Continuação da saga do DONO, neste relato Helena se apaixona pela Ana

Helena e Ana, história de um love
Olá, meu nome é Helena, tenho 45 anos, sou uma submisso, uma escrava, na presença dele, meu corpo começa a vibrar como se fosse um vibrador gigante. Desde que ele me fez sua escrava, minha vida deu uma guinada de 90 graus. Antes eu era muito reservada com meus amantes, não passava das posições clássicas, mas meu amo me ensinou que existe outra forma de aproveitar o sexo, e a submissão é o que me preenche e satisfaz, sempre com a permissão do amo e sob a supervisão dele. Eu o desejo de um jeito que ele nem imagina, mas me contento em saber disso sozinha.
Sou catedrática em uma das universidades mais importantes, tenho um nível social alto e, financeiramente, estou servida.
Quando ele me fez sua, meu amo me levou para a casa dele e me treinou.
Ele teve que voltar para a cidade dele, mas antes me deu uma missão, que, apesar da dificuldade, consegui cumprir, e para isso tive a ajuda da Ana.
Ana é a motorista do meu amo, mas não é escrava dele porque o amo assim deseja. Ela também não tem características de ser submisso, trabalha para o amo porque tem um bom salário e só trabalha quando o amo está fora. É motorista do meu amo desde que tinha 18 anos, pois esteve sob a tutela dos avós do amo desde os 10 anos, já que os pais dela, que trabalhavam na casa, morreram em um acidente de trânsito. Ela estudou até os 17 anos, mas o que ela gostava era viajar e dirigir carros de luxo, então, quando fez 18, tirou a carteira de motorista e virou motorista da avó. Casou aos 19, mas não deu certo, se divorciou e nunca mais teve parceiro. Quando meu amo nasceu, ela tinha 20 anos, e quando o amo fez 10 anos e foi estudar fora da cidade, a avó confiou a ela o serviço de motorista do amo. Assim, ela sempre o acompanhou em todos os estudos, viajou por todo lado e em cada lugar comprava um carro novo para o trabalho. Ela era feliz assim, e quando recebi a ordem de conquistar a Lúcia, o amo pediu que ela me ajudaria, que eu a gratificaria bem, mas que não fizesse nada que a desagradasse, ela fez o trabalho dela perfeitamente e foi a partir desse momento que ela entrou na minha vida de um jeito estranho, eu queria ter ela como amante, como companheira, por isso que me atrevi a pedir permissão ao senhor, eu esperava uma recusa e um castigo, mas ele foi generoso e me permitiu conquistá-la.
Neste relato, vou contar como vou tentar e os resultados que consigo.
Minha intenção é falar com ela com mais carinho, convidá-la a morar na casa, já que ela morava umas ruas abaixo.
A primeira coisa que pedi foi que ela se mudasse pra cá com a gente, pra não ter que chamar ela quando precisasse do carro e porque eu queria ter companhia de alguém, ela no começo ficou relutante, mas vendo minha cara de tristeza aceitou e dois dias depois já estava instalada em casa, pegou um quarto na parte de baixo da casa, a gente morava em cima, a Lúcia dormia aos pés da minha cama por ordem do dono, então a gente tinha mais liberdade pra ficar na nossa.
Depois de uns dias de adaptação, todo mundo entrou numa rotina, a gente acordava cedo, eu tomava banho com a Lúcia, passava a mão nela um pouco pra deixar ela com tesão sem deixar ela gozar, a gente descia pra tomar café as três e saía pra universidade, a Ana deixava a gente e ia fazer as tarefas, compras, levar roupa pra lavanderia, enfim esse tipo de coisa, e às 8 da noite nos buscava, eu na universidade e a Lúcia a três quilômetros, a gente chegava em casa, eu e a Lúcia subíamos pra trocar de roupa como o dono mandava por e-mail e descíamos pra jantar, no começo a Ana não gostava muito, mas quando eu falei que era ordem do dono, ela mudou de atitude e deixou a gente à vontade, eu via que a coisa não tava indo pro caminho que eu queria, então decidi com permissão que a Lúcia comeria sozinha no quarto.
Assim, eu e a Ana tínhamos mais privacidade e podíamos conversar sobre qualquer assunto, uma noite resolvi começar pra realizar meu plano.
O que você acha da minha relação com seu chefe?
Ela no início ficou me encarando, e depois de um tempo me respondeu.
Eu, pessoalmente, esse tipo de situação não me agrada, mas vejo que você fica feliz e curte sua situação, que gosta de cumprir as ordens que te dão, e eu comprovei isso quando conseguiu a Lúcia para o chefe e nesse tempo que vivemos juntas comecei a te ver como uma mulher normal, não como uma escrava. Você é atraente, tem uma conversa agradável, um bom gosto para roupas, percebo pelo que veste quando vamos pra universidade, é condescendente com a Lúcia, trata ela bem, só castiga quando seu amo manda.
Enquanto eu falava, comecei a perceber que o que sentia perto dela era que estava me apaixonando. Comecei a sentir um formigamento no corpo todo, mas totalmente diferente do que sinto com o amo. Com o amo me sinto servil, submissa e escrava; com ela, o sentimento era de carinho, de afeto. Meu coração batia de um jeito diferente, me sentia mais confortável, mais mulher ao lado dela. Meus olhos brilhavam de forma diferente, minha pele se arrepiava ao vê-la, meus lábios ficavam mais carnudos, meus bicos endureciam, minha buceta começava a lubrificar. Resumindo, eu gostava dela como mulher, não como escrava.
Ela devia notar, porque a roupa que eu vestia ao chegar em casa era bem escassa e dava pra ver todas as minhas mudanças hormonais. Pra começar, minha roupa íntima era da mais transparente e sugestiva, o resto era só um pequeno complemento do meu visual.
O que você acha de como eu me visto em casa?
A verdade é que fica um corpo muito bonito e excitante em você, além de te cair muito bem. Você fica sugestiva e sensual, ao mesmo tempo que se mostra por inteiro, mesmo que pareça não esconder nada, só mostra o que realmente tem. A verdade é que eu gosto quando você está em casa assim vestida.
Quando terminei de ouvi-la, a expressão no meu rosto devia ser um poema, pois As batidas do meu coração dispararam, meus mamilos já duros ficaram ainda mais rígidos e minha buceta não parava de escorrer na calcinha, tive que me desculpar, dizendo que precisava ir ver a Lucía. Subi e, ao entrar no quarto, agarrei Lucía pelos cabelos, baixei minha calcinha, aproximei o rosto dela da minha buceta e ordenei que me comesse até eu ter pelo menos um orgasmo. A verdade é que quando ela encostou a língua no meu clitóris e deu a primeira lambida, eu gozei de um jeito novo, diferente, se é que realmente existem tipos diferentes de orgasmos. Disse pra ela continuar, que me lambesse toda, que enfiasse mais a língua, que mordiscasse meu clitóris. Enquanto isso, eu me acariciava os peitos e beliscava os mamilos, só pensando na Ana, imaginando que era ela, não a Lucía, quem estava comendo minha buceta. Pensando nisso, tive um segundo orgasmo, mais intenso que o primeiro. Afastei Lucía, fui pro banheiro, me lavei no bidê, me sequei bem, passei um perfume, principalmente na ppk, coloquei uma calcinha mais provocante e troquei o sutiã por um que valorizasse mais meus peitos, e desci.
Ana estava de costas lavando a louça e, assim que ouviu o barulho dos meus saltos, se virou. A cara dela mudou de cor e ela soltou um assobio de aprovação.
— Porra, Helena, se antes você já era gostosa, agora tá demais. Que mudança é essa?
— Nada, a Lucía tava meio carente e eu tive que consolar ela um pouco. Ela me deixou toda melada e precisei me trocar. Espero que não se importe.
— Não, mulher, não me importo. É que nunca te vi tão linda. Se eu fosse homem, já tava te pegando agora.
— Bom, já é tarde e amanhã temos que acordar cedo. Vou pra cama. Boa noite.
— Boa noite.
Nos separamos e cada uma foi pro seu quarto. Assim que entrei no meu, Lucía estava louca.
— Ama, deixa eu me masturbar e gozar. Você me deixou toda excitada depois dos seus orgasmos. Minha buceta tá fervendo, meus mamilos querem saltar dos peitos. Ama, por favor, chama o amo pra que me deixe gozar, se conseguir, faço o que você mandar.
Eu vi ela tão quente e excitada que fiquei com pena, peguei o celular na minha mesinha de cabeceira, disquei o número do dono e esperei nervosa ele atender.
— Fala, puta. O que foi? O que você quer?
— Dono, sua escrava quer falar com o senhor sobre sua outra escrava, a Lucía.
— O que ela tem? Não está se comportando direito?
— Não é isso, dono, é que a coitada já tá há um mês sem ter um orgasmo, ela implora que o senhor deixe ela gozar.
— Coloca no viva-voz.
— Já tá, dono.
— Tá igual uma puta, sua puta, não consegue aguentar sem gozar.
— Não é isso, dono, se o senhor não quiser, eu aguento até o senhor mandar, mas quero satisfazer meu dono e dar um orgasmo bem gostoso pra ele. Essa escrava tá com o tesão no talo pra gozar igual uma puta que é, eu imploro, dono.
— Tá bom, vou deixar você ter um orgasmo, mas vai ser a Helena que vai te masturbar. Você fica de braços pra trás e de joelhos. Helena, enfia um vibrador no cu dela, liga e começa a masturbar ela. Eu vou ditar o ritmo.
— Assim será.
Fui até o armário, abri e peguei um consolo médio, umas algemas. Enfiei o consolo no cu da Lucía, coloquei no máximo, algemei ela com as mãos pra trás.
— Dono, estamos prontas.
O dono mandou eu começar a acariciar os bicos dos peitos dela devagar, que a Lucía aguentasse até eu dar permissão. Ele mandou eu beliscar os bicos dela e, com a outra mão, acariciar a buceta dela devagar, parando nos lábios internos e no clitóris. A Lucía começou a gemer sem controle, o dono ouvia e mandou eu parar de tocar nela, começar a me masturbar na frente da cara dela e aproximar a buceta da boca dela sem deixar ela lamber. Tirei toda a roupa e, completamente nua, comecei a me masturbar. O dono mandou eu me esfregar com força e, quando o orgasmo chegasse, pegar a Lucía pela cabeça e enfiar a boca dela na minha buceta pra ela lamber tudo. Líquidos que saíam da minha buceta, eu já estava excitada por causa da Ana, mas por respeito ao dono, em nenhum momento pensei nela. Minha buceta estava prestes a explodir num orgasmo forte. Peguei a Lucía pelo cabelo, aproximei o rosto dela da minha ppk e ordenei que chupasse enquanto eu gozava de prazer. Ela começou a chupar como uma louca e minha ppk não parava de jorrar. Quando terminei de expelir líquido, indiquei para o dono. Então ele me ordenou que tirasse as algemas dela. Obedeci, e ele mandou a Lucía se esfregar a ppk com força até ter um orgasmo. Ela levou as mãos até a buceta e começou a se tocar com força. Depois de três minutos, começou a sentir que o corpo ia explodir e começou a gozar como se de sua ppk brotasse uma fonte. Começou a gritar entre fortes espasmos e caiu no chão com tremores intensos.
Estou gozando, dono, estou gozando. Sua fiel escrava agradece por permitir que ela gozasse e é grata a você. Sou e serei sua, meu dono. Esta puta escrava não sabe como te mostrar sua submissão. Desejo que, através deste orgasmo que tive pensando em você, eu te mostre isso.
Tá bom, escrava, já sei que você é minha. Agora tomem banho e que a Helena aproveite de você o quanto quiser. Eu vou dormir com minha nova escrava. Quando vocês voltarem para casa, vou apresentá-las. Tchau.
O dono desligou. Nós duas fomos para o chuveiro, lavamos uma à outra, nos limpamos bem, nos secamos, e eu me deitei na cama. Lucía se preparava para deitar aos pés da cama.
— O que você está fazendo? O dono não ordenou que eu fizesse o que quisesse com você? Então deita comigo e começa a me beijar.
Ela se deitou na cama, aproximou os lábios dos meus e me beijou com paixão. Enfiei a língua, lambi suas gengivas e a afastei de mim. Ordenei que ela fosse beijando todo o meu corpo e parasse onde eu mandasse. Ela começou pelo meu pescoço, foi descendo devagar e, quando chegou aos meus peitos, ordenei que caprichasse para me esquentar bem. Enquanto ela me lambia, eu só pensava na Ana. Imaginava que era ela que lambia meu corpo inteiro. Naquele momento, ordenei que a Lucía continuasse até o fim. Ela enfiou a cara na minha buceta e começou a chupar com gosto. Eu continuava pensando na Ana e, depois de um bom tempo, tive um orgasmo enorme. Quando acabei de gozar, mandei a Lucía dormir no lugar dela.
Ela, submissa, se levantou e se deitou aos pés da cama.
Eu me cobri e, pensando na Ana, acabei dormindo.
De manhã, levantamos, tomamos banho e descemos para tomar café. Quando chegamos na cozinha, a Ana já estava lá. Tomamos café as duas e fomos as três no carro. A Lucía desceu onde a gente sempre pega ela, e a partir dali ela iria de ônibus até a faculdade, depois de deixá-la no ponto.
— Oi, Ana. Tô afim de dar uma volta hoje à noite, tomar uns drinks e ir dançar. Você topa me acompanhar?
— Claro que topo! Faz tempo que não saio à noite e adoro dançar. Acho que a gente vai se divertir, mas e a Lucía?
— Não se preocupa com ela. Ela vai ficar em casa, porque o dono não deixou ela sair por enquanto.
— Então perfeito. Hoje à noite a gente sai.
Ela me deixou na porta da faculdade e foi embora.
O dia foi um eterno para mim. Não parava de pensar na Ana e em como teria que conquistá-la. Além disso, ficava pensando em que roupa usar. Quase não comi. Quando deu 8 horas, saí da universidade correndo. Como sempre, a Ana estava me esperando dentro do carro, mas, em vez de sentar atrás, abri a porta da frente e sentei do lado dela.
— Você se importa se eu sentar na frente com você?
— Não, assim a gente pode conversar sobre os planos pra hoje à noite.
Começamos a fazer planos para a noite: onde jantar, onde dançar, tomar uns drinks, se a gente ia pegar algum cara. Aí a Ana parou e me perguntou se eu podia sair com outros caras. Respondi que o dono me deu permissão para pegar geral naquela noite. A Ana ficou tranquila. Paramos de conversar quando a Lucía subiu no carro.
Quando chegamos em casa, descemos e vi que a Lucía Tirei do porta-malas umas sacolas de roupa.
— Foi fazer compras pra hoje à noite?
— Sim, não quero que você pegue todos os caras. Comprei roupa pra ficar à altura da sua beleza.
Entramos em casa, falei pra Lucía que ia sair hoje à noite e que ela tinha que ficar no quarto até eu voltar. Mandei ela subir a janta, ela pegou a comida e subiu pro quarto de serviço, porque eu queria o meu livre. Quando ela já estava trancada, entrei no quarto e comecei a ver qual roupa vestir. Decidi por um conjunto de saia e blusa, escuro, mas minha maior preocupação era a roupa íntima. Escolhi um conjunto de fio dental e sutiã preto insinuante. Tomei banho, me sequei e, como da outra vez, me perfumei o corpo todo, parando nos peitos e na buceta. Desci pra cozinha e lá estava a Ana. Quando vi ela, meu corpo deu um choque incrível. Ela tava usando um vestido vermelho, com uma fenda embaixo que quase chegava nos glúteos e as costas totalmente de fora. Era tão justo que dava pra ver que ela não tava de calcinha. Ela caiu na risada.
— Nossa, que cara é essa? Parece que viu um fantasma. Tá vermelha que nem uma colegial vendo o gato que ela gosta sem camisa.
Eu também ri.
— É que eu sabia que você era gostosa, mas com essa roupa você tá deslumbrante. Vou ter que ir me trocar ou não vou pegar ninguém, porque os caras vão se jogar em cima de você igual loucos. Espera um minuto que vou me trocar pra combinar.
Subi de novo, tirei a roupa e vesti um vestido no mesmo estilo do da Ana, mas lilás. Claro, tirei a calcinha e o sutiã. Desci, e aí foi a Ana que ficou vermelha.
— Porra, Helena, vamos ser as rainhas da noite.
Descemos pra garagem e a Ana pegou as chaves do conversível, um Jaguar metálico. Entramos no carro a caminho de La Roca, o melhor restaurante da cidade. A Ana pediu uma mesa pra duas num reservado. Eu indiquei que a gente ia a... deixar os convidados sem se deliciar com nossos corpos, ela caiu na risada e seguimos o maître até nosso reservado. Na mesa já estava uma garrafa de champanhe, nos sentamos e o garçom encheu as duas taças e se retirou. Pegamos nossas taças e brindamos a uma noite agradável e sugestiva, juntamos as taças e demos um gole forte. Pouco depois, o maître chegou para mostrar o cardápio. As duas optamos por um prato de peixe e um vinho branco. Depois de anotar o pedido, ele se retirou. Então, voltamos a beber um pouco mais de champanhe e Ana começou a falar.
— Sabe, Helena, estou começando a pegar carinho por você, e isso é muito raro em mim. Não sou de ter amizades, sou bem reservada, mas com você me desinibido e me sinto mais solta, mais sociável. Você faz eu sentir vontade de aproveitar a vida de novo. Como deve saber, fiquei órfã muito jovem e os avós do chefe me adotaram. Minha educação foi muito dura: terços, retiros, castigos. Eu tinha que ser a melhor, mas o que eu gostava mesmo eram carros e, principalmente, dirigi-los. Foi por isso que larguei os estudos e, escondida, praticava com os carros da casa. Pegava eles e dava voltas pela fazenda.
Mas tanta educação, tanta disciplina me afastaram das pessoas e me concentrei nos carros. Até que me mudei para a casa e comecei a te conhecer melhor. Percebi sua beleza, sua sensualidade, esses atributos que eu não tenho e nem me esforço para ter.
— Você é louca, Ana. Dizer que não é bonita nem sensual é porque não conhece seu próprio corpo. Você é a mulher mais sexy que conheço, seu corpo exala sensualidade aos montes. Você teria aos seus pés quem quisesse. É agradável, tem uma conversa fluida, é inteligente, sabe se vestir, e quando quer, como hoje.
Você me supera em beleza. Não diga isso, está me ofendendo. Eu também tenho carinho por você.
Naquele momento, estive prestes a revelar meus sentimentos por ela, mas me Me contive, percebi que não era a hora. O garçom chegou com o peixe e o sommelier com o vinho, abriu ele na nossa frente e ficou pensando pra quem dar pra provar. No fim, escolheu a Ana. Ela pegou a taça, balançou um pouco, levou a taça ao nariz, cheirou e deu um pequeno gole, segurando o líquido na boca por uns dois segundos, engoliu e deu sua aprovação. Então ele encheu minha taça até a metade e completou a dela, deixou ela numa geleira e se retirou. Nós duas caímos na risada de novo, comentando a cara que ele fez quando não sabia a quem servir primeiro. Começamos a jantar o peixe e a beber com gosto, enquanto comíamos o peixe, falamos de coisas banais, e antes de terminar, pedimos outra garrafa de vinho, que também viramos. Assim que terminamos de jantar e tiraram nossos pratos, o maître perguntou se queríamos café ou algum chá. As duas pedimos café e, entre risadas, uma dose de conhaque e um charuto.
Enquanto serviam os cafés e as doses, nos mostraram uma caixa de charutos pra escolhermos. Rimos como duas novinhas fazendo uma travessura. Os garçons foram embora, acendemos os charutos e, na primeira tragada, quase nos engasgamos com a tosse que deu. Rimos de novo e apagamos os charutos. Pegamos as taças de conhaque, fizemos um brinde e demos um bom gole. Senti o sabor forte do licor e o calor descendo pela minha garganta. Foi aí que a Ana me propôs brindar como se fôssemos recém-casados. Cruzamos nossos braços e cada uma levou sua taça à boca. Eu a sentia tão perto que não consegui me segurar e, depois de dar um gole, meus lábios buscaram os dela, e beijei ela suavemente. Ela não fez menção de se afastar, pelo contrário, abriu a boca e com a língua molhou meus lábios. Eu também abri a boca e nossas línguas se encontraram. Nos beijamos com paixão, com doçura. Nos separamos e ficamos Olhando uma para a outra, a gente caiu na gargalhada de novo. O gerente do salão entrou assustado perguntando se a gente tava bem, e as duas, em uníssono, falamos que nunca estivemos tão bem na vida. Ele se mandou, e a Ana me disse:
"Helena, você não faz ideia de como eu queria te beijar. Desde o dia que você dominou a Lúcia e eu te vi pelada, comecei a sentir algo que não conseguia entender. E foi quando fui morar com você e te via vestida assim pela casa que percebi que tava apaixonada por você. Eu não acreditava, porque me considerava hétero, mas cada vez mais fui me convencendo de que meus sentimentos por você eram de amor, de tesão. E quando você comentou sobre sair, quase gozei na hora. Minha cabeça começou a girar em torno de um plano: te conquistar hoje e transar com você."
"Ana, era exatamente isso que eu queria pra essa noite."
A gente ficou se olhando nos olhos e juntou nossas bocas de novo, dessa vez com muito mais paixão.
Pedimos a conta e, enquanto esperavam, a gente terminou a taça de conhaque. Depois de pagar o jantar, saímos do restaurante de mãos dadas, com uma cara de felicidade que nem um casal de namorados que acabou de se aceitar. Entramos no carro e, antes de dar a partida, meus braços envolveram o pescoço da Ana e eu beijei ela como nunca tinha beijado ninguém. Ela correspondeu, e, descendo as mãos, colocou elas nas minhas pernas, começou a me acariciar por cima do vestido. Soltei um gemido e pedi pra ela parar, por favor, pra gente ir pra casa, tomar uma bebida e continuar nos beijando. Ela tirou a mão da minha perna, piscou um olho e ligou o carro. Em quinze minutos, a gente tava na garagem. Quando eu ia abrir a porta, ela pegou minha mão e levou até a buceta dela.
"Olha como você me deixou. Nunca na minha vida fiquei tão excitada. Só quero te acariciar, te beijar, te lamber e te devorar toda."
"Ana, vamos subir, tirar a roupa, tomar uma bebida e curtir olhando nossos corpos e nos beijando. Depois, a gente sobe pro meu quarto e transa até não aguentar mais. cair rendidas.
Ela assentiu com a cabeça, soltou minha mão, saímos do carro, subimos e, ao chegar na sala, fiquei na frente dela, dei um beijo nela, peguei duas taças no aparador, enchi de conhaque, entreguei uma pra ela, coloquei a minha em cima da mesa e comecei a me despir devagar, lentamente, pra que a Ana aproveitasse cada centímetro da minha pele que ia sendo revelado. O rosto dela tava radiante, dava pra ver que ela tava feliz. Eu continuei tirando a roupa e, quando cheguei na cintura, deixei cair tudo, mostrando meu corpo inteiro pra ela. Me aproximei, beijei ela de novo, misturando nossas salivas. Ela me segurou pela cintura e enfiou a língua na minha boca com paixão. Eu deixava ela fazer o que quisesse, meu corpo era uma máquina de sentir prazer, a paixão percorria cada pedaço de mim. Me afastei uns dois centímetros dela e comecei a despir ela. Ela ia reclamar, mas coloquei um dedo nos lábios dela.
"Olha, Ana, você já me viu praticamente nua, por isso que eu peço pra você me deixar te despir e descobrir sua beleza com minhas próprias mãos."
Ela aproximou os lábios de novo da minha boca e me beijou com mais intensidade, se afastou um pouco e me ofereceu o corpo. Virei ela de costas e soltei o gancho do vestido no pescoço dela. Era perfeito, sem nenhuma flacidez ou ruga. Peguei as duas alças e, devagar, fui descendo pelo corpo dela, acariciando com um dedo. Ela começou a tremer e soltar uns gemidinhos baixos. Virei ela de novo e abaixei o vestido até a cintura, deixando os peitos dela à mostra. Eram maravilhosos, sem nenhuma marca de biquíni, dava pra ver que ela ia pra praia de peito de fora. Eram durinhos, com auréolas grandes e uns bicos que naquele momento pareciam dois mastros de bandeira de tão eretos que estavam. Com cuidado, levei minha mão até um deles e comecei a massagear com suavidade, meus dedos contornavam os bicos, percorrendo a auréola. Troquei pro outro peito e repeti o movimento. Naquela hora, a Ana não aguentou mais e teve um orgasmo. Ela me segurou pelo pescoço e puxou meus lábios pros dela, e me voltou a beijar, dessa vez com uma paixão que eu não saberia descrever, aproximou a boca do meu ouvido,
Helena, amor meu, você me fez sentir um orgasmo de loucura, não acreditei que fosse capaz de gozar como gozei com seus carinhos, meus peitos estão tão duros que até doem, estou gozando loucamente, por favor continua me acariciando e descobrindo meu corpo.
Nós nos separamos, demos um bom gole no conhaque e eu afrouxei o cinto que apertava sua cintura assim que terminei, seu vestido acabou caindo completamente no chão, quando meu olhar desceu até seu púbis meu coração quase saiu pela boca, ela era divina, tinha umas pernas adoráveis, e uma buceta que dava pra ver que era carnuda, não aguentei mais e desci minhas mãos até aquela iguaria que tanto desejava, sussurrei no ouvido dela o que pretendia fazer e ela começou a lamber os lábios com a língua, quando minhas mãos chegaram ao seu sexo, meus dedos começaram a acariciar seus lábios externos, percorrendo eles de cima a baixo e invertendo o sentido do movimento, assim por um bom tempo, ela se contorcia, pedia pra eu continuar, eu seguia com meu plano, quando entendi que já estava pronta procurei seu clitóris e comecei a acariciá-lo, no início devagar pra ir aumentando o ritmo aos poucos, Ana já não gemia, gritava de prazer diretamente, pedia mais, pra eu foder ela logo, eu continuei com minha massagem no clitóris dela até que ela atingiu um novo orgasmo encharcando meus dedos de líquido.
Helena, por favor, não para, você está me deixando louca, na minha vida nunca aproveitei tanto do sexo como agora com você, me ama com paixão, arranca mais orgasmos do meu corpo, nesse momento a luxúria me domina, eu te amo.
Ao ouvir aquelas palavras saindo da boca de Ana, tive um orgasmo espetacular que me molhou toda, abracei ela e beijei com uma intensidade que nunca senti, de novo nossas línguas se fundiram como se fossem um único apêndice, nossas salivas se misturaram como se fossem uma única fonte, juntamos nossos corpos de tal maneira que Éramos só um, nos acariciávamos, enquanto nossas bocas continuavam unidas, minhas mãos começaram a percorrer suas nádegas, fortes, duras, carnudas, e meus dedos deslizaram pela sua fenda, parando no seu ânus, fazendo um movimento circular ao redor dele. No começo, ela apertou os glúteos, mas conforme o prazer ia tomando conta, ela se soltou e abriu as pernas para facilitar a massagem. Fiquei massageando por uns dois minutos enquanto nos beijávamos, e separei minha boca da dela, peguei na mão dela e começamos a subir as escadas. Ao chegar no quarto, nos beijamos de novo, delicadamente a deitei na cama e separei meus lábios dos dela, começando a beijar seu rosto, os lóbulos das orelhas, seu pescoço, descendo devagar. Parei no seu umbigo e enfiei a língua, lambendo com suavidade, comecei a fazer um movimento de vai e vem no umbigo que fez Ana arquear as costas e soltar gritos de prazer. Continuei descendo e beijando, e quando estava perto da sua buceta, me levantei e desci até os pés dela, comecei a chupar os dedos um por um, como se fizesse um boquete em cada um, e depois lambi seu peito do pé. Comecei a subir e, quando estava chegando de novo no seu sexo, me levantei outra vez e a beijei.
Me escuta, Ana, quero que esse momento seja o mais intenso das nossas vidas, então vou começar a comer sua buceta com tanta paixão que você não vai parar de gozar até eu acabar. Se você sentir que está cansada ou não quiser continuar, me fala e eu paro, mas sei que isso não vai acontecer, meu amor. Te quero e quero que você goze como nunca gozou.
Beijei ela de novo e desci até sua buceta, comecei a beijar com ardor, parando em cada centímetro, lambendo cada poro, sentindo cada um dos seus aromas. Minha língua chegou ao seu clitóris e lambeu com força, ela começou a gemer e na hora teve um orgasmo. Minha língua começou a penetrar sua vulva, entrando e saindo como se fosse um pau, ela se dobrou toda, me agarrou pela cabeça e me apertou mais contra ela. Buceta.
Helena, não para, continua comendo minha buceta, enfia mais fundo sua língua, fode com essa língua gostosa que você tem, não para, quero sentir um orgasmo atrás do outro até cair de exausta, te amo, você é a coisa mais linda da minha vida, quero você dentro de mim, meu amor.
Cada vez o ritmo da minha língua ia acelerando até que ela teve um novo orgasmo, bebi seus sucos como se fosse a última coisa que fosse beber na minha vida, me virei de modo que minha buceta ficasse na altura do rosto dela.
Ana, esse é o momento que as duas estávamos esperando, agora vamos nos amar as duas ao mesmo tempo, quero que você arrebente minha buceta com seus carinhos, seus beijos, com sua língua e com seus dedos, enquanto eu também vou aproveitar seus lábios vaginais tão carnudos.
Comecei de novo a comer a buceta dela, enquanto ela timidamente ia aproximando a boca da minha xereca, colocou a língua pra fora e devagar começou a acariciar meus lábios, aumentando o ritmo conforme ia ganhando confiança e gosto pelo contato, depois já beijou todos os cantinhos da minha buceta, enquanto eu enfiava um dedo na buceta dela, começando a mexer pra cima e pra baixo, ela afastou o rosto, deu um grito e teve um novo orgasmo, depois disso voltou a se dedicar à minha xereca, eu já estava enfiando o segundo dedo quando comecei a sentir uma onda de calor que ia da minha cabeça até minha buceta e tive um orgasmo enorme, sentia como a Ana tentava beber todo o meu fluxo e que começava a enfiar um dedo em mim, eu por minha parte continuava masturbando ela cada vez mais rápido e com a outra mão comecei a enfiar devagar um dedo no cu dela, ela afastou a cabeça de novo e soltou um suspiro, voltando a lamber minha buceta enquanto enfiava um segundo dedo, devagar meu dedo foi penetrando o cu dela e comecei a torcer ele lá dentro, ela começou a rebolar pra acompanhar o movimento, enquanto enfiava um terceiro dedo, aumentando o ritmo do vai e vem, não aguentei mais e entre gritos e gemidos tive um novo orgasmo, enfiei um terceiro dedo na buceta e ela em mim um quarto dedo, as duas ao mesmo tempo começamos a aumentar o ritmo até que juntas explodimos num orgasmo de dimensões incríveis, gritávamos, gemíamos, éramos sacudidas por descargas elétricas transmitidas pelos nossos neurônios, ambas caímos de cada lado da cama, juntamos nossos lábios e línguas de novo e, cheias de suor e fluidos, dormimos.
Olá, meu nome é Helena, tenho 45 anos, sou uma submisso, uma escrava, na presença dele, meu corpo começa a vibrar como se fosse um vibrador gigante. Desde que ele me fez sua escrava, minha vida deu uma guinada de 90 graus. Antes eu era muito reservada com meus amantes, não passava das posições clássicas, mas meu amo me ensinou que existe outra forma de aproveitar o sexo, e a submissão é o que me preenche e satisfaz, sempre com a permissão do amo e sob a supervisão dele. Eu o desejo de um jeito que ele nem imagina, mas me contento em saber disso sozinha.
Sou catedrática em uma das universidades mais importantes, tenho um nível social alto e, financeiramente, estou servida.
Quando ele me fez sua, meu amo me levou para a casa dele e me treinou.
Ele teve que voltar para a cidade dele, mas antes me deu uma missão, que, apesar da dificuldade, consegui cumprir, e para isso tive a ajuda da Ana.
Ana é a motorista do meu amo, mas não é escrava dele porque o amo assim deseja. Ela também não tem características de ser submisso, trabalha para o amo porque tem um bom salário e só trabalha quando o amo está fora. É motorista do meu amo desde que tinha 18 anos, pois esteve sob a tutela dos avós do amo desde os 10 anos, já que os pais dela, que trabalhavam na casa, morreram em um acidente de trânsito. Ela estudou até os 17 anos, mas o que ela gostava era viajar e dirigir carros de luxo, então, quando fez 18, tirou a carteira de motorista e virou motorista da avó. Casou aos 19, mas não deu certo, se divorciou e nunca mais teve parceiro. Quando meu amo nasceu, ela tinha 20 anos, e quando o amo fez 10 anos e foi estudar fora da cidade, a avó confiou a ela o serviço de motorista do amo. Assim, ela sempre o acompanhou em todos os estudos, viajou por todo lado e em cada lugar comprava um carro novo para o trabalho. Ela era feliz assim, e quando recebi a ordem de conquistar a Lúcia, o amo pediu que ela me ajudaria, que eu a gratificaria bem, mas que não fizesse nada que a desagradasse, ela fez o trabalho dela perfeitamente e foi a partir desse momento que ela entrou na minha vida de um jeito estranho, eu queria ter ela como amante, como companheira, por isso que me atrevi a pedir permissão ao senhor, eu esperava uma recusa e um castigo, mas ele foi generoso e me permitiu conquistá-la.
Neste relato, vou contar como vou tentar e os resultados que consigo.
Minha intenção é falar com ela com mais carinho, convidá-la a morar na casa, já que ela morava umas ruas abaixo.
A primeira coisa que pedi foi que ela se mudasse pra cá com a gente, pra não ter que chamar ela quando precisasse do carro e porque eu queria ter companhia de alguém, ela no começo ficou relutante, mas vendo minha cara de tristeza aceitou e dois dias depois já estava instalada em casa, pegou um quarto na parte de baixo da casa, a gente morava em cima, a Lúcia dormia aos pés da minha cama por ordem do dono, então a gente tinha mais liberdade pra ficar na nossa.
Depois de uns dias de adaptação, todo mundo entrou numa rotina, a gente acordava cedo, eu tomava banho com a Lúcia, passava a mão nela um pouco pra deixar ela com tesão sem deixar ela gozar, a gente descia pra tomar café as três e saía pra universidade, a Ana deixava a gente e ia fazer as tarefas, compras, levar roupa pra lavanderia, enfim esse tipo de coisa, e às 8 da noite nos buscava, eu na universidade e a Lúcia a três quilômetros, a gente chegava em casa, eu e a Lúcia subíamos pra trocar de roupa como o dono mandava por e-mail e descíamos pra jantar, no começo a Ana não gostava muito, mas quando eu falei que era ordem do dono, ela mudou de atitude e deixou a gente à vontade, eu via que a coisa não tava indo pro caminho que eu queria, então decidi com permissão que a Lúcia comeria sozinha no quarto.
Assim, eu e a Ana tínhamos mais privacidade e podíamos conversar sobre qualquer assunto, uma noite resolvi começar pra realizar meu plano.
O que você acha da minha relação com seu chefe?
Ela no início ficou me encarando, e depois de um tempo me respondeu.
Eu, pessoalmente, esse tipo de situação não me agrada, mas vejo que você fica feliz e curte sua situação, que gosta de cumprir as ordens que te dão, e eu comprovei isso quando conseguiu a Lúcia para o chefe e nesse tempo que vivemos juntas comecei a te ver como uma mulher normal, não como uma escrava. Você é atraente, tem uma conversa agradável, um bom gosto para roupas, percebo pelo que veste quando vamos pra universidade, é condescendente com a Lúcia, trata ela bem, só castiga quando seu amo manda.
Enquanto eu falava, comecei a perceber que o que sentia perto dela era que estava me apaixonando. Comecei a sentir um formigamento no corpo todo, mas totalmente diferente do que sinto com o amo. Com o amo me sinto servil, submissa e escrava; com ela, o sentimento era de carinho, de afeto. Meu coração batia de um jeito diferente, me sentia mais confortável, mais mulher ao lado dela. Meus olhos brilhavam de forma diferente, minha pele se arrepiava ao vê-la, meus lábios ficavam mais carnudos, meus bicos endureciam, minha buceta começava a lubrificar. Resumindo, eu gostava dela como mulher, não como escrava.
Ela devia notar, porque a roupa que eu vestia ao chegar em casa era bem escassa e dava pra ver todas as minhas mudanças hormonais. Pra começar, minha roupa íntima era da mais transparente e sugestiva, o resto era só um pequeno complemento do meu visual.
O que você acha de como eu me visto em casa?
A verdade é que fica um corpo muito bonito e excitante em você, além de te cair muito bem. Você fica sugestiva e sensual, ao mesmo tempo que se mostra por inteiro, mesmo que pareça não esconder nada, só mostra o que realmente tem. A verdade é que eu gosto quando você está em casa assim vestida.
Quando terminei de ouvi-la, a expressão no meu rosto devia ser um poema, pois As batidas do meu coração dispararam, meus mamilos já duros ficaram ainda mais rígidos e minha buceta não parava de escorrer na calcinha, tive que me desculpar, dizendo que precisava ir ver a Lucía. Subi e, ao entrar no quarto, agarrei Lucía pelos cabelos, baixei minha calcinha, aproximei o rosto dela da minha buceta e ordenei que me comesse até eu ter pelo menos um orgasmo. A verdade é que quando ela encostou a língua no meu clitóris e deu a primeira lambida, eu gozei de um jeito novo, diferente, se é que realmente existem tipos diferentes de orgasmos. Disse pra ela continuar, que me lambesse toda, que enfiasse mais a língua, que mordiscasse meu clitóris. Enquanto isso, eu me acariciava os peitos e beliscava os mamilos, só pensando na Ana, imaginando que era ela, não a Lucía, quem estava comendo minha buceta. Pensando nisso, tive um segundo orgasmo, mais intenso que o primeiro. Afastei Lucía, fui pro banheiro, me lavei no bidê, me sequei bem, passei um perfume, principalmente na ppk, coloquei uma calcinha mais provocante e troquei o sutiã por um que valorizasse mais meus peitos, e desci.
Ana estava de costas lavando a louça e, assim que ouviu o barulho dos meus saltos, se virou. A cara dela mudou de cor e ela soltou um assobio de aprovação.
— Porra, Helena, se antes você já era gostosa, agora tá demais. Que mudança é essa?
— Nada, a Lucía tava meio carente e eu tive que consolar ela um pouco. Ela me deixou toda melada e precisei me trocar. Espero que não se importe.
— Não, mulher, não me importo. É que nunca te vi tão linda. Se eu fosse homem, já tava te pegando agora.
— Bom, já é tarde e amanhã temos que acordar cedo. Vou pra cama. Boa noite.
— Boa noite.
Nos separamos e cada uma foi pro seu quarto. Assim que entrei no meu, Lucía estava louca.
— Ama, deixa eu me masturbar e gozar. Você me deixou toda excitada depois dos seus orgasmos. Minha buceta tá fervendo, meus mamilos querem saltar dos peitos. Ama, por favor, chama o amo pra que me deixe gozar, se conseguir, faço o que você mandar.
Eu vi ela tão quente e excitada que fiquei com pena, peguei o celular na minha mesinha de cabeceira, disquei o número do dono e esperei nervosa ele atender.
— Fala, puta. O que foi? O que você quer?
— Dono, sua escrava quer falar com o senhor sobre sua outra escrava, a Lucía.
— O que ela tem? Não está se comportando direito?
— Não é isso, dono, é que a coitada já tá há um mês sem ter um orgasmo, ela implora que o senhor deixe ela gozar.
— Coloca no viva-voz.
— Já tá, dono.
— Tá igual uma puta, sua puta, não consegue aguentar sem gozar.
— Não é isso, dono, se o senhor não quiser, eu aguento até o senhor mandar, mas quero satisfazer meu dono e dar um orgasmo bem gostoso pra ele. Essa escrava tá com o tesão no talo pra gozar igual uma puta que é, eu imploro, dono.
— Tá bom, vou deixar você ter um orgasmo, mas vai ser a Helena que vai te masturbar. Você fica de braços pra trás e de joelhos. Helena, enfia um vibrador no cu dela, liga e começa a masturbar ela. Eu vou ditar o ritmo.
— Assim será.
Fui até o armário, abri e peguei um consolo médio, umas algemas. Enfiei o consolo no cu da Lucía, coloquei no máximo, algemei ela com as mãos pra trás.
— Dono, estamos prontas.
O dono mandou eu começar a acariciar os bicos dos peitos dela devagar, que a Lucía aguentasse até eu dar permissão. Ele mandou eu beliscar os bicos dela e, com a outra mão, acariciar a buceta dela devagar, parando nos lábios internos e no clitóris. A Lucía começou a gemer sem controle, o dono ouvia e mandou eu parar de tocar nela, começar a me masturbar na frente da cara dela e aproximar a buceta da boca dela sem deixar ela lamber. Tirei toda a roupa e, completamente nua, comecei a me masturbar. O dono mandou eu me esfregar com força e, quando o orgasmo chegasse, pegar a Lucía pela cabeça e enfiar a boca dela na minha buceta pra ela lamber tudo. Líquidos que saíam da minha buceta, eu já estava excitada por causa da Ana, mas por respeito ao dono, em nenhum momento pensei nela. Minha buceta estava prestes a explodir num orgasmo forte. Peguei a Lucía pelo cabelo, aproximei o rosto dela da minha ppk e ordenei que chupasse enquanto eu gozava de prazer. Ela começou a chupar como uma louca e minha ppk não parava de jorrar. Quando terminei de expelir líquido, indiquei para o dono. Então ele me ordenou que tirasse as algemas dela. Obedeci, e ele mandou a Lucía se esfregar a ppk com força até ter um orgasmo. Ela levou as mãos até a buceta e começou a se tocar com força. Depois de três minutos, começou a sentir que o corpo ia explodir e começou a gozar como se de sua ppk brotasse uma fonte. Começou a gritar entre fortes espasmos e caiu no chão com tremores intensos.
Estou gozando, dono, estou gozando. Sua fiel escrava agradece por permitir que ela gozasse e é grata a você. Sou e serei sua, meu dono. Esta puta escrava não sabe como te mostrar sua submissão. Desejo que, através deste orgasmo que tive pensando em você, eu te mostre isso.
Tá bom, escrava, já sei que você é minha. Agora tomem banho e que a Helena aproveite de você o quanto quiser. Eu vou dormir com minha nova escrava. Quando vocês voltarem para casa, vou apresentá-las. Tchau.
O dono desligou. Nós duas fomos para o chuveiro, lavamos uma à outra, nos limpamos bem, nos secamos, e eu me deitei na cama. Lucía se preparava para deitar aos pés da cama.
— O que você está fazendo? O dono não ordenou que eu fizesse o que quisesse com você? Então deita comigo e começa a me beijar.
Ela se deitou na cama, aproximou os lábios dos meus e me beijou com paixão. Enfiei a língua, lambi suas gengivas e a afastei de mim. Ordenei que ela fosse beijando todo o meu corpo e parasse onde eu mandasse. Ela começou pelo meu pescoço, foi descendo devagar e, quando chegou aos meus peitos, ordenei que caprichasse para me esquentar bem. Enquanto ela me lambia, eu só pensava na Ana. Imaginava que era ela que lambia meu corpo inteiro. Naquele momento, ordenei que a Lucía continuasse até o fim. Ela enfiou a cara na minha buceta e começou a chupar com gosto. Eu continuava pensando na Ana e, depois de um bom tempo, tive um orgasmo enorme. Quando acabei de gozar, mandei a Lucía dormir no lugar dela.
Ela, submissa, se levantou e se deitou aos pés da cama.
Eu me cobri e, pensando na Ana, acabei dormindo.
De manhã, levantamos, tomamos banho e descemos para tomar café. Quando chegamos na cozinha, a Ana já estava lá. Tomamos café as duas e fomos as três no carro. A Lucía desceu onde a gente sempre pega ela, e a partir dali ela iria de ônibus até a faculdade, depois de deixá-la no ponto.
— Oi, Ana. Tô afim de dar uma volta hoje à noite, tomar uns drinks e ir dançar. Você topa me acompanhar?
— Claro que topo! Faz tempo que não saio à noite e adoro dançar. Acho que a gente vai se divertir, mas e a Lucía?
— Não se preocupa com ela. Ela vai ficar em casa, porque o dono não deixou ela sair por enquanto.
— Então perfeito. Hoje à noite a gente sai.
Ela me deixou na porta da faculdade e foi embora.
O dia foi um eterno para mim. Não parava de pensar na Ana e em como teria que conquistá-la. Além disso, ficava pensando em que roupa usar. Quase não comi. Quando deu 8 horas, saí da universidade correndo. Como sempre, a Ana estava me esperando dentro do carro, mas, em vez de sentar atrás, abri a porta da frente e sentei do lado dela.
— Você se importa se eu sentar na frente com você?
— Não, assim a gente pode conversar sobre os planos pra hoje à noite.
Começamos a fazer planos para a noite: onde jantar, onde dançar, tomar uns drinks, se a gente ia pegar algum cara. Aí a Ana parou e me perguntou se eu podia sair com outros caras. Respondi que o dono me deu permissão para pegar geral naquela noite. A Ana ficou tranquila. Paramos de conversar quando a Lucía subiu no carro.
Quando chegamos em casa, descemos e vi que a Lucía Tirei do porta-malas umas sacolas de roupa.
— Foi fazer compras pra hoje à noite?
— Sim, não quero que você pegue todos os caras. Comprei roupa pra ficar à altura da sua beleza.
Entramos em casa, falei pra Lucía que ia sair hoje à noite e que ela tinha que ficar no quarto até eu voltar. Mandei ela subir a janta, ela pegou a comida e subiu pro quarto de serviço, porque eu queria o meu livre. Quando ela já estava trancada, entrei no quarto e comecei a ver qual roupa vestir. Decidi por um conjunto de saia e blusa, escuro, mas minha maior preocupação era a roupa íntima. Escolhi um conjunto de fio dental e sutiã preto insinuante. Tomei banho, me sequei e, como da outra vez, me perfumei o corpo todo, parando nos peitos e na buceta. Desci pra cozinha e lá estava a Ana. Quando vi ela, meu corpo deu um choque incrível. Ela tava usando um vestido vermelho, com uma fenda embaixo que quase chegava nos glúteos e as costas totalmente de fora. Era tão justo que dava pra ver que ela não tava de calcinha. Ela caiu na risada.
— Nossa, que cara é essa? Parece que viu um fantasma. Tá vermelha que nem uma colegial vendo o gato que ela gosta sem camisa.
Eu também ri.
— É que eu sabia que você era gostosa, mas com essa roupa você tá deslumbrante. Vou ter que ir me trocar ou não vou pegar ninguém, porque os caras vão se jogar em cima de você igual loucos. Espera um minuto que vou me trocar pra combinar.
Subi de novo, tirei a roupa e vesti um vestido no mesmo estilo do da Ana, mas lilás. Claro, tirei a calcinha e o sutiã. Desci, e aí foi a Ana que ficou vermelha.
— Porra, Helena, vamos ser as rainhas da noite.
Descemos pra garagem e a Ana pegou as chaves do conversível, um Jaguar metálico. Entramos no carro a caminho de La Roca, o melhor restaurante da cidade. A Ana pediu uma mesa pra duas num reservado. Eu indiquei que a gente ia a... deixar os convidados sem se deliciar com nossos corpos, ela caiu na risada e seguimos o maître até nosso reservado. Na mesa já estava uma garrafa de champanhe, nos sentamos e o garçom encheu as duas taças e se retirou. Pegamos nossas taças e brindamos a uma noite agradável e sugestiva, juntamos as taças e demos um gole forte. Pouco depois, o maître chegou para mostrar o cardápio. As duas optamos por um prato de peixe e um vinho branco. Depois de anotar o pedido, ele se retirou. Então, voltamos a beber um pouco mais de champanhe e Ana começou a falar.
— Sabe, Helena, estou começando a pegar carinho por você, e isso é muito raro em mim. Não sou de ter amizades, sou bem reservada, mas com você me desinibido e me sinto mais solta, mais sociável. Você faz eu sentir vontade de aproveitar a vida de novo. Como deve saber, fiquei órfã muito jovem e os avós do chefe me adotaram. Minha educação foi muito dura: terços, retiros, castigos. Eu tinha que ser a melhor, mas o que eu gostava mesmo eram carros e, principalmente, dirigi-los. Foi por isso que larguei os estudos e, escondida, praticava com os carros da casa. Pegava eles e dava voltas pela fazenda.
Mas tanta educação, tanta disciplina me afastaram das pessoas e me concentrei nos carros. Até que me mudei para a casa e comecei a te conhecer melhor. Percebi sua beleza, sua sensualidade, esses atributos que eu não tenho e nem me esforço para ter.
— Você é louca, Ana. Dizer que não é bonita nem sensual é porque não conhece seu próprio corpo. Você é a mulher mais sexy que conheço, seu corpo exala sensualidade aos montes. Você teria aos seus pés quem quisesse. É agradável, tem uma conversa fluida, é inteligente, sabe se vestir, e quando quer, como hoje.
Você me supera em beleza. Não diga isso, está me ofendendo. Eu também tenho carinho por você.
Naquele momento, estive prestes a revelar meus sentimentos por ela, mas me Me contive, percebi que não era a hora. O garçom chegou com o peixe e o sommelier com o vinho, abriu ele na nossa frente e ficou pensando pra quem dar pra provar. No fim, escolheu a Ana. Ela pegou a taça, balançou um pouco, levou a taça ao nariz, cheirou e deu um pequeno gole, segurando o líquido na boca por uns dois segundos, engoliu e deu sua aprovação. Então ele encheu minha taça até a metade e completou a dela, deixou ela numa geleira e se retirou. Nós duas caímos na risada de novo, comentando a cara que ele fez quando não sabia a quem servir primeiro. Começamos a jantar o peixe e a beber com gosto, enquanto comíamos o peixe, falamos de coisas banais, e antes de terminar, pedimos outra garrafa de vinho, que também viramos. Assim que terminamos de jantar e tiraram nossos pratos, o maître perguntou se queríamos café ou algum chá. As duas pedimos café e, entre risadas, uma dose de conhaque e um charuto.
Enquanto serviam os cafés e as doses, nos mostraram uma caixa de charutos pra escolhermos. Rimos como duas novinhas fazendo uma travessura. Os garçons foram embora, acendemos os charutos e, na primeira tragada, quase nos engasgamos com a tosse que deu. Rimos de novo e apagamos os charutos. Pegamos as taças de conhaque, fizemos um brinde e demos um bom gole. Senti o sabor forte do licor e o calor descendo pela minha garganta. Foi aí que a Ana me propôs brindar como se fôssemos recém-casados. Cruzamos nossos braços e cada uma levou sua taça à boca. Eu a sentia tão perto que não consegui me segurar e, depois de dar um gole, meus lábios buscaram os dela, e beijei ela suavemente. Ela não fez menção de se afastar, pelo contrário, abriu a boca e com a língua molhou meus lábios. Eu também abri a boca e nossas línguas se encontraram. Nos beijamos com paixão, com doçura. Nos separamos e ficamos Olhando uma para a outra, a gente caiu na gargalhada de novo. O gerente do salão entrou assustado perguntando se a gente tava bem, e as duas, em uníssono, falamos que nunca estivemos tão bem na vida. Ele se mandou, e a Ana me disse:
"Helena, você não faz ideia de como eu queria te beijar. Desde o dia que você dominou a Lúcia e eu te vi pelada, comecei a sentir algo que não conseguia entender. E foi quando fui morar com você e te via vestida assim pela casa que percebi que tava apaixonada por você. Eu não acreditava, porque me considerava hétero, mas cada vez mais fui me convencendo de que meus sentimentos por você eram de amor, de tesão. E quando você comentou sobre sair, quase gozei na hora. Minha cabeça começou a girar em torno de um plano: te conquistar hoje e transar com você."
"Ana, era exatamente isso que eu queria pra essa noite."
A gente ficou se olhando nos olhos e juntou nossas bocas de novo, dessa vez com muito mais paixão.
Pedimos a conta e, enquanto esperavam, a gente terminou a taça de conhaque. Depois de pagar o jantar, saímos do restaurante de mãos dadas, com uma cara de felicidade que nem um casal de namorados que acabou de se aceitar. Entramos no carro e, antes de dar a partida, meus braços envolveram o pescoço da Ana e eu beijei ela como nunca tinha beijado ninguém. Ela correspondeu, e, descendo as mãos, colocou elas nas minhas pernas, começou a me acariciar por cima do vestido. Soltei um gemido e pedi pra ela parar, por favor, pra gente ir pra casa, tomar uma bebida e continuar nos beijando. Ela tirou a mão da minha perna, piscou um olho e ligou o carro. Em quinze minutos, a gente tava na garagem. Quando eu ia abrir a porta, ela pegou minha mão e levou até a buceta dela.
"Olha como você me deixou. Nunca na minha vida fiquei tão excitada. Só quero te acariciar, te beijar, te lamber e te devorar toda."
"Ana, vamos subir, tirar a roupa, tomar uma bebida e curtir olhando nossos corpos e nos beijando. Depois, a gente sobe pro meu quarto e transa até não aguentar mais. cair rendidas.
Ela assentiu com a cabeça, soltou minha mão, saímos do carro, subimos e, ao chegar na sala, fiquei na frente dela, dei um beijo nela, peguei duas taças no aparador, enchi de conhaque, entreguei uma pra ela, coloquei a minha em cima da mesa e comecei a me despir devagar, lentamente, pra que a Ana aproveitasse cada centímetro da minha pele que ia sendo revelado. O rosto dela tava radiante, dava pra ver que ela tava feliz. Eu continuei tirando a roupa e, quando cheguei na cintura, deixei cair tudo, mostrando meu corpo inteiro pra ela. Me aproximei, beijei ela de novo, misturando nossas salivas. Ela me segurou pela cintura e enfiou a língua na minha boca com paixão. Eu deixava ela fazer o que quisesse, meu corpo era uma máquina de sentir prazer, a paixão percorria cada pedaço de mim. Me afastei uns dois centímetros dela e comecei a despir ela. Ela ia reclamar, mas coloquei um dedo nos lábios dela.
"Olha, Ana, você já me viu praticamente nua, por isso que eu peço pra você me deixar te despir e descobrir sua beleza com minhas próprias mãos."
Ela aproximou os lábios de novo da minha boca e me beijou com mais intensidade, se afastou um pouco e me ofereceu o corpo. Virei ela de costas e soltei o gancho do vestido no pescoço dela. Era perfeito, sem nenhuma flacidez ou ruga. Peguei as duas alças e, devagar, fui descendo pelo corpo dela, acariciando com um dedo. Ela começou a tremer e soltar uns gemidinhos baixos. Virei ela de novo e abaixei o vestido até a cintura, deixando os peitos dela à mostra. Eram maravilhosos, sem nenhuma marca de biquíni, dava pra ver que ela ia pra praia de peito de fora. Eram durinhos, com auréolas grandes e uns bicos que naquele momento pareciam dois mastros de bandeira de tão eretos que estavam. Com cuidado, levei minha mão até um deles e comecei a massagear com suavidade, meus dedos contornavam os bicos, percorrendo a auréola. Troquei pro outro peito e repeti o movimento. Naquela hora, a Ana não aguentou mais e teve um orgasmo. Ela me segurou pelo pescoço e puxou meus lábios pros dela, e me voltou a beijar, dessa vez com uma paixão que eu não saberia descrever, aproximou a boca do meu ouvido,
Helena, amor meu, você me fez sentir um orgasmo de loucura, não acreditei que fosse capaz de gozar como gozei com seus carinhos, meus peitos estão tão duros que até doem, estou gozando loucamente, por favor continua me acariciando e descobrindo meu corpo.
Nós nos separamos, demos um bom gole no conhaque e eu afrouxei o cinto que apertava sua cintura assim que terminei, seu vestido acabou caindo completamente no chão, quando meu olhar desceu até seu púbis meu coração quase saiu pela boca, ela era divina, tinha umas pernas adoráveis, e uma buceta que dava pra ver que era carnuda, não aguentei mais e desci minhas mãos até aquela iguaria que tanto desejava, sussurrei no ouvido dela o que pretendia fazer e ela começou a lamber os lábios com a língua, quando minhas mãos chegaram ao seu sexo, meus dedos começaram a acariciar seus lábios externos, percorrendo eles de cima a baixo e invertendo o sentido do movimento, assim por um bom tempo, ela se contorcia, pedia pra eu continuar, eu seguia com meu plano, quando entendi que já estava pronta procurei seu clitóris e comecei a acariciá-lo, no início devagar pra ir aumentando o ritmo aos poucos, Ana já não gemia, gritava de prazer diretamente, pedia mais, pra eu foder ela logo, eu continuei com minha massagem no clitóris dela até que ela atingiu um novo orgasmo encharcando meus dedos de líquido.
Helena, por favor, não para, você está me deixando louca, na minha vida nunca aproveitei tanto do sexo como agora com você, me ama com paixão, arranca mais orgasmos do meu corpo, nesse momento a luxúria me domina, eu te amo.
Ao ouvir aquelas palavras saindo da boca de Ana, tive um orgasmo espetacular que me molhou toda, abracei ela e beijei com uma intensidade que nunca senti, de novo nossas línguas se fundiram como se fossem um único apêndice, nossas salivas se misturaram como se fossem uma única fonte, juntamos nossos corpos de tal maneira que Éramos só um, nos acariciávamos, enquanto nossas bocas continuavam unidas, minhas mãos começaram a percorrer suas nádegas, fortes, duras, carnudas, e meus dedos deslizaram pela sua fenda, parando no seu ânus, fazendo um movimento circular ao redor dele. No começo, ela apertou os glúteos, mas conforme o prazer ia tomando conta, ela se soltou e abriu as pernas para facilitar a massagem. Fiquei massageando por uns dois minutos enquanto nos beijávamos, e separei minha boca da dela, peguei na mão dela e começamos a subir as escadas. Ao chegar no quarto, nos beijamos de novo, delicadamente a deitei na cama e separei meus lábios dos dela, começando a beijar seu rosto, os lóbulos das orelhas, seu pescoço, descendo devagar. Parei no seu umbigo e enfiei a língua, lambendo com suavidade, comecei a fazer um movimento de vai e vem no umbigo que fez Ana arquear as costas e soltar gritos de prazer. Continuei descendo e beijando, e quando estava perto da sua buceta, me levantei e desci até os pés dela, comecei a chupar os dedos um por um, como se fizesse um boquete em cada um, e depois lambi seu peito do pé. Comecei a subir e, quando estava chegando de novo no seu sexo, me levantei outra vez e a beijei.
Me escuta, Ana, quero que esse momento seja o mais intenso das nossas vidas, então vou começar a comer sua buceta com tanta paixão que você não vai parar de gozar até eu acabar. Se você sentir que está cansada ou não quiser continuar, me fala e eu paro, mas sei que isso não vai acontecer, meu amor. Te quero e quero que você goze como nunca gozou.
Beijei ela de novo e desci até sua buceta, comecei a beijar com ardor, parando em cada centímetro, lambendo cada poro, sentindo cada um dos seus aromas. Minha língua chegou ao seu clitóris e lambeu com força, ela começou a gemer e na hora teve um orgasmo. Minha língua começou a penetrar sua vulva, entrando e saindo como se fosse um pau, ela se dobrou toda, me agarrou pela cabeça e me apertou mais contra ela. Buceta.
Helena, não para, continua comendo minha buceta, enfia mais fundo sua língua, fode com essa língua gostosa que você tem, não para, quero sentir um orgasmo atrás do outro até cair de exausta, te amo, você é a coisa mais linda da minha vida, quero você dentro de mim, meu amor.
Cada vez o ritmo da minha língua ia acelerando até que ela teve um novo orgasmo, bebi seus sucos como se fosse a última coisa que fosse beber na minha vida, me virei de modo que minha buceta ficasse na altura do rosto dela.
Ana, esse é o momento que as duas estávamos esperando, agora vamos nos amar as duas ao mesmo tempo, quero que você arrebente minha buceta com seus carinhos, seus beijos, com sua língua e com seus dedos, enquanto eu também vou aproveitar seus lábios vaginais tão carnudos.
Comecei de novo a comer a buceta dela, enquanto ela timidamente ia aproximando a boca da minha xereca, colocou a língua pra fora e devagar começou a acariciar meus lábios, aumentando o ritmo conforme ia ganhando confiança e gosto pelo contato, depois já beijou todos os cantinhos da minha buceta, enquanto eu enfiava um dedo na buceta dela, começando a mexer pra cima e pra baixo, ela afastou o rosto, deu um grito e teve um novo orgasmo, depois disso voltou a se dedicar à minha xereca, eu já estava enfiando o segundo dedo quando comecei a sentir uma onda de calor que ia da minha cabeça até minha buceta e tive um orgasmo enorme, sentia como a Ana tentava beber todo o meu fluxo e que começava a enfiar um dedo em mim, eu por minha parte continuava masturbando ela cada vez mais rápido e com a outra mão comecei a enfiar devagar um dedo no cu dela, ela afastou a cabeça de novo e soltou um suspiro, voltando a lamber minha buceta enquanto enfiava um segundo dedo, devagar meu dedo foi penetrando o cu dela e comecei a torcer ele lá dentro, ela começou a rebolar pra acompanhar o movimento, enquanto enfiava um terceiro dedo, aumentando o ritmo do vai e vem, não aguentei mais e entre gritos e gemidos tive um novo orgasmo, enfiei um terceiro dedo na buceta e ela em mim um quarto dedo, as duas ao mesmo tempo começamos a aumentar o ritmo até que juntas explodimos num orgasmo de dimensões incríveis, gritávamos, gemíamos, éramos sacudidas por descargas elétricas transmitidas pelos nossos neurônios, ambas caímos de cada lado da cama, juntamos nossos lábios e línguas de novo e, cheias de suor e fluidos, dormimos.
Amo vocês se comentarem, obrigada, beijinhos.
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