Olá, amigos, neste relato vou contar o que aconteceu na quinta e na sexta, o fim de semana e o começo do meu relacionamento incestuoso com a minha filha. Como contei no relato passado, minha filha veio dormir comigo vestida de forma espetacular, com um baby doll e uma pequena camisola branca transparente. Na quinta de manhã, acordei com minha filha nos braços, ela estava acordada e me olhando, sorrindo e até rindo um pouco de mim.
Rober: Quanto tempo você está acordada, filha?
Ana: Faz uns minutos, você fica muito lindo enquanto dorme, papai.
Rober: Hahaha, com certeza porque estou com você, filha.
Ana: Hehehe, sério?
Rober: Claro! Tem dúvidas?
Ana: Não, papai, de jeito nenhum.
Rober: Decidiu descansar nas suas férias e ficar mais tempo na cama?
Ana: Não, hehehe. Só queria saber como é a sorte da mamãe ao acordar ao seu lado todas as manhãs, queria saber qual era a sensação.
Rober: Hahaha, filha, não é nada demais…
Ana: Isso é o que você pensa, adoro quando você me abraça, me sinto mais… Como te dizer?... Mais… mulher, aliás… bom dia, papai.
Rober: Bom… bom dia, filha… Vou… vou tomar banho para ir trabalhar e depois desço para tomar café. Se quiser, fique descansando, filha.
Não quis nem olhar para ela, meu pau estava com uma ereção matinal e eu me sentia envergonhado de encará-la de frente, então entrei no banho rapidamente com água gelada para a excitação baixar, mas nem assim, parecia que me deixava mais tesudo ainda. Tentei não demorar, pensando que já estava tarde, mas quando saí, não vi mais minha filha. Não soube se ela tinha descido para fazer o café como todas as manhãs ou se tinha ido para o quarto dela.
Tomei banho rápido, me vesti e, quando desci, mais uma surpresa: minha filha estava só de fio dental e sutiã, sem mais nada, exibindo seu corpo lindo por toda a cozinha. Nos dias anteriores, ela estava de top ou com um conjunto igual, coberta por uma camisola que a deixava sexy. Hoje, ela estava radiante, me dava muita vontade de arrancar aquelas roupas à força, e, sinceramente, eu já começava a me preocupar menos. que viesse minha ereção, e toda vez que ela estava na minha frente, eu ficava igual cachorro no cio.
Rober: Uau, filha! Cada dia você me surpreende mais, tá linda demais
Ana: Jejeje, sério, papai?
Rober: Claro!!! Adoro quando você acorda tão… tão… tão animada, hehe
Ana: Eu sempre acordo animada quando acordo do seu lado, papai.
Rober: E eu me sinto mais jovem quando você dorme comigo, filha.
Minha filha tinha feito um mate com torradas e estava se comportando feito uma verdadeira dona de casa. Por um lado, eu ficava preocupado, por outro, achava estranho uma garota da idade dela gostar de ficar na cozinha cuidando das coisas de casa — hoje em dia as meninas saem pra dançar e se divertir.
Me aproximei dela pra dar o beijo de bom dia, e eu tentando beijar o rosto dela, a Ana percebeu minha intenção e virou o rosto pra eu beijar ela na boca. Um beijo rápido, tão gostoso que dava vontade de pedir mais, mas tão carinhoso quanto um pequeno costume que a gente criou nesses dias.
Terminei de tomar café, virei pra olhar minha filha — vocês não imaginam. Ver ela é um sonho, como se tivesse uma modelo de lingerie a centímetros das minhas mãos, e mesmo assim parecia impossível alcançá-la. Mesmo sabendo quais eram os planos da minha filha, cada vez mais eu queria que ela me pegasse.
Ela só sorria de um jeito provocante e se fazia de desentendida, continuava com o café da manhã…
Ana: Papai, já tá tarde, você vai chegar atrasado no trabalho
Rober: É, filha, já vou
Tomei o último mate, fui no banheiro escovar os dentes. Quando saí, ela chegou e me abraçou.
Ana: Papai, não volta tarde, viu? Lembra que você vai comigo comprar roupa, hein
Rober: Sim, filha, fica tranquila, acho que chego umas 4 da tarde
Ana: Tá bom.
Depois ela pegou na minha mão e me levou até a porta, ajeitou minha gravata e deu um beijo de despedida — dessa vez um pouco mais longo que os outros.
Era maravilhoso ver minha filha feito uma pequena dona de casa, fazendo tudo que uma mulher recém-casada faria com o marido. Na verdade, ela me tratava muito melhor. que minha esposa, sem contar que ela sempre se preocupou comigo desde que era criança. Fui trabalhar e tinha no meu rosto um sorriso enorme de felicidade pela situação que estava rolando em casa, era impossível evitar ter ereções quando lembrava, mas eu evitava que percebessem. No trabalho, recebi uma mensagem no celular da minha filha, raramente ela me mandava mensagens, nem minha esposa fazia isso, mas a mensagem da minha filha me emocionou pra caralho e fez minha mente idealizar um monte de coisas. Ela escreveu… "Papai, sinto muito sua falta, já quero te ver, e já quero que seja amanhã pra gente curtir o dia inteiro ao máximo. Te mando muitos beijos muaaa =*)" Respondi… "Eu também já quero te ver, filha, e também quero que seja amanhã, mas me diz a que você se refere com curtir ao máximo?" Ela respondeu…. "Só quero que você saiba que vamos curtir juntos, e o mais importante… VOU TE FAZER FELIZ" Comecei a imaginar um monte de coisas, estar com minha filha era uma das coisas que eu mais desejava nesse mundo e eu já tava morrendo de vontade de abraçar ela e fazer ela minha, mas era o jogo dela e ela queria me pegar, e eu morria de ansiedade, mas não podia fazer nada, só curtir e desejar cada vez mais. O trabalho foi chato como sempre e saí correndo do hospital pra buscar minha filha. O caminho de volta pra casa pareceu uma eternidade, mas finalmente cheguei, tentava adivinhar a surpresa que minha filha tinha pra mim, mas acho que me empolguei demais, hehehe. Quando entrei em casa e minha filha tava no quarto dela se arrumando, falei que tava pronto pra ir, e ela disse pra esperar um pouco. Fiquei sentado na sala vendo TV, depois de 15 minutos minha filha saiu linda, com uma calça jeans super apertada que marcava a figura dela, as curvas, a bunda, tudo. Em cima, ela usava um top com alcinhas que destacavam o pescoço, os ombros e marcavam os peitos dela, nas costas aparecia quase toda a espinha porque o top era de alças nas costas. Ufa, simplesmente delicioso. Ela Ela chegou perto de mim e me deu um beijo na boca. Enquanto me abraçava, Ana disse: "Papai, finalmente chegou, estava com muita saudade."
Rober: "E eu, filha, como você está?"
"Bem, e aonde a gente vai?"
Ana: "Primeiro comer e depois fazer compras."
Então fomos de carro até o shopping. Durante o trajeto, Ana só ouvia música e a gente conversava sobre coisas sem importância. Quando chegamos, primeiro fomos comer num McDonald's e depois fomos para as lojas. Minha princesa puxava minha mão e me levava para todos os lugares que ela queria ir, e eu, feliz, me deixava levar por ela.
Primeiro, ela comprou uns sapatos de salto alto e sempre me perguntava se eu gostava. Eu, pessoalmente, prefiro as sapatilhas de salto alto com tiras, porque acho muito sexy. Depois do que eu falei, Ana comprou um par de sapatilhas que eu gosto: uma vermelha e uma branca.
Paguei com cartão enquanto minha princesa me abraçava e dizia: "Obrigada, papai", com o rostinho emocionado e feliz pelas compras que estávamos fazendo. Depois de pagar, entregaram a sacola para minha filha, e ela me puxou pela mão para fora.
Saindo da loja, minha filha parou, se virou, ficou de frente para mim e me deu um beijinho na boca.
Ana: "Obrigada, papai!"
Rober: "Você está contente, filha?"
Ana: "SIM! Muito, papai. Você não está desconfortável, papai?"
Rober: "Claro que não, filha, adoro acompanhar você para comprar roupas!"
Ana: "Então vamos para outra."
Minha filha estava feliz, e eu também estava feliz. Ver minha filha experimentando roupas me excitava muito, embora eu ficasse meio encabulado de alguém me ver com ela e pensar que aquela adolescente gostosa estava com um velho como eu. Mas meu rosto estava cheio de felicidade.
Daí fomos para outra loja de roupas, e ela começou a se comportar como criança em loja de brinquedo: começou a olhar e experimentar roupas de todo tipo. Escolheu várias saias curtinhas, blusas bem decotadas e semitransparentes de cores diferentes, e até tops bem justinhos de alcinha que deixavam os ombros e as costas completamente à mostra… uau, que delícia.
No final de tudo que ela pegou, minha filha me levou para... Uns metros do provador, ela me sentou nos sofás de espera e entrou com toda a roupa. Felizmente não tinha ninguém por perto, porque cada vez que minha filha saía e desfilava pra mim a roupa que vestia, saia e top ou saia e blusa, fazendo todas as combinações possíveis. A cada vez que a Ana saía, ela dizia:
Ana: Gostou, papai?
Rober: Sim, filha, ficou muito bem em você.
Enquanto dizia isso, minha filha dava uns passinhos e rebolava a bunda de um jeito bem provocante, me olhando com uma puta insinuação. Cada vez que ela saía, meu pau ficava mais e mais duro, até que não dava mais pra esconder. E quando ela via que eu tava excitado, entrava correndo. Minha filha brincava comigo de um jeito muito cruel, hehehe, mas eu tava feliz, muito feliz.
Assim fomos de loja em loja, eu pagando tudo e me deliciando com os desfiles que minha filha me dava. No final da visita ao shopping, minha filha tinha levado dois conjuntos de lingerie, dois pares de tênis, duas saias bem curtinhas, duas blusas super decotadas, dois tops de lycra bem justinhos e pequenos, e outros acessórios miúdos.
Quando terminamos as compras, minha filha me abraçou, me beijou de novo na boca rapidinho e se agarrou no meu braço enquanto caminhávamos até o carro, dizendo o quanto tava feliz e agradecida pelas coisas.
Ao chegar no carro, minha filha me disse…
Ana: Papai… hoje foi um dia muito especial pra mim.
Rober: Sério, filha?
Ana: SIIIM, demais. Adoro passar tempo com você, se dependesse de mim, a gente ficava só nós dois… Não acha melhor?
Rober: Hehehe, ai filha, as coisas que você fala.
Subimos no carro e voltamos pra casa às 10 da noite, e já não tínhamos vontade de nada, então decidimos dormir na hora.
Rober: Bom, filha, vou dormir. E você, o que vai fazer?
Ana: Eu também vou dormir… vou arrumar a roupa e te acompanho, ok?
Rober: Fechou, filha.
Então fui pro quarto, preparei tudo e deixei a luz acesa pra ver o que minha filha faria essa noite. Fiquei só de cueca e… esperei.
Quase uma hora depois que chegamos, eu já deitado, minha Filha, cheguei só de fio dental, mostrando seus lindos e deliciosos peitos, o que me deu uma ereção monumental só de olhar. Ana foi andando até a cama, se aproxima de mim enquanto eu estava deitado, se inclina e, me dando um beijinho na boca, me diz… Ana: Já cheguei, papai, já é hora de dormir? Rober: Sim, filha, já temos que deitar. Por que tão pouca roupa, filha? Ana: Estou com calor… você não? Rober: Sim, filha, também estou com muito calor. Ana: Já quero que seja amanhã para sairmos juntos e aproveitarmos o dia ao máximo com você, papai, que a gente curta os dois. Ela se levantou e foi apagar a luz, voltou para a cama pelo outro lado, levantou os lençóis e se deitou. Minha filha sabia que eu estava morrendo de vontade de fazer ela minha, mas quanto mais a gente prolongava o momento, mais emocionante ficava. Ela, já deitada, me deu um beijo nos lábios um pouco mais longo, e eu até senti um pouco da umidade que a língua dela oferecia. Depois disso, minha filha virou de novo, me oferecendo as costas, pegou meu braço direito e o colocou sobre a barriga dela, e levantou a cabeça para se apoiar no meu braço esquerdo. Já deitados e com minha ereção no máximo, tentei encostar mais no bum lindo e empinado dela, e até sentia a textura do tecido do fio dental dela, mesmo com cueca, então com certeza ela deve ter sentido meu pau querendo entrar na bunda dela, e ela respondeu se encostando mais para trás, prendendo meu pau nas belas nádegas dela. Depois, como ela ainda estava segurando minha mão direita, tentei subir mais para acariciar os peitos dela, mas Ana me parou, só consegui roçar neles… uff, isso era mortal para mim, minha princesa me dominava e sabia muito bem como me deixava, e mesmo assim aguentou muito. Ana: Dorme logo, papai, amanhã a gente curte os dois, você tem que trabalhar amanhã, acorda cedo. Rober: Tá bom, filha… como você quiser. Já nessa hora, eu nem lembrava da minha esposa, e aproveitei minha filha, até onde ela me permitiu. Decidi continuar esperando, então só dei um beijo na cabeça dela e fiquei. dormindo. Na manhã seguinte, quando o despertador tocou, abri os olhos e minha filha já não estava mais na minha cama, com certeza ia preparar o café da manhã como nos dias anteriores, então decidi entrar no banho e depois tomar café e ir trabalhar. Mas minha surpresa foi enorme quando entrei no banheiro e me deparei com minha filha completamente nua… dentro do meu banheiro.
Rober: Filha, o que você está fazendo aqui?
Ana: Hehehe, ai papai, por isso que eu falei pra você descansar, você nem percebeu e eu adiantei o despertador uma hora, então você tem uma hora pra gente tomar banho, café e você ir trabalhar, o que acha?
Rober: É… é sério, filha… bom, obrigado, espero aproveitar esse banho… aliás, você está muito gostosa, filha.
Ana: Hehehe, obrigada papai, você também está muito bem, vai, tira a roupa, não perde tempo e vem comigo.
Assim que ouvi minha filha, não perdi tempo e imediatamente me despi, ficando com minha ereção no máximo na frente dela. Ela só sorriu e estendeu a mão pra eu segurar e me guiar pra dentro da banheira. Já dentro, com a água nos nossos corpos, notei que minha filha tinha o corpo mais lindo do mundo, muito mais que o da mãe dela na mesma idade.
Ela mantinha os mamilos eretos e a bucetinha semi-depilada, que só deixava ver uma sombra.
Ana: Vai, papai, se lava, depois vai ter tempo pra todo o resto.
Era insuportável ver como minha filha estava brincando comigo, por um lado ela estava me seduzindo e me deixando ver o desejo que tinha por mim, e por outro lado estava fazendo cada minuto aumentar muito mais meu desejo por ela e prolongando o momento ao máximo, o que me deixava desesperado, e pelo que vi, ela se divertia, embora eu não soubesse o que significava o que ela disse… "depois vai ter tempo pra todo o resto".
Ana: Olha, papai, eu ensaboo suas costas, já vou indo, ok?
Rober: Sim, filha… e você não vai querer que eu ensaboe você?
Ana: Não, papai, eu já terminei de me lavar, hehehe.
Ufa… minha filha ia me dar um infarto. Rapidamente ela me ensaboou e saiu, toda gostosa. O corpo nu dela e a bunda linda e perfeita, branca e bem torneada. Ela se enrolou numa toalha e foi embora, dizendo que ia preparar o mate. Eu, por minha vez, não consegui esconder a ereção nem por um instante, e tomei banho o mais rápido possível pra ir com minha filha e tomar café da manhã com ela. Me vesti, me arrumei e desci pra ver o que minha filha tava fazendo. Quando entrei na cozinha, minha filha tava com o roupão que ela tinha vestido no dia anterior, semi-transparente, aberto na frente e bem curto, que só chegava um pouquinho abaixo da bunda dela. Por baixo desse roupão ELA NÃO TAVA USANDO NADA, tava completamente pelada e com o piercing no umbigo que me deixa louco. Simplesmente não conseguia comer, tava com uma ereção só de ver ela ali seminua do meu lado, comendo e sorrindo pra mim do jeito mais sedutor que eu já vi numa mulher. Não conseguia comer nem pensar em outra coisa que não fosse minha filha, ela tava ali, seminua, comendo, tinha me preparado o mate, tava me seduzindo, tinha me deixado ver ela pelada, se vestiu pra mim, dormia comigo, me provocava, me insinuava e, além de tudo, tava brincando comigo. Simplesmente não podia acreditar, queria gritar pra todo mundo o quão emocionado e feliz eu tava porque minha filha tava se comportando assim comigo, mas era impossível. No trabalho foi horrível, porque minha esposa me ligou no celular, e eu não conseguia evitar ficar nervoso, imaginava que ela tinha descoberto o que minha filha tava fazendo e tava ligando pra me xingar ou me insultar ou algo muito pior... mas não. Ale: Oi, amor, como você tá? Rober: Bem, love, e você, como tá no trabalho? Ale: Muito mal, os clientes não querem ceder, tão pedindo mais coisas e a gente tá trabalhando a todo vapor... certeza que você tá bem...? Te sinto nervoso ou assustado. Rober: Não... não tô... eu tô bem, love, só que um paciente tá meio delicado e a gente tá aqui tentando ajudar ele. Ale: Que pena, mas não se preocupa, vai dar tudo certo, mas me diz, como tá a Ana? Liguei pra casa e ela não atendeu, com certeza saiu com alguém. Suas amigas
Rober: Ana não saiu com certeza, mas ela tá muito gostosa.
Ale: Fiquei pensando que ela não foi de férias, talvez vocês possam ir num fim de semana. Não acha, querido? Aqui tão me pedindo pra estender minha estadia uma semana ou semana e meia a mais, até o projeto terminar e os clientes gostarem.
Rober: Sério? Que pena, amor, então você não vem esse fim de semana? E quando a gente vai te ver?
Ale: Não sei, calculo no máximo duas semanas a mais.
Rober: Tá bem, amor, eu entendo. A gente sente muito sua falta aqui (mentira).
Ale: Eu sei, amor, e eu também sinto falta de vocês, mas o trabalho não deixa. Juro que quando voltar, a gente vai viajar os três pra onde vocês quiserem.
Rober: Tá bom… tá bom, querido, não se preocupa. Vejo o que faço com a Ana.
Ale: Sim, querido, leva ela pra algum lugar de férias pra ela se distrair e não ficar entediada em casa, pelo menos no fim de semana que você tem livre.
Rober: Tá bem, amor, vou ver onde ela quer ir e levo ela num fim de semana. Mas quem sabe a gente não fica mais tempo, se eu conseguir férias no meu trabalho.
Ale: Tá bem, querido, manda um abraço pra ela.
Rober: Tchau, amor.
Ale: Te amo, beijos.
Quando desliguei, fiquei frio. Minha filha tava me seduzindo e agora eu tinha permissão da minha esposa pra levar minha filha de férias pra onde ela quisesse. Isso, claro, ia levá-la de férias pra onde ela me pedisse e, logicamente, eu tava pensando em passar o tempo todo comendo ela o dia inteiro.
Quando saí do trabalho, fui o mais rápido possível ver minha filha. Ela tava me esperando sentada no sofá da sala, pronta pra sair.
Ela tava vestida como da outra vez, de colegial, com uma saia xadrez, meias brancas e sapatos escolares de salto alto. Em cima, tinha uma blusa semitransparente e, por baixo, um sutiã bem pequeno que levantava e juntava os peitos dela, com um decote enorme que fazia com dois botões desabotoados. Parecia que eles gritavam como eram bons… uff… simplesmente maravilhosa.
Rober: Olá, filha, como você está? Não vai se vestir pra gente sair? Ou vai assim mesmo? Parece que acabou de sair da escola.
Ana: Não gostou do que eu vesti? Além do mais, toda sexta depois da escola eu vou ao cinema.
Rober: Como não vou gostar, filha? Você está linda.
Ana: Obrigada, pai. E te falei que ia me vestir assim quando a mamãe não estivesse por perto… e agora… ela não está, então acho que não tem problema, né, pai?
Rober: M-mas, filha, você não vai ficar com vergonha de sair comigo? Já tô velho pra levar uma mocinha que saiu da "escola" pro cinema.
Ana: Você não tá velho, pai. Acho que você é que não quer me acompanhar. Melhor ainda… você vai ser meu namorado hoje, assim não vai ter vergonha.
Rober: Meu… meu… meu namorado?
Ana: Sim.
Rober: Mas o que você tá dizendo, filha… As palavras da minha filha ecoavam na minha cabeça, e eu tava tão feliz que a sexta tinha chegado e que eu ia ficar com ela, deixando ela assumir o controle de tudo que faríamos. Decidi cumprir à risca tudo que ela pedisse e não ia voltar atrás. Eu continuava aproveitando ela ao máximo.
Pois é, eu não sabia o que dizer pra minha filha. Ela queria que a gente saísse pro cinema, vestida como uma das minhas maiores fantasias (e de muitos homens), e além disso, queria que saíssemos e fingíssemos que éramos namorados, segundo ela, pra eu não me sentir velho perto dela. Mas na real, eu não sabia quais eram os planos dela. Decidi que a gente iria ao cinema, mas, por lógica, iríamos pra um lugar que quase nunca vamos, ou que na verdade nunca tínhamos ido antes.
Mesmo com ela vestida daquele jeito, resolvi levá-la pra comer num restaurante italiano bem famoso, em Buenos Aires, já que ela gostava. Aproveitei pra levá-la pro sul da cidade, onde ninguém nos conhecia.
Fui rápido me trocar pra ficar mais apresentável pra minha filha. Quando saímos, fomos de carro e praticamente não falamos nada fora do normal. Eu perguntava…
Rober: Bom, filha, finalmente o dia chegou. Espero não te entediar muito.
Ana: Nada disso, papai, finalmente saímos, não acha justo?
Rober: Pois é, filha, já tava me sentindo igual bicho enjaulado sem sair pra espairecer um pouco. Aliás, valeu por querer me acompanhar.
Ana: Valeu você, papai, por aceitar meu convite. Vou fazer de tudo pra você se divertir pra caramba.
Enquanto dizia isso, soltou uma risadinha misteriosa.
Rober: Então me diz, filha, onde cê quer ir comer?
Ana: Sei lá, papai, pra onde você quiser me levar.
Rober: Vamos ver pra onde o destino nos leva. Espero que cê esteja com fome.
Ana: Tô sim, aliás, tô morrendo de fome, hehehe.
Rober: Que bom, porque vou te levar pra comer comida italiana naquele restaurante que você adora.
Ana: Sério, papai?! DEMAIS! Adoro isso, mas qual deles? O que fica perto de casa?
Rober: Não, filha, vamos pra um lugar que a gente não foi muito. Que tal ir naquele do centro?
Ana: HAHAHA Sim! Ia ser foda! Dizem que o restaurante é muito mais bonito que o daqui, além de ser bem mais calmo e íntimo... acho.
Rober: Hahahaha, isso seria melhor, né, filha?
Ana: Muito... muito melhor.
Nisso, Ana resolveu colocar uma música que ela curtia pra caramba, na real algo bem calmo e romântico. Não posso negar, mas é uma música que eu também gosto. Parece que ela preparou um pendrive especial com músicas e colocou no carro, enquanto ia cantando.
O caminho foi meio lento por causa do trânsito, embora eu tivesse cada vez mais fome. E, pra falar a verdade, me surpreendi que Ana não reclamasse nada, porque eu sei como ela se irrita no trânsito da cidade.
Logo uns dois minutos antes de chegar e estacionar o carro, Ana me disse:
Ana: Só pra constar, papai, já saímos, e você não vai mais ficar entediado nem se sentir triste ou sozinho. Mas em troca...
Rober: Em troca de quê, filha?
Ana: Quero que você me trate e se dirija a mim como sua namorada ou sua parceira, hehehe. Lembra...!
Rober: Mas, filha, eu...
Ana: Shhh... Eu cumpri minha parte, agora é sua vez. Além disso, aqui ninguém nos conhece, e ia ser divertido. Já vou ver a cara que todo mundo vai fazer. os outros.
Rober: Tá bem, filha.
Ana: Filha?
Rober: Haha sim, desculpa... Tá bem... meu amor?
Ana: Mmmm, assim fica bem melhor.
Quando chegamos, notei que o cara que nos recebeu quase arrancou os olhos quando viu minha filha, e não é à toa, porque quando minha menina desceu do carro dava pra ver quase todas as pernas dela, da raiz até os tornozelos, por causa da saia tão curtinha que ela tava usando. E até de relance vi como eles olhavam pra Ana pelas nossas costas e ouvi um deles murmurar: "Que sorte que esse velho tem".
Pra ser sincero, quando ouvi aquilo, me senti muito bem por ter trazido comigo uma mulher com um corpaço como a minha filha. E eu só tentava andar o máximo possível pra não deixar transparecer minha ereção que, por causa do nervosismo, já começava a aparecer.
Quando chegamos, a moça nos deu uma mesa de não fumantes e tava nos oferecendo uma mesa bem perto da porta e da cozinha, aí a Ana falou...
Ana: Não tem uma mais afastada e tranquila? A gente não quer ser incomodado, né, amor?
Enquanto segurava minha mão e se virava pra mim com uma cara de safada e um sorriso lindo e sedutor.
Rober: Hã? Hahaha sim!... Moça, por favor, nos dê uma mesa mais sossegada.
A moça nos fez andar alguns metros, nos levou até uma escada e nos colocou numa mesa no fundo do restaurante e, por razões óbvias, era uma das mais afastadas e isoladas de todo mundo. E até essas mesas eram menos iluminadas e muito mais tranquilas, com mais espaço entre uma e outra. Quando ajudei minha filha a sentar, como um perfeito cavalheiro, e depois me sentei eu, do lado dela — não queria sentar na frente porque, logicamente, queria ficar perto da Ana o máximo de tempo possível — e já não conseguia mais evitar a ereção que tava naquele momento enorme.
O garçom se aproximou e enquanto minha filha dizia:
Ana: Tá vendo, papai? Não é divertido ver a cara dos outros? Com certeza tão pensando: "que mina sortuda por ter um homem tão gostoso como acompanhante"... hehehe, obrigada por entrar na brincadeira, papai.
Rober: Cê tá doidinha, filha. Se o que tão falando é com certeza "Que sorte desse velho safado de ter uma mulher como você do meu lado", e tá certo, só por sua causa vou entrar na brincadeira. Quando o garçom chegou, deu as boas-vindas, ofereceu os cardápios e também o vinho, aproveitei pra minha filha não beber (já que minha mulher não gosta porque diz que ela é muito novinha). No próximo relato, vou contar o que rolou na comida, no brinde e no que a gente fez naquele dia, o dia em que começou minha vida incestuosa com minha filha e eu finalmente realizei meu sonho.
Rober: Quanto tempo você está acordada, filha?
Ana: Faz uns minutos, você fica muito lindo enquanto dorme, papai.
Rober: Hahaha, com certeza porque estou com você, filha.
Ana: Hehehe, sério?
Rober: Claro! Tem dúvidas?
Ana: Não, papai, de jeito nenhum.
Rober: Decidiu descansar nas suas férias e ficar mais tempo na cama?
Ana: Não, hehehe. Só queria saber como é a sorte da mamãe ao acordar ao seu lado todas as manhãs, queria saber qual era a sensação.
Rober: Hahaha, filha, não é nada demais…
Ana: Isso é o que você pensa, adoro quando você me abraça, me sinto mais… Como te dizer?... Mais… mulher, aliás… bom dia, papai.
Rober: Bom… bom dia, filha… Vou… vou tomar banho para ir trabalhar e depois desço para tomar café. Se quiser, fique descansando, filha.
Não quis nem olhar para ela, meu pau estava com uma ereção matinal e eu me sentia envergonhado de encará-la de frente, então entrei no banho rapidamente com água gelada para a excitação baixar, mas nem assim, parecia que me deixava mais tesudo ainda. Tentei não demorar, pensando que já estava tarde, mas quando saí, não vi mais minha filha. Não soube se ela tinha descido para fazer o café como todas as manhãs ou se tinha ido para o quarto dela.
Tomei banho rápido, me vesti e, quando desci, mais uma surpresa: minha filha estava só de fio dental e sutiã, sem mais nada, exibindo seu corpo lindo por toda a cozinha. Nos dias anteriores, ela estava de top ou com um conjunto igual, coberta por uma camisola que a deixava sexy. Hoje, ela estava radiante, me dava muita vontade de arrancar aquelas roupas à força, e, sinceramente, eu já começava a me preocupar menos. que viesse minha ereção, e toda vez que ela estava na minha frente, eu ficava igual cachorro no cio.
Rober: Uau, filha! Cada dia você me surpreende mais, tá linda demais
Ana: Jejeje, sério, papai?
Rober: Claro!!! Adoro quando você acorda tão… tão… tão animada, hehe
Ana: Eu sempre acordo animada quando acordo do seu lado, papai.
Rober: E eu me sinto mais jovem quando você dorme comigo, filha.
Minha filha tinha feito um mate com torradas e estava se comportando feito uma verdadeira dona de casa. Por um lado, eu ficava preocupado, por outro, achava estranho uma garota da idade dela gostar de ficar na cozinha cuidando das coisas de casa — hoje em dia as meninas saem pra dançar e se divertir.
Me aproximei dela pra dar o beijo de bom dia, e eu tentando beijar o rosto dela, a Ana percebeu minha intenção e virou o rosto pra eu beijar ela na boca. Um beijo rápido, tão gostoso que dava vontade de pedir mais, mas tão carinhoso quanto um pequeno costume que a gente criou nesses dias.
Terminei de tomar café, virei pra olhar minha filha — vocês não imaginam. Ver ela é um sonho, como se tivesse uma modelo de lingerie a centímetros das minhas mãos, e mesmo assim parecia impossível alcançá-la. Mesmo sabendo quais eram os planos da minha filha, cada vez mais eu queria que ela me pegasse.
Ela só sorria de um jeito provocante e se fazia de desentendida, continuava com o café da manhã…
Ana: Papai, já tá tarde, você vai chegar atrasado no trabalho
Rober: É, filha, já vou
Tomei o último mate, fui no banheiro escovar os dentes. Quando saí, ela chegou e me abraçou.
Ana: Papai, não volta tarde, viu? Lembra que você vai comigo comprar roupa, hein
Rober: Sim, filha, fica tranquila, acho que chego umas 4 da tarde
Ana: Tá bom.
Depois ela pegou na minha mão e me levou até a porta, ajeitou minha gravata e deu um beijo de despedida — dessa vez um pouco mais longo que os outros.
Era maravilhoso ver minha filha feito uma pequena dona de casa, fazendo tudo que uma mulher recém-casada faria com o marido. Na verdade, ela me tratava muito melhor. que minha esposa, sem contar que ela sempre se preocupou comigo desde que era criança. Fui trabalhar e tinha no meu rosto um sorriso enorme de felicidade pela situação que estava rolando em casa, era impossível evitar ter ereções quando lembrava, mas eu evitava que percebessem. No trabalho, recebi uma mensagem no celular da minha filha, raramente ela me mandava mensagens, nem minha esposa fazia isso, mas a mensagem da minha filha me emocionou pra caralho e fez minha mente idealizar um monte de coisas. Ela escreveu… "Papai, sinto muito sua falta, já quero te ver, e já quero que seja amanhã pra gente curtir o dia inteiro ao máximo. Te mando muitos beijos muaaa =*)" Respondi… "Eu também já quero te ver, filha, e também quero que seja amanhã, mas me diz a que você se refere com curtir ao máximo?" Ela respondeu…. "Só quero que você saiba que vamos curtir juntos, e o mais importante… VOU TE FAZER FELIZ" Comecei a imaginar um monte de coisas, estar com minha filha era uma das coisas que eu mais desejava nesse mundo e eu já tava morrendo de vontade de abraçar ela e fazer ela minha, mas era o jogo dela e ela queria me pegar, e eu morria de ansiedade, mas não podia fazer nada, só curtir e desejar cada vez mais. O trabalho foi chato como sempre e saí correndo do hospital pra buscar minha filha. O caminho de volta pra casa pareceu uma eternidade, mas finalmente cheguei, tentava adivinhar a surpresa que minha filha tinha pra mim, mas acho que me empolguei demais, hehehe. Quando entrei em casa e minha filha tava no quarto dela se arrumando, falei que tava pronto pra ir, e ela disse pra esperar um pouco. Fiquei sentado na sala vendo TV, depois de 15 minutos minha filha saiu linda, com uma calça jeans super apertada que marcava a figura dela, as curvas, a bunda, tudo. Em cima, ela usava um top com alcinhas que destacavam o pescoço, os ombros e marcavam os peitos dela, nas costas aparecia quase toda a espinha porque o top era de alças nas costas. Ufa, simplesmente delicioso. Ela Ela chegou perto de mim e me deu um beijo na boca. Enquanto me abraçava, Ana disse: "Papai, finalmente chegou, estava com muita saudade."
Rober: "E eu, filha, como você está?"
"Bem, e aonde a gente vai?"
Ana: "Primeiro comer e depois fazer compras."
Então fomos de carro até o shopping. Durante o trajeto, Ana só ouvia música e a gente conversava sobre coisas sem importância. Quando chegamos, primeiro fomos comer num McDonald's e depois fomos para as lojas. Minha princesa puxava minha mão e me levava para todos os lugares que ela queria ir, e eu, feliz, me deixava levar por ela.
Primeiro, ela comprou uns sapatos de salto alto e sempre me perguntava se eu gostava. Eu, pessoalmente, prefiro as sapatilhas de salto alto com tiras, porque acho muito sexy. Depois do que eu falei, Ana comprou um par de sapatilhas que eu gosto: uma vermelha e uma branca.
Paguei com cartão enquanto minha princesa me abraçava e dizia: "Obrigada, papai", com o rostinho emocionado e feliz pelas compras que estávamos fazendo. Depois de pagar, entregaram a sacola para minha filha, e ela me puxou pela mão para fora.
Saindo da loja, minha filha parou, se virou, ficou de frente para mim e me deu um beijinho na boca.
Ana: "Obrigada, papai!"
Rober: "Você está contente, filha?"
Ana: "SIM! Muito, papai. Você não está desconfortável, papai?"
Rober: "Claro que não, filha, adoro acompanhar você para comprar roupas!"
Ana: "Então vamos para outra."
Minha filha estava feliz, e eu também estava feliz. Ver minha filha experimentando roupas me excitava muito, embora eu ficasse meio encabulado de alguém me ver com ela e pensar que aquela adolescente gostosa estava com um velho como eu. Mas meu rosto estava cheio de felicidade.
Daí fomos para outra loja de roupas, e ela começou a se comportar como criança em loja de brinquedo: começou a olhar e experimentar roupas de todo tipo. Escolheu várias saias curtinhas, blusas bem decotadas e semitransparentes de cores diferentes, e até tops bem justinhos de alcinha que deixavam os ombros e as costas completamente à mostra… uau, que delícia.
No final de tudo que ela pegou, minha filha me levou para... Uns metros do provador, ela me sentou nos sofás de espera e entrou com toda a roupa. Felizmente não tinha ninguém por perto, porque cada vez que minha filha saía e desfilava pra mim a roupa que vestia, saia e top ou saia e blusa, fazendo todas as combinações possíveis. A cada vez que a Ana saía, ela dizia:
Ana: Gostou, papai?
Rober: Sim, filha, ficou muito bem em você.
Enquanto dizia isso, minha filha dava uns passinhos e rebolava a bunda de um jeito bem provocante, me olhando com uma puta insinuação. Cada vez que ela saía, meu pau ficava mais e mais duro, até que não dava mais pra esconder. E quando ela via que eu tava excitado, entrava correndo. Minha filha brincava comigo de um jeito muito cruel, hehehe, mas eu tava feliz, muito feliz.
Assim fomos de loja em loja, eu pagando tudo e me deliciando com os desfiles que minha filha me dava. No final da visita ao shopping, minha filha tinha levado dois conjuntos de lingerie, dois pares de tênis, duas saias bem curtinhas, duas blusas super decotadas, dois tops de lycra bem justinhos e pequenos, e outros acessórios miúdos.
Quando terminamos as compras, minha filha me abraçou, me beijou de novo na boca rapidinho e se agarrou no meu braço enquanto caminhávamos até o carro, dizendo o quanto tava feliz e agradecida pelas coisas.
Ao chegar no carro, minha filha me disse…
Ana: Papai… hoje foi um dia muito especial pra mim.
Rober: Sério, filha?
Ana: SIIIM, demais. Adoro passar tempo com você, se dependesse de mim, a gente ficava só nós dois… Não acha melhor?
Rober: Hehehe, ai filha, as coisas que você fala.
Subimos no carro e voltamos pra casa às 10 da noite, e já não tínhamos vontade de nada, então decidimos dormir na hora.
Rober: Bom, filha, vou dormir. E você, o que vai fazer?
Ana: Eu também vou dormir… vou arrumar a roupa e te acompanho, ok?
Rober: Fechou, filha.
Então fui pro quarto, preparei tudo e deixei a luz acesa pra ver o que minha filha faria essa noite. Fiquei só de cueca e… esperei.
Quase uma hora depois que chegamos, eu já deitado, minha Filha, cheguei só de fio dental, mostrando seus lindos e deliciosos peitos, o que me deu uma ereção monumental só de olhar. Ana foi andando até a cama, se aproxima de mim enquanto eu estava deitado, se inclina e, me dando um beijinho na boca, me diz… Ana: Já cheguei, papai, já é hora de dormir? Rober: Sim, filha, já temos que deitar. Por que tão pouca roupa, filha? Ana: Estou com calor… você não? Rober: Sim, filha, também estou com muito calor. Ana: Já quero que seja amanhã para sairmos juntos e aproveitarmos o dia ao máximo com você, papai, que a gente curta os dois. Ela se levantou e foi apagar a luz, voltou para a cama pelo outro lado, levantou os lençóis e se deitou. Minha filha sabia que eu estava morrendo de vontade de fazer ela minha, mas quanto mais a gente prolongava o momento, mais emocionante ficava. Ela, já deitada, me deu um beijo nos lábios um pouco mais longo, e eu até senti um pouco da umidade que a língua dela oferecia. Depois disso, minha filha virou de novo, me oferecendo as costas, pegou meu braço direito e o colocou sobre a barriga dela, e levantou a cabeça para se apoiar no meu braço esquerdo. Já deitados e com minha ereção no máximo, tentei encostar mais no bum lindo e empinado dela, e até sentia a textura do tecido do fio dental dela, mesmo com cueca, então com certeza ela deve ter sentido meu pau querendo entrar na bunda dela, e ela respondeu se encostando mais para trás, prendendo meu pau nas belas nádegas dela. Depois, como ela ainda estava segurando minha mão direita, tentei subir mais para acariciar os peitos dela, mas Ana me parou, só consegui roçar neles… uff, isso era mortal para mim, minha princesa me dominava e sabia muito bem como me deixava, e mesmo assim aguentou muito. Ana: Dorme logo, papai, amanhã a gente curte os dois, você tem que trabalhar amanhã, acorda cedo. Rober: Tá bom, filha… como você quiser. Já nessa hora, eu nem lembrava da minha esposa, e aproveitei minha filha, até onde ela me permitiu. Decidi continuar esperando, então só dei um beijo na cabeça dela e fiquei. dormindo. Na manhã seguinte, quando o despertador tocou, abri os olhos e minha filha já não estava mais na minha cama, com certeza ia preparar o café da manhã como nos dias anteriores, então decidi entrar no banho e depois tomar café e ir trabalhar. Mas minha surpresa foi enorme quando entrei no banheiro e me deparei com minha filha completamente nua… dentro do meu banheiro.
Rober: Filha, o que você está fazendo aqui?
Ana: Hehehe, ai papai, por isso que eu falei pra você descansar, você nem percebeu e eu adiantei o despertador uma hora, então você tem uma hora pra gente tomar banho, café e você ir trabalhar, o que acha?
Rober: É… é sério, filha… bom, obrigado, espero aproveitar esse banho… aliás, você está muito gostosa, filha.
Ana: Hehehe, obrigada papai, você também está muito bem, vai, tira a roupa, não perde tempo e vem comigo.
Assim que ouvi minha filha, não perdi tempo e imediatamente me despi, ficando com minha ereção no máximo na frente dela. Ela só sorriu e estendeu a mão pra eu segurar e me guiar pra dentro da banheira. Já dentro, com a água nos nossos corpos, notei que minha filha tinha o corpo mais lindo do mundo, muito mais que o da mãe dela na mesma idade.
Ela mantinha os mamilos eretos e a bucetinha semi-depilada, que só deixava ver uma sombra.
Ana: Vai, papai, se lava, depois vai ter tempo pra todo o resto.
Era insuportável ver como minha filha estava brincando comigo, por um lado ela estava me seduzindo e me deixando ver o desejo que tinha por mim, e por outro lado estava fazendo cada minuto aumentar muito mais meu desejo por ela e prolongando o momento ao máximo, o que me deixava desesperado, e pelo que vi, ela se divertia, embora eu não soubesse o que significava o que ela disse… "depois vai ter tempo pra todo o resto".
Ana: Olha, papai, eu ensaboo suas costas, já vou indo, ok?
Rober: Sim, filha… e você não vai querer que eu ensaboe você?
Ana: Não, papai, eu já terminei de me lavar, hehehe.
Ufa… minha filha ia me dar um infarto. Rapidamente ela me ensaboou e saiu, toda gostosa. O corpo nu dela e a bunda linda e perfeita, branca e bem torneada. Ela se enrolou numa toalha e foi embora, dizendo que ia preparar o mate. Eu, por minha vez, não consegui esconder a ereção nem por um instante, e tomei banho o mais rápido possível pra ir com minha filha e tomar café da manhã com ela. Me vesti, me arrumei e desci pra ver o que minha filha tava fazendo. Quando entrei na cozinha, minha filha tava com o roupão que ela tinha vestido no dia anterior, semi-transparente, aberto na frente e bem curto, que só chegava um pouquinho abaixo da bunda dela. Por baixo desse roupão ELA NÃO TAVA USANDO NADA, tava completamente pelada e com o piercing no umbigo que me deixa louco. Simplesmente não conseguia comer, tava com uma ereção só de ver ela ali seminua do meu lado, comendo e sorrindo pra mim do jeito mais sedutor que eu já vi numa mulher. Não conseguia comer nem pensar em outra coisa que não fosse minha filha, ela tava ali, seminua, comendo, tinha me preparado o mate, tava me seduzindo, tinha me deixado ver ela pelada, se vestiu pra mim, dormia comigo, me provocava, me insinuava e, além de tudo, tava brincando comigo. Simplesmente não podia acreditar, queria gritar pra todo mundo o quão emocionado e feliz eu tava porque minha filha tava se comportando assim comigo, mas era impossível. No trabalho foi horrível, porque minha esposa me ligou no celular, e eu não conseguia evitar ficar nervoso, imaginava que ela tinha descoberto o que minha filha tava fazendo e tava ligando pra me xingar ou me insultar ou algo muito pior... mas não. Ale: Oi, amor, como você tá? Rober: Bem, love, e você, como tá no trabalho? Ale: Muito mal, os clientes não querem ceder, tão pedindo mais coisas e a gente tá trabalhando a todo vapor... certeza que você tá bem...? Te sinto nervoso ou assustado. Rober: Não... não tô... eu tô bem, love, só que um paciente tá meio delicado e a gente tá aqui tentando ajudar ele. Ale: Que pena, mas não se preocupa, vai dar tudo certo, mas me diz, como tá a Ana? Liguei pra casa e ela não atendeu, com certeza saiu com alguém. Suas amigas
Rober: Ana não saiu com certeza, mas ela tá muito gostosa.
Ale: Fiquei pensando que ela não foi de férias, talvez vocês possam ir num fim de semana. Não acha, querido? Aqui tão me pedindo pra estender minha estadia uma semana ou semana e meia a mais, até o projeto terminar e os clientes gostarem.
Rober: Sério? Que pena, amor, então você não vem esse fim de semana? E quando a gente vai te ver?
Ale: Não sei, calculo no máximo duas semanas a mais.
Rober: Tá bem, amor, eu entendo. A gente sente muito sua falta aqui (mentira).
Ale: Eu sei, amor, e eu também sinto falta de vocês, mas o trabalho não deixa. Juro que quando voltar, a gente vai viajar os três pra onde vocês quiserem.
Rober: Tá bom… tá bom, querido, não se preocupa. Vejo o que faço com a Ana.
Ale: Sim, querido, leva ela pra algum lugar de férias pra ela se distrair e não ficar entediada em casa, pelo menos no fim de semana que você tem livre.
Rober: Tá bem, amor, vou ver onde ela quer ir e levo ela num fim de semana. Mas quem sabe a gente não fica mais tempo, se eu conseguir férias no meu trabalho.
Ale: Tá bem, querido, manda um abraço pra ela.
Rober: Tchau, amor.
Ale: Te amo, beijos.
Quando desliguei, fiquei frio. Minha filha tava me seduzindo e agora eu tinha permissão da minha esposa pra levar minha filha de férias pra onde ela quisesse. Isso, claro, ia levá-la de férias pra onde ela me pedisse e, logicamente, eu tava pensando em passar o tempo todo comendo ela o dia inteiro.
Quando saí do trabalho, fui o mais rápido possível ver minha filha. Ela tava me esperando sentada no sofá da sala, pronta pra sair.
Ela tava vestida como da outra vez, de colegial, com uma saia xadrez, meias brancas e sapatos escolares de salto alto. Em cima, tinha uma blusa semitransparente e, por baixo, um sutiã bem pequeno que levantava e juntava os peitos dela, com um decote enorme que fazia com dois botões desabotoados. Parecia que eles gritavam como eram bons… uff… simplesmente maravilhosa.
Rober: Olá, filha, como você está? Não vai se vestir pra gente sair? Ou vai assim mesmo? Parece que acabou de sair da escola.
Ana: Não gostou do que eu vesti? Além do mais, toda sexta depois da escola eu vou ao cinema.
Rober: Como não vou gostar, filha? Você está linda.
Ana: Obrigada, pai. E te falei que ia me vestir assim quando a mamãe não estivesse por perto… e agora… ela não está, então acho que não tem problema, né, pai?
Rober: M-mas, filha, você não vai ficar com vergonha de sair comigo? Já tô velho pra levar uma mocinha que saiu da "escola" pro cinema.
Ana: Você não tá velho, pai. Acho que você é que não quer me acompanhar. Melhor ainda… você vai ser meu namorado hoje, assim não vai ter vergonha.
Rober: Meu… meu… meu namorado?
Ana: Sim.
Rober: Mas o que você tá dizendo, filha… As palavras da minha filha ecoavam na minha cabeça, e eu tava tão feliz que a sexta tinha chegado e que eu ia ficar com ela, deixando ela assumir o controle de tudo que faríamos. Decidi cumprir à risca tudo que ela pedisse e não ia voltar atrás. Eu continuava aproveitando ela ao máximo.
Pois é, eu não sabia o que dizer pra minha filha. Ela queria que a gente saísse pro cinema, vestida como uma das minhas maiores fantasias (e de muitos homens), e além disso, queria que saíssemos e fingíssemos que éramos namorados, segundo ela, pra eu não me sentir velho perto dela. Mas na real, eu não sabia quais eram os planos dela. Decidi que a gente iria ao cinema, mas, por lógica, iríamos pra um lugar que quase nunca vamos, ou que na verdade nunca tínhamos ido antes.
Mesmo com ela vestida daquele jeito, resolvi levá-la pra comer num restaurante italiano bem famoso, em Buenos Aires, já que ela gostava. Aproveitei pra levá-la pro sul da cidade, onde ninguém nos conhecia.
Fui rápido me trocar pra ficar mais apresentável pra minha filha. Quando saímos, fomos de carro e praticamente não falamos nada fora do normal. Eu perguntava…
Rober: Bom, filha, finalmente o dia chegou. Espero não te entediar muito.
Ana: Nada disso, papai, finalmente saímos, não acha justo?
Rober: Pois é, filha, já tava me sentindo igual bicho enjaulado sem sair pra espairecer um pouco. Aliás, valeu por querer me acompanhar.
Ana: Valeu você, papai, por aceitar meu convite. Vou fazer de tudo pra você se divertir pra caramba.
Enquanto dizia isso, soltou uma risadinha misteriosa.
Rober: Então me diz, filha, onde cê quer ir comer?
Ana: Sei lá, papai, pra onde você quiser me levar.
Rober: Vamos ver pra onde o destino nos leva. Espero que cê esteja com fome.
Ana: Tô sim, aliás, tô morrendo de fome, hehehe.
Rober: Que bom, porque vou te levar pra comer comida italiana naquele restaurante que você adora.
Ana: Sério, papai?! DEMAIS! Adoro isso, mas qual deles? O que fica perto de casa?
Rober: Não, filha, vamos pra um lugar que a gente não foi muito. Que tal ir naquele do centro?
Ana: HAHAHA Sim! Ia ser foda! Dizem que o restaurante é muito mais bonito que o daqui, além de ser bem mais calmo e íntimo... acho.
Rober: Hahahaha, isso seria melhor, né, filha?
Ana: Muito... muito melhor.
Nisso, Ana resolveu colocar uma música que ela curtia pra caramba, na real algo bem calmo e romântico. Não posso negar, mas é uma música que eu também gosto. Parece que ela preparou um pendrive especial com músicas e colocou no carro, enquanto ia cantando.
O caminho foi meio lento por causa do trânsito, embora eu tivesse cada vez mais fome. E, pra falar a verdade, me surpreendi que Ana não reclamasse nada, porque eu sei como ela se irrita no trânsito da cidade.
Logo uns dois minutos antes de chegar e estacionar o carro, Ana me disse:
Ana: Só pra constar, papai, já saímos, e você não vai mais ficar entediado nem se sentir triste ou sozinho. Mas em troca...
Rober: Em troca de quê, filha?
Ana: Quero que você me trate e se dirija a mim como sua namorada ou sua parceira, hehehe. Lembra...!
Rober: Mas, filha, eu...
Ana: Shhh... Eu cumpri minha parte, agora é sua vez. Além disso, aqui ninguém nos conhece, e ia ser divertido. Já vou ver a cara que todo mundo vai fazer. os outros.
Rober: Tá bem, filha.
Ana: Filha?
Rober: Haha sim, desculpa... Tá bem... meu amor?
Ana: Mmmm, assim fica bem melhor.
Quando chegamos, notei que o cara que nos recebeu quase arrancou os olhos quando viu minha filha, e não é à toa, porque quando minha menina desceu do carro dava pra ver quase todas as pernas dela, da raiz até os tornozelos, por causa da saia tão curtinha que ela tava usando. E até de relance vi como eles olhavam pra Ana pelas nossas costas e ouvi um deles murmurar: "Que sorte que esse velho tem".
Pra ser sincero, quando ouvi aquilo, me senti muito bem por ter trazido comigo uma mulher com um corpaço como a minha filha. E eu só tentava andar o máximo possível pra não deixar transparecer minha ereção que, por causa do nervosismo, já começava a aparecer.
Quando chegamos, a moça nos deu uma mesa de não fumantes e tava nos oferecendo uma mesa bem perto da porta e da cozinha, aí a Ana falou...
Ana: Não tem uma mais afastada e tranquila? A gente não quer ser incomodado, né, amor?
Enquanto segurava minha mão e se virava pra mim com uma cara de safada e um sorriso lindo e sedutor.
Rober: Hã? Hahaha sim!... Moça, por favor, nos dê uma mesa mais sossegada.
A moça nos fez andar alguns metros, nos levou até uma escada e nos colocou numa mesa no fundo do restaurante e, por razões óbvias, era uma das mais afastadas e isoladas de todo mundo. E até essas mesas eram menos iluminadas e muito mais tranquilas, com mais espaço entre uma e outra. Quando ajudei minha filha a sentar, como um perfeito cavalheiro, e depois me sentei eu, do lado dela — não queria sentar na frente porque, logicamente, queria ficar perto da Ana o máximo de tempo possível — e já não conseguia mais evitar a ereção que tava naquele momento enorme.
O garçom se aproximou e enquanto minha filha dizia:
Ana: Tá vendo, papai? Não é divertido ver a cara dos outros? Com certeza tão pensando: "que mina sortuda por ter um homem tão gostoso como acompanhante"... hehehe, obrigada por entrar na brincadeira, papai.
Rober: Cê tá doidinha, filha. Se o que tão falando é com certeza "Que sorte desse velho safado de ter uma mulher como você do meu lado", e tá certo, só por sua causa vou entrar na brincadeira. Quando o garçom chegou, deu as boas-vindas, ofereceu os cardápios e também o vinho, aproveitei pra minha filha não beber (já que minha mulher não gosta porque diz que ela é muito novinha). No próximo relato, vou contar o que rolou na comida, no brinde e no que a gente fez naquele dia, o dia em que começou minha vida incestuosa com minha filha e eu finalmente realizei meu sonho.
38 comentários - Minha Filha & Eu III
Si para el martes 2 de enero no sube la 4ta parte... Prometo ese mismo día empezar a escribirla con lujos de detalles y contenidos eróticos bien hot!