Filho sonâmbulo, mamãe safada

A mulher, mesmo assim, se aproximou pra tentar abrir a porta, mas desistiu quando ouviu o vento assobiando forte. Não tinha acontecido nada, simplesmente a porta tinha batido por causa da corrente de ar que percorria a casa.
Um pouco aliviada, Marta se virou pra voltar pro lugar onde ia dormir naquela noite. Deitou no sofá e se cobriu um pouco pra não pegar frio com o vento que tinha se levantado, mas outra coisa perturbou Marta de novo: uns passos no corredor que ligava a sala ao quarto dela.
Marta aguçou a audição, porque os passos eram muito silenciosos, como se quem estivesse andando estivesse descalço, mas não tinha dúvida de que estavam se aproximando. A mulher imaginou que era o filho dela, que costumava sair toda noite pra ir ao banheiro ou à cozinha pegar algo pra comer, mas preferiu ficar acordada pra ter certeza de que era ele.
Marta conseguiu ver da posição dela a silhueta do filho. Era um rapaz bem mais alto que a média, de corpo magro e pele bem clara, porque Juan, que era o nome dele, não costumava sair muito. Apesar da escuridão estar bem forte, Marta conseguiu perceber que a única roupa que o filho vestia era uma cueca, o que chamou a atenção dela, já que Juan era um garoto super tímido.
– Da próxima vez que for ao banheiro, tenta deixar as portas fechadas – falou a mulher em voz baixa, mas depois de alguns segundos não recebeu resposta nenhuma.
Marta, irritada por o filho ignorar ela, se levantou pra acender a luz e lá estava Juan, vestido só de cueca e andando com os olhos fechados. O filho dela era sonâmbulo. Marta não sabia muito sobre o assunto, mas tinha certeza de que não devia acordar ele.
A mulher, com medo de perturbá-lo, ficou parada no canto do cômodo onde estava, observando curiosa a reação do filho, já que nunca tinha visto ninguém naquele estado. O garoto Ela se moveu lentamente pela sala em direção à porta que dava para o quarto dele, mas quando chegou na altura onde a mãe estava, parou. Marta tentou se afastar do caminho do filho o mais devagar possível para não chamar a atenção dele e ele seguir seu rumo até a cama, mas o sonâmbulo não deixou passar a presença da mãe e esticou os braços para colocar uma mão em cada ombro da mulher, o que a deixou nervosa, ela não sabia o que uma pessoa podia fazer e isso fez o coração dela começar a bater forte.

Depois de alguns segundos com as mãos perto do pescoço de Marta, Juan começou a descê-las lenta e suavemente, fazendo a mulher relaxar um pouco e começar a dar passos lentos para trás, tentando se afastar das mãos do filho, mas a mulher não conseguiu, porque quando os dedos do rapaz chegaram nos peitos dela, não hesitaram em dar um aperto bem forte que a obrigou a parar de novo e levar as mãos à boca para não gritar.

O garoto continuou apertando os peitos grandes, macios e quentes da mãe com força por alguns instantes, até que finalmente ficou um pouco mais delicado, e a mulher aproveitou para dar uns passos para trás na esperança de que o filho parasse. Juan tentou reencontrar as tetas da mãe, mas a tentativa foi inútil, porque Marta, assim que se livrou do filho, tinha se afastado dele mais alguns passos, ficando numa posição de onde podia ver o rosto de desejo do descendente e a imponente ereção que tinha crescido entre as pernas dele, deixando aparecer por cima da cueca um pau grosso coroado com uma glande arroxeada, louca por sexo.

Marta observou um pouco angustiada a reação do filho, que continuava procurando as tetas que tinha tido entre as mãos, sabia que se o marido acordasse e encontrasse o filho naquele estado, não seria tão precavida quanto ela. Por sorte, Juan tomou o caminho do quarto dele pouco tempo depois. Ela se jogou de novo no sofá uns minutos depois que o filho saiu da sala, mas custou a pegar no sono por vários motivos: primeiro, porque tinha medo que o filho voltasse sonâmbulo; segundo, porque começou a lembrar das inúmeras vezes que ouvira o filho se levantar à noite, e o sonambulismo devia ser um problema que ele carregava há muito tempo; e por último, não conseguia dormir porque sentir as mãos do filho examinando os peitos dela e ver o pênis imponente que ele tinha a deixou excitada pra caralho.

Na manhã seguinte, Marta custou a se levantar. Já tava acostumada a perder sono por causa dos roncos do marido, mas somar aquilo com o encontro noturno com o filho fez a cabeça dela não parar de funcionar até que ela caiu rendida depois de se dar uma aliviada.

A mulher só acordou o marido, porque desde uns dois anos atrás o filho tinha proibido terminantemente que ela fosse acordá-lo, depois que uma manhã ela o chamou pra ir pra escola e o encontrou no quarto pelado se masturbando, o que fez ela sentir uma vergonha danada, mesmo a mãe tendo insistido em tirar a maior onda.

Marta não conseguiu evitar comparar o pinto pequeno que tinha visto no filho dois anos atrás com o tamanho que ele tinha aumentado até a noite anterior, pensamento que fez ela se excitar de novo antes de sair de casa e ter que passar no banheiro pra se masturbar na maior privacidade antes de ir pro trabalho.

Marta, mesmo tentando tirar da cabeça a quantidade de pensamentos eróticos com o filho como protagonista, não conseguiu se concentrar no trampo de contadora, o que fez ela ter que aguentar uma bronca do chefe antes de voltar pra casa.

Naquele dia, tentando não ficar sozinha em casa pensando no que tinha rolado na noite passada, Marta convidou uma colega de trabalho pra comer com ela. Sem dúvida, aquela era sua melhor amiga, apesar de ter uns 10 anos a menos que ela, se davam super bem e trocavam todo tipo de confidências, mas naquela ocasião Marta não tinha intenção de confessar os pensamentos pecaminosos que tinha em relação ao filho dela.
– É algo exaustivo – disse Marta para sua colega Susana enquanto servia um café – não consigo dormir com os roncos do meu marido e não sei o que fazer.
– Vocês foram ao médico? – perguntou a mulher enquanto acariciava sua longa cabeleira loira.
– Não, ele não dá importância – respondeu Marta.
– Pois deveria dar, acho que o chefe não vai ter muitos miramientos na hora de te mandar embora se não te ver mais ativa – disse Susana em tom de aviso suave.
– Pensei em tomar algum tipo de remédio para dormir – falou Marta olhando para a amiga, sabendo que ela costumava tomar.
– Comigo funciona bem, mas você não deveria tomar remédios tendo outras alternativas – avisou.
Como Marta sabia, Susana cedeu ao seu pedido e deu um par de comprimidos para ela experimentar, depois que esta a pressionou o suficiente.
Durante o jantar, Marta tentou olhar para o filho o mínimo possível, sem desviar o olhar rápido demais para que ele não pensasse que algo estava errado; a mulher não queria que, no meio do jantar, os desejos que tinham despertado nela na noite passada se manifestassem diante de Juan e do marido.
Como de costume, depois de colocar os pratos na lava-louças, Juan foi para o quarto dele, deixando os pais na sala vendo a programação chata de quinta à noite, programação que fez Joaquín, o marido de Marta, ir dormir antes das 11 da noite.
Marta aguentou um pouco mais, mas quando decidiu que era hora de ir para a cama, percebeu que naquela noite também não ia conseguir dormir na cama junto com o marido, já que os roncos se ouviam claramente pelo corredor.
Resignada ao seu destino, Marta se deitou no sofá da sala e se cobriu com uma das mantas que ele deixava por ali pra emergências como aquela. Levou só uns minutos pra ela pegar no sono. Mas o sonho não durou muito.
Antes de cair no sono profundo, ela ouviu a porta do corredor se abrir e, atrás dela, o Juan sair, igual na noite anterior, cobrindo a nudez só com uma cuequinha branca que escondia a masculinidade dele. Marta se levantou na surdina e começou a seguir o filho pela casa.
O garoto não foi pra lugar nenhum em específico, só ficava andando pela casa. Marta, que achava que ele manteria um ritmo mais ou menos constante, seguiu ele de perto, mas se afastou um pouco mais quando ele virou de repente e quase trombaram.
A mulher não conseguia parar de admirar o corpo do filho. Era um cara super atraente, alto, músculos bem definidos por causa da academia que ele frequentava há quase um ano, e um pau magnífico, que a mãe não parava de pensar desde que viu no dia anterior.
Ver ele e estar tão perto sem que ele percebesse o que rolava ao redor fez a excitação de Marta crescer, até chegar num ponto que ela não aguentou mais e foi pra sala tirar a roupa sem risco de trombar com o filho.
Ela levou segundos pra se livrar do pijama, ficando completamente nua. O corpo da mulher não era ruim pros 46 anos dela: pele clara, cabelo comprido e castanho, uns peitos bem grandes coroados por mamilos rosados que até uns meses atrás eram uma delícia pro marido, e uma buceta grande e rosada que ela tinha o costume de depilar desde novinha.
Marta esperou o filho na sala. Não queria abordar ele muito perto do quarto do marido, porque, mesmo tendo dado pra ele um dos comprimidos pra dormir que a Susana tinha dado, diluído, ela não tinha certeza do barulho que ele faria se o plano dela desse certo como ela imaginava.
Juan não demorou, e em poucos minutos começou a voltar para o quarto, cruzando de novo com a mãe quando estava quase chegando na porta do corredor que ligava ao quarto dela, mas tinha duas diferenças importantes em relação à noite anterior: não pretendia tirar a roupa e estava totalmente pelada. O garoto, ao sentir o obstáculo, esticou os braços que foram parar exatamente em cima dos peitos da mãe. A mulher, encantada por ele ter acertado de primeira nos seios dela, segurou os pulsos dele com cuidado para que ele não tirasse as mãos dali. Segundo o que tinha lido na internet naquela tarde, o filho não deveria acordar se nenhuma perturbação brusca alterasse o sono dele, e Marta não tinha a menor intenção de perturbá-lo.

— Deixa eu descer isso um pouquinho — disse Marta enquanto colocava uma mão de cada lado da cintura do garoto para começar a deslizar devagar a cueca do filho até deixá-la na altura dos joelhos.

A mulher ficou impressionada com o pau do menino, que era visivelmente maior que o do marido dela. Marta lentamente esticou os braços para acariciar o grande falo de carne quente e pulsante que tinha na frente dela, fazendo ele inchar ainda mais. A mulher sabia que aquilo estava enlouquecendo o filho, porque quanto mais ela passava a mão no pau dele, mais forte João apertava os seios dela.

A mãe, que não queria se separar do filho nem por um instante, segurou os antebraços dele e, aos poucos, foi subindo as mãos dele até que elas alcançaram o rosto dela. A mulher sorriu quando isso aconteceu, porque começou a se abaixar lentamente, ficando a cada segundo mais perto da grande pica do filho, que ela estava morrendo de vontade de ter entre os lábios.

Quando o rosto dela ficou na altura do membro de João, Marta deu duas lambidas longas, começando pelas duas bolas grandes que pendiam entre as pernas do filho até terminar na glande grande e molhada do garoto, que soltou um leve murmúrio de prazer. A mulher, ao ouvir isso, levantou um pouco a cabeça para ver se tinha acordado ele. mas continuava de olhos fechados.
Apesar da grande excitação que sentia naquele momento, Marta teve o bom senso de fazer as mãos do filho descerem até os ombros dele antes de meter o pau dele na boca, já que se o filho a obrigasse a seguir um ritmo muito intenso durante o boquete, ela correria o risco de engasgar e não queria gozar de jeito nenhum naquela experiência tão excitante.
Juan aceitou sem muitos problemas abaixar um pouco as mãos para deixar a mãe trabalhar, e ela meteu o pau do filho na boca na primeira oportunidade, provocando novos murmúrios de prazer por parte do rapaz.
A mulher balançava a cabeça motivada uma vez após a outra enquanto ouvia a sinfonia de gemidos que o filho soltava diante das suas habilidades. Marta não fazia um boquete há muitos meses, nem no marido nem em ninguém, mas não demorou a lembrar das suas melhores técnicas de sedução, fazendo com que o primogênito não aguentasse mais de três minutos antes de soltar todo o seu esperma quente na boca da mãe.
A mãe tirou o pau do rapaz da boca devagar para não perder nem uma gota de esperma. Normalmente não engolia, mas por ser o filho abriu uma exceção e tomou até a última gota de porra enquanto se acariciava a buceta molhada e observava o pênis de Juan começar a murchar rapidamente.
— Isso ainda não acabou, querido — disse ao filho num sussurro enquanto se levantava depois de limpar com cuidado os restos de porra do pau do rapaz — ainda tem muito o que explorar — falou enquanto sentia o pau do filho encostado no seu umbigo e se dedicava a lamber o torso musculoso e depilado de Juan.
O garoto não precisou de muitas instruções da mãe para começar a explorar o corpo da mulher que tinha à sua frente, iniciando a exploração pelas costas para depois agarrar com muita firmeza as nádegas macias e um pouco grandes de Marta, que gemeu surpresa ao sentir o rapaz tentar enfiar um dedo no seu cu.
Marta soltou um Leve gemido de prazer quando sentiu o dedo indicador do filho dentro do cu dela, o marido sempre fora excessivamente convencional na hora do sexo e ela sempre tivera que se estimular sozinha naquela área, mas naquele momento, o filho fazendo aquilo fez a excitação dela crescer ainda mais. A mãe foi sentindo na barriga dela o pau do filho endurecendo enquanto Marta beijava, mordia e chupava os peitorais durões dele. – Maravilha – disse Marta num sussurro enquanto agarrava o membro do filho, sentindo as mãos dele soltarem a bunda dela na hora, provavelmente esperançoso de gozar de novo – acho que é hora de você voltar pra cama, mas como sou uma mãe muito boazinha, vou te acompanhar. O garoto se deixou guiar com total confiança na mãe, que puxava o pau dele com cuidado, subindo e descendo a pele que cobria a cabeça generosa, Marta não conseguiu evitar salivar um pouco mais que o normal imaginando o orgasmo que estava prestes a receber. O quarto do João estava meio bagunçado, mas isso não importou pra mulher que agarrou a cabeça do filho esticando bem os braços, já que ele era uns 30 centímetros mais alto que ela. A mãe não sabia se aquela seria a única chance que teria de transar com o filho, então assim que colocou o rosto do João na altura dela, o beijou. Se sentiu terrivelmente desiludida nos primeiros segundos, já que o amante sonâmbulo não fez nem um movimento pra devolver o beijo, até que finalmente tentou enfiar a língua na boca da mãe, tarefa pra qual Marta deu todas as facilidades do mundo. Depois de um beijo longo, Marta continuou pressionando os ombros do João pra baixo pra ele descer mais e poder explorar o corpo maduro da mulher com a língua. João se distraiu um bom tempo chupando e sugando os grandes e eretos mamilos da mãe, que não conseguia se conter e gemia bem mais alto do que queria. A mulher, depois de sentir a língua rápida do filho nos peitos, ela continuou fazendo força nos ombros do garoto pra que o rosto dele ficasse na altura da buceta dela e lambesse aquela área que tanto prazer ia dar.
O tesão de ter o filho ajoelhado lambendo a buceta molhada dela fez com que a Marta tivesse que colocar as mãos na boca pra não gemer igual uma louca e, com toda certeza, acordar o marido.
O garoto se comportou como um amante de primeira, cuidando de todas as necessidades da mãe sem mostrar nem um pouco de pressa pra meter na mulher que ele tava lambendo tanto.
– Bom trabalho, meu filho – disse a mulher se inclinando pra pegar a pica do Juan de novo, que tava mais dura do que nunca, e começou a levantar ele devagar enquanto acariciava.
A mãe adoraria poder deitar o filho na cama e montar nele até os dois gozarem, mas não tinha certeza se conseguiria fazer isso sem que ele acordasse, então decidiu ficar de quatro, deixando a bunda na beirada da cama com as pernas bem abertas.
– Agora você vai meter numa mulher, filho – disse ela com um sorriso enquanto passava a cabeça da pica do garoto na buceta dela várias vezes – não sei se você já fez isso antes, mas a mamãe tá aqui pra te ajudar.
Ela só precisou enfiar a cabeça da pica do Juan na buceta dela pra que ele continuasse sozinho, metendo e tirando o membro inchado e pulsante na buceta da mãe.
A Marta se surpreendeu que a pica do garoto crescesse ainda mais dentro dela, fazendo com que ela tivesse que se esticar pra pegar o travesseiro da cama onde estavam e colocar no rosto enquanto sentia as investidas furiosas do Juan, mas o garoto não deixou ela ficar naquela posição, porque com as mãos ele tentou encontrar os peitos da mãe pra agarrar com força, o que fez a Marta ficar ainda mais excitada.
A cada metida do garoto, a Marta tinha menos dificuldade em ficar de boca fechada, apesar de que o prazer continuava muito intenso, a mulher conseguiu reduzir os sons que fazia ao mínimo.
A mulher aguentou perfeitamente até que o filho começou a cansar e, para recuperar as forças, deixou o torso cair sobre as costas da mãe, fazendo com que ela tivesse que aguentar aquele peso com os braços enquanto continuava sentindo a pica de Juan metendo nela cada vez com menos intensidade.
– Agora a mamãe vai fazer todo o trabalho, meu filho – disse a mulher sorrindo quando conseguiu deitar o garoto cuidadosamente de barriga para cima na cama, apontando o pau ereto para o teto.
A mãe separou os lábios da buceta o máximo que pôde para que a pica de Juan entrasse com o menor atrito possível, conseguindo senti-la no fundo do seu ser depois de alguns movimentos habilidosos.
Marta começou a cavalgar devagar enquanto segurava as mãos do filho para não perder o equilíbrio. A mulher estava no paraíso; raras vezes tinha tido um membro daquelas dimensões perfurando ela, mas sem dúvida nenhuma dessas vezes tinha sentido o tesão e o desejo que invadiam seu corpo naqueles momentos.
– Tá procurando meus peitos, hein, safado? – perguntou a mulher sorrindo, sabendo que o garoto não tinha consciência do que fazia – como você é um bom menino com a mamãe, vou deixar – sentenciou a mãe, segurando os pulsos do filho para levar as mãos grandes de Juan até os peitos volumosos de Marta.
A mulher pulava cada vez com mais energia em cima do pau do filho, que a cada vez a penetrava mais fundo, fazendo ela soltar alguns gemidos mais altos do que estava disposta a expressar no começo.
Marta sentia como Juan apertava os seios dela com mais força à medida que a excitação crescia, o que ajudava a mulher a controlar o orgasmo do filho, diminuindo o ritmo quando via que ele estava perto de gozar e aumentando quando sentia que a ereção do garoto a preenchia menos do que ela queria. O que estava claro ela não ia deixar o garoto gozar de novo até que ela atingisse o clímax.
– Mais, mais, me dá mais! – exigiu a mulher em voz baixa, cavalgando com tanta intensidade que as molas da cama do garoto começaram a ranger sob o peso dela.
Marta não parou até chegar ao orgasmo e soltar todos os fluidos sobre o pau inchado do filho, mas mesmo satisfeita, não deixou de pular em cima da rola do garoto; fazia tempo que não sentia tanto prazer e não achava justo não deixar o moleque gozar dentro dela.
No rosto de Juan deu pra ver perfeitamente o prazer quando ele finalmente gozou dentro da mãe, fazendo a mulher sentir um belo jato de sêmen invadindo ela.
– Bom trabalho, meu filho – disse Marta num sussurro, esmagando com os peitos suados o torso do garoto e abraçando ele.
Depois de alguns minutos abraçando o filho e sentindo as mãos dele percorrerem todo o corpo dela, a mulher começou a se levantar para ir até o pau do garoto, que estava encharcado pelos fluidos vaginais de Marta e com a cabecinha coberta de restos de sêmen, que a mulher não hesitou em começar a limpar.
O pênis de Juan, claro, tinha perdido a vitalidade inicial depois de dois orgasmos, mas ainda mantinha um tamanho considerável e não estava totalmente mole, o que fez o trabalho oral de Marta ser mais fácil do que o esperado.
– Tenho certeza de que não será a última vez que a gente se vê – disse a mulher num sussurro depois de dar uma boa lambida nos colhões do garoto.
Assim que considerou que tinha eliminado a maior parte das provas de que naquela cama tinha rolado sexo, a mulher saiu da cama silenciosamente para cobrir o garoto e dar um beijo na testa dele antes de ir para o sofá e dormir como não dormia há muito tempo.

4 comentários - Filho sonâmbulo, mamãe safada

Definitivamente Marta lo necesitaba y fue o mejor, gracias por cmpartir excelente....
Muy buen relato, bastante exitante. Sería bueno hacer una segunda parte, no?