Entrei na aula de ciência política no meu segundo semestre da faculdade e fui olhando ao redor pra todos os meus novos colegas de classe. Em cada carteira tinha um panfleto com os requisitos e expectativas que o estudante podia encontrar naquela aula, além de uma pequena biografia da professora que dava a matéria: Professora Judith A. Robinson, com dois pós-graduados em história e filosofia e, no momento, também estudando na mesma universidade onde leciona, ela é aluna de doutorado em filosofia. Talvez, como todo mundo ali, eu imaginava uma mulher mais velha, de óculos e com aquela postura de autoridade que desenham pra manter a distância entre aluno e professor. Pra minha surpresa, a professora Robinson estava sentada no meio dos alunos e, quando chegou a hora de apresentar a matéria, a gente olhou pra uma mina que não parecia ter mais de 21 anos (embora depois a gente descobrisse que ela tinha 26), cabelo castanho, sobrancelhas depiladas mas largas, nariz comprido e pontudo que combinava bem com o rosto ovalado dela, e uns lábios vermelhos de onde saía uma voz bem aguda mas doce, meio melosa ou delicada. Os gestos dela eram finos, muito bem estruturados, e davam aquele tom bem delicado e feminino. Ela tava usando um vestido formal, simples, cuja saia cobria os joelhos, mas do que dava pra ver das panturrilhas nuas, elas pareciam bem trabalhadas por alguma rotina de exercício. Devia medir uns um metro e sessenta, talvez parecesse mais alta por causa dos saltos, mas não devia passar de 125 libras. Talvez por causa do vestido, não dava pra ver o volume dos peitos e da bunda, mas com certeza a professora Robinson chamava atenção. Mas o que realmente me chamou a atenção, mais por causa do momento que eu tava vivendo, foi quando ela falou o seguinte: — Senhoras e senhores, eu realmente entendo o mundo em que a gente vive: muitos aqui devem trabalhar, alguns já têm família, todos Temos muitos compromissos. Eu sou aquele tipo de professor que não liga se vocês chegarem atrasados ou até mesmo se não vierem pra aula. Na minha matéria, só tem duas provas pra avaliar o progresso e a nota do aluno: uma vai ser daqui a dois meses (e ela dá a data), a outra no final do quarto mês. Se vocês acham que têm capacidade e inteligência pra vir só nesses dois dias, pra mim não tem problema. E se eu não receber o relatório de que você decidiu trocar de turma nas próximas duas semanas e não te ver na aula, vou assumir que você ainda tá matriculado na minha matéria e está sujeito à minha avaliação, venha ou não venha pra minha aula.
Pra mim, na real, era uma vantagem, porque assim eu tinha mais tempo pra mim, e, bom, esse tipo de matéria sempre foi fácil pra mim, já que, no fundo, era sobre história, o nascimento da nação dos Estados Unidos, e era basicamente ler o livro que o panfleto falava que eu deveria comprar. No final da aula, e com um pouco mais de confiança com a professora Robinson — porque durante aquela hora e meia ela tinha feito piadas comigo e me colocado no holofote por causa da minha juba que, por 4 polegadas, não chegava na minha bunda —, decidi confirmar de novo o que tinha ouvido minutos antes.
— Professora Robinson…
— Sim, fala.
— Só quero confirmar o que a senhora acabou de dizer. Eu não preciso vir pra aula e só preciso passar nas provas, se eu decidir seguir por esse caminho?
— Você entendeu muito bem, mas, sério, não te aconselho: tem gente que vem a quatro, seis aulas e tira notas ruins que ferram a média. Você disse que joga futebol pela universidade, né? Então acho que sabe, mas pra representar a universidade, você tem que manter uma média específica. Então pensa bem.
— Sim, eu sei!
— História te entedia?
— Não! Na verdade, eu gosto de história, a parada é que eu tava pensando em pegar outra matéria que bate com esse horário.
— E olha… se você continuar na minha turma e vier só nos exame e você falha, será que eu poderia cortar essa sua juba? – eu começo a rir. —Bom, aceito o desafio. – respondi e pergunto. – E se eu passar, tem algum outro incentivo? —Bom, se você passar com uma média baixa, só pra passar na matéria, não tem incentivo, mas se sua porcentagem for 95% pra cima, eu deixo você me dar um chute na bunda. As palavras que ela usava eram as típicas, sem nenhum malícia, ou pelo menos foi assim que eu percebi, mas eu, com meus 18 anos, me joguei talvez meio ingênuo, principalmente porque tem palavras, com seus modismos no idioma de Shakespeare, que eu ainda não dominava bem naquela época, já que cheguei nesse país aos 14. Então, com essa ingenuidade, falei o seguinte pra professora Robinson: —Dar um chute na sua bunda é algo que eu nunca me atreveria, mas talvez, dar um tapa na sua rabeta doeria menos. – Ela ri, pois acho que não sabe que meu domínio do idioma ignora esses modismos de falar. —Olha, olha, olha… Você já me fez rir, parece um garoto sério e muito sensato, mas sabe, você é um pouquinho atrevido… bom, aceito sua aposta, só se sua nota for mais de 95%. Tchau e te vejo em dois meses. Na real, voltei pra essa aula dois meses depois pra fazer o exame, e tinha tanta coisa na cabeça naquela época, que a única coisa que me tirava da realidade que eu vivia era mergulhar nos livros e estudar. Vi a professora Robinson naquele dia, e ela estava de calça preta executiva e uma blusa branca, tava gostosa, era uma mina bonita. Na verdade, não lembrava da aposta e fui me concentrar e fazer o exame. Me despeço e vou embora. Naquela época, pra saber sua nota, a gente tinha que ir até o professor, ou alguns colocavam no quadro, tornando públicas. Então, no dia em que ela ia divulgar, eu apareci de novo na aula dela e vi que tinha tirado 100%. Lembro que já tava saindo quando ouço a voz dela chamando meu sobrenome. Viro Viro e vejo a sorridente e jovem professora Robinson. —Sabe, estou impressionada com você. Não sei se a promessa de me deixar dar um tapa na sua bunda foi seu incentivo, mas acho que vou propor pra toda a turma, porque você foi o único com 100%. — Eu rio e ela continua. — Espera, não quero que você me dê um tapa na frente de todo mundo, que eu morreria de vergonha… deixa eles irem embora pra você cobrar seu prêmio. — Professora Robinson, não se preocupe. — falo baixinho e continuo. — Vou te dar uma revanche. Não vou te dar um tapa, mas se no final eu tirar 95% ou mais, não vai ser um tapa, vai ser uma massagem na sua bunda. — Ela me olha nos olhos, sorri e só diz: — Olha só que atrevido… mas me deixa te avisar, que o final é uma prova mais escrita e com menos chances do que essa que tinha o padrão de múltipla escolha. Te garanto que nesse dia vou trazer minha tesoura e cortar essa sua juba. Devo dizer que a professora Robinson naquele dia me excitou pra caralho, porque através da calça preta dela marcava muito bem os relevos da calcinha. Ela tinha uma bunda, não extremamente grande, mas grande o suficiente pra ver aquela curva e considerar ela gostosa ou sensual. Eu fui embora com o pau duro, e me afastei dali pra professora Robinson não perceber, embora eu ache que ela viu. Dois meses voam e de novo cheguei pra fazer só a prova final, e bom, ter um recesso de duas semanas antes de voltar pras aulas de verão. O mesmo protocolo, chego dias depois pra ver qual foi minha nota na prova final, e embora dessa vez não me sentisse muito seguro, porque essas aulas de história e ciências políticas têm essa conotação de objetivas, ela poderia muito bem ter considerado uma resposta minha como certa ou simplesmente, mesmo meus argumentos fazendo sentido, ela poderia considerar errada. Procuro meu nome na lista e, surpreendentemente, vejo um 99%. Dessa vez sim me lembro da aposta, porque dessa vez tem mais putaria, já que não é mais um Nalgada, é uma massagem nas nádegas dela. Ela me olha com um sorriso e se aproxima.
—Definitivamente você é surpreendente. Nunca passou pela minha cabeça que você conseguiria… Parabéns!
—Obrigado! — respondi e perguntei. — E a aposta?
—Sabia que não ia escapar, mas sou mulher de palavra, só que você não acha que aqui não é o lugar certo.
Vejo que a professora Robinson tem um daqueles cartões que a gente usa pra anotar, e ela me estende dizendo:
—Olha, aqui está esse endereço. Tenta chegar às 7 em ponto, porque não gosto de esperar, nem de fazer esperar. Vou estar no quarto 210 e lá você pode reclamar o prêmio da sua aposta. Sabe… você é safado. — disse ela.
Na real, quando imaginei massagear os glúteos dela, sempre pensei em fazer por cima da roupa, mas ela tava me dando um endereço com o nome de um motel que eu já tinha visto perto da universidade. Naquele dia, aquela sensação me dominou, mas ao mesmo tempo não sabia se era um encontro sexual, se devia chegar preparado, era tão ingênuo que não sabia o que esperar. Às 6:30 da tarde, tava por perto, matei o tempo ouvindo música num daqueles Walkmans de fita da época e às 6:59 tô batendo na porta meio nervoso.
Ia bater uma segunda vez quando vejo a porta abrir e a professora Robinson aparece sorrindo. Me dirijo a ela com o mesmo respeito, chamando pelo sobrenome. Ela pede pra eu simplesmente chamá-la de Judith e me faz entrar. Tem uma cama bem arrumada e vejo a bolsa dela sobre uma mesa onde tem um abajur. Agora ela tá vestindo uns jeans que a deixam ainda mais jovem e uma blusa florada bem justa no corpo escultural dela. Ela sabe que eu não tô lidando bem com a situação, porque não tem aquela intimidade e minha conversa é boba, coisas da faculdade. Finalmente, ela quebra o gelo:
—Bom, ao que viemos… Como você me quer?
Na real, não sabia como responder, porque a aposta era uma massagem nas nádegas dela. Mas De algum jeito encontrei coragem pra falar pra ela deitar na cama, e ela obedeceu; deitou de bruços. Me aproximei meio na dúvida e, com um certo tremor nas mãos, coloquei elas sobre os glúteos dela, ainda cobertos pela calça. Ela percebeu meu nervosismo e me avisou, e acho que ela sacou que eu precisava de uma ajuda dela pra esse encontro ir além.
— Sabe, você é um garoto bonito, deve ter um monte de mulher.
— A senhora se engana, só me interessa uma, mas parece que eu não interesso pra ela.
— Você é tímido?
— Um pouco...
— Tô vendo, porque outro no seu lugar já teria tentado tirar minha calça e minha blusa.
— Não quero ser agressivo, nem pegar algo que não é meu — respondi enquanto continuava massageando as nádegas dela por cima da calça.
— Mas você já pensou nisso?
— Pensar no quê?
— Em tirar minha calça.
— Claro, já pensei.
— Então não pensa muito, tira ela.
Vejo ela se levantar, eu tô sentado na beirada da cama, e ela fica na minha frente, me olhando com aqueles olhos escuros lindos, e repete: — Tira ela. Desabotoo, abaixo o zíper, mas antes sinto o cheiro gostoso do cabelo dela, misturado com o perfume que ela usa. Vejo que ela tá de biquíni pequeno, sem ser fio dental, branco, com uma rosazinha bordada. Abaixo a calça com a ajuda dela, depois ela levanta os braços pra tirar a blusa e fica só de sutiã e calcinha, e me pergunta de novo: — Tá bom assim, ou quer tirar mais pra me dar a massagem?
Tiro o sutiã dela e, aos poucos, vou tirando a peça mais íntima dela. Tô pasmo, olhando aquele corpo esbelto, escultural, diria perfeito, e me chama a atenção uma tatuagem pequena de algum hieróglifo. Pergunto se tem algum significado, e ela responde, mas não sei se foi pra minha pergunta ou se a resposta veio por acaso: — É todo seu. — disse.
A professora Robinson talvez tenha sido uma daquelas experiências em que a gente pula os preâmbulos e vai direto ao ponto. beijar ela por cima da região do monte de vênus, e já deitada fui direto na pussy dela, e me deparo com a surpresa de que ela tá super molhada. Por ficar olhando o rostinho lindo dela, não percebi que o biquíni dela já tava bem encharcado com os sucos dela, e comecei a lamber a pussy dela igual um louco e ela gemer igual uma louca também, acho que todo mundo nos quartos vizinhos devia estar ouvindo. Eu movia minha língua pra cima e pra baixo na buceta dela, e às vezes nem conseguia respirar, como ela era menor que eu, dava pra alcançar os peitos dela ao mesmo tempo e massageá-los enquanto eu me dedicava com minha língua a percorrer ela toda. Não tinha passado muito tempo massageando os mamilos dela, quando veio um orgasmo tão explosivo que a professora Robinson soltou um gemido profundo e longo, e deu pra ouvir aplauso em alguns quartos e até escutei alguém falando: Dá mais, dá mais. O rosto da professora Robinson tava espetacular, parecia que o estresse do último semestre tinha sumido com aquele orgasmo incrível. Ela me dá um sorriso e fala: —Você realmente me surpreendeu… é um bom aluno e tem um talento com essa língua, me fez gozar gostoso, que delícia que foi isso. Eu ainda tô vestido, embora seja óbvio que meu cock tá duro e com aquela mancha de umidade bem evidente, e ela me diz: Coitadinho, deve estar sofrendo aí preso. Vem, vamos deixar ele tomar um ar fresco. Ela me pega pela cintura e desabotoa a calça, abaixa o zíper e fala de novo: —Olha só, tenho um bom olho, imaginava que tinha uns 18 a 20 centímetros, mas não imaginava que era grosso, você é bem dotado. Olha, vou te dever o oral, porque isso pra mim é muito especial e eu guardo pra alguém muito especial. Você tem camisinha? Pergunto. —Não. — respondi. —Ah… e eu não tô tomando nada. Bom… mas esse cock eu tenho que sentir dentro. Ela me pega pelas mãos e me leva até a cama, ela se coloca na minha frente deitada de lado. Colocando aquelas nalgas gostosas dela contra minha piroca dura. Tomara que aconteça o que tô imaginando, porque pela personalidade super delicada dela, a ideia de sexo anal nunca tinha passado pela minha cabeça, mas sinto que ela tá guiando a cabeça da minha rola e com ela acho que fica massageando o próprio cu. Não consigo distinguir direito, porque tanto eu quanto ela estamos tão molhados que tudo parece deslizar gostoso com essa lubrificação extrema. Depois de alguns minutos, ela pede pra eu empurrar com cuidado e fala com palavras bem explícitas e putarias, pra eu arrebentar a bunda dela com muito cuidado. Devia ser um buraquinho bem apertado, porque mesmo com a dilatação que ela mesma fez com meu pau e os dedos dela, demorou pra enfiar meu membro. Obviamente ela sentia mais do que eu, mas finalmente ela manda eu empurrar com muito cuidado. Sinto minha rola deslizando dentro do intestino dela, e consigo sentir essas paredes vibrando. Ela geme, de prazer ou de dor, mas ela quer sentir meu pau dentro do cu dela e conseguiu. Ela começa o ritmo de vai e vem, e eu vou acompanhando. Ela pega minha mão e, com aquele olhar de tesão, manda eu massagear a buceta dela, depois guia um dos meus dedos direto pro clitóris dela. Eu tô furando o cu dela no ritmo dela e passam uns 7 minutos, e ela explode de novo, pede pra eu enfiar um dedo na buceta dela e ela geme com um prazer delicioso, e de novo os aplausos dos vizinhos do quarto aparecem, os gritos dela se prolongam exageradamente, e talvez seja isso que me impede de gozar junto com ela. Ela teve dois orgasmos fenomenais, e me olha de novo com minha piroca dura e fala: Você aguenta, acho que é foda na cama. Continua falando e diz que vai fazer eu liberar toda essa potência que tenho, e fica de quatro. Que espetáculo gostoso, o cu dela já tá aberto, enfio de novo completamente, ela geme, respira pesado, e tiro de novo. me deixando ver um pouco do interior daquele cuzinho gostoso, hoje meio avermelhado. Isso se repete por alguns minutos e agora ela me convida a deitar sobre meus ombros, enquanto ela senta no meu pau, me deixando ver suas nádegas gostosas sendo atravessadas pelo meu pau. Sentada, apoiando-se nos meus joelhos, vejo como meu pau aparece e desaparece naquele cuzinho gostoso. A sensação era deliciosa, mas a sacanagem de ver tão livremente fez com que eu só aproveitasse por uns três ou quatro minutos, porque gozei tão gostoso e deixei todo o meu esperma escorrer dentro do buraquinho dela. Ela deixa eu ver escorrendo do cu dela, e acho que é a primeira vez que não dou uma pausa pra me recuperar; aquilo foi o suficiente pra eu montar nela de novo e meter no cu dela por mais de 30 minutos, onde ela teve pelo menos mais dois orgasmos e eu gozei nela de novo. Estamos tão exaustos que cochilamos juntos por algumas horas. Ela me acorda por volta da meia-noite e me diz: "você pode me dar uma massagem nas nádegas?" Repetimos aquela cena de novo naquela noite e depois durante todo aquele verão.
Pra mim, na real, era uma vantagem, porque assim eu tinha mais tempo pra mim, e, bom, esse tipo de matéria sempre foi fácil pra mim, já que, no fundo, era sobre história, o nascimento da nação dos Estados Unidos, e era basicamente ler o livro que o panfleto falava que eu deveria comprar. No final da aula, e com um pouco mais de confiança com a professora Robinson — porque durante aquela hora e meia ela tinha feito piadas comigo e me colocado no holofote por causa da minha juba que, por 4 polegadas, não chegava na minha bunda —, decidi confirmar de novo o que tinha ouvido minutos antes.
— Professora Robinson…
— Sim, fala.
— Só quero confirmar o que a senhora acabou de dizer. Eu não preciso vir pra aula e só preciso passar nas provas, se eu decidir seguir por esse caminho?
— Você entendeu muito bem, mas, sério, não te aconselho: tem gente que vem a quatro, seis aulas e tira notas ruins que ferram a média. Você disse que joga futebol pela universidade, né? Então acho que sabe, mas pra representar a universidade, você tem que manter uma média específica. Então pensa bem.
— Sim, eu sei!
— História te entedia?
— Não! Na verdade, eu gosto de história, a parada é que eu tava pensando em pegar outra matéria que bate com esse horário.
— E olha… se você continuar na minha turma e vier só nos exame e você falha, será que eu poderia cortar essa sua juba? – eu começo a rir. —Bom, aceito o desafio. – respondi e pergunto. – E se eu passar, tem algum outro incentivo? —Bom, se você passar com uma média baixa, só pra passar na matéria, não tem incentivo, mas se sua porcentagem for 95% pra cima, eu deixo você me dar um chute na bunda. As palavras que ela usava eram as típicas, sem nenhum malícia, ou pelo menos foi assim que eu percebi, mas eu, com meus 18 anos, me joguei talvez meio ingênuo, principalmente porque tem palavras, com seus modismos no idioma de Shakespeare, que eu ainda não dominava bem naquela época, já que cheguei nesse país aos 14. Então, com essa ingenuidade, falei o seguinte pra professora Robinson: —Dar um chute na sua bunda é algo que eu nunca me atreveria, mas talvez, dar um tapa na sua rabeta doeria menos. – Ela ri, pois acho que não sabe que meu domínio do idioma ignora esses modismos de falar. —Olha, olha, olha… Você já me fez rir, parece um garoto sério e muito sensato, mas sabe, você é um pouquinho atrevido… bom, aceito sua aposta, só se sua nota for mais de 95%. Tchau e te vejo em dois meses. Na real, voltei pra essa aula dois meses depois pra fazer o exame, e tinha tanta coisa na cabeça naquela época, que a única coisa que me tirava da realidade que eu vivia era mergulhar nos livros e estudar. Vi a professora Robinson naquele dia, e ela estava de calça preta executiva e uma blusa branca, tava gostosa, era uma mina bonita. Na verdade, não lembrava da aposta e fui me concentrar e fazer o exame. Me despeço e vou embora. Naquela época, pra saber sua nota, a gente tinha que ir até o professor, ou alguns colocavam no quadro, tornando públicas. Então, no dia em que ela ia divulgar, eu apareci de novo na aula dela e vi que tinha tirado 100%. Lembro que já tava saindo quando ouço a voz dela chamando meu sobrenome. Viro Viro e vejo a sorridente e jovem professora Robinson. —Sabe, estou impressionada com você. Não sei se a promessa de me deixar dar um tapa na sua bunda foi seu incentivo, mas acho que vou propor pra toda a turma, porque você foi o único com 100%. — Eu rio e ela continua. — Espera, não quero que você me dê um tapa na frente de todo mundo, que eu morreria de vergonha… deixa eles irem embora pra você cobrar seu prêmio. — Professora Robinson, não se preocupe. — falo baixinho e continuo. — Vou te dar uma revanche. Não vou te dar um tapa, mas se no final eu tirar 95% ou mais, não vai ser um tapa, vai ser uma massagem na sua bunda. — Ela me olha nos olhos, sorri e só diz: — Olha só que atrevido… mas me deixa te avisar, que o final é uma prova mais escrita e com menos chances do que essa que tinha o padrão de múltipla escolha. Te garanto que nesse dia vou trazer minha tesoura e cortar essa sua juba. Devo dizer que a professora Robinson naquele dia me excitou pra caralho, porque através da calça preta dela marcava muito bem os relevos da calcinha. Ela tinha uma bunda, não extremamente grande, mas grande o suficiente pra ver aquela curva e considerar ela gostosa ou sensual. Eu fui embora com o pau duro, e me afastei dali pra professora Robinson não perceber, embora eu ache que ela viu. Dois meses voam e de novo cheguei pra fazer só a prova final, e bom, ter um recesso de duas semanas antes de voltar pras aulas de verão. O mesmo protocolo, chego dias depois pra ver qual foi minha nota na prova final, e embora dessa vez não me sentisse muito seguro, porque essas aulas de história e ciências políticas têm essa conotação de objetivas, ela poderia muito bem ter considerado uma resposta minha como certa ou simplesmente, mesmo meus argumentos fazendo sentido, ela poderia considerar errada. Procuro meu nome na lista e, surpreendentemente, vejo um 99%. Dessa vez sim me lembro da aposta, porque dessa vez tem mais putaria, já que não é mais um Nalgada, é uma massagem nas nádegas dela. Ela me olha com um sorriso e se aproxima.
—Definitivamente você é surpreendente. Nunca passou pela minha cabeça que você conseguiria… Parabéns!
—Obrigado! — respondi e perguntei. — E a aposta?
—Sabia que não ia escapar, mas sou mulher de palavra, só que você não acha que aqui não é o lugar certo.
Vejo que a professora Robinson tem um daqueles cartões que a gente usa pra anotar, e ela me estende dizendo:
—Olha, aqui está esse endereço. Tenta chegar às 7 em ponto, porque não gosto de esperar, nem de fazer esperar. Vou estar no quarto 210 e lá você pode reclamar o prêmio da sua aposta. Sabe… você é safado. — disse ela.
Na real, quando imaginei massagear os glúteos dela, sempre pensei em fazer por cima da roupa, mas ela tava me dando um endereço com o nome de um motel que eu já tinha visto perto da universidade. Naquele dia, aquela sensação me dominou, mas ao mesmo tempo não sabia se era um encontro sexual, se devia chegar preparado, era tão ingênuo que não sabia o que esperar. Às 6:30 da tarde, tava por perto, matei o tempo ouvindo música num daqueles Walkmans de fita da época e às 6:59 tô batendo na porta meio nervoso.
Ia bater uma segunda vez quando vejo a porta abrir e a professora Robinson aparece sorrindo. Me dirijo a ela com o mesmo respeito, chamando pelo sobrenome. Ela pede pra eu simplesmente chamá-la de Judith e me faz entrar. Tem uma cama bem arrumada e vejo a bolsa dela sobre uma mesa onde tem um abajur. Agora ela tá vestindo uns jeans que a deixam ainda mais jovem e uma blusa florada bem justa no corpo escultural dela. Ela sabe que eu não tô lidando bem com a situação, porque não tem aquela intimidade e minha conversa é boba, coisas da faculdade. Finalmente, ela quebra o gelo:
—Bom, ao que viemos… Como você me quer?
Na real, não sabia como responder, porque a aposta era uma massagem nas nádegas dela. Mas De algum jeito encontrei coragem pra falar pra ela deitar na cama, e ela obedeceu; deitou de bruços. Me aproximei meio na dúvida e, com um certo tremor nas mãos, coloquei elas sobre os glúteos dela, ainda cobertos pela calça. Ela percebeu meu nervosismo e me avisou, e acho que ela sacou que eu precisava de uma ajuda dela pra esse encontro ir além.
— Sabe, você é um garoto bonito, deve ter um monte de mulher.
— A senhora se engana, só me interessa uma, mas parece que eu não interesso pra ela.
— Você é tímido?
— Um pouco...
— Tô vendo, porque outro no seu lugar já teria tentado tirar minha calça e minha blusa.
— Não quero ser agressivo, nem pegar algo que não é meu — respondi enquanto continuava massageando as nádegas dela por cima da calça.
— Mas você já pensou nisso?
— Pensar no quê?
— Em tirar minha calça.
— Claro, já pensei.
— Então não pensa muito, tira ela.
Vejo ela se levantar, eu tô sentado na beirada da cama, e ela fica na minha frente, me olhando com aqueles olhos escuros lindos, e repete: — Tira ela. Desabotoo, abaixo o zíper, mas antes sinto o cheiro gostoso do cabelo dela, misturado com o perfume que ela usa. Vejo que ela tá de biquíni pequeno, sem ser fio dental, branco, com uma rosazinha bordada. Abaixo a calça com a ajuda dela, depois ela levanta os braços pra tirar a blusa e fica só de sutiã e calcinha, e me pergunta de novo: — Tá bom assim, ou quer tirar mais pra me dar a massagem?
Tiro o sutiã dela e, aos poucos, vou tirando a peça mais íntima dela. Tô pasmo, olhando aquele corpo esbelto, escultural, diria perfeito, e me chama a atenção uma tatuagem pequena de algum hieróglifo. Pergunto se tem algum significado, e ela responde, mas não sei se foi pra minha pergunta ou se a resposta veio por acaso: — É todo seu. — disse.
A professora Robinson talvez tenha sido uma daquelas experiências em que a gente pula os preâmbulos e vai direto ao ponto. beijar ela por cima da região do monte de vênus, e já deitada fui direto na pussy dela, e me deparo com a surpresa de que ela tá super molhada. Por ficar olhando o rostinho lindo dela, não percebi que o biquíni dela já tava bem encharcado com os sucos dela, e comecei a lamber a pussy dela igual um louco e ela gemer igual uma louca também, acho que todo mundo nos quartos vizinhos devia estar ouvindo. Eu movia minha língua pra cima e pra baixo na buceta dela, e às vezes nem conseguia respirar, como ela era menor que eu, dava pra alcançar os peitos dela ao mesmo tempo e massageá-los enquanto eu me dedicava com minha língua a percorrer ela toda. Não tinha passado muito tempo massageando os mamilos dela, quando veio um orgasmo tão explosivo que a professora Robinson soltou um gemido profundo e longo, e deu pra ouvir aplauso em alguns quartos e até escutei alguém falando: Dá mais, dá mais. O rosto da professora Robinson tava espetacular, parecia que o estresse do último semestre tinha sumido com aquele orgasmo incrível. Ela me dá um sorriso e fala: —Você realmente me surpreendeu… é um bom aluno e tem um talento com essa língua, me fez gozar gostoso, que delícia que foi isso. Eu ainda tô vestido, embora seja óbvio que meu cock tá duro e com aquela mancha de umidade bem evidente, e ela me diz: Coitadinho, deve estar sofrendo aí preso. Vem, vamos deixar ele tomar um ar fresco. Ela me pega pela cintura e desabotoa a calça, abaixa o zíper e fala de novo: —Olha só, tenho um bom olho, imaginava que tinha uns 18 a 20 centímetros, mas não imaginava que era grosso, você é bem dotado. Olha, vou te dever o oral, porque isso pra mim é muito especial e eu guardo pra alguém muito especial. Você tem camisinha? Pergunto. —Não. — respondi. —Ah… e eu não tô tomando nada. Bom… mas esse cock eu tenho que sentir dentro. Ela me pega pelas mãos e me leva até a cama, ela se coloca na minha frente deitada de lado. Colocando aquelas nalgas gostosas dela contra minha piroca dura. Tomara que aconteça o que tô imaginando, porque pela personalidade super delicada dela, a ideia de sexo anal nunca tinha passado pela minha cabeça, mas sinto que ela tá guiando a cabeça da minha rola e com ela acho que fica massageando o próprio cu. Não consigo distinguir direito, porque tanto eu quanto ela estamos tão molhados que tudo parece deslizar gostoso com essa lubrificação extrema. Depois de alguns minutos, ela pede pra eu empurrar com cuidado e fala com palavras bem explícitas e putarias, pra eu arrebentar a bunda dela com muito cuidado. Devia ser um buraquinho bem apertado, porque mesmo com a dilatação que ela mesma fez com meu pau e os dedos dela, demorou pra enfiar meu membro. Obviamente ela sentia mais do que eu, mas finalmente ela manda eu empurrar com muito cuidado. Sinto minha rola deslizando dentro do intestino dela, e consigo sentir essas paredes vibrando. Ela geme, de prazer ou de dor, mas ela quer sentir meu pau dentro do cu dela e conseguiu. Ela começa o ritmo de vai e vem, e eu vou acompanhando. Ela pega minha mão e, com aquele olhar de tesão, manda eu massagear a buceta dela, depois guia um dos meus dedos direto pro clitóris dela. Eu tô furando o cu dela no ritmo dela e passam uns 7 minutos, e ela explode de novo, pede pra eu enfiar um dedo na buceta dela e ela geme com um prazer delicioso, e de novo os aplausos dos vizinhos do quarto aparecem, os gritos dela se prolongam exageradamente, e talvez seja isso que me impede de gozar junto com ela. Ela teve dois orgasmos fenomenais, e me olha de novo com minha piroca dura e fala: Você aguenta, acho que é foda na cama. Continua falando e diz que vai fazer eu liberar toda essa potência que tenho, e fica de quatro. Que espetáculo gostoso, o cu dela já tá aberto, enfio de novo completamente, ela geme, respira pesado, e tiro de novo. me deixando ver um pouco do interior daquele cuzinho gostoso, hoje meio avermelhado. Isso se repete por alguns minutos e agora ela me convida a deitar sobre meus ombros, enquanto ela senta no meu pau, me deixando ver suas nádegas gostosas sendo atravessadas pelo meu pau. Sentada, apoiando-se nos meus joelhos, vejo como meu pau aparece e desaparece naquele cuzinho gostoso. A sensação era deliciosa, mas a sacanagem de ver tão livremente fez com que eu só aproveitasse por uns três ou quatro minutos, porque gozei tão gostoso e deixei todo o meu esperma escorrer dentro do buraquinho dela. Ela deixa eu ver escorrendo do cu dela, e acho que é a primeira vez que não dou uma pausa pra me recuperar; aquilo foi o suficiente pra eu montar nela de novo e meter no cu dela por mais de 30 minutos, onde ela teve pelo menos mais dois orgasmos e eu gozei nela de novo. Estamos tão exaustos que cochilamos juntos por algumas horas. Ela me acorda por volta da meia-noite e me diz: "você pode me dar uma massagem nas nádegas?" Repetimos aquela cena de novo naquela noite e depois durante todo aquele verão.
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