Meu nome é Danny, vou contar pra vocês a história da minha aposta com o patrão da minha namorada e, pra ser sincero, dói pra caralho.








Acontece que a Carolina, minha namorada, tem 18 e eu tenho 22. Ela tem uns 1,74m de altura, uns peitos não tão grandes, mas muito bonitos, e uma bunda de infarto, sério, bem redonda e grande.

Acontece que o patrão da Caro é um tarado sem-vergonha e, pra piorar, é muito gostoso, tem uns 35 anos e é solteiro. Tudo começou porque ela me dizia: "Danny, às vezes o Paco fica se esfregando em mim e eu me sinto muito desconfortável". Eu perguntei: "Como assim, esse cara fica se esfregando em você?" Ela respondeu: "Sim, quando ele quer me falar alguma coisa, ele faz isso e eu sinto o pau dele". Eu falei: "Esse cara pensa que é quem? Um dia vou te buscar e vou falar umas verdades pra esse Paco". Preciso dizer que a Carolina era promotora de linhas telefônicas ou vendedora. Ela usava dois uniformes: umas leggings azuis com uma blusa e uma saia, e os dois uniformes destacavam a bunda redondinha dela. No dia seguinte, fui buscá-la no trabalho. Quando cheguei no escritório, não acreditei no que via: ela estava dando risada com ele. Aí eu cumprimentei e falei: "Com licença, já temos que ir". O Paco riu e disse: "Então você é o galã da Caro, hahaha". Eu respondi: "Sim". Ele disse: "Muito prazer. Ei, e você torce pro Atlético?

responde se eu vou torcer pro Atlas, por quê? O Paco me disse: é que quero apostar com algum atlista pra ganhar dele como sempre faço. Aí eu falei: beleza, o que você quer apostar? Ele respondeu: nada de grana, porque isso já tá manjado, já sei! O Paco falou: vou te jogar isso, se você ganhar, foda-se, você pede o que quiser que não passe de 50 mil pesos e um castigo que você escolher. Mas se eu ganhar, vou ficar com as chaves do seu carro e um encontro com a Caro, você gosta dela? Eu virei pra minha mina e perguntei: o que você acha? Ela disse: Danny, eu não sou assim. Mas eu insisti: vai, fundo. No fundo, eu tava com um pouco de medo, mas na hora ela falou: aceito, mas não quero reclamação, ok? Eu disse: ok.
No dia seguinte, quando ela chegou do trabalho, me disse: "Viu só, você deu corda pro Paco." Eu perguntei: "O que esse cara te disse?" "Bom, que você é muito feio pra mim, que eu mereço um homem como ele. Na verdade, ele perguntou na frente de todas as minhas amigas quem era mais atraente e bonito, se você ou ele. Mas é melhor eu não te contar mais nada, porque você vai ficar bravo." Eu respondi: "Me fala o que elas disseram." E ela disse: "Bom, minhas amigas falaram: 'Paco, lógico, você é mais gostoso e, sinceramente, formariam um casal melhor do que com seu namorado atual. Ele é muito mais bonito que o Danny, pra ser sincera.'" Quando ouvi isso, fiquei puto, mas não falei nada. Depois, chegou o dia do jogo e da aposta.
Ele chegou na minha casa, Carolina e eu recebemos ele e sentamos pra ver o jogo. Carolina tava vestida com uma saia preta e uma camisa do Atlas, e Paco veio com uma mala e vestido com uniforme do Chivas. O jogo começou, eu tava muito nervoso e com toda razão!

Começando o jogo, quase marcaram um gol, as Chivas! Eu falei: "Ainda falta muito tempo, então calma." Nisso, as Chivas marcaram de novo, eu não podia acreditar. Minha namorada podia cair nas mãos do Paco, aquele cara que sempre quis conquistar ela. Paco virou pra mim e disse: "Danny, com certeza hoje à noite você fica sem sua namorada e ainda leva uma boa lição." Carolina também não podia acreditar. Nisso, gol do Atlas e eu recuperei um pouco o fôlego. No segundo tempo, ele ria de mim. Eu falei: "Espera, ainda tem tempo, ok?" Começou o segundo tempo, passou um tempo e gol das Chivas. Naquele momento, eu já quase via a Caro, minha namorada, nas mãos dele. Faltavam 16 minutos e, antes de acabar o jogo, outro gol das Chivas. Final: Atlas 1, Chivas 4. Perdi. Senti o estômago na boca, me senti mal, mas o que vinha era muito pior, um suplício. Paco entrou num quarto, saiu pouco tempo depois vestido de diabinho, com uma roupa de spandex bem justa vermelha que trouxe na mala, e me disse: "Me dá as chaves do seu carro." Eu tinha que pagar minha aposta e entreguei. Caro virou pra mim e disse: "Ah, Danny, fazer o quê." Paco pegou as chaves, tirou uma corda, me amarrou numa cadeira e começou a tocar na Carolina e disse: "Fala logo pro seu namorado que você gosta mais de mim do que dele." Nisso, ela me disse: "Danny, eu te amo muito, mas pelo Paco já sinto algo mais que amor. Me desculpa, estava confusa.

Eu não podia acreditar. Ela me disse: "Eu queria te contar, mas não conseguia." Aí eu falei: "Paco, pelo menos me devolve meu carro, né?" Ele disse: "Não vou levar ele não. Na verdade, só quero te dar seu castigo. Olha." Ele foi até uma janela e saiu pra garagem. A Carol estava do meu lado, me olhando com pena. Nisso, ele pegou um pedaço de cano e começou a quebrar os vidros do carro. Eu me senti horrível, mas era meu castigo. A Carol parecia excitada, apesar de tudo. Depois, o Paco disse: "Falta uma coisa. Vou detonar o motor do carro." Aí ele, vestido de diabinho com uma roupa de spandex, entrou no carro, ligou, colocou no neutro e começou a acelerar fundo. A Carol também via a cena e começava a ficar excitada. Depois de acelerar no neutro por quase dois minutos, ouviu-se uma explosão. O filho da puta detonou o motor do meu carro. O Paco saiu do carro e entrou de novo, e me disse: "Daniel, quero que veja uma coisa." Eu me virei, já sentado e amarrado na cadeira. Ele disse: "Quero que veja como vou foder sua namorada." A Carolina se aproximou dele e deu um beijo. Depois, ela tirava a roupa dele, e ele rasgava a blusa do atlas dela e puxava a saia pra baixo, tirava a calcinha fio dental dela. Ela beijava ele ainda mais e também tocava nele. Eles se aproximavam da cama. Ele dizia: "Olha como vou pedir sua namorada em namoro." Ele perguntou: "Carol, quer ser minha namorada e noiva?" A Carol disse: "Sim, Paco, me faz toda sua." Depois, o Paco pegou o anel de noivado que eu tinha dado a ela, dobrou com os dentes e jogou fora.
Querido, pegou no pau dele, bem grande, e começou a chupar. Se separou um momento e me disse: "Tem maior e mais gostoso que o seu". Levantou, foi pegar creme de amendoim, passou no pau dele e chupou por um bom tempo. Eu não podia acreditar, porque era o que ela fazia comigo, mas nunca deixou eu penetrar ela. Depois, Paco pegou na cintura dela e beijou os peitos, deitou ela e colocou uma camisinha.


Eu estava prestes a penetrar a mulher da minha vida. Ele colocou a camisinha, passou lubrificante e finalmente a penetrou bem devagar, abrindo a buceta virgem dela. Eu só observava. Depois, ele aumentou as fodas e metia mais rápido. Aí ele parou. Pensei que já tinha acabado, mas não — ele só parou um momento pra tirar a camisinha. Eu falei: "Não tira, por favor", mas ele não me deu ouvidos. Ia meter sem camisinha. Começou a foder ela de novo, dessa vez sem proteção. Foi metendo devagar, ela tava adorando. Depois foi aumentando o ritmo, cada vez mais forte, até que um gemido de prazer anunciou o gozo dele inundando a buceta da minha ex-namorada. Ele se separou dela e eu vi jorros e jorros de porra escorrendo da buceta da Carol. Foi assim que acabou meu sofrimento: fiquei sem namorada, deixaram ela grávida e eu perdi toda a minha dignidade. Perdi tudo. Mas, puta merda, me excitou ver ela sendo comida.


4 comentários - Apostando a mi Novia. Relato y gif.