Trago outro relato alheio, mas que com certeza vocês vão gostar. Salve, galera, hoje trago essa história que aconteceu comigo no Natal passado. Meu nome é Danae, sou casada, tenho 32 anos, sou de Cali, Colômbia, e tenho dois filhos, uma menina e um menino, de 13 e 15 anos respectivamente. Bom, vou começar dizendo que meu filho, na idade dele, é meio rebelde, e sempre quis fazer o que quer, até passando por cima da minha autoridade e da do pai dele. Então, sem mais delongas, ele se alistou no exército. Eu não concordava muito com isso e sempre falei pra ele. Uns dias antes do Natal, ele ligou pra casa dizendo que ia sair do exército quando o ano terminasse, porque não era o que ele esperava. No dia de Natal, fui buscar meu filho no quartel e perguntei a um dos caras que guardavam a entrada por ele. O cara me informou que meu filho tinha sido castigado por mau comportamento, mas que me deixaria entrar pra vê-lo. Ele apontou uma porta lá longe, e eu fui até lá e bati. Eram umas 5 da tarde. Outro soldado abriu a porta, e eu falei: "Boa tarde, um dos seus colegas me disse pra vir aqui ver meu filho." "Boa tarde, senhora, sou o cabo Ramírez" — o cara disse, e eu percebi que ele tinha bebido e continuava bebendo, tanto pelo bafo de álcool quanto pelas garrafas de cerveja num canto. "Acho que seu filho é aquele ali" — ele falou, apontando. "Sim, aquele bundão do meu filho." Eu ainda tava puta, e o Ramírez achou uma graça eu chamar ele de bundão, então, bem educadamente, ele disse que eu podia falar com meu filho, mas pelas grades da cela, porque ele não podia sair. Me aproximei da cela enquanto o Ramírez ficava perto da porta de entrada do barracão que servia de calabouço. "O que cê tá fazendo aqui, mãe?" "O que você acha? Viemos jantar na casa dos avós, e como fica só a 30 quilômetros daqui, resolvi vir te ver." "Isso é uma merda, mãe, tô de saco cheio." "Então não tinha se alistado no exército, pô. Se tivesse me ouvido, não estaria aqui feito um idiota." Desde sempre odiei o exército e nunca escondi minha opinião sobre os membros que o compunham, a quem considerava uns vagabundos, bêbados e marginais. Conversei com meu filho por uns 15 minutos e, durante todo esse tempo, pude perceber como o cabo Ramírez me olhava enquanto tomava mais algumas cervejas. Eu usava um vestido meio justo, de cor branca. Quando me despedi do meu filho, fui até a porta e disse tchau para Ramírez, mas não consegui sair porque estava trancada. Me virei e pedi para Ramírez abri-la. Ramírez levantou da cadeira, as cervejas já tinham feito efeito nele e ele já estava mais que alegrinho. "Mas já vai embora, senhora? Fica pra tomar uma cervejinha comigo, ué." "Vem cá, pivete, me abre a porta e vai dormir a bebedeira. Que bando de gentinha que são esses militares, sorte que meu filho já vai vazar desse zoológico." Naquelas palavras estavam resumidos todos os pensamentos que eu tinha sobre o exército e seus integrantes. Para a besta do Ramírez, aquelas palavras não caíram bem e, animado como estava pelo álcool, ele me respondeu. "Já sabia que a mãe desse bastardo devia ser uma puta de boca suja. Só de uma puta pode sair um filho de puta como o seu filho, senhora." Eu dei um tapa nele, mas Ramírez nem se mexeu. Ele era muito mais forte que eu, então o tapa nem o abalou. "Pô, então a senhora quer guerra? Tá bom, vai ter." Ele me deu um tapa que quase me jogou no chão. "Tira o vestido." "Seu filho da puta, vou te meter na cadeia, vou te dar uma queixa que você vai se cagar, seu lixo." Levei outro tapa forte de Ramírez. "Tá bom, mas isso vai ser quando eu deixar você sair daqui, sua porca." Assustada com a situação, comecei a gritar e bater na porta, mas Ramírez ria. "Pode gritar à vontade. Neste quartel, só estamos nós e os de guarda, e o corpo da guarda fica na entrada do quartel, então... Ninguém vai ouvir você nem vir te ajudar" — "Agora vou repetir: tire o vestido". Eu estava apavorada, via que ninguém podia me ajudar e sabia muito bem que aquele filho da puta meio bêbado podia me matar. Então, olhando para o chão, deslizei as alças do meu vestido pelos ombros e soltei, deixando o vestido cair até os pés, ficando só de calcinha e sutiã na frente do meu filho e daquele cuzão do cabo Ramírez. "Por favor, não me machuca, me deixa em paz, prometo não contar nada". "Não se preocupa, senhora, vai ver que no final você vai gostar. Além disso, quero que saiba que tudo isso é culpa do seu filhinho. Ele é um sem-vergonha, um folgado, um cara de pau que passou praticamente todo o serviço militar de licença, recebendo pra ficar em casa enquanto os colegas ralavam. Aqui somos todos uma grande família, senhora, e seu filho vem nos enchendo o saco". Olhei pro meu filho sem dizer nada. Embora odiasse o exército, também não concordava com o jeito que ele se comportava lá; não gostava que ele tirasse licença à toa. "Agora tira tudo". Ramírez continuava me tratando por "senhora", como tinham ensinado no exército, apesar do que estava fazendo comigo. Dessa vez não reclamei. Estava resignada. Olhando de novo pro chão, desabotoei o sutiã e desci a calcinha até os tornozelos, me cobrindo com os braços como dava. "Ummm, olha só a mamãe. Viu como sua mãe tem a buceta depilada? Já tava achando que você tinha cara de putinha". "Mas não se tapa, pô, com esse corpo gostoso que Deus te deu. Vem cá, me dá a mão". Ramírez chegou perto de mim e afastou a mão que cobria meus peitos. Depois pegou a mão que eu usava pra esconder minha parte de baixo e me puxou pra mais perto da cela onde meu filho estava. Passou a mão por cima da minha cabeça e me fez dar umas duas voltas em mim mesma pra me ver completamente nua, sem perder nenhum detalhe. "Tenho que admitir que você me surpreendeu. Já imaginava que era gostosa, mas não tanto. Você tem um... Bunda bem firme (disse isso enquanto me dava um tapa na bunda), a buceta depilada do jeito que eu gosto e o melhor de tudo esses peitões lindos". Além disso, vejo pelos seus mamilos que ela tá com tesão. "Como você ousa, porco, é por causa do frio que faz aqui", respondi. "Solta minha mãe, filho da puta, deixa ela em paz, vou te matar". Ramírez só riu: "Você não tem nem um pingo de vergonha, palhaço. Te falei que você ia se lembrar de mim pra vida toda e pode crer que vai, e não vai ser só você", disse enquanto piscava um olho pra mim. "Vire-se e se segure nas grades da cela do seu filho". Não me mexi e Ramírez me deu outro tapa: "Achei que já tínhamos deixado as coisas claras, senhora". Não tive escolha a não ser obedecer e me agarrei nas grades da cela. Ramírez se ajoelhou atrás de mim, nessa posição e com meu cu totalmente à disposição dele, lançou a boca pra cima dele. A língua de Ramírez começou a fazer círculos no meu cu, e eu não podia fazer nada além de aguentar aquela humilhação e segurar as lágrimas. Pouco depois, Ramírez começou a lamber de cima pra baixo e depois se posicionou no centro e tentou violá-lo, empurrando pra dentro. Comecei a implorar sem parar de novo e as lágrimas caíam dos meus olhos, mas Ramírez continuou: "Abre mais as pernas, querida", ele disse tirando a cara do meu cu por um momento. "Não, por favor, não continua, por favor, não". "Abre as pernas ou você já sabe o que vai acontecer". Entendi o que tinha que fazer se não quisesse levar outro tapa. Então obedeci e ficou à vista minha buceta perfeitamente depilada e brilhante com a saliva que escorria da boca de Ramírez, passando pelo meu cu e depois pela minha buceta até o chão. Ramírez colocou uma mão por baixo de mim e começou a tocar minha buceta. "AAAAAAIIIIIII!!!! Não, por favor. Nãããooo!!", gritei enquanto levantava a cabeça e cruzava o olhar com o do meu filho, tensionando todo o meu corpo. Era um dos dedos de Ramírez, que tinha se Enfiado inteiro na minha buceta. "Hum, sua mãe tá bem molhadinha, dá pra ver que seu pai não sabe como fazer ela gozar". Com um dedo totalmente enfiado na minha buceta, Ramírez usou o polegar pra brincar e massagear meu clitóris. Assim nessa posição, com a língua no cu, um dedo na minha buceta e outro dedo no meu clitóris, levei 5 minutos pra ter um orgasmo, tentei segurar com lágrimas nos olhos mas não consegui e escaparam alguns gemidos. Depois do meu orgasmo, Ramírez afundou a cara na minha buceta e começou a lamber minha virilha como um cachorro sedento na tigela d'água. "No final ela gostou, hahaha, já sabia". "Chega, para, me deixa ir e não vou contar nada pra ninguém, por favor". Implorei. "Tô vendo que você é tão egoísta quanto seu filho, ou seja, você goza e quer me deixar aqui com as bolas cheias de amor, não vai pensar que vai sair desse quartel sem sentir nessa maravilhosa xota depilada como entra uma boa pica até o fundo". "Por favor, não me fode, te imploro, me deixa em paz". "Olha como você é chata, toda hora a mesma coisa, mas beleza, dessa vez vou te dar uma chance, mas claro que vai ter que me dar algo em troca se não quiser que eu te foda, porque agora mesmo tô vendo sua xota e não consigo resistir a pensar como vou me divertir quando tiver minha pica lá dentro". "Chegaaaa, seu porco filho da puta, me larga agora". Ramírez me deu várias palmadas na bunda e depois me virou bruscamente, fazendo com que eu ficasse de costas pro meu filho e pudesse ver como minha bunda tinha ficado vermelha depois das palmadas. "Você não aprende, não é à toa que seu filho é assim, já que você não tem respeito nem disciplina, mas não se preocupa que isso aqui é um quartel e você vai sair daqui sabendo obedecer ordens, vou foder sua buceta e se continuar se comportando mal, também vou meter por aqui". Enquanto dizia isso, tentou enfiar um dedo no meu cu. "Não, por favor, eu chupo você, mas não faz mais nada comigo". "Hahaha, muito bem, assim que eu gosto, que saiba quem manda aqui e quem tem que manter contente pra você se comportar bem com a senhora, tá bem, fique de joelhos e de lado, quero que seu filho veja direitinho como meu pau entra na boca da mãe dele" obedeci sem pensar duas vezes e Ramírez tirou o uniforme numa velocidade, ficando só com as botas e a cueca, sem dúvida aprendeu isso no exército. Ramírez começou a fazer poses na minha frente, mostrando o corpo musculoso "Tô gostoso, dona?" "Muito, você é muito gostoso, querido" – eu tinha decidido agradar ele pra essa situação acabar logo "Viu como eu deixo sua mãe boazinha, seu cuzão? Pois espera só até ver meu fuzil", nem terminou a frase quando puxou a cueca pra baixo rápido, deixando a gente ver um pau moreno e caído, de bom tamanho mesmo mole. Não consegui evitar arregalar os olhos praquele instrumento, Ramírez se aproximou de mim com o pau na mão "Espero que seja boa em chupar um pau". "Sim, sim, eu chupo, mas não enfia em mim, por favor". "Agora quero que olhe pro seu filho e diga pra ele como vai me chupar". Olhei pro meu filho e, sem desviar o olhar dele, falei: "Vou chupar até o fundo, vou engolir o pau inteirinho, como se fosse um pirulito" "Hahaha assim que eu gosto, dona, que explique bem as coisas pro seu filho, e você, seu otário, se prepara pra ver como meu pau desaparece inteiro na garganta da sua mãe, vai ver como minhas bolas batem no queixo dela e como esses olhões vão me olhar com cara de puta que tá aproveitando um pau bom enquanto chupa". Ramírez pegou uma cadeira e sentou a uns 2 metros na minha frente, com o pau descansando na coxa direita "Pega, dona, aqui está sua ceia de Natal, vem de quatro como uma gatinha e me mostra que é uma expert em engolir pica, ou vou ficar puto e você sabe o que acontece se eu ficar puto" Me aproximei engatinhando até o Ramírez e coloquei minha cabeça entre as pernas do soldado, dando uma olhada longa no pau dele. Alargo a mão e pego na rola do Ramírez, colocando ela bem na frente da minha boca. Dei um pequeno impulso pra frente e, sem mais, enfiei mais da metade. A rola do Ramírez, ao se sentir na minha boca, começou a crescer na hora e, em poucos segundos, ficou dura que nem uma espada. Tive que tirar ela da boca de susto, porque aquela rola ereta devia ter uns 20 cm. Ramírez me agarrou pela nuca e disse: "Vai, senhora, tudo pra dentro e quero que olhe nos meus olhos." A rola do Ramírez voltou a entrar na minha boca, e meus lábios apertavam com toda força aquela barra de carne que penetrava lá dentro. Nessa posição, comecei a chupar a rola do Ramírez uma vez e outra: tirava da boca pra enfiar de novo, sem desviar os olhos dos do cabo. Brincava com a língua na cabecinha da rola do Ramírez enquanto chupava com toda força, tentando extrair o suco da rola dele o mais rápido possível. Nessa posição, as mãos do Ramírez agarraram com força minhas duas tetas, passando os bicos entre os dedos, apalpando e massageando com força enquanto eu me esforçava com a boca pra satisfazer ele. "Muito bem, é boa e dá pra ver que tem experiência chupando pica, mas quero que entre mais pra dentro, quero ver ela sumir completamente." Olhava nos olhos dele e tentava enfiar o mais fundo possível na garganta, até que vinham os primeiros engasgos. "Muito bem, senhora, assim, continue tentando que você consegue. Aqui no exército confiamos nos nossos companheiros, e eu tenho certeza que você consegue engolir minha rola até as bolas." Ramírez soltou minhas tetas e, com as duas mãos, segurou minha cabeça, apertando ela contra a rola dele. Aquela rola ia sumindo aos poucos, centímetro por centímetro dentro da minha boca. Eu resistia e tentava, inutilmente, jogar a cabeça pra trás, mas a força das mãos na minha nuca era muito maior, e eu continuava sendo forçada a engolir a rola inteira do Ramírez. "Vai, bobinha, já já tá quase. O pau tá sumindo na sua boquinha" Surpreendentemente, consegui. Engoli o pau do Ramírez inteiro e, depois de manter o pau dele na minha boca por alguns segundos, me acostumei. Mesmo ele tendo soltado minha cabeça, continuei movendo a cabeça pra frente e pra trás, o pau do Ramírez saindo e entrando na minha boca uma e outra vez até as bolas dele baterem no meu queixo. Eu mantinha na boca por uns segundos e depois tirava. "Bravo, sabia que você ia conseguir, hahaha, olha só, seu filho da puta, olha, o que você acha da boquete da sua mãe? Gosta de ver meu pau enterrado até os ovos na garganta da sua mãe, não gosta?" Aí peguei o pau do Ramírez e comecei a bater uma punheta com uma mão enquanto com a outra massageava os colhões dele e aproveitava pra levar eles na boca e lamber, e de lá subia de novo até a ponta do membro do Ramírez. "Siiim, muito bem, senhora, sim, vou gozar e quero que você engula tudo, até a última gota. Se fizer isso, pode vazar." Fiz cara de nojo, mas não falei nada. Só meti o pau do Ramírez na boca mais 2 ou 3 vezes até ele descarregar as bolas na minha boca. O Ramírez enfiou o pau na minha boca e não tirou, gozou tão forte que o sêmen escorria pelos cantos dos meus lábios, mesmo eu me esforçando pra engolir. Algumas gotas caíram no chão e eu fiz menção de vomitar quando o Ramírez tirou o pau da minha boca. "Uiii, quase, você foi muito bem, mas não engoliu tudo, então agora vou meter o pau até o fundo." "Nããão, você disse que se eu chupasse seu pau me deixaria em paz, eu engoli seu sêmen nojento, o que mais você quer, seu filho da puta?" O Ramírez me deu outro tapa. "Eu prometi que deixaria você se engolisse até a última gota do meu sêmen, e tem várias no chão, então você quebrou o trato, não eu. Agora volta a ser uma boa garota como quando tava comendo meu pau, ou vou ficar muito puto." O Ramírez pegou a cadeira e sentou de frente. Pro meu filho, de cara. Depois ele me pegou pela mão, eu tentava me soltar e algumas lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas o Ramírez não parou. Ele me segurou pelos quadris, era muito forte, então me levantou e me deixou cair sobre a pica dele, que se enterrou toda nas minhas entranhas, enfiou até o talo. "A senhora gosta, né? Sente ele aí dentro e não ouse se comportar mal." Não me mexi, não bati no Ramírez nem tentei me levantar para tirar a pica de dentro da minha buceta, só fiquei parada. O cabo começou a me levantar e me abaixar pelos quadris, a pica dele se cravava com força na minha buceta. "Desculpa ser tão mal-educado, tô te privando da melhor parte do espetáculo. Espera e você vai ver." Ele mandou eu me levantar e me virar pra olhar pro meu filho, depois pediu pra eu sentar na pica dele. Eu não fiz nada, e o Ramírez me beliscou forte na bunda. Não parei de olhar pro meu filho enquanto pegava a pica do Ramírez, apontava pra minha gruta e sentava nela. Nessa posição, o Ramírez me segurou pelos quadris de novo e começou a me levantar e abaixar. "Agora é muito mais legal, né, otário? Agora você pode ver os peitões da mamãe subindo e descendo no ritmo que a minha pica marca na boceta dela." Ele enfiou a pica de novo de uma vez e me deixou parada com a pica dele enfiada até o fundo, enquanto amassava meus peitos. Depois ele se levantou e mandou eu ficar de quatro. Eu já não recusava mais nada, pensei que ele queria me foder de quatro, mas não era bem assim. E quando o Ramírez roçou a ponta da pica no meu cuzinho, eu saí de novo do transe em que estava. "Não, por favor, não faz isso comigo, por favor. Sua pica é muito grande e vai doer muito." "Hahaha, o que você acha da opinião da sua mãe sobre a minha pica, filhote? Ela disse que é muito grande." "Relaxa o cu, senhora. A senhora vai ver que, quando eu enfiar, vai pedir pra não tirar, haha." "Por favor, por favor, não, não, não", eu continuei implorando, virando a cabeça pro Ramírez pra suplicar. Ramírez abriu minhas nádegas vermelhas Nádegas e coloquei o pau dele na entrada do meu esfíncter ao mesmo tempo que ele começava a fazer pressão. "NÃOOOO" eu gritava "Pelo cu não, você vai me rasgar" Mas o Ramírez continuava na dele, a pressão do pau dele no meu buraco aumentava aos poucos, o soldado mexia os quadris pra frente e pra trás até que a glande dele atravessou meu cu, pouco depois o tronco daquele pau também passou, arregalei os olhos e comecei a gemer. "Porra, senhora, tenho que admitir que isso é uma surpresa, não pensei que na sua idade você tivesse a bunda mais apertada que uma garota de 18" Ramírez continuou pressionando e milímetro por milímetro o pau dele afundava no meu cu até que as bolas dele bateram no meu púbis. "Prêmiooooooo pra senhora, até o talo, uma buceta boa como Deus manda, espero, seu otário, que você tenha uma boa vista do meu pau perfurando o cu da sua mãe, esse show é por e pra você" Ramírez continuava sem ligar pra minhas súplicas e, embora ele tenha tirado o pau do meu cu, mal senti alívio, ele colocou o pau de novo na minha entrada traseira e, de uma só vez, enfiou até o talo de novo. De novo ele tirou o pau completamente do meu cu pra enfiar de novo até o fundo, mas dessa vez eu não reclamei, só um gemido longo saiu da minha boca, apesar de tudo, aquele filho da puta estava começando a me fazer gozar. "Tô vendo que você já tá começando a gostar, igual quando eu comi sua buceta e te masturbei, você vai aproveitar uma boa enrabada, vou foder seu cu até você pedir mais" Enquanto o Ramírez metia e tirava do meu cu, ele batia na minha bunda como se fosse uma potranca, depois se levantou e dessa vez mandou eu apoiar o rosto no chão, o tom dele foi mais suave dessa vez e mesmo assim obedeci na hora. "Isso foi só um aquecimento, agora vem o bom, senhora, isso é tomar NO CU NA BASE DO BEM BOM". Nessa posição, as mãos do Ramírez agarraram com força meus quadris e ele começou uma metida e tirada rápida. Por trás, minhas reclamações tinham desaparecido e meus gemidos de dor tinham se transformado em gemidos de prazer cada vez mais intensos. "Agora diga pro seu filho o que você está sentindo, senhora. Você gosta de levar no cu ou não? Vamos, responda", ele disse enquanto continuava enfiando até o fundo. "Aaaaaaahhhhhhh, aaaaaaaaahhhhhhhah, aaaaahhhhhhhah", eu gemia agora abertamente. "Fala pro seu filho ou eu paro na hora." Naquele momento, Ramírez parou e tirou a pica do meu cu. "Não, não para agora, seu filho da puta", eu disse enquanto gozava de novo. Ramírez ainda tirou completamente umas quantas vezes a pica do meu cu pra depois enfiar de volta. "A senhora tá gostando, né?" "Você é um filho da puta, eu não quero gozar mas não consigo evitar." "Bom, se não queria, já pode ir embora." Ramírez parou, mas agora era eu que me jogava pra trás e pra frente pra pica do Ramírez furar meu cu. "Hehehe, olha só, filhinho, agora é sua mãe que tá me comendo, hahahaha." Assim que ele terminou a frase, alguém entrou. Ramírez e eu nos viramos. Quem entrou deve ter visto meu filho no fundo da cela enquanto, em primeiro plano, tinha o cabo Ramírez comendo uma senhora de quatro pelo cu. "Mas que porra é essa?"... Tinha entrado outro soldado (que depois eu soube que chamavam de García), ele usava a braçadeira de guarda. Parece que ele também estava de guarda e tinha passado na entrada pra ver como o amigo estava. "Porra, o que cê tá fazendo? Como a mãe desse cuzão demorava, vim ver o que rolava. Que merda é essa? Você se fodeu." "Fecha a porta e cala a boca. Essa senhora é uma boa companheira, diferente do filho dela, e não vai falar nada. Fecha e entra na festa, e me traz uma cervejinha, você não tem ideia de como eu gozei comendo essa senhora em todos os buracos na frente do filho da puta do filho dela." García olhou fixamente pro meu filho e, balançando a cabeça, disse: "Acho que sua mãe não vai se importar se eu ficar, não é?", disse fechando a porta. Novamente tranquei a porta por dentro. "Senhora, este é meu amigo García e também é muito amigo do seu filho, então tem que se comportar com ele como comigo." "Vai se foder, otário, não vou fazer nada." "Não queria ter que começar tudo de novo com a senhora, achei que já tinha aprendido as ordens básicas e, principalmente, a obedecer." Entendi que se não obedecesse, levaria outro tapa, então me ajoelhei na frente de García enquanto ele terminava de se despir e baixar a cueca. Assim como o amigo Ramírez, García tinha um corpo musculoso e um pau de tamanho avantajado, um pouco mais curto que o do amigo, mas bem mais grosso. García já estava duro e apontando pro meu rosto. "Bem, senhora, vamos ver se é tão boa quanto meu amigo diz. Ele sempre foi meio exagerado, vou ter que conferir pessoalmente se é boa mesmo chupando pica." Enquanto falava isso, ele agarrou minha teta direita com a mão e deu um beliscão forte. Entendi que, assim como com Ramírez, se não obedecesse a García, ele me castigaria. "Vamos, senhora, abre essa boquinha." García começou a bater nas minhas bochechas com o pau, me forçando a abrir a boca. Não resisti muito e abri a boca pra deixar aquele pau entrar como um carro entra numa garagem. "Mmmmhhhhhhhh, que boquinha mais deliciosa que a senhora tem, quem dera todas as guardas fossem assim, hahaha. Agora enfia até o fundo, não quero ver nem um centímetro do meu pau fora dessa boca." "Cagggbrommmmm", falei com a boca cheia de pau. O pau de García estava adorando o boquete que eu dava. Eu abria minhas mandíbulas o máximo que podia e, mesmo engolindo ele inteiro de comprimento, não conseguia dar conta da grossura. "A mãe do filho da puta é uma chupadora de primeira. Você obriga ela a enfiar bem no fundo, que eu demorei mas no final consegui." "Por enquanto, quero que nem um milímetro de pau saia da sua boquinha", disse García. O pau de García estava bem duro e exibia toda a sua grossura, me forçando a abrir tanto a boca. que parecia que ia deslocar, não era tão comprida quanto a do Ramírez, mas com certeza era bem grossa. García me segurava com força pela cabeça e enfiava o pau dele até o fundo da minha boca, me fazendo engasgar uma vez atrás da outra, mas ele não parava de tentar foder minha boquinha que nem um animal. "Mmmmggg!!!, nggggoooo!!!, bagggttaaaaaa!!!!!" Meus gritos eram constantes a cada estocada do García, até que numa dessas estocadas o pau dele sumiu inteiro na minha boca. García me segurava firme pela nuca enquanto eu tentava em vão respirar com a boca cheia de pau. "Olha, agora sim ela engoliu de verdade." "Vou colocar uma musiquinha" disse Ramírez, ligando o rádio que tinha na sala. Colocou uma estação de música eletrônica e começou a dançar enquanto bebia cerveja. "Ei, olha, olha sua mãe como ela come meu pau, sinto ele batendo na campainha dela, hahaha." García me pegou pelo cabelo e apontou o pau duríssimo dele de novo pra minha garganta, e mais uma vez o pau do García afundou até o fundo, fazendo meu nariz bater na peluda dele. García começou a foder minha boca no ritmo da música, me segurando pelo cabelo, puxando e enfiando o pau até o fundo da minha garganta no compasso da música que tocava no rádio, o que deixava o Ramírez morrendo de rir. "Hahaha, sua mãe chupa com muito ritmo" disse Ramírez. Eu não tinha percebido, sentindo um pau cravado na minha garganta até o fundo, e não vi quando Ramírez parou de dançar e se ajoelhou atrás de mim. Ele começou a passar a mão na minha bunda e, com a vara dura dele de novo em pé de guerra perto do meu cu, se posicionou de um jeito que, quando tentei me afastar do García, que tinha enfiado o pau dele inteiro na minha boca de novo, eu me joguei pra trás e sozinha enfiei o pau do Ramírez no meu cu, até o fundo. Minha cara naquele instante dizia tudo, meus olhos arregalados, a saliva... impregnando completamente meu nariz e queixo enquanto García continuava me mantendo a pica enfiada até o fundo. Tentava me livrar das duas rolas que me penetravam sem sucesso nenhum, García tirou a pica da minha boca de uma vez, me dando uma trégua. Enquanto isso, Ramírez mantinha a pica dele enfiada de novo no meu cu até as bolas e começava a doer pra caralho de novo. "Tira daí, tira daí, por favor" "Você já sabe o que tem que fazer se não quiser que eu te coma o cu, vai ter que me dar algo em troca, igual antes, me pede por favor pra te foder a buceta" "Não vou te pedir pra me foder... mmmppphffff!!". De novo a pica do García entrou na minha boca até o fundo, as mãos do Ramírez me seguravam pelos quadris enquanto a pica dele entrava e saía do meu cu, até o fundo e quase saindo toda, até o fundo e assim uma vez atrás da outra. Ao mesmo tempo, García continuava fodendo minha garganta, enfiando até o fundo e depois tirando, os dois aproveitando meu corpo à disposição total deles. Ficaram assim por um tempo, até que meus gemidos de dor foram substituídos por gemidos de prazer. Não tinha mais dúvida, eu tava adorando chupar uma pica enorme e ser comida de cu. "Sua puta suja, já chega, você não passa de uma puta, malditos filhos da puta, para já, vou matar todos vocês, vou contar pro meu pai, pra polícia, seus cuzões" – gritou meu filho da cela. "Vai contar o quê pro seu pai? Ai que medo, hahaha, e também pra polícia? E vai contar o quê, que sua mãe deu pra gente na sua frente? Ela é que teria que nos denunciar e acho que não vai fazer isso não, pelos gemidos de prazer que tô ouvindo" – disse García. As mãos do Ramírez foram pra frente e massageavam minha buceta, me empurrando pra trás pra me empalar ainda mais fundo. Num instante, García tirou a pica da minha boca, e eu aproveitei pra olhar pro meu filho e dizer: "Você não vai falar nada e muito menos denunciar coisa nenhuma, tudo isso é culpa sua, se você não tivesse se metido... alistado no porra do exército, tu não tava aqui e eu também não, e se não fosse um idiota igual teu pai, teria tido culhão pra cumprir teu compromisso sem dar baixa que nem uma menininha, ferrando teus companheiros. Você ferrou eles, e eles me ferram. Muito bem, por sinal. Então para de choramingar. Tomara que você ou teu pai fossem metade do homem que esses dois cabos são. Esses sim têm culhão, e bem gordo. "Vamos, seus filhos da puta, fodam minha buceta, por favor, eu imploro, tô morrendo de vontade, porra. Mete ela na frente, quero sentir uma foda de verdade, quero me sentir bem cheia, não igual com o pinto mole do meu marido." "Isso tá feito, gostosa. Você vai ver o que é sentir a buceta bem cheia", respondeu Garcia, deitando no chão com o pau apontado pra cima. "Vamos, vem cá, senhora, que vai ver o que é uma boa foda. Sobe e monta de vaqueira!" Ramirez deixou eu me levantar e me ajoelhei sobre o Garcia, me deixando cair naquele pau grosso que entrou feito faca na manteiga até eu ficar sentada completamente no púbis dele, com aquele pau enterrado fundo nas minhas entranhas. Comecei a pular naquele pau, primeiro devagar, depois igual uma louca morrendo de tesão. "Siiiiiiim, me fode, me fode, filho da puta, que corpo tu tem. Isso sim é músculo, não igual o do paspalho do meu filho e do meu marido. Isso sim é corpo, isso sim é pau. Dá forte, me fode duro, gostoso, até dentro." "--- Aqui Charlie pra Delta ---" O rádio que o Garcia carregava tava em cima da roupa dele no chão e começou a tocar. Peguei ele enquanto não parava de pular no pau do Garcia e entreguei. "Pega, gostoso, continua me fodendo e responde." "Aqui Delta." "Porra, truta, cadê a buceta? O sargento tá começando a encher o saco porque tu tá demorando." "Tô nos calabouços. Ramirez e eu estamos fodendo a mãe do arregão." "É, claro, e eu tô aqui com a Rihanna me chupando." "Corno. Se não acredita, vem aqui. Vem pra cá e para de encher o saco" — dito isso, desliguei o walkie e continuei contemplando como meus peitos subiam e desciam no ritmo que eu marcava ao cavalgar o pau dele. "Toma pau na buceta até o fundo, gostosa, vou te dar tudo que você quiser". Ramírez se colocou atrás de mim e empurrou minhas costas pra frente, García me segurou pelos ombros com as mãos enquanto Ramírez apontava o pau pro meu cu e, num dos meus pulos, aproveitou pra enfiar. Ao sentir dois paus dentro de mim, comecei a gemer como uma verdadeira puta. "Aahhh, seus filhos da puta, tão me moendo e eu adoro, como vocês transam bem, retiro tudo que falei do exército, com militares como vocês eu não me importaria de me alistar, mas em vez de ração de combate, teriam que me dar minha ração de pau, hahaha". "Hahaha, pode vir quantas vezes quiser, dona, mesmo que seu filho saia do exército, a senhora pode vir nos visitar e passar revista nos nossos paus". Ramírez começou a me foder o cu como um louco, enfiando o pau até o fundo, me segurando firme pela cintura e me forçando a me inclinar mais pra frente enquanto García me comia a buceta ao mesmo tempo. A dupla penetração foi realmente intensa, eu gemia a cada estocada na buceta ou no cu enquanto começava a beijar García de língua, os paus daqueles dois entravam e saíam a toda velocidade dos meus buracos e eu gemia cada vez mais. Naquele exato momento, apareceu o cara que tinha falado com García pelo walkie, a quem chamaram de cabo Díaz. Quando entrou, viu um sanduíche com Ramírez e García e, no meio, eu com os paus deles cravados até o fundo dos meus dois buracos. "Porra, a puta, se você tava falando a verdade, seu cuzão". "Legal, outro cabo pra mim sozinha, vem aqui, amor, preciso de outro pau na minha boca" — falei pro Díaz. "Hihihi, que puta a gente despertou na senhora" — disse Ramírez enquanto continuava martelando meu cu. Díaz não disse nada, só se aproximou, baixou a calça e enfiou o pau na minha boca. boca. Tinha todos os meus buracos ocupados por uma rola e gozava como uma puta, ficamos 5 minutos os 4 fodendo até que o Ramírez tirou a dela do meu cu, aí o García saiu da minha buceta e mandaram o Díaz tirar a dele da minha boca, ele estranhou mas obedeceu. "Bom querido, você tinha razão, o exército é muito bom, adorei vir te ver pra curtir esses canhões" falei pro meu filho enquanto olhava sorrindo pras 3 pirocas na minha frente. "Agora rapazes, formem fila que vou passar revista na tropa" O Ramírez sacou minha intenção e riu enquanto mandava os colegas se alinharem "Senhora, a tropa está formada, agora é toda sua" Sorri e me ajoelhei na frente das rolas do Ramírez, García e Díaz "Descansar, firmes, arrr, apontar" Quando falei isso os 3 sorriram e seguraram suas pirocas apontando pra minha cara "Carregar" os 3 começaram a bater punheta com força na minha cara "Fogo" e abri a boca, na hora o Ramírez começou a esporrar na minha boca, um, dois, três jatos caíram completamente dentro da minha boca que ia enchendo, o García também atirou o esperma na minha cara, quatro, cinco, seis e o leite continuava enchendo minha boca, o Díaz, sete, oito e nove embora com bem menos pontaria que os amigos já que o esperma dele acertou minha boca mas também minha cara, minha testa e meu nariz. Engoli tudo, safada, tesuda, passei a língua pelos lábios saboreando os projéteis disparados na minha boca. Depois espalhei o esperma da minha cara por ela toda, igual uma puta suja e vulgar. "Muito bem trabalho tropa, agora temos que limpar o armamento" Uma por uma enfiei na minha boca até deixar tudo limpinho. "Bom rapazes, agora tenho que ir, com certeza foi um prazer conhecer vocês e devem estar satisfeitos porque me fizeram mudar de opinião sobre os militares, quanto a você filhinho, amanhã a gente se vê, não vai falar nada disso pra ninguém ou vou garantir que minha tropa te ensine a obedecer. Coloquei o vestido sem calcinha. e nem limpei os restos de porra que espalhei pelo meu rosto. "Gurias, agora tenho um jantar, fiquem com minha calcinha de presente, se se comportarem bem talvez ano que vem o Papai Noel traga outro presente"... FIM.
4 comentários - Mais uma história tarada.