. Ela me olhava assustada enquanto os dedos iam descendo pelas abas da camisa. Tenho que admitir a habilidade dos dedos do abusado, porque só de tocar nos botões, ele os abriu e deixou metade do sutiã à mostra.
A garota apertava a mão no meu joelho sem parar de me olhar. Eu não sabia o que fazer. Talvez, ingenuamente, pensasse que ele pararia por ali. Mas quando ele encaixou a mão entre os botões da camisa, meteu sem hesitar e puxou a alça do sutiã pra baixo. Foi um movimento rápido, sem dúvida ele tinha muita prática, porque quando tirou a mão, estava segurando a teta da mulher. Tinha abaixado a taça do sutiã e, com a palma da mão, agarrado a teta inteira. Com os dedos apertando o mamilo, puxou ela pra fora da camisa. Ela deu um estremecimento. Eu não sabia se era de vergonha ou medo, mas ela me indicou com o olhar pro ombro dela. Na calça do homem, dava pra ver uma mancha que se espalhava como óleo, molhando o tecido e o ombro da garota. Logo o ombro brilhava e escorria pro cotovelo.
Não aguentei mais. Levantei com a intenção de tirar ele dali e envergonhá-lo na frente de todo mundo, mas com agilidade ele se separou e Aproveitando que as portas se abriram, pulei na plataforma da estação.
A senhora estava limpando a mancha no braço com um lenço de papel quando voltei ao meu assento. Curiosamente, ninguém tinha percebido o caso, então a mulher logo se acalmou, agradeceu pela minha ajuda — embora não desse pra chamar bem assim —, mas pegou o leque de novo e começou a se abanar.
Foi com o vento que ela percebeu que ainda tinha a teta pra fora da camisa. Com o sufoco, só se preocupou em limpar a mancha de porra do braço, e com o calor do vagão não notou a teta solta. Olhou pra ela e viu que o mamilo estava todo vermelho do aperto que o velho tinha dado. Me mostrou, e eu disse que lamentava, enquanto ela passava um pouco de saliva no mamilo e ajeitava ele dentro do sutiã. Não falei nada, mas era um mamilo lindo, escuro, com a auréola grande, do jeito que eu gosto.
Quando o megafone anunciou minha estação, me despedi ao levantar do assento, mas ela disse que também descia ali. Nos cumprimentamos e cada um saiu por uma porta da estação.
Quando cheguei na rua do restaurante da minha tia Júlia, atravessei de propósito pra calçada oposta pra admirar a fachada reformada. Uma placa fluorescente enorme ocupava toda a frente com a ampliação recente, sem dúvida era o melhor da cidade.
Entrei, e uma confusão de gente ocupava todas as mesas da parte mais popular: trabalhadores dos vários polos industriais e pessoas de passagem. Agora a sala era maior e tinha mais mesas. Num lado, se abria outro salão mais luxuoso que se perdia pra dentro — esse era o de maior categoria, com mesas e cadeiras forradas e enfeitadas com flores.
No balcão, as costas da minha mãe, ocupada com a máquina de café, inquieta. De cara vi que tinha mais pessoal no serviço. Lá no fundo, no salão, estava minha tia servindo os clientes mais importantes.
Deixei a maleta num canto e, passando por trás do balcão, peguei minha mãe pela cintura e... Virei e dei um beijo na bochecha dela, mas ela fez questão de que fosse na comissura dos lábios.
Ela sorriu pra mim e voltou pros cafés, eu preparei uma fileira de pratinhos com as colherinhas e os sachês de açúcar pra servir mais rápido, os garçons me agradeceram.
Quando minha tia Júlia chegou no balcão, me deu dois beijos me apertando contra ela, percebi na hora, ela continuava com o costume de não usar sutiã, a verdade é que nem precisava mesmo.
Quando o movimento diminuiu, minha tia veio com a gente, me pegou pela mão e, emocionada, me mostrou as mudanças, tudo era totalmente novo.
Os móveis, as portas, as cortinas, toda a decoração, sem dúvida tinha gastado uma grana, mas não demoraria pra recuperar com juros, era o melhor bar da região.
Ela me contou que teve que contratar mais garçons, tinham duas moças e um rapaz a mais, logo chegou minha prima, vinha de depositar dinheiro no banco, tava com o rosto alegre e linda demais, vestida no estilo dela, bem “cock”, mas segundo minha mãe cochichou, agora ajudava pra caramba no trabalho.
Fiquei com elas quando sentaram pra comer todo o pessoal junto, montaram uma mesa comprida entre todos, saíram a cozinheira e a ajudante, o garçom, as garçonetes e nós quatro, nos servimos a comida uns pros outros, nos tratávamos como família. Minha tia, antes de começar, levantou e foi me apresentando os novatos. Do lado da minha tia tava minha mãe e do outro lado o garçom novo, se chamava Ricardo, gostei dele de cara, era um cara na casa dos trinta e poucos, moreno, cabelo muito bem arrumado, olhos grandes e um sorriso fácil, apertou minha mão de um jeito que me pareceu muito sincero. Do lado dele, a cozinheira, uma senhora um pouco mais velha e com uns quilinhos a mais, a ajudante dela uma moça baixinha e bonachona. Na minha frente, uma garçonete nova, se chamava Raquel, já tinha me chamado a atenção, porque na primeira vez que reparei nela, vi de costas, era muito magra, e de semblante... muito tímido, com uma cabeleira loira, as costas bem estreitas e, embora tivesse a cintura fina, tinha pouco quadril e pouca bunda, a verdade é que, como usavam uniforme todo preto, calça e camisa, não aparentava grande coisa. De frente, me surpreendeu a quantidade de peitos que parecia ter, ou talvez, por eu não estar muito acostumado, me pareciam maiores. A outra garçonete eu já conhecia, se chamava Lourdes, era moreninha e muito vivaz. A colega dela, Encarna, era mais alta e tinha um corpo muito bonito, cabelo longo e preso. Minha prima estava à minha direita, ia maquiada, muito arrumada e comia com muita delicadeza.
Depois de um tempo de silêncio, todos comemos com muito apetite. A cozinheira era muito boa e minha tia tinha pedido que preparasse para a gente a mesma comida que para os clientes. Depois, já mais satisfeitos, começaram os comentários sobre o trabalho e, no final, as brincadeiras entre eles. Eu estava contente, pois, apesar de não ser da empresa, fui muito bem recebido.
Quando subimos à noite, eu e minha mãe, o serviço ainda não tinha terminado completamente, mas, como sempre, era minha tia quem cuidava de atender os clientes mais importantes.
Minha mãe foi me contando as novidades. Ao entrar no quarto dela, me disse que minha tia tinha reservado o quarto do andar de cima para mim, mas, quando contrataram o Ricardo, como ele era de fora e não tinha família, mobiliaram um pouco e ele se instalou com um aluguel simbólico.
Ricardo era um cara muito atraente, com um corpo bonito, muito simpático, de aparência bem máscula e profissionalmente muito eficiente. No começo, a Júlia o contratou para servir as mesas do bar, mas logo o levou com ela e ele passou a servir no restaurante.
Ela me contou a mudança que minha prima tinha dado. Ela já estava integrada no trabalho e, embora fizesse tarefas mais específicas, pelo menos ganhava o salário, além de ajudar a mãe no salão.
Clara me perguntou pela minha tia Ana. Comentei que ela já estava com uma barriguinha bem saliente. Também contei que comentei que a outra irmã dela, a Cris, também tinha vindo visitá-la, não dei mais detalhes. Ela me disse que a Julia queria ir vê-la numa brecha que tivesse no trabalho.
Perguntei pelo Thor, meu cachorro, tava morrendo de vontade de vê-lo. Ela contou que deixaram ele com uma senhora idosa, que morava ali pelo bairro, e que eu não demoraria a vê-lo passar, todo dia ela saía pra passear com ele.
Minha mãe mandou eu tomar um banho, o dia tinha sido quente e no bar o trampo era pesado, enquanto ela foi tirando minha roupa da mala e guardando no armário dela. Quando voltei, ela saiu, tomou um banho rápido, ainda tava com o cabelo molhado quando entrou no quarto. Eu esperava por ela na cama dela, bom... tinha juntado a dela com a minha. Ela abriu a toalha e se deitou do meu lado, a pele dela tava fresca, cheirava a flores silvestres e ainda estava úmida. Não me contou mais fofoca do trabalho, só procurou minha boca e me beijou, abrindo meus lábios e mordendo o de baixo, não parou até achar minha língua e entrelaçar com a dela. Ela tava em cima do meu peito, as mãos dela seguravam meu rosto pra não se perder nele, e a respiração dela tava ofegante, dava pra sentir pelo hálito e pelas batidas do coração que martelavam os peitos dela nos meus.
Ela passou uma perna por cima de mim e continuou me beijando, eu sentia o corpo dela colado no meu, as pernas dela apertando minha cintura e a buceta dela apertando a minha. Minha pica chegava quase no meu umbigo e ela percorria ela toda, abraçando com os lábios, o clitóris eu sentia nas minhas veias inchadas. Ela sussurrou...
- Manu, não goza, pelo amor de deus, quero que a gente goze junto.
A experiência da minha mãe fez o milagre, sentindo na buceta dela as sensações da minha pica, ela afrouxava ou acelerava conforme minhas pulsações. Eu olhava pra ela e ela, de olhos fechados, se concentrava gemendo. Levantou um pouco o quadril e fez minha pica entrar nela, quase não senti diferença, tava tão molhada e quente por dentro quanto por fora, mas ela sentiu, deu um gemido profundo. Suspiro e, depois de várias cavalgadas, ela me deu sinal verde...
- Já, agora, já vai vir, pode gozar dentro se quiser, não tem perigo, enche minha buceta de porra quente, jáááá! Não me deixa sozinha gozando.
Gozei, como ela tinha mandado, foi uma delícia sentir o corpo dela serpentear sobre o meu, as sacudidas dela faziam meu pau afundar ainda mais nela, não parou até meu pinto ir amolecendo, a buceta dela jorrava porra e sucos em abundância, ela deixou a cabeça cair ao lado da minha, dormimos quase na hora, entrelaçados entre as duas camas, quando amanheceu já tínhamos nos separado, minha mãe, sem fazer barulho, separou as camas e me cobriu com o lençol, ela tomou banho e quando voltou pro quarto eu já estava esperando ela na cama, meu pau apontando pro teto, só falei...
- Clara, tô morrendo de vontade de tomar sua buceta no café da manhã.
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Minha timideze as mulheres da minha família 31
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Minha timidez e responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras minas me fizeram acordar, mas as circunstâncias abriram meus horizontes.Os dias agitados das provas foram passando, eu fiquei muito ocupado tentando tirar notas boas, como sempre sou muito responsável e queria que o sacrifício da minha mãe trabalhando longe de casa e meus tios me acolhendo na deles não fosse em vão. Minha tia me deixava me concentrar e a maior parte do tempo eu ficava no meu quarto com os cotovelos fincados na mesa. De vez em quando, Ana me trazia um café ou algo para lanchar. Nesses minutos de descanso, eu via a barriguinha dela crescendo e colocava o ouvido colado nela, esperando ouvir meu primo Manuel. Muitas vezes, eu levantava o suéter dela e acariciava os peitos, que aumentavam de tamanho a cada dia. Ela, carinhosamente, me dava um beijo e ia embora, embora me deixasse com o pau duro dentro da calça.
Quando já peguei a última nota, cruzei com a Emi. A garota também estava contente, tinha passado em tudo, não com notas tão boas quanto as minhas, mas passou de ano tranquilamente. Ela me disse que a mãe dela perguntava por mim muitos dias e que ela também sentia falta do dia de praia que a gente tinha tido em família.
Uma manhã, prestes a ir para casa, cruzei com a Tere, minha professora. Agradeci pela nota tão boa que ela tinha me dado, mas ela garantiu que nossos encontros não tinham influenciado em nada, que eu tinha conquistado aquilo na raça. Mas disse que, se tivesse me avaliado na cama, teria me dado "cum laude". A gente riu da piada e, mais séria, ela confessou que sentia minha falta toda noite na cama dela e esperava o próximo ano para continuar a revisão dos temas na casa dela.
Quando já tinha tudo resolvido, liguei para minha mãe. Perguntei se era uma boa ideia ir para a cidade com ela por uns dias de férias. Logicamente, ela disse que ficaria encantada, e eu me organizei para ir uns dias.
Contei para meus tios. Eles acharam perfeito, embora tenham confessado que se sentiriam um pouco sozinhos. Prometi que viria visitá-los de vez em quando.
O Jorge tinha pedido uns dias. Também de férias, então a Ana não ficaria sozinha. De qualquer forma, me ofereci pra vir acompanhar ela se precisasse viajar de repente.
Peguei só o essencial e com minha mala subi no trem. Nesses dias, os vagões iam lotados. Eu tive sorte e sentei do lado da janela. Do meu lado, uma senhora, e na nossa frente uma fileira de assentos abarrotados — até nos corredores o pessoal ia em pé. Eu esperava que, conforme as estações passassem, fosse desafogando, como acabou acontecendo.
A senhora do lado era de meia-idade. Não prestei muita atenção nela no começo. Parecia que tinha vido resolver algum assunto na capital e tava voltando pra casa, porque não levava bagagem, só uma bolsa de mão. No vagão, o ar-condicionado não dava conta do calor que entrava pelas janelas nem do calor dos passageiros, então a senhora tirou um leque da bolsa e começou a se abanar. De vez em quando, me via suado e virava o leque na minha direção. Talvez por isso eu tenha reparado mais nela. Pra ser sincero, não era muito bonita, mas tinha um certo charme: os olhos escuros, a pele morena e o cabelo caindo nos ombros numa juba comprida. Por isso mesmo não tinha notado antes que ela usava uma camisa branca sem mangas, abotoada até quase o pescoço. O que mais me chamou a atenção foram os lábios carnudos, pintados de um batom vermelho brilhante que destacava ainda mais, e as pernas, mesmo enfiadas numa saia abaixo do joelho, dava pra adivinhar que eram torneadas e firmes. Me pareceu ter uns 40 anos, e se vestia com muito bom gosto.
O trem andava devagar, tinha um monte de paradas de subúrbio, a gente ia se renovando.
Depois de uma parada, na hora do trem arrancar, notei que a senhora se apertava contra mim. Me encostei mais na janela pra ela ficar mais confortável, mas ela continuava se esfregando no meu ombro. Fiquei com vergonha de reclamar, mas já tava bem inclinado e ia falar alguma coisa. Ela me olhou com uma cara de preocupação. Fiquei surpreso e ela, com os olhos, apontou pro outro lado dela.
No meio da multidão tinha um homem bem velho, segurando na barra de apoio, e com os balanços do vagão ele se encostava na moça. Fui reparando e, aos poucos, ele grudava no ombro dela. Tava vestindo um agasalho com a calça amarrada por um cordão, e por baixo dava pra ver o volume inconfundível do pau dele. Se fazendo de desentendido, roçava o pacote no braço dela. Ela se afastava e vinha na minha direção, com os olhos me pedindo ajuda. Olhei na cara do velho, mas ele se fazia de distraído, olhando pra outro lado. Dava pra ver claramente a glande por baixo do tecido do agasalho. A mulher não queria fazer escândalo no trem e se calava a duras penas, mesmo quando o homem, com um jornal numa mão, escondeu a outra, que foi passando pelo ombro da garota. Ela me olhava assustada enquanto os dedos iam descendo pelas abas da camisa. Tenho que admitir a habilidade dos dedos do abusado, porque só de tocar nos botões, ele os abriu e deixou metade do sutiã à mostra.
A garota apertava a mão no meu joelho sem parar de me olhar. Eu não sabia o que fazer. Talvez, ingenuamente, pensasse que ele pararia por ali. Mas quando ele encaixou a mão entre os botões da camisa, meteu sem hesitar e puxou a alça do sutiã pra baixo. Foi um movimento rápido, sem dúvida ele tinha muita prática, porque quando tirou a mão, estava segurando a teta da mulher. Tinha abaixado a taça do sutiã e, com a palma da mão, agarrado a teta inteira. Com os dedos apertando o mamilo, puxou ela pra fora da camisa. Ela deu um estremecimento. Eu não sabia se era de vergonha ou medo, mas ela me indicou com o olhar pro ombro dela. Na calça do homem, dava pra ver uma mancha que se espalhava como óleo, molhando o tecido e o ombro da garota. Logo o ombro brilhava e escorria pro cotovelo.
Não aguentei mais. Levantei com a intenção de tirar ele dali e envergonhá-lo na frente de todo mundo, mas com agilidade ele se separou e Aproveitando que as portas se abriram, pulei na plataforma da estação.
A senhora estava limpando a mancha no braço com um lenço de papel quando voltei ao meu assento. Curiosamente, ninguém tinha percebido o caso, então a mulher logo se acalmou, agradeceu pela minha ajuda — embora não desse pra chamar bem assim —, mas pegou o leque de novo e começou a se abanar.
Foi com o vento que ela percebeu que ainda tinha a teta pra fora da camisa. Com o sufoco, só se preocupou em limpar a mancha de porra do braço, e com o calor do vagão não notou a teta solta. Olhou pra ela e viu que o mamilo estava todo vermelho do aperto que o velho tinha dado. Me mostrou, e eu disse que lamentava, enquanto ela passava um pouco de saliva no mamilo e ajeitava ele dentro do sutiã. Não falei nada, mas era um mamilo lindo, escuro, com a auréola grande, do jeito que eu gosto.
Quando o megafone anunciou minha estação, me despedi ao levantar do assento, mas ela disse que também descia ali. Nos cumprimentamos e cada um saiu por uma porta da estação.
Quando cheguei na rua do restaurante da minha tia Júlia, atravessei de propósito pra calçada oposta pra admirar a fachada reformada. Uma placa fluorescente enorme ocupava toda a frente com a ampliação recente, sem dúvida era o melhor da cidade.
Entrei, e uma confusão de gente ocupava todas as mesas da parte mais popular: trabalhadores dos vários polos industriais e pessoas de passagem. Agora a sala era maior e tinha mais mesas. Num lado, se abria outro salão mais luxuoso que se perdia pra dentro — esse era o de maior categoria, com mesas e cadeiras forradas e enfeitadas com flores.
No balcão, as costas da minha mãe, ocupada com a máquina de café, inquieta. De cara vi que tinha mais pessoal no serviço. Lá no fundo, no salão, estava minha tia servindo os clientes mais importantes.
Deixei a maleta num canto e, passando por trás do balcão, peguei minha mãe pela cintura e... Virei e dei um beijo na bochecha dela, mas ela fez questão de que fosse na comissura dos lábios.
Ela sorriu pra mim e voltou pros cafés, eu preparei uma fileira de pratinhos com as colherinhas e os sachês de açúcar pra servir mais rápido, os garçons me agradeceram.
Quando minha tia Júlia chegou no balcão, me deu dois beijos me apertando contra ela, percebi na hora, ela continuava com o costume de não usar sutiã, a verdade é que nem precisava mesmo.
Quando o movimento diminuiu, minha tia veio com a gente, me pegou pela mão e, emocionada, me mostrou as mudanças, tudo era totalmente novo.
Os móveis, as portas, as cortinas, toda a decoração, sem dúvida tinha gastado uma grana, mas não demoraria pra recuperar com juros, era o melhor bar da região.
Ela me contou que teve que contratar mais garçons, tinham duas moças e um rapaz a mais, logo chegou minha prima, vinha de depositar dinheiro no banco, tava com o rosto alegre e linda demais, vestida no estilo dela, bem “cock”, mas segundo minha mãe cochichou, agora ajudava pra caramba no trabalho.
Fiquei com elas quando sentaram pra comer todo o pessoal junto, montaram uma mesa comprida entre todos, saíram a cozinheira e a ajudante, o garçom, as garçonetes e nós quatro, nos servimos a comida uns pros outros, nos tratávamos como família. Minha tia, antes de começar, levantou e foi me apresentando os novatos. Do lado da minha tia tava minha mãe e do outro lado o garçom novo, se chamava Ricardo, gostei dele de cara, era um cara na casa dos trinta e poucos, moreno, cabelo muito bem arrumado, olhos grandes e um sorriso fácil, apertou minha mão de um jeito que me pareceu muito sincero. Do lado dele, a cozinheira, uma senhora um pouco mais velha e com uns quilinhos a mais, a ajudante dela uma moça baixinha e bonachona. Na minha frente, uma garçonete nova, se chamava Raquel, já tinha me chamado a atenção, porque na primeira vez que reparei nela, vi de costas, era muito magra, e de semblante... muito tímido, com uma cabeleira loira, as costas bem estreitas e, embora tivesse a cintura fina, tinha pouco quadril e pouca bunda, a verdade é que, como usavam uniforme todo preto, calça e camisa, não aparentava grande coisa. De frente, me surpreendeu a quantidade de peitos que parecia ter, ou talvez, por eu não estar muito acostumado, me pareciam maiores. A outra garçonete eu já conhecia, se chamava Lourdes, era moreninha e muito vivaz. A colega dela, Encarna, era mais alta e tinha um corpo muito bonito, cabelo longo e preso. Minha prima estava à minha direita, ia maquiada, muito arrumada e comia com muita delicadeza.
Depois de um tempo de silêncio, todos comemos com muito apetite. A cozinheira era muito boa e minha tia tinha pedido que preparasse para a gente a mesma comida que para os clientes. Depois, já mais satisfeitos, começaram os comentários sobre o trabalho e, no final, as brincadeiras entre eles. Eu estava contente, pois, apesar de não ser da empresa, fui muito bem recebido.
Quando subimos à noite, eu e minha mãe, o serviço ainda não tinha terminado completamente, mas, como sempre, era minha tia quem cuidava de atender os clientes mais importantes.
Minha mãe foi me contando as novidades. Ao entrar no quarto dela, me disse que minha tia tinha reservado o quarto do andar de cima para mim, mas, quando contrataram o Ricardo, como ele era de fora e não tinha família, mobiliaram um pouco e ele se instalou com um aluguel simbólico.
Ricardo era um cara muito atraente, com um corpo bonito, muito simpático, de aparência bem máscula e profissionalmente muito eficiente. No começo, a Júlia o contratou para servir as mesas do bar, mas logo o levou com ela e ele passou a servir no restaurante.
Ela me contou a mudança que minha prima tinha dado. Ela já estava integrada no trabalho e, embora fizesse tarefas mais específicas, pelo menos ganhava o salário, além de ajudar a mãe no salão.
Clara me perguntou pela minha tia Ana. Comentei que ela já estava com uma barriguinha bem saliente. Também contei que comentei que a outra irmã dela, a Cris, também tinha vindo visitá-la, não dei mais detalhes. Ela me disse que a Julia queria ir vê-la numa brecha que tivesse no trabalho.
Perguntei pelo Thor, meu cachorro, tava morrendo de vontade de vê-lo. Ela contou que deixaram ele com uma senhora idosa, que morava ali pelo bairro, e que eu não demoraria a vê-lo passar, todo dia ela saía pra passear com ele.
Minha mãe mandou eu tomar um banho, o dia tinha sido quente e no bar o trampo era pesado, enquanto ela foi tirando minha roupa da mala e guardando no armário dela. Quando voltei, ela saiu, tomou um banho rápido, ainda tava com o cabelo molhado quando entrou no quarto. Eu esperava por ela na cama dela, bom... tinha juntado a dela com a minha. Ela abriu a toalha e se deitou do meu lado, a pele dela tava fresca, cheirava a flores silvestres e ainda estava úmida. Não me contou mais fofoca do trabalho, só procurou minha boca e me beijou, abrindo meus lábios e mordendo o de baixo, não parou até achar minha língua e entrelaçar com a dela. Ela tava em cima do meu peito, as mãos dela seguravam meu rosto pra não se perder nele, e a respiração dela tava ofegante, dava pra sentir pelo hálito e pelas batidas do coração que martelavam os peitos dela nos meus.
Ela passou uma perna por cima de mim e continuou me beijando, eu sentia o corpo dela colado no meu, as pernas dela apertando minha cintura e a buceta dela apertando a minha. Minha pica chegava quase no meu umbigo e ela percorria ela toda, abraçando com os lábios, o clitóris eu sentia nas minhas veias inchadas. Ela sussurrou...
- Manu, não goza, pelo amor de deus, quero que a gente goze junto.
A experiência da minha mãe fez o milagre, sentindo na buceta dela as sensações da minha pica, ela afrouxava ou acelerava conforme minhas pulsações. Eu olhava pra ela e ela, de olhos fechados, se concentrava gemendo. Levantou um pouco o quadril e fez minha pica entrar nela, quase não senti diferença, tava tão molhada e quente por dentro quanto por fora, mas ela sentiu, deu um gemido profundo. Suspiro e, depois de várias cavalgadas, ela me deu sinal verde...
- Já, agora, já vai vir, pode gozar dentro se quiser, não tem perigo, enche minha buceta de porra quente, jáááá! Não me deixa sozinha gozando.
Gozei, como ela tinha mandado, foi uma delícia sentir o corpo dela serpentear sobre o meu, as sacudidas dela faziam meu pau afundar ainda mais nela, não parou até meu pinto ir amolecendo, a buceta dela jorrava porra e sucos em abundância, ela deixou a cabeça cair ao lado da minha, dormimos quase na hora, entrelaçados entre as duas camas, quando amanheceu já tínhamos nos separado, minha mãe, sem fazer barulho, separou as camas e me cobriu com o lençol, ela tomou banho e quando voltou pro quarto eu já estava esperando ela na cama, meu pau apontando pro teto, só falei...
- Clara, tô morrendo de vontade de tomar sua buceta no café da manhã.
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