Episódios anteriores:
Episódio 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3069555/Las-aventuras-de-Carla-1.htmlEpisódio 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3095175/Las-aventuras-de-Carla-2-Playa-hot.htmlEpisódio 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3101170/Las-aventuras-de-Carla-3.html
Carla saiu da cama e olhou pela janela. O mar refletia o sol do amanhecer e ainda não tinha ninguém na praia. Ela se espreguiçou nua em frente à janela, arqueando as costas, e sentiu os cabelos roçarem suas nádegas. Acariciou os próprios mamilos. Olhou para Andrés, ainda dormindo. Pegou do chão sua calcinha fio-dental minúscula, com estampa de leopardo, e vestiu. Passou a mão pelo púbis; ainda não precisava depilar de novo. Agachou-se ao lado da cama com as coxas abertas e sentiu o fio-dental deslizar sobre o cu. Puxou pra cima, fazendo com que se enterrasse na racha da bunda e entre os grandes lábios. Levantou o lençol e sorriu ao ver a ereção matinal de Andrés; na noite anterior, a viagem de dez horas e o jantar com muita bebida ao encontrar os outros casais na casa tinham cobrado seu preço, e apesar das carícias no chuveiro, os dois tinham caído no sono, nus um ao lado do outro. A glande de Andrés brilhava vermelha como uma lâmpada, pedindo um boquete. Andrés já precisava dar uma aparada na depilação; Carla sentiu uma pulsada no clitóris ao lembrar das picadas na vulva. Esticou a mão pra pesar os ovos dele e ver se também estavam ásperos, mas se conteve, sorrindo de canto. Era cedo; mais tarde... Imaginou, maldosa, Andrés andando nu pela praia de nudismo com uma baita ereção, e a sombra do pau dele caindo na areia.
Decidiu dar uma volta pelo resto da casa. Pegou a camiseta de Andrés, que servia de vestido, mas pensou melhor e deixou cair no chão. Se encontrasse algum madrugador como ela, preferia estar nua. Viu seu corpo magro e moreno refletido no espelho. Levantou as nádegas redondas com as mãos e acariciou os quadris. Adorava se exibir nua. Saiu deixando a porta aberta.
A primeira porta do corredor estava entreaberta e escura. Parece que Ana e Fer tinham baixado a persiana. Saía calor, cheiro de suor e o som Dedos compassados, respirações. A réstia de luz que entrou no quarto quando abriu a porta e enfiou a cabeça só deu pra iluminar as quatro pernas. O único detalhe que dava pra ver era a tatuagem em forma de guirlanda de caveiras no tornozelo da Ana. Ela entrou no banheiro da frente e mijou de porta aberta, olhando pro quarto escuro dos amigos; passou o papel higiênico devagar, do clitóris ao cu, e de novo. Tava ficando com tesão sozinha.
Ela desceu até a cozinha e serviu um copo de água gelada. O copo roçou nos bicos dos peitos, durinhos, eretos, e ela passou ele distraidamente por cima enquanto olhava a piscina pela grande porta de vidro.
—Oi, Carla. Que cedo e que pouca roupa.
Carla levou um susto, mas reconheceu na hora a voz brincalhona da Martika.
—Bom dia, Marti. Não sei se você me ganha — falou ao se virar, e ver que a amiga só vestia uma camiseta regata. Ou melhor dizendo: as alças de uma camiseta. Os peitos grandes, pesados e separados apareciam por baixo da camiseta cortada, e pelos lados, os bicos escuros se marcavam nítidos mesmo com a luz ainda fraca. Martika abriu a geladeira e deixou a luz iluminá-la teatralmente; procurou gelo, levantando os braços mais do que precisava. Um peito escapou completamente do pano curto, e o piercing de aço que atravessava o bico grosso brilhou. Martika se virou com um saco de gelo na mão e deixou ver em todo seu esplendor a linha de pelos tingidos de loiro platinado, terminando numa ponta de flecha que reinava no seu púbis, a uma certa distância da buceta. Depois fechou a geladeira com o quadril.
— Quem fez esse trabalhinhos pra você? — perguntou Carla, não sem inveja dos volumes da amiga e da naturalidade que ela tinha pra ser tão gostosa. A camiseta tinha ficado presa no piercing e não tinha descido de novo. O peito aparecia como pra avisar que o outro ainda estava coberto, e que também tinha piercing.
— A mesma sapatão das tatuagens, quer ver? Acende a luz.
A Martika adorava tatuagens, piercings e essas paradas, e mesmo se segurando bastante, toda vez que se viam desde que largaram o colégio, ela tinha algo novo pra mostrar. Já tava um tempão sem novidades. Quando a Carla acendeu a luz branca e forte da cozinha, a Martika levantou uma perna com toda a elegância.stripperaté a bancada e mostrou a buceta, perfeitamente depilada, com uma borboleta preta e violeta tatuada nos lábios maiores. A trilha de pelos parecia apontar como um letreiro de neon pro inseto desenhado. Sem cerimônia nenhuma, ela esticou os lábios com os dedos e deixou eles pendurados feito uns apêndices rosados estranhos, uma mistura de borboleta com orquídea.
—Fica melhor quando tá molhado… —disse com um sorriso de menina brincando, e o piercing debaixo da boca dela subiu.
—Melhor que o dragão? —perguntou a Carla, maliciosa. A tatuagem estrela da Martika era um dragão chinês enroscado no ombro esquerdo, descendo pela axila e enrolando a língua bifurcada em volta do mamilo do peito que a camiseta ainda escondia. Martika baixou uma mão e começou a se tocar, enfiando uns dois dedos, a um palmo do nariz da Carla, que tinha se abaixado pra olhar; logo se ouviu o suco chapinhando.
—Viu? —disse ela, tirando a mão e lambendo os dedos sem se envergonhar— Agora as cores harmonizam… Minha amiga fez vários testes pra descobrir isso…
De fato, os lábios agora formavam um losango ardente, lilás, sobre o abdômen roxo da borboleta, que parecia agarrá-los com suas patas peludas. A tatuagem era uma obra de arte.
—Mas que *Promiscuous* você é, Marti… —disse Carla, com o cheiro dos sucos da amiga entranhado no nariz. Não quis ficar pra trás: movendo a mão devagar, passou o dedo indicador pela borboleta pra cima e pra baixo, e também o meteu na boca. As duas riram, e Martika falou:
—Espera pra saber de putaria quando eu abrir a bolsa de gelo.
—Não, deixa pra depois, que temos muitos dias, gulosa… Vamos ver antes o Toño e a Luci, tô morrendo de curiosidade. E depois talvez eu entre na piscina pra esfriar essa tesão, mesmo que me foda de frio.
—Tá morrendo de curiosidade e de outra coisa que eu sei, sua safada…
Toño era amigo do Andrés, e embora os quatro casais tivessem se conhecido num clube liberal, Toño e Luci eram os mais novatos nessa parada. Carla e Andrés conheciam a Martika há tempos, porque as duas tinham sido colegas no colégio, e Martika tinha ensinado umas boas coisas pra Carla. Carla sempre lembrava de certa tarde em que ficaram sozinhas, com quatorze anos, e ela descobriu como funcionava o vibrador da mãe… Quando Carla começou a sair com o Andrés, às vezes a Martika tinha se metido na cama deles; nada que estragasse a relação, muito pelo contrário. Depois Martika entrou no mundinho do pornô, e trabalhava dandomostraem clubs liberais em Madrid, Barcelona e Mallorca com o Joachim, o amigo dele; e se não tivesse outra coisa, de garçonete. O Joachim era um alemão que a Carla e o Andrés conheceram numa daquelas férias loucas, transando na praia na frente de todo mundo; mais tarde, quando o apresentaram pra amiga deles por acaso em Barcelona, os laços entre as duas se estreitaram de novo. O Andrés tava encantado, claro.
Agora, junto com a Ana e o Fer, eram clientes fixos deA BomboneraDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. o clube que Martika e Joachim tocavam. Três casais jovens dispostos a tudo em troca só da diversão e da boa vibe sempre esquentavam o clima do lugar.
Os caras sozinhos pagavam uma grana preta só pra dar uma espiada. Numa noite louca daquelas, apareceram Toño e Luci praA Bombonera, com aquele jeito de bons meninos desavisados que acabaram de sair da aula. Andrés reconheceu o Toño —tinham estudado juntos—, e embora depois domostrarDe Martika e Joachim, enquanto todo mundo tava pelado, metido na foda, eles só tinham ficado olhando pros outros casais, se pegando sem tirar a roupa, quando surgiu a ideia da excursão pra Gran Canaria, numa casa que um amigo do Joachim deixava pra ele, eles toparam a viagem. Mais pra ratear os gastos. Então a parada de ficar de olho no casal novo tinha um certo tesão. Principalmente porque na noite anterior, no sorteio dos quartos, o Toño e a Luci tinham ficado com o sofá-cama da sala: não dava pra fechar a porta.
Carla e Martika se aproximaram escondidas da sala; a luz já tava clara. Quando viram o vulto do casal no sofá, a Martika agarrou a tanga da Carla, puxando pra trás pra passar na frente, fazendo ela gemer, e a Carla deu um tapa que foi parar num dos peitos da Martika. Elas riram abafado, enquanto se aproximavam do sofá-cama se agarrando pela cintura.
A Luci, que era magrela e de pele bem branca, dormia abraçada no Toño com a perna por cima do namorado, como se não quisesse que ele escapasse. A Martika se abaixou sobre as nádegas dela, que eram bem empinadas, mal cobertas por umacalcinhae cheirou a rachadura. Levantou o polegar em sinal de vitória.
Carla mal conseguiu segurar o riso. Caso não tivesse ficado claro, Martika começou a fazer gestos indicando “esses dois transaram”, mas então Carla viu que, debaixo da perna branca de Luci, Toño estava completamente nu. Bem, ele tinha a cueca enrolada no tornozelo. O pau dele estava meio ereto e pulsando contra a curva da perna de Luci, saindo de uma moita de pelos pubianos pretos e grossos. Mas não precisava se barbear pra fazer a rola parecer maior. Carla se abaixou e avaliou: sem estar dura de verdade, já era quase do tamanho do antebraço dela, e com certeza tão grossa. Porra, esses quietinhos. Ao se aproximar, torceu o nariz: aquele casal tinha se divertido muito naquela noite, sem dúvida. Com gestos, indicou que aquilo cheirava a sexo anal. Martika se dobrou ao meio, segurando em Carla, prestes a soltar uma gargalhada. O garoto bufou e se virou, e Luci afastou a perna.
— O quê?... — perguntou enquanto entreabria os olhos sem saber onde estava. Ao ver as duas garotas quase morrendo de rir, sentou-se e cobriu os peitos; mas ao ver que elas também estavam quase nuas, afastou o braço, embora não com muita naturalidade. Toño resmungou entre os dentes e virou de bruços. O pau invejável dele se arrastou pelo lençol e ficou aparecendo entre as coxas abertas.
— Que picaço o Toño tem! — sussurrou Martika. — Acho que vocês foram os que mais se divertiram esta noite…
Luci começou a ficar vermelha, mas com um sorriso.
— Não sei…
— Não liga pra essa rabuda do capeta — disse Carla pegando na mão dela. — Ela acabou de se entregar: isso quer dizer que esta noite o Joachim deixou a mangueira pendurada no jardim…
— Bom, pela vontade que você tá, Carlita-Carlota, eu diria que vocês também não…
— Meninas, vamos deixar o Toño dormir e conversar um pouco em outro lugar… quer tomar um banho, Luci? — propôs Carla.
Luci concordou com a cabeça, sem saber se era só um banho acompanhado ou se elas queriam algo mais. Mais. As três foram ao banheiro do quarto principal. No meio da cama, um futon enorme que mal levantava um palmo do chão, dormia Joachim com um travesseiro na cabeça, de barriga pra cima, com braços e pernas abertos. A pica estava sobre os lençóis como uma mangueira longa e mole. O sol passava pela persiana e desenhava linhas no corpo magro e sem pelos dele. Na mesinha de cabeceira, faziam guarda meia dúzia de consolos e vibradores coloridos, arrumados por tamanhos.
— Tá vendo o que eu te falei? — disse Carla pra Luci. — Se a de carne dele funcionasse igual a do teu boy, essa noite não teria precisado tirar a artilharia…
— Que mal comida! — falou Martika, rindo baixinho. — Antes de vir de férias, esse garanhão de Hamburgo trabalhou duro toda noite no palco… e de qualquer jeito, a gente tem mais de um buraco no corpo; cê já sabe, né, gostosa? — disse pra Luci com um sorriso encantador e um beijo no ombro. Luci mal se assustou, e também não se incomodou de sentir os peitos de Martika apertando um pouco mais do que o necessário na pele dela, porque já tava entrando no clima, mas ainda assim foi inocente o bastante pra perguntar:
— Mas… como é que vocês sabem que eu e o Toño…?
Martika e Carla soltaram umas risadinhas sem dizer mais nada, e entraram no banheiro arrastando Luci pelas mãos. O banheiro era espaçoso, e a luz entrava já em abundância por uma janela de vidro branco. Além dos vasos, atrás de um box de vidro, tinha duas cabeças de chuveiro instaladas direto no chão de mosaico com uma inclinação pro ralo, e do outro lado uma hidromassagem que cabia dois casais, três se apertassem. Martika e Carla tiraram a pouca roupa que vestiam, e Luci, depois de um instante de hesitação, deixou a calcinha rosa pastel escorregar até o chão. Pulou pra fora do círculo de pano com um sorriso tímido, admirando os corpos das amigas. Ela, que nem usava os chuveiros comuns da academia porque tinha vergonha… Martika tinha os peitos Grandes, quadris poderosos, cintura fina, tatuagens, piercings, metade da cabeça raspada e o resto da juba tingida. Ela estava passando a mão na buceta enquanto abria as torneiras. Carla era pequena, com a pele morena e o cabelo compridíssimo, embora bem embaraçado; magra, mas curvilínea, com uns quadris e uma bunda cheios, de um formato lindo. Quase não tinha peito, mas os biquinhos pretos dela se erguiam como dedos, e a sua monte de Vênus, completamente raspada, era bem saliente.
—Meninas, que corpos gostosos vocês têm… Já vi vocês no clube naquela noite, e a verdade… tô morrendo de vergonha…
Carla avaliou com calma a Luci. Ela era alta e magra, com o cabelo claro, sem tingir. Tinha um corpo melhor do que parecia, porque não andava com a postura reta. De coluna ereta e uns saltos… Os pelos pubianos eram mais escuros que os da cabeça, mas não pretos. Dava pra ver que nunca tinha depilado, nem a virilha. A mina não tinha muito quadril, mas compensava com uma bundinha empinada e separada. As coxas dela não se fechavam direito e deixavam passar um triângulo de luz. Sem saber por quê, Carla ficou excitada com os dedos dos pés da Luci, longos, delicados. Ela se colocou na frente dela, segurou pelos quadris e o nariz ficou entre os peitinhos pequenos, com um biquinho rosa que mal se via. Tinha um quê de bailarina clássica que cresceu rápido demais.
Ouviram um gemido. Debaixo da água e do vapor, lá estava Martika estirada, se acariciando os biquinhos e a vulva enquanto olhava pra elas.
—Vêm comigo? A água tá quentinha…
Se ensaboaram as três. Carla percebia que a Luci, no fundo, tava assustada, porque era claramente a primeira vez dela com minas, e segurou um pouco a Martika. Começaram lavando a cabeça uma da outra, e ensaboando as costas, e daí foi fácil descer pelas axilas até os peitos. Assim que roçaram neles, a Luci se desmanchou igual pudim e acabaram as três enroscadas numa bagunça masturbatória de pernas e braços apertados. Martika finalmente conseguiu se sentar e fazer a tesoura com Carla enquanto chupava a buceta peluda da Luci, que estava de pé. Carla aproveitou para levantar um pé dela e lamber seus dedos longos e molhados. Luci gemia de êxtase encostada na parede, quando, por baixo do barulho do chuveiro, ouviu-se um som inconfundível: do outro lado do box de vidro, Joachim tinha começado a mijar em arco, de longe, fazendo a água bater no vaso sanitário. As garotas olharam o espetáculo — Luci estava prestes a gozar e não ligava pra mais nada.
Martika se desvencilhou rapidamente das outras e chegou a tempo de segurar a pica do Joachim antes que o jato acabasse. Sacudiu a pica dele, secou com papel e o levou até onde Carla estava enfiando o punho na Luci, deitada no chão; ela estava tão molhada e tão excitada que o punho entrou de uma vez. Carla alternava rapidamente o punho na vagina com os dedos no cu; entravam também sem dificuldade, Luci estava muito tarada e dava pra ver que não era a primeira vez que praticava anal com o namorado.
Joachim beijou ela nos lábios, e depois se abaixou pra beijar a Carla, que lambeu o rosto dele e agarrou a longa rola pendurada com a mão livre. Luci tremia igual liquidificador no punho ereto dele, e esfregava os bicos contra a parede de azulejo. Joachim ficou de cócoras e a Martika se agachou por trás dele, deslizando os peitos pelos ombros e enfiando dois dedos no cu do cara. Carla sentiu na mão como a rola do Joachim reagia. Com um gemido, a Luci se afastou dela, exausta; desmontou da mão da Carla e ficou olhando pra eles, agora tapando os peitos e a buceta. Carla, sem soltar o Joachim, que devia tar bem cansado porque não conseguia ficar duro, começou a lamber o punho que tinha estado dentro da Luci (e, por tabela, também da Martika), encarando ela nos olhos. Luci se ajoelhou do lado dela e começou a massagear os bicos dela sem jeito, sem coragem de beijar ela.
— Belisca eles, puxa! — incentivou a Carla. Martika e Joachim, enquanto isso, tinham começado um 69 tranquilo debaixo do chuveiro, e a Martika olhava pra elas enquanto a cabeça dela subia e descia, esticando a rola borrachenta entre os lábios. Ou a Carla conhecia mal o Joachim, ou naquela hora ele já tinha uma mão dentro da buceta da Martika, dois ou três dedos no cu e a língua no clitóris. Martika soltou a rola murcha e fechou os olhos; depois enfiou a cara na virilha do Joachim, enquanto começava a tremer. Carla se concentrou nas sensações que a Luci causava nos bicos dela, enquanto se masturbava rápido. Com a mão livre, voltou a acariciar a buceta e o cu da Luci. As duas gemeram juntas enquanto gozavam num orgasmo de vários tempos. Depois sentaram pra ver como o Joachim, finalmente, fez a Martika gozar gritando igual uma louca.
Joachim se enxugou e foi embora com poucas palavras e um sorriso; falava pouco espanhol. As meninas ficaram, passando creme hidratante e secando o cabelo. Martika tirou vários pelos da boca, e assim convenceram Luci a depilar a buceta.
Pra começar, as duas juntas apararam aquela selva e deixaram a virilha dela lisinha, com um brasileiro bem sexy. Outro dia limpariam os lábios. Luci se tocou, toda animada.
—O Toño vai pirar quando ver isso…
—Vai, mostra pra ele —disse Martika com um sorriso de orelha a orelha e um tapinha naquela bunda rosada.
Carla subiu pra ver se o Andrés já tinha acordado. Ou a Ana e o Fer. Estranhou que com a bagunça que fizeram no final, eles não tivessem ouvido nada. E claro, ao passar pelo quarto deles, se deparou com a cena: os dois caras estavam metendo forte na Ana. Ela, de quatro, levava o Fer por trás, e chupava o Andrés até o talo. Na hora que Carla parou de braços cruzados na porta, sem muita vontade de entrar porque tinha acabado de tomar banho (e gozado), Fer recuou e com o pau duro curvado igual uma banana, soltou nas nádegas e nas costas da Ana vários jatos de porra, enquanto grunhia olhando pra Carla na porta com uma cara de bobo. Carla se adiantou e tirou o pau do Andrés da boca da Ana com um *plop*!
—Quieto, tarado! A primeira gozada dessas férias vai ser da chefe, e ainda quero ver você com o pau bem duro na praia!
—Mas, tia! Eu tava quase lá!
—Buceta, e eu hoje de manhã tava quase lá e vírgula, e você roncando de pau duro sem acordar! Ana, gostosa, deixa eu guardar ele pra mim? Você já tá bem servida de porra antes do café…
Todos caíram na risada, enquanto Fer trazia uma toalha pra Ana limpar ela. Pra satisfação da Carla, o Andrés desceu pra tomar café da manhã do jeito que tava, pelado e com o pau ainda duro, pulsando e brilhando de saliva.
—É castigo, ou o quê? — perguntou Joachim ao vê-lo, e houve gargalhadas. Martika deu uma sacudida no pau ardente do Andrés e levou um tapa da Carla.
—Por enquanto é só meu! Quero ele duro e a gente vê quando ele gozar! — disse com seu sorriso torto de garota má.
Andrés sentou pra passar manteiga numa torrada e esperar a trepada baixar, com cara de paciência, no meio da zuada dos presentes.
Na mesa da cozinha, Joachim tava de regata preta (e só), Martika usava o sutiã de um minibiquíni de triângulos cobrindo mais ou menos os piercings nos mamilos (e só), e Luci tinha ficado como depois do banho, ou seja, mais pelada que nunca, com a bucetinha depilada, então eles também não quebravam o clima. Joachim jogou a calcinha de oncinha por cima da mesa pra Carla e ela, depois de cheirar com um charme, pendurou no pau do Andrés, mexendo um pouco por baixo da mesa pra ele continuar duro. Apareceu o Toño saindo de um banho rápido, com uma toalha pequena demais enrolada na cintura que abriu quando sentou do lado da Luci. Obviamente, ele tinha gostado do novo arranjo da buceta da namorada; o pau balançava na frente da galera sem vergonha nenhuma, ficando cada vez mais duro. Luci olhou satisfeita e corada, e agarrando bem forte fez ele apontar pra baixo.
—Vê se não passo manteiga e como essa salsicha! — ameaçou Carla com uma faca.
—Te aviso: eles podem querer te deixar assim, no meio, as férias inteiras — disse Andrés entre as risadas dos outros e não sem inveja, ao ver aquele troço.
—Toño, não quer que a gente depile você pra ficar combinando? — falou Martika. —Olha, Joachim e Andrés tão sem um pelo entre o umbigo e o cu, e quando o Fer descer, você vai ver que o vaidoso só deixou o bigodinho do Carlitos em cima da piroca.
Teve risadas, e Toño deu de ombros, "o que você mandar, o que você mandar", dizia pra Luci, que tava toda corada. De menina, entre envergonhada e sem-vergonha, ficava muito bem nela. Aí desceram Ana e Fer com roupa de praia, e foram vaiados por unanimidade. Eles se defenderam:
— Mas pra quê vocês querem ir pra praia de nudismo agora? Ainda não vai ter quase ninguém, e é pra ficar cercado de um monte de velho tarado com saco balançando e uma pelancazinha no lugar do pau vigiando igual urubu. Vamos na cidade buscar informação sobre umas caletas discretas, e depois passamos um tempo na praia “têxtil”… Lá sim a gente pode esquentar o pessoal só de passar… com discrição.
Ana virou mostrando a bunda pra eles, e Fer puxou a tanga rosa-choque que tava por baixo dominishortsvaqueiros: essa tanga apareceria a mais quilômetros do que se ela estivesse pelada.
—Oooh! —exclamou Martika, e bateu palmas. Todos se levantaram para se vestir do jeito mais provocante possível.
Quando voltaram, cada um vestia o maiô mais minúsculo que tinham. As garotas pareciam um catálogo da Wicked Weasel; Martika usava por cima do micro biquíni amarelo neon uma camiseta de rede que mal cobria os quadris, Carla vestia uma calcinha fio dental com babados e um colete jeans aberto no estilo anos noventa, e tinha deixado um sunga para Luci que era, originalmente, um body de aeróbica: deixava toda a costa e a bunda de fora, e nas laterais subia vertiginosamente até se unir só em umas argolas na altura das costelas. Mesmo com o recorte, os pelos pubianos apareciam pelos lados.
Ana tinha tirado a camiseta, e só mostrava o microbiquíni rosa choque aparecendo por baixo do shortinho que sumia devorado entre as nádegas.
A surpresa veio dos caras: Joachim tinha trazido sungas pretas para todo mundo, e eles exibiam o volume e a bunda como num paraíso gay. Fer e Andrés ainda eram mais discretos, com camisetas largas que, pelo menos na frente, disfarçavam; mas Joachim estava com aquela mangueira absurda enrolada numa sunga pequena demais e a regata, e o Toño… a ferramenta do Toño formava um volume enorme de onde aparecia um alegre tufo de pelo preto, e a camiseta curta demais só fazia destacar isso. Luci e Toño se olharam — nunca tinham pensado em sair com aquela pinta —, entre excitados e envergonhados. Martika jogou uma toalha no ombro, pegou a garrafa de bronzeador e, levantando o braço como um general, disse:
— Expedição! Prontos pra esquentar a praia? Vamos nessa!
E todos saíram atrás dela, pra aventura.
[continua…]
Episódio 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3069555/Las-aventuras-de-Carla-1.htmlEpisódio 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3095175/Las-aventuras-de-Carla-2-Playa-hot.htmlEpisódio 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3101170/Las-aventuras-de-Carla-3.html
Carla saiu da cama e olhou pela janela. O mar refletia o sol do amanhecer e ainda não tinha ninguém na praia. Ela se espreguiçou nua em frente à janela, arqueando as costas, e sentiu os cabelos roçarem suas nádegas. Acariciou os próprios mamilos. Olhou para Andrés, ainda dormindo. Pegou do chão sua calcinha fio-dental minúscula, com estampa de leopardo, e vestiu. Passou a mão pelo púbis; ainda não precisava depilar de novo. Agachou-se ao lado da cama com as coxas abertas e sentiu o fio-dental deslizar sobre o cu. Puxou pra cima, fazendo com que se enterrasse na racha da bunda e entre os grandes lábios. Levantou o lençol e sorriu ao ver a ereção matinal de Andrés; na noite anterior, a viagem de dez horas e o jantar com muita bebida ao encontrar os outros casais na casa tinham cobrado seu preço, e apesar das carícias no chuveiro, os dois tinham caído no sono, nus um ao lado do outro. A glande de Andrés brilhava vermelha como uma lâmpada, pedindo um boquete. Andrés já precisava dar uma aparada na depilação; Carla sentiu uma pulsada no clitóris ao lembrar das picadas na vulva. Esticou a mão pra pesar os ovos dele e ver se também estavam ásperos, mas se conteve, sorrindo de canto. Era cedo; mais tarde... Imaginou, maldosa, Andrés andando nu pela praia de nudismo com uma baita ereção, e a sombra do pau dele caindo na areia. Decidiu dar uma volta pelo resto da casa. Pegou a camiseta de Andrés, que servia de vestido, mas pensou melhor e deixou cair no chão. Se encontrasse algum madrugador como ela, preferia estar nua. Viu seu corpo magro e moreno refletido no espelho. Levantou as nádegas redondas com as mãos e acariciou os quadris. Adorava se exibir nua. Saiu deixando a porta aberta.
A primeira porta do corredor estava entreaberta e escura. Parece que Ana e Fer tinham baixado a persiana. Saía calor, cheiro de suor e o som Dedos compassados, respirações. A réstia de luz que entrou no quarto quando abriu a porta e enfiou a cabeça só deu pra iluminar as quatro pernas. O único detalhe que dava pra ver era a tatuagem em forma de guirlanda de caveiras no tornozelo da Ana. Ela entrou no banheiro da frente e mijou de porta aberta, olhando pro quarto escuro dos amigos; passou o papel higiênico devagar, do clitóris ao cu, e de novo. Tava ficando com tesão sozinha.
Ela desceu até a cozinha e serviu um copo de água gelada. O copo roçou nos bicos dos peitos, durinhos, eretos, e ela passou ele distraidamente por cima enquanto olhava a piscina pela grande porta de vidro. —Oi, Carla. Que cedo e que pouca roupa.
Carla levou um susto, mas reconheceu na hora a voz brincalhona da Martika.
—Bom dia, Marti. Não sei se você me ganha — falou ao se virar, e ver que a amiga só vestia uma camiseta regata. Ou melhor dizendo: as alças de uma camiseta. Os peitos grandes, pesados e separados apareciam por baixo da camiseta cortada, e pelos lados, os bicos escuros se marcavam nítidos mesmo com a luz ainda fraca. Martika abriu a geladeira e deixou a luz iluminá-la teatralmente; procurou gelo, levantando os braços mais do que precisava. Um peito escapou completamente do pano curto, e o piercing de aço que atravessava o bico grosso brilhou. Martika se virou com um saco de gelo na mão e deixou ver em todo seu esplendor a linha de pelos tingidos de loiro platinado, terminando numa ponta de flecha que reinava no seu púbis, a uma certa distância da buceta. Depois fechou a geladeira com o quadril.
— Quem fez esse trabalhinhos pra você? — perguntou Carla, não sem inveja dos volumes da amiga e da naturalidade que ela tinha pra ser tão gostosa. A camiseta tinha ficado presa no piercing e não tinha descido de novo. O peito aparecia como pra avisar que o outro ainda estava coberto, e que também tinha piercing. — A mesma sapatão das tatuagens, quer ver? Acende a luz.
A Martika adorava tatuagens, piercings e essas paradas, e mesmo se segurando bastante, toda vez que se viam desde que largaram o colégio, ela tinha algo novo pra mostrar. Já tava um tempão sem novidades. Quando a Carla acendeu a luz branca e forte da cozinha, a Martika levantou uma perna com toda a elegância.stripperaté a bancada e mostrou a buceta, perfeitamente depilada, com uma borboleta preta e violeta tatuada nos lábios maiores. A trilha de pelos parecia apontar como um letreiro de neon pro inseto desenhado. Sem cerimônia nenhuma, ela esticou os lábios com os dedos e deixou eles pendurados feito uns apêndices rosados estranhos, uma mistura de borboleta com orquídea.
—Fica melhor quando tá molhado… —disse com um sorriso de menina brincando, e o piercing debaixo da boca dela subiu.
—Melhor que o dragão? —perguntou a Carla, maliciosa. A tatuagem estrela da Martika era um dragão chinês enroscado no ombro esquerdo, descendo pela axila e enrolando a língua bifurcada em volta do mamilo do peito que a camiseta ainda escondia. Martika baixou uma mão e começou a se tocar, enfiando uns dois dedos, a um palmo do nariz da Carla, que tinha se abaixado pra olhar; logo se ouviu o suco chapinhando.
—Viu? —disse ela, tirando a mão e lambendo os dedos sem se envergonhar— Agora as cores harmonizam… Minha amiga fez vários testes pra descobrir isso… De fato, os lábios agora formavam um losango ardente, lilás, sobre o abdômen roxo da borboleta, que parecia agarrá-los com suas patas peludas. A tatuagem era uma obra de arte.
—Mas que *Promiscuous* você é, Marti… —disse Carla, com o cheiro dos sucos da amiga entranhado no nariz. Não quis ficar pra trás: movendo a mão devagar, passou o dedo indicador pela borboleta pra cima e pra baixo, e também o meteu na boca. As duas riram, e Martika falou:
—Espera pra saber de putaria quando eu abrir a bolsa de gelo.
—Não, deixa pra depois, que temos muitos dias, gulosa… Vamos ver antes o Toño e a Luci, tô morrendo de curiosidade. E depois talvez eu entre na piscina pra esfriar essa tesão, mesmo que me foda de frio.
—Tá morrendo de curiosidade e de outra coisa que eu sei, sua safada…
Toño era amigo do Andrés, e embora os quatro casais tivessem se conhecido num clube liberal, Toño e Luci eram os mais novatos nessa parada. Carla e Andrés conheciam a Martika há tempos, porque as duas tinham sido colegas no colégio, e Martika tinha ensinado umas boas coisas pra Carla. Carla sempre lembrava de certa tarde em que ficaram sozinhas, com quatorze anos, e ela descobriu como funcionava o vibrador da mãe… Quando Carla começou a sair com o Andrés, às vezes a Martika tinha se metido na cama deles; nada que estragasse a relação, muito pelo contrário. Depois Martika entrou no mundinho do pornô, e trabalhava dandomostraem clubs liberais em Madrid, Barcelona e Mallorca com o Joachim, o amigo dele; e se não tivesse outra coisa, de garçonete. O Joachim era um alemão que a Carla e o Andrés conheceram numa daquelas férias loucas, transando na praia na frente de todo mundo; mais tarde, quando o apresentaram pra amiga deles por acaso em Barcelona, os laços entre as duas se estreitaram de novo. O Andrés tava encantado, claro.
Agora, junto com a Ana e o Fer, eram clientes fixos deA BomboneraDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. o clube que Martika e Joachim tocavam. Três casais jovens dispostos a tudo em troca só da diversão e da boa vibe sempre esquentavam o clima do lugar.
Os caras sozinhos pagavam uma grana preta só pra dar uma espiada. Numa noite louca daquelas, apareceram Toño e Luci praA Bombonera, com aquele jeito de bons meninos desavisados que acabaram de sair da aula. Andrés reconheceu o Toño —tinham estudado juntos—, e embora depois domostrarDe Martika e Joachim, enquanto todo mundo tava pelado, metido na foda, eles só tinham ficado olhando pros outros casais, se pegando sem tirar a roupa, quando surgiu a ideia da excursão pra Gran Canaria, numa casa que um amigo do Joachim deixava pra ele, eles toparam a viagem. Mais pra ratear os gastos. Então a parada de ficar de olho no casal novo tinha um certo tesão. Principalmente porque na noite anterior, no sorteio dos quartos, o Toño e a Luci tinham ficado com o sofá-cama da sala: não dava pra fechar a porta.
Carla e Martika se aproximaram escondidas da sala; a luz já tava clara. Quando viram o vulto do casal no sofá, a Martika agarrou a tanga da Carla, puxando pra trás pra passar na frente, fazendo ela gemer, e a Carla deu um tapa que foi parar num dos peitos da Martika. Elas riram abafado, enquanto se aproximavam do sofá-cama se agarrando pela cintura.
A Luci, que era magrela e de pele bem branca, dormia abraçada no Toño com a perna por cima do namorado, como se não quisesse que ele escapasse. A Martika se abaixou sobre as nádegas dela, que eram bem empinadas, mal cobertas por umacalcinhae cheirou a rachadura. Levantou o polegar em sinal de vitória.
Carla mal conseguiu segurar o riso. Caso não tivesse ficado claro, Martika começou a fazer gestos indicando “esses dois transaram”, mas então Carla viu que, debaixo da perna branca de Luci, Toño estava completamente nu. Bem, ele tinha a cueca enrolada no tornozelo. O pau dele estava meio ereto e pulsando contra a curva da perna de Luci, saindo de uma moita de pelos pubianos pretos e grossos. Mas não precisava se barbear pra fazer a rola parecer maior. Carla se abaixou e avaliou: sem estar dura de verdade, já era quase do tamanho do antebraço dela, e com certeza tão grossa. Porra, esses quietinhos. Ao se aproximar, torceu o nariz: aquele casal tinha se divertido muito naquela noite, sem dúvida. Com gestos, indicou que aquilo cheirava a sexo anal. Martika se dobrou ao meio, segurando em Carla, prestes a soltar uma gargalhada. O garoto bufou e se virou, e Luci afastou a perna.
— O quê?... — perguntou enquanto entreabria os olhos sem saber onde estava. Ao ver as duas garotas quase morrendo de rir, sentou-se e cobriu os peitos; mas ao ver que elas também estavam quase nuas, afastou o braço, embora não com muita naturalidade. Toño resmungou entre os dentes e virou de bruços. O pau invejável dele se arrastou pelo lençol e ficou aparecendo entre as coxas abertas.
— Que picaço o Toño tem! — sussurrou Martika. — Acho que vocês foram os que mais se divertiram esta noite…
Luci começou a ficar vermelha, mas com um sorriso.
— Não sei…
— Não liga pra essa rabuda do capeta — disse Carla pegando na mão dela. — Ela acabou de se entregar: isso quer dizer que esta noite o Joachim deixou a mangueira pendurada no jardim…
— Bom, pela vontade que você tá, Carlita-Carlota, eu diria que vocês também não…
— Meninas, vamos deixar o Toño dormir e conversar um pouco em outro lugar… quer tomar um banho, Luci? — propôs Carla.
Luci concordou com a cabeça, sem saber se era só um banho acompanhado ou se elas queriam algo mais. Mais. As três foram ao banheiro do quarto principal. No meio da cama, um futon enorme que mal levantava um palmo do chão, dormia Joachim com um travesseiro na cabeça, de barriga pra cima, com braços e pernas abertos. A pica estava sobre os lençóis como uma mangueira longa e mole. O sol passava pela persiana e desenhava linhas no corpo magro e sem pelos dele. Na mesinha de cabeceira, faziam guarda meia dúzia de consolos e vibradores coloridos, arrumados por tamanhos.
— Tá vendo o que eu te falei? — disse Carla pra Luci. — Se a de carne dele funcionasse igual a do teu boy, essa noite não teria precisado tirar a artilharia…
— Que mal comida! — falou Martika, rindo baixinho. — Antes de vir de férias, esse garanhão de Hamburgo trabalhou duro toda noite no palco… e de qualquer jeito, a gente tem mais de um buraco no corpo; cê já sabe, né, gostosa? — disse pra Luci com um sorriso encantador e um beijo no ombro. Luci mal se assustou, e também não se incomodou de sentir os peitos de Martika apertando um pouco mais do que o necessário na pele dela, porque já tava entrando no clima, mas ainda assim foi inocente o bastante pra perguntar:
— Mas… como é que vocês sabem que eu e o Toño…?
Martika e Carla soltaram umas risadinhas sem dizer mais nada, e entraram no banheiro arrastando Luci pelas mãos. O banheiro era espaçoso, e a luz entrava já em abundância por uma janela de vidro branco. Além dos vasos, atrás de um box de vidro, tinha duas cabeças de chuveiro instaladas direto no chão de mosaico com uma inclinação pro ralo, e do outro lado uma hidromassagem que cabia dois casais, três se apertassem. Martika e Carla tiraram a pouca roupa que vestiam, e Luci, depois de um instante de hesitação, deixou a calcinha rosa pastel escorregar até o chão. Pulou pra fora do círculo de pano com um sorriso tímido, admirando os corpos das amigas. Ela, que nem usava os chuveiros comuns da academia porque tinha vergonha… Martika tinha os peitos Grandes, quadris poderosos, cintura fina, tatuagens, piercings, metade da cabeça raspada e o resto da juba tingida. Ela estava passando a mão na buceta enquanto abria as torneiras. Carla era pequena, com a pele morena e o cabelo compridíssimo, embora bem embaraçado; magra, mas curvilínea, com uns quadris e uma bunda cheios, de um formato lindo. Quase não tinha peito, mas os biquinhos pretos dela se erguiam como dedos, e a sua monte de Vênus, completamente raspada, era bem saliente.
—Meninas, que corpos gostosos vocês têm… Já vi vocês no clube naquela noite, e a verdade… tô morrendo de vergonha…
Carla avaliou com calma a Luci. Ela era alta e magra, com o cabelo claro, sem tingir. Tinha um corpo melhor do que parecia, porque não andava com a postura reta. De coluna ereta e uns saltos… Os pelos pubianos eram mais escuros que os da cabeça, mas não pretos. Dava pra ver que nunca tinha depilado, nem a virilha. A mina não tinha muito quadril, mas compensava com uma bundinha empinada e separada. As coxas dela não se fechavam direito e deixavam passar um triângulo de luz. Sem saber por quê, Carla ficou excitada com os dedos dos pés da Luci, longos, delicados. Ela se colocou na frente dela, segurou pelos quadris e o nariz ficou entre os peitinhos pequenos, com um biquinho rosa que mal se via. Tinha um quê de bailarina clássica que cresceu rápido demais.
Ouviram um gemido. Debaixo da água e do vapor, lá estava Martika estirada, se acariciando os biquinhos e a vulva enquanto olhava pra elas.
—Vêm comigo? A água tá quentinha…
Se ensaboaram as três. Carla percebia que a Luci, no fundo, tava assustada, porque era claramente a primeira vez dela com minas, e segurou um pouco a Martika. Começaram lavando a cabeça uma da outra, e ensaboando as costas, e daí foi fácil descer pelas axilas até os peitos. Assim que roçaram neles, a Luci se desmanchou igual pudim e acabaram as três enroscadas numa bagunça masturbatória de pernas e braços apertados. Martika finalmente conseguiu se sentar e fazer a tesoura com Carla enquanto chupava a buceta peluda da Luci, que estava de pé. Carla aproveitou para levantar um pé dela e lamber seus dedos longos e molhados. Luci gemia de êxtase encostada na parede, quando, por baixo do barulho do chuveiro, ouviu-se um som inconfundível: do outro lado do box de vidro, Joachim tinha começado a mijar em arco, de longe, fazendo a água bater no vaso sanitário. As garotas olharam o espetáculo — Luci estava prestes a gozar e não ligava pra mais nada.
Martika se desvencilhou rapidamente das outras e chegou a tempo de segurar a pica do Joachim antes que o jato acabasse. Sacudiu a pica dele, secou com papel e o levou até onde Carla estava enfiando o punho na Luci, deitada no chão; ela estava tão molhada e tão excitada que o punho entrou de uma vez. Carla alternava rapidamente o punho na vagina com os dedos no cu; entravam também sem dificuldade, Luci estava muito tarada e dava pra ver que não era a primeira vez que praticava anal com o namorado.
Joachim beijou ela nos lábios, e depois se abaixou pra beijar a Carla, que lambeu o rosto dele e agarrou a longa rola pendurada com a mão livre. Luci tremia igual liquidificador no punho ereto dele, e esfregava os bicos contra a parede de azulejo. Joachim ficou de cócoras e a Martika se agachou por trás dele, deslizando os peitos pelos ombros e enfiando dois dedos no cu do cara. Carla sentiu na mão como a rola do Joachim reagia. Com um gemido, a Luci se afastou dela, exausta; desmontou da mão da Carla e ficou olhando pra eles, agora tapando os peitos e a buceta. Carla, sem soltar o Joachim, que devia tar bem cansado porque não conseguia ficar duro, começou a lamber o punho que tinha estado dentro da Luci (e, por tabela, também da Martika), encarando ela nos olhos. Luci se ajoelhou do lado dela e começou a massagear os bicos dela sem jeito, sem coragem de beijar ela. — Belisca eles, puxa! — incentivou a Carla. Martika e Joachim, enquanto isso, tinham começado um 69 tranquilo debaixo do chuveiro, e a Martika olhava pra elas enquanto a cabeça dela subia e descia, esticando a rola borrachenta entre os lábios. Ou a Carla conhecia mal o Joachim, ou naquela hora ele já tinha uma mão dentro da buceta da Martika, dois ou três dedos no cu e a língua no clitóris. Martika soltou a rola murcha e fechou os olhos; depois enfiou a cara na virilha do Joachim, enquanto começava a tremer. Carla se concentrou nas sensações que a Luci causava nos bicos dela, enquanto se masturbava rápido. Com a mão livre, voltou a acariciar a buceta e o cu da Luci. As duas gemeram juntas enquanto gozavam num orgasmo de vários tempos. Depois sentaram pra ver como o Joachim, finalmente, fez a Martika gozar gritando igual uma louca.

Joachim se enxugou e foi embora com poucas palavras e um sorriso; falava pouco espanhol. As meninas ficaram, passando creme hidratante e secando o cabelo. Martika tirou vários pelos da boca, e assim convenceram Luci a depilar a buceta.Pra começar, as duas juntas apararam aquela selva e deixaram a virilha dela lisinha, com um brasileiro bem sexy. Outro dia limpariam os lábios. Luci se tocou, toda animada.
—O Toño vai pirar quando ver isso…
—Vai, mostra pra ele —disse Martika com um sorriso de orelha a orelha e um tapinha naquela bunda rosada.
Carla subiu pra ver se o Andrés já tinha acordado. Ou a Ana e o Fer. Estranhou que com a bagunça que fizeram no final, eles não tivessem ouvido nada. E claro, ao passar pelo quarto deles, se deparou com a cena: os dois caras estavam metendo forte na Ana. Ela, de quatro, levava o Fer por trás, e chupava o Andrés até o talo. Na hora que Carla parou de braços cruzados na porta, sem muita vontade de entrar porque tinha acabado de tomar banho (e gozado), Fer recuou e com o pau duro curvado igual uma banana, soltou nas nádegas e nas costas da Ana vários jatos de porra, enquanto grunhia olhando pra Carla na porta com uma cara de bobo. Carla se adiantou e tirou o pau do Andrés da boca da Ana com um *plop*!
—Quieto, tarado! A primeira gozada dessas férias vai ser da chefe, e ainda quero ver você com o pau bem duro na praia!
—Mas, tia! Eu tava quase lá!
—Buceta, e eu hoje de manhã tava quase lá e vírgula, e você roncando de pau duro sem acordar! Ana, gostosa, deixa eu guardar ele pra mim? Você já tá bem servida de porra antes do café…
Todos caíram na risada, enquanto Fer trazia uma toalha pra Ana limpar ela. Pra satisfação da Carla, o Andrés desceu pra tomar café da manhã do jeito que tava, pelado e com o pau ainda duro, pulsando e brilhando de saliva.
—É castigo, ou o quê? — perguntou Joachim ao vê-lo, e houve gargalhadas. Martika deu uma sacudida no pau ardente do Andrés e levou um tapa da Carla.
—Por enquanto é só meu! Quero ele duro e a gente vê quando ele gozar! — disse com seu sorriso torto de garota má.
Andrés sentou pra passar manteiga numa torrada e esperar a trepada baixar, com cara de paciência, no meio da zuada dos presentes.
Na mesa da cozinha, Joachim tava de regata preta (e só), Martika usava o sutiã de um minibiquíni de triângulos cobrindo mais ou menos os piercings nos mamilos (e só), e Luci tinha ficado como depois do banho, ou seja, mais pelada que nunca, com a bucetinha depilada, então eles também não quebravam o clima. Joachim jogou a calcinha de oncinha por cima da mesa pra Carla e ela, depois de cheirar com um charme, pendurou no pau do Andrés, mexendo um pouco por baixo da mesa pra ele continuar duro. Apareceu o Toño saindo de um banho rápido, com uma toalha pequena demais enrolada na cintura que abriu quando sentou do lado da Luci. Obviamente, ele tinha gostado do novo arranjo da buceta da namorada; o pau balançava na frente da galera sem vergonha nenhuma, ficando cada vez mais duro. Luci olhou satisfeita e corada, e agarrando bem forte fez ele apontar pra baixo.
—Vê se não passo manteiga e como essa salsicha! — ameaçou Carla com uma faca.
—Te aviso: eles podem querer te deixar assim, no meio, as férias inteiras — disse Andrés entre as risadas dos outros e não sem inveja, ao ver aquele troço.
—Toño, não quer que a gente depile você pra ficar combinando? — falou Martika. —Olha, Joachim e Andrés tão sem um pelo entre o umbigo e o cu, e quando o Fer descer, você vai ver que o vaidoso só deixou o bigodinho do Carlitos em cima da piroca.
Teve risadas, e Toño deu de ombros, "o que você mandar, o que você mandar", dizia pra Luci, que tava toda corada. De menina, entre envergonhada e sem-vergonha, ficava muito bem nela. Aí desceram Ana e Fer com roupa de praia, e foram vaiados por unanimidade. Eles se defenderam:
— Mas pra quê vocês querem ir pra praia de nudismo agora? Ainda não vai ter quase ninguém, e é pra ficar cercado de um monte de velho tarado com saco balançando e uma pelancazinha no lugar do pau vigiando igual urubu. Vamos na cidade buscar informação sobre umas caletas discretas, e depois passamos um tempo na praia “têxtil”… Lá sim a gente pode esquentar o pessoal só de passar… com discrição.
Ana virou mostrando a bunda pra eles, e Fer puxou a tanga rosa-choque que tava por baixo dominishortsvaqueiros: essa tanga apareceria a mais quilômetros do que se ela estivesse pelada.
—Oooh! —exclamou Martika, e bateu palmas. Todos se levantaram para se vestir do jeito mais provocante possível. Quando voltaram, cada um vestia o maiô mais minúsculo que tinham. As garotas pareciam um catálogo da Wicked Weasel; Martika usava por cima do micro biquíni amarelo neon uma camiseta de rede que mal cobria os quadris, Carla vestia uma calcinha fio dental com babados e um colete jeans aberto no estilo anos noventa, e tinha deixado um sunga para Luci que era, originalmente, um body de aeróbica: deixava toda a costa e a bunda de fora, e nas laterais subia vertiginosamente até se unir só em umas argolas na altura das costelas. Mesmo com o recorte, os pelos pubianos apareciam pelos lados.
Ana tinha tirado a camiseta, e só mostrava o microbiquíni rosa choque aparecendo por baixo do shortinho que sumia devorado entre as nádegas.A surpresa veio dos caras: Joachim tinha trazido sungas pretas para todo mundo, e eles exibiam o volume e a bunda como num paraíso gay. Fer e Andrés ainda eram mais discretos, com camisetas largas que, pelo menos na frente, disfarçavam; mas Joachim estava com aquela mangueira absurda enrolada numa sunga pequena demais e a regata, e o Toño… a ferramenta do Toño formava um volume enorme de onde aparecia um alegre tufo de pelo preto, e a camiseta curta demais só fazia destacar isso. Luci e Toño se olharam — nunca tinham pensado em sair com aquela pinta —, entre excitados e envergonhados. Martika jogou uma toalha no ombro, pegou a garrafa de bronzeador e, levantando o braço como um general, disse:
— Expedição! Prontos pra esquentar a praia? Vamos nessa!
E todos saíram atrás dela, pra aventura.
[continua…]
2 comentários - As aventuras de Carla, 4. Três verões depois.