Si se perdieron la parte uno, se las dejo acá
http://www.poringa.net/posts/relatos/3100600/Sala-de-garche-con-fotos.htmlA questão é que a Paulita tava entediada vendo o ensaio, tinha umas gatinhas bonitinhas, então além de ficar de saco cheio, ela ficava com tesão (viciada nas gatinhas, igual eu: às vezes a amizade se baseia nas coisas mais simples da vida, tipo compartilhar os mesmos gostos). Não teve outro jeito senão continuar usando a frase "sua casa é minha casa" dita pela Mika (ou vice-versa) e mandamos umas mensagens pra um amigo meu, veterinário ele, parceiro de emoções há umas boas décadas (quando o mundo não era assim e pra pegar uma mina você tinha que, primeiro, tirar o telefone dela, segundo, ligar e falar com pai-mãe-irmãos ou quem fosse e passar pelo filtro, e depois, sim... que época); e pra outra amiga, Vanesa, atriz, amiga da sobrinha da minha mulher, que deixava a Pauli doida. Meu amigo Pedro tava de plantão em Palermo ou San Isidro, não lembro qual (tinha corrida naquele dia) e assim que viu a primeira foto que mandamos, largou os cavalos e veio correndo com um caixote de cerveja em lata (viu como agora se usa...).
Minha amiga Vanesa, toda gostosa, atriz como eu falei, mais louca que uma cabra (atriz das boas, estudando na capital já fazia uns 3 anos), 20 anos, namorando um careca viado que na época ainda não sabia, também chegou depois, com outra amiga dela, atriz também, loira, muito linda, Gabriela, e mais um cara maneiro chamado Baltazar, que se apresentou como escritor. O Balti tinha o ponto da farinha, então a noite ia se estender. Continuei com as mensagens, dessa vez pra casa, com a desculpa de que um amigo precisava de mim porque tava se separando e blá blá blá (essa parada da projeção kkkk). Me xingaram pra caralho, mas xingaram mais ainda quando cheguei no dia seguinte às 7 da manhã.
A casa da Mika virou:
Sala de ensaio num cômodo,
no outro essa galera cantando outras músicas indie deles, tinha um coroa na faixa dos 40, cabelo cortado tipo tigela, torcedor do Ferro, que era famoso, já ouvi falar dele, que fumou todas as flores que eu tinha (tô nem aí, já tinha dado um puta de um tesão) e
o terceiro cômodo foi o quartinho do amor, onde ficamos eu, Pedro, Vane, Gaby, Balti e Paulita.
Cheiramos, tomamos uns tiros (a farinha é muito ruim, parece que os anos 90 não voltaram de vez) e as coisas esquentaram entre as minas. O Balti tava com a Gaby agarrada, então a Paulita partiu pra cima da Vane e começaram a dançar (os Redondos dos anos 80-90, novinhas mas ricoteras as gatas) e logo tavam se pegando de boca. A gente se olhava, eu e Pedro, felizes pra caralho (sim, nós dois, nem fodendo os quatro) e sabia que era questão de tempo pra sumirmos e irmos pra algum hotel comer as duas novinhas (fantasia pendente pra ele, casado há 10 anos, 4 filhas, safado mas... novinhas nunca).
Deus (que não existe) dá a alguns profissão, reputação, sucesso, dinheiro, viagens, e de outros tira quase tudo, mas deixa NOVINHAS. Valeu, DEUS, teria que te reinventar. Saímos pra buscar mais pó pras gatas com meu amigo. e o Balti (eu não curtia ele fazia fácil uns cinco anos) e quando voltei, tinha um careca na porta que não deixavam entrar: o namorado da Vane.
Eu, naquela época, tinha pegado a Vane só uma vez, uns beijos, chupei o anelzinho rosa dela um tempinho no kitnet dela enquanto ela me ensinava a fazer contact (não sei que merda é isso, mas é baseado em se esfregar todo mundo) tudo chapado e com uns tintos bem bons, uma noite de verão, já fazia uns meses. Com tanto azar que no meio da bagunça, o careca corno ligou pra avisar que tava chegando, e na hora de vazar, cruzei com ele na esquina, com minha barba cheia dos sucos da mulherzinha dele. Segunda vez que o filho da puta me fodia a festa, então meu astral foi pro caralho.
Nisso tudo, a Paulita nem tava sabendo, bem doidona, continuava se pegando com a Vane lá dentro e a Gaby tinha entrado na onda. Passamos os 4 pela antesala, onde o indie tinha virado um hippismo vagabundo, e quando o careca entrou no antro ricoteiro, não gostou nada. Fino o idiota. Então foi pro outro cômodo e ficou por lá. A partir daí, foi um vai e vem da Vane de um quarto pro outro, a Paulita se enroscou com a droga, o Pedro viu a sala de ensaio vazia e pegou um baixo, o Balti o teclado, e eu comecei a tocar a bateria pra descarregar toda a vontade de matar aquele careca. Tocamos umas músicas e quando o repertório virou pra Las Pelotas, não resisti e fui pro microfone, peguei uma Fender foda que a Mika tem, o Pedro passou pra bateria e o Balti sumiu sem dar notícia e desapareceu (nunca mais vimos ele, será que existe?). Lembro que tocamos SÓLO mas numa versão mais trash, com raiva. Muita raiva. Quando terminou, vi a Vane endiabrada atrás de mim dançando sozinha (não sei que música ela ouvia na cabeça) e ouvimos uns aplausos que vinham do quarto hippie-hipster-indie. Ficamos depois tomando mais umas cervejas e quando a droga acabou, a Paulita chegou e falou pro Pedro, que nessa altura tava vestido de jaleco médico. - Doutor, não precisa mais me buscar, eu arrumo uma mais gostosa sozinha. - com uma cara de puta que mostrava que queria comer ele. Olhei nos olhos do meu amigo, quase irmão, e falei, ele merece. Ele tinha visto a fúria nos meus ao ver o careca cortando esquemas. Falo pra ele:
- Eu, trouxa, leva ela e me deixa em casa.
- Fechou, sem problema, amigão. - ele responde, com um sorriso que nunca vou esquecer.
Pego a chave, vou pro corredor e ouço a voz da Gaby, que tinha ficado sem o Balti que, teoricamente, tava com ela:
- Ei, galera, onde vocês vão?
- Transar, quer vir? - o Pedro fala (essa parte eu não ouvi porque já tava abrindo a porta da frente).
Aí, subimos no carro nós quatro, e em vez de ir pra casa, viramos pro norte. Rumo à Panamericana... Paulita na frente, eu atrás com a Gaby, a amiga da minha amiga que eu não dava dois reais. Paramos pra comprar uns cigarros e na esquina do hotel meu amigo manda a gente se abaixar. Nessa hora, a Gaby meio que quis voltar atrás, mas já tava na dança. Entramos, fomos pra um quarto que tinha 26 milhões de espelhos, 6 estátuas, dois jacuzzis, dois chuveiros, sei lá, um luxo do caralho. Pedro entrou num chuveiro europeu (não lembro o nome) e eu me joguei na cama com a Gaby pra conversar e tomar um champanhe enquanto a Paulita se lavava no outro chuveiro.
- Ai, gente, tudo bem, boa vibe, mas não sei bem o que tô fazendo aqui - disse a Gaby.
- Eu também não sei o que você tá fazendo agora, mas não tenho dúvida do que vamos fazer - gritou a Paulita enquanto se ensaboava aqueles peitos lindos que ela tem.
Na hora, entrei no chuveiro e, enquanto me despia, vejo o Pedro sair e se jogar em cima da Gaby, que, obviamente, não resistiu.
- Você sacou, amiga, como vamos fechar essa noite, né?
- Ai, Ernest, você não sabe há quanto tempo não pego uma gatinha!!
Levei minha mão até o anel dela e tava fervendo igual canjica da revolução de maio, aí a Paulita se abaixa e ameaça engolir meu pedaço inteiro de novo.
- Não, Pauli... quero ver essa boca devorando a loira - parei ela
O gemido que a mina soltou ao ouvir essas palavras foi imensurável.
Saio do chuveiro, vou preparar a banheira de hidromassagem e enquanto sirvo outra taça de champanhe, vejo que na cama se forma um trio mais que inesperado. Gaby chupava a pica do Pedro, que tava doido, e a Paulita lambia o pescoço dele, as costas, a cintura, a bunda e a buceta da Gaby. Uma cópia fiel do jardim das delícias.
Entro na banheira, pego na minha pica e começo a me masturbar. Tava vermelha, roxa, púrpura, cheia do sangue de um exército de cossacos conquistadores, nunca tive a pica nesse estado. Do nada, vejo a Paulita se separar da bunda empinada da Gaby e as duas começam a chupar a pica do Pedro.
- Ernest, acho que desde que meu pai me deu minha primeira bicicleta eu não tava tão feliz!!!!!
- Cê deve ter vacinado um monte de éguas, filho da puta
Gaby chupava a pica com respeito, dedicação e suavidade. A Paulita não, ela é o mais puta que você pode imaginar. De repente, ouço:
- Como você faz pra enfiar ela toda? Eu quero aprender!!!
Essas palavras foram tipo um comando pra minha mente e eu falo pra Gaby:
- Vem cá, gata, que eu te ensino.
A loira, que tinha um par de peitos lindos, entrou na banheira e começou a me beijar. Chupei os peitos dela pra caralho (sou um cara de bundas, mas peitos de mina que ainda não foram vencidos por leis supremas como a gravidade também são minha fraqueza) e quando vi a buceta rosa dela com pelinhos loiros, fiquei igual um desgraçado. Agarrei ela pelos cabelos, virei ela de costas e, apesar da reclamação e da recusa dela, fiquei mais doido ainda e enfiei a pica bem até o fundo
- Toma, puta!!! (a buceta dela era igual da minha primeira namorada, sim, os anos 90 voltaram)
- Não, para, você é muito bruto, assim nãooooooooo - Gemia e implorava a Gaby
- Ah não???? você não faz ideia do que vou fazer com você!!!
- Chega, assim não!!!! Por favor, não!!!!
Cada "não" era tipo uma senha que dava lugar ao mais perverso que Pode ter existência e se expressava como uma torrente de energia que purgava para se libertar de dentro de mim.
Agarrei ela pela cintura, separei ela da borda da banheira e, pelos cabelos, afundei a cabeça dela na água enquanto metia como se fosse a última foda da minha vida antes de ir pra cadeia por estupro. De vez em quando deixava ela sair pra respirar, e suas inalações desesperadas se misturavam com o pedido dela pra eu parar. Impossível descrever o que eu sentia naquele momento.
- Para, mano, tu vai matar ela - A mão do Pedro toca meu ombro esquerdo. Imediatamente paro, solto ela, e a Gaby, longe de se afastar, levanta mais a bunda pra mim, respira e diz: "que foi, véio, esqueceu que sou atriz?" enquanto começa a se empinar sozinha, me encurralando contra a borda da banheira.
- Não, gata, esse idiota aqui não consegue ver uma gostosa sofrer - falo, sentando na borda e vendo as costas tatuadas dela com símbolos orientais enquanto sentia a bunda linda dela quicando em mim.
Não teve fotos desses momentos por causa do estado ultra civil do Pedro, mas quando olhei pra cama, vi uma imagem muito parecida com essa, que a Paulita gentilmente topou recriar depois.
Tínhamos uma loira e uma morena de parar o trânsito. Juntas, não somavam a idade de nenhuma das nossas mulheres. Pensei nisso e, só com esse detalhe aritmético, espalhei todo o meu esperma dentro da Gaby, soltando um uivo arrepiante que afetou a desvairada Pauli, que se jogou de cabeça na jacuzzi e, antes que a Gaby se separasse de mim, começou a chupar o cuzinho dela em busca do néctar divino. Chupava, lambia, enfiava os dedos nas entranhas da Gaby, que se contorcia com uma cara de prazer incrível. Quando tinha a boquinha bem cheia de porra, a Paulita se levanta e quer beijar a Gaby, que, estranhamente, a rejeita e, me olhando, cuspiu:
- Não, é injusto. Eu vim aqui pra você me ensinar a engolir a pica toda até a garganta e não só não chupei ela como a porra acabou na boquinha dela - disse a atriz, fazendo biquinho e falando como uma neném.
(Chega, Deus, o que você quer? Me deixar seco aqui mesmo??)
Pedro, que estava observando tudo, se deixou levar e esqueceu todo o sexo regrado que pratica há anos umas duas vezes por semana, no máximo, e, com a pica dura, começou a foder a boca da garota de um jeito brutal. Paulita voltou pro cuzinho dela pra não desperdiçar nenhum fluido e foi questão de segundos até a Gaby começar a convulsionar (isso não foi um orgasmo, não me venham com essa), como se estivesse possuída. Em seguida, Paulita olha pro Pedro e fala na lata:
- Doutor, arrebenta toda essa buceta. - Empinando a raba.
E foi aquele asterisco lindo que o doutor penetrou, aproveitando os fluidos da garganta virgem da Gaby, que se preparava pra continuar tomando champanhe comigo na jacuzzi, depois de se recuperar. A surra que a garota levou foi descomunal, os ovos do Pedro batiam no cuzinho dela a uma velocidade de 180 plaf plaf por minuto.
- Vai, Loira, larga esse vinho e enfia aí embaixo. Chupa a buceta dela enquanto ele arrebenta tudo.
- Cê acha que eu sou tão puta assim?
- Não tenho a menor dúvida. E se não for, atual
- Adorei o que você fez comigo. Meu namorado nunca me comeu assim (parece que a Gaby tava de namorada com um cara desde os 14 anos) e o Balti mal consegue manter duro. Que velhinho gostoso comeu a puta da Vane.
- Você acreditaria se eu dissesse que nunca transamos?
- Não, ela já me contou, bobão (então a Vane, além de atriz, é roteirista)
- Bom, então a gente pode fazer essas coisas mais vezes... com a Vane
- Não, pelo amor de Deus, não conta nada pra ela. Não conheço ela há muito tempo e eu sem meu namorado não sei viver. São muitos anos. A Vane é uma puta gostosa, capaz de contar. Vi como ela olha pra você.
- E o que você quer? Se aquele careca que ela tem como namorado é o império da chifruda
- Me promete que não vai contar nada pra ela
- Fica de quatro
- Pra quê?
O diabo sela os pactos, sempre, com uma bela enrabada.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3100600/Sala-de-garche-con-fotos.htmlA questão é que a Paulita tava entediada vendo o ensaio, tinha umas gatinhas bonitinhas, então além de ficar de saco cheio, ela ficava com tesão (viciada nas gatinhas, igual eu: às vezes a amizade se baseia nas coisas mais simples da vida, tipo compartilhar os mesmos gostos). Não teve outro jeito senão continuar usando a frase "sua casa é minha casa" dita pela Mika (ou vice-versa) e mandamos umas mensagens pra um amigo meu, veterinário ele, parceiro de emoções há umas boas décadas (quando o mundo não era assim e pra pegar uma mina você tinha que, primeiro, tirar o telefone dela, segundo, ligar e falar com pai-mãe-irmãos ou quem fosse e passar pelo filtro, e depois, sim... que época); e pra outra amiga, Vanesa, atriz, amiga da sobrinha da minha mulher, que deixava a Pauli doida. Meu amigo Pedro tava de plantão em Palermo ou San Isidro, não lembro qual (tinha corrida naquele dia) e assim que viu a primeira foto que mandamos, largou os cavalos e veio correndo com um caixote de cerveja em lata (viu como agora se usa...).
Minha amiga Vanesa, toda gostosa, atriz como eu falei, mais louca que uma cabra (atriz das boas, estudando na capital já fazia uns 3 anos), 20 anos, namorando um careca viado que na época ainda não sabia, também chegou depois, com outra amiga dela, atriz também, loira, muito linda, Gabriela, e mais um cara maneiro chamado Baltazar, que se apresentou como escritor. O Balti tinha o ponto da farinha, então a noite ia se estender. Continuei com as mensagens, dessa vez pra casa, com a desculpa de que um amigo precisava de mim porque tava se separando e blá blá blá (essa parada da projeção kkkk). Me xingaram pra caralho, mas xingaram mais ainda quando cheguei no dia seguinte às 7 da manhã.A casa da Mika virou:
Sala de ensaio num cômodo,
no outro essa galera cantando outras músicas indie deles, tinha um coroa na faixa dos 40, cabelo cortado tipo tigela, torcedor do Ferro, que era famoso, já ouvi falar dele, que fumou todas as flores que eu tinha (tô nem aí, já tinha dado um puta de um tesão) e
o terceiro cômodo foi o quartinho do amor, onde ficamos eu, Pedro, Vane, Gaby, Balti e Paulita.
Cheiramos, tomamos uns tiros (a farinha é muito ruim, parece que os anos 90 não voltaram de vez) e as coisas esquentaram entre as minas. O Balti tava com a Gaby agarrada, então a Paulita partiu pra cima da Vane e começaram a dançar (os Redondos dos anos 80-90, novinhas mas ricoteras as gatas) e logo tavam se pegando de boca. A gente se olhava, eu e Pedro, felizes pra caralho (sim, nós dois, nem fodendo os quatro) e sabia que era questão de tempo pra sumirmos e irmos pra algum hotel comer as duas novinhas (fantasia pendente pra ele, casado há 10 anos, 4 filhas, safado mas... novinhas nunca).
Deus (que não existe) dá a alguns profissão, reputação, sucesso, dinheiro, viagens, e de outros tira quase tudo, mas deixa NOVINHAS. Valeu, DEUS, teria que te reinventar. Saímos pra buscar mais pó pras gatas com meu amigo. e o Balti (eu não curtia ele fazia fácil uns cinco anos) e quando voltei, tinha um careca na porta que não deixavam entrar: o namorado da Vane.
Eu, naquela época, tinha pegado a Vane só uma vez, uns beijos, chupei o anelzinho rosa dela um tempinho no kitnet dela enquanto ela me ensinava a fazer contact (não sei que merda é isso, mas é baseado em se esfregar todo mundo) tudo chapado e com uns tintos bem bons, uma noite de verão, já fazia uns meses. Com tanto azar que no meio da bagunça, o careca corno ligou pra avisar que tava chegando, e na hora de vazar, cruzei com ele na esquina, com minha barba cheia dos sucos da mulherzinha dele. Segunda vez que o filho da puta me fodia a festa, então meu astral foi pro caralho.
Nisso tudo, a Paulita nem tava sabendo, bem doidona, continuava se pegando com a Vane lá dentro e a Gaby tinha entrado na onda. Passamos os 4 pela antesala, onde o indie tinha virado um hippismo vagabundo, e quando o careca entrou no antro ricoteiro, não gostou nada. Fino o idiota. Então foi pro outro cômodo e ficou por lá. A partir daí, foi um vai e vem da Vane de um quarto pro outro, a Paulita se enroscou com a droga, o Pedro viu a sala de ensaio vazia e pegou um baixo, o Balti o teclado, e eu comecei a tocar a bateria pra descarregar toda a vontade de matar aquele careca. Tocamos umas músicas e quando o repertório virou pra Las Pelotas, não resisti e fui pro microfone, peguei uma Fender foda que a Mika tem, o Pedro passou pra bateria e o Balti sumiu sem dar notícia e desapareceu (nunca mais vimos ele, será que existe?). Lembro que tocamos SÓLO mas numa versão mais trash, com raiva. Muita raiva. Quando terminou, vi a Vane endiabrada atrás de mim dançando sozinha (não sei que música ela ouvia na cabeça) e ouvimos uns aplausos que vinham do quarto hippie-hipster-indie. Ficamos depois tomando mais umas cervejas e quando a droga acabou, a Paulita chegou e falou pro Pedro, que nessa altura tava vestido de jaleco médico. - Doutor, não precisa mais me buscar, eu arrumo uma mais gostosa sozinha. - com uma cara de puta que mostrava que queria comer ele. Olhei nos olhos do meu amigo, quase irmão, e falei, ele merece. Ele tinha visto a fúria nos meus ao ver o careca cortando esquemas. Falo pra ele:
- Eu, trouxa, leva ela e me deixa em casa.
- Fechou, sem problema, amigão. - ele responde, com um sorriso que nunca vou esquecer.
Pego a chave, vou pro corredor e ouço a voz da Gaby, que tinha ficado sem o Balti que, teoricamente, tava com ela:
- Ei, galera, onde vocês vão?
- Transar, quer vir? - o Pedro fala (essa parte eu não ouvi porque já tava abrindo a porta da frente).
Aí, subimos no carro nós quatro, e em vez de ir pra casa, viramos pro norte. Rumo à Panamericana... Paulita na frente, eu atrás com a Gaby, a amiga da minha amiga que eu não dava dois reais. Paramos pra comprar uns cigarros e na esquina do hotel meu amigo manda a gente se abaixar. Nessa hora, a Gaby meio que quis voltar atrás, mas já tava na dança. Entramos, fomos pra um quarto que tinha 26 milhões de espelhos, 6 estátuas, dois jacuzzis, dois chuveiros, sei lá, um luxo do caralho. Pedro entrou num chuveiro europeu (não lembro o nome) e eu me joguei na cama com a Gaby pra conversar e tomar um champanhe enquanto a Paulita se lavava no outro chuveiro.
- Ai, gente, tudo bem, boa vibe, mas não sei bem o que tô fazendo aqui - disse a Gaby.
- Eu também não sei o que você tá fazendo agora, mas não tenho dúvida do que vamos fazer - gritou a Paulita enquanto se ensaboava aqueles peitos lindos que ela tem.
Na hora, entrei no chuveiro e, enquanto me despia, vejo o Pedro sair e se jogar em cima da Gaby, que, obviamente, não resistiu.
- Você sacou, amiga, como vamos fechar essa noite, né?
- Ai, Ernest, você não sabe há quanto tempo não pego uma gatinha!!
Levei minha mão até o anel dela e tava fervendo igual canjica da revolução de maio, aí a Paulita se abaixa e ameaça engolir meu pedaço inteiro de novo.
- Não, Pauli... quero ver essa boca devorando a loira - parei ela
O gemido que a mina soltou ao ouvir essas palavras foi imensurável.
Saio do chuveiro, vou preparar a banheira de hidromassagem e enquanto sirvo outra taça de champanhe, vejo que na cama se forma um trio mais que inesperado. Gaby chupava a pica do Pedro, que tava doido, e a Paulita lambia o pescoço dele, as costas, a cintura, a bunda e a buceta da Gaby. Uma cópia fiel do jardim das delícias.
Entro na banheira, pego na minha pica e começo a me masturbar. Tava vermelha, roxa, púrpura, cheia do sangue de um exército de cossacos conquistadores, nunca tive a pica nesse estado. Do nada, vejo a Paulita se separar da bunda empinada da Gaby e as duas começam a chupar a pica do Pedro.
- Ernest, acho que desde que meu pai me deu minha primeira bicicleta eu não tava tão feliz!!!!!
- Cê deve ter vacinado um monte de éguas, filho da puta
Gaby chupava a pica com respeito, dedicação e suavidade. A Paulita não, ela é o mais puta que você pode imaginar. De repente, ouço:
- Como você faz pra enfiar ela toda? Eu quero aprender!!!
Essas palavras foram tipo um comando pra minha mente e eu falo pra Gaby:
- Vem cá, gata, que eu te ensino.
A loira, que tinha um par de peitos lindos, entrou na banheira e começou a me beijar. Chupei os peitos dela pra caralho (sou um cara de bundas, mas peitos de mina que ainda não foram vencidos por leis supremas como a gravidade também são minha fraqueza) e quando vi a buceta rosa dela com pelinhos loiros, fiquei igual um desgraçado. Agarrei ela pelos cabelos, virei ela de costas e, apesar da reclamação e da recusa dela, fiquei mais doido ainda e enfiei a pica bem até o fundo
- Toma, puta!!! (a buceta dela era igual da minha primeira namorada, sim, os anos 90 voltaram)
- Não, para, você é muito bruto, assim nãooooooooo - Gemia e implorava a Gaby
- Ah não???? você não faz ideia do que vou fazer com você!!!
- Chega, assim não!!!! Por favor, não!!!!
Cada "não" era tipo uma senha que dava lugar ao mais perverso que Pode ter existência e se expressava como uma torrente de energia que purgava para se libertar de dentro de mim.
Agarrei ela pela cintura, separei ela da borda da banheira e, pelos cabelos, afundei a cabeça dela na água enquanto metia como se fosse a última foda da minha vida antes de ir pra cadeia por estupro. De vez em quando deixava ela sair pra respirar, e suas inalações desesperadas se misturavam com o pedido dela pra eu parar. Impossível descrever o que eu sentia naquele momento.
- Para, mano, tu vai matar ela - A mão do Pedro toca meu ombro esquerdo. Imediatamente paro, solto ela, e a Gaby, longe de se afastar, levanta mais a bunda pra mim, respira e diz: "que foi, véio, esqueceu que sou atriz?" enquanto começa a se empinar sozinha, me encurralando contra a borda da banheira.
- Não, gata, esse idiota aqui não consegue ver uma gostosa sofrer - falo, sentando na borda e vendo as costas tatuadas dela com símbolos orientais enquanto sentia a bunda linda dela quicando em mim.
Não teve fotos desses momentos por causa do estado ultra civil do Pedro, mas quando olhei pra cama, vi uma imagem muito parecida com essa, que a Paulita gentilmente topou recriar depois.
Tínhamos uma loira e uma morena de parar o trânsito. Juntas, não somavam a idade de nenhuma das nossas mulheres. Pensei nisso e, só com esse detalhe aritmético, espalhei todo o meu esperma dentro da Gaby, soltando um uivo arrepiante que afetou a desvairada Pauli, que se jogou de cabeça na jacuzzi e, antes que a Gaby se separasse de mim, começou a chupar o cuzinho dela em busca do néctar divino. Chupava, lambia, enfiava os dedos nas entranhas da Gaby, que se contorcia com uma cara de prazer incrível. Quando tinha a boquinha bem cheia de porra, a Paulita se levanta e quer beijar a Gaby, que, estranhamente, a rejeita e, me olhando, cuspiu:- Não, é injusto. Eu vim aqui pra você me ensinar a engolir a pica toda até a garganta e não só não chupei ela como a porra acabou na boquinha dela - disse a atriz, fazendo biquinho e falando como uma neném.
(Chega, Deus, o que você quer? Me deixar seco aqui mesmo??)
Pedro, que estava observando tudo, se deixou levar e esqueceu todo o sexo regrado que pratica há anos umas duas vezes por semana, no máximo, e, com a pica dura, começou a foder a boca da garota de um jeito brutal. Paulita voltou pro cuzinho dela pra não desperdiçar nenhum fluido e foi questão de segundos até a Gaby começar a convulsionar (isso não foi um orgasmo, não me venham com essa), como se estivesse possuída. Em seguida, Paulita olha pro Pedro e fala na lata:
- Doutor, arrebenta toda essa buceta. - Empinando a raba.
E foi aquele asterisco lindo que o doutor penetrou, aproveitando os fluidos da garganta virgem da Gaby, que se preparava pra continuar tomando champanhe comigo na jacuzzi, depois de se recuperar. A surra que a garota levou foi descomunal, os ovos do Pedro batiam no cuzinho dela a uma velocidade de 180 plaf plaf por minuto.
- Vai, Loira, larga esse vinho e enfia aí embaixo. Chupa a buceta dela enquanto ele arrebenta tudo.
- Cê acha que eu sou tão puta assim?
- Não tenho a menor dúvida. E se não for, atual
- Adorei o que você fez comigo. Meu namorado nunca me comeu assim (parece que a Gaby tava de namorada com um cara desde os 14 anos) e o Balti mal consegue manter duro. Que velhinho gostoso comeu a puta da Vane.
- Você acreditaria se eu dissesse que nunca transamos?
- Não, ela já me contou, bobão (então a Vane, além de atriz, é roteirista)
- Bom, então a gente pode fazer essas coisas mais vezes... com a Vane
- Não, pelo amor de Deus, não conta nada pra ela. Não conheço ela há muito tempo e eu sem meu namorado não sei viver. São muitos anos. A Vane é uma puta gostosa, capaz de contar. Vi como ela olha pra você.
- E o que você quer? Se aquele careca que ela tem como namorado é o império da chifruda
- Me promete que não vai contar nada pra ela
- Fica de quatro
- Pra quê?
O diabo sela os pactos, sempre, com uma bela enrabada.
17 comentários - Sala de putaria 2 (com fotos) Quarteto no hotel
Sale de lo común la prosa.
Te felicito por eso... y por la experiencia (con algo de envidia... jaja)
Van diez puntos