Fomos na casa da minha filha e do meu genro pra comemorar o aniversário do Alberto. Meu genro tem 29 anos e tá casado com a minha filha há quatro anos. A bebida e as risadas fizeram com que aquela tarde-noite eu me entregasse nos braços do meu genro gostoso.
Tinha combinado com minha filha e meu genro naquele sábado à tarde pra comemorar o aniversário do meu genro, que tava fazendo 29 anos. Minha filha falou que a gente se encontrava no meio da tarde, porque ela ia preparar uns aperitivos e depois um jantar leve antes de sair pra tomar alguma coisa, ou então a gente ficava em casa, dependendo da vontade de ir dançar. Passei dois dias rodando lojas atrás do presente certo pro Alberto. Ele é um cara esportivo, gosta de se manter em forma indo pra academia ou fazendo longas pedaladas. Fazia três anos que ele tinha comprado uma bicicleta de montanha e aproveitava os fins de semana pra pedalar quilômetros e quilômetros pelos caminhos perto do condomínio onde eles moravam.
Vou me apresentar pra vocês me conhecerem melhor. Meu nome é Carlota e tenho 47 anos. Tenho cabelo loiro, que geralmente prendo num coque, porque cabelo solto me incomoda e prefiro deixar ele preso. Meu marido e minha filha viviam falando pra eu deixar ele solto, que ia me fazer parecer mais jovem. Mas eu preferia ligar pro meu conforto e prendia ele, soltando só raramente. Tenho 1,64 de altura e meus peitos são de um tamanho respeitável, já que uso sutiã tamanho 100. Meus lábios são meio carnudos e adoro destacá-los com batom de um tom bem vermelhão. Do mesmo jeito, minhas unhas compridas eu gosto de manter sempre bem cuidadas. Peso uns 53 kg e tenho umas coxas que enlouquecem meu marido e que fazem mais de um conhecido perder o juízo. Por último, minha bunda é robusta e é uma das partes do meu corpo que mais deixam meu marido doido, ele não perde chance de passar a mão nela na menor oportunidade que aparece.
Naquela manhã de sábado, fui ao salão cortar as pontas da minha longa cabeleira e pintar de um loiro mais claro que o normal. Depois do almoço, passei pelo menos uma hora escolhendo o look daquela noite para ir bem gostosa no aniversário do Alberto. Fiquei fuçando no armário, provando vários conjuntos até decidir por um vestido curto e provocante, vinho, com um decote sugestivo que mostrava o vale dos meus peitões e destacava minhas coxas poderosas. As pernas, cobri com meia-calça preta e, de calçado, escolhi umas botas altas de cano, salto agulha e pretas. Me maquiei leve, delineei os olhos de preto, deixando eles bem sexy, e borrifei duas gotas do último perfume que meu marido me deu no pescoço. Por fim, peguei o casaco preto de pele que tinha comprado uns dias antes, porque aquela tarde tava mais fria que o normal.
Pegamos o carro e chegamos no chalé da minha filha em apenas meia hora. Ana e Alberto nos receberam no jardim, e meu genro, ao me beijar, sussurrou baixinho no meu ouvido que eu estava muito gostosa com aquele conjunto que eu tava usando, aproveitando que minha filha e meu marido tinham entrado em casa enquanto conversavam animadamente.
Alberto era um cara alto e forte por causa do exercício físico que fazia. Tinha uns 1,83 e era magro, mas de corpo firme. Era moreno, cabelo curto e as têmporas com uns fios de cabelo branco, o que o fazia parecer mais velho, mas realmente interessante pras mulheres. Desde que casou com minha filha, nunca tinha passado pela minha cabeça ter algo com ele, até uma noite em que Alberto nos pegou eu e meu marido transando no quarto de casa.
Era umas duas da manhã e acordei quando senti meu marido se apertando contra minha bunda enquanto pegava meus peitos com os dedos. Pelo visto ele tava com tesão e, pra ser sincera, eu tava afim do que ele tava fazendo. Ele começou a apalpar meus peitos, brincando com meus bicos ardentes, que ficaram duros na hora. Uma das partes mais sensíveis do meu corpo são meus bicos; se meu marido os estimula direitinho, o que ele faz com frequência, ele consegue me fazer gozar igual uma louca só com essa carícia.
Assim, Miguel, continua acariciando eles. Sabe que isso me deixa louca. Assim, muito bem, amor, não para. Então você quer guerra, hein???
Senti uma coisa dura se apertando contra minha bunda; sabia bem o que era. O pau do meu marido tava ficando duro com o roçando no meu rabo. Miguel enfiou uma das mãos por baixo do lençol e procurou por baixo da minha camisola a minha bucetinha quente, que já começava a lubrificar graças às carícias que meu marido me dava. Acariciou ela com suavidade, arrancando os primeiros gemidos dos meus lábios. Ele afastou o lençol pros pés e se posicionou entre minhas pernas, me dando pequenas mordidas nas coxas enquanto ia subindo por elas, se aproximando de forma perigosa da minha entreperna. Abriu a boca, deixando deslizar a língua molhada, que começou a brincar com a minha bucetinha depilada, que a recebeu com um suspiro de prazer. As lambidas que meu marido dava na minha xota me faziam gozar sem jeito, pedindo que ele continuasse mais e mais, sem me dar um segundo de descanso.
Coméhotel, gostoso, ahhhhhhhhhhh. Adoro o que sua língua faz comigo. Você me deixa louca. Não para que vou gozar logo. Adoro como você faz isso. Ummmmmmmm. Que prazer.
Enquanto Miguel chupava minha buceta molhada, ao mesmo tempo acariciava com as mãos meus peitos, dando uma massagem de enlouquecer. Os bicos dos meus peitos ficaram duros, igualzinho meu cabelo arrepiou com a siririca que ele me deu. Miguel me conhecia muito bem e sabia quais pontos do meu corpo tocar pra me fazer ver estrelas. Agarrei a cabeça dele, quase perdendo o sentido, e apertei entre minhas pernas sem deixar ele respirar, soltando um grito quando gozei entre os lábios do meu marido.
Tô gozandooooooo. Que maravilha, adoro como você chupa minha buceta. Você tem uma língua do caralho que consegue me fazer vibrar até o limite. Não aguento mais. Ahhhhhhggggggggggggg.
Depois daquele orgasmo fantástico, fui eu quem se colocou entre as pernas do meu marido, que me apontava desafiando com seu instrumento potente.
Agora é minha vez de te fazer sofrer. Vou tirar minha revanche pelo que você me fez. Vou tirar tudo de você até a última gota. Se prepara pra gozar, meu amor.
Abri a boca com gula e engoli aquele aríete grosso e pulsante, começando um boquete lento. Acariciei aquele presente que me ofereciam com puro deleite, lambendo desde a cabeça arroxeada até a base, me entretendo com aqueles penduricalhos cheios do líquido com que, em poucos minutos, ele ia recompensar minhas atenções. Meu marido acariciava meu cabelo, me ajudando com o boquete que eu tava fazendo nele.
Chupa ela, minha vida, você faz muito bem. Deixa ela bem dura pra eu meter até o fundo.
Sim, amor, adoro sua pica. É grossa e comprida do jeito que eu gosto. Minha bucetinha quente tá doida pra você encher ela com toda sua pica.
Cuspi nela pra babar ela toda, deixando bem molhadinha e pronta pra entrar dentro de mim. Deitei meu marido de barriga pra cima com aquele troço apontando pra cima, me provocando o tempo todo com aquela cabeça escura. Peguei aquele tesouro com a mão e guiei ele até a entrada da minha buceta, sentando devagar pra saborear ao máximo. Senti ele me penetrando aos poucos, me dando centímetro por centímetro daquele monstrinho até conseguir engolir ele inteiro. Fiquei uns segundos parada, degustando, passando a língua nos lábios pra umedecer, porque tinham ficado secos.
Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhgggggg. Que pau gostoso você tem. Me queima por dentro, mas é um calor fabuloso.
Meu marido me agarrou com força pelas cadeiras e começou a se mover como um animal, me fodendo como um possesso. Eu, por minha vez, me apoiei nas coxas dele, iniciando um movimento giratório naquele eixo que tanto prazer estava me proporcionando. Joguei a cabeça para trás, saboreando a forte penetração que meu marido estava me dando. Cavalgava em cima do Miguel sem dar um segundo de descanso. Ele estava me levando ao clímax com aquela cópula que estávamos realizando.
Me fode, filho da puta, você tá mandando muito bem. Se continuar assim, vai fazer eu gozar que nem uma égua. Auuuuuuuuuhhhhhhhhhh. Que delícia isso!!!!!!! Tô gozandoooooooooo, amor. Não paraaaaaa.
Eu também vou gozar, gostosa. Continua montando desse jeito que você vai me fazer encher você de porra em poucos segundos. Você é uma amazona maravilhosa. Adoro ver como você rebola em cima de mim.
Ambos gozamos sem aguentar mais aquele doce suplício. Caí exausta sobre meu marido enquanto sentia ele enchendo minhas entranhas com o esperma dele. Miguel soltou várias descargas dentro de mim até ficar sem forças debaixo de mim. Num momento de lucidez, entreabrindo os olhos, pude ver atrás da porta a imagem de Alberto se masturbando como um desesperado por causa da trepada que a gente tinha dado. Fixei meu olhar no que balançava entre as pernas dele e fiquei besta com o que vi. O que meu jovem genro segurava na mão era uma piroca muito mais grossa e comprida que a do meu marido. Olhei nos olhos dele e pisquei enquanto passava a língua nos lábios, molhando eles com cara de safada. Alberto sumiu em direção ao banheiro, acho que pra se masturbar depois da cena que viu. A verdade é que eu queria ter ido atrás dele pra foder ele por completo. Depois daquela experiência, soube que mais cedo ou mais tarde ia acabar na cama com ele. Sabia que nenhum de nós dois ia aguentar a vontade de ficar juntos. Me sentia atraída pelo meu jovem genro sem me sentir culpada com meu marido e minha filha.
Voltando pro chalé da minha filha, vou contar que ajudei a Ana a preparar o jantar, mas a maioria das coisas já tava pronta quando a gente chegou. Sentamos pra comer e em poucos minutos devoramos aquele jantar maravilhoso que minha filha preparou pra gente. Nós quatro távamos famintos e acabamos com os canapés e os sanduíches rapidinho. Bebemos vários copos de uma sangria deliciosa e refrescante que o Alberto tinha feito.
Depois de entregar os presentes pro Alberto, lá pelas onze da noite, a Ana e o Alberto sugeriram que a gente fosse tomar alguma coisa num pub perto de casa. Minha filha vestiu uma gola rolê preta e um conjunto de calça e blazer branco, completando o look com umas botinhas pretas, enquanto o Alberto colocou um blazer por cima da camisa. Pegamos o carro da minha filha e fomos pra uma balada que eles conheciam. Meu marido e minha filha foram pro balcão pedir as bebidas, enquanto eu e o Alberto aproveitamos pra ir no guarda-roupa. Fomos deixar os casacos e, no meio da multidão, senti o Alberto se esfregando sem vergonha nenhuma na minha bunda, fazendo eu sentir a ereção que já começava a aparecer entre as pernas dele. Ele encostou os lábios no meu ouvido e sussurrou com uma voz suave:
Sogra, ela tá me deixando louco. Essa noite vou comer ela nem que seja a última coisa que eu faça na vida. Desde aquela outra noite que vi ela cavalgando o marido dela, não penso em outra coisa.
Tá maluco? Falei com a voz trêmula. Meu marido e minha filha podem nos ver. Sou a mãe da sua mulher e isso que você tá fazendo não é certo.
Mesmo com aquelas palavras, não consegui resistir à tentação de acariciar a entreperna daquele jovem e comecei a apalpar a ereção foda que meu lindo genro me oferecia. Alberto se jogou em cima de mim e me deu um beijo rápido no pescoço que me fez derreter. Me afastei bruscamente do Alberto quando vi que Ana e Miguel vinham na nossa direção. Meu marido nos entregou os cubas-libres que a gente tinha pedido e começamos a beber enquanto nos posicionávamos num canto do balcão, sentando Ana e eu em dois bancos altos que nossos respectivos parceiros conseguiram pra gente.
Depois de cinco minutos conversando animadamente os quatro, o Alberto pediu pro meu marido se ele me deixava dançar comigo, e o Miguel não se opôs, puxando minha filha pra dançar.
Alberto, tenho que admitir que você é um cara ousado. Como é que você conseguiu pedir pro meu marido deixar você dançar comigo?
Carlota, meu bem, não paro de pensar em estar com você. Preciso te ter nos meus braços e sentir seu corpo colado no meu.
A gente dançou duas músicas de salsa e, de repente, mudaram a música pra uma lenta. Com isso, o Alberto aproveitou a chance que surgiu e, com a ajuda da luz mais baixa, se apertou contra mim, fazendo eu sentir a entreperna dele toda quente na minha. Cruzei as mãos atrás do pescoço dele e me deixei levar nos braços do meu jovem genro. Graças à escuridão do salão, o Alberto fez a gente se misturar com o povo até perder de vista a minha filha e o meu marido. Ao mesmo tempo, ele aproveitava pra passar a mão na minha bunda por cima do vestido. Ele tinha umas mãos fortes, com dedos compridos que massageavam meu rabo, me dando um puta prazer. Ele me levou pra um canto onde ninguém pudesse ver a gente, e deslizou as mãos quentes dele por baixo da minha saia, afastando a minha calcinha fio dental com dois dedos. Eu tava derretendo nos braços dele, o tempo parou de repente e eu esqueci completamente da minha filha e do Miguel. Só sentia os dedos do meu genro entrando perigosamente na minha buceta, começando a me masturbar no meio daquela balada.
Alberto, amor, preciso que a gente sente, por favor. Minha cabeça tá rodando.
Meu genro me carregou como se fosse uma pluma até uns sofás, me fez sentar e, unindo a boca na minha, começou a me beijar docemente. Misturamos nossas línguas com mais paixão, alheios ao resto do mundo. Não tínhamos muito tempo, então Alberto agarrou um dos meus peitos por cima do vestido, me fazendo gemer. Aquela simples carícia fez meus mamilos endurecerem, pedindo outro tipo de tratamento. Preferia que ele tivesse mordiscado com os dentes. Com a mão direita, senti o pau dele por cima da calça, notando como aquele falo começava a endurecer com meu toque suave. Alberto sussurrava palavras de alto calibre no meu ouvido enquanto eu fazia meu trabalho. Ele enfiou a mão por baixo da minha saia, guiando-a até o botão escondido dentro da minha calcinha fio dental. Com o primeiro contato, ele me fez dar um sobressalto de satisfação. Tirei o membro dele depois de abaixar o zíper da calça com dificuldade e comecei a mover minha mão mais rápido, querendo que ele gozasse o mais rápido possível para que meu marido e minha filha não sentissem nossa falta por tanto tempo.
Mas os desejos do Alberto seguiam por outros caminhos e ele afastou minha mão do seu instrumento poderoso de forma imperativa, me fazendo montar nele de pernas abertas.
Tá maluco? Cê não vai fazer isso aqui, podendo ser descoberto pelo meu marido e pela minha filha, vai?
Não te dá tesão que a gente possa ser pego? Carlota, tô doido pra te comer desde aquela noite que vi você e seu marido juntos. Seu corpo virou uma obsessão pra mim e não vou parar até te foder como um louco. Me deu um tesão do caralho ver vocês transando no quarto de vocês, e não vai negar que você gostou de ser observada por mim enquanto tava com seu marido.
Alberto me olhou com cara de safado e mandou eu montar nele ali mesmo. Não sei o que deu em mim naquela hora, mas, de repente, eu queria com todas as forças que ele me comesse no meio daquele lugar lotado de gente. O pau do Alberto era de um homem feito e direito, no auge da força. Era uma rola respeitável e de uma elegância surpreendente, com veias azuladas escuras e inchadas, e o comprimento e grossura de uma vara. A cabeça intensamente rosa parecia quase irritada.
O que você quer, gostosa?" – perguntei, acariciando a barriga morena e lisa dela, e ri quando a pica do moleque deu um pulo, subindo enquanto ele buscava um fôlego leve.
Meu aposto amante não respondeu com palavras, mas os fatos deixaram bem claro o que nós dois queríamos naqueles momentos de loucura. Agarrei com força aquele monstro pequeno e, guiando-o com sabedoria até minha buceta, sentei sobre aquela alavanca maravilhosa e ardente. Gemi alto, sem nenhum pudor, abrigada pelo volume alto da música da discoteca. Comecei a cavalgar o pau duro que Alberto gentilmente me oferecia e me senti completamente preenchida por aquela vara fabulosa. O movimento giratório que adotei arrancou suspiros suaves do meu genro, que suava litros com aquela trepada que estávamos dando. Ele me segurou firme pelos quadris enquanto eu subia e descia nele, espremendo ele a cada segundo que passava. O calor da discoteca, junto com aquele outro que estávamos aproveitando, fazia a gente suar sem jeito. De repente, parei naquela vara e comecei a gozar, sem aguentar mais aquele doce tormento que me tomava por completo.
Suspirei aliviada depois daquele orgasmo selvagem que me tomou e continuei me mexendo em cima do Alberto, tentando fazer com que ele gozasse dentro de mim. Rebolava e rebolava em cima daquele garoto novo, buscando a porra dele e um novo orgasmo pra mim, aproveitando que ele ainda tava duro. Já deviam ser uns dez minutos naquela posição e o filho da puta ainda não tinha gozado. Então decidi fazer ele explodir e me dar todo o leite dele. Deitei no peito dele, encostei a boca no ouvido e falei:
Vamo que vamo, gostosa, senão vão nos pegar. Já faz um tempão que a gente se perdeu e tão atrás da gente.
Alberto começou a me foder com mais violência, agarrando com força minhas nádegas enquanto me perfurava com sua vara apetitosa. A potência daquele pau me deixou totalmente hipnotizada, tenho que admitir que estava gozando como nunca. Nós dois gemíamos completamente enlouquecidos, respirando com dificuldade, nos aproximando do orgasmo que vinha a passos largos. Senti aquela porra gostosa pulsando dentro de mim e como meu genro ficou parado enquanto gozava, disparando vários jatos de leite que foram parar no fundo das minhas entranhas.
Alberto, amor, adorei o que você fez comigo. Vou ao banheiro me refrescar e buscar a Ana e o Miguel, que devem estar preocupados com a nossa demora.
Meu jovem amante só conseguiu levantar a cabeça de leve pra me dar um beijo carinhoso de agradecimento. Levantamos do sofá e cada um foi pro seu banheiro se recompor depois daquele ataque. Depois de cinco minutos me refrescando no banheiro da balada pra recuperar o fôlego após aquele encontro com meu genro, saí e encontrei minha filha, que me perguntou onde a gente tinha se metido, porque já estavam há mais de dez minutos nos procurando por todo lado. Ela disse pra gente ir pra casa, que meu marido e ela estavam mal, porque a bebida tinha subido um pouco à cabeça e queriam ir dormir. Quando Alberto se juntou a nós, fomos pegar o carro pra voltar pra casa. Minha filha falou pra gente ficar na casa dela pra dormir, já que eram quase três da manhã e, além disso, Miguel não tava em condições de dirigir. Depois de tomar três cubas-livres junto com a sangria do jantar, a verdade é que ele só tava pronto pra ir pra cama e dormir um bom tempo. Já a Ana também tava num estado parecido, com os dois vodkas com limão que tomou na balada, além do que já tinha consumido no jantar.
Então chegamos no chalé da minha filha e subimos pros nossos quartos. Miguel caiu duro na cama e apagou na hora; ele precisava dormir pra se recuperar da bebedeira. Aí aproveitei pra tomar um banho revigorante, pra me refazer da sessão de sexo que tinha curtido com meu jovem genro. Tirei o vestido daquela noite, fiquei só de sutiã e fio dental, descalça, e fui pro banheiro.
Fiquei me olhando no espelho, reparando nos meus olhos, meus lábios, meu pescoço, que estavam bem diferentes dos de anos atrás. Os anos de juventude foram embora como um suspiro, meu corpo já não tinha o encanto que tantas vezes enlouqueceu os homens quando passavam por mim, mas o relacionamento com Alberto me mostrou que ainda podia ser desejável para um rapaz jovem como meu lindo genrão. Tirei com um jeito provocante a calcinha fio dental que cobria meu tesouro dourado e o sutiã que libertou meus seios duros e empinados, que se ergueram firmes para cima.
Entrei no chuveiro e abri a torneira da água quente, esperando a temperatura ir suavizando um pouco. Enchi as mãos de xampu e comecei a molhar o cabelo, balançando a cabeça de um lado pro outro. Levei as mãos aos cabelos e comecei a ensaboar com frenesi; tenho que admitir que o toque suave dos meus dedos no meu cabelo me dá um prazer incrível. Desci as mãos acariciando meu pescoço sensível, roçando no rosto, nos braços, fechei os olhos e comecei a me imaginar abraçada pelo Alberto naqueles momentos... talvez não fosse tão sugestiva como antes, mas ainda me sentia cheia de paixão... massageei meus peitos firmes com muita vontade; as auréolas grandes e marrons começaram a endurecer com o tratamento que eu tava dando... senti que era meu genro quem comandava o movimento das minhas mãos. Me senti completamente entregue àquele jovem possessivo que me atraía tanto.
Não aguentei mais aquele tormento da massagem e desci minhas mãos para tornar as carícias ainda mais perigosas do que já eram. Massageei minhas coxas com muito tesão, abrindo as pernas sem nenhum freio. Meus peitos subiam e desciam no ritmo frenético da minha respiração, as pernas totalmente abertas desejando o contato da água que caía com força do chuveiro, indo parar no lugar certo, me fazendo sentir aquele impulso entre prazeroso e doloroso que me deixou louca. Comecei a massagear com força minha buceta molhada, respirando com dificuldade, brinquei e brinquei com minhas mãos e dedos no botãozinho que estava recebendo tanto prazer do Alberto. Aquele garoto mexia sabiamente os dedos, conseguindo arrancar de mim os maiores prazeres do fundo do meu ser.
Abri ainda mais minhas pernas………sentindo a água cair com mais força….as pernas buscavam desenfreadamente a umidade da água, aquele líquido elemento que estava me deixando tão relaxada, eu gemia num ritmo mais cadenciado….senti a presença cada vez mais próxima de Alberto ao meu lado, me abraçando com um desejo febril…me deixei escorrer entre os braços poderosos daquele rapaz que eu tinha certeza que ia me dar tanto prazer. Senti a presença ameaçadora daquele demônio túrgido que tanto me aturdia. Senti ele entrar na minha caverna encharcada, avançando sem pedir permissão, tomando posse daquele campo de batalha onde em breves instantes ia se travar um combate feroz. A ferramenta robusta apertava e apertava cada vez com mais afinco, me fazendo sentir no paraíso, arrancando de mim uivos genuínos de gozo………eu estava me aproximando do melhor dos prazeres, sem conseguir resistir por mais tempo àquele doce tormento. As mãos peludas do meu genro massageavam com força minhas nádegas duras enquanto ele penetrava cada vez mais forte, me fazendo saborear aquela iguaria gostosa que eu tinha entre as pernas. Aquele combate estava prestes a terminar sem um vencedor claro……..em poucos segundos, gritei com grande virulência, me sentindo completamente preenchida, sentindo a explosão daquele cavaleiro que com tanta contundência me fazia sua.
Fechei o chuveiro e saí do banho, cobrindo meu corpo suado com o roupão branco pendurado na porta do banheiro, amarrando-o bem firme. Sequei um pouco o cabelo molhado com a toalha, enrolando ela como um turbante. A imagem do Alberto ia tomando conta dos meus pensamentos cada vez mais, fazendo eles seguirem por caminhos de muito tesão e erotismo. Naquela hora, eu tava pronta pra me entregar pra ele de novo. A foda na balada não tinha acabado com aquele desejo que me dominava sem eu conseguir controlar nem por um segundo.
Desci pra cozinha pegar um refri, precisava de algo bem gelado. Abri a geladeira e peguei a garrafa de suco de laranja, enchendo o copo até a borda. Bebi tudo de um gole só, verdade seja dita, tava com sede, e não era só de suco de laranja. Ouvi passos atrás de mim e, de repente, me senti fortemente presa nos braços daquele cara que vinha me procurar de novo com cara de tesão. Ele deslizou a língua molhada pelo meu pescoço, me deixando com vontade de novo graças às carícias que o Alberto tava me dando. Ao mesmo tempo, agarrou meus peitos com força por cima do roupão, massageando eles de leve. Joguei a cabeça pra trás, deixando cair no ombro dele, enquanto me sentia dominada de novo pelas carícias que o Alberto fazia com tanta habilidade.
Não bastou o que rolou na balada e você vem me procurar de novo? Você é insaciável pra caralho. Isso me excita. Você não tem vergonha na cara, não? Meu marido e minha filha estão na mesma casa, a poucos metros da gente.
Fica tranquila, tão dormindo que nem veem a hora. Beberam pra caralho e o que precisam é dormir até amanhã, então a gente tem um tempão pra poder aproveitar nossos corpos de novo.
Aquela situação de estar na casa da minha filha, brincando com meu jovem amante enquanto minha filha e meu marido dormiam no quarto, alheios ao que estava rolando naquele momento, me deu um tesão do caralho. Alberto se apertou com força contra minhas nádegas, me macetando com verdadeiro furor com seu amigão estupendo. O filho da puta estava completamente pelado na cozinha da casa dele, sem medo de ser descoberto. Ele tinha espalhado pelo chão da cozinha suas poucas roupas, se mostrando completamente nu.
Você é um canalha, não tem consideração nenhuma comigo.
Não fala isso, você sabe que tá morrendo de vontade de estar nos meus braços.
Sou uma mulher decente e casada que não deveria se deixar enganar por um Don Juan como você. Te odeio.
Você me odeia, mas me deseja com toda a sua alma. Quer que eu te faça minha e que te entregue meu prazer até encher por completo seu corpo excitado. A tentação que te domina é forte demais para deixar passar essa oportunidade. Talvez não tenhamos outra chance de ficar juntos e, sinceramente, não vou desperdiçá-la. Quero aproveitar o melhor presente de aniversário que você pode me dar………..
Enquanto dizia essas palavras, Alberto continuava me batendo com força com sua ferramenta dura por cima do tecido que cobria minha bunda ansiosa. Não aguentei mais aquele tormento e comecei a girar devagar minha bunda ardente sobre aquele invasor irritante. Percebi como aquele pau começou a crescer sem parar entre as pernas do meu genro. Umedeci meus lábios sentindo a pressão que ele fazia na minha bunda delicada. Alberto soltou o cinto que segurava o roupão, que caiu aos meus pés.
Virei-me para ele e, olhando bem nos olhos dele, falei com as palavras mais sensuais que consegui encontrar naqueles momentos de aturdimento:
Você vai se foder, seu filho da puta. Vou fazer você sofrer do mesmo jeito que você faz comigo.
Isso é o que eu tô esperando há um tempão – ela me disse, sorrindo com um olhar desafiador.
Caí rendida entre as pernas dele, me agachando na frente daquele mastro poderoso que me apontava desesperado. Fiquei observando ele com calma por alguns segundos; na balada não tinha curtido aquela imagem torturante que tanto me atraía. Tenho que admitir que a natureza caprichou naquele garoto. Aquela gostosura media uns vinte centímetros e curvava pra cima, apontando pro teto. Tava desesperada atrás de alguém que a acolhesse e desse calor.
Alberto abriu as pernas, mostrando orgulhoso aquele penduricalho que tanto me deixava inquieta. Pegou minha nuca e me empurrou pra baixo, em direção ao pau dele, enquanto dizia:
Carlota querida, chupa ela de uma vez. Não aguento mais de vontade de você me chupar. Que tesão danado estar te comendo na minha casa. Porra, é tão bom!!!!
Aproximei minha mão com receio na virilha dura dele. Aquilo era maior do que qualquer outro pau que eu tinha encarado até então. Pelo menos uns quatro centímetros mais comprido que o do Miguel e, claro, bem mais grosso. Quando minha mão tocou aquela ereção imensa, me senti emocionada — o pau dele era forte, rijo e potente. Enquanto acariciava com prazer, umas gotas do suco do amor dele começaram a escorrer, cobrindo a cabeça. Aquilo me excitou e comecei a bater uma pra ele sem mais demora.
Enquanto eu punhetava o pauzão dele num ritmo compassado, Alberto me incentivava com palavras de baixo calão a fazer com mais força e rapidez. Minha mão segurava firme aquele pênis robusto como se não quisesse deixá-lo escapar de jeito nenhum. Eu o masturbei desesperadamente, movendo minha mão sem parar sobre aquele tronco que tanto me agradava. Aquele torpedo era liso, macio e destacava as veias escuras pulsando graças às carícias que eu lhe dava. Aquele músculo bombeava sangue sem parar um instante. Apertei ainda mais forte e senti sua dureza; não consegui segurar a vontade de apertá-lo e massageá-lo com gosto.
Alberto soltou um suspiro intenso que, claro, não era de dor, mas de um puta prazer que tomava conta do corpo dele. Eu segurava aquilo firme, mal conseguindo envolver com a mão por causa do tamanho e da grossura daquela rola incrível. Subia e descia a mão, percorrendo aquele tronco grosso, cada vez mais e mais frenético.
Aproximei, com medo e hesitação, minha boca gulosa no pau dele. Quando meus lábios tocaram a piroca dele, senti perder o controle total, ficando louca de tesão enquanto começava a chupar ele com toda a dedicação.
Continuei chupando ele com toda a vontade, Alberto pediu pra eu fazer mais rápido e não parar um segundo. Segui as instruções à risca e na hora senti os joelhos dele fraquejarem, tremendo enquanto o corpo ficava todo duro. Entre convulsões e gemidos abafados, o pauzão volumoso e cheio dele inchou, ficando ainda maior, mostrando que a gozada estava chegando. Senti o pau dele começar a tremer e na hora notei uma umidade cremosa na minha língua brincalhona, e segundos depois uma cachoeira grossa de líquido quente jorrou com força dentro da minha boca suculenta. Tentei desesperadamente segurar tudo na boca. Tirei o pau de dentro, fechando os olhos com força, e alguns jatos de porra espirraram na minha cara enquanto eu continuava masturbando ele com a mão.
Depois de engolir os grossos restos de porra que tinham enchido minha boca, com minha língua acariciei o pau molhado que, mesmo depois de gozar, continuava duro e triunfante. Alberto sorria pra mim com um olhar de agradecimento, enquanto eu limpava com cuidado os restos de esperma que cobriam meu rosto, o queixo e o peito.
Depois de cinco minutos de descanso, olhei pro Alberto com cara de muito tesão e, desafiando ele, falei:
Agora quero que me coma como uma louca. Acha que vai aguentar, gostoso?
O Alberto me ofereceu de novo o instrumento flácido dele, e eu me preparei pra masturbá-lo, pra ver se ele endurecia de novo e me entregava a masculinidade dele mais uma vez naquela noite inesquecível. Depois de mais cinco minutos chupando a pica dele sem um segundo de descanso, finalmente consegui fazer crescer de novo aquele músculo fantástico, que voltava a ter aquele aspecto ameaçador que tanto me hipnotizava.
Meu genro me colocou de costas pra ele, apoiando minhas mãos no mármore da cozinha com as pernas bem abertas. Ele se posicionou entre minhas pernas e, abrindo a boca, começou a chupar minha buceta devagar, arrancando de mim os primeiros gemidos de prazer.
Assim, meu amor, você faz muito bem, que prazer você me dá. Nossa, é fenomenal!!!!!!! Continua assim, não paraaaaaaaa.
Da buceta passou pro cu, molhando ele até me fazer gozar igual uma gostosa no cio. Tava ficando absolutamente louca com aquela carícia profunda. O cu é uma das zonas mais sensíveis que eu tenho e o filho da puta do meu genro tava me fazendo sentir no paraíso com a chupada de cu que ele tava me dando.
O que você tá tentando fazer comigo? Não vai me dizer que tá pensando em meter nessa minha bunda apertada? Você não teria coragem de fazer uma maldade dessas. Sua pica é grande demais pra caber no meu buraquinho apertado. Você vai me rasgar toda por dentro, seu filho da puta.
Apesar daquelas palavras, eu me sentia completamente preparada pra ser sodomizada pelo amante que me coube naquela noite. Sentia medo da enrabada que o Alberto ia me dar, mas, ao mesmo tempo, queria entregar meu tesouro mais precioso pra ele. Aquele filho da puta me fez sentir tão bem que merecia ganhar minha entrada traseira. Só faltava ele provar as delícias do meu cu escuro, porque já tinha aproveitado da minha buceta molhada e da minha boca faminta.
Alberto me empurrou com força contra o mármore, deixando minha bunda empinada, esperando o sacrifício duro que estava por vir. Ele começou a bater na minha entrada de trás com a ponta do pau, me fazendo ver estrelas com aquela carícia. Ficou brincando com a entrada do meu cu sem ainda me dar o pau pulsante dele. Queria me fazer sofrer com aquela batida forte no meu ânus. Esticou o dedo do meio até minha buceta molhada, enfiando devagar. Aquela penetração me deixou sem fôlego, eu estava tão imersa no que Alberto estava fazendo no meu rabo que descuidei da defesa da minha boceta ardente.
Me fode, filho da puta, não aguento mais. Me atravessa com esse teu pauzão. Não liga se doer, eu adoro ser comida de cu. É uma das minhas posições favoritas. Sei que você vai saber fazer muito bem.
Alberto aproveitou pra enfiar um dos dedos no meu buraquinho apertado. Ele foi colocando devagarzinho, fazendo eu sentir cada segundo. Aquele moleque sabia o que tava fazendo. Pelo visto, não tava com pressa nenhuma de me foder o cu. Ele queria me deixar num estado que, quando chegasse o momento tão esperado, eu me entregasse de verdade, sem vergonha. Passou uns dez minutos me masturbando na frente e atrás, me fazendo gozar várias vezes. Tenho que admitir que perdi a conta de quantos orgasmos eu tive.
Finalmente se posicionou atrás de mim, apontando ameaçadoramente com sua flecha poderosa. Ficou na ponta dos pés pra alcançar a altura certa e começou a apertar devagar, mas sem parar, abrindo meu esfínter aos poucos. Não consegui fazer nada além de prender a respiração por uns segundos, sentindo a pressão da cabeça inchada daquele pequeno monstro. Apertou e apertou com força até conseguir enfiar a cabeça daquele explorador lá dentro da caverna que o acolheu.
Continua assim, não para, por favor. Tá me matando de prazer. Adoro sua pica, é fenomenal. Cê tá mandando muito bem. Hummm.
Enquanto soltava aquelas palavras ardentes, Alberto me agarrou com força pela cintura e apertou furiosamente, me perfurando sem piedade até chegar ao fundo do meu cu torturado. Fiquei sem fôlego, revirando os olhos completamente enquanto tentava me acostumar com aquele invasor brutal que me penetrava sem parar.
Aaahhhhhhhhhhhhh. Tá me machucando, seu filho da puta. Que pica enorme que você tem. Não é à toa que minha filha é tão apaixonada por você. Se fosse eu, não te deixava escapar nem fodendo. Você me queima por dentro. Me fode, Alberto, me fodeeeeeeeee. Assim, muito beeeeeeem.
Relaxa, Carlota, já enfiei toda a minha rola dentro de você. Daqui a pouco a gente goza até explodir. Você tá toda uma gatinha. Que surpresa boa você me deu. É o melhor aniversário que já curti. Chupa gostoso, querida, que vou encher toda a sua bunda com meu leite.
Alberto me agarrou com força pelo cabelo, fazendo minha cabeça ir pra trás enquanto soltava o coque, deixando meu cabelo solto. Ele empurrava e empurrava sem esforço aparente, arrancando de mim gritos enormes de prazer e dor. Aquela presença era demais pra mim. A gozada anterior fazia com que aquele jovem cavaleiro aguentasse sem gozar, me fodendo sem parar. Eu gozei várias vezes, encadeando um orgasmo atrás do outro.
Aagggggghhhhhhhhhh, é fantástico. Você nunca vai gozar? Aperta forte que eu vou gozar de novo. Meuuuuuuuuuuuuuuuuuu Deus, como isso é bom.
Comecei a girar minha bunda naquela vara que me atravessava sem parar, me deixando sem fôlego. A gente se movia num ritmo sincronizado, sentindo lá dentro como ele entrava e saía das minhas entranhas, pegando cada vez mais velocidade, me fazendo saborear aquela cobra poderosa que me dava tanto prazer. Ele batia com força nas minhas nádegas enquanto me dava uns tapinhas, deixando minha pele vermelha. As bolas pesadas dele se apertavam contra mim, batendo sem descanso na minha buceta faminta. Alberto encostou os lábios no meu ouvido, fazendo eu sentir a respiração pesada dele enquanto me comia sem parar.
Carlota, não aguento mais. Vou encher sua bunda apertada de porra. Adorei te comer; você tem uma buceta muito gostosa que eu adoraria foder de novo outra hora. Tô gozandooooo. Toma tudo. Aaaaaaaaghhhhhhhhhhhhhhh.
Senti os últimos espasmos daquele maluco fenomenal enchendo minhas entranhas, cuspindo três jorros potentes de porra que queimaram por dentro, me fazendo gozar mais uma vez. Alberto apertou sem parar, me dando todo aquele néctar que escapava em borbotões daqueles ovos duros que tanto tormento me davam. Finalmente, caiu exausto nas minhas costas, tentando recuperar o fôlego perdido naquela foda alucinante. Consegui me soltar do corpo dele, sentindo o pinto mole escorrer pra fora da minha buceta.
Peguei o roupão jogado no chão e me cobri com ele enquanto recuperava o fôlego com dificuldade depois daquela maratona de sexo que curti com meu jovem amante. Cada um foi pro seu quarto e a gente dormiu em segundos depois de ter gozado daquele jeito foda.
Deitada ao lado do Miguel, só pensava no próximo encontro com meu poderoso genro. Sabia que não demoraria muito pra me entregar de novo pra aquele garoto. Não sabia como ia dar certo aquilo, mas não tava disposta a ficar sem ele. Ia me meter num jogo perigoso, mas onde podia gozar como nunca.
Tinha combinado com minha filha e meu genro naquele sábado à tarde pra comemorar o aniversário do meu genro, que tava fazendo 29 anos. Minha filha falou que a gente se encontrava no meio da tarde, porque ela ia preparar uns aperitivos e depois um jantar leve antes de sair pra tomar alguma coisa, ou então a gente ficava em casa, dependendo da vontade de ir dançar. Passei dois dias rodando lojas atrás do presente certo pro Alberto. Ele é um cara esportivo, gosta de se manter em forma indo pra academia ou fazendo longas pedaladas. Fazia três anos que ele tinha comprado uma bicicleta de montanha e aproveitava os fins de semana pra pedalar quilômetros e quilômetros pelos caminhos perto do condomínio onde eles moravam.
Vou me apresentar pra vocês me conhecerem melhor. Meu nome é Carlota e tenho 47 anos. Tenho cabelo loiro, que geralmente prendo num coque, porque cabelo solto me incomoda e prefiro deixar ele preso. Meu marido e minha filha viviam falando pra eu deixar ele solto, que ia me fazer parecer mais jovem. Mas eu preferia ligar pro meu conforto e prendia ele, soltando só raramente. Tenho 1,64 de altura e meus peitos são de um tamanho respeitável, já que uso sutiã tamanho 100. Meus lábios são meio carnudos e adoro destacá-los com batom de um tom bem vermelhão. Do mesmo jeito, minhas unhas compridas eu gosto de manter sempre bem cuidadas. Peso uns 53 kg e tenho umas coxas que enlouquecem meu marido e que fazem mais de um conhecido perder o juízo. Por último, minha bunda é robusta e é uma das partes do meu corpo que mais deixam meu marido doido, ele não perde chance de passar a mão nela na menor oportunidade que aparece.
Naquela manhã de sábado, fui ao salão cortar as pontas da minha longa cabeleira e pintar de um loiro mais claro que o normal. Depois do almoço, passei pelo menos uma hora escolhendo o look daquela noite para ir bem gostosa no aniversário do Alberto. Fiquei fuçando no armário, provando vários conjuntos até decidir por um vestido curto e provocante, vinho, com um decote sugestivo que mostrava o vale dos meus peitões e destacava minhas coxas poderosas. As pernas, cobri com meia-calça preta e, de calçado, escolhi umas botas altas de cano, salto agulha e pretas. Me maquiei leve, delineei os olhos de preto, deixando eles bem sexy, e borrifei duas gotas do último perfume que meu marido me deu no pescoço. Por fim, peguei o casaco preto de pele que tinha comprado uns dias antes, porque aquela tarde tava mais fria que o normal.
Pegamos o carro e chegamos no chalé da minha filha em apenas meia hora. Ana e Alberto nos receberam no jardim, e meu genro, ao me beijar, sussurrou baixinho no meu ouvido que eu estava muito gostosa com aquele conjunto que eu tava usando, aproveitando que minha filha e meu marido tinham entrado em casa enquanto conversavam animadamente.
Alberto era um cara alto e forte por causa do exercício físico que fazia. Tinha uns 1,83 e era magro, mas de corpo firme. Era moreno, cabelo curto e as têmporas com uns fios de cabelo branco, o que o fazia parecer mais velho, mas realmente interessante pras mulheres. Desde que casou com minha filha, nunca tinha passado pela minha cabeça ter algo com ele, até uma noite em que Alberto nos pegou eu e meu marido transando no quarto de casa.
Era umas duas da manhã e acordei quando senti meu marido se apertando contra minha bunda enquanto pegava meus peitos com os dedos. Pelo visto ele tava com tesão e, pra ser sincera, eu tava afim do que ele tava fazendo. Ele começou a apalpar meus peitos, brincando com meus bicos ardentes, que ficaram duros na hora. Uma das partes mais sensíveis do meu corpo são meus bicos; se meu marido os estimula direitinho, o que ele faz com frequência, ele consegue me fazer gozar igual uma louca só com essa carícia.
Assim, Miguel, continua acariciando eles. Sabe que isso me deixa louca. Assim, muito bem, amor, não para. Então você quer guerra, hein???
Senti uma coisa dura se apertando contra minha bunda; sabia bem o que era. O pau do meu marido tava ficando duro com o roçando no meu rabo. Miguel enfiou uma das mãos por baixo do lençol e procurou por baixo da minha camisola a minha bucetinha quente, que já começava a lubrificar graças às carícias que meu marido me dava. Acariciou ela com suavidade, arrancando os primeiros gemidos dos meus lábios. Ele afastou o lençol pros pés e se posicionou entre minhas pernas, me dando pequenas mordidas nas coxas enquanto ia subindo por elas, se aproximando de forma perigosa da minha entreperna. Abriu a boca, deixando deslizar a língua molhada, que começou a brincar com a minha bucetinha depilada, que a recebeu com um suspiro de prazer. As lambidas que meu marido dava na minha xota me faziam gozar sem jeito, pedindo que ele continuasse mais e mais, sem me dar um segundo de descanso.
Coméhotel, gostoso, ahhhhhhhhhhh. Adoro o que sua língua faz comigo. Você me deixa louca. Não para que vou gozar logo. Adoro como você faz isso. Ummmmmmmm. Que prazer.
Enquanto Miguel chupava minha buceta molhada, ao mesmo tempo acariciava com as mãos meus peitos, dando uma massagem de enlouquecer. Os bicos dos meus peitos ficaram duros, igualzinho meu cabelo arrepiou com a siririca que ele me deu. Miguel me conhecia muito bem e sabia quais pontos do meu corpo tocar pra me fazer ver estrelas. Agarrei a cabeça dele, quase perdendo o sentido, e apertei entre minhas pernas sem deixar ele respirar, soltando um grito quando gozei entre os lábios do meu marido.
Tô gozandooooooo. Que maravilha, adoro como você chupa minha buceta. Você tem uma língua do caralho que consegue me fazer vibrar até o limite. Não aguento mais. Ahhhhhhggggggggggggg.
Depois daquele orgasmo fantástico, fui eu quem se colocou entre as pernas do meu marido, que me apontava desafiando com seu instrumento potente.
Agora é minha vez de te fazer sofrer. Vou tirar minha revanche pelo que você me fez. Vou tirar tudo de você até a última gota. Se prepara pra gozar, meu amor.
Abri a boca com gula e engoli aquele aríete grosso e pulsante, começando um boquete lento. Acariciei aquele presente que me ofereciam com puro deleite, lambendo desde a cabeça arroxeada até a base, me entretendo com aqueles penduricalhos cheios do líquido com que, em poucos minutos, ele ia recompensar minhas atenções. Meu marido acariciava meu cabelo, me ajudando com o boquete que eu tava fazendo nele.
Chupa ela, minha vida, você faz muito bem. Deixa ela bem dura pra eu meter até o fundo.
Sim, amor, adoro sua pica. É grossa e comprida do jeito que eu gosto. Minha bucetinha quente tá doida pra você encher ela com toda sua pica.
Cuspi nela pra babar ela toda, deixando bem molhadinha e pronta pra entrar dentro de mim. Deitei meu marido de barriga pra cima com aquele troço apontando pra cima, me provocando o tempo todo com aquela cabeça escura. Peguei aquele tesouro com a mão e guiei ele até a entrada da minha buceta, sentando devagar pra saborear ao máximo. Senti ele me penetrando aos poucos, me dando centímetro por centímetro daquele monstrinho até conseguir engolir ele inteiro. Fiquei uns segundos parada, degustando, passando a língua nos lábios pra umedecer, porque tinham ficado secos.
Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhgggggg. Que pau gostoso você tem. Me queima por dentro, mas é um calor fabuloso.
Meu marido me agarrou com força pelas cadeiras e começou a se mover como um animal, me fodendo como um possesso. Eu, por minha vez, me apoiei nas coxas dele, iniciando um movimento giratório naquele eixo que tanto prazer estava me proporcionando. Joguei a cabeça para trás, saboreando a forte penetração que meu marido estava me dando. Cavalgava em cima do Miguel sem dar um segundo de descanso. Ele estava me levando ao clímax com aquela cópula que estávamos realizando.
Me fode, filho da puta, você tá mandando muito bem. Se continuar assim, vai fazer eu gozar que nem uma égua. Auuuuuuuuuhhhhhhhhhh. Que delícia isso!!!!!!! Tô gozandoooooooooo, amor. Não paraaaaaa.
Eu também vou gozar, gostosa. Continua montando desse jeito que você vai me fazer encher você de porra em poucos segundos. Você é uma amazona maravilhosa. Adoro ver como você rebola em cima de mim.
Ambos gozamos sem aguentar mais aquele doce suplício. Caí exausta sobre meu marido enquanto sentia ele enchendo minhas entranhas com o esperma dele. Miguel soltou várias descargas dentro de mim até ficar sem forças debaixo de mim. Num momento de lucidez, entreabrindo os olhos, pude ver atrás da porta a imagem de Alberto se masturbando como um desesperado por causa da trepada que a gente tinha dado. Fixei meu olhar no que balançava entre as pernas dele e fiquei besta com o que vi. O que meu jovem genro segurava na mão era uma piroca muito mais grossa e comprida que a do meu marido. Olhei nos olhos dele e pisquei enquanto passava a língua nos lábios, molhando eles com cara de safada. Alberto sumiu em direção ao banheiro, acho que pra se masturbar depois da cena que viu. A verdade é que eu queria ter ido atrás dele pra foder ele por completo. Depois daquela experiência, soube que mais cedo ou mais tarde ia acabar na cama com ele. Sabia que nenhum de nós dois ia aguentar a vontade de ficar juntos. Me sentia atraída pelo meu jovem genro sem me sentir culpada com meu marido e minha filha.
Voltando pro chalé da minha filha, vou contar que ajudei a Ana a preparar o jantar, mas a maioria das coisas já tava pronta quando a gente chegou. Sentamos pra comer e em poucos minutos devoramos aquele jantar maravilhoso que minha filha preparou pra gente. Nós quatro távamos famintos e acabamos com os canapés e os sanduíches rapidinho. Bebemos vários copos de uma sangria deliciosa e refrescante que o Alberto tinha feito.
Depois de entregar os presentes pro Alberto, lá pelas onze da noite, a Ana e o Alberto sugeriram que a gente fosse tomar alguma coisa num pub perto de casa. Minha filha vestiu uma gola rolê preta e um conjunto de calça e blazer branco, completando o look com umas botinhas pretas, enquanto o Alberto colocou um blazer por cima da camisa. Pegamos o carro da minha filha e fomos pra uma balada que eles conheciam. Meu marido e minha filha foram pro balcão pedir as bebidas, enquanto eu e o Alberto aproveitamos pra ir no guarda-roupa. Fomos deixar os casacos e, no meio da multidão, senti o Alberto se esfregando sem vergonha nenhuma na minha bunda, fazendo eu sentir a ereção que já começava a aparecer entre as pernas dele. Ele encostou os lábios no meu ouvido e sussurrou com uma voz suave:
Sogra, ela tá me deixando louco. Essa noite vou comer ela nem que seja a última coisa que eu faça na vida. Desde aquela outra noite que vi ela cavalgando o marido dela, não penso em outra coisa.
Tá maluco? Falei com a voz trêmula. Meu marido e minha filha podem nos ver. Sou a mãe da sua mulher e isso que você tá fazendo não é certo.
Mesmo com aquelas palavras, não consegui resistir à tentação de acariciar a entreperna daquele jovem e comecei a apalpar a ereção foda que meu lindo genro me oferecia. Alberto se jogou em cima de mim e me deu um beijo rápido no pescoço que me fez derreter. Me afastei bruscamente do Alberto quando vi que Ana e Miguel vinham na nossa direção. Meu marido nos entregou os cubas-libres que a gente tinha pedido e começamos a beber enquanto nos posicionávamos num canto do balcão, sentando Ana e eu em dois bancos altos que nossos respectivos parceiros conseguiram pra gente.
Depois de cinco minutos conversando animadamente os quatro, o Alberto pediu pro meu marido se ele me deixava dançar comigo, e o Miguel não se opôs, puxando minha filha pra dançar.
Alberto, tenho que admitir que você é um cara ousado. Como é que você conseguiu pedir pro meu marido deixar você dançar comigo?
Carlota, meu bem, não paro de pensar em estar com você. Preciso te ter nos meus braços e sentir seu corpo colado no meu.
A gente dançou duas músicas de salsa e, de repente, mudaram a música pra uma lenta. Com isso, o Alberto aproveitou a chance que surgiu e, com a ajuda da luz mais baixa, se apertou contra mim, fazendo eu sentir a entreperna dele toda quente na minha. Cruzei as mãos atrás do pescoço dele e me deixei levar nos braços do meu jovem genro. Graças à escuridão do salão, o Alberto fez a gente se misturar com o povo até perder de vista a minha filha e o meu marido. Ao mesmo tempo, ele aproveitava pra passar a mão na minha bunda por cima do vestido. Ele tinha umas mãos fortes, com dedos compridos que massageavam meu rabo, me dando um puta prazer. Ele me levou pra um canto onde ninguém pudesse ver a gente, e deslizou as mãos quentes dele por baixo da minha saia, afastando a minha calcinha fio dental com dois dedos. Eu tava derretendo nos braços dele, o tempo parou de repente e eu esqueci completamente da minha filha e do Miguel. Só sentia os dedos do meu genro entrando perigosamente na minha buceta, começando a me masturbar no meio daquela balada.
Alberto, amor, preciso que a gente sente, por favor. Minha cabeça tá rodando.
Meu genro me carregou como se fosse uma pluma até uns sofás, me fez sentar e, unindo a boca na minha, começou a me beijar docemente. Misturamos nossas línguas com mais paixão, alheios ao resto do mundo. Não tínhamos muito tempo, então Alberto agarrou um dos meus peitos por cima do vestido, me fazendo gemer. Aquela simples carícia fez meus mamilos endurecerem, pedindo outro tipo de tratamento. Preferia que ele tivesse mordiscado com os dentes. Com a mão direita, senti o pau dele por cima da calça, notando como aquele falo começava a endurecer com meu toque suave. Alberto sussurrava palavras de alto calibre no meu ouvido enquanto eu fazia meu trabalho. Ele enfiou a mão por baixo da minha saia, guiando-a até o botão escondido dentro da minha calcinha fio dental. Com o primeiro contato, ele me fez dar um sobressalto de satisfação. Tirei o membro dele depois de abaixar o zíper da calça com dificuldade e comecei a mover minha mão mais rápido, querendo que ele gozasse o mais rápido possível para que meu marido e minha filha não sentissem nossa falta por tanto tempo.
Mas os desejos do Alberto seguiam por outros caminhos e ele afastou minha mão do seu instrumento poderoso de forma imperativa, me fazendo montar nele de pernas abertas.
Tá maluco? Cê não vai fazer isso aqui, podendo ser descoberto pelo meu marido e pela minha filha, vai?
Não te dá tesão que a gente possa ser pego? Carlota, tô doido pra te comer desde aquela noite que vi você e seu marido juntos. Seu corpo virou uma obsessão pra mim e não vou parar até te foder como um louco. Me deu um tesão do caralho ver vocês transando no quarto de vocês, e não vai negar que você gostou de ser observada por mim enquanto tava com seu marido.
Alberto me olhou com cara de safado e mandou eu montar nele ali mesmo. Não sei o que deu em mim naquela hora, mas, de repente, eu queria com todas as forças que ele me comesse no meio daquele lugar lotado de gente. O pau do Alberto era de um homem feito e direito, no auge da força. Era uma rola respeitável e de uma elegância surpreendente, com veias azuladas escuras e inchadas, e o comprimento e grossura de uma vara. A cabeça intensamente rosa parecia quase irritada.
O que você quer, gostosa?" – perguntei, acariciando a barriga morena e lisa dela, e ri quando a pica do moleque deu um pulo, subindo enquanto ele buscava um fôlego leve.
Meu aposto amante não respondeu com palavras, mas os fatos deixaram bem claro o que nós dois queríamos naqueles momentos de loucura. Agarrei com força aquele monstro pequeno e, guiando-o com sabedoria até minha buceta, sentei sobre aquela alavanca maravilhosa e ardente. Gemi alto, sem nenhum pudor, abrigada pelo volume alto da música da discoteca. Comecei a cavalgar o pau duro que Alberto gentilmente me oferecia e me senti completamente preenchida por aquela vara fabulosa. O movimento giratório que adotei arrancou suspiros suaves do meu genro, que suava litros com aquela trepada que estávamos dando. Ele me segurou firme pelos quadris enquanto eu subia e descia nele, espremendo ele a cada segundo que passava. O calor da discoteca, junto com aquele outro que estávamos aproveitando, fazia a gente suar sem jeito. De repente, parei naquela vara e comecei a gozar, sem aguentar mais aquele doce tormento que me tomava por completo.
Suspirei aliviada depois daquele orgasmo selvagem que me tomou e continuei me mexendo em cima do Alberto, tentando fazer com que ele gozasse dentro de mim. Rebolava e rebolava em cima daquele garoto novo, buscando a porra dele e um novo orgasmo pra mim, aproveitando que ele ainda tava duro. Já deviam ser uns dez minutos naquela posição e o filho da puta ainda não tinha gozado. Então decidi fazer ele explodir e me dar todo o leite dele. Deitei no peito dele, encostei a boca no ouvido e falei:
Vamo que vamo, gostosa, senão vão nos pegar. Já faz um tempão que a gente se perdeu e tão atrás da gente.
Alberto começou a me foder com mais violência, agarrando com força minhas nádegas enquanto me perfurava com sua vara apetitosa. A potência daquele pau me deixou totalmente hipnotizada, tenho que admitir que estava gozando como nunca. Nós dois gemíamos completamente enlouquecidos, respirando com dificuldade, nos aproximando do orgasmo que vinha a passos largos. Senti aquela porra gostosa pulsando dentro de mim e como meu genro ficou parado enquanto gozava, disparando vários jatos de leite que foram parar no fundo das minhas entranhas.
Alberto, amor, adorei o que você fez comigo. Vou ao banheiro me refrescar e buscar a Ana e o Miguel, que devem estar preocupados com a nossa demora.
Meu jovem amante só conseguiu levantar a cabeça de leve pra me dar um beijo carinhoso de agradecimento. Levantamos do sofá e cada um foi pro seu banheiro se recompor depois daquele ataque. Depois de cinco minutos me refrescando no banheiro da balada pra recuperar o fôlego após aquele encontro com meu genro, saí e encontrei minha filha, que me perguntou onde a gente tinha se metido, porque já estavam há mais de dez minutos nos procurando por todo lado. Ela disse pra gente ir pra casa, que meu marido e ela estavam mal, porque a bebida tinha subido um pouco à cabeça e queriam ir dormir. Quando Alberto se juntou a nós, fomos pegar o carro pra voltar pra casa. Minha filha falou pra gente ficar na casa dela pra dormir, já que eram quase três da manhã e, além disso, Miguel não tava em condições de dirigir. Depois de tomar três cubas-livres junto com a sangria do jantar, a verdade é que ele só tava pronto pra ir pra cama e dormir um bom tempo. Já a Ana também tava num estado parecido, com os dois vodkas com limão que tomou na balada, além do que já tinha consumido no jantar.
Então chegamos no chalé da minha filha e subimos pros nossos quartos. Miguel caiu duro na cama e apagou na hora; ele precisava dormir pra se recuperar da bebedeira. Aí aproveitei pra tomar um banho revigorante, pra me refazer da sessão de sexo que tinha curtido com meu jovem genro. Tirei o vestido daquela noite, fiquei só de sutiã e fio dental, descalça, e fui pro banheiro.
Fiquei me olhando no espelho, reparando nos meus olhos, meus lábios, meu pescoço, que estavam bem diferentes dos de anos atrás. Os anos de juventude foram embora como um suspiro, meu corpo já não tinha o encanto que tantas vezes enlouqueceu os homens quando passavam por mim, mas o relacionamento com Alberto me mostrou que ainda podia ser desejável para um rapaz jovem como meu lindo genrão. Tirei com um jeito provocante a calcinha fio dental que cobria meu tesouro dourado e o sutiã que libertou meus seios duros e empinados, que se ergueram firmes para cima.
Entrei no chuveiro e abri a torneira da água quente, esperando a temperatura ir suavizando um pouco. Enchi as mãos de xampu e comecei a molhar o cabelo, balançando a cabeça de um lado pro outro. Levei as mãos aos cabelos e comecei a ensaboar com frenesi; tenho que admitir que o toque suave dos meus dedos no meu cabelo me dá um prazer incrível. Desci as mãos acariciando meu pescoço sensível, roçando no rosto, nos braços, fechei os olhos e comecei a me imaginar abraçada pelo Alberto naqueles momentos... talvez não fosse tão sugestiva como antes, mas ainda me sentia cheia de paixão... massageei meus peitos firmes com muita vontade; as auréolas grandes e marrons começaram a endurecer com o tratamento que eu tava dando... senti que era meu genro quem comandava o movimento das minhas mãos. Me senti completamente entregue àquele jovem possessivo que me atraía tanto.
Não aguentei mais aquele tormento da massagem e desci minhas mãos para tornar as carícias ainda mais perigosas do que já eram. Massageei minhas coxas com muito tesão, abrindo as pernas sem nenhum freio. Meus peitos subiam e desciam no ritmo frenético da minha respiração, as pernas totalmente abertas desejando o contato da água que caía com força do chuveiro, indo parar no lugar certo, me fazendo sentir aquele impulso entre prazeroso e doloroso que me deixou louca. Comecei a massagear com força minha buceta molhada, respirando com dificuldade, brinquei e brinquei com minhas mãos e dedos no botãozinho que estava recebendo tanto prazer do Alberto. Aquele garoto mexia sabiamente os dedos, conseguindo arrancar de mim os maiores prazeres do fundo do meu ser.
Abri ainda mais minhas pernas………sentindo a água cair com mais força….as pernas buscavam desenfreadamente a umidade da água, aquele líquido elemento que estava me deixando tão relaxada, eu gemia num ritmo mais cadenciado….senti a presença cada vez mais próxima de Alberto ao meu lado, me abraçando com um desejo febril…me deixei escorrer entre os braços poderosos daquele rapaz que eu tinha certeza que ia me dar tanto prazer. Senti a presença ameaçadora daquele demônio túrgido que tanto me aturdia. Senti ele entrar na minha caverna encharcada, avançando sem pedir permissão, tomando posse daquele campo de batalha onde em breves instantes ia se travar um combate feroz. A ferramenta robusta apertava e apertava cada vez com mais afinco, me fazendo sentir no paraíso, arrancando de mim uivos genuínos de gozo………eu estava me aproximando do melhor dos prazeres, sem conseguir resistir por mais tempo àquele doce tormento. As mãos peludas do meu genro massageavam com força minhas nádegas duras enquanto ele penetrava cada vez mais forte, me fazendo saborear aquela iguaria gostosa que eu tinha entre as pernas. Aquele combate estava prestes a terminar sem um vencedor claro……..em poucos segundos, gritei com grande virulência, me sentindo completamente preenchida, sentindo a explosão daquele cavaleiro que com tanta contundência me fazia sua.
Fechei o chuveiro e saí do banho, cobrindo meu corpo suado com o roupão branco pendurado na porta do banheiro, amarrando-o bem firme. Sequei um pouco o cabelo molhado com a toalha, enrolando ela como um turbante. A imagem do Alberto ia tomando conta dos meus pensamentos cada vez mais, fazendo eles seguirem por caminhos de muito tesão e erotismo. Naquela hora, eu tava pronta pra me entregar pra ele de novo. A foda na balada não tinha acabado com aquele desejo que me dominava sem eu conseguir controlar nem por um segundo.
Desci pra cozinha pegar um refri, precisava de algo bem gelado. Abri a geladeira e peguei a garrafa de suco de laranja, enchendo o copo até a borda. Bebi tudo de um gole só, verdade seja dita, tava com sede, e não era só de suco de laranja. Ouvi passos atrás de mim e, de repente, me senti fortemente presa nos braços daquele cara que vinha me procurar de novo com cara de tesão. Ele deslizou a língua molhada pelo meu pescoço, me deixando com vontade de novo graças às carícias que o Alberto tava me dando. Ao mesmo tempo, agarrou meus peitos com força por cima do roupão, massageando eles de leve. Joguei a cabeça pra trás, deixando cair no ombro dele, enquanto me sentia dominada de novo pelas carícias que o Alberto fazia com tanta habilidade.
Não bastou o que rolou na balada e você vem me procurar de novo? Você é insaciável pra caralho. Isso me excita. Você não tem vergonha na cara, não? Meu marido e minha filha estão na mesma casa, a poucos metros da gente.
Fica tranquila, tão dormindo que nem veem a hora. Beberam pra caralho e o que precisam é dormir até amanhã, então a gente tem um tempão pra poder aproveitar nossos corpos de novo.
Aquela situação de estar na casa da minha filha, brincando com meu jovem amante enquanto minha filha e meu marido dormiam no quarto, alheios ao que estava rolando naquele momento, me deu um tesão do caralho. Alberto se apertou com força contra minhas nádegas, me macetando com verdadeiro furor com seu amigão estupendo. O filho da puta estava completamente pelado na cozinha da casa dele, sem medo de ser descoberto. Ele tinha espalhado pelo chão da cozinha suas poucas roupas, se mostrando completamente nu.
Você é um canalha, não tem consideração nenhuma comigo.
Não fala isso, você sabe que tá morrendo de vontade de estar nos meus braços.
Sou uma mulher decente e casada que não deveria se deixar enganar por um Don Juan como você. Te odeio.
Você me odeia, mas me deseja com toda a sua alma. Quer que eu te faça minha e que te entregue meu prazer até encher por completo seu corpo excitado. A tentação que te domina é forte demais para deixar passar essa oportunidade. Talvez não tenhamos outra chance de ficar juntos e, sinceramente, não vou desperdiçá-la. Quero aproveitar o melhor presente de aniversário que você pode me dar………..
Enquanto dizia essas palavras, Alberto continuava me batendo com força com sua ferramenta dura por cima do tecido que cobria minha bunda ansiosa. Não aguentei mais aquele tormento e comecei a girar devagar minha bunda ardente sobre aquele invasor irritante. Percebi como aquele pau começou a crescer sem parar entre as pernas do meu genro. Umedeci meus lábios sentindo a pressão que ele fazia na minha bunda delicada. Alberto soltou o cinto que segurava o roupão, que caiu aos meus pés.
Virei-me para ele e, olhando bem nos olhos dele, falei com as palavras mais sensuais que consegui encontrar naqueles momentos de aturdimento:
Você vai se foder, seu filho da puta. Vou fazer você sofrer do mesmo jeito que você faz comigo.
Isso é o que eu tô esperando há um tempão – ela me disse, sorrindo com um olhar desafiador.
Caí rendida entre as pernas dele, me agachando na frente daquele mastro poderoso que me apontava desesperado. Fiquei observando ele com calma por alguns segundos; na balada não tinha curtido aquela imagem torturante que tanto me atraía. Tenho que admitir que a natureza caprichou naquele garoto. Aquela gostosura media uns vinte centímetros e curvava pra cima, apontando pro teto. Tava desesperada atrás de alguém que a acolhesse e desse calor.
Alberto abriu as pernas, mostrando orgulhoso aquele penduricalho que tanto me deixava inquieta. Pegou minha nuca e me empurrou pra baixo, em direção ao pau dele, enquanto dizia:
Carlota querida, chupa ela de uma vez. Não aguento mais de vontade de você me chupar. Que tesão danado estar te comendo na minha casa. Porra, é tão bom!!!!
Aproximei minha mão com receio na virilha dura dele. Aquilo era maior do que qualquer outro pau que eu tinha encarado até então. Pelo menos uns quatro centímetros mais comprido que o do Miguel e, claro, bem mais grosso. Quando minha mão tocou aquela ereção imensa, me senti emocionada — o pau dele era forte, rijo e potente. Enquanto acariciava com prazer, umas gotas do suco do amor dele começaram a escorrer, cobrindo a cabeça. Aquilo me excitou e comecei a bater uma pra ele sem mais demora.
Enquanto eu punhetava o pauzão dele num ritmo compassado, Alberto me incentivava com palavras de baixo calão a fazer com mais força e rapidez. Minha mão segurava firme aquele pênis robusto como se não quisesse deixá-lo escapar de jeito nenhum. Eu o masturbei desesperadamente, movendo minha mão sem parar sobre aquele tronco que tanto me agradava. Aquele torpedo era liso, macio e destacava as veias escuras pulsando graças às carícias que eu lhe dava. Aquele músculo bombeava sangue sem parar um instante. Apertei ainda mais forte e senti sua dureza; não consegui segurar a vontade de apertá-lo e massageá-lo com gosto.
Alberto soltou um suspiro intenso que, claro, não era de dor, mas de um puta prazer que tomava conta do corpo dele. Eu segurava aquilo firme, mal conseguindo envolver com a mão por causa do tamanho e da grossura daquela rola incrível. Subia e descia a mão, percorrendo aquele tronco grosso, cada vez mais e mais frenético.
Aproximei, com medo e hesitação, minha boca gulosa no pau dele. Quando meus lábios tocaram a piroca dele, senti perder o controle total, ficando louca de tesão enquanto começava a chupar ele com toda a dedicação.
Continuei chupando ele com toda a vontade, Alberto pediu pra eu fazer mais rápido e não parar um segundo. Segui as instruções à risca e na hora senti os joelhos dele fraquejarem, tremendo enquanto o corpo ficava todo duro. Entre convulsões e gemidos abafados, o pauzão volumoso e cheio dele inchou, ficando ainda maior, mostrando que a gozada estava chegando. Senti o pau dele começar a tremer e na hora notei uma umidade cremosa na minha língua brincalhona, e segundos depois uma cachoeira grossa de líquido quente jorrou com força dentro da minha boca suculenta. Tentei desesperadamente segurar tudo na boca. Tirei o pau de dentro, fechando os olhos com força, e alguns jatos de porra espirraram na minha cara enquanto eu continuava masturbando ele com a mão.
Depois de engolir os grossos restos de porra que tinham enchido minha boca, com minha língua acariciei o pau molhado que, mesmo depois de gozar, continuava duro e triunfante. Alberto sorria pra mim com um olhar de agradecimento, enquanto eu limpava com cuidado os restos de esperma que cobriam meu rosto, o queixo e o peito.
Depois de cinco minutos de descanso, olhei pro Alberto com cara de muito tesão e, desafiando ele, falei:
Agora quero que me coma como uma louca. Acha que vai aguentar, gostoso?
O Alberto me ofereceu de novo o instrumento flácido dele, e eu me preparei pra masturbá-lo, pra ver se ele endurecia de novo e me entregava a masculinidade dele mais uma vez naquela noite inesquecível. Depois de mais cinco minutos chupando a pica dele sem um segundo de descanso, finalmente consegui fazer crescer de novo aquele músculo fantástico, que voltava a ter aquele aspecto ameaçador que tanto me hipnotizava.
Meu genro me colocou de costas pra ele, apoiando minhas mãos no mármore da cozinha com as pernas bem abertas. Ele se posicionou entre minhas pernas e, abrindo a boca, começou a chupar minha buceta devagar, arrancando de mim os primeiros gemidos de prazer.
Assim, meu amor, você faz muito bem, que prazer você me dá. Nossa, é fenomenal!!!!!!! Continua assim, não paraaaaaaaa.
Da buceta passou pro cu, molhando ele até me fazer gozar igual uma gostosa no cio. Tava ficando absolutamente louca com aquela carícia profunda. O cu é uma das zonas mais sensíveis que eu tenho e o filho da puta do meu genro tava me fazendo sentir no paraíso com a chupada de cu que ele tava me dando.
O que você tá tentando fazer comigo? Não vai me dizer que tá pensando em meter nessa minha bunda apertada? Você não teria coragem de fazer uma maldade dessas. Sua pica é grande demais pra caber no meu buraquinho apertado. Você vai me rasgar toda por dentro, seu filho da puta.
Apesar daquelas palavras, eu me sentia completamente preparada pra ser sodomizada pelo amante que me coube naquela noite. Sentia medo da enrabada que o Alberto ia me dar, mas, ao mesmo tempo, queria entregar meu tesouro mais precioso pra ele. Aquele filho da puta me fez sentir tão bem que merecia ganhar minha entrada traseira. Só faltava ele provar as delícias do meu cu escuro, porque já tinha aproveitado da minha buceta molhada e da minha boca faminta.
Alberto me empurrou com força contra o mármore, deixando minha bunda empinada, esperando o sacrifício duro que estava por vir. Ele começou a bater na minha entrada de trás com a ponta do pau, me fazendo ver estrelas com aquela carícia. Ficou brincando com a entrada do meu cu sem ainda me dar o pau pulsante dele. Queria me fazer sofrer com aquela batida forte no meu ânus. Esticou o dedo do meio até minha buceta molhada, enfiando devagar. Aquela penetração me deixou sem fôlego, eu estava tão imersa no que Alberto estava fazendo no meu rabo que descuidei da defesa da minha boceta ardente.
Me fode, filho da puta, não aguento mais. Me atravessa com esse teu pauzão. Não liga se doer, eu adoro ser comida de cu. É uma das minhas posições favoritas. Sei que você vai saber fazer muito bem.
Alberto aproveitou pra enfiar um dos dedos no meu buraquinho apertado. Ele foi colocando devagarzinho, fazendo eu sentir cada segundo. Aquele moleque sabia o que tava fazendo. Pelo visto, não tava com pressa nenhuma de me foder o cu. Ele queria me deixar num estado que, quando chegasse o momento tão esperado, eu me entregasse de verdade, sem vergonha. Passou uns dez minutos me masturbando na frente e atrás, me fazendo gozar várias vezes. Tenho que admitir que perdi a conta de quantos orgasmos eu tive.
Finalmente se posicionou atrás de mim, apontando ameaçadoramente com sua flecha poderosa. Ficou na ponta dos pés pra alcançar a altura certa e começou a apertar devagar, mas sem parar, abrindo meu esfínter aos poucos. Não consegui fazer nada além de prender a respiração por uns segundos, sentindo a pressão da cabeça inchada daquele pequeno monstro. Apertou e apertou com força até conseguir enfiar a cabeça daquele explorador lá dentro da caverna que o acolheu.
Continua assim, não para, por favor. Tá me matando de prazer. Adoro sua pica, é fenomenal. Cê tá mandando muito bem. Hummm.
Enquanto soltava aquelas palavras ardentes, Alberto me agarrou com força pela cintura e apertou furiosamente, me perfurando sem piedade até chegar ao fundo do meu cu torturado. Fiquei sem fôlego, revirando os olhos completamente enquanto tentava me acostumar com aquele invasor brutal que me penetrava sem parar.
Aaahhhhhhhhhhhhh. Tá me machucando, seu filho da puta. Que pica enorme que você tem. Não é à toa que minha filha é tão apaixonada por você. Se fosse eu, não te deixava escapar nem fodendo. Você me queima por dentro. Me fode, Alberto, me fodeeeeeeeee. Assim, muito beeeeeeem.
Relaxa, Carlota, já enfiei toda a minha rola dentro de você. Daqui a pouco a gente goza até explodir. Você tá toda uma gatinha. Que surpresa boa você me deu. É o melhor aniversário que já curti. Chupa gostoso, querida, que vou encher toda a sua bunda com meu leite.
Alberto me agarrou com força pelo cabelo, fazendo minha cabeça ir pra trás enquanto soltava o coque, deixando meu cabelo solto. Ele empurrava e empurrava sem esforço aparente, arrancando de mim gritos enormes de prazer e dor. Aquela presença era demais pra mim. A gozada anterior fazia com que aquele jovem cavaleiro aguentasse sem gozar, me fodendo sem parar. Eu gozei várias vezes, encadeando um orgasmo atrás do outro.
Aagggggghhhhhhhhhh, é fantástico. Você nunca vai gozar? Aperta forte que eu vou gozar de novo. Meuuuuuuuuuuuuuuuuuu Deus, como isso é bom.
Comecei a girar minha bunda naquela vara que me atravessava sem parar, me deixando sem fôlego. A gente se movia num ritmo sincronizado, sentindo lá dentro como ele entrava e saía das minhas entranhas, pegando cada vez mais velocidade, me fazendo saborear aquela cobra poderosa que me dava tanto prazer. Ele batia com força nas minhas nádegas enquanto me dava uns tapinhas, deixando minha pele vermelha. As bolas pesadas dele se apertavam contra mim, batendo sem descanso na minha buceta faminta. Alberto encostou os lábios no meu ouvido, fazendo eu sentir a respiração pesada dele enquanto me comia sem parar.
Carlota, não aguento mais. Vou encher sua bunda apertada de porra. Adorei te comer; você tem uma buceta muito gostosa que eu adoraria foder de novo outra hora. Tô gozandooooo. Toma tudo. Aaaaaaaaghhhhhhhhhhhhhhh.
Senti os últimos espasmos daquele maluco fenomenal enchendo minhas entranhas, cuspindo três jorros potentes de porra que queimaram por dentro, me fazendo gozar mais uma vez. Alberto apertou sem parar, me dando todo aquele néctar que escapava em borbotões daqueles ovos duros que tanto tormento me davam. Finalmente, caiu exausto nas minhas costas, tentando recuperar o fôlego perdido naquela foda alucinante. Consegui me soltar do corpo dele, sentindo o pinto mole escorrer pra fora da minha buceta.
Peguei o roupão jogado no chão e me cobri com ele enquanto recuperava o fôlego com dificuldade depois daquela maratona de sexo que curti com meu jovem amante. Cada um foi pro seu quarto e a gente dormiu em segundos depois de ter gozado daquele jeito foda.
Deitada ao lado do Miguel, só pensava no próximo encontro com meu poderoso genro. Sabia que não demoraria muito pra me entregar de novo pra aquele garoto. Não sabia como ia dar certo aquilo, mas não tava disposta a ficar sem ele. Ia me meter num jogo perigoso, mas onde podia gozar como nunca.
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