(Francesca em fotos, esperando comentários)
Já tinham se passado umas duas semanas desde nosso encontro, e nesse tempo não tive a menor notícia dela, nem uma mensagem, nem um like no Facebook, absolutamente nada. Então comecei a pensar que tudo não passou de uma aventura de uma noite só. No fim das contas, pra mim era o melhor. Sempre procurei não me meter em encrenca, e sem dúvida aquela noite podia ter trazido mais de uma. Definitivamente preferia que tudo ficasse por isso mesmo. Era o melhor.

Tava exatamente nessas reflexões quando o som típico de mensagem chegando tocou no meu celular, ele tava a uma distância média de mim, no meu criado-mudo pra ser mais exato. Da minha escrivaninha ouvi a vibração, fiquei imóvel por uns segundos. Ri sozinho só de pensar que podia ser ela, será que essa coincidência era possível? — me aproximei do celular, não sem um pouco de surpresa, podia ser qualquer um, mas meu interior inteiro queria que fosse ela. Mesmo tendo jurado e rejurado que nunca mais ia rolar nada. Peguei meu celular e olhei as mensagens.
— O que cê tá fazendo? — tava escrito na tela, acompanhado de um emoji de piscada.
Não acreditei, era ela mesmo, não soube o que responder, fiquei imóvel por uns segundos, até o celular vibrar de novo na minha mão...
— Parece que cê tá ocupado... — agora com um emoji de carinha triste.
Dessa vez me apressei pra responder:
— Não, tô em casa... sem fazer nada importante. — com uma piscada, óbvio.
— Que bom, porque tô indo praí, espero que não te incomode. — fiquei paralisado, respondi rápido com um educado — Claro que não me incomoda, cê é mais que bem-vinda.

Comecei a olhar ao redor, o apartamento tava um caos. Em tempo recorde, organizei tudo. Por organizar, quero dizer que tudo que tava fora do lugar foi enfiado à força no quarto vazio. Pulei no chuveiro e em menos de um minuto já tinha lavado minhas partes nobres e me enxaguado por completo. Tava saindo do banheiro quando a campainha tocou, e eu congelei de novo. Tocou de novo, tive que enrolar a toalha na cintura e ir abrir a porta. Lá estava ela, em carne e osso. Quando me viu daquele jeito, um sorriso malicioso se desenhou no rosto dela. Ela me deu um beijo na bochecha e entrou, trazendo uma garrafa de champanhe. Vestia uma calça jeans justa e uma jaqueta de couro curta, parecia muito mais nova. O ar safado que ela tinha quando tava comigo fazia ela parecer mais jovial, deixava o rótulo de mãe e esposa de lado, e comigo ela era quem quisesse ser.

Sorri pra ela e convidei ela a se sentar, falei pra ela ficar à vontade enquanto eu terminava de me secar. Ela não ligou, veio até mim e tirou a toalha, deu uma olhada rápida no meu pau, que já começava a bombear sangue. Depois, sem tirar os olhos dos meus, desceu da minha boca até o meu amigo, abriu a boca e engoliu ele de uma vez, brincou uns segundos com a língua na minha glande, sorriu de boca cheia, pude sentir a ereção total preenchendo a boca dela. Ela agarrou minhas nádegas com força, quase cravando as unhas, e lambeu ritmadamente, sempre sem desviar o olhar. Parou de repente, viu minha surpresa, riu com malícia, deu um tapinha leve numa das minhas nádegas e sentou.
— Vai se vestir, tenho um convite pra você.
— Um convite? — perguntei confuso.
— Sim, um convite. Hoje a gente vai sair...
Mil sensações diferentes passaram pela minha cabeça. A mulher na minha frente, que acabava de me dar um boquete daqueles, era minha ex-cunhada, irmã da que foi minha esposa. Nunca imaginei andar em público com ela. Não fazia ideia do tipo de convite que ela tinha preparado. Parece que ela percebeu minha confusão e começou a falar enquanto eu me vestia.
— Tem um lugar que quero conhecer, é um clube.
Comecei a sacar a parada, mas ainda desconfiava.
— Já ouviu falar de clubes de swing?
Era exatamente o que eu temia, a noite ia ficar interessante. Ela tirou um tempo pra me olhar enquanto eu me vestia, aproveitou o espelho do banheiro pra dar os últimos retoques, de vez em quando me lançava olhares safados, deve ter notado minha insegurança desde o momento em que disse que iríamos a um clube de swing. Na minha cabeça começaram a passar uma série de ideias sobre ela, a relação dela com o marido, e o que ela estava fazendo comigo. Parece que adivinhou meus pensamentos.
- Temos um casamento aberto - disse ela enquanto se jogava na minha cama e destampava a garrafa de espumante. - Você tem taças? - Eu só consegui concordar com a cabeça enquanto abotoava minha camisa, rapidamente fui até a cozinha e voltei com um par de taças. Ela encheu e me passou uma.
- Você tá quieto, saúde - bateu a taça dela na minha.
- Mais do que quieto, tô agradavelmente surpreso, e isso me deixa sem palavras - respondi com toda a verdade. A ideia de ir a um clube de swing rondava minha cabeça há anos. Nunca imaginei que iria com ela.
- Surpreso por eu ter vindo, ou por onde vamos? - perguntou enquanto levava a taça à boca.
- As duas coisas -
Ela riu, virou a taça de um gole só, e encheu de novo.
- Você devia fazer o mesmo - disse ao ver meu olhar meio reprovador. - Pra nós dois vai ser a primeira vez.
Isso me pegou de surpresa. Pela leveza com que tinha feito o convite, me fez assumir que pra ela essas paradas eram quase rotina. E foi nesse momento que vi os primeiros sinais de nervosismo nela.
- Não acredito em você -
- Juro, é minha primeira vez num clube desse tipo -
- E por que comigo? -
- E por que não? - A resposta dela me deixou calado por um tempo.
- Agora, se você tem medo, posso arrumar outra pessoa pra me acompanhar -Essa resposta me bateu como um soco no estômago. Minha mente começou a disparar a mil por hora de novo, sabia que era uma armadilha pra me pressionar, mas mesmo assim me irritou, não queria que ela fosse cúmplice de mais ninguém.
— Tô pronto, vamos? — e virei o copo de uma vez, fui até a saída e peguei minhas chaves, ela me olhou com malícia e fez o mesmo.
— Vamos — pegou as coisas dela, me deu um beijo na bochecha e saiu pela porta que eu já tinha aberto.

Depois que o Uber nos deixou no destino, ficamos um bom tempo na frente da porta do clube, nos olhando entre nervosos e animados. Peguei na mão dela, dei um beijinho e uma palmada na bunda pra animar ela. Parece que funcionou, porque o sorriso voltou e ela criou coragem pra bater na porta.
Uma mulher gostosa, já nos seus quarenta, abriu pra gente, vestindo um vestido preto justinho. Nos deu as boas-vindas e educadamente convidou a gente pra entrar. Enquanto a gente passava por um corredor comprido que ligava a recepção ao salão principal, a mulher ia explicando a dinâmica do lugar e fazendo perguntas que a Francesca respondia na hora. Eu não consegui pegar muita coisa, porque tava vidrado olhando o ambiente, mas minha parceira parecia ter tudo na ponta da língua. Ela me olhou com um sorrisão e deu uma leve esfregada com a bunda na minha virilha, o que fez a nossa anfitriã cair na risada.
Entramos no salão, tinha umas quinze casais, todo mundo conversando animado, quase nem notaram a gente chegando, exceto por um casal jovem que parecia tão novato quanto a gente. Fomos até o bar e pedimos nossas bebidas. Ficamos em silêncio por um tempo, enquanto nossa anfitriã se aproximava dos outros, que receberam ela com alegria. De longe, vi como ela interagia com uma intimidade danada, deixando o grupo passar a mão nela de leve. As mulheres eram as mais empolgadas. A Francesca também percebeu a mesma coisa e me deu uma piscada safada, como quem já tava esperando o que viria. Passamos um bom tempo só observando, e vimos que, conforme a noite avançava, grupinhos de casais sumiam atrás de cortinas pretas pesadas. Óbvio que a gente sacou que deviam estar indo pra salas mais privadas. Enquanto a gente se encorajava, pedimos a última dose, bebemos sem falar nada, e fomos ver o que tinha atrás da cortina misteriosa.
Um corredor comprido com acesso a três quartos sem porta, em cada Uma delas tinha uma janela enorme que dava pro corredor por onde a gente entrou. A primeira coisa que me impressionou foi o cheiro, um aroma de sexo tomava conta do lugar inteiro, era um odor forte, mas não desagradável. Junto com o cheiro vinham os sons, entre gemidos, risadas e conversas cúmplices dava pra ouvir um murmúrio constante. Conforme nossos olhos começavam a se acostumar com a penumbra, a gente via as silhuetas nuas se desenhando em cada um dos quartos. Francesca apertou minha mão com força e encostou o corpo dela no meu. Em cada quarto tinha pelo menos três casais, a gente reconheceu várias pessoas que estavam conversando animadamente minutos antes. Nossa anfitriã estava no primeiro quarto, o mais iluminado. A gente chegou na hora em que ela começava a ser despida por duas mulheres de meia-idade, enquanto isso acontecia, ela não tirava os olhos da gente. Ela nos olhava, nos convidando a cruzar a porta e nos aventurar naquela pequena bacanal. Francesca apertou minha mão de novo com força, me deu um olhar cúmplice e me fez entrar no quarto. Tava todo coberto por uma superfície acolchoada, exceto por uma parte pequena onde tinha uma poltrona confortável, onde a gente sentou e ficou de plateia. Os outros casais nem se importaram, na verdade pareciam curtir nossa presença, a maioria ainda tinha um pouco de roupa, que foram tirando conforme a cena esquentava. Francesca se mexia, entre nervosa e excitada, ansiosa pra ver o que vinha. Nossa anfitriã, completamente nua, se aproximou de mim, beijou minha bochecha e me convidou a tocá-la, fez o mesmo com a Francesca. Nós dois tocamos timidamente a bunda e as pernas dela. Depois ela virou as costas pra gente e voltou pro grupo que esperava ansioso. Primeiro ela se aproximou de uma das mulheres que tinha tirado a roupa dela e começou a beijá-la com paixão, o marido da mulher, um cara de aparência tímida, começou a brincar com o pau duro dele enquanto via o espetáculo. A outra mulher se aproximou dos outros dois. homens e começou a masturbá-los com as duas mãos. Uma terceira mulher, um pouco mais velha que as outras duas, se instalou num canto para brincar com a própria buceta, enquanto observava o marido dela ter o pau acariciado. A gente não acreditava no que tava vendo, nossa expressão era de puro choque, senti a mão da Francesca procurar minha virilha, chegou no zíper da minha calça, abriu, e procurou meu pau sem tirar os olhos do espetáculo. Brincou com ele por baixo da cueca, até que se animou a tirar ele pra fora e me masturbar na frente de todo mundo. Na hora, não soube como reagir, me deixei levar por ela e pelo momento. Ela continuou me masturbando sem desviar o olhar do resto, e eu pude ver como a minha anfitriã me olhava nos olhos enquanto via minha mina brincando com meu pau. Ela parou de beijar a mulher e se aproximou de mim, olhou nos olhos da Francesca e perguntou educadamente — me permite? — Francesca, confusa, só concordou com a cabeça, a mulher se ajoelhou e começou a me chupar, pegando a mão da Francesca e convidando ela pra fazer o mesmo. Ela nem pensou duas vezes, se ajoelhou e meteu meu pau na boca dela, dividindo ele com a nossa anfitriã. Não dava pra acreditar no que tava vendo, a orgia no fundo deixou de ser meu foco e eu me concentrei em como duas mulheres lindas dividiam suas línguas e meu pau com paixão, me senti no paraíso. Comecei a me despir, tirei minha calça ajudado pelas minhas musas e depois minha camisa. Até ficar pelado como Deus me trouxe ao mundo. Francesca se sentiu encorajada a fazer o mesmo, separou os lábios da minha glande, beijou nossa garota, e com uma rapidez incrível se despiu completamente. Num olhar rápido, vi que todo mundo já tava pelado e brincando com os corpos. A imagem era indescritível. Uma terceira mulher, a que se masturbava no canto, se aproximou da gente, sentou do meu lado no lugar que a Francesca tinha ocupado antes, e acariciou o rosto da nossa anfitriã enquanto ela me chupava, me deu um sorriso cúmplice e foi direto procurar a língua da mulher, beijou ela com gosto roçando meu pau, e depois deitou-se de barriga pra cima, entre as pernas dela, e começou a lamber os sucos que escorriam pelas coxas, pra enterrar o rosto de vez na buceta dela, lambia com cuidado os lábios daquela dona virtuosa, que correspondia aos carinhos apertando com força meu pau com os lábios dela.

Francesca se soltou do meu pau e sentou de novo ao meu lado com as pernas abertas. Nossa garota, ao vê-la assim, se jogou como uma fera nos lábios doces e molhados, beijando-os suavemente. No começo, ela se assustou um pouco ao receber sexo oral de uma mulher, mas depois se entregou. A mulher se movia com maestria, alternando entre meu pau e a linda buceta da Francesca. O prazer era intenso, tínhamos perdido a noção de estar com os outros, só se ouviam gemidos e risadas abafadas, só se respirava prazer, prazer sem limites, sem condições, só pele. Francesca procurava minha língua, e eu também, precisava beijá-la com desespero, encontrei sua boca mais doce do que nunca, era um beijo intenso, orgásmico, cúmplice, durou uma eternidade. Não percebemos que nossa anfitriã tinha parado de nos lamber, agora nos olhava, querendo fazer parte daquele beijo, e assim fez. Enquanto nos beijávamos os três, ela enfiava os dedos na buceta da Francesca, suavemente a pegou pelas cadeiras e a colocou numa posição receptiva, e me convidou a penetrá-la, ao que concordei sem muita reclamação. As paredes da sua buceta pulsavam em volta do meu pau inchado, nossa garota nos acariciava a cada estocada, até que se ajeitou de um jeito que sua boca beijava nossos genitais durante a ação, depois lambeu minhas bolas, até chegar no meu cu. De novo estavam me procurando por ali. A excitação era tanta que só me deixei levar e depois de um tempo uma sensação queimante percorreu meu pau e jatos abundantes de esperma quente foram lançados nas costas da Francesca, cada um dos jatos foi lambido pela nossa anfitriã até não deixar vestígio, tanto eu quanto Francesca tremíamos as pernas, desabamos cansados de prazer. A mulher, enquanto limpava a boca, só nos olhou docemente, nos acariciou e disse: — Bem-vindos ao clube!!!
Continua...
Já tinham se passado umas duas semanas desde nosso encontro, e nesse tempo não tive a menor notícia dela, nem uma mensagem, nem um like no Facebook, absolutamente nada. Então comecei a pensar que tudo não passou de uma aventura de uma noite só. No fim das contas, pra mim era o melhor. Sempre procurei não me meter em encrenca, e sem dúvida aquela noite podia ter trazido mais de uma. Definitivamente preferia que tudo ficasse por isso mesmo. Era o melhor.

Tava exatamente nessas reflexões quando o som típico de mensagem chegando tocou no meu celular, ele tava a uma distância média de mim, no meu criado-mudo pra ser mais exato. Da minha escrivaninha ouvi a vibração, fiquei imóvel por uns segundos. Ri sozinho só de pensar que podia ser ela, será que essa coincidência era possível? — me aproximei do celular, não sem um pouco de surpresa, podia ser qualquer um, mas meu interior inteiro queria que fosse ela. Mesmo tendo jurado e rejurado que nunca mais ia rolar nada. Peguei meu celular e olhei as mensagens.
— O que cê tá fazendo? — tava escrito na tela, acompanhado de um emoji de piscada.
Não acreditei, era ela mesmo, não soube o que responder, fiquei imóvel por uns segundos, até o celular vibrar de novo na minha mão...
— Parece que cê tá ocupado... — agora com um emoji de carinha triste.
Dessa vez me apressei pra responder:
— Não, tô em casa... sem fazer nada importante. — com uma piscada, óbvio.
— Que bom, porque tô indo praí, espero que não te incomode. — fiquei paralisado, respondi rápido com um educado — Claro que não me incomoda, cê é mais que bem-vinda.

Comecei a olhar ao redor, o apartamento tava um caos. Em tempo recorde, organizei tudo. Por organizar, quero dizer que tudo que tava fora do lugar foi enfiado à força no quarto vazio. Pulei no chuveiro e em menos de um minuto já tinha lavado minhas partes nobres e me enxaguado por completo. Tava saindo do banheiro quando a campainha tocou, e eu congelei de novo. Tocou de novo, tive que enrolar a toalha na cintura e ir abrir a porta. Lá estava ela, em carne e osso. Quando me viu daquele jeito, um sorriso malicioso se desenhou no rosto dela. Ela me deu um beijo na bochecha e entrou, trazendo uma garrafa de champanhe. Vestia uma calça jeans justa e uma jaqueta de couro curta, parecia muito mais nova. O ar safado que ela tinha quando tava comigo fazia ela parecer mais jovial, deixava o rótulo de mãe e esposa de lado, e comigo ela era quem quisesse ser.

Sorri pra ela e convidei ela a se sentar, falei pra ela ficar à vontade enquanto eu terminava de me secar. Ela não ligou, veio até mim e tirou a toalha, deu uma olhada rápida no meu pau, que já começava a bombear sangue. Depois, sem tirar os olhos dos meus, desceu da minha boca até o meu amigo, abriu a boca e engoliu ele de uma vez, brincou uns segundos com a língua na minha glande, sorriu de boca cheia, pude sentir a ereção total preenchendo a boca dela. Ela agarrou minhas nádegas com força, quase cravando as unhas, e lambeu ritmadamente, sempre sem desviar o olhar. Parou de repente, viu minha surpresa, riu com malícia, deu um tapinha leve numa das minhas nádegas e sentou.
— Vai se vestir, tenho um convite pra você.
— Um convite? — perguntei confuso.
— Sim, um convite. Hoje a gente vai sair...
Mil sensações diferentes passaram pela minha cabeça. A mulher na minha frente, que acabava de me dar um boquete daqueles, era minha ex-cunhada, irmã da que foi minha esposa. Nunca imaginei andar em público com ela. Não fazia ideia do tipo de convite que ela tinha preparado. Parece que ela percebeu minha confusão e começou a falar enquanto eu me vestia.
— Tem um lugar que quero conhecer, é um clube.
Comecei a sacar a parada, mas ainda desconfiava.
— Já ouviu falar de clubes de swing?
Era exatamente o que eu temia, a noite ia ficar interessante. Ela tirou um tempo pra me olhar enquanto eu me vestia, aproveitou o espelho do banheiro pra dar os últimos retoques, de vez em quando me lançava olhares safados, deve ter notado minha insegurança desde o momento em que disse que iríamos a um clube de swing. Na minha cabeça começaram a passar uma série de ideias sobre ela, a relação dela com o marido, e o que ela estava fazendo comigo. Parece que adivinhou meus pensamentos.- Temos um casamento aberto - disse ela enquanto se jogava na minha cama e destampava a garrafa de espumante. - Você tem taças? - Eu só consegui concordar com a cabeça enquanto abotoava minha camisa, rapidamente fui até a cozinha e voltei com um par de taças. Ela encheu e me passou uma.
- Você tá quieto, saúde - bateu a taça dela na minha.
- Mais do que quieto, tô agradavelmente surpreso, e isso me deixa sem palavras - respondi com toda a verdade. A ideia de ir a um clube de swing rondava minha cabeça há anos. Nunca imaginei que iria com ela.
- Surpreso por eu ter vindo, ou por onde vamos? - perguntou enquanto levava a taça à boca.
- As duas coisas -
Ela riu, virou a taça de um gole só, e encheu de novo.
- Você devia fazer o mesmo - disse ao ver meu olhar meio reprovador. - Pra nós dois vai ser a primeira vez.
Isso me pegou de surpresa. Pela leveza com que tinha feito o convite, me fez assumir que pra ela essas paradas eram quase rotina. E foi nesse momento que vi os primeiros sinais de nervosismo nela.
- Não acredito em você -
- Juro, é minha primeira vez num clube desse tipo -
- E por que comigo? -
- E por que não? - A resposta dela me deixou calado por um tempo.
- Agora, se você tem medo, posso arrumar outra pessoa pra me acompanhar -Essa resposta me bateu como um soco no estômago. Minha mente começou a disparar a mil por hora de novo, sabia que era uma armadilha pra me pressionar, mas mesmo assim me irritou, não queria que ela fosse cúmplice de mais ninguém.
— Tô pronto, vamos? — e virei o copo de uma vez, fui até a saída e peguei minhas chaves, ela me olhou com malícia e fez o mesmo.
— Vamos — pegou as coisas dela, me deu um beijo na bochecha e saiu pela porta que eu já tinha aberto.

Depois que o Uber nos deixou no destino, ficamos um bom tempo na frente da porta do clube, nos olhando entre nervosos e animados. Peguei na mão dela, dei um beijinho e uma palmada na bunda pra animar ela. Parece que funcionou, porque o sorriso voltou e ela criou coragem pra bater na porta.
Uma mulher gostosa, já nos seus quarenta, abriu pra gente, vestindo um vestido preto justinho. Nos deu as boas-vindas e educadamente convidou a gente pra entrar. Enquanto a gente passava por um corredor comprido que ligava a recepção ao salão principal, a mulher ia explicando a dinâmica do lugar e fazendo perguntas que a Francesca respondia na hora. Eu não consegui pegar muita coisa, porque tava vidrado olhando o ambiente, mas minha parceira parecia ter tudo na ponta da língua. Ela me olhou com um sorrisão e deu uma leve esfregada com a bunda na minha virilha, o que fez a nossa anfitriã cair na risada.
Entramos no salão, tinha umas quinze casais, todo mundo conversando animado, quase nem notaram a gente chegando, exceto por um casal jovem que parecia tão novato quanto a gente. Fomos até o bar e pedimos nossas bebidas. Ficamos em silêncio por um tempo, enquanto nossa anfitriã se aproximava dos outros, que receberam ela com alegria. De longe, vi como ela interagia com uma intimidade danada, deixando o grupo passar a mão nela de leve. As mulheres eram as mais empolgadas. A Francesca também percebeu a mesma coisa e me deu uma piscada safada, como quem já tava esperando o que viria. Passamos um bom tempo só observando, e vimos que, conforme a noite avançava, grupinhos de casais sumiam atrás de cortinas pretas pesadas. Óbvio que a gente sacou que deviam estar indo pra salas mais privadas. Enquanto a gente se encorajava, pedimos a última dose, bebemos sem falar nada, e fomos ver o que tinha atrás da cortina misteriosa.
Um corredor comprido com acesso a três quartos sem porta, em cada Uma delas tinha uma janela enorme que dava pro corredor por onde a gente entrou. A primeira coisa que me impressionou foi o cheiro, um aroma de sexo tomava conta do lugar inteiro, era um odor forte, mas não desagradável. Junto com o cheiro vinham os sons, entre gemidos, risadas e conversas cúmplices dava pra ouvir um murmúrio constante. Conforme nossos olhos começavam a se acostumar com a penumbra, a gente via as silhuetas nuas se desenhando em cada um dos quartos. Francesca apertou minha mão com força e encostou o corpo dela no meu. Em cada quarto tinha pelo menos três casais, a gente reconheceu várias pessoas que estavam conversando animadamente minutos antes. Nossa anfitriã estava no primeiro quarto, o mais iluminado. A gente chegou na hora em que ela começava a ser despida por duas mulheres de meia-idade, enquanto isso acontecia, ela não tirava os olhos da gente. Ela nos olhava, nos convidando a cruzar a porta e nos aventurar naquela pequena bacanal. Francesca apertou minha mão de novo com força, me deu um olhar cúmplice e me fez entrar no quarto. Tava todo coberto por uma superfície acolchoada, exceto por uma parte pequena onde tinha uma poltrona confortável, onde a gente sentou e ficou de plateia. Os outros casais nem se importaram, na verdade pareciam curtir nossa presença, a maioria ainda tinha um pouco de roupa, que foram tirando conforme a cena esquentava. Francesca se mexia, entre nervosa e excitada, ansiosa pra ver o que vinha. Nossa anfitriã, completamente nua, se aproximou de mim, beijou minha bochecha e me convidou a tocá-la, fez o mesmo com a Francesca. Nós dois tocamos timidamente a bunda e as pernas dela. Depois ela virou as costas pra gente e voltou pro grupo que esperava ansioso. Primeiro ela se aproximou de uma das mulheres que tinha tirado a roupa dela e começou a beijá-la com paixão, o marido da mulher, um cara de aparência tímida, começou a brincar com o pau duro dele enquanto via o espetáculo. A outra mulher se aproximou dos outros dois. homens e começou a masturbá-los com as duas mãos. Uma terceira mulher, um pouco mais velha que as outras duas, se instalou num canto para brincar com a própria buceta, enquanto observava o marido dela ter o pau acariciado. A gente não acreditava no que tava vendo, nossa expressão era de puro choque, senti a mão da Francesca procurar minha virilha, chegou no zíper da minha calça, abriu, e procurou meu pau sem tirar os olhos do espetáculo. Brincou com ele por baixo da cueca, até que se animou a tirar ele pra fora e me masturbar na frente de todo mundo. Na hora, não soube como reagir, me deixei levar por ela e pelo momento. Ela continuou me masturbando sem desviar o olhar do resto, e eu pude ver como a minha anfitriã me olhava nos olhos enquanto via minha mina brincando com meu pau. Ela parou de beijar a mulher e se aproximou de mim, olhou nos olhos da Francesca e perguntou educadamente — me permite? — Francesca, confusa, só concordou com a cabeça, a mulher se ajoelhou e começou a me chupar, pegando a mão da Francesca e convidando ela pra fazer o mesmo. Ela nem pensou duas vezes, se ajoelhou e meteu meu pau na boca dela, dividindo ele com a nossa anfitriã. Não dava pra acreditar no que tava vendo, a orgia no fundo deixou de ser meu foco e eu me concentrei em como duas mulheres lindas dividiam suas línguas e meu pau com paixão, me senti no paraíso. Comecei a me despir, tirei minha calça ajudado pelas minhas musas e depois minha camisa. Até ficar pelado como Deus me trouxe ao mundo. Francesca se sentiu encorajada a fazer o mesmo, separou os lábios da minha glande, beijou nossa garota, e com uma rapidez incrível se despiu completamente. Num olhar rápido, vi que todo mundo já tava pelado e brincando com os corpos. A imagem era indescritível. Uma terceira mulher, a que se masturbava no canto, se aproximou da gente, sentou do meu lado no lugar que a Francesca tinha ocupado antes, e acariciou o rosto da nossa anfitriã enquanto ela me chupava, me deu um sorriso cúmplice e foi direto procurar a língua da mulher, beijou ela com gosto roçando meu pau, e depois deitou-se de barriga pra cima, entre as pernas dela, e começou a lamber os sucos que escorriam pelas coxas, pra enterrar o rosto de vez na buceta dela, lambia com cuidado os lábios daquela dona virtuosa, que correspondia aos carinhos apertando com força meu pau com os lábios dela.

Francesca se soltou do meu pau e sentou de novo ao meu lado com as pernas abertas. Nossa garota, ao vê-la assim, se jogou como uma fera nos lábios doces e molhados, beijando-os suavemente. No começo, ela se assustou um pouco ao receber sexo oral de uma mulher, mas depois se entregou. A mulher se movia com maestria, alternando entre meu pau e a linda buceta da Francesca. O prazer era intenso, tínhamos perdido a noção de estar com os outros, só se ouviam gemidos e risadas abafadas, só se respirava prazer, prazer sem limites, sem condições, só pele. Francesca procurava minha língua, e eu também, precisava beijá-la com desespero, encontrei sua boca mais doce do que nunca, era um beijo intenso, orgásmico, cúmplice, durou uma eternidade. Não percebemos que nossa anfitriã tinha parado de nos lamber, agora nos olhava, querendo fazer parte daquele beijo, e assim fez. Enquanto nos beijávamos os três, ela enfiava os dedos na buceta da Francesca, suavemente a pegou pelas cadeiras e a colocou numa posição receptiva, e me convidou a penetrá-la, ao que concordei sem muita reclamação. As paredes da sua buceta pulsavam em volta do meu pau inchado, nossa garota nos acariciava a cada estocada, até que se ajeitou de um jeito que sua boca beijava nossos genitais durante a ação, depois lambeu minhas bolas, até chegar no meu cu. De novo estavam me procurando por ali. A excitação era tanta que só me deixei levar e depois de um tempo uma sensação queimante percorreu meu pau e jatos abundantes de esperma quente foram lançados nas costas da Francesca, cada um dos jatos foi lambido pela nossa anfitriã até não deixar vestígio, tanto eu quanto Francesca tremíamos as pernas, desabamos cansados de prazer. A mulher, enquanto limpava a boca, só nos olhou docemente, nos acariciou e disse: — Bem-vindos ao clube!!!
Continua...
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