Nesta segunda parte, vou contar mais a fundo como é minha filha, e como ela ficou me seduzindo durante uma semana. Bom, continuando o relato, como minha mulher saiu na segunda de manhã e só voltava no domingo, minha filha Ana começou a se comportar de um jeito diferente. Danny me contou que convenceu a Ana a me seduzir, e me disse que tinha dado várias ideias pra isso, mas que não me contaria nada pra tudo ser uma surpresa pra mim. Então decidi esperar, morria de vontade de saber o que minha filha faria dia após dia até o fim de semana em que sairíamos pro cinema só eu e ela. Na segunda à noite, minha filha, como já tinha contado, veio pra minha cama dizendo que ia me fazer companhia pra eu não me sentir sozinho, e logicamente não rolou nada, já que eu não sabia o que fazer e não queria ir rápido com ela. Por isso, só lembro que virei e dei as costas pra ela, quando já estávamos deitados tentando esconder minha ereção, e minha filha só se acomodou nas minhas costas, passou o braço pelo meu ombro e aos poucos foi pegando no sono. Eu não conseguia dormir com ela atrás de mim, sentindo os peitos dela debaixo da camiseta e ouvindo a respiração dela, mesmo tentando dormir porque ia trabalhar no dia seguinte. Na terça de manhã, acordei com o despertador tocando, tinha que ir trabalhar no hospital, e quando me virei pensando que minha filha ainda tava dormindo, já que tava de férias, não vi ela. Fui tomar banho e comecei a me vestir e me preparar, faltando uns minutos pra sair começou a chegar um cheiro delicioso de café da manhã. Parece que minha filha tava preparando o café dela e tinha acordado cedo, porque eram 7 da manhã e tava um pouco frio. Não consigo descrever o que aconteceu quando entrei na cozinha e vi minha filha do lado da mesa apontando pro café, parada ali com um roupão semitransparente da minha esposa que ela não usava há tempos, como posso descrever pra vocês. Ela, como já falei, é alta, 1,70, é branca com o rosto ovalado, cabelo castanho bem claro e uns olhos cor de... Amêndoa, muito linda, um nariz levemente empinado e, pra aquela hora que já era, ela já tava maquiada de um jeito incrível. O roupão semitransparente que ela vestia cobria o corpo dela, que era magro, com uns peitos de 80, nada mal pra 18 anos, ainda faltavam 2 anos pra crescerem mais um pouco. Uma cintura tão fina que era de infarto, 65 de cintura, e um quadril enorme com uma bunda tão firme e bem definida que qualquer instrutora de aeróbica de 20 anos ia ter inveja. As pernas dela, longas e totalmente depiladas, com umas sapatilhas baixas pretas, igual ao roupão. Todo esse corpo adolescente maravilhoso e perfeito tava coberto por um sutiã de renda e uma tanga também semitransparente, vermelha com preto, que marcava muito bem as curvas dela e contrastava com a transparência do roupão. Olhando com bastante atenção, dava pra ver os mamilos e a buceta. Como já era tarde, só agradeci com um beijo na bochecha, porque não podia abraçar ela, senão ela ia sentir a ereção que eu tive em segundos só de olhar pra ela. E enquanto eu comia rápido pra ir pro hospital, só falei:
Rober: Nossa, filha, você tá lindíssima, que bom que você vestiu esse roupão, sua mãe não usa ele há anos. Muito obrigado pelo café, não precisava ter se incomodado, eu pensei que você tivesse dormindo na sua cama, já que você tá de férias, querida.
Ana: Ah, pai, não agradece, além do mais, eu não tinha nada pra fazer, e já não conseguia mais dormir, tava meio... hum, inquieta hehe, agora daqui a pouco capaz que dá sono e eu durmo, e como tava com fome, comecei a preparar o café, você sabe que não gosto que você saia sem comer.
Rober: Tá bom, tá bom, filha, vamos comer então.
Ana: Sério que eu tô bem?
Rober: Sim, você tá lindíssima, esse roupão fica melhor em você do que na sua mãe, mas não conta pra ela. Mas não vai ficar doente, você tá muito sem roupa. Eu tô com muito frio.
Ana: Ah, pai, mas se eu tô morrendo de calor, mais um pouco e eu desço só com o roupão, sem nada por baixo, hahaha. Quando ela disse aquilo, engasguei com a comida. Não consegui evitar. Quando minha filha terminou de tomar café e foi embora, fui escovar os dentes com minha ereção já mais murcha. Ela disse que eu já estava atrasado, que amanhã no café da manhã eu acordasse mais cedo, e me deu um beijo muito, muito perto da boca. Eu não conseguia pensar em outra coisa. Minha filha tinha me deixado em choque, e tinha sido só de manhã. Já tava ansioso pra voltar do trabalho, e ia pedir uns dias na clínica particular pra poder ficar em casa a tarde toda com minha princesa. A manhã e a tarde foram intermináveis, porque nesse dia eu fui pra clínica à tarde pra avisar que não iria a partir de terça. Quando cheguei à noite, minha filha tava vendo um filme de terror, sentada no sofá, com uma roupa incrivelmente provocante. A gente se cumprimentou e fui tomar banho. Quando saí, minha filha já não estava mais lá, então resolvi ver um pouco de TV e depois fui me deitar. Pensei que minha filha tivesse feito o mesmo, mas não. Quando já tava tudo apagado, ela chegou e disse:
Ana: Oi, papai.
Rober: O que foi, filha? De novo não consegue dormir?
Ana: Não... é que tô tendo pesadelos.
Rober: Viu só? Por ficar vendo filme de terror sozinha à noite.
Ana: É que eu gosto muito, além disso, vejo sozinha porque ninguém me acompanha.
Rober: Vem deitar e dormir. Amanhã eu acordo cedo e não vou trabalhar à tarde. Pedi uns dias pra passar mais tempo com minha princesa, então à tarde vou assistir com você o filme que quiser.
Ana: SÉRIO, PAPAI? Ahh, que bom! E você vai ver qualquer um, mesmo que seja muito ruim?
Rober: Sim, filha, o que você quiser, mas agora dorme.
Assim que ouviu isso, ela parece que tirou o pijama e ficou só de sutiã e fio dental, ainda com os mesmos da manhã, e uau, que sensação da pele dela tocando a minha, e o cheiro dessas roupas íntimas me deixava a mil, mas dessa vez eu tava decidido a dar o próximo passo, mesmo que fosse pequeno. Então me virei e abracei ela. rodeando ela completamente com meus braços e tocando suas costas, e ela se aninhou ainda mais, colando as bochechas no meu peito e colocando uma das pernas entre as minhas. Ficamos assim, enquanto eu tentava disfarçar minha ereção, mas era impossível porque ela se apertava ainda mais contra mim. E ela acabou dormindo, e eu, sentindo o cheiro do cabelo dela, ainda úmido e recém-lavado, com aquele cheiro de mulher e desejo, também peguei no sono.
Na manhã de quarta-feira, minha filha acordou antes de mim de novo, mas, para minha surpresa, ela foi tomar banho no meu banheiro, não no dela. Eu acordei com o som da água. Quando ia bater na porta para ela sair, porque eu precisava tomar banho, minha filha saiu toda descarada, enrolada numa toalha, dizendo que ia preparar o café da manhã e que eu não demorasse.
Quando desci, não podia acreditar: minha filha estava muito mais gostosa do que ontem. Ela estava usando um top minúsculo, tipo uma faixa de cabeça, mas na altura dos peitos — devia ter uns 10 centímetros. E na parte de baixo, uma minissaia incrivelmente curta. Quando ela se virou, dava para ver os bicos dos peitos marcados e até a curva inferior dos seios, porque não cabiam naquela blusinha. E por trás, dava para ver um pouco da bunda dela por baixo da saia.
Ana, minha filha, estava me seduzindo, e eu não sabia o que fazer. Com certeza a Dany tinha dado umas ideias pra ela, e olha só como estavam funcionando.
Sentamos para tomar café e começamos a conversar.
Rober: "Uau, filha, cada dia você está mais gostosa. Esse top caiu muito bem em você, embora seja meio pequeno, não acha?"
Ana: "Hehehe, obrigada, pai. Que bom que você gostou. Me vesti só pra você. E não me manda cobrir, porque não está tão frio quanto ontem."
Rober: "Tá bom, filha. E obrigado pelo café."
Ana: "Ei, pai, você vai assistir ao filme comigo?"
Rober: "Vou sim, filha, pra você parar de ter pesadelos."
Ana: "Hehehe, tá bom... Me emprestaram um, mas é de terror. Espero que você não se assuste, hein."
Rober: "Tá bom, filha, eu adoro esses filmes."
Ana: "Beleza. Papi, vou pro meu quarto, te espero à tarde, se cuida muito. Ana se despediu e eu saí voando pro trabalho. A verdade é que esses dias no hospital estão intermináveis, mas como eu não ia até a semana que vem à tarde, queria ver quais novidades minha filha ia aprontar. Cheguei cedo e dessa vez ia comer em casa, com a Ana, mas quando cheguei, ela não estava lá. Tinha deixado um bilhete que dizia...
"Papi: Tô morrendo de vontade de ver o filme com você. Já comi e deixei a comida pronta pra você. Fui comprar umas coisas. Volto cedo pra gente ver o filme. Te amo, papi. Sua filha, Ana."
Bom, fui comer e depois tomei um banho bem gostoso. Como não sabia que horas minha filha voltava, fiquei umas horas relaxando no chuveiro. Depois de toda a safadeza que ela tá me fazendo passar, eu precisava disso. Já era umas 19h quando eu tava vendo TV e ouvi minha filha chegar. A Ana chegou com várias sacolas, parecia de lojas de roupa. Largou as sacolas no chão do meu lado, me abraçou e disse:
Ana: Já voltei, papi. Comprei umas roupas. Como cê tá? Comeu bem?
Rober: Sim, filha. Valeu por fazer a comida... O que cê comprou?
Ana: Quer ver o que eu comprei?
Rober: Se quiser me mostrar...
Ana: Tá bom, mas deixa eu tomar um banho primeiro. Tô meio cansada e suada.
Rober: Beleza, filha. Tô te esperando aqui.
Depois me deu outro beijo, bem perto da boca, como já tava virando costume. Acho que senti na beirada dos lábios, mesmo que foi muito rápido. Ouvi ela entrar no banho, então fiquei vendo TV esperando. Depois de uma hora e meia, minha princesa saiu. Fiquei de boca aberta. Simplesmente tava espetacular. Babando de olhar pra ela.
Ela entrou dizendo:
Ana: Olha, papi, isso foi uma das coisas que comprei... Como é que eu tô?
WOOOOOOOW tava vestida de colegial. Eu... eu não conseguia nem falar. Tinha um penteado com uma franja bem provocante e umas tranças. Tava com uma blusa branca... Semitransparente de botões e manga curta, EMBAIXO DA BLUSA NÃO TINHA NADAAAAA, era tão curta que deixava o umbigo de fora, usava o piercing que eu mesmo coloquei nela (pra evitar infecções, lembrem que sou médico), dava pra ver perfeitamente os peitos dela e os mamilos. Ela tava com uma saia xadrez vermelha e preta, estilo escocesa, que batia no meio das coxas e deixava ver direitinho as pernas longas e bem torneadas dela, e mais embaixo umas meias que iam até os joelhos. Ufa, ela tava mais gostosa que modelo, eu em vez de conseguir falar, tava durasso, não sabia o que dizer, só olhava e babava. Pelo visto a Danny tinha contado pra minha filha um monte de coisas que me excitam nas mulheres, porque ela tava fazendo tudo. A Danny um dia se encarregou de me perguntar quais eram minhas fantasias, como eu gostava de ser tratado, mimado, e até como me excitava ver mulheres vestidas de um jeito ou de outro, e minha filha tava fazendo tudo isso. Parece que de manhã, na minha ausência, ela planejava tudo o que ia fazer à tarde. Quando eu vi minha filha, tava completamente duro e dava pra ver o volume entre minhas pernas: Rober: Uau, que... que... mas que linda você tá, filha, mas vai sair na rua assim? Ana: Kkkk não, pai, isso eu comprei só pra usar em casa Rober: E sua mãe, você não acha que ela vai ficar brava se você andar assim em casa? Ana: Acho que sim... mas só vou vestir quando ela não estiver e a gente ficar sozinho, eu e você. Isso não te incomoda que eu ande assim... ou incomoda? Rober: Nã... Nã... nada, querida, se vista como quiser Ana: Sério? Rober: Claro, você tá linda, se vista como quiser, desde que não saia na rua assim, senão algum cara pode te ver e te roubar Ana: Ai, pai, que bobinho, hehe, além do mais, eu não gosto de caras novos, gosto de... coroas, hehehehehe Ufa, era muito óbvio, quando ela disse isso foi pro quarto dela e eu fiquei com a imagem da minha filha se afastando, com aquele rabo lindo que dava pra ver com aquela minifalda Só espera mais alguns minutos vendo TV, e minha filha chegou. Pelo visto, ela tinha levantado mais a saia, tirado os tênis e as meias. Disse que estava com muito calor. Também tinha desabotoado os 3 primeiros botões da camisa, e só sobravam 2 abotoados, os de baixo. A camisa dela ficou com um decote enorme, onde eu via perfeitamente um quarto dos peitos dela e toda a pele no meio deles. Minha filha não tinha vergonha na cara: sem sutiã, com uma camisa semitransparente e ainda por cima com um decote enorme. Ela chegou perto de mim e disse: Ana: Já voltei, papai, desculpa, mas tá muito calor, e tirei umas coisas. Rober: Tá bom, filha, assim você fica mais confortável? Ana: Mais ou menos, teria tirado mais coisas, mas melhor depois. Rober: Beleza, filha, mas me diz... Que filme a gente vai ver hoje? Ana: Um filme que me emprestaram. Rober: Sobre o quê?... De terror? Depois você não vai conseguir dormir. Ana: Chama Anabelle e eu não vi ainda. Hahaha, acho que você tem medo de filme de terror, né, papai? Rober: Você não me conhece, filha. Acho que já vi esse filme. Não vai chorar de medo, hein? Ana: Acho que não vou chorar, até porque você vai cuidar de mim, não vai, papai? Rober: Claro, filha, por isso fiquei. Ana: Além disso, só estamos nós dois aqui sozinhos, o que pode acontecer? Rober: Nada, enquanto eu cuidar de você. Ana: Então, papai... obrigada por ficar comigo. Te amo muito. Rober: Imagina, filha. Dá o play, pra gente dormir cedo. O filme começou, e eu tinha minha filha sentada do meu lado. A cada cena de terror que passava, ela ia se aproximando mais e mais de mim. Eu nem prestava atenção no filme, só de ver minha filha tão gostosa e tão sexy, imaginando ela sem essas únicas 3 peças de roupa que vestia: a calcinha fio dental, a minissaia e a blusa. Faltavam uns 30 minutos para o filme acabar, e minha filha já estava apoiando a cabeça no meu ombro e segurando meu braço com as duas mãos. como se fosse uma menininha indefesa. Numa cena, minha filha virou pra mim e encostou a cabeça no meu peito, e me deu a chance de ver os peitos dela, tão gostosos, tão branquinhos, pareciam tão macios e lisos. Nisso, a Ana colocou uma perna em cima da minha, supostamente porque tinha se assustado. E pelo visto ela continuava bem vidrada no filme. Na cena seguinte, minha menina já tinha as duas pernas em cima das minhas, mesmo ainda sentada no sofá e abraçada em mim. Quando ela de repente disse:
Ana: Me abraça, papai, tô com medo
Rober: Calma, filha, é só um filme, não tem nada
Ana: Eu sei, papai
Optei por passar um braço pelas costas dela e o outro braço pela barriga dela. Que barbaridade, tava abraçando minha filha como se fosse uma namorada ou uma amante. Quase no final do filme, numa das cenas, minha filha deu um pulo de susto e ficou sentada completamente no meu colo, e agora as pernas dela estavam penduradas do meu lado e do sofá. Eu continuava abraçando ela e ela a mim, já que tinha colocado um braço atrás de mim e com o outro me rodeava. Naquele momento, meu corpo começou a reagir e eu fiquei com uma ereção tremenda, simplesmente não conseguia evitar, adorava sentir minha filha assim, e não queria que ela percebesse.
Os últimos 5 minutos do filme foram tensos, porque ela tava se mexendo devagar de trás pra frente e eu tava com uma ereção cada vez mais firme e ela percebia, embora não pudesse dizer nada. Quando o filme acabou, minha filha ficou sentada ali, encostou o rosto no meu peito e me abraçou bem mais forte e não parava de se mexer... depois me disse:
Ana: Muito obrigada por ficar comigo, papai, às vezes eu também fico triste porque não tenho um namorado pra ficar comigo como você fez agora.
Rober: Mas filha, você é linda pra caralho, tem um corpo espetacular, com certeza vários caras devem estar atrás de você
Ana: Sério que você acha que eu sou gostosa? É que eles não chegam perto de mim porque têm medo de falar comigo
Rober: Mas que idiotas filha, se eu fosse mais novo, com certeza até te pediria em casamento.
Ana: Jejeje, ai papai, que coisas você fala.
Rober: É a verdade, filha, mas bom, já é hora de dormir, que amanhã tem que ir trabalhar.
Ana: Tá bem, papai, vou tomar um banho e daqui a pouco vou deitar com você.
Rober: Tá bom, filha.
Quando Ana se levantou, a saia dela estava toda levantada, e eu pude ver a tanguinha tão pequena que ela usava, parecia que era só um par de fios que ela tinha vestido. Por um momento de loucura, tive o impulso de dar um tapinha na bunda dela enquanto ela se afastava, e não soube por que tinha feito aquilo. Um medo enorme e uma culpa, esperando a raiva dela, caíram sobre mim na hora… até que Ana me disse:
Ana: Eu também te amo, papai.
Ana tinha interpretado o tapa como um carinho, mas quando ela disse isso, voltou rápido até mim, pegou meu rosto com as mãos e me deu um beijo na boca bem rápido, mas forte o suficiente pra deixar o gosto dos lábios dela nos meus. Depois disso, saiu correndo pro banheiro, rindo da travessura que tinha feito, com certeza.
Eu não acreditava no que tava acontecendo, minha filha tinha me dado um beijo na boca, sendo que há 20 anos eu não beijava outra boca que não fosse a da minha esposa. Era impossível me segurar, não sabia o que pensar, minha filha tava me seduzindo e tudo que ela fazia me deixava a mil. Não podia acreditar que isso tava rolando, fiquei vários minutos lembrando do beijo e do corpo dela. Simplesmente era uma deusa de 18 anos — MINHA DEUSA DE 18 ANOS! — e eu não sabia o que fazer.
Depois de um tempo que minha filha tava no banho, eu já tinha ido pro meu quarto me trocar e pensar no que tinha acontecido, quando ouvi a voz dela me chamando:
Ana: Papaiiiii... papaaaai... me traz uma toalha, por favor.
Rober: Já vou, filha. Não tem toalha no banheiro?
Ana: Não... esqueci de trazer.
Quando fui entregar a toalha pra minha filha, bati na porta pra avisar, e quase tive um infarto. Minha filha tava parada ali, com toda a naturalidade do mundo, completamente pelada. me mostrando o corpo molhado dela sem nenhum pudor... Eu não via o corpo nu da minha filha há mais de 10 anos. Não conseguia acreditar no corpo da minha filha, os peitos grandes e firmes, assim como o abdômen perfeito e seus quadris que enfeitavam a ppk dela com uma bela ppk depilada bem fininha, que parecia só uma sombra. Enquanto ela ria de um jeito muito provocante e me agradecia por levar a toalha. Minha filha me deixou pasmo e enquanto entregava a toalha não conseguia falar nada, minha ereção já foi pra 100% e marcava no meu short, não conseguia evitar, tinha na minha frente uma pequena modelo tão gostosa que estava me seduzindo e eu não sabia o que fazer. Só lembro que saí correndo pro meu banheiro bater uma punheta dos deuses, e ficar relembrando na minha mente o corpo da minha filha completamente pelado e à minha disposição. Eu não sabia o que pensar, me deitei e me enrolei nos lençóis no quarto completamente escuro. Nisso... minha filha entrou... acendeu a luz e me disse... Ana: Olha papai, essas são as outras coisas que comprei Rober: O que foi filha.... deixa eu ver? Glup... Ela estava usando um roupão semitransparente, branco, bem menor e mais transparente que o da mãe dela, e por baixo dessa roupa tinha um visual digno de uma deusa. Ela estava com um baby doll, branco, com um decote enorme e na parte do peito transparente que só cobria menos da metade dos peitos, uma abertura no centro que deixava ver o umbigo e o piercing que ela sempre usa, e uma calcinha fio dental que era só uns fiozinhos, que tapavam o triângulo da ppk dela, e umas meias brancas, tudo finamente combinado com uns saltos enormes e também brancos. Simplesmente estava impactante e eu não sabia o que dizer, estava vestida espetacularmente. Rober: Você está lindíssima filha, por que se vestiu assim? Ana: Hehehe gostou? É pra você, pra você me olhar e não sentir falta da mamãe Rober: Com você me fazendo companhia não sinto falta dela filha... até poderia dar umas férias pra ela hehehehehe Ana: Ai papai, que isso Faria sim, mamãe, se te ouvisse.
Rober: Jejeje, cê tem razão… não falei nada.
Ana: Não se preocupa, papai, eu não vou contar nada pra ela, mas você também não conta nada, hein?
Rober: Hã? Nada do quê?
Ana: Jajajajajaja, ai, pai, por isso que eu te adoro. Pena que amanhã você vai cedo trabalhar e não pode faltar, porque senão eu adoraria virar a noite com você. Por enquanto, deita e dorme, amanhã você acorda cedo pra trabalhar e sexta a gente vai no cinema… ou já esqueceu????
Rober: Aaah, sim, amanhã trabalho, filha, mas volto cedo pra gente ir comer e fazer compras. Gostou da ideia?
Ana: Sim, papai, adorei… bom, até amanhã, papai.
Minha nena virou a cabeça e parte do corpo, e eu pensei em beijar a bochecha dela como sempre fazia, mas ela buscou minha boca e me deu um beijinho nos lábios, feito uma namorada linda.
Não quis perguntar sobre o que ela disse de virar a noite, eu imaginava o que ela queria dizer, mas não falei nada. Achei que era melhor dar o último passo amanhã. Tirei os lençóis pra ela deitar, enquanto ela apagava a luz. Ela se deitou do meu lado e dessa vez não quis perder a oportunidade. Ela se aninhou e eu fiquei atrás dela, pra sentir toda minha ereção. Dessa vez, não quis perder essa chance. Fiquei pensando no beijo que já estava virando costume entre a gente.
Já deitados, ela encostou a bunda mais pra trás e eu senti no meu pau o tecido da calcinha fio dental que ela tava usando, mas uma coisa me deu um frio na espinha.
Ana: Eu também te amo, papai, e quero ficar com você, mas agora você precisa dormir. A gente tem amanhã, sexta, sábado e todos os dias que a mamãe não estiver. Só descansa, quero que você me leve pra fazer compras amanhã, papai.
Rober: Cla… claro, filha, você me encanta e eu também quero ficar com você, mas assim vestido não acho que vou conseguir dormir tão fácil.
Ana: Assim eu vou estar sempre pra você, mas agora descansa.
Rober: Tá bom, filha.
Simplesmente não podia forçar. Era ela quem ia ditar o ritmo e tinha o plano dela, não Não conseguíamos adiantar nada, só estávamos esquentando os motores. Eu tinha que dormir pra estar pronto pra amanhã, coisa que vou contar no próximo relato.
Rober: Nossa, filha, você tá lindíssima, que bom que você vestiu esse roupão, sua mãe não usa ele há anos. Muito obrigado pelo café, não precisava ter se incomodado, eu pensei que você tivesse dormindo na sua cama, já que você tá de férias, querida.
Ana: Ah, pai, não agradece, além do mais, eu não tinha nada pra fazer, e já não conseguia mais dormir, tava meio... hum, inquieta hehe, agora daqui a pouco capaz que dá sono e eu durmo, e como tava com fome, comecei a preparar o café, você sabe que não gosto que você saia sem comer.
Rober: Tá bom, tá bom, filha, vamos comer então.
Ana: Sério que eu tô bem?
Rober: Sim, você tá lindíssima, esse roupão fica melhor em você do que na sua mãe, mas não conta pra ela. Mas não vai ficar doente, você tá muito sem roupa. Eu tô com muito frio.
Ana: Ah, pai, mas se eu tô morrendo de calor, mais um pouco e eu desço só com o roupão, sem nada por baixo, hahaha. Quando ela disse aquilo, engasguei com a comida. Não consegui evitar. Quando minha filha terminou de tomar café e foi embora, fui escovar os dentes com minha ereção já mais murcha. Ela disse que eu já estava atrasado, que amanhã no café da manhã eu acordasse mais cedo, e me deu um beijo muito, muito perto da boca. Eu não conseguia pensar em outra coisa. Minha filha tinha me deixado em choque, e tinha sido só de manhã. Já tava ansioso pra voltar do trabalho, e ia pedir uns dias na clínica particular pra poder ficar em casa a tarde toda com minha princesa. A manhã e a tarde foram intermináveis, porque nesse dia eu fui pra clínica à tarde pra avisar que não iria a partir de terça. Quando cheguei à noite, minha filha tava vendo um filme de terror, sentada no sofá, com uma roupa incrivelmente provocante. A gente se cumprimentou e fui tomar banho. Quando saí, minha filha já não estava mais lá, então resolvi ver um pouco de TV e depois fui me deitar. Pensei que minha filha tivesse feito o mesmo, mas não. Quando já tava tudo apagado, ela chegou e disse:
Ana: Oi, papai.
Rober: O que foi, filha? De novo não consegue dormir?
Ana: Não... é que tô tendo pesadelos.
Rober: Viu só? Por ficar vendo filme de terror sozinha à noite.
Ana: É que eu gosto muito, além disso, vejo sozinha porque ninguém me acompanha.
Rober: Vem deitar e dormir. Amanhã eu acordo cedo e não vou trabalhar à tarde. Pedi uns dias pra passar mais tempo com minha princesa, então à tarde vou assistir com você o filme que quiser.
Ana: SÉRIO, PAPAI? Ahh, que bom! E você vai ver qualquer um, mesmo que seja muito ruim?
Rober: Sim, filha, o que você quiser, mas agora dorme.
Assim que ouviu isso, ela parece que tirou o pijama e ficou só de sutiã e fio dental, ainda com os mesmos da manhã, e uau, que sensação da pele dela tocando a minha, e o cheiro dessas roupas íntimas me deixava a mil, mas dessa vez eu tava decidido a dar o próximo passo, mesmo que fosse pequeno. Então me virei e abracei ela. rodeando ela completamente com meus braços e tocando suas costas, e ela se aninhou ainda mais, colando as bochechas no meu peito e colocando uma das pernas entre as minhas. Ficamos assim, enquanto eu tentava disfarçar minha ereção, mas era impossível porque ela se apertava ainda mais contra mim. E ela acabou dormindo, e eu, sentindo o cheiro do cabelo dela, ainda úmido e recém-lavado, com aquele cheiro de mulher e desejo, também peguei no sono.
Na manhã de quarta-feira, minha filha acordou antes de mim de novo, mas, para minha surpresa, ela foi tomar banho no meu banheiro, não no dela. Eu acordei com o som da água. Quando ia bater na porta para ela sair, porque eu precisava tomar banho, minha filha saiu toda descarada, enrolada numa toalha, dizendo que ia preparar o café da manhã e que eu não demorasse.
Quando desci, não podia acreditar: minha filha estava muito mais gostosa do que ontem. Ela estava usando um top minúsculo, tipo uma faixa de cabeça, mas na altura dos peitos — devia ter uns 10 centímetros. E na parte de baixo, uma minissaia incrivelmente curta. Quando ela se virou, dava para ver os bicos dos peitos marcados e até a curva inferior dos seios, porque não cabiam naquela blusinha. E por trás, dava para ver um pouco da bunda dela por baixo da saia.
Ana, minha filha, estava me seduzindo, e eu não sabia o que fazer. Com certeza a Dany tinha dado umas ideias pra ela, e olha só como estavam funcionando.
Sentamos para tomar café e começamos a conversar.
Rober: "Uau, filha, cada dia você está mais gostosa. Esse top caiu muito bem em você, embora seja meio pequeno, não acha?"
Ana: "Hehehe, obrigada, pai. Que bom que você gostou. Me vesti só pra você. E não me manda cobrir, porque não está tão frio quanto ontem."
Rober: "Tá bom, filha. E obrigado pelo café."
Ana: "Ei, pai, você vai assistir ao filme comigo?"
Rober: "Vou sim, filha, pra você parar de ter pesadelos."
Ana: "Hehehe, tá bom... Me emprestaram um, mas é de terror. Espero que você não se assuste, hein."
Rober: "Tá bom, filha, eu adoro esses filmes."
Ana: "Beleza. Papi, vou pro meu quarto, te espero à tarde, se cuida muito. Ana se despediu e eu saí voando pro trabalho. A verdade é que esses dias no hospital estão intermináveis, mas como eu não ia até a semana que vem à tarde, queria ver quais novidades minha filha ia aprontar. Cheguei cedo e dessa vez ia comer em casa, com a Ana, mas quando cheguei, ela não estava lá. Tinha deixado um bilhete que dizia...
"Papi: Tô morrendo de vontade de ver o filme com você. Já comi e deixei a comida pronta pra você. Fui comprar umas coisas. Volto cedo pra gente ver o filme. Te amo, papi. Sua filha, Ana."
Bom, fui comer e depois tomei um banho bem gostoso. Como não sabia que horas minha filha voltava, fiquei umas horas relaxando no chuveiro. Depois de toda a safadeza que ela tá me fazendo passar, eu precisava disso. Já era umas 19h quando eu tava vendo TV e ouvi minha filha chegar. A Ana chegou com várias sacolas, parecia de lojas de roupa. Largou as sacolas no chão do meu lado, me abraçou e disse:
Ana: Já voltei, papi. Comprei umas roupas. Como cê tá? Comeu bem?
Rober: Sim, filha. Valeu por fazer a comida... O que cê comprou?
Ana: Quer ver o que eu comprei?
Rober: Se quiser me mostrar...
Ana: Tá bom, mas deixa eu tomar um banho primeiro. Tô meio cansada e suada.
Rober: Beleza, filha. Tô te esperando aqui.
Depois me deu outro beijo, bem perto da boca, como já tava virando costume. Acho que senti na beirada dos lábios, mesmo que foi muito rápido. Ouvi ela entrar no banho, então fiquei vendo TV esperando. Depois de uma hora e meia, minha princesa saiu. Fiquei de boca aberta. Simplesmente tava espetacular. Babando de olhar pra ela.
Ela entrou dizendo:
Ana: Olha, papi, isso foi uma das coisas que comprei... Como é que eu tô?
WOOOOOOOW tava vestida de colegial. Eu... eu não conseguia nem falar. Tinha um penteado com uma franja bem provocante e umas tranças. Tava com uma blusa branca... Semitransparente de botões e manga curta, EMBAIXO DA BLUSA NÃO TINHA NADAAAAA, era tão curta que deixava o umbigo de fora, usava o piercing que eu mesmo coloquei nela (pra evitar infecções, lembrem que sou médico), dava pra ver perfeitamente os peitos dela e os mamilos. Ela tava com uma saia xadrez vermelha e preta, estilo escocesa, que batia no meio das coxas e deixava ver direitinho as pernas longas e bem torneadas dela, e mais embaixo umas meias que iam até os joelhos. Ufa, ela tava mais gostosa que modelo, eu em vez de conseguir falar, tava durasso, não sabia o que dizer, só olhava e babava. Pelo visto a Danny tinha contado pra minha filha um monte de coisas que me excitam nas mulheres, porque ela tava fazendo tudo. A Danny um dia se encarregou de me perguntar quais eram minhas fantasias, como eu gostava de ser tratado, mimado, e até como me excitava ver mulheres vestidas de um jeito ou de outro, e minha filha tava fazendo tudo isso. Parece que de manhã, na minha ausência, ela planejava tudo o que ia fazer à tarde. Quando eu vi minha filha, tava completamente duro e dava pra ver o volume entre minhas pernas: Rober: Uau, que... que... mas que linda você tá, filha, mas vai sair na rua assim? Ana: Kkkk não, pai, isso eu comprei só pra usar em casa Rober: E sua mãe, você não acha que ela vai ficar brava se você andar assim em casa? Ana: Acho que sim... mas só vou vestir quando ela não estiver e a gente ficar sozinho, eu e você. Isso não te incomoda que eu ande assim... ou incomoda? Rober: Nã... Nã... nada, querida, se vista como quiser Ana: Sério? Rober: Claro, você tá linda, se vista como quiser, desde que não saia na rua assim, senão algum cara pode te ver e te roubar Ana: Ai, pai, que bobinho, hehe, além do mais, eu não gosto de caras novos, gosto de... coroas, hehehehehe Ufa, era muito óbvio, quando ela disse isso foi pro quarto dela e eu fiquei com a imagem da minha filha se afastando, com aquele rabo lindo que dava pra ver com aquela minifalda Só espera mais alguns minutos vendo TV, e minha filha chegou. Pelo visto, ela tinha levantado mais a saia, tirado os tênis e as meias. Disse que estava com muito calor. Também tinha desabotoado os 3 primeiros botões da camisa, e só sobravam 2 abotoados, os de baixo. A camisa dela ficou com um decote enorme, onde eu via perfeitamente um quarto dos peitos dela e toda a pele no meio deles. Minha filha não tinha vergonha na cara: sem sutiã, com uma camisa semitransparente e ainda por cima com um decote enorme. Ela chegou perto de mim e disse: Ana: Já voltei, papai, desculpa, mas tá muito calor, e tirei umas coisas. Rober: Tá bom, filha, assim você fica mais confortável? Ana: Mais ou menos, teria tirado mais coisas, mas melhor depois. Rober: Beleza, filha, mas me diz... Que filme a gente vai ver hoje? Ana: Um filme que me emprestaram. Rober: Sobre o quê?... De terror? Depois você não vai conseguir dormir. Ana: Chama Anabelle e eu não vi ainda. Hahaha, acho que você tem medo de filme de terror, né, papai? Rober: Você não me conhece, filha. Acho que já vi esse filme. Não vai chorar de medo, hein? Ana: Acho que não vou chorar, até porque você vai cuidar de mim, não vai, papai? Rober: Claro, filha, por isso fiquei. Ana: Além disso, só estamos nós dois aqui sozinhos, o que pode acontecer? Rober: Nada, enquanto eu cuidar de você. Ana: Então, papai... obrigada por ficar comigo. Te amo muito. Rober: Imagina, filha. Dá o play, pra gente dormir cedo. O filme começou, e eu tinha minha filha sentada do meu lado. A cada cena de terror que passava, ela ia se aproximando mais e mais de mim. Eu nem prestava atenção no filme, só de ver minha filha tão gostosa e tão sexy, imaginando ela sem essas únicas 3 peças de roupa que vestia: a calcinha fio dental, a minissaia e a blusa. Faltavam uns 30 minutos para o filme acabar, e minha filha já estava apoiando a cabeça no meu ombro e segurando meu braço com as duas mãos. como se fosse uma menininha indefesa. Numa cena, minha filha virou pra mim e encostou a cabeça no meu peito, e me deu a chance de ver os peitos dela, tão gostosos, tão branquinhos, pareciam tão macios e lisos. Nisso, a Ana colocou uma perna em cima da minha, supostamente porque tinha se assustado. E pelo visto ela continuava bem vidrada no filme. Na cena seguinte, minha menina já tinha as duas pernas em cima das minhas, mesmo ainda sentada no sofá e abraçada em mim. Quando ela de repente disse:
Ana: Me abraça, papai, tô com medo
Rober: Calma, filha, é só um filme, não tem nada
Ana: Eu sei, papai
Optei por passar um braço pelas costas dela e o outro braço pela barriga dela. Que barbaridade, tava abraçando minha filha como se fosse uma namorada ou uma amante. Quase no final do filme, numa das cenas, minha filha deu um pulo de susto e ficou sentada completamente no meu colo, e agora as pernas dela estavam penduradas do meu lado e do sofá. Eu continuava abraçando ela e ela a mim, já que tinha colocado um braço atrás de mim e com o outro me rodeava. Naquele momento, meu corpo começou a reagir e eu fiquei com uma ereção tremenda, simplesmente não conseguia evitar, adorava sentir minha filha assim, e não queria que ela percebesse.
Os últimos 5 minutos do filme foram tensos, porque ela tava se mexendo devagar de trás pra frente e eu tava com uma ereção cada vez mais firme e ela percebia, embora não pudesse dizer nada. Quando o filme acabou, minha filha ficou sentada ali, encostou o rosto no meu peito e me abraçou bem mais forte e não parava de se mexer... depois me disse:
Ana: Muito obrigada por ficar comigo, papai, às vezes eu também fico triste porque não tenho um namorado pra ficar comigo como você fez agora.
Rober: Mas filha, você é linda pra caralho, tem um corpo espetacular, com certeza vários caras devem estar atrás de você
Ana: Sério que você acha que eu sou gostosa? É que eles não chegam perto de mim porque têm medo de falar comigo
Rober: Mas que idiotas filha, se eu fosse mais novo, com certeza até te pediria em casamento.
Ana: Jejeje, ai papai, que coisas você fala.
Rober: É a verdade, filha, mas bom, já é hora de dormir, que amanhã tem que ir trabalhar.
Ana: Tá bem, papai, vou tomar um banho e daqui a pouco vou deitar com você.
Rober: Tá bom, filha.
Quando Ana se levantou, a saia dela estava toda levantada, e eu pude ver a tanguinha tão pequena que ela usava, parecia que era só um par de fios que ela tinha vestido. Por um momento de loucura, tive o impulso de dar um tapinha na bunda dela enquanto ela se afastava, e não soube por que tinha feito aquilo. Um medo enorme e uma culpa, esperando a raiva dela, caíram sobre mim na hora… até que Ana me disse:
Ana: Eu também te amo, papai.
Ana tinha interpretado o tapa como um carinho, mas quando ela disse isso, voltou rápido até mim, pegou meu rosto com as mãos e me deu um beijo na boca bem rápido, mas forte o suficiente pra deixar o gosto dos lábios dela nos meus. Depois disso, saiu correndo pro banheiro, rindo da travessura que tinha feito, com certeza.
Eu não acreditava no que tava acontecendo, minha filha tinha me dado um beijo na boca, sendo que há 20 anos eu não beijava outra boca que não fosse a da minha esposa. Era impossível me segurar, não sabia o que pensar, minha filha tava me seduzindo e tudo que ela fazia me deixava a mil. Não podia acreditar que isso tava rolando, fiquei vários minutos lembrando do beijo e do corpo dela. Simplesmente era uma deusa de 18 anos — MINHA DEUSA DE 18 ANOS! — e eu não sabia o que fazer.
Depois de um tempo que minha filha tava no banho, eu já tinha ido pro meu quarto me trocar e pensar no que tinha acontecido, quando ouvi a voz dela me chamando:
Ana: Papaiiiii... papaaaai... me traz uma toalha, por favor.
Rober: Já vou, filha. Não tem toalha no banheiro?
Ana: Não... esqueci de trazer.
Quando fui entregar a toalha pra minha filha, bati na porta pra avisar, e quase tive um infarto. Minha filha tava parada ali, com toda a naturalidade do mundo, completamente pelada. me mostrando o corpo molhado dela sem nenhum pudor... Eu não via o corpo nu da minha filha há mais de 10 anos. Não conseguia acreditar no corpo da minha filha, os peitos grandes e firmes, assim como o abdômen perfeito e seus quadris que enfeitavam a ppk dela com uma bela ppk depilada bem fininha, que parecia só uma sombra. Enquanto ela ria de um jeito muito provocante e me agradecia por levar a toalha. Minha filha me deixou pasmo e enquanto entregava a toalha não conseguia falar nada, minha ereção já foi pra 100% e marcava no meu short, não conseguia evitar, tinha na minha frente uma pequena modelo tão gostosa que estava me seduzindo e eu não sabia o que fazer. Só lembro que saí correndo pro meu banheiro bater uma punheta dos deuses, e ficar relembrando na minha mente o corpo da minha filha completamente pelado e à minha disposição. Eu não sabia o que pensar, me deitei e me enrolei nos lençóis no quarto completamente escuro. Nisso... minha filha entrou... acendeu a luz e me disse... Ana: Olha papai, essas são as outras coisas que comprei Rober: O que foi filha.... deixa eu ver? Glup... Ela estava usando um roupão semitransparente, branco, bem menor e mais transparente que o da mãe dela, e por baixo dessa roupa tinha um visual digno de uma deusa. Ela estava com um baby doll, branco, com um decote enorme e na parte do peito transparente que só cobria menos da metade dos peitos, uma abertura no centro que deixava ver o umbigo e o piercing que ela sempre usa, e uma calcinha fio dental que era só uns fiozinhos, que tapavam o triângulo da ppk dela, e umas meias brancas, tudo finamente combinado com uns saltos enormes e também brancos. Simplesmente estava impactante e eu não sabia o que dizer, estava vestida espetacularmente. Rober: Você está lindíssima filha, por que se vestiu assim? Ana: Hehehe gostou? É pra você, pra você me olhar e não sentir falta da mamãe Rober: Com você me fazendo companhia não sinto falta dela filha... até poderia dar umas férias pra ela hehehehehe Ana: Ai papai, que isso Faria sim, mamãe, se te ouvisse.
Rober: Jejeje, cê tem razão… não falei nada.
Ana: Não se preocupa, papai, eu não vou contar nada pra ela, mas você também não conta nada, hein?
Rober: Hã? Nada do quê?
Ana: Jajajajajaja, ai, pai, por isso que eu te adoro. Pena que amanhã você vai cedo trabalhar e não pode faltar, porque senão eu adoraria virar a noite com você. Por enquanto, deita e dorme, amanhã você acorda cedo pra trabalhar e sexta a gente vai no cinema… ou já esqueceu????
Rober: Aaah, sim, amanhã trabalho, filha, mas volto cedo pra gente ir comer e fazer compras. Gostou da ideia?
Ana: Sim, papai, adorei… bom, até amanhã, papai.
Minha nena virou a cabeça e parte do corpo, e eu pensei em beijar a bochecha dela como sempre fazia, mas ela buscou minha boca e me deu um beijinho nos lábios, feito uma namorada linda.
Não quis perguntar sobre o que ela disse de virar a noite, eu imaginava o que ela queria dizer, mas não falei nada. Achei que era melhor dar o último passo amanhã. Tirei os lençóis pra ela deitar, enquanto ela apagava a luz. Ela se deitou do meu lado e dessa vez não quis perder a oportunidade. Ela se aninhou e eu fiquei atrás dela, pra sentir toda minha ereção. Dessa vez, não quis perder essa chance. Fiquei pensando no beijo que já estava virando costume entre a gente.
Já deitados, ela encostou a bunda mais pra trás e eu senti no meu pau o tecido da calcinha fio dental que ela tava usando, mas uma coisa me deu um frio na espinha.
Ana: Eu também te amo, papai, e quero ficar com você, mas agora você precisa dormir. A gente tem amanhã, sexta, sábado e todos os dias que a mamãe não estiver. Só descansa, quero que você me leve pra fazer compras amanhã, papai.
Rober: Cla… claro, filha, você me encanta e eu também quero ficar com você, mas assim vestido não acho que vou conseguir dormir tão fácil.
Ana: Assim eu vou estar sempre pra você, mas agora descansa.
Rober: Tá bom, filha.
Simplesmente não podia forçar. Era ela quem ia ditar o ritmo e tinha o plano dela, não Não conseguíamos adiantar nada, só estávamos esquentando os motores. Eu tinha que dormir pra estar pronto pra amanhã, coisa que vou contar no próximo relato.
11 comentários - Minha Filha & Eu II