Já tava saindo há um tempo com meu atual parceiro, Fermín. A real é que as coisas iam bem, mas eu sentia que o relacionamento tava meio estagnado, principalmente na parte sexual. Aqueles momentos intensos do começo estavam acabando, e cada vez mais parecíamos um casal comum. Meus momentos sozinha eu passava vendo vídeos pornô na internet, e aos poucos fui me viciando na temática de sexo em grupo. Muita gente transando, ou melhor, "fornicando pra caralho" era algo que me deixava muito excitada, às vezes eu terminava toda molhada, já sabe, a imaginação é a arma sexual mais poderosa. Nunca imaginei que a ideia de uma orgia pudesse me excitar tanto. Acho que a influência da cultura romana e grega no nosso DNA é muito forte, e naquelas civilizações, tão avançadas pro seu tempo, o sexo em grupo ou a orgia era algo mais que aceito. Um dia, meu atual parceiro descobriu que eu navegava na internet pra ver esse tipo de filme. "Isabel, vi os sites adultos que você visita" — bufff, pensei —, encrenca à vista. Não queria ter treta com meu parceiro. A gente se amava, mas o tédio tava invadindo nossa vida sexual. Pra minha surpresa, Fermín levou numa boa: "Não acho a ideia ruim, mas você podia compartilhar comigo e quem sabe, a gente pode até realizar isso com sexo em grupo." Fiquei estupefata e também aliviada, porque às vezes me sentia culpada vendo esses vídeos pornô. A reação do Fermín foi um presente, isso podia ajudar a gente a crescer como casal. Acho que se o amor é mútuo, junto com a sinceridade, nenhum casal deve se limitar no campo sexual, desde que tudo seja consensual, e uma orgia pode ser algo que a gente precisa experimentar pelo menos uma vez na vida. Fermín, que é bem decidido, me falou que uns amigos iam organizar uma festa de Ano Novo. Geralmente vai gente bem liberal e o pessoal costuma se vestir de forma bem ousada. Às vezes não rola nada, outras vezes sim, depende da química entre o pessoal. Podíamos ter a chance de viver um sexo em grupo. Ela me perguntou se eu queria ir, e eu não hesitei nem por um segundo. Falei que sim, e sentia um tesão danado só de pensar na possibilidade de fazer uma orgia. Chegou o dia esperado, comecei a me arrumar e, bom, vocês já sabem como é difícil pra gente, mulher, escolher a roupa certa. Não sabia se ia muito apelativa, porque tinha engordado um pouco nas festas e algumas roupas me faziam parecer uma putona gordinha. Talvez chamando muito a atenção, mas também não queria ir muito discreta pra não passar despercebida se a gente acabasse fazendo a orgia.ArrayFinalmente acertei com um vestido de lamê bem glamouroso. Ficava bem justo em mim e combinei com umas meias de liga lindas e uns saltos de uns 12 cm. Tava bem gostosa, embora um pouquinho foxy. O Fermín me olhou com cara de satisfação quando me viu, fazia tempo que ele não me olhava com aquela cara tão safada. A gente tava pronta pro sexo em grupo. Chegamos na festa e quem abriu a porta foi um casal mais velho, mas bem atraente. Ele me deu dois beijos bem insinuantes, daquele jeito que a pessoa demora no seu rosto e segurou minha cintura de forma ousada, mas sem encostar na minha bunda. Mmm... Aquilo me excitou pra caralho. A mulher me pegou pela mão e começou a me apresentar pra galera que tava lá. Enquanto me apresentava, eu pensava com quem eu ia querer transar numa orgia. Tudo parecia normal, boas conversas e momentos divertidos. As pessoas que eu tava conhecendo eram bem legais e me faziam sentir à vontade, embora não parecesse que a parada ia virar sexo em grupo ou orgia. Num momento da festa, senti falta do Fermín. Fazia um tempão que eu tinha perdido ele de vista, então perguntei pra uma das anfitriãs onde ele tava. Ela sorriu pra mim e me levou pro andar de cima da casa, abriu uma porta e eu vi ele comendo duas loirinhas de um jeito espetacular. Puta merda, não sabia o que fazer e fiquei paralisada. O Fermín já tava praticando sexo em grupo, que orgia do caralho que ele tava armando. Senti alguém se aproximando por trás e sussurrando no meu ouvido: "Fica tranquila, Isabel, que aqui todo mundo se diverte". Quando me virei, vi um cara jovem, bonito e atraente, não devia ter mais de 30 anos. Ele colocou uma venda nos meus olhos e me levou pela mão. A orgia tava começando. Ele tirou minha roupa e me deixou completamente pelada, só de liga e salto alto. Tava excitadíssima, mas com um pouco de medo, e senti que mais duas pessoas entraram na sala. Eu tava de pé e, por uns segundos de silêncio que pareceram uma eternidade, Eternos, ouvi uma voz bem máscula: "Fermín nos disse que você é bem promíscua, que adora fantasiar sobre sexo em grupo e fazer uma orgia. Vai ter que receber o que merece por ser uma menina tão safada." Aff, essas palavras me assustaram ainda mais, mas eu sentia que minha buceta era uma cachoeira, meu Deus, dava até pra sentir o cheiro do meu melado. Eu estava no cio igual a uma putinha. Alguém começou a beijar minha bunda com uns beijos bem suaves, enquanto começava a explorar com a língua o buraquinho do meu cu. Nunca tinha feito sexo anal e talvez aquilo pudesse doer, mas eu estava tão tesuda que decidi me deixar levar por essa orgia. Aff, enfiaram o dedo e isso me deixou louca, esse sexo em grupo era tudo que eu esperava. Quando eu achava que a brincadeira por trás era o prato principal, outra pessoa começou a beijar meus peitos e mais outra o meu clitóris, era uma loucura total, enquanto sussurravam no meu ouvido coisas bem pesadas sobre sexo em grupo. Eu estava completamente solta e eles decidiram tirar a venda que eu usava. Quando abri os olhos meio atordoada, pude ver três jovens, cada um mais gostoso. Me senti uma verdadeira deusa do prazer, embora para esses três eu parecesse a putinha mais tarada da orgia. Gozei na hora e, sem tempo para me recuperar, um dos caras começou a me penetrar por trás, enquanto batia na minha bunda. Hum... Totalmente entregue ao sexo em grupo, à medida que meus gritos ficavam mais escandalosos, mais gente entrava no quarto para ver a cena da orgia, inclusive o Fermín. E isso me agradou bastante. Outro dos caras começou a me foder, enquanto o outro me obrigava a chupar o pau dele, eu tinha três paus enormes em todos os meus buracos. Acho que gozei mais duas vezes, em uma delas o Fermín me deu um beijo bem romântico, embora tenha se afastado logo para que os três jovens continuassem brincando comigo. Acho que durante toda a festa não parei de ter os peitos duros e o melado estava direto no meu clitóris. Que sensação, meu Deus, amei a orgia. Me deixou a mil. 100 quando dois dos caras se ajoelharam, um chupando meu clitóris e o outro minha bunda, enquanto o terceiro me encarava e ia batendo uma. Parecia uma orgia de cinema. Foi foda, nós dois gozamos quase ao mesmo tempo, e de novo sem tempo pra descanso, um me pegou no colo pra me foder. Eu gritava que nem uma louca, enquanto outro enfiava umas bolinhas no meu cu, achei que ia perder o controle e não conseguia segurar o esfíncter. Como se não bastasse, o terceiro batia de leve nas minhas costas com um chicote, mas ia aumentando a força conforme eu chegava no orgasmo. Foi incrível, quando acabou eu me vi no espelho, tava radiante, dizem que sexo em grupo bom faz muito bem, e com certeza é verdade. Fiquei com cara de felicidade. Na real, não foi a única transa selvagem que eu tive naquela noite, a coisa se estendeu o dia inteiro do primeiro de janeiro. Experimentei de tudo, sexo com mulheres, fui dominadora, também fui submissa, enfim, todas aquelas fantasias que eu tinha visto em vídeo pornô de sexo em grupo e que no fim viram uma orgia de verdade. Fermín e eu pegamos gosto pela coisa do sexo em grupo e hoje em dia ainda vamos cair em festas como a do Ano Novo, que acabam em orgia. Até fazemos coisas mais ousadas, mas isso eu conto outro dia. Você já tentou ir com seu parceiro ou parceira pegar alguém junto, escolher uma mina ou um cara aleatório e seduzir os dois? A gente chama isso de caçada e amamos paquerar uma garota ou um casal pra depois brincar com eles. Mas isso já é outra história...
Já tava saindo há um tempo com meu atual parceiro, Fermín. A real é que as coisas iam bem, mas eu sentia que o relacionamento tava meio estagnado, principalmente na parte sexual. Aqueles momentos intensos do começo estavam acabando, e cada vez mais parecíamos um casal comum. Meus momentos sozinha eu passava vendo vídeos pornô na internet, e aos poucos fui me viciando na temática de sexo em grupo. Muita gente transando, ou melhor, "fornicando pra caralho" era algo que me deixava muito excitada, às vezes eu terminava toda molhada, já sabe, a imaginação é a arma sexual mais poderosa. Nunca imaginei que a ideia de uma orgia pudesse me excitar tanto. Acho que a influência da cultura romana e grega no nosso DNA é muito forte, e naquelas civilizações, tão avançadas pro seu tempo, o sexo em grupo ou a orgia era algo mais que aceito. Um dia, meu atual parceiro descobriu que eu navegava na internet pra ver esse tipo de filme. "Isabel, vi os sites adultos que você visita" — bufff, pensei —, encrenca à vista. Não queria ter treta com meu parceiro. A gente se amava, mas o tédio tava invadindo nossa vida sexual. Pra minha surpresa, Fermín levou numa boa: "Não acho a ideia ruim, mas você podia compartilhar comigo e quem sabe, a gente pode até realizar isso com sexo em grupo." Fiquei estupefata e também aliviada, porque às vezes me sentia culpada vendo esses vídeos pornô. A reação do Fermín foi um presente, isso podia ajudar a gente a crescer como casal. Acho que se o amor é mútuo, junto com a sinceridade, nenhum casal deve se limitar no campo sexual, desde que tudo seja consensual, e uma orgia pode ser algo que a gente precisa experimentar pelo menos uma vez na vida. Fermín, que é bem decidido, me falou que uns amigos iam organizar uma festa de Ano Novo. Geralmente vai gente bem liberal e o pessoal costuma se vestir de forma bem ousada. Às vezes não rola nada, outras vezes sim, depende da química entre o pessoal. Podíamos ter a chance de viver um sexo em grupo. Ela me perguntou se eu queria ir, e eu não hesitei nem por um segundo. Falei que sim, e sentia um tesão danado só de pensar na possibilidade de fazer uma orgia. Chegou o dia esperado, comecei a me arrumar e, bom, vocês já sabem como é difícil pra gente, mulher, escolher a roupa certa. Não sabia se ia muito apelativa, porque tinha engordado um pouco nas festas e algumas roupas me faziam parecer uma putona gordinha. Talvez chamando muito a atenção, mas também não queria ir muito discreta pra não passar despercebida se a gente acabasse fazendo a orgia.ArrayFinalmente acertei com um vestido de lamê bem glamouroso. Ficava bem justo em mim e combinei com umas meias de liga lindas e uns saltos de uns 12 cm. Tava bem gostosa, embora um pouquinho foxy. O Fermín me olhou com cara de satisfação quando me viu, fazia tempo que ele não me olhava com aquela cara tão safada. A gente tava pronta pro sexo em grupo. Chegamos na festa e quem abriu a porta foi um casal mais velho, mas bem atraente. Ele me deu dois beijos bem insinuantes, daquele jeito que a pessoa demora no seu rosto e segurou minha cintura de forma ousada, mas sem encostar na minha bunda. Mmm... Aquilo me excitou pra caralho. A mulher me pegou pela mão e começou a me apresentar pra galera que tava lá. Enquanto me apresentava, eu pensava com quem eu ia querer transar numa orgia. Tudo parecia normal, boas conversas e momentos divertidos. As pessoas que eu tava conhecendo eram bem legais e me faziam sentir à vontade, embora não parecesse que a parada ia virar sexo em grupo ou orgia. Num momento da festa, senti falta do Fermín. Fazia um tempão que eu tinha perdido ele de vista, então perguntei pra uma das anfitriãs onde ele tava. Ela sorriu pra mim e me levou pro andar de cima da casa, abriu uma porta e eu vi ele comendo duas loirinhas de um jeito espetacular. Puta merda, não sabia o que fazer e fiquei paralisada. O Fermín já tava praticando sexo em grupo, que orgia do caralho que ele tava armando. Senti alguém se aproximando por trás e sussurrando no meu ouvido: "Fica tranquila, Isabel, que aqui todo mundo se diverte". Quando me virei, vi um cara jovem, bonito e atraente, não devia ter mais de 30 anos. Ele colocou uma venda nos meus olhos e me levou pela mão. A orgia tava começando. Ele tirou minha roupa e me deixou completamente pelada, só de liga e salto alto. Tava excitadíssima, mas com um pouco de medo, e senti que mais duas pessoas entraram na sala. Eu tava de pé e, por uns segundos de silêncio que pareceram uma eternidade, Eternos, ouvi uma voz bem máscula: "Fermín nos disse que você é bem promíscua, que adora fantasiar sobre sexo em grupo e fazer uma orgia. Vai ter que receber o que merece por ser uma menina tão safada." Aff, essas palavras me assustaram ainda mais, mas eu sentia que minha buceta era uma cachoeira, meu Deus, dava até pra sentir o cheiro do meu melado. Eu estava no cio igual a uma putinha. Alguém começou a beijar minha bunda com uns beijos bem suaves, enquanto começava a explorar com a língua o buraquinho do meu cu. Nunca tinha feito sexo anal e talvez aquilo pudesse doer, mas eu estava tão tesuda que decidi me deixar levar por essa orgia. Aff, enfiaram o dedo e isso me deixou louca, esse sexo em grupo era tudo que eu esperava. Quando eu achava que a brincadeira por trás era o prato principal, outra pessoa começou a beijar meus peitos e mais outra o meu clitóris, era uma loucura total, enquanto sussurravam no meu ouvido coisas bem pesadas sobre sexo em grupo. Eu estava completamente solta e eles decidiram tirar a venda que eu usava. Quando abri os olhos meio atordoada, pude ver três jovens, cada um mais gostoso. Me senti uma verdadeira deusa do prazer, embora para esses três eu parecesse a putinha mais tarada da orgia. Gozei na hora e, sem tempo para me recuperar, um dos caras começou a me penetrar por trás, enquanto batia na minha bunda. Hum... Totalmente entregue ao sexo em grupo, à medida que meus gritos ficavam mais escandalosos, mais gente entrava no quarto para ver a cena da orgia, inclusive o Fermín. E isso me agradou bastante. Outro dos caras começou a me foder, enquanto o outro me obrigava a chupar o pau dele, eu tinha três paus enormes em todos os meus buracos. Acho que gozei mais duas vezes, em uma delas o Fermín me deu um beijo bem romântico, embora tenha se afastado logo para que os três jovens continuassem brincando comigo. Acho que durante toda a festa não parei de ter os peitos duros e o melado estava direto no meu clitóris. Que sensação, meu Deus, amei a orgia. Me deixou a mil. 100 quando dois dos caras se ajoelharam, um chupando meu clitóris e o outro minha bunda, enquanto o terceiro me encarava e ia batendo uma. Parecia uma orgia de cinema. Foi foda, nós dois gozamos quase ao mesmo tempo, e de novo sem tempo pra descanso, um me pegou no colo pra me foder. Eu gritava que nem uma louca, enquanto outro enfiava umas bolinhas no meu cu, achei que ia perder o controle e não conseguia segurar o esfíncter. Como se não bastasse, o terceiro batia de leve nas minhas costas com um chicote, mas ia aumentando a força conforme eu chegava no orgasmo. Foi incrível, quando acabou eu me vi no espelho, tava radiante, dizem que sexo em grupo bom faz muito bem, e com certeza é verdade. Fiquei com cara de felicidade. Na real, não foi a única transa selvagem que eu tive naquela noite, a coisa se estendeu o dia inteiro do primeiro de janeiro. Experimentei de tudo, sexo com mulheres, fui dominadora, também fui submissa, enfim, todas aquelas fantasias que eu tinha visto em vídeo pornô de sexo em grupo e que no fim viram uma orgia de verdade. Fermín e eu pegamos gosto pela coisa do sexo em grupo e hoje em dia ainda vamos cair em festas como a do Ano Novo, que acabam em orgia. Até fazemos coisas mais ousadas, mas isso eu conto outro dia. Você já tentou ir com seu parceiro ou parceira pegar alguém junto, escolher uma mina ou um cara aleatório e seduzir os dois? A gente chama isso de caçada e amamos paquerar uma garota ou um casal pra depois brincar com eles. Mas isso já é outra história...
2 comentários - A melhor suruba da minha vida