Continuação
Paula chegou tarde, eu tava dormindo, ela não me acordou. Levantei de manhã, preparei o café da manhã e fui acordar ela.
Ela tinha que trabalhar cedo, eu continuava de férias forçadas.
— Preciso te contar uma coisa — falei. Ela me olhou com cara de sono. Comecei a contar tudo que tinha feito no dia anterior.
Ela terminou de me ouvir, se levantou e disse: — Então você tirou fotos minhas dormindo pra outro? Acha bonito? — Me recriminou. Não acreditei, de tudo que eu fiz, só isso importou pra ela?
— Você tá cada vez mais cuck e mais submisso, parabéns. Me dá medo o quão puta você tá ficando. Mas nunca vai me faltar um macho do meu lado. Vamos ver como você continua com isso — ela disse. E continuou: — Te aviso que hoje eu tenho trabalho, então já sabe o que vai ter que fazer, hahahahaha. Embora esteja me dando vontade de conhecer esse velhinho, saber que ele te trata assim me excita. Me conta como é a rola dele, fica bem dura?
— Sim — respondi, baixando o olhar — e saiu muito leite. Ele tem o freio cortado, a cabeça aparece bem. Mas não quero ir hoje, não quero ter que chupar a rola dele.
— Perdão? — ela me cortou — Como assim não vai? Você vai, vai levar um presente meu, e vai fazer tudo que ele pedir. Agora vou mandar uma mensagem e avisar ele. E mais uma coisa — acrescentou — quando sair, vem pra casa e não toma banho, quero te ver como ele te deixa. Hahahahaha
Ela se vestiu, me beijou, me deu a calcinha que usou pra dormir pra eu levar pra ele e foi embora sem mais comentários.
Cheguei pontualmente às 10h no escritório do Daniel, a secretária sorriu pra mim e me mandou sentar esperar. Passaram uns 20 minutos e o Daniel saiu, me cumprimentou formalmente e disse: — Lamento que sua esposa não tenha podido vir, mas me dá uns minutos e já mando você entrar pra resolver o assunto.
O filho da puta deixou claro na frente de todo mundo o que eu tinha que fazer. Fiquei vermelho e queria ir embora, mas a vontade de ser humilhado falou mais alto. Sentei e esperei. Minha rola tava muito dura.
Às 11h já tava bem Ansioso, o telefone da secretária toca e o Daniel me manda entrar. Entrei e, sem dizer uma palavra, ele estende a mão e fala:
– Me dá o que você trouxe.
Tirei do bolso a calcinha da minha mulher e entreguei pra ele.
Ele pegou, olhou:
– Que pequenininha, como você consegue dormir com isso do lado todo dia? Eu não ia aguentar, ficava de pau duro o tempo todo.
Levou a calcinha no nariz e cheirou sem delicadeza nenhuma.
– Uff, que cheiro gostoso, vem cá, cheira.
Me aproximei e cheirei.
– Já imaginava – ele disse –, muito cheiro de puta. Ela me escreveu e avisou que não vinha. Quer que eu te conte o que ela pediu pra você fazer? Ou deixo como surpresa?
Não respondi, só me senti humilhado por saber que minha mulher falava de mim com outro cara e pedia pra ele me fazer coisas.
– Vamo fazer uma parada – ele falou –, senta no computador e escolhe as melhores fotos da sua mulher. Quero ver o seu gosto.
Sentei na cadeira dele, abri a pasta com as fotos da Paula e escolhi cinco. A raba dela, os peitos, uma dormindo, uma se tocando e outra na praia fazendo booty less, que é linda demais.
O Daniel sentado do meu lado só ria:
– Bom gosto, corno. Adiciona mais uma da sua mulher pelada, mostrando o corpo inteiro.
Fiz isso.
– Muito bem – ele continuou –, abre o WhatsApp Web e manda elas pro grupo que chama “Futebol de quarta”. Te incomoda dividir com o grupo? A gente se encontra toda quarta pra jogar bola e quero me exibir um pouco, hahahaha.
– Não, pelo amor de Deus – implorei –, dá pra ver o rosto dela em duas, não quero que conheçam ela.
– Hahahaha, fica tranquilo, são gente boa, hahahaha.
– Não, por favor, não seja tão filho da puta.
– Levanta – ele ordenou. Sentou no computador, selecionou os arquivos e falou: – Vem cá, tem o prazer de mandar você.
Estendi a mão e apertei Enter. Todas foram enviadas. O que eu fiz? Pensei. Já era tarde.
O Daniel começou a se masturbar, eu chorava e ele ria igual um louco.
Aos poucos, as mensagens dos amigos dele apareceram:
– Eeeeh, puta gostosa.
– Olha os peitos da mina.
– Uff, entrega essa puta, como ela se chama?
– Simmm, traz ela na quarta pra lavar a gente todo, hahahahaha.
Não paravam mais. as grosserias e insultos
Daniel pegou no teclado e me olhou – tão me perguntando o nome, o que eu faço, falo pra eles ou passo o celular também?
– Não, Daniel – não fala nada – por favor
– Ela se chama Paula – escreveu – e se escreverem as coisas que fariam com ela, passo o celular. Me olhou e disse – quem me der a melhor opção eu passo, e pode ter certeza que esses caras são uns canibais, a menos que...
Levantando, pegou minha mão e levou até a pica. Não hesitei, já tinha feito aquilo antes e não me importei muito. Fiz uma boa punheta, cuspi na minha mão e comecei a fazer ele gozar, sem a menor pressa. Queria me esforçar, não sei bem por quê.
Ele sentou, eu me ajoelhei na frente dele e ele continuou lendo, enquanto eu batia uma pra ele.
– Eu faço ela ter gêmeos se me deixar uma noite, hahaha –
– Eu gozo nos peitos dela –
– Acho que se a gente se entender nessa buceta, cabe mais de uma pica.
– Que ideia boa esse cara me deu – ele fala – Cê acha? Vão entrar duas picas nessa buceta?
A pica dele tava prestes a explodir, eu tinha ela na frente da minha cara e de repente saíram umas gotinhas de pré-gozo. Escorreram pelas minhas mãos e parei de bater. O cheiro era forte. Ele me olhou e disse – cê gostou? Lambe.
Olhei pra ele e depois pra pica dele, minha mão ainda segurando ela. Não soube dizer não, queria provar. Me aproximei e lambi. O líquido ficou na minha língua e a sensação foi horrível.
Olhei pra ele e ele riu. – Já vai gostar, corno, continua lambendo. Fiz isso, segurei a pica dele de novo bem forte e lambi ela toda, não durou muito mais. Senti as pernas dele tensarem e ele gozou na minha mão e um pouco na minha boca. Quase não consegui me afastar, senão inundava minha boca.
Ele se levantou e foi lavar. Fiquei com o esperma dele na mão e um pouco na boca. Voltou depois de um tempo e disse – vai embora, já fez o seu.
– Me dá um guardanapo? – perguntei –
– Não, vai assim mesmo, a Paula quer beijar um corno bem sujo.
Foi até a porta e sem mais abriu. Fechei minha mão direita, cheia de esperma, e com a esquerda me limpei. Cara. O que eu tinha na boca, não deu outra, tive que engolir.
Daniel riu pra caralho e falou: — Vai lá, leva o presente pra Tusa, que ela curta.
Não sabia o que fazer. Fui pra casa tentando não perder uma gota do sêmen dele. Minha mão tava um melaço. Cheguei em casa e tava tudo uma bagunça, tinha gotas do sêmen dele pra todo lado, calça, camisa.
Quando entrei, a Paula tava lá. Ela me olhou, riu e falou: — Cadê meu presente?
Abri a mão. Uma substância seca tava ali, e mais um melaço entre os dedos.
Paula lambeu minha mão e chegou perto pra me beijar. — Que cheiro que tem essa puta saindo da sua boca, corno — ela disse. — Gostou?
Não respondi. Ela pegou minha mão e me levou pro quarto. Ficou me beijando um tempão, e eu passei minha mão nela toda. Gozei em poucos minutos, como nunca. No meio dos peitos dela. Deitei do lado dela.
— E agora, como é que eu gozo? — ela perguntou.
Ela sentou na minha cara e eu só pude lamber a buceta dela até ela gozar. Quando gozou, deslizou pra baixo e os peitos dela passaram pelo meu rosto. Me olhou fixo e falou: — Olha como você deixou eles. Já que você gosta, de agora em diante vai me deixar limpinha, limpinha toda vez que a gente fizer alguma coisa.
Ela colocou os peitos na minha cara e esperou. A ordem era clara. Comecei a lamber e comer meu próprio sêmen, algo que me deu muito mais nojo do que o do Daniel.
Terminei de limpar ela. Ela deitou do meu lado e falou: — Vai tomar um banho que você tá nojento e me traz alguma coisa pra comer que eu tô morrendo de fome.
Fiz isso. Voltei um tempo depois e a Pau tava rindo.
— Quem é Marcelo? Diz que é amigo do Antonio e que você mandou fotos minhas pra ele. É verdade? — ela me confrontou.
O filho da puta do Antonio tinha passado o telefone pro amigo dele. E a história começava de novo…
Paula chegou tarde, eu tava dormindo, ela não me acordou. Levantei de manhã, preparei o café da manhã e fui acordar ela.
Ela tinha que trabalhar cedo, eu continuava de férias forçadas.
— Preciso te contar uma coisa — falei. Ela me olhou com cara de sono. Comecei a contar tudo que tinha feito no dia anterior.
Ela terminou de me ouvir, se levantou e disse: — Então você tirou fotos minhas dormindo pra outro? Acha bonito? — Me recriminou. Não acreditei, de tudo que eu fiz, só isso importou pra ela?
— Você tá cada vez mais cuck e mais submisso, parabéns. Me dá medo o quão puta você tá ficando. Mas nunca vai me faltar um macho do meu lado. Vamos ver como você continua com isso — ela disse. E continuou: — Te aviso que hoje eu tenho trabalho, então já sabe o que vai ter que fazer, hahahahaha. Embora esteja me dando vontade de conhecer esse velhinho, saber que ele te trata assim me excita. Me conta como é a rola dele, fica bem dura?
— Sim — respondi, baixando o olhar — e saiu muito leite. Ele tem o freio cortado, a cabeça aparece bem. Mas não quero ir hoje, não quero ter que chupar a rola dele.
— Perdão? — ela me cortou — Como assim não vai? Você vai, vai levar um presente meu, e vai fazer tudo que ele pedir. Agora vou mandar uma mensagem e avisar ele. E mais uma coisa — acrescentou — quando sair, vem pra casa e não toma banho, quero te ver como ele te deixa. Hahahahaha
Ela se vestiu, me beijou, me deu a calcinha que usou pra dormir pra eu levar pra ele e foi embora sem mais comentários.
Cheguei pontualmente às 10h no escritório do Daniel, a secretária sorriu pra mim e me mandou sentar esperar. Passaram uns 20 minutos e o Daniel saiu, me cumprimentou formalmente e disse: — Lamento que sua esposa não tenha podido vir, mas me dá uns minutos e já mando você entrar pra resolver o assunto.
O filho da puta deixou claro na frente de todo mundo o que eu tinha que fazer. Fiquei vermelho e queria ir embora, mas a vontade de ser humilhado falou mais alto. Sentei e esperei. Minha rola tava muito dura.
Às 11h já tava bem Ansioso, o telefone da secretária toca e o Daniel me manda entrar. Entrei e, sem dizer uma palavra, ele estende a mão e fala:
– Me dá o que você trouxe.
Tirei do bolso a calcinha da minha mulher e entreguei pra ele.
Ele pegou, olhou:
– Que pequenininha, como você consegue dormir com isso do lado todo dia? Eu não ia aguentar, ficava de pau duro o tempo todo.
Levou a calcinha no nariz e cheirou sem delicadeza nenhuma.
– Uff, que cheiro gostoso, vem cá, cheira.
Me aproximei e cheirei.
– Já imaginava – ele disse –, muito cheiro de puta. Ela me escreveu e avisou que não vinha. Quer que eu te conte o que ela pediu pra você fazer? Ou deixo como surpresa?
Não respondi, só me senti humilhado por saber que minha mulher falava de mim com outro cara e pedia pra ele me fazer coisas.
– Vamo fazer uma parada – ele falou –, senta no computador e escolhe as melhores fotos da sua mulher. Quero ver o seu gosto.
Sentei na cadeira dele, abri a pasta com as fotos da Paula e escolhi cinco. A raba dela, os peitos, uma dormindo, uma se tocando e outra na praia fazendo booty less, que é linda demais.
O Daniel sentado do meu lado só ria:
– Bom gosto, corno. Adiciona mais uma da sua mulher pelada, mostrando o corpo inteiro.
Fiz isso.
– Muito bem – ele continuou –, abre o WhatsApp Web e manda elas pro grupo que chama “Futebol de quarta”. Te incomoda dividir com o grupo? A gente se encontra toda quarta pra jogar bola e quero me exibir um pouco, hahahaha.
– Não, pelo amor de Deus – implorei –, dá pra ver o rosto dela em duas, não quero que conheçam ela.
– Hahahaha, fica tranquilo, são gente boa, hahahaha.
– Não, por favor, não seja tão filho da puta.
– Levanta – ele ordenou. Sentou no computador, selecionou os arquivos e falou: – Vem cá, tem o prazer de mandar você.
Estendi a mão e apertei Enter. Todas foram enviadas. O que eu fiz? Pensei. Já era tarde.
O Daniel começou a se masturbar, eu chorava e ele ria igual um louco.
Aos poucos, as mensagens dos amigos dele apareceram:
– Eeeeh, puta gostosa.
– Olha os peitos da mina.
– Uff, entrega essa puta, como ela se chama?
– Simmm, traz ela na quarta pra lavar a gente todo, hahahahaha.
Não paravam mais. as grosserias e insultos
Daniel pegou no teclado e me olhou – tão me perguntando o nome, o que eu faço, falo pra eles ou passo o celular também?
– Não, Daniel – não fala nada – por favor
– Ela se chama Paula – escreveu – e se escreverem as coisas que fariam com ela, passo o celular. Me olhou e disse – quem me der a melhor opção eu passo, e pode ter certeza que esses caras são uns canibais, a menos que...
Levantando, pegou minha mão e levou até a pica. Não hesitei, já tinha feito aquilo antes e não me importei muito. Fiz uma boa punheta, cuspi na minha mão e comecei a fazer ele gozar, sem a menor pressa. Queria me esforçar, não sei bem por quê.
Ele sentou, eu me ajoelhei na frente dele e ele continuou lendo, enquanto eu batia uma pra ele.
– Eu faço ela ter gêmeos se me deixar uma noite, hahaha –
– Eu gozo nos peitos dela –
– Acho que se a gente se entender nessa buceta, cabe mais de uma pica.
– Que ideia boa esse cara me deu – ele fala – Cê acha? Vão entrar duas picas nessa buceta?
A pica dele tava prestes a explodir, eu tinha ela na frente da minha cara e de repente saíram umas gotinhas de pré-gozo. Escorreram pelas minhas mãos e parei de bater. O cheiro era forte. Ele me olhou e disse – cê gostou? Lambe.
Olhei pra ele e depois pra pica dele, minha mão ainda segurando ela. Não soube dizer não, queria provar. Me aproximei e lambi. O líquido ficou na minha língua e a sensação foi horrível.
Olhei pra ele e ele riu. – Já vai gostar, corno, continua lambendo. Fiz isso, segurei a pica dele de novo bem forte e lambi ela toda, não durou muito mais. Senti as pernas dele tensarem e ele gozou na minha mão e um pouco na minha boca. Quase não consegui me afastar, senão inundava minha boca.
Ele se levantou e foi lavar. Fiquei com o esperma dele na mão e um pouco na boca. Voltou depois de um tempo e disse – vai embora, já fez o seu.
– Me dá um guardanapo? – perguntei –
– Não, vai assim mesmo, a Paula quer beijar um corno bem sujo.
Foi até a porta e sem mais abriu. Fechei minha mão direita, cheia de esperma, e com a esquerda me limpei. Cara. O que eu tinha na boca, não deu outra, tive que engolir.
Daniel riu pra caralho e falou: — Vai lá, leva o presente pra Tusa, que ela curta.
Não sabia o que fazer. Fui pra casa tentando não perder uma gota do sêmen dele. Minha mão tava um melaço. Cheguei em casa e tava tudo uma bagunça, tinha gotas do sêmen dele pra todo lado, calça, camisa.
Quando entrei, a Paula tava lá. Ela me olhou, riu e falou: — Cadê meu presente?
Abri a mão. Uma substância seca tava ali, e mais um melaço entre os dedos.
Paula lambeu minha mão e chegou perto pra me beijar. — Que cheiro que tem essa puta saindo da sua boca, corno — ela disse. — Gostou?
Não respondi. Ela pegou minha mão e me levou pro quarto. Ficou me beijando um tempão, e eu passei minha mão nela toda. Gozei em poucos minutos, como nunca. No meio dos peitos dela. Deitei do lado dela.
— E agora, como é que eu gozo? — ela perguntou.
Ela sentou na minha cara e eu só pude lamber a buceta dela até ela gozar. Quando gozou, deslizou pra baixo e os peitos dela passaram pelo meu rosto. Me olhou fixo e falou: — Olha como você deixou eles. Já que você gosta, de agora em diante vai me deixar limpinha, limpinha toda vez que a gente fizer alguma coisa.
Ela colocou os peitos na minha cara e esperou. A ordem era clara. Comecei a lamber e comer meu próprio sêmen, algo que me deu muito mais nojo do que o do Daniel.
Terminei de limpar ela. Ela deitou do meu lado e falou: — Vai tomar um banho que você tá nojento e me traz alguma coisa pra comer que eu tô morrendo de fome.
Fiz isso. Voltei um tempo depois e a Pau tava rindo.
— Quem é Marcelo? Diz que é amigo do Antonio e que você mandou fotos minhas pra ele. É verdade? — ela me confrontou.
O filho da puta do Antonio tinha passado o telefone pro amigo dele. E a história começava de novo…
6 comentários - Humilhado pelo corno de novo 2
Qué nos lubriques bien con saliva en cada penetracion
q lindo cornudito putito q sos,me encanta