Este relato é escrito pelo Arthur.
Eu tinha um problema no tornozelo esquerdo, me incomodava pra andar. Mexendo no Facebook, vi uma publicação de uma amiga que não via há muito tempo, e lembrei que ela é massagista profissional, tinha estudado quiinesiologia.
Ela é morena, peitos médios puxando pra grandes, uma bunda linda e uma carinha bonita. Uma gostosa. Nunca tinha tentado nada com ela porque a gente não se encontrava muito nos rolês, mas nos conhecíamos da época do colégio. Ela tem 23 e eu 26.
Resolvi contatar ela, sem segundas intenções. Mandei mensagem no privado do Facebook.
- Oi Paula!
- Oi Arthur! Quanto tempo. Como você tá?
- Bem, obrigado! Te escrevi porque queria perguntar se podia te visitar, tô com uma dorzinha no tornozelo, e queria ver se você podia dar uma olhada, ou pelo menos me indicar o lugar certo.
- Ah! Bom, agora não tô atuando na minha profissão, tô me dedicando ao ensino, gosto mais, e dá um retorno melhor XP
- Que legal! Não sabia, bom, e algum lugar que você recomende pra me tratar?
- Humm... bom, mesmo não exercendo há um tempinho, se você falar que é uma coisa leve, posso dar uma olhada e ajudar, só porque somos amigos de longa data 🙂
- Fechou! Adoraria...
Aí combinamos que eu iria no apartamento dela.
Cheguei na hora certa no dia e horário que marcamos, era uma sexta às 19:30. Tava calor, fui de short e camiseta, tênis. Eu tenho 1,70, sou branco e uns 5 quilos acima do peso ideal. Ela tava com um short curto, mas não muito, uma camiseta decotada, maquiada, arrumada, recém-banhada, mas tudo dentro do normal. Como falei antes, eu não tinha nenhuma segunda intenção, e entre a gente nunca teve nem um leve roçado.
- Oi! -beijos- Entra!
- Oi, com licença.
- Olha, depois de quase 2 anos desempoci a maca que tenho guardada, não usava mais, tá no meu quarto, lá tem o ar ligado e Tô com tudo mais à mão...
Fomos pro quarto dela, o clima tava perfeito, ela tinha acendido umas velas aromáticas. Tudo limpinho e arrumado. Ela morava sozinha.
A gente foi conversando sobre minha dor, até que ela falou:
- Bom, tira o calçado e deita.
Ela começou a acariciar meu pé de leve, procurando o lugar da dor no tornozelo. Passou óleo nas mãos e começou a massagear.
- Como eu te falei, faz uns 2 anos que não faço isso, mas me traz lembranças, eu gostava de fazer, mas gosto de fazer em pessoas agradáveis, limpas e decentes. Realmente me incomoda tocar em velhos, em mulheres e homens que não cuidam da aparência e da higiene.
- Te entendo, e imagino o quanto deve ser desagradável.
Assim a gente foi conversando sobre qualquer coisa, e percebi que ela começava a subir pela minha panturrilha, até a metade da minha coxa... Nessa hora comecei a ficar levemente excitado, mas achava que qualquer avanço seria impossível.
- O seu tornozelo já tá resolvido - com uns movimentos ela tinha colocado tudo no lugar -, mas se quiser, posso te fazer uma massagem - disse sem parar de massagear minha coxa.
- Adoraria.
De vez em quando ela se abaixava um pouco e eu conseguia ver os peitos dela. Eu tava mais excitado a cada minuto, mas tinha deixado a piroca bem arrumada, então não dava pra notar muito.
- Quer tirar a camiseta e virar de costas? Assim continuo com suas costas.
Nessa hora olhei pra ela e parecia que ela tava a fim. Tirei a camiseta e virei de costas. Depois de uns bons minutos de massagem nas costas, ela pediu pra eu virar de frente. Eu tava com a piroca meio dura. Quando virei, meu volume ficou evidente. Tenho uma piroca normal, uns 16 cm, sempre mantenho os pelos bem baixos e as bolas depiladas.
Quando virei, os olhos dela grudaram na minha piroca por uns 3 segundos. Ela começou a massagear minhas coxas, com bastante óleo. Fazia isso com as duas mãos, e assim os peitos dela se juntavam e apertavam. Nessa hora minha piroca já tava dura e dava pra notar muito. Quando ela subia pela minha coxa, ficando a uns centímetros da minha rola, eu gemia baixinho de olhos fechados, e ela repetia o movimento uma vez e outra, até que eu soltei um gemido mais forte, olhei pra ela e vi que tava vermelha, com um meio sorriso, quando eu olhei, ela tava olhando pra minha rola e rapidamente desviou o olhar ao se ver observada.
Eu não aguentei mais e ajustei a rola, acariciando ela um pouco...
- Uhmmmm, desculpa... é que tá muito gostoso tudo que você tá fazendo, e faz uns dias que eu tô sem... você sabe...
- Emm, não importa, não se preocupa, é algo meio normal
- Me desculpa, não quero te incomodar, melhor eu ir embora
- Não, de jeito nenhum, você não me incomoda. Vai me incomodar se for embora - ela diz voltando a massagear
Ela continua com os movimentos, mas dessa vez sobe mais e roça na minha rola. Fecho os olhos, gimo suavemente. Olho pra ela e ela tá olhando pra minha rola e mordendo os lábios, e agora já não desvia mais o olhar da minha rola.
- Melhor você tirar o short - eu tiro - ... e a cueca também
- Olha, eu não qu-
- Cala a boca e tira isso, papai - ela diz puxando o elástico da minha cueca
Tiro a cueca e, mordendo os lábios, ela pega minha rola com as duas mãos, toca, acaricia, massageia, e depois começa a bater uma pra mim. Eu só gemo e olho os movimentos dela e os peitos dela.
Ela descasca a rola e com a ponta dos cinco dedos começa a esfregar a cabeça, com bastante óleo... uffa, que prazer isso, vocês nem imaginam... Enquanto continua batendo uma, ela diz "ai, que calor" e passa a mão nos peitos, por cima do decote, e os peitos ficam brilhando... uffa, que vista linda, ela batendo uma pra mim e os peitos dela balançando.
- Posso chupar ela?
- Uffa, por favor, sim!
Ela subiu na maca, ficou de quatro, com a carinha dela na minha rola, levantando bem a raba pra eu olhar de longe. Primeiro ela passa a rola no rosto, depois começa a passar a língua desde as bolas até a cabeça, uma vez e outra... depois enfia a pontinha na cabeça e com a língua firme começa a esfregar meu frênulo... ufffff isso quase me fez explodir... tive que me segurar pra não gozar.
Ela gemia e brincava só com a cabeça, eu me levantei e tentei tocar a pussy dela, mas ela me disse:
- Acredita que o que eu mais quero agora é que você me meta, mas hoje não dá, tô naqueles dias... então relaxa, papai, e deixa eu te dar prazer... sempre quis ter você assim, desde a época do colégio.
- Mmmm.... - me deitando de novo - nunca imaginei que você queria comigo, você é mó gostosa, é uma daquelas com quem eu casaria - falei, e isso parece que a motivou-
Ela começou a gemer mais forte ao ouvir isso e a enfiar a cock toda na boca, ou o máximo que cabia, não tinha a garganta muito funda, mas se esforçava pra caralho... Metia até onde dava e forçava mais, engasgava, se afogava, tossia sem tirar minha cock da boca, forçava a garganta, me olhava de vez em quando com os olhos lacrimejando, a maquiagem dela tava borrada, minha cock e o queixo dela encharcados de baba... ufffff uma chupada como nenhuma outra.
De vez em quando ela chupava forte e depois suave... nunca tirava a cock da boca. Percebi que minha cock tava entrando mais fundo na boca dela... ficavam uns 3 cm pra fora. Até que ela pega uma das minhas mãos e coloca na cabeça dela. Uffff... outro momento que tive que me segurar pra não gozar.
Apertei a cabeça dela contra minha cock, primeiro sem muita força. Ela gemeu forte ao sentir a pressão da minha mão. Peguei ela pelos cabelos pra levantar a cabeça dela e depois abaixar de novo. Ela me olha e fecha os olhos como se deixando levar, aí por uns segundos comecei a fazer rápido. Ela babava cada vez mais na minha cock. Sentia a saliva dela escorrendo pelas minhas bolas até meu cu. Depois pressionei até o fundo, e um pouco mais, e um pouco mais, até que tava toda dentro... quando me olhou, se mexeu um pouco e isso deu um engasgo nela, mas eu não deixei ela tirar minha cock da boca. Primeiro ela quis se soltar, mas como eu não deixei Ela ficou parada, imóvel, e depois se agarrou nos meus quadris e tentou enfiar mais ainda na boquinha... Essa atitude, ufffffff.....
Tive pena e soltei ela um pouquinho pra respirar. Ela me olha, gemendo, perdida, excitada, com a cara toda bagunçada.
- Nunca me trataram assim
- Não sei se é um elogio ou uma reclamação
- Nunca nenhum cara fez isso comigo... Sempre me trataram com amor, como uma princesa, mas eu queria que me tratassem como uma puta... É um elogio, Arthur... Você sempre me deixou com tesão e agora me deixou com um tesão do caralho... Quero fazer uma coisa
Ela tira a camiseta, sem nenhuma sensualidade, apressada, abaixa o short e a calcinha fio dental, também apressada... de quatro como estava, vira pra me mostrar a bunda, e o fio que saía da buceta, do absorvente interno. Pega meu pau molhado na saliva dela e passa pelo cu dela, ao fazer isso geme bem alto. Eu estava no céu.
- Por favor, você não se mexe
Ela pega meu pau e aponta pro cu dela, pressiona e depois de algumas tentativas a cabecinha entra. Ela fica parada e vejo que começa a esfregar o clitóris. Não passou nem 1 minuto até eu sentir que ela goza gemendo e enfiando meu pau um pouquinho mais no cu.
Ela se acalma um pouco, se vira me olhando com vergonha e sorrindo, olhando pro meu pau...
- Desculpa, é que eu tava com muito tesão
- Adorei, gostosa, você não imagina o quanto eu curti te vendo fazer isso
- Sério? - com uma cara quase de surpresa - Quando você quiser vou fazer esse tipo de show pra você
Enquanto a gente conversava a mão dela tava no meu pau e ela tava me batendo uma. Depois eu descobri que sempre que ela se masturbava, ela se tocava no cu, mas nunca tinha tido um pau no cu até aquele dia...
- Vem, senta no sofá, vou te chupar até você gozar... E vou fazer o que você mandar: se quiser eu engulo, se quiser eu cuspo nos meus peitos, o que você disser eu vou fazer, papai
- Vou gozar na sua boca e você vai juntar toda a porra na boca e depois vai Solta de novo no meu pau... Assim você vai chupar de novo, juntando tudo e depois engolindo.
- Sim, papai, me fala que sou uma puta, sua puta - ela diz, me olhando e começando a chupar.
- Mmmmm, assim, puta, vou encher sua boca de porra. Você é minha puta.
Faço ela enfiar o pau inteiro na boca, ela engasga mas deixa. Depois solto e ela começa a chupar com força enquanto esfrega minhas bolas com uma mão, e com a outra mão acaricia minha região do períneo. Foi demais, em poucos segundos enchi a boca dela de sêmen.
Exatamente como eu mandei, ela juntou todo o sêmen na boca, me mostrou, solta no meu pau, espalha pelo meu púbis e ela junta de novo sugando, fazendo um barulho muito gostoso, enquanto com a mão acariciava minha glande. Me mostra de novo e engole toda a porra. Olha meu pau inspecionando e cada gotinha que encontra leva pra boquinha dela.
- Adoro ser uma puta submissa.
- Na minha mochila está meu cigarro, passa pra mim.
Enquanto se levanta, me mostrando a bunda e se mexendo bem sensual pra mim, ela diz:
- Eu não fumo, mas posso acender o cigarro pra você?
- Sim, uffff, que menina boa.
Ela sorri satisfeita. Acende o cigarro e me entrega. Se ajoelha na minha frente.
- Quero te deixar satisfeito, papai. Quero que você seja meu papai, sempre quis isso.
Sem parar de me olhar, começa a chupar meu pau, passando a língua, bem suave, lambendo minhas bolas e acariciando quase ternamente com a língua, os dedos e os lábios, prolongando meu prazer.
Esse foi o começo de uma relação intensa com minha amiga, com quem sempre roleplayávamos que ela era minha puta submissa...
Eu tinha um problema no tornozelo esquerdo, me incomodava pra andar. Mexendo no Facebook, vi uma publicação de uma amiga que não via há muito tempo, e lembrei que ela é massagista profissional, tinha estudado quiinesiologia.
Ela é morena, peitos médios puxando pra grandes, uma bunda linda e uma carinha bonita. Uma gostosa. Nunca tinha tentado nada com ela porque a gente não se encontrava muito nos rolês, mas nos conhecíamos da época do colégio. Ela tem 23 e eu 26.
Resolvi contatar ela, sem segundas intenções. Mandei mensagem no privado do Facebook.
- Oi Paula!
- Oi Arthur! Quanto tempo. Como você tá?
- Bem, obrigado! Te escrevi porque queria perguntar se podia te visitar, tô com uma dorzinha no tornozelo, e queria ver se você podia dar uma olhada, ou pelo menos me indicar o lugar certo.
- Ah! Bom, agora não tô atuando na minha profissão, tô me dedicando ao ensino, gosto mais, e dá um retorno melhor XP
- Que legal! Não sabia, bom, e algum lugar que você recomende pra me tratar?
- Humm... bom, mesmo não exercendo há um tempinho, se você falar que é uma coisa leve, posso dar uma olhada e ajudar, só porque somos amigos de longa data 🙂
- Fechou! Adoraria...
Aí combinamos que eu iria no apartamento dela.
Cheguei na hora certa no dia e horário que marcamos, era uma sexta às 19:30. Tava calor, fui de short e camiseta, tênis. Eu tenho 1,70, sou branco e uns 5 quilos acima do peso ideal. Ela tava com um short curto, mas não muito, uma camiseta decotada, maquiada, arrumada, recém-banhada, mas tudo dentro do normal. Como falei antes, eu não tinha nenhuma segunda intenção, e entre a gente nunca teve nem um leve roçado.
- Oi! -beijos- Entra!
- Oi, com licença.
- Olha, depois de quase 2 anos desempoci a maca que tenho guardada, não usava mais, tá no meu quarto, lá tem o ar ligado e Tô com tudo mais à mão...
Fomos pro quarto dela, o clima tava perfeito, ela tinha acendido umas velas aromáticas. Tudo limpinho e arrumado. Ela morava sozinha.
A gente foi conversando sobre minha dor, até que ela falou:
- Bom, tira o calçado e deita.
Ela começou a acariciar meu pé de leve, procurando o lugar da dor no tornozelo. Passou óleo nas mãos e começou a massagear.
- Como eu te falei, faz uns 2 anos que não faço isso, mas me traz lembranças, eu gostava de fazer, mas gosto de fazer em pessoas agradáveis, limpas e decentes. Realmente me incomoda tocar em velhos, em mulheres e homens que não cuidam da aparência e da higiene.
- Te entendo, e imagino o quanto deve ser desagradável.
Assim a gente foi conversando sobre qualquer coisa, e percebi que ela começava a subir pela minha panturrilha, até a metade da minha coxa... Nessa hora comecei a ficar levemente excitado, mas achava que qualquer avanço seria impossível.
- O seu tornozelo já tá resolvido - com uns movimentos ela tinha colocado tudo no lugar -, mas se quiser, posso te fazer uma massagem - disse sem parar de massagear minha coxa.
- Adoraria.
De vez em quando ela se abaixava um pouco e eu conseguia ver os peitos dela. Eu tava mais excitado a cada minuto, mas tinha deixado a piroca bem arrumada, então não dava pra notar muito.
- Quer tirar a camiseta e virar de costas? Assim continuo com suas costas.
Nessa hora olhei pra ela e parecia que ela tava a fim. Tirei a camiseta e virei de costas. Depois de uns bons minutos de massagem nas costas, ela pediu pra eu virar de frente. Eu tava com a piroca meio dura. Quando virei, meu volume ficou evidente. Tenho uma piroca normal, uns 16 cm, sempre mantenho os pelos bem baixos e as bolas depiladas.
Quando virei, os olhos dela grudaram na minha piroca por uns 3 segundos. Ela começou a massagear minhas coxas, com bastante óleo. Fazia isso com as duas mãos, e assim os peitos dela se juntavam e apertavam. Nessa hora minha piroca já tava dura e dava pra notar muito. Quando ela subia pela minha coxa, ficando a uns centímetros da minha rola, eu gemia baixinho de olhos fechados, e ela repetia o movimento uma vez e outra, até que eu soltei um gemido mais forte, olhei pra ela e vi que tava vermelha, com um meio sorriso, quando eu olhei, ela tava olhando pra minha rola e rapidamente desviou o olhar ao se ver observada.
Eu não aguentei mais e ajustei a rola, acariciando ela um pouco...
- Uhmmmm, desculpa... é que tá muito gostoso tudo que você tá fazendo, e faz uns dias que eu tô sem... você sabe...
- Emm, não importa, não se preocupa, é algo meio normal
- Me desculpa, não quero te incomodar, melhor eu ir embora
- Não, de jeito nenhum, você não me incomoda. Vai me incomodar se for embora - ela diz voltando a massagear
Ela continua com os movimentos, mas dessa vez sobe mais e roça na minha rola. Fecho os olhos, gimo suavemente. Olho pra ela e ela tá olhando pra minha rola e mordendo os lábios, e agora já não desvia mais o olhar da minha rola.
- Melhor você tirar o short - eu tiro - ... e a cueca também
- Olha, eu não qu-
- Cala a boca e tira isso, papai - ela diz puxando o elástico da minha cueca
Tiro a cueca e, mordendo os lábios, ela pega minha rola com as duas mãos, toca, acaricia, massageia, e depois começa a bater uma pra mim. Eu só gemo e olho os movimentos dela e os peitos dela.
Ela descasca a rola e com a ponta dos cinco dedos começa a esfregar a cabeça, com bastante óleo... uffa, que prazer isso, vocês nem imaginam... Enquanto continua batendo uma, ela diz "ai, que calor" e passa a mão nos peitos, por cima do decote, e os peitos ficam brilhando... uffa, que vista linda, ela batendo uma pra mim e os peitos dela balançando.
- Posso chupar ela?
- Uffa, por favor, sim!
Ela subiu na maca, ficou de quatro, com a carinha dela na minha rola, levantando bem a raba pra eu olhar de longe. Primeiro ela passa a rola no rosto, depois começa a passar a língua desde as bolas até a cabeça, uma vez e outra... depois enfia a pontinha na cabeça e com a língua firme começa a esfregar meu frênulo... ufffff isso quase me fez explodir... tive que me segurar pra não gozar.
Ela gemia e brincava só com a cabeça, eu me levantei e tentei tocar a pussy dela, mas ela me disse:
- Acredita que o que eu mais quero agora é que você me meta, mas hoje não dá, tô naqueles dias... então relaxa, papai, e deixa eu te dar prazer... sempre quis ter você assim, desde a época do colégio.
- Mmmm.... - me deitando de novo - nunca imaginei que você queria comigo, você é mó gostosa, é uma daquelas com quem eu casaria - falei, e isso parece que a motivou-
Ela começou a gemer mais forte ao ouvir isso e a enfiar a cock toda na boca, ou o máximo que cabia, não tinha a garganta muito funda, mas se esforçava pra caralho... Metia até onde dava e forçava mais, engasgava, se afogava, tossia sem tirar minha cock da boca, forçava a garganta, me olhava de vez em quando com os olhos lacrimejando, a maquiagem dela tava borrada, minha cock e o queixo dela encharcados de baba... ufffff uma chupada como nenhuma outra.
De vez em quando ela chupava forte e depois suave... nunca tirava a cock da boca. Percebi que minha cock tava entrando mais fundo na boca dela... ficavam uns 3 cm pra fora. Até que ela pega uma das minhas mãos e coloca na cabeça dela. Uffff... outro momento que tive que me segurar pra não gozar.
Apertei a cabeça dela contra minha cock, primeiro sem muita força. Ela gemeu forte ao sentir a pressão da minha mão. Peguei ela pelos cabelos pra levantar a cabeça dela e depois abaixar de novo. Ela me olha e fecha os olhos como se deixando levar, aí por uns segundos comecei a fazer rápido. Ela babava cada vez mais na minha cock. Sentia a saliva dela escorrendo pelas minhas bolas até meu cu. Depois pressionei até o fundo, e um pouco mais, e um pouco mais, até que tava toda dentro... quando me olhou, se mexeu um pouco e isso deu um engasgo nela, mas eu não deixei ela tirar minha cock da boca. Primeiro ela quis se soltar, mas como eu não deixei Ela ficou parada, imóvel, e depois se agarrou nos meus quadris e tentou enfiar mais ainda na boquinha... Essa atitude, ufffffff.....
Tive pena e soltei ela um pouquinho pra respirar. Ela me olha, gemendo, perdida, excitada, com a cara toda bagunçada.
- Nunca me trataram assim
- Não sei se é um elogio ou uma reclamação
- Nunca nenhum cara fez isso comigo... Sempre me trataram com amor, como uma princesa, mas eu queria que me tratassem como uma puta... É um elogio, Arthur... Você sempre me deixou com tesão e agora me deixou com um tesão do caralho... Quero fazer uma coisa
Ela tira a camiseta, sem nenhuma sensualidade, apressada, abaixa o short e a calcinha fio dental, também apressada... de quatro como estava, vira pra me mostrar a bunda, e o fio que saía da buceta, do absorvente interno. Pega meu pau molhado na saliva dela e passa pelo cu dela, ao fazer isso geme bem alto. Eu estava no céu.
- Por favor, você não se mexe
Ela pega meu pau e aponta pro cu dela, pressiona e depois de algumas tentativas a cabecinha entra. Ela fica parada e vejo que começa a esfregar o clitóris. Não passou nem 1 minuto até eu sentir que ela goza gemendo e enfiando meu pau um pouquinho mais no cu.
Ela se acalma um pouco, se vira me olhando com vergonha e sorrindo, olhando pro meu pau...
- Desculpa, é que eu tava com muito tesão
- Adorei, gostosa, você não imagina o quanto eu curti te vendo fazer isso
- Sério? - com uma cara quase de surpresa - Quando você quiser vou fazer esse tipo de show pra você
Enquanto a gente conversava a mão dela tava no meu pau e ela tava me batendo uma. Depois eu descobri que sempre que ela se masturbava, ela se tocava no cu, mas nunca tinha tido um pau no cu até aquele dia...
- Vem, senta no sofá, vou te chupar até você gozar... E vou fazer o que você mandar: se quiser eu engulo, se quiser eu cuspo nos meus peitos, o que você disser eu vou fazer, papai
- Vou gozar na sua boca e você vai juntar toda a porra na boca e depois vai Solta de novo no meu pau... Assim você vai chupar de novo, juntando tudo e depois engolindo.
- Sim, papai, me fala que sou uma puta, sua puta - ela diz, me olhando e começando a chupar.
- Mmmmm, assim, puta, vou encher sua boca de porra. Você é minha puta.
Faço ela enfiar o pau inteiro na boca, ela engasga mas deixa. Depois solto e ela começa a chupar com força enquanto esfrega minhas bolas com uma mão, e com a outra mão acaricia minha região do períneo. Foi demais, em poucos segundos enchi a boca dela de sêmen.
Exatamente como eu mandei, ela juntou todo o sêmen na boca, me mostrou, solta no meu pau, espalha pelo meu púbis e ela junta de novo sugando, fazendo um barulho muito gostoso, enquanto com a mão acariciava minha glande. Me mostra de novo e engole toda a porra. Olha meu pau inspecionando e cada gotinha que encontra leva pra boquinha dela.
- Adoro ser uma puta submissa.
- Na minha mochila está meu cigarro, passa pra mim.
Enquanto se levanta, me mostrando a bunda e se mexendo bem sensual pra mim, ela diz:
- Eu não fumo, mas posso acender o cigarro pra você?
- Sim, uffff, que menina boa.
Ela sorri satisfeita. Acende o cigarro e me entrega. Se ajoelha na minha frente.
- Quero te deixar satisfeito, papai. Quero que você seja meu papai, sempre quis isso.
Sem parar de me olhar, começa a chupar meu pau, passando a língua, bem suave, lambendo minhas bolas e acariciando quase ternamente com a língua, os dedos e os lábios, prolongando meu prazer.
Esse foi o começo de uma relação intensa com minha amiga, com quem sempre roleplayávamos que ela era minha puta submissa...
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