Minha cunhada gostosa Susana

No geral, ela era uma mina normal, tinha um corpo bonito, mas não era uma gostosa de parar o trânsito.
Reconheço que mais de uma vez meus olhos se perderam nela, mas era algo natural — ela sabia valorizar o que tinha. Mas quando calçava saltos altos, a bunda dela virava um ímã pros meus olhos. Era bonita, empinada e com uma cara de ser macia.
Assim era minha cunhada.

Muitas vezes saíamos pra jantar em casal e, quando ela usava salto, era impossível não "furar" ela com os olhos, grudado no movimento: primeiro uma nádega, depois a outra — era o ritmo que ela seguia.
Minha mulher (a irmã dela) tinha um corpo bonito, mas a bunda dela me chamava atenção. Eu queria tocar, lamber, babava só de pensar.

Várias vezes pegamos elevador juntos e eu nem disfarçava, buscando esbarrar na bunda dela. Um toque leve pra ela perceber que, de salto, ela me deixava duro.

A gente se encontrava direto levando os filhos na escola. Lá ela não usava salto, ia mais confortável, então eu não focava em olhar pra ela — até o dia em que ela apareceu de salto e uma calça jeans nova que, sinceramente, não tenho palavras pra descrever.

— Fala, cunhado, beleza?
— Fala, cunhada, de boa, aguentando o calor. E você, como tá?
— Olha, não reclamando. Cê vai pra onde agora?
— Pra casa, resolver umas paradas.
— Tem café pronto? Se importa se eu for?
— Claro que não, vem.

Minha cunhada sempre vinha em casa tomar café com a irmã, então, mesmo sem minha mulher estar, a visita dela era normal.
No caminho pra casa, tentei ficar um pouco pra trás pra ver ela por trás, aproveitando cada porta que a gente passava pra olhar. Era impressionante, dava vontade de pegar e devorar.

Subimos pra casa e tomamos café.

— Que calor do caralho, mano, bota gelo no café.
— Beleza.
— Então, é que a faxineira tá na minha casa. Vou voltar mais tarde pra não atrapalhar ela.
— Fica à vontade, pode ficar aqui o tempo que precisar.
— Eu sei. Cê tá de boa me olhando a bunda?

Eu fiquei vermelho.

— É... bom...
— Não. De boa, é pra isso mesmo.
Ela virou de costas pra mim, se oferecendo.
— Sei que você gosta, não pode negar, eu tô te oferecendo, toca se quiser.

Aproximei as mãos com timidez e toquei aquela bunda linda e empinada.
— Cunhada, com esses saltos alto fica um espetáculo.
— Eu sei, por isso coloquei, pra você ficar olhando.

Comecei a passar a mão pela cintura da calça pra tocar a pele dela, ela desabotoou a calça e abaixou só o suficiente pra deixar aquela bunda mais durinha à mostra, com a tanga dourada.
— Cunhada, que rabão você tem, mas a gente não devia fazer isso.
— Relaxa, é só uma bunda.
— É, mas somos cunhados e isso não é certo.
— O que não é certo é ficarmos com vontade.

Desci até ficar na altura dela e lambi ela toda, dando mordidinhas leves nas nádegas, dava pra ver que ela tava gostando, dava pra ouvir a respiração ofegante dela.

Abaixei a tanga dela, apoiando a bunda nela mesma, fazendo um sobe e desce com as nádegas, a bunda subia e descia no ritmo que eu marcava, eu tava no controle daquela bunda.

Encostei ela na parede pra ficar mais confortável e ela me oferecer a bunda, me joguei nela pra comer bem e enfiar a língua devagar.
— Porra!!!!! Cara, que delícia, come, come sem parar, mmmm, enfia a língua bem devagarinho no cu, lambe bem, não deixa nada, continua por favor!!!!!! Que gostoso, caralho!!!!!

Comi a bunda dela toda, não deixei nenhum cantinho sem lamber, peguei cada nádega com uma mão e mexi do meu jeito, abrindo e fechando, lambendo e saboreando aquela bunda linda.

Ela tava com a bunda brilhando de tanta saliva minha.

Tirei meu pau que já tava duro igual a um pau, passei por baixo da tanga e deslizei na fenda dela, queria que ela ficasse molhada enquanto dava pra minha cunhada o gostinho de saber que era ela quem tinha deixado meu pau duro.
— Minha filha, vou meter bem fundo, quero te foder até o talo.

Encaixei minha cabecinha inchada e avermelhada, e fui enfiando devagarinho até as bolas.
— Ufff, aaaahhhh, que Beleza, tio, me come o cu.

Peguei ela pela cintura e comecei a meter gostoso, sem problemas. Dei uns tapas na bunda dela e continuei metendo. Ela tentava se agarrar na parede, mas não conseguia, não tinha nada pra segurar.

Peguei as mãos dela e, com a pica enfiada no cu, fomos pro sofá. Deitei ela de bruços e fiquei lá fodendo ela, dando estocadas e parando de repente pra tirar minha cabecinha, fazendo força pra cima pra abrir a buceta dela cada vez mais.

Depois, sentei numa cadeira e ela sentou em cima de mim pra me foder, quicando na minha pica até eu gozar dentro do cu dela.

— "Cunhada", que delícia. Espero que tenha gostado tanto quanto eu. Quer alguma coisa pra se limpar?

— Ufaaa, gostei pra caralho. Vamos repetir. Sua pica precisa de uma bunda como a minha. E não precisa trazer nada pra me limpar, quero guardar sua porra dentro de mim.

Esse foi o começo do relacionamento que acabava de começar com o cu da minha cunhada.

4 comentários - Minha cunhada gostosa Susana

Que suerte Ojalá algún día tenga la suerte tu ya , hace muchos años que deseo cogerme a mi cuñada pero nunca se me dio y nunca me insinuó nada como para encararla