Voltando…
Queridos amigos, preciso admitir que sumi por um tempo, mas isso não quer dizer que não me lembrei de vocês.
Com a correria de empréstimos, créditos, trocas de unidades e tal, tive que ralar pra caramba!
Mas vamos voltar ao que interessa, que é o assunto dos RELATOS.
Vocês sabem que essas histórias que conto são reais, porque apesar dos meus 51, continuo pegando geral sempre que posso e sempre com a base do respeito às mulheres.
Estava eu numa tarde, quase na hora de fechar, no meu escritório esperando ser chamado pra uma reunião que envolvia todos os setores (conto que fui promovido a supervisor geral, então agora não só tenho minha carteira de clientes, como também tenho que aturar os vendedores, mas ganhei meu escritório); quando de repente me pedem pra ir à sala de reuniões por causa de um plano de vendas.
Tenho o PC da agência, mas levo muita coisa no meu notebook, então, sem me preocupar, deixei tudo como estava e fui (preciso admitir que numa das abas estava no PORINGA.NET).
No meio da reunião, entre tantas reclamações, surge a necessidade de um arquivo de preços comparativos e, pra não me levantar (já que agora sou chefe), peço pra encarregada da tesouraria enviar pro e-mail geral de vendas pra todo mundo ter os objetivos.
Como ela demorava, me pedem pra ir ver o que estava rolando e quando entro no meu escritório, vejo ela, com uma mão dentro da camisa, se apalpando os peitos e toda vermelha…
Quando vi aquilo, de cara percebi que ela, em vez de usar o computador da agência, tinha mexido no meu e, pra chegar nas pastas, minimizou as janelas e lá apareceu nosso site, queridos amigos.
Com os olhos arregalados e assustada com a cena, ela tentou dar um ar de seriedade pra situação, e eu respondi “Não dá pra pedir nada pra você…” “Sua burra, manda o arquivo pra reunião pelo computador da agência e, quando TERMINARRR, fecha minha máquina”. Virei de costas e… Eu estava na porta e olhei pra ela.
Ela me olhou com vergonha, desafiadora e com um pouco de raiva, e respondeu: "OK, GALLEGO" (meu usuário no Poringa).
Quando ouvi isso — e digo "ouvimos" porque eu e minha pica ouvimos —, meu coração começou a bater um pouco mais rápido.
Voltei pra reunião, chegou o e-mail e, 5 minutos depois, entra Susana, meio nervosa e vermelha. Todo mundo perguntou o que tinha acontecido, e ela se desculpou, dizendo que não tinha encontrado. Depois de um tempão, a reunião terminou.
Voltei pro meu escritório, e estava tudo fechado e em ordem. Todo mundo foi embora.
Agora vem a parte boa.
Como todo dia, cheguei cedo, abri o sistema, fui dar uma volta pelo salão e, quando ia começar a trabalhar, entrou Susana, fechou a porta e, com aquela arrogância que é a cara dela, apoiou as mãos na minha mesa e disse: "Nunca passou pela minha cabeça que era você! As punhetas que eu já bati lendo seus contos, que filho da puta você é...! Ontem à noite me acabei na punheta porque comecei a lembrar das VENDAS que você faz!"
Vou descrever Susana. Mulher de 48 anos, casada, três filhos, um gênio do caralho, mandona, séria, pacata, extremamente respeitosa e fudidamente estruturada, causadora de milhares de reclamações por falta de um papel ou uma vírgula num formulário.
Continuo: baixinha, uns 65 quilos, gordinha, sempre de saia tubinho, justa no corpo, dona de uns peitos lindos que escapam pelos botões da camisa, panturrilhas bem torneadas, voz de fumante, olhos e traços de uma puta gostosa, pele branca, cabelo preto. No fim das contas, a funcionária administrativa comum do tesouro, mas com cargo.
Sorrindo, mas sem ser folgado, falei que agradecia os elogios e que, como membro da comunidade, não achava certo o insulto.
Na mesma postura, ela ficou séria e disse: "Nunca tive coragem de abrir uma conta, mas te seguia quase todo dia que tinha um conto seu..." "Você não faz ideia de como eu ficava molhada com cada leitura”
Já rindo, olho pra ela e falo que não tinha nada de errado, só que muita gente não tem coragem de contar o que acontece, ainda mais de curtir um pouco.
Ela se endireita, cruza os braços, aperta os peitos e me diz: “Você fala isso porque tem liberdade, mas eu, que fico na tesouraria, trancada, com dois punheteiros inúteis todo dia, e quando termino aqui, me esperam três filhos enche-saco e um marido idiota. Você não faz ideia do que é essa vida…”
Reconheço que fiquei totalmente surpreso, e naquele momento, minha visão sobre a Susana mudou.
Convidei ela pra sentar e tomar um café. A mina me diz: “Tenho mil coisas pendentes, tenho que fechar os bancos, tenho que ver o que essas duas vadias tão fazendo, que só ficam contando como os caras da oficina comem elas, e você quer que eu sente pra tomar café?”
Me enchi de coragem e falei: “Senta, vamos conversar você e eu.”
Peguei dois cafés da máquina, passei na Gerência e avisei o gerente que tinha uma reunião com a Tesouraria.
Assim que entrei, a Susana tava mais que nervosa, mas eu acalmei ela e falei sobre a reunião.
Perguntei o que realmente tava rolando com ela, e ela disse sem hesitar: “Sabe o que é? Faz anos que ninguém me dá bola, sei que sou uma chata, mas sou muito responsável com o trabalho, e depois não tenho tempo pra nada, só faço e faço, e queria me sentir livre de novo, esquecer meus filhos, meu marido, as obrigações…” “É isso que sinto.”
Terminamos o café e falei pra gente ir junto pra outro lugar, com a desculpa de abrir uma conta nova num banco, e que eu, como era procurador, podia assinar, e que com isso ela podia mudar de ares e ficar de boa pro dia de trabalho. Trêmula, ela disse: “Você acha?”
Com a desculpa perfeita, falei com o Gerente e disse que a gente ia sair. O idiota esclareceu que o banco abria às 10, e a resposta foi… “O café da máquina é horrível, vou levar a Susana pra tomar um café e depois fazer o tramite no banco.” “Se demorarmos, é porque tô levando ela.” vamos almoçar". Peguei meu carro e esperei ela na porta.
Ela chegou nervosa, com duas pastas apertadas contra o peito.
Mandei ela largar as pastas no chão e colocar o cinto.
Quando a saia subiu, comecei a ficar de pau duro.
Saímos da agência e ela perguntou: "Onde vamos tomar um café?" E minha resposta foi bem direta: "NUM HOTEL PRA FICAR TRANQUILOS".
A cara dela desmoronou. Ela olhou pra baixo e disse "nãooooo", "nunca traí meu marido…", "nãoooo…".
Sem hesitar, entrei no hotel e chamei ela pra descer. Ela me olhou e disse: "Não tenho certeza…" "Eu tenho", respondi.
Entramos e ela revistou o quarto inteiro. Disse que nunca tinha visto um motel assim, que quando era solteira só ia em motel bosta e que esse parecia um hotel 5 estrelas (é quase um… meu lugar!).
Pedir dois cafés (e uma caixa de camisinha), tirei o paletó e a gravata e me joguei na cama pra ver TV.
Falei: "Susy, vem aqui e curte um pouco, isso dura três horas e a gente vaza!"
Ela sentou na cama e não falou nada.
Eu via ela de costas, paralisada.
Toquei as costas dela e falei: "Neném… Isso é um presente meu pra você. Se não quiser fazer nada, a gente não faz NADA. Não vou te estuprar, só queria que você se sentisse livre por um tempo."
Quando ela começou a se acalmar, o celular dela tocou e era do escritório. Ela levantou e começou a dar ordens no telefone. Quando desligou, disse: "Viu? Não tenho vida…"
Na hora, o telefone tocou de novo e era o marido perguntando sobre uma camisa. Ela começou a gritar que tava trabalhando, que ele parasse de encher o saco…
Como vi ela tão alterada, levantei da cama e comecei a fazer o nó da gravata.
Susy, com cara de culpa, disse: "Me desculpa…"
Respondi que não tinha problema, mas que a culpada era ela, pelo jeito dela.
Fui em direção à porta e ela disse: "Não vai embora…" Virei e vi ela tirando a roupa, se meteu na cama, se cobriu com o lençol e falou: "Se quer me foder, me fode…"
Parado, com o paletó na mão, falei: "Você tem muito o que aprender, e mais ainda pra curtir, mas se não mudar de atitude, tá Fritei e abri a porta do quarto.
Uma campainha tocou e o telefone, três segundos depois.
Susy congelou e eu atendi.
Susana me olhou com os olhos cheios de lágrimas e me pediu pra não deixar ela assim.
Expliquei pro porteiro que queria pegar algo no carro e tinha esquecido de avisar. Que cancelasse o alarme e que a gente continuava o turno. Desliguei o telefone.
Ela me abraçou e aí senti os peitos dela contra minha camisa.
Meu pau subiu na hora ao ver aquele lombo na minha frente.
Ela me deu um beijo na bochecha e disse: “Já que estamos aqui, vamos aproveitar…” Deitou, abriu as pernas e falou VEM..
Me despi rápido, deitei do lado dela e comecei a beijá-la.
A chefa filha da puta tremia de medo…
Comecei a brincar com a boca e a língua.
Susy tava tremendo… segui com a língua pela barriguinha dela e cheguei no monte de Vênus… bem peludo… Ela ficou meio sem graça e falou “Não gosto…” “Ninguém nunca me toca aí” “Tenho vergonha…”
Me aproximei da boca dela, beijei e falei “Hoje, Susy, pensa nos contos que você leu e pela primeira vez entende que é a protagonista… Deixa eu fazer as coisas do meu jeito.”
Desci de novo até a buceta dela e senti ela seca.
Comecei a separar os pelinhos enrolados até chegar nos lábios dela e foi nessa hora que me joguei de cabeça pra chupar a buceta dela.
Susy se mexia igual uma enguia elétrica. Resmungava e dizia que era uma loucura.
Eu continuei com a cabeça entre as pernas dela e, depois de uns minutos, sinto ela arquear as costas, me envolver com as pernas e falar “NÃO PARA QUE VOU GOZAAAAAR….” E me molhou a cara toda…
Continuei chupando até que veio um segundo orgasmo e aí ela se agarrou no lençol e falou com a voz grossa “SIIIIM, ASSIIIM, SIIIM, FILHO DA PUTA…! SIIIIIM…..!!!! Chupa minha buceta que vou gozaaaar!
E explodiu de novo igual uma fonte!
Ela balançava a cabeça de um lado pro outro e dizia “Não Não… Não…! O que eu fiz…? Que vergonha…!”
Levantei, fiquei por cima dela e a beijei.
Ela me abraçou e me fez virar. Ela me virou de costas pra cama e, com um olhar de tigresa no cio, disse: “AGORA QUEM VAI CHUPAR SOU EU…!”
Eu tinha a ponta do meu pau na entrada da buceta dela, que escorria o orgasmo dela.
Sem dar tempo pra nada, levantei minha pelve e a cabeça entrou.
Susana abriu os olhos e disse: NÃOOOO… E se deixou cair…!
Ela virou os olhos e disse: SIIIIM…!
E começou a subir e descer.
Ver aquele par de peitos balançando era uma tentação, então levei um à minha boca e comecei a chupá-los…
Quando a língua começou a brincar com o mamilo dela, ela me agarrou pela nuca e ouvi: “Sim… Me chupa toda… Come minhas tetas… Viado, filho da putaaaa…!”
Eu sorri e perguntei o que ela tinha dito, e ela respondeu: “que eu quero que você me coma toda…! Que você me foda como as putas das suas clientes… e que me encha de porra…!”
Falei que ia colocar uma camisinha, e com uma carinha bem doce ela diz: “Você é saudável?” “Eu tenho um DIU…” “Se você jurar que é saudável, te peço pra gozar dentro.”
Eu beijei ela e garanti que era muito saudável e que sempre me cuidava, mas que essa era uma situação especial e que com prazer gozaria dentro dela.
Ela me deu um beijo lindo na boca e disse: “Então enche minha buceta que tô fervendo.”
Ela começou a cavalgar até que num momento mostrou cansaço.
Perguntei se ela queria ficar por baixo e ela disse que sim, que o marido sempre mandava ela por cima…
Falei pra ela deitar de bruços.
Perguntei se podia comer ela do jeito que quisesse, e ela respondeu: “Nem pense em me dar no cu.”
Respondi que se ela não quisesse, não tocaria, mas que me deixasse fazer.
Coloquei os dois travesseiros na barriga dela e, por trás, apoiei a cabeça dela.
Quando fiz força e entrou tudo, ela deu um grito de prazer longo e definido… Siiiiim
Nessa posição, comecei a comer ela bem devagar no começo pra ela curtir cada entrada e, depois de um tempo, comecei a meter forte.
Coloquei um dedo na boca dela e, enquanto ela chupava, pedia pra eu não parar… Gritava: “Arrebenta minha buceta, vagabundo…” Acelerei o ritmo e falei “Vou gozar….”
Susy levantou a bunda e disse “Eu tambémmmmm….!”
E gozamos os dois juntos…
Beijei as costas dela e deixei todo o esperma se acomodar dentro dela…
Deitei do lado dela.
Susy se levantou e disse, vou me lavar, já volto.
Ouvi o chuveiro e a vi voltar logo, já banhada, enrolada numa toalha.
Ela se jogou de conchinha na cama e me olhou.
Perguntei “Gostou?” “Se sente bem…”
Ela me olhou e disse “Amei, caralho…!” “Quanto tempo falta…?”
Uma hora, respondi.
Ela pegou meu pau com a mão e começou a brincar. Levou dois segundos pra ele começar a ficar duro.
Susy tirou a toalha e, com cara de safada, foi enfiando ele na boca.
Começou a chupar de um jeito muito bruto, e eu pedi pra ela ir devagar, me fazer gozar sendo suave.
Ela ajeitou o cabelo e começou a me dar uma chupada de pau inesquecível.
Num momento, convidei ela pra fazer um 69 e, de forma bem ágil, já estávamos nos chupando os dois.
Pouco depois, ela já estava com a pussy toda molhada e de vez em quando dizia que amava o que eu tava fazendo…
Com a língua, percorria os lábios dela, enfiava o máximo que podia e comecei a buscar meu objetivo.
Aquele bum lindo.
Quando ela sentiu a língua na bunda, senti como ela apertou forte e, com o pau na boca, disse “NNN” “NNOOOGHHH”
Eu não liguei e continuei chupando aquela pussy deliciosa e a bunda dela.
Em minutos, Susy já estava relaxada e parou de chupar meu pau pra curtir a chupada de cu que eu tava dando.
Pedi pra ela sair de baixo de mim e ela sozinha se deitou de pernas abertas, olhando pro colchão e dizendo… CONTINUA COM O QUE TAVA FAZENDO… AMO…”
Me dediquei a chupar a bunda dela e brincar com a pussy dela.
Em minutos, a bunda já estava aberta e ela se tocava comigo, enquanto eu enfiava dois dedos…
Continuei chupando aquela bunda linda, até que num momento ela gozou de novo.
Ela pediu pra eu enfiar. Pra comer ela.
“Mas não pelo Booty…”
Ela conseguiu se levantar, ficou de quatro e eu comecei a meter até ela me fazer gozar de novo.
A gente tomou banho, se vestiu e saiu pro banco.
Não conversamos muito, mas o pouco que a gente falava já era diferente… A Susy tava com um sorriso lindo.
Fizemos os trâmites e ela me diz: “Vamos repetir isso?”
Sem me dar tempo de responder, ela falou: “Eu amei e você é exatamente como nos contos…”
Eu dei um beijo nela e falei: “Quando você quiser…”
Voltamos pro trabalho.
ESCLARECIMENTO: Não mudei nada. Susana, Susy, não é o nome dela..!
Abraço a todos.
Queridos amigos, preciso admitir que sumi por um tempo, mas isso não quer dizer que não me lembrei de vocês.
Com a correria de empréstimos, créditos, trocas de unidades e tal, tive que ralar pra caramba!
Mas vamos voltar ao que interessa, que é o assunto dos RELATOS.
Vocês sabem que essas histórias que conto são reais, porque apesar dos meus 51, continuo pegando geral sempre que posso e sempre com a base do respeito às mulheres.
Estava eu numa tarde, quase na hora de fechar, no meu escritório esperando ser chamado pra uma reunião que envolvia todos os setores (conto que fui promovido a supervisor geral, então agora não só tenho minha carteira de clientes, como também tenho que aturar os vendedores, mas ganhei meu escritório); quando de repente me pedem pra ir à sala de reuniões por causa de um plano de vendas.
Tenho o PC da agência, mas levo muita coisa no meu notebook, então, sem me preocupar, deixei tudo como estava e fui (preciso admitir que numa das abas estava no PORINGA.NET).
No meio da reunião, entre tantas reclamações, surge a necessidade de um arquivo de preços comparativos e, pra não me levantar (já que agora sou chefe), peço pra encarregada da tesouraria enviar pro e-mail geral de vendas pra todo mundo ter os objetivos.
Como ela demorava, me pedem pra ir ver o que estava rolando e quando entro no meu escritório, vejo ela, com uma mão dentro da camisa, se apalpando os peitos e toda vermelha…
Quando vi aquilo, de cara percebi que ela, em vez de usar o computador da agência, tinha mexido no meu e, pra chegar nas pastas, minimizou as janelas e lá apareceu nosso site, queridos amigos.
Com os olhos arregalados e assustada com a cena, ela tentou dar um ar de seriedade pra situação, e eu respondi “Não dá pra pedir nada pra você…” “Sua burra, manda o arquivo pra reunião pelo computador da agência e, quando TERMINARRR, fecha minha máquina”. Virei de costas e… Eu estava na porta e olhei pra ela.
Ela me olhou com vergonha, desafiadora e com um pouco de raiva, e respondeu: "OK, GALLEGO" (meu usuário no Poringa).
Quando ouvi isso — e digo "ouvimos" porque eu e minha pica ouvimos —, meu coração começou a bater um pouco mais rápido.
Voltei pra reunião, chegou o e-mail e, 5 minutos depois, entra Susana, meio nervosa e vermelha. Todo mundo perguntou o que tinha acontecido, e ela se desculpou, dizendo que não tinha encontrado. Depois de um tempão, a reunião terminou.
Voltei pro meu escritório, e estava tudo fechado e em ordem. Todo mundo foi embora.
Agora vem a parte boa.
Como todo dia, cheguei cedo, abri o sistema, fui dar uma volta pelo salão e, quando ia começar a trabalhar, entrou Susana, fechou a porta e, com aquela arrogância que é a cara dela, apoiou as mãos na minha mesa e disse: "Nunca passou pela minha cabeça que era você! As punhetas que eu já bati lendo seus contos, que filho da puta você é...! Ontem à noite me acabei na punheta porque comecei a lembrar das VENDAS que você faz!"
Vou descrever Susana. Mulher de 48 anos, casada, três filhos, um gênio do caralho, mandona, séria, pacata, extremamente respeitosa e fudidamente estruturada, causadora de milhares de reclamações por falta de um papel ou uma vírgula num formulário.
Continuo: baixinha, uns 65 quilos, gordinha, sempre de saia tubinho, justa no corpo, dona de uns peitos lindos que escapam pelos botões da camisa, panturrilhas bem torneadas, voz de fumante, olhos e traços de uma puta gostosa, pele branca, cabelo preto. No fim das contas, a funcionária administrativa comum do tesouro, mas com cargo.
Sorrindo, mas sem ser folgado, falei que agradecia os elogios e que, como membro da comunidade, não achava certo o insulto.
Na mesma postura, ela ficou séria e disse: "Nunca tive coragem de abrir uma conta, mas te seguia quase todo dia que tinha um conto seu..." "Você não faz ideia de como eu ficava molhada com cada leitura”
Já rindo, olho pra ela e falo que não tinha nada de errado, só que muita gente não tem coragem de contar o que acontece, ainda mais de curtir um pouco.
Ela se endireita, cruza os braços, aperta os peitos e me diz: “Você fala isso porque tem liberdade, mas eu, que fico na tesouraria, trancada, com dois punheteiros inúteis todo dia, e quando termino aqui, me esperam três filhos enche-saco e um marido idiota. Você não faz ideia do que é essa vida…”
Reconheço que fiquei totalmente surpreso, e naquele momento, minha visão sobre a Susana mudou.
Convidei ela pra sentar e tomar um café. A mina me diz: “Tenho mil coisas pendentes, tenho que fechar os bancos, tenho que ver o que essas duas vadias tão fazendo, que só ficam contando como os caras da oficina comem elas, e você quer que eu sente pra tomar café?”
Me enchi de coragem e falei: “Senta, vamos conversar você e eu.”
Peguei dois cafés da máquina, passei na Gerência e avisei o gerente que tinha uma reunião com a Tesouraria.
Assim que entrei, a Susana tava mais que nervosa, mas eu acalmei ela e falei sobre a reunião.
Perguntei o que realmente tava rolando com ela, e ela disse sem hesitar: “Sabe o que é? Faz anos que ninguém me dá bola, sei que sou uma chata, mas sou muito responsável com o trabalho, e depois não tenho tempo pra nada, só faço e faço, e queria me sentir livre de novo, esquecer meus filhos, meu marido, as obrigações…” “É isso que sinto.”
Terminamos o café e falei pra gente ir junto pra outro lugar, com a desculpa de abrir uma conta nova num banco, e que eu, como era procurador, podia assinar, e que com isso ela podia mudar de ares e ficar de boa pro dia de trabalho. Trêmula, ela disse: “Você acha?”
Com a desculpa perfeita, falei com o Gerente e disse que a gente ia sair. O idiota esclareceu que o banco abria às 10, e a resposta foi… “O café da máquina é horrível, vou levar a Susana pra tomar um café e depois fazer o tramite no banco.” “Se demorarmos, é porque tô levando ela.” vamos almoçar". Peguei meu carro e esperei ela na porta.
Ela chegou nervosa, com duas pastas apertadas contra o peito.
Mandei ela largar as pastas no chão e colocar o cinto.
Quando a saia subiu, comecei a ficar de pau duro.
Saímos da agência e ela perguntou: "Onde vamos tomar um café?" E minha resposta foi bem direta: "NUM HOTEL PRA FICAR TRANQUILOS".
A cara dela desmoronou. Ela olhou pra baixo e disse "nãooooo", "nunca traí meu marido…", "nãoooo…".
Sem hesitar, entrei no hotel e chamei ela pra descer. Ela me olhou e disse: "Não tenho certeza…" "Eu tenho", respondi.
Entramos e ela revistou o quarto inteiro. Disse que nunca tinha visto um motel assim, que quando era solteira só ia em motel bosta e que esse parecia um hotel 5 estrelas (é quase um… meu lugar!).
Pedir dois cafés (e uma caixa de camisinha), tirei o paletó e a gravata e me joguei na cama pra ver TV.
Falei: "Susy, vem aqui e curte um pouco, isso dura três horas e a gente vaza!"
Ela sentou na cama e não falou nada.
Eu via ela de costas, paralisada.
Toquei as costas dela e falei: "Neném… Isso é um presente meu pra você. Se não quiser fazer nada, a gente não faz NADA. Não vou te estuprar, só queria que você se sentisse livre por um tempo."
Quando ela começou a se acalmar, o celular dela tocou e era do escritório. Ela levantou e começou a dar ordens no telefone. Quando desligou, disse: "Viu? Não tenho vida…"
Na hora, o telefone tocou de novo e era o marido perguntando sobre uma camisa. Ela começou a gritar que tava trabalhando, que ele parasse de encher o saco…
Como vi ela tão alterada, levantei da cama e comecei a fazer o nó da gravata.
Susy, com cara de culpa, disse: "Me desculpa…"
Respondi que não tinha problema, mas que a culpada era ela, pelo jeito dela.
Fui em direção à porta e ela disse: "Não vai embora…" Virei e vi ela tirando a roupa, se meteu na cama, se cobriu com o lençol e falou: "Se quer me foder, me fode…"
Parado, com o paletó na mão, falei: "Você tem muito o que aprender, e mais ainda pra curtir, mas se não mudar de atitude, tá Fritei e abri a porta do quarto.
Uma campainha tocou e o telefone, três segundos depois.
Susy congelou e eu atendi.
Susana me olhou com os olhos cheios de lágrimas e me pediu pra não deixar ela assim.
Expliquei pro porteiro que queria pegar algo no carro e tinha esquecido de avisar. Que cancelasse o alarme e que a gente continuava o turno. Desliguei o telefone.
Ela me abraçou e aí senti os peitos dela contra minha camisa.
Meu pau subiu na hora ao ver aquele lombo na minha frente.
Ela me deu um beijo na bochecha e disse: “Já que estamos aqui, vamos aproveitar…” Deitou, abriu as pernas e falou VEM..
Me despi rápido, deitei do lado dela e comecei a beijá-la.
A chefa filha da puta tremia de medo…
Comecei a brincar com a boca e a língua.
Susy tava tremendo… segui com a língua pela barriguinha dela e cheguei no monte de Vênus… bem peludo… Ela ficou meio sem graça e falou “Não gosto…” “Ninguém nunca me toca aí” “Tenho vergonha…”
Me aproximei da boca dela, beijei e falei “Hoje, Susy, pensa nos contos que você leu e pela primeira vez entende que é a protagonista… Deixa eu fazer as coisas do meu jeito.”
Desci de novo até a buceta dela e senti ela seca.
Comecei a separar os pelinhos enrolados até chegar nos lábios dela e foi nessa hora que me joguei de cabeça pra chupar a buceta dela.
Susy se mexia igual uma enguia elétrica. Resmungava e dizia que era uma loucura.
Eu continuei com a cabeça entre as pernas dela e, depois de uns minutos, sinto ela arquear as costas, me envolver com as pernas e falar “NÃO PARA QUE VOU GOZAAAAAR….” E me molhou a cara toda…
Continuei chupando até que veio um segundo orgasmo e aí ela se agarrou no lençol e falou com a voz grossa “SIIIIM, ASSIIIM, SIIIM, FILHO DA PUTA…! SIIIIIM…..!!!! Chupa minha buceta que vou gozaaaar!
E explodiu de novo igual uma fonte!
Ela balançava a cabeça de um lado pro outro e dizia “Não Não… Não…! O que eu fiz…? Que vergonha…!”
Levantei, fiquei por cima dela e a beijei.
Ela me abraçou e me fez virar. Ela me virou de costas pra cama e, com um olhar de tigresa no cio, disse: “AGORA QUEM VAI CHUPAR SOU EU…!”
Eu tinha a ponta do meu pau na entrada da buceta dela, que escorria o orgasmo dela.
Sem dar tempo pra nada, levantei minha pelve e a cabeça entrou.
Susana abriu os olhos e disse: NÃOOOO… E se deixou cair…!
Ela virou os olhos e disse: SIIIIM…!
E começou a subir e descer.
Ver aquele par de peitos balançando era uma tentação, então levei um à minha boca e comecei a chupá-los…
Quando a língua começou a brincar com o mamilo dela, ela me agarrou pela nuca e ouvi: “Sim… Me chupa toda… Come minhas tetas… Viado, filho da putaaaa…!”
Eu sorri e perguntei o que ela tinha dito, e ela respondeu: “que eu quero que você me coma toda…! Que você me foda como as putas das suas clientes… e que me encha de porra…!”
Falei que ia colocar uma camisinha, e com uma carinha bem doce ela diz: “Você é saudável?” “Eu tenho um DIU…” “Se você jurar que é saudável, te peço pra gozar dentro.”
Eu beijei ela e garanti que era muito saudável e que sempre me cuidava, mas que essa era uma situação especial e que com prazer gozaria dentro dela.
Ela me deu um beijo lindo na boca e disse: “Então enche minha buceta que tô fervendo.”
Ela começou a cavalgar até que num momento mostrou cansaço.
Perguntei se ela queria ficar por baixo e ela disse que sim, que o marido sempre mandava ela por cima…
Falei pra ela deitar de bruços.
Perguntei se podia comer ela do jeito que quisesse, e ela respondeu: “Nem pense em me dar no cu.”
Respondi que se ela não quisesse, não tocaria, mas que me deixasse fazer.
Coloquei os dois travesseiros na barriga dela e, por trás, apoiei a cabeça dela.
Quando fiz força e entrou tudo, ela deu um grito de prazer longo e definido… Siiiiim
Nessa posição, comecei a comer ela bem devagar no começo pra ela curtir cada entrada e, depois de um tempo, comecei a meter forte.
Coloquei um dedo na boca dela e, enquanto ela chupava, pedia pra eu não parar… Gritava: “Arrebenta minha buceta, vagabundo…” Acelerei o ritmo e falei “Vou gozar….”
Susy levantou a bunda e disse “Eu tambémmmmm….!”
E gozamos os dois juntos…
Beijei as costas dela e deixei todo o esperma se acomodar dentro dela…
Deitei do lado dela.
Susy se levantou e disse, vou me lavar, já volto.
Ouvi o chuveiro e a vi voltar logo, já banhada, enrolada numa toalha.
Ela se jogou de conchinha na cama e me olhou.
Perguntei “Gostou?” “Se sente bem…”
Ela me olhou e disse “Amei, caralho…!” “Quanto tempo falta…?”
Uma hora, respondi.
Ela pegou meu pau com a mão e começou a brincar. Levou dois segundos pra ele começar a ficar duro.
Susy tirou a toalha e, com cara de safada, foi enfiando ele na boca.
Começou a chupar de um jeito muito bruto, e eu pedi pra ela ir devagar, me fazer gozar sendo suave.
Ela ajeitou o cabelo e começou a me dar uma chupada de pau inesquecível.
Num momento, convidei ela pra fazer um 69 e, de forma bem ágil, já estávamos nos chupando os dois.
Pouco depois, ela já estava com a pussy toda molhada e de vez em quando dizia que amava o que eu tava fazendo…
Com a língua, percorria os lábios dela, enfiava o máximo que podia e comecei a buscar meu objetivo.
Aquele bum lindo.
Quando ela sentiu a língua na bunda, senti como ela apertou forte e, com o pau na boca, disse “NNN” “NNOOOGHHH”
Eu não liguei e continuei chupando aquela pussy deliciosa e a bunda dela.
Em minutos, Susy já estava relaxada e parou de chupar meu pau pra curtir a chupada de cu que eu tava dando.
Pedi pra ela sair de baixo de mim e ela sozinha se deitou de pernas abertas, olhando pro colchão e dizendo… CONTINUA COM O QUE TAVA FAZENDO… AMO…”
Me dediquei a chupar a bunda dela e brincar com a pussy dela.
Em minutos, a bunda já estava aberta e ela se tocava comigo, enquanto eu enfiava dois dedos…
Continuei chupando aquela bunda linda, até que num momento ela gozou de novo.
Ela pediu pra eu enfiar. Pra comer ela.
“Mas não pelo Booty…”
Ela conseguiu se levantar, ficou de quatro e eu comecei a meter até ela me fazer gozar de novo.
A gente tomou banho, se vestiu e saiu pro banco.
Não conversamos muito, mas o pouco que a gente falava já era diferente… A Susy tava com um sorriso lindo.
Fizemos os trâmites e ela me diz: “Vamos repetir isso?”
Sem me dar tempo de responder, ela falou: “Eu amei e você é exatamente como nos contos…”
Eu dei um beijo nela e falei: “Quando você quiser…”
Voltamos pro trabalho.
ESCLARECIMENTO: Não mudei nada. Susana, Susy, não é o nome dela..!
Abraço a todos.
10 comentários - Agência... Voltando...
Excelente como siempre!!