Fazendo hora extra

Bem-vindos ao meu conto



Dias largos
Tava meio atrasado com o serviço, aí me pediram se dava pra ficar um pouco mais tarde do que o normal por uns dias até normalizar, e eu falei que sim, sem problema, e a gente acertou. Quarta-feira, eu tinha que ficar por causa disso, não tinha ninguém, fiquei eu sozinho lá trabalhando, e escuto uns barulhos. Como achei estranho ter alguém, saí pra dar uma olhada. No final, era uma das minhas chefes que tinha vindo pegar umas coisas. Falo pra ela.


-Oi, o que você tá fazendo por aqui? Não sabia quem era e vim dar uma olhada.


-Ahh sim, era eu, sei lá, vim pegar umas paradas que me pediram.


quando olhei pra ela, ela tava com umas leggings apertadas e meia-calça translúcida, vi a fio dental e fiquei um pouco mais ali enquanto ela procurava alguma coisa, olhando pra bunda linda dela. e quando eu tava quase indo embora, virei pra ver a bunda dela mais uma vez, ela me olhou com um sorriso e agarrou a própria rabeta.

—Você gosta do que vê? Ou o quê?

Du­vi­dan­do do que ia acon­te­cer, res­pon­di:

- É... sim, cê é gostosa pra caralho, sério.

- Que­ria fa­zer umas ho­ras ex­tras?, ela fa­la com voz de pu­ta.

Ela me pe­ga e, ali mes­mo no es­cri­tó­rio, ti­rou a le­gging com a tan­ga e tu­do. E co­me­çou a chu­par meu pau sem me per­gun­tar na­da. Ti­rou e co­me­çou a en­go­lir tu­do, se en­ga­gan­do de tão de­ses­pe­ra­da pra ter um pau que nem o meu na bo­ca. Não aguen­ta­va mais. Co­lo­quei ela na es­cri­va­ni­nha, abri as per­nas de­la e chu­pei a bu­ce­ta de­la co­mo se não hou­ves­se ama­nhã. O que eu pen­sa­va: "se me man­da­rem em­bo­ra, vou dar mas­sa na che­fa, só por via das dú­vi­das", eu fi­ca­va di­zen­do.

- Pra ci­ma, pra bai­xo, mais, mmm­ahh!

Se­gu­ran­do mi­nha ca­be­ça sem dei­xar eu res­pi­rar, ela cur­tia uma boa chu­pa­da de bu­ce­ta. Não po­dia acre­di­tar. Eu a pe­guei, co­lo­quei con­tra a es­cri­va­ni­nha, de qua­tro, com a bu­ce­ta já to­da mo­lha­di­nha, me­ti até o fun­do e ela ge­mia que nem uma lou­ca.

- Aa­aaai, que pau gos­to­so, nun­ca ti­ra, mm...

Ela fi­cou lou­ca e co­me­çou a pu­lar em ci­ma do pau. Que­ria que eu go­sas­se sei lá on­de, mas que­ria a por­ra quen­te em al­gum lu­gar. Ela se­guia, que nem uma ma­lu­ca, ca­val­gan­do em ci­ma de mim, e eu avi­sei que ia go­sar. Ela se se­gurou bem em mim pra eu não ti­rar, e en­chi a bu­ce­ta da mi­nha che­fa de por­ra. Não po­dia acre­di­tar. Ela es­ta­va ex­ta­si­a­da e ti­nha sa­cia­do a se­de se­xu­al de­la co­mi­go. Acho que foi is­so, mas, bom, nun­ca vou com­pro­var.

Outro dia doido pra caralho.


Já era sexta-feira, o último dia que eu tava fazendo hora extra, então tava feliz por terminar o trampo. Aí o dono me liga falando pra eu fechar tudo, que ele não sabia se ia voltar depois, então fiquei pra terminar aquilo e depois fechava. Vejo que a minha chefa vem de novo, mas dessa vez ela tava meio triste, tipo séria. Aí perguntei o que tinha rolado e ela disse que tinha brigado com o namorado, sei lá, e que tinha terminado. Eu falei pra ela: se é o que você quer, manda o namorado pra puta que pariu e seja feliz.
Já me olhou com cara de safada e me disse: "Você me acompanha lá em cima pra pegar uma coisa?" Lá em cima era tipo um sótão. Subimos os dois falando besteira e ela me diz: "Por que a gente não comemora que eu não tô mais com aquele corno do meu namorado?
Tava com uma camiseta sem sutiã e uma saia. Tirou a camiseta e abriu as pernas — não tava com nada, nem uma fio dental. Tinha a buceta gordinha e molhada, já tava preparada. Não aguentei mais, então tirei a calça pra merda, joguei longe e coloquei ela de quatro pra chupar bem aquela xereca.
-aaaah ayyyy vai lá, cara, chupa ela assim, pra cima e pra baixo, que língua habilidosa, vai, não para
Me segurava pela cabeça e me afogava, aí eu falei: agora é hora de trocar os papéis. Ela pegou na minha pica com tanta euforia que quase gozei. Colocou na boca e chupava igual uma louca, se engasgava. Segurei a cabeça dela e fodi a boca dela. Ela não reclamava, ficava sem ar e me olhava com cara de puta submissa.
Coloquei ela de quatro e, com bastante saliva e tudo, entrei naquela buceta gostosa. Ela gritava sem parar, mas era de prazer.


-aaaaaaaaaaaaah cara, você vai me dar a bunda já? mmm


Pouco a pouco fui aumentando o ritmo, as pernas dela tremiam, não aguentava mais, e eu já queria gozar. Então comecei a meter cada vez mais forte pra ela sentir, e enchi a bunda dela de porra quente, transbordando, enquanto ela gemia igual uma louca.Ela me olha com cara de safada depois de uma pausinha que a gente deu e me fala:

- Agüenta mais um, cara?

Peguei ela pelos cabelos, empurrei ela em cima de uma parada que tinha ali, tipo uma mesa, e meti na buceta sem saliva nem nada pra ver se ela aguentava. Ela tava molhada demais e gostosa, sentiu ele entrando, reclamou mas gemeu de prazer. Minha patroa tava despeitada e com tesão, não queria parar de comer ela. Aí a gente ouviu o elevador descendo e não deu tempo de fazer nada, então a gente se escondeu. Subiu o pai, o dono, e ele olhou pra todo lado pra ver o que tava rolando. E aí, como não viu nada, desceu. Continuei comendo a filha dele até gozar rápido, até não aguentar mais. Coloquei na boca dela e ela engoliu toda minha porra quente. A gente se arrumou e desceu.

Os dois ofegantes, a gente olhou pra ele e ele perguntou:

- O que vocês estavam fazendo lá em cima?

E a gente respondeu junto: - Não, é que a gente tava procurando uma coisa e não achava, só isso.

Ela tava rindo, ele fez uma cara tipo "e eu sou otário, né?". Então ficou por isso, não sei se no final ele percebeu ou não, mas não deu em nada e eu continuei comendo a filha dele. Então, felizes todos.Fim da história, espero que tenha gostado. Deixa pontos, comenta ou manda mensagem privada.

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