Olá pessoal, vou voltar a contar uns relatos meus que rolaram uns meses atrás, esse é um deles.
Numa sexta à noite, saí pra dançar com uns amigos e na saída da balada cruzei com uma mina que eu costumava ficar. A gente tinha terminado numa boa, então fiquei batendo um papo com ela por um tempo. Ela disse que ia dormir no apê de um amigo e que se eu quisesse, podia acompanhar ela. Nem pensei duas vezes.
Ela tem uns 1,55 de altura, não é muito alta comparada comigo, que tenho 1,78. Ela é magrinha, cabelo preto quase até a cintura, os peitos são pequenos, mas eu amo que sejam assim, e uma raba divina, bem desenhada.
Procuramos o amigo dela, que tava esperando na esquina. Ela nos apresentou e explicou o que a gente queria fazer. Ele não ligou nenhum de eu ir pro apê dele, então entramos num táxi os três e fomos embora.
Chegamos no apê, deitamos os três numa cama que tava na sala, conversamos por uns minutos até que a mina e eu começamos a nos beijar apaixonadamente. O amigo dela se sentiu desconfortável e foi pro quarto dele.
A gente continuou se beijando no escuro, fechamos as janelas da sala pra ter mais privacidade. Comecei a tirar a roupa dela, primeiro o top que ela tava usando e, pra minha surpresa, não tinha nada por baixo, só os peitinhos lindos e pequenos dela, com um piercing em cada mamilo. Continuamos nos beijando e tirando a roupa até ficarmos completamente pelados. A última coisa que ela fez foi tirar minha cueca, que tava apertando bem meu pau, que tava durasso, bem ereto. Quando ela tentou subir de novo, peguei ela pelo cabelo e guiei ela até meu pau, comecei a dar umas batidinhas de leve na bochecha dela.
Falei: "olha como eu senti sua falta, fazia tempo que não te via, você tá divina hoje."
Ela sorriu e, num tom de brincadeira, respondeu: "eu também sentia sua falta, e agora você vai ver o quanto."
Na mesma hora, começou a passar a língua com uma puta fome nas minhas bolas e na haste do pau, como se quisesse comer tudo. de uma vez. Me deu um prazer imenso (já que adoro que chupem minhas bolas desse jeito), comecei a ofegar e repetia "isso, isso mami, vai, adoro como você chupa". Aí ela decidiu enfiar todo o meu pacote na boca dela, até o fundo, e subia sugando de um jeito espetacular. Respirava e engolia tudo de novo. Ficou assim por um tempo, me dando o melhor sexo oral que sabia dar e o que eu mais gostava de todas as fodas que tive. Ela me punhetava enquanto tinha minha glande na boca, soltava as mãos e continuava com a boca, depois pegava de novo e seguia com a mão. Pra aliviar, passava a língua na minha glande, perto do freio onde dá tanto prazer (como se chupasse um sorvete). Eu tava pegando fogo, então peguei ela pelo cabelo de novo, levantei até meu rosto e comecei a beijar ela freneticamente, me ajeitei pra me mover e tirei minha língua da boca dela e mandei ela ficar de quatro. Comecei a lamber a buceta dela com minha língua, como se fosse uma boca. Passei a língua por todo lado, ela gemia de prazer e entre suspiros me dizia que adorava. Como eu tava fervendo de tesão, não liguei pra nada e comecei a passar a língua no cu dela, tentando abrir, enfiei o máximo que pude e continuei beijando o buraquinho. Quando decidi que não dava mais pra esperar, levantei e enfiei 16 cm de carne dura na boceta dela, sem proteção (sei que é errado, mas como conhecia ela, não tive problemas), e comi ela de quatro por uns minutos, sempre tentando segurar a gozada, porque queria durar mais tempo. Enquanto comia ela, ia enfiando dedos no cu dela, porque também ia comer ela por ali, ela gemia num tom bem audível já. Depois de cansar um pouco, deitei na cama e falei pra ela montar em mim, mas de costas, porque é minha posição favorita. Ela topou na hora, mas nessa hora senti que a entrada tava mais difícil, como se custasse a entrar. Achei estranho porque a tinha transado um bom tempo, até que em questão de segundos percebi que ela tava enfiando sozinha no cu. Custou um pouco, mas conseguiu entrar, começou a se mexer devagar pra dilatar melhor o cuzinho dela e eu só curtindo deitado. Depois de uns minutos, os movimentos ficaram mais rápidos, ela subia e descia sem problema, eu aproveitei a excitação pra segurar ela pela cintura e apertar mais contra mim e meu pau até que, depois de 2 minutos, consegui gozar dentro do cu dela, jorros e jorros saindo do meu pau, como se tivesse acumulado litros de porra naquele encontro.
Depois disso, ela foi no banheiro se limpar, ficou uns 10 minutos, meu pinto murchou na hora e eu aproveitei pra descansar. Quando ela voltou, disse que era minha vez, então fui no banheiro me limpar. Mijei, lavei meu pau com sabão e lavei o rosto. Fiquei um tempinho lá, e preciso dizer que o banheiro era num corredor, do lado do quarto do amigo dela.
Na hora que tava me limpando, pensei que podia ter dado pra ouvir tudo, mas já tinham passado 20 minutos e o amigo dela devia ter dormido.
Quando abri a porta do banheiro, vi que o amigo dela tava acordado e esperando pra entrar. Eu tinha esquecido completamente dele quando precisei ir, então fui pelado. Aquele momento foi estranhíssimo pra mim, porque sabia que ele é gay (e meus seguidores sabem que sou bi), mas eu tinha acabado de transar com a amiga dele.
Então a gente tava ali, eu pelado e ele com uma camiseta velha e de cueca box, com a luz acesa e a porta aberta que mostrava tudo de mim. Tentei agir naturalmente e falei:
— Ah, desculpa, achei que tava dormindo.
— De boa, tudo certo.
Quis fechar a porta pra pegar algo que me cobrisse e sair dali (não sei por quê), mas ele se adiantou, colocou a mão na porta e disse:
— Não precisa fechar, pode sair assim mesmo.
— Ah, tá, é que eu queria respeitar você e respeitar sua casa, não vou ficar andando pelado como se fosse a minha.
— Não precisa problema, se você vai se exibir assim, pode se exibir todos os dias que quiser.
Naquele momento eu esbocei um sorriso, alguma coisa disparou em mim, adrenalina, tesão, sei lá, mas começou a endurecer minha pica de novo.
Tentei sair pelo lado da porta que estava livre, mas quando tentei, nossos corpos se roçaram um pouco e ele passou a mão pelas minhas costelas, como um carinho, até encontrar minha pica, que ele segurou com um pouco mais de firmeza.
— Você fez minha amiga gritar — disse com um tom feminino.
Eu já estava entregue, minha pica crescia numa velocidade incrível.
— Sim, e faria você gritar também se ela não estivesse do lado.
— Ah, então você quer me foder? — ele disse.
— Você é quem está segurando minha pica dura, mas o barulho vai fazer ela perceber.
— Te prometo que não faço barulho nenhum, contanto que você me foda igual a ela.
Aí na hora me aproximei rápido do rosto dele para roubar um beijo, beijei ele com muita vontade.
Vou abrir um parêntese pra contar pra vocês que ele era um pouco mais baixo que eu, magro, de pele branca, não tinha muito músculo, era mais um corpo de menina. Não tinha barba, tinha olhos castanhos e cabelo nem curto nem comprido, castanho escuro.Fechamos a porta e continuamos nos pegando, eu apertando a bunda dele e ele segurando minha cabeça. O pau dele tava bem duro, então tirei a camiseta dele, me abaixei pra tirar a cueca e senti a mão dele na minha cabeça me forçando a ficar de joelhos. Chupei o pau dele sem parar, quase do jeito que a amiga dele tinha feito comigo, mas sem enfiar até o fundo (não cabia kkkk). Me diverti um pouco com a cabeça dele, até que ele me fez sentar no vaso e começou a chupar o meu. Ele tinha um toque com a boca, quase tão bom quanto a amiga dele, chupava muito bem, e enquanto ia abrindo a bunda dele com os dedos.
Continuou assim por um tempo até que eu comecei a perceber o tempo que a gente tava gastando e apressei as coisas. Fiz ele se encostar na parede fria, mandei ele botar a bunda pra fora e fui tentando enfiar o pau. Custou um pouco mais porque não deslizava, faltava lubrificante. Aí olhei no chuveiro até achar o condicionador, passei um pouco no pau, um pouco no furinho dele e entrou com mais facilidade. E assim comecei a comer ele, apertando ele com meu corpo contra a parede, com uma mão segurava o cabelo dele com força, com a outra batia uma pra ele e falava putaria no ouvido, tipo "que lindo que você é, promíscuo", "vou encher sua bunda de porra também", "quero que você seja bem vadia e submissa". Ele adorava essas coisas.
Demorei um pouco mais pra gozar por causa da posição em pé, mas a situação me deixava muito excitado, e depois de alguns minutos, joguei uns jatos de porra dentro da bunda dele. Deixei meu pau enfiado lá dentro enquanto continuei batendo uma pra ele até que ele finalmente gozou. Peguei ele pelo cabelo de novo e puxei a cabeça dele pra trás pra ele me dar um beijo bem gostoso, com muita língua.
Me limpei de novo, junto com ele, e depois saí de lá pra deitar na cama com a mina, que já tinha dormido.
No outro dia acordei, tomamos um café com uns biscoitinhos que eles tinham, ele apareceu com uma cara de safado e me cumprimentou. A gente ficou batendo um papo até que chegou a hora de ir pra casa, todo mundo teve um bom começo de sábado naquele dia.
Numa sexta à noite, saí pra dançar com uns amigos e na saída da balada cruzei com uma mina que eu costumava ficar. A gente tinha terminado numa boa, então fiquei batendo um papo com ela por um tempo. Ela disse que ia dormir no apê de um amigo e que se eu quisesse, podia acompanhar ela. Nem pensei duas vezes.
Ela tem uns 1,55 de altura, não é muito alta comparada comigo, que tenho 1,78. Ela é magrinha, cabelo preto quase até a cintura, os peitos são pequenos, mas eu amo que sejam assim, e uma raba divina, bem desenhada.
Procuramos o amigo dela, que tava esperando na esquina. Ela nos apresentou e explicou o que a gente queria fazer. Ele não ligou nenhum de eu ir pro apê dele, então entramos num táxi os três e fomos embora.
Chegamos no apê, deitamos os três numa cama que tava na sala, conversamos por uns minutos até que a mina e eu começamos a nos beijar apaixonadamente. O amigo dela se sentiu desconfortável e foi pro quarto dele.
A gente continuou se beijando no escuro, fechamos as janelas da sala pra ter mais privacidade. Comecei a tirar a roupa dela, primeiro o top que ela tava usando e, pra minha surpresa, não tinha nada por baixo, só os peitinhos lindos e pequenos dela, com um piercing em cada mamilo. Continuamos nos beijando e tirando a roupa até ficarmos completamente pelados. A última coisa que ela fez foi tirar minha cueca, que tava apertando bem meu pau, que tava durasso, bem ereto. Quando ela tentou subir de novo, peguei ela pelo cabelo e guiei ela até meu pau, comecei a dar umas batidinhas de leve na bochecha dela.
Falei: "olha como eu senti sua falta, fazia tempo que não te via, você tá divina hoje."
Ela sorriu e, num tom de brincadeira, respondeu: "eu também sentia sua falta, e agora você vai ver o quanto."
Na mesma hora, começou a passar a língua com uma puta fome nas minhas bolas e na haste do pau, como se quisesse comer tudo. de uma vez. Me deu um prazer imenso (já que adoro que chupem minhas bolas desse jeito), comecei a ofegar e repetia "isso, isso mami, vai, adoro como você chupa". Aí ela decidiu enfiar todo o meu pacote na boca dela, até o fundo, e subia sugando de um jeito espetacular. Respirava e engolia tudo de novo. Ficou assim por um tempo, me dando o melhor sexo oral que sabia dar e o que eu mais gostava de todas as fodas que tive. Ela me punhetava enquanto tinha minha glande na boca, soltava as mãos e continuava com a boca, depois pegava de novo e seguia com a mão. Pra aliviar, passava a língua na minha glande, perto do freio onde dá tanto prazer (como se chupasse um sorvete). Eu tava pegando fogo, então peguei ela pelo cabelo de novo, levantei até meu rosto e comecei a beijar ela freneticamente, me ajeitei pra me mover e tirei minha língua da boca dela e mandei ela ficar de quatro. Comecei a lamber a buceta dela com minha língua, como se fosse uma boca. Passei a língua por todo lado, ela gemia de prazer e entre suspiros me dizia que adorava. Como eu tava fervendo de tesão, não liguei pra nada e comecei a passar a língua no cu dela, tentando abrir, enfiei o máximo que pude e continuei beijando o buraquinho. Quando decidi que não dava mais pra esperar, levantei e enfiei 16 cm de carne dura na boceta dela, sem proteção (sei que é errado, mas como conhecia ela, não tive problemas), e comi ela de quatro por uns minutos, sempre tentando segurar a gozada, porque queria durar mais tempo. Enquanto comia ela, ia enfiando dedos no cu dela, porque também ia comer ela por ali, ela gemia num tom bem audível já. Depois de cansar um pouco, deitei na cama e falei pra ela montar em mim, mas de costas, porque é minha posição favorita. Ela topou na hora, mas nessa hora senti que a entrada tava mais difícil, como se custasse a entrar. Achei estranho porque a tinha transado um bom tempo, até que em questão de segundos percebi que ela tava enfiando sozinha no cu. Custou um pouco, mas conseguiu entrar, começou a se mexer devagar pra dilatar melhor o cuzinho dela e eu só curtindo deitado. Depois de uns minutos, os movimentos ficaram mais rápidos, ela subia e descia sem problema, eu aproveitei a excitação pra segurar ela pela cintura e apertar mais contra mim e meu pau até que, depois de 2 minutos, consegui gozar dentro do cu dela, jorros e jorros saindo do meu pau, como se tivesse acumulado litros de porra naquele encontro.
Depois disso, ela foi no banheiro se limpar, ficou uns 10 minutos, meu pinto murchou na hora e eu aproveitei pra descansar. Quando ela voltou, disse que era minha vez, então fui no banheiro me limpar. Mijei, lavei meu pau com sabão e lavei o rosto. Fiquei um tempinho lá, e preciso dizer que o banheiro era num corredor, do lado do quarto do amigo dela.
Na hora que tava me limpando, pensei que podia ter dado pra ouvir tudo, mas já tinham passado 20 minutos e o amigo dela devia ter dormido.
Quando abri a porta do banheiro, vi que o amigo dela tava acordado e esperando pra entrar. Eu tinha esquecido completamente dele quando precisei ir, então fui pelado. Aquele momento foi estranhíssimo pra mim, porque sabia que ele é gay (e meus seguidores sabem que sou bi), mas eu tinha acabado de transar com a amiga dele.
Então a gente tava ali, eu pelado e ele com uma camiseta velha e de cueca box, com a luz acesa e a porta aberta que mostrava tudo de mim. Tentei agir naturalmente e falei:
— Ah, desculpa, achei que tava dormindo.
— De boa, tudo certo.
Quis fechar a porta pra pegar algo que me cobrisse e sair dali (não sei por quê), mas ele se adiantou, colocou a mão na porta e disse:
— Não precisa fechar, pode sair assim mesmo.
— Ah, tá, é que eu queria respeitar você e respeitar sua casa, não vou ficar andando pelado como se fosse a minha.
— Não precisa problema, se você vai se exibir assim, pode se exibir todos os dias que quiser.
Naquele momento eu esbocei um sorriso, alguma coisa disparou em mim, adrenalina, tesão, sei lá, mas começou a endurecer minha pica de novo.
Tentei sair pelo lado da porta que estava livre, mas quando tentei, nossos corpos se roçaram um pouco e ele passou a mão pelas minhas costelas, como um carinho, até encontrar minha pica, que ele segurou com um pouco mais de firmeza.
— Você fez minha amiga gritar — disse com um tom feminino.
Eu já estava entregue, minha pica crescia numa velocidade incrível.
— Sim, e faria você gritar também se ela não estivesse do lado.
— Ah, então você quer me foder? — ele disse.
— Você é quem está segurando minha pica dura, mas o barulho vai fazer ela perceber.
— Te prometo que não faço barulho nenhum, contanto que você me foda igual a ela.
Aí na hora me aproximei rápido do rosto dele para roubar um beijo, beijei ele com muita vontade.
Vou abrir um parêntese pra contar pra vocês que ele era um pouco mais baixo que eu, magro, de pele branca, não tinha muito músculo, era mais um corpo de menina. Não tinha barba, tinha olhos castanhos e cabelo nem curto nem comprido, castanho escuro.Fechamos a porta e continuamos nos pegando, eu apertando a bunda dele e ele segurando minha cabeça. O pau dele tava bem duro, então tirei a camiseta dele, me abaixei pra tirar a cueca e senti a mão dele na minha cabeça me forçando a ficar de joelhos. Chupei o pau dele sem parar, quase do jeito que a amiga dele tinha feito comigo, mas sem enfiar até o fundo (não cabia kkkk). Me diverti um pouco com a cabeça dele, até que ele me fez sentar no vaso e começou a chupar o meu. Ele tinha um toque com a boca, quase tão bom quanto a amiga dele, chupava muito bem, e enquanto ia abrindo a bunda dele com os dedos.
Continuou assim por um tempo até que eu comecei a perceber o tempo que a gente tava gastando e apressei as coisas. Fiz ele se encostar na parede fria, mandei ele botar a bunda pra fora e fui tentando enfiar o pau. Custou um pouco mais porque não deslizava, faltava lubrificante. Aí olhei no chuveiro até achar o condicionador, passei um pouco no pau, um pouco no furinho dele e entrou com mais facilidade. E assim comecei a comer ele, apertando ele com meu corpo contra a parede, com uma mão segurava o cabelo dele com força, com a outra batia uma pra ele e falava putaria no ouvido, tipo "que lindo que você é, promíscuo", "vou encher sua bunda de porra também", "quero que você seja bem vadia e submissa". Ele adorava essas coisas.
Demorei um pouco mais pra gozar por causa da posição em pé, mas a situação me deixava muito excitado, e depois de alguns minutos, joguei uns jatos de porra dentro da bunda dele. Deixei meu pau enfiado lá dentro enquanto continuei batendo uma pra ele até que ele finalmente gozou. Peguei ele pelo cabelo de novo e puxei a cabeça dele pra trás pra ele me dar um beijo bem gostoso, com muita língua.
Me limpei de novo, junto com ele, e depois saí de lá pra deitar na cama com a mina, que já tinha dormido.
No outro dia acordei, tomamos um café com uns biscoitinhos que eles tinham, ele apareceu com uma cara de safado e me cumprimentou. A gente ficou batendo um papo até que chegou a hora de ir pra casa, todo mundo teve um bom começo de sábado naquele dia.
4 comentários - Doble garchada en una noche