Minha avó me mima 2 (A primeira buceta que eu comi)

Olá, aqui é H, e essa é a história da primeira vez que provei uma buceta (não foi lá essas coisas, pra ser sincero).
Antes disso, preciso reforçar que, pra entender melhor essa história, recomendo que você leia meu relato anterior “Minha avó me mima” — assim você já vai ter uma base pra visualizar tudo direitinho (ou pros dois, no caso dos homens). Sem mais delongas, vamos lá.

Depois da primeira aproximação com minha avó, eu sentia que podia ir mais longe. Na verdade, mais do que sentir, eu sabia que dava pra ir além, então toda vez que surgia uma oportunidade, eu não perdia: desde uma esbarrada inocente até passar a mão nos peitos dela, mas só até aí — e esse era o problema. Eu queria o tesouro dela, e ela não queria me dar, até aquele dia.

Era de noite de novo, meus pais me deixaram sozinho com ela. Pedi o mesmo favor de sempre, tudo igual. Começamos a conversar, uma coisa levou à outra, e eu perguntei se ela tinha grande. Ela, com um sorriso no rosto, disse que sim. Fiquei feliz, mas mais do que isso, excitado. E como não? Minha avó tinha acabado de me dizer algo tão gostoso. Seguimos nesse papo, e aí eu falei que tinha muitos pelos, mas não sabia se ela também tinha, e que era injusto, já que ela tinha me visto todo e eu não. Ela só respondeu que tinha, como todo mundo, e não disse mais nada. Naquele momento, imaginei a buceta dela enrugada, cheia de pelos, e isso me deixou a mil. Meu pau já marcava na roupa, que era leve porque tava calor. Minha avó só usava um vestido que transparentava na luz; dava pra ver perfeitamente os peitos caídos dela, com aquelas aréolas enormes que eu queria provar. Eu ainda era pequeno, não sabia como fazer ela fazer o que eu queria, então, com toda a inocência do meu cérebro, perguntei se a gente podia brincar de família. Pra minha surpresa, ela disse que sim.

Começamos com o normal: eu era o pai, ela era a mãe, fizemos umas coisas “x”, mas o rumo mudou quando eu dei um... Beijo de despedida, já que ela ia me dar na bochecha e eu virei o rosto e ela me beijou na boca. Essa era minha ideia desde o início. Ela não se importou, e eu muito menos, então comecei a beijá-la, língua com a língua. Mas ela se afastou de mim, só que eu já estava entrando no plano, então agarrei ela e desabotoei o vestido, deixando os peitos dela de fora. Que paisagem mais linda! Ela tinha umas aréolas grandes e escuras e um mamilo comprido e grosso de tanto uso. Eu fiquei paralisado, e ela se cobriu de novo. Não parecia incomodada, mas também não estava aberta à ideia naquele momento. Eu disse pra gente trocar de papel, que agora eu seria o bebê dela e, como tal, ela teria que me alimentar. Ela ficou me olhando e disse que sim, mas achou estranho e me perguntou qual era o objetivo de toda essa "brincadeira". Eu falei a verdade: que a única coisa que quero é saber como é uma mulher e qual diferença tenho com elas. É mais curiosidade do que qualquer outra coisa. Ela disse: "Tá bom, vou te ajudar, mas isso fica entre nós." Eu, de novo como um bebê, sorri e falei: "Sim." Sem mais delongas, ela se virou, tirou o vestido e me mostrou todo o seu ser. Não era nada fora do comum: uma senhora já com seus anos, peitos caídos e tudo enrugado, mas eu não ligava. Era minha primeira mulher nua que meus olhos viam. Eu não acreditava: ali estava ela, pelada pra mim. Perguntei se podia tocar, e ela disse que sim, mas só isso. A primeira coisa que fiz foi sentir os seios dela. Eram flácidos, mas o mamilo era áspero. Eu sentia a respiração dela acelerar e perguntei se podia chupar um pouco. Ela disse que sim, mas com cuidado. Então, minha boca dali em diante não se desgrudou do corpo dela. Ficava com água na boca ao provar tamanha iguaria. Era minha avó, afinal de contas: aqueles peitos caídos, aquela aréola grande e larga, além de escura, aquele mamilo áspero, grosso e comprido. Essas coisas me faziam desejar ainda mais. Então, aos poucos, desci, e ela se sentou. Eu me ajoelhei, e ali estava o que eu tanto ansiava: aquela buceta velha. Embora ela não se depilasse, tinha Uns poucos pelos, e ainda por cima clarinhos, só faziam eu apreciar mais os lábios dela no horizonte. Então fechei os olhos e deixei minha língua fazer o trajeto. O cheiro não era ruim, mas o gosto dos sucos dela me hipnotizou. Ela só me deixou fazer aquilo por um tempinho, depois se vestiu de novo e eu fui pro meu quarto. Claro que me acabei na punheta naquele dia.
Ainda lembro daquele gosto, e minha boca não para de encher de saliva. Ainda tô esperando pra provar outra buceta maravilhosa.
Podem deixar seus comentários aqui embaixo, que vou responder de boa, como já é de costume. Pelas regras do site, tenho que omitir algumas coisas. Se quiserem saber mais da história, podem mandar uma mensagem privada. Sem mais, até a próxima.

5 comentários - Minha avó me mima 2 (A primeira buceta que eu comi)

coregi un par de errores en el texto, separalo un poco en parrafos ponelo si podes en negrita y en letra mas grande. o usa word.
te paso por estar exitado mientras escribis, chamigo
10+ no te la cogiste a tu abuela?
Eich21
Gracias supongo y sobre la pregunta el tiempo la resolverá
excelente relato espero siga la saga
Eich21
Gracias y claro que seguirá solo ten paciencia si quiere más detalles están los mensajes privados
Este es el 4 post tuyo que leo, me dejó con las espectativas inconclusas por lo hot de los anteriores pero muy buen relato
Eich21
Igual si quieres saber mas o platicar puedes dejarme mensaje
flinex
Me gustaría saver un poco más si tienes más historias