Parte 2 do conto de ontem.

Pra quem tá vendo esse relato pela primeira vez, não é meu e ainda falta uma terceira parte. Pra amanhã. Um preto come minha mãe na minha frente 2 Tempo estimado de leitura: [24 min.] O preto que forçou minha mãe diante dos meus olhos pra me dar uma lição volta e dessa vez não vem sozinho Tinham se passado 2 meses desde o que aconteceu com aquele preto na nossa casa e praticamente tínhamos esquecido, como combinamos eu e minha mãe, em nenhum momento daqueles 2 meses a gente tinha falado sobre o ocorrido nem contado pra mais ninguém, agíamos como se tudo tivesse sido um pesadelo e, embora minha mãe tentasse fingir que nada tava rolando, dava pra ver no comportamento dela que algo tinha mudado por dentro, principalmente na atitude comigo, muito mais fria e distante, como se me culpasse por tudo e fosse verdade o que aquele preto tinha dito sobre o acontecido, que a culpa era toda minha. Naqueles 2 meses não tivemos mais notícias do preto e eu nunca comentei com minha mãe que tinha recebido um DVD onde mostrava tudo o que ela teve que fazer com o preto na nossa casa e comigo na frente. Era quarta-feira, o dia em que eu mais lembrava do ocorrido, porque tudo tinha acontecido numa quarta, e como toda quarta meu pai ia trabalhar e ficávamos eu e minha mãe sozinhos por volta das 22:00 da noite, quando, 20 minutos depois do meu pai ter saído pra trabalhar, ouvi o som da campainha. Um arrepio percorreu minhas costas. Minha mãe tava na cozinha preparando o jantar e não ouviu, então fui eu ver quem tinha chamado. Quando olhei pelo olho mágico, vi um garoto preto de uns 17 anos e minha primeira reação foi me jogar pra trás instintivamente, com um medo fudido e inexplicável. Não sabia quem era nem o que queria, mas só pela hora e pela cor da pele, decidi que era melhor não abrir e esperar que ele achasse que não tinha ninguém e fosse embora, mas aquele garoto insistiu e tocou a campainha mais 3 vezes. Dessa vez minha Mamãe ouviu e foi até o corredor: "O que foi, Marcos? Por que você não abre a porta?" As palavras da minha mãe me acalmaram um pouco, afinal de contas, não passava de um garoto que não tinha nada a ver com aquele filho da puta, além da mesma cor de pele. Então abri a porta e perguntei o que ele queria naquela hora. "Boa noite, tô procurando sua mãe", disse o garoto preto. "Minha mãe? Pra que você quer minha mãe? De onde você conhece ela?" respondi, bem desconfiado. "Não conheço ela de nada, mano, mas meu pai conhece, e vim buscar ela porque meu pai disse que ela faz uns boquetes do caralho." Um segundo antes de o garoto terminar a frase e fechar a boca, o preto que tinha estuprado minha mãe apareceu bem atrás dele. Devia ter se escondido atrás da parede e esperado o momento certo. Como a luz do hall estava apagada, eu nem tinha notado outra presença, só tinha reparado naquele garoto. Instintivamente, tentei fechar a porta, mas o garoto colocou o pé, impedindo que eu a fechasse. Agora que eu via ele direito, era mais alto do que eu esperava quando olhei pelo olho mágico. Ele empurrou a porta e conseguiu me jogar pra trás, e o outro preto aproveitou pra ajudar e entrar em casa. Fecharam a porta, e o porco me cumprimentou educadamente. "Boa noite, moleque. Vejo que você continua sem aprender educação. Essas são maneiras de tratar um velho amigo? Fechando a porta na minha cara?" "Sai daqui, filho da puta, sai daqui ou eu te mato", gritei com toda minha raiva. "Já vi que é isso mesmo, você continua sem aprender educação nem bons modos. Vejo que fizemos bem em vir te dar uma nova lição." Eu parti pra cima dele, mas o garoto, que tinha ficado parado e calado o tempo todo, me deu um chute e me jogou no chão. "Cê tinha razão, pai, esse branco não é nada amigável." Naquele momento, entendi quem era aquele garoto preto que acompanhava o bastardo da outra vez. Mamãe continuava parada e assustada no corredor. No batente da porta da cozinha, sem dizer nada. "Calma, calma, rapaz, que somos amigos, piranha, tem confiança, porra, se da outra vez eu comi sua mãe, sou quase seu pai, hahaha, vou te explicar o que tô fazendo aqui porque vejo que você tá surpreso, e sua mãe também, que ficou muda, fala menos do que quando tinha meu pau na boca dela, hahaha, bom, vamos ao que interessa, esse aqui é meu filho, podem chamar ele de Mandingo, não é o nome dele, mas no bairro chamam assim, hoje é o aniversário de 18 anos dele e o idiota ainda é virgem, ele me confessou hoje e pensei que um bom pai devia apresentar ele a uma boa mulher que ajude com o problema dele, pensei em levar ele num puteiro, mas de repente lembrei da sua mãe, então mostrei pra ele o vídeo tão bom que a gente gravou da outra vez e ele achou ótimo estrear com uma mulher branca e gostosa como ela, por isso tamos aqui". "Esquece, filho da puta, vou te matar", gritei de novo do chão enquanto o filho dele me dava um chute na barriga. "Que gênio, rapaz, que gênio, dessa vez vim na paz, olha que nem trouxe minha câmera de vídeo pra vocês verem que quero que isso seja íntimo e fique entre amigos". "Não vou fazer nada com seu filho, sai daqui, seu merda", pela primeira vez minha mãe resolveu falar e foi pra mandar os dois negões pra puta que pariu. "Dona, vejo que a senhora também não aprendeu muito da outra vez, vim pra meu filho se divertir com a senhora, mas vejo que vou ter que dar uma nova lição também, vou explicar: ou faz o que eu mando, ou o DVD que mandei vai estar amanhã na internet e a senhora vira rainha do pornô amador". "DVD? Que DVD, seu merda?" "Puxa, vejo que seu filhinho não te contou nada, que isso, moleque, você tava batendo punheta pro DVD que mandei e não contou nada pra sua mãe? Hahaha, que sem-vergonha você é, garoto". Minha mãe me lançou um olhar de ódio que gelou meu sangue enquanto o preto explicava tudo, minha mãe sabia. Perfeitamente que aquele cara tinha gravado tudo, então não estranhei o DVD. O negão tava com uma cópia e obrigou a mamãe a colocar na sala de casa. Mamãe desligou depois de alguns minutos, e umas lágrimas escorriam pelo rosto dela. "O que foi, dona? Não gostou do DVD que meu pai fez pra senhora? A senhora sai muito gostosa, principalmente quando aparece de quatro, hehe." "Bom, como eu disse, viemos na paz, então dessa vez não vamos amarrar ninguém nem ameaçar com faca. Só que, como seu filho se comportou muito mal e vi que não aprendeu a lição da outra vez, ele vai ter que ficar pra ver tudo." Me levantei do chão todo ferrado e gritei pra eles esquecerem e saírem da minha casa. "E se a gente não quiser ir, o que rola, moleque?" Não respondi aquilo, sabia que eram maiores e mais fortes que eu, e ainda eram dois, não tinha chance de expulsar eles na porrada. "Vejo que sabe o que é bom pra você, moleque. Fez bem em ficar calado." Tentei sair de casa, mas quando cheguei perto da porta, o negão falou: "Onde cê vai, garoto? Vai nos deixar sozinhos com sua mãe? Vejo que é todo sexy de boca, mas na hora se caga toda. Olha só, não ajuda sua mãe, filho ingrato, haha." "Pai, quero que ele fique. Por ser sexy e otário, esse aí tem toda cara de ser um desses branquelos metidos que se acham superiores, mas que sozinhos se mijam de medo. Deixa ele ficar e ver como vou meter fogo na mãe dele." "E ouviu seu filho, moleque? Além disso, não confio muito em você. Pode ser que eu te deixe ir e você avise os vizinhos ou a polícia, então é melhor ficar aqui. Mas pra mostrar minha boa vontade, não vou te amarrar nem amordaçar." "Não vou ficar aqui, seus filhos da puta. Me deixem sair." "Dona, convença seu filho, porque se ele sair de casa, eu vou postar o vídeo na internet." Falei que tava pouco me fodendo e ameacei abrir a porta, quando o que aconteceu me surpreendeu mais que tudo: minha mãe veio até mim e me deu um tapa, o segundo. Em menos de 2 meses e dessa vez eu deixei cair todas as minhas suspeitas sobre mim. "Senta e fica aí, tudo isso é culpa sua, então obedece e cala a boca." "Faz o que sua mãe mandou, moleque," o filho disse pra mim. Completamente humilhado, sentei numa cadeira igual da outra vez, só que dessa vez não fui amarrado nem amordaçado. O pai e o filho tiraram a mesinha do centro da sala e colocaram o sofá na minha frente, a uns 3 metros de distância. Começaram a se despir até ficarem completamente pelados na minha frente e na da minha mãe. É claro que aqueles dois homens só pareciam pai e filho numa coisa: a pica. Os dois tinham uma pica enorme, aquele moleque de 18 anos tinha até maior que a do filho da puta do pai. De resto, aquele garoto, diferente do pai, era todo depilado e não era gordo que nem o pai, mas sim mais definido, dava pra ver os tanquinhos e os músculos do corpo. Os dois sentaram no sofá e o pai falou pra mim: "Pega nossa roupa e dobra enquanto sua mãe nos atende." Eu não me mexi do lugar até que minha mãe virou e, me olhando, só disse: "Faz isso." Tive que pegar a roupa daqueles porcos e dobrar. "Beleza, senhora, quero que deixe nossas picas bem duras sem encostar, vamos ver o que você sabe fazer." Mamãe pareceu entender o que aquele homem queria e começou a se mexer de um jeito sensual. Sabia que estávamos nas mãos deles: ou fazia o que eles queriam, ou o vídeo da minha mãe seria postado pra nossa humilhação, já que no vídeo não parecia que minha mãe tava sendo forçada a nada, porque tinha sido editado de um jeito que ela parecia uma verdadeira puta faminta de pica. Minha mãe tirou a camiseta e a calça, ficando só de calcinha e sutiã no meio da sala. "A senhora não tem muito ritmo, hein, fazia melhor com minha pica no seu cu no ritmo de Bob Marley da outra vez," disse o porco do pai. "Mostra esses peitos pra gente, senhora," falou o filho. Mamãe não levantava os olhos do chão e levou as mãos pra trás do sutiã, mas antes que ela... O negro tirou, ela disse. "Um momento, senhora, melhor que o filho tire, pra ele ajudar um pouco." Dessa vez também não me mexi, mas não precisei que minha mãe dissesse nada, um novo olhar foi suficiente pra entender que eu tinha que fazer aquilo, morto de nojo e ódio daqueles dois caras, levantei da cadeira e desafivelei o sutiã da minha mãe, deixando os peitos dela à vista do pai e do filho. "Belos peitos, senhora", disse o moleque. "Moleque, agora quero que você peça pro meu filho baixar a calcinha da sua mãe." "Vai se foder, filho da puta", eu disse. "Vejo que não estamos avançando, explique você, senhora." Com lágrimas nos olhos, minha mãe me olhou de novo com um olhar carregado de rancor e falou claramente. "Pede pra ele." "Seja mais clara, senhora, que seu filho é duro de entender." "Pede pra ele baixar minha calcinha." Agora era eu quem, olhando pro chão, disse: "Baixa a calcinha da minha mãe." "Com educação, rapaz, com educação", disse o pai. "Por favor, tira a calcinha da minha mãe." "Isso aí, moleque." O tal Mandingo levantou do sofá e, ajoelhando na frente da minha mãe, pegou a calcinha dela pelos dois lados e, bem devagar, foi baixando. Parou um instante com a buceta da minha mãe na frente dos olhos dele e a calcinha nos joelhos. "Anda um pouco com a calcinha nos joelhos, senhora, sem deixar cair no chão." Minha mãe obedeceu, andando pela sala com a calcinha nos joelhos, parecia um pinguim andando quase pulando e com os peitos balançando por causa dos movimentos ridículos que tinha que fazer pra calcinha não descer mais. Depois, Mandingo se ajoelhou de novo na frente da minha mãe e baixou a calcinha até os tornozelos, tirou completamente e jogou na minha cara. "Guarda isso também, garoto, que sua mãe não vai precisar por um bom tempo." Naquele instante, minha mãe ficou completamente nua na frente do pai e do filho. Dessa vez, ela nem tentou se cobrir e ficou exposta à vista dos dois. "Nossa, senhora, isso é uma novidade que eu não esperava, você depilou a floresta. Será que estava nos esperando e essa é a forma dela nos dar as boas-vindas?" disse o pai. Eu também não conseguia acreditar, minha mãe não disse nada, mas quando olhei, pude ver claramente que ela tinha se depilado e deixado só uma tirinha de pelo na buceta dela. Por que ela fez isso? O filho sentou de novo no sofá ao lado do pai, e ele disse pra minha mãe: "Dê uma volta, senhora, pra meu filho dar uma olhada na mercadoria." Mamãe deu umas voltas em si mesma como se fosse uma boneca, pro filho poder apreciar ela direitinho. "Muito bem, senhora, agora chega perto do meu filho pra ele apalpar um pouco." Mamãe, de novo sem reclamar, se aproximou do sofá até ficar a pouca distância do rapaz, que se inclinou pra frente no sofá e começou a passar as mãos pelo corpo dela. Primeiro, as mãos dele foram pros peitos da minha mãe, agarrou os dois com as mãos e depois foi descendo até pegar na bunda dela. Eu via como ele apertava a bunda da mamãe com força, e quando ele tirou as mãos, as nádegas dela estavam meio vermelhas. Depois, ele se recostou de novo no sofá. "E aí, filho, o que achou do seu presente de aniversário?" "Adorei, pai, é o melhor presente que você já me deu. Essa senhora não tá nada mal pra idade dela, tem uns peitos bem gordos, uma bunda ainda firme pra idade dela, e me excita muito essa meleninha que ela tem, sem falar naquela boceta, pai. Tô doido pra meter meu pau nela." "Hahaha, calma, filho, tudo a seu tempo. Fico feliz que você gostou do presente. A senhora, chegue aqui um momento." Mamãe se aproximou do negro, e ele virou ela de costas pra ele e de frente pra mim. Depois, pediu pra mamãe se curvar pra frente com as mãos esticadas como se fosse tocar os pés. Mamãe não se mexeu, e, embora eu não tenha visto, ouvi um barulho e, pela cara dela, deduzi que o negro tinha dado um tapa na bunda dela. Depois disso, mamãe obedeceu e se curvou pra frente, mas não chegava a tocar o chão com as mãos. Mãos e a flexibilidade dela davam pra alcançar e tocar as próprias canelas. O negão segurou o quadril da mamãe e aproximou o rosto da bunda dela. "Antes do meu filho usar, quero provar essa bucetinha nova, sem pelo." Pela cara da mamãe, deduzi que o negão tava passando a língua inteira na buceta recém-depilada dela. Por sorte, ele chupou só uns segundos e recostou de novo no sofá, igual o filho tinha feito. "Deliciosa, senhora, muito melhor assim, sem pelos. Agora senta aqui e usa as mãos pra levantar nossas rolas." Mamãe se virou e falou: "Me deixem em paz, vou dar dinheiro, vou dar o que vocês quiserem, mas saiam da minha casa agora", implorou minha mãe. "Só queremos uma coisa da senhora, nada de dinheiro. É questão de respeito e educação, que a senhora não soube ensinar pro seu filhinho. Além disso, a senhora é um presente pro meu filho, e é feio trocar um presente. De qualquer forma, pra mostrar que sou bonzinho, vou deixar a decisão com meu filho." Mamãe implorou pro rapaz que deixasse ela ir e fossem embora: "Podia ser sua mãe, por favor. Vou dar dinheiro, mas não façam nada comigo, por favor. Você é só um garoto, não me obrigue a fazer isso." Por um momento, achei que aquele moleque ia atender aos pedidos da minha mãe. Até a cara amigável dele enganava, e quando ele fez menção de falar, pensei que o pesadelo tinha acabado. Mas o que saiu da boca dele deixou a situação clara. "Senhora, não tem nada que possa fazer pra eu sair dessa casa sem meter meu pau na sua buceta." Ele agarrou minha mãe pela mão e empurrou ela na direção dele, obrigando ela a sentar quase em cima do pau dele, que descansava nas coxas. Tentou beijar minha mãe, mas ela não abria a boca. Vendo a resistência dela, o pai dele pegou um mamilo da minha mãe e beliscou. Quando mamãe gritou, o moleque aproveitou pra enfiar a língua na boca dela e, por uns segundos, deu um beijão nela, sem que minha mãe conseguisse se separar. Quando a língua do garoto saiu da boca da minha mãe, um fio de... A saliva unia os lábios dos dois. "Agora vou repetir, senhora: use as mãos pra levantar os mastros." O preto se afastou, deixando um espaço entre ele e o filho pra minha mãe se sentar no meio, e foi isso que ela fez. Sem dizer uma palavra, minha mãe esticou os dois braços e agarrou as pirocas do pai e do filho, começando a bater uma de baixo pra cima. Não demorou muito pra crescerem nas mãos dela. Da minha posição, eu via minha mãe, branca como a porra, sentada entre aqueles dois pretos que nem carvão, com uma rola em cada mão, movendo as mãos igual um robô, sem parar, num ritmo lento, completamente nua e me encarando. "Vai, moleque, traz um par de cervejas pra mim e pro meu filho, já que tua mãe tá com as mãos ocupadas e não pode ir, haha." Mais uma vez, obedeci aquele porco e levei duas cervejas. As pirocas do pai e do filho já estavam duríssimas, e as mãos da minha mãe só conseguiam pegar menos da metade do membro. A rola do filho tava de pau duro quando o pai disse pra minha mãe: "Senhora, ensina meu filho como se chupa uma rola direito, igual eu te ensinei." Mamãe não respondeu nada, soltou as pirocas que segurava e se ajoelhou na frente do garoto. Da minha posição, eu via minha mãe de costas, com a cabeça na altura da piroca do moleque. Dava pra perceber pela cara do garoto o momento em que minha mãe enfiou a rola dele na boca. Ele colocou as mãos nos cabelos dela e começou a mexer a cabeça da minha mãe pra cima e pra baixo, tentando fazer ela engolir a piroca toda. Ele tava fodendo a boca dela enquanto o pai incentivava minha mãe. "Vai, senhora, tudo pra dentro, igual eu ensinei, faz um boquete profundo no meu filho." "Porra, pai, ela chupa pra caralho, é uma pena que você não trouxe a câmera de vídeo pra gravar isso." "Fica tranquilo, filho, que esse moleque aí deve deixar a gente usar o celular dele pra tirar umas fotos." Tentei ignorar, mas não demorou pra Repetindo: "Moleque, me passa seu celular, piranha, não viu que sua mãe não pode te pedir? Ela é educada e sabe que não se fala de boca cheia." Levantei e dei meu celular pro filho dele. "Valeu, garoto. Sua mãe não vai te agradecer porque com minha pica na boca ela não consegue falar, hehe." "Nossa, que distraído sou, acho que quando chegamos sua mãe tava preparando o jantar. Se quiser, pode ir pegar ela e jantar." Não levantei da cadeira, então o negrão abriu a boca de novo: "O que foi, senhora? Seu filho parece que não tá com fome. O que tinha pra jantar?" Mamãe continuava chupando a pica do filho e não respondeu até que o filho disse pra minha mãe: "A senhora não ouviu minha mãe, dona? Responda ela e sem tirar minha pica da boca." "Saggggchichas", respondeu minha mãe com a pica na boca. "Hahaha, então o menu que a gente trouxe é o mesmo que a senhora tava preparando, haha. Bom, moleque, se não quiser, não janta e também não precisa trazer o jantar pra sua mãe, porque a gente já dá salsicha pra ela. E não se preocupa que sua mãe não vai passar fome, ela vai comer tudo essa noite." O moleque começou a tirar fotos da minha mãe enquanto o pai dele pedia pra ele me contar o que tava fotografando, já que de onde eu tava só via a cabeça da minha mãe subindo e descendo. "Então, olha só, moleque, sua mãe é uma expert em chupar pica. Agora vou tirar uma foto dela com a língua brincando com minhas bolas, agora a língua dela tá percorrendo minha pica da base até a cabeça, tá dando mordidinhas, hahaha. Agora sua mãe tá tentando fechar o punho na minha pica, mas é grande demais, haha. Vou tirar umas fotos dela com minha pica na cara dela pra você ver que chega na testa dela. Agora, senhora, pegue minha pica e coloca perto da bochecha, olha pra mim e sorri que quero umas fotos assim. Muito bem, por enquanto já deu de fotos." O moleque cruzou as mãos atrás da cabeça e, se acomodando, olhando pra pica dele, disse pra minha mãe: "É toda sua. dela." "Fica tranquilo, garoto, que enquanto meu filho se diverte, eu vou te contando pra você não perder nenhum detalhe. Sua mãe tá punhetando meu filho enquanto com a língua saboreia a glande dele. Sua mãe não deixa um único pedaço de pau sem provar. Agora ela tá chupando a cabecinha dele. Escuta, garoto, é como se sua mãe tivesse uma chupeta na boca. Tá ouvindo? Haha." Num instante, o negão puxou a mãe pelo cabelo e levantou ela do chão, partindo pra mamar nas tetas dela. Da minha posição, eu não conseguia ver, mas ouvia aquele moleque chupando os bicos dos peitos da minha mãe com gula. Minha mãe soltava uns gritinhos diante da paixão desmedida daquele garoto que logo deixaria de ser virgem graças à minha mãe e na minha cara. "Bom, dona, vejo que a senhora comeu a janta. O que achou da salsicha? Tava boa?" "Sim, tava boa", respondeu minha mãe dessa vez. "Fico feliz que tenha gostado da salsicha do meu moleque. Agora vou na cozinha pra ela comer a sobremesa." Enquanto o filho dele mamava nas tetas da minha mãe, o pai foi pra cozinha e voltou em menos de um minuto com um sorriso de orelha a orelha. "Tenho que admitir que a senhora sabe fazer compras. Sempre tem coisas bem oportunas na sua cozinha." O negão trouxe uma caixa de super donut debaixo do braço. É tipo um Donut, mas o dobro do tamanho. Minha mãe compra pra tomar café numa padaria que fica a duas ruas de casa. "Larga as tetas da dona que ela ainda não terminou de jantar, filho." O moleque se afastou das tetas da minha mãe e ficou na frente dela. Ainda tava de pau duro, e meu pai abriu a caixa e enfiou um donut de chocolate no pau dele pelo buraco. "Mas, pai, que porra é essa?" "Cala a boca, filho. Olha, dona, isso é muito fácil. Esse donut é a sobremesa da senhora, e ela tem que comer sem deixar cair no chão." "E o que acontece se cair no chão?", perguntou minha mãe. "Bom, aí ela come outro, mas esse vai ter uma creminha especial da minha colheita por cima." Tanto minha mãe quanto eu entendemos a nojeira que ele tava dizendo aquele bastardo, e a gente sabia que ele era muito capaz de fazer aquilo. Acho que por isso minha mãe dessa vez nem tentou implorar perdão e resolveu comer a sobremesa. Ela foi dando mordidas no donut em cima da rola do moleque, que não caía porque a rola segurava o donut no lugar. Até que chegou um momento em que só restava o círculo do donut com muito pouco recheio, e se minha mãe desse mais uma mordida ao redor, ele cairia no chão. Então minha mãe só tinha uma opção: comer o que sobrou de uma vez, e pra isso só tinha uma chance.

Mamãe colocou os lábios a poucos milímetros da rola do garoto e, abrindo a boca, enfiou a rola na boca. O donut estava na ponta da rola; o pai tinha colocado ali sabendo perfeitamente o que minha mãe teria que fazer. Bem devagar, mamãe foi enfiando a rola na boca até chegar a mais da metade. Nesse momento, o filho pediu pra ela parar um instante e fotografou minha mãe de novo, que naquela hora estava ajoelhada na frente dele com mais de meia rola dentro da boca. "Essa cena é super excitante, senhora. Olha nos meus olhos, adoro ver seus olhinhos de menina boazinha com meu pauzão na sua boca."

Mamãe continuou avançando bem devagar. Ela tinha que dilatar a garganta pra engolir aquela rola até o fundo. Faltavam uns 3 ou 4 cm quando mamãe agarrou a bunda daquele garoto e apertou contra a própria garganta, enfiando toda aquela rola na boca por um segundo que pra mim pareceu eterno. Depois, ela empurrou ele pra trás, e o moleque quase caiu sentado no sofá. Quando mamãe tirou a rola da boca, também trouxe o donut com ela. "Muito bem, senhora, dessa vez a senhora foi excelente", disse o pai do garoto pra ela. "Agora vem aqui e continua chupando, senhora, até eu gozar na sua boca." "Nada disso, garoto, você tem que guardar essa porra pra outro lugar, porque essa é uma ocasião especial", respondeu o pai dele. Com isso, o garoto se levantou do sofá e empurrou minha mãe pra trás, fazendo com que caiu de costas no tapete da sala "Então vou te foder, senhora, vou te foder agora mesmo" O pai dele disse "Comporte-se como um cavalheiro, filho, antes de foder você tem que dar à senhora o mesmo tratamento que ela te deu, além disso você tem sorte porque desta vez a buceta dela está raspada e você vai poder estrear o visual novo dela sem engasgar" O garoto entendeu e disse pra minha mãe "Vou obedecer meu pai, senhora, e antes de te foder vou comer essa bucetinha peladinha" O garoto se deitou deixando o rosto na altura da buceta da minha mãe, abriu as pernas dela com facilidade porque minha mãe não fez nenhuma objeção, então o moleque começou a chupar a buceta dela passando a língua pelos cantos mais fundos da minha mãe, que tentava abafar os gemidos como fez da outra vez, eu podia ver os dois deitados no chão com a boca do garoto colada nas partes íntimas da minha mãe sem levantar a cabeça nem um momento. "Senhora, diga ao meu filho para continuar, para não parar" Para minha surpresa minha mãe respondeu quase na hora "Chupa minha buceta, continua chupando" O garoto manteve a boca na buceta da minha mãe por vários minutos enquanto minha mãe ofegava e apertava os punhos até que ele se afastou e começou a enfiar uns dois dedos na buceta da minha mãe, que não parava de se contorcer no tapete. "Garoto, peça ao meu filho para dar à sua mãe o que ela merece" "Não entendo o que você quer" respondi Minha mãe se apressou em responder "Ele quer que você peça ao filho dele para me foder" "Não vou..." "FAÇA ISSO" gritou minha mãe Olhei para aquele garoto nos olhos e disse "Fode a minha mãe" "Já era, rapaz" respondeu ele O moleque salivou a glande e passou um pouco na entrada vaginal da próxima vítima dele, ou seja, minha mãe, e apontou o pau até roçar o clitóris dela, minha mãe só abriu as pernas para o aríete que se apresentava diante dela. "Aproveita o momento, filho meu, essa xereca é gloriosa" O garoto foi se deitando devagar sobre minha mãe deixando a glande bem na entrada da buceta da minha mãe. "Peça, senhora" "Mete em mim" respondeu minha mãe, que dessa vez também não demorou nem um segundo pra responder "Vamos, senhora, me diga até onde quer" "Até o fundo" ela disse de novo, enquanto eu achava que ela tava só fazendo média pra eles nos deixarem em paz logo. O garoto começou a enfiar a glande bem devagar, deixando as paredes vaginais da minha mãe se adaptarem direitinho à ferramenta que ia receber. "Tô entrando, senhora, tô entrando na sua buceta" O garoto foi entrando na minha mãe com cuidado, lento mas firme, aos poucos aquele moleque ia metendo o pau centímetro por centímetro dentro da minha mãe, que cada vez disfarçava menos os gemidos. "A senhora é maravilhosa, uma deusa, tô adorando" "Vai devagar, filho, que essa buceta é muito gulosa e pode fazer você gozar num segundo, tem que ter paciência" disse o pai dele. O negão foi avançando os quadris até encher minha mãe por completo, pelo pouco que eu via do ângulo onde tava, percebi que o encaixe era total, a buceta da minha mãe abrigava dentro dela o pau descomunal daquele garoto. Devagar, o moleque foi tirando o pau de dentro da minha mãe até puxar tudo pra fora e, no mesmo instante, meter de novo inteiro de uma só vez. Ele foi movendo os quadris pra trás e pra frente, uma e outra vez, aumentando a velocidade e a força. As batidas da investida dele, quando o púbis dele batia no da minha mãe, ecoavam pelas paredes da sala de casa, as estocadas eram cada vez mais rápidas e profundas até quebrar de vez as barreiras que restavam na minha mãe, que aumentou os gemidos e gritos toda vez que o pau daquele negão entrava dentro dela até o fundo do ser. "Ummm, ummm, é maior que o do seu pai" dizia minha mãe de olhos fechados, eu não sabia se ela tava falando do meu pai ou do pai do negão, mas a ideia era Fumei minha cabeça na hora quando vi com nojo como aquele preto com o pau dele completamente enterrado dentro da minha mãe ficou olhando fixamente pra ela, pra minha completa repulsa foi a mamãe que colocou a língua pra fora e aproximou a boca dela da boca do preto que abriu a dela fazendo com que as línguas do preto e da minha mãe se entrelaçassem, mamãe cruzou as pernas na cintura do moleque e agarrou com as mãos a bunda do preto que a cobria por completo, enquanto beijava ele empurrava com as mãos a bunda do moleque pra que ele fodesse ela mais fundo. Vomitei com aquilo, minha mãe tava se comportando como uma puta, tinha sucumbido a um moleque mais novo que o filho dela que tava estuprando ela na minha frente e a puta tinha começado a gozar e tinha esquecido que tava sendo estuprada. "Hahaha, parece que a mamãe finalmente aceitou a verdade, que ela morre de vontade de dar pra um pau preto gostoso, eu já sabia disso moleque, olha que nojento você é, olha que vomitar na sala por ver a mamãe levar uma boa foda, que fresco você é" "Filho, não faça a senhora esperar e fode ela como ela merece, sobe as pernas dela nos seus ombros pra que seu pau chegue bem fundo" O moleque não esperou mais e pegando ela pelos tornozelos, colocou eles nos ombros dele pra depois apontar o pau dele na entrada da buceta da minha mãe, como tinha acontecido antes a buceta da minha mãe engoliu por completo o pau daquele filho da puta de um jeito que eu podia ouvir como as bolas do preto batiam na bunda da minha mãe cada vez que aquele pau enorme entrava por completo na minha mãe. "Chop, Chop, Chop" Aquele som me fazia entender que a buceta da minha mãe tava molhada com o pau daquele moleque que mal era um pirralho "Vou colocar uma música boa que esse momento merece e eu vi outro dia que vocês não tinham discos bons" O preto colocou um disco no aparelho de som enquanto o filho dele continuava fodendo minha mãe, colocou um de reggaeton cujo refrão dizia: Tu quieres duro... (Dale, duro, papi!) (Mais forte!) Você quer forte... (Vai, forte, papai!) (Mais forte!) (Vai, forte, papai!) (Mais forte!) Essa noite vou te foder forte Forte te foder no escuro Forte a gente se pega contra o muro "Essa música é bem oportuna, né, garoto? Certeza que sua mãe gosta e sabe continuar a capela com meu moleque. Vamos, filho, começa você" "Você quer forte" disse o garoto enquanto entrava e saía da buceta lubrificada da minha mãe, aumentando a velocidade e a força das suas estocadas. Minha mãe não continuou a música, então o negão repetiu de novo, com um tom um pouco mais autoritário dessa vez, e se aproximou da minha mãe para dar um leve tapinha na bunda dela. Mais uma vez, minha mãe me surpreendeu entrando na brincadeira daqueles dois porcos. "Vai, forte, papai. Mais forte" continuou minha mãe a música enquanto seus gemidos começavam a sair da garganta dela, com os olhos fechados, aguentando as estocadas do garoto. "Você quer forte" respondia o moleque enquanto começava a penetrar minha mãe no ritmo da música. "Vai, forte, papai. Mais forte" respondia minha mãe de novo, que agora segurava os próprios peitos enquanto continuava aproveitando a pica do garoto. "Você quer forteeeee" respondeu o garoto de novo, enquanto agarrava os quadris da minha mãe e a levantava com porradas de pau no tapete com uma força desgraçada. "Vai, forte, papai. Mais forteeeeeee" respondeu minha mãe ao mesmo tempo que explodia num orgasmo brutal, cujos gritos se misturaram com os do garoto, assim como a pica e a buceta deles tinham feito até aquele momento. "Vou gozar, vou gozar, senhora" "Agora sim, filho, enche o tanque da senhora com seu leite, haha" O moleque soltou o esperma dentro da minha mãe com 3 ou 4 sacudidas e, sem tirar a pica da mamãe, caiu suado em cima dela, começando a beijá-la de novo. Não sei quanto tempo passou, mas pareceu uma eternidade. Minha mãe e o negão se beijavam enquanto ele continuava se movendo devagar com a pica ainda dentro dela, que mais uma vez agarrava com as mãos. as nalgas do negão empurrando lá dentro pra continuar sentindo aquela pica dentro dela enquanto ele terminava de esvaziar as bolas dentro dela até a última gota "Tô vendo que no fim a senhora gostou da música, a música e tudo mais, haha riu o padre" Minha mãe saiu de debaixo do corpo do moleque que ainda descansava pelado em cima dela e ficou sentada no tapete começando a choramingar. "Não sei o que deu em mim, aquela não era eu, vão embora da minha casa agora, já conseguiram o que vieram buscar" disse minha mãe. "Senhora, claro que sabe o que deu, o que aconteceu é que seu marido é um pica-mole que não te dá o que você precisa e claro, umas picas como a minha e a do meu moleque acabaram despertando em você algo que tava esquecido há tempos, com certeza com seu marido você nunca gozou igual gozou com meu filho, além disso depois do que vi não posso ir embora sem me divertir também senhora, tem que entender que me deixou de pau duro vendo você gozar que nem uma puta debaixo do meu filho" O negão se aproximou da minha mãe enquanto o filho dele sentava no tapete se recuperando da gozada que tinha dado nela e falou pra minha mãe. "Vamos senhora, faz uma punheta boa daquelas que você sabe" Mamãe se ajoelhou na frente do pai e segurou de novo a pica enorme com a mão, a mão dela era pequena comparada com aquela pica e ela teve que juntar as duas mãos pra cobrir mais pica, mesmo assim ainda sobrava pica, mamãe começou a mexer as mãos rapidamente e quando a pica ficou dura que nem uma espada ela continuou movendo as duas mãos na pica a toda velocidade, até vi que ela olhava direto nos olhos do negão. "Assim que eu gosto senhora, me olhando enquanto me bate uma, mas vai mais devagar e você filho, passa o celular desse otário aqui que quero tirar umas fotos também" O filho dele jogou o celular e o pai pegou apontando pra minha mãe e começando a fotografar ela. "Assim muito bem, me olha enquanto eu a fotografo e movo minhas mãos devagar no meu pau" "Agora me dá um beijinho na ponta do pau e mantém seus lábios colados nele enquanto eu tiro a foto, essa foto é muito boa, garoto, sua mãe beijando meu pau enquanto segura ele com as duas mãos, é como se ela beijasse a cabeçona de uma anaconda, haha. O negro separou as mãos da minha mãe do meu pau, desligou a música que ainda tocava no aparelho e sentou de novo no sofá "Já vai ter tempo pra outra música mais tarde, mas agora prefiro que não tenha música, vem aqui de quatro, senhora"... continua...

1 comentários - Parte 2 do conto de ontem.