Vacaciones con mis primos (17-penúltimo)

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Capítulo 16

(os nomes, profissões e demais possíveis dados de caráter pessoal foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)“Você é um baita dum filho da puta”, ela disse, e um cheiro de kalimotxo (vinho com refrigerante de Booty) invadiu minhas narinas.

“Você bebeu?”

“Não muda de assunto, seu filho da puta.”

“Você tá bêbada.”

“Um pouco, mas você tá borrado, isso é pior”, ela soluçou e cambaleou um pouco.

Passei um braço por baixo do dela e ajudei a entrar.

“Não... Não vai se aproveitar de mim só porque eu tô assim”, murmurou.

“Alicia!”, disse Tânia, escandalizada.

“Ah, vai! A puta número três! Bom, não... a quatro ou cinco, porque a três foi a Ainhoa... e aí a um e a dois, oi”, ela disse, olhando pras minhas primas. “Tá vendo como você é um filho da puta? Saudações, harém do filho da puta!”

Tânia me ajudou a levá-la até o quarto enquanto a Alicia ria que nem uma maluca, mas cobri-la com o cobertor teve um efeito sonífero nela, já que foi parando de rir aos poucos e começou a roncar.

Saímos com cuidado de lá. Yoli e Rocío nos olhavam preocupadas.

“Essa menina é dodói da cabeça...” murmurou Rocío.

“Ela sofreu muito esses dias”, tentou justificar a Tânia. “Eu devia ter ficado vigiando ela.”

“Não confiaria não. Aqui pelo menos somos vários pra vigiar”, comentou Yoli.

“Vou dormir com ela. Vocês três tentem não fazer barulho”, pediu Tânia.

“Barulho?”

“Cês acham que eu nasci ontem? Sei o que vão fazer assim que fecharem a porta.”

“É, claro”, ironizei. “Tô mó a fim de fuder agora.”

“Tá, beleza. Até amanhã.”

Tânia se trancou com a Alicia no quarto e eu e minhas primas fomos pro outro. Nenhum de nós três disse nada. Claramente a situação tinha ficado estranha, então não era a melhor hora pra dar vazão ao nosso love.

O que não mudou foi o fato delas se agarrarem a mim pra dormir, uma de cada lado. Fiquei de olhos abertos um bom tempo. Refletindo sobre as últimas horas. Com certeza a loira tinha ficado apaixonada por mim. Longe de me sentir orgulhoso por agradar tanto uma mina tão gostosa, eu tava mais era com culpa por não ter deixado as coisas claras com ela antes.

“Você não vai dormir?”, sussurrou Rocío na escuridão da noite.

“Não”.

Percebi que tinha acordado ela, ou pelo menos indicado que não estava dormindo, já que tinha começado a acariciar suas costas em círculos por causa dos meus pensamentos.

“Talvez tenha a ver com isso”

Não tinha notado minha ereção até minha prima começar a me masturbar suavemente. Ela tratava meu pau com carinho, longe da luxúria que costumávamos desatar. Tentei corresponder, alcançar a bucetinha dela pelas costas, mas ela se mexeu para evitar.

“Não seja má. Quero brincar”, protestei.

“É o que estou fazendo. Brincando”, brincou. “Olha o que eu faço”.

Senti meu pau livre por alguns segundos, até notar que ela estava me punhetando de novo. E, no entanto, havia menos força. Como se a mão dela estivesse sendo controlada por outra pessoa. E era quase isso.

Pela pouca luz que entrava pela janela, pude ver que Rocío estava me masturbando com a mão de Yoli. Fiquei preocupado que isso incomodasse minha prima se ela acordasse, mas ela estava totalmente calma.

“Te excita?”

“Sim…”

“Você me dá um pouco de inveja, sabe?”

“Inveja? Eu de você”

“Sim. Você pode fazer isso com a prima Yoli”

“Ah…”

“Sei que é besteira. Mas ela é lindíssima, tem um corpo incrível… adoraria que ela se deixasse fazer um pouco mais por mim. Que se animasse a experimentar, sabe? Mas é impossível. Já vi que ela só gosta de caras. Malvados”, acrescentou fazendo biquinho.

“Isso continua tão surreal que nem sei o que dizer…”

“Diz que não vai desistir de nós”, pediu. Senti que ela soltava a mão de Yoli, que ficou em cima das minhas bolas, e continuou me masturbando ela mesma. “Adoro como estamos agora. Seria um erro desistir”.

“Não tenho essa intenção. Já falei pra vocês. Amo vocês e…”

Calei, pois naquele momento senti um calor repentino no meu pau. Não tínhamos percebido que Yoli tinha acordado e estava me chupando. chupando. Rocío me olhou com um certo ar de culpa. No fim, a gente tinha acordado ela. E não sabíamos quanto ela tinha ouvido.

"Te acordei?", sussurrou Rocío pra minha prima. Ela assentiu, mantendo os olhos fechados e sem soltar meu pau. "Incomodou?", perguntou de novo. Yoli negou, e continuou no que tava fazendo. "Posso ajudar?", perguntou pela terceira vez, mordendo o lábio. Safada, tava morrendo de vontade. Mas Yoli negou de novo, sorriu, e continuou chupando ele.

"Vou ter que resolver isso", falei do meu lugar.

Estendi a mão direita, passei pelas costas da Rocío, desci por toda a coluna dela, passei pelas bundas, e localizei a buceta dela. Comecei a tocar devagar e, aos poucos, ela começou a lubrificar. Rocío abriu as pernas e me deixou livre pra mexer. Minha outra mão fez o mesmo com a Yoli. Senti que a chupada dela ficou mais lenta quando meus dedos acariciavam os lábios da buceta dela.

Rocío se virou devagar, minha mão se ajustou à posição da buceta dela enquanto ela rodava na minha direção, e continuei masturbando ela enquanto chupava os lábios dela. Que prazer. Que calor gostoso que a gente tava sentindo ali. Mexi com mais vontade a mão que tava excitando ela, e senti ela gemer contra minha boca. Um orgasmo. Ela se apoiou no meu peito enquanto se recuperava, mas eu ainda torturava a bucetinha doce dela com meus dedos, bem de leve.

"Não seja mau", ela pediu.

"Você não gosta?"

"Claro que sim"

Continuei aquele jogo suave, mas minha mão competia com a boca da Yoli, a gente tentava fazer o outro gozar primeiro. Mas ela tava na frente, e eu gozei na boquinha delicada dela. Ela deve ter engolido tudo, enquanto eu continuava masturbando ela pra ela ter o orgasmo dela. Senti os fluidos dela encharcarem minha mão, sinal que ela tinha conseguido finalmente.

"Que delícia fazer isso", comentou Yoli, subindo pra onde a gente tava, eu e Rocío. "Cês acham bonito me deixar de fora?"

"Desculpa. A gente acordou", disse Rocío. Minha mão já não brincava mais com a buceta dela, mas ainda tava lá dentro. Eu sei. E por sinal. Eu ouvi vocês", acrescentou. "Rocío... vai ser difícil fazer isso com você um dia..."

"Não... você não precisa fazer isso", ela disse.

"Eu sei. Mas é... com certeza o primo adoraria nos gravar", brincou.

Minhas primas transando para meu deleite. Porra, como eu queria ver aquilo. Mas aquela noite ia ser diferente. Ele deitou Rocío no colchão e me convidou para foder com ela. Então fiquei entre as pernas dela e comecei a meter.

Rocío tentava não gemer com minhas investidas, mas tinha algo que a excitava ainda mais. Yoli se deitou sobre ela e começou a lamber os peitos dela. A luz da lua entrava no quarto e eu podia ver a boca dela brincando com os mamilos de Rocío. Ela devia estar adorando, sem dúvida. E eu amava ver elas assim.

Mais ainda gostei quando Yoli virou atriz pornô. Engatinhou até mim, olhando atentamente como meu pau entrava e saía da bucetinha da Rocío. De vez em quando me fazia parar para chupar um pouco, e teve um cuidado com minha prima quando, bem rapidinho, lambia a buceta dela. E eu sabia que ela teria implorado para que fosse sem parar.

E foi, no momento em que gozei, quando Yoli decidiu limpar com a língua a bucetinha da Rocío. Ela não conseguiu evitar gemer alto. E depois que se recuperou, se abraçou nela. Eu a ouvi soluçar e murmurar um "obrigada".

"Tô cansado, meninas... A gente devia dormir, sério. Além disso, lembro que no quarto ao lado..."

"É, a garota que você partiu o coração", brincou Yoli.

"E o cu", riu Rocío. "Mas é. Devíamos dormir. Mas você, Yoli... falta gozar..."

"Tô bem... bom, tá...", aceitou quando a língua de Rocío foi rápida demais e começou a lamber a buceta dela. "Não se segura... faz do jeito que você sabe".

Nas palavras dela, a língua de Rocío na buceta era como uma pequena turbina de prazer (uma técnica que minha prima me ensinou e eu aperfeiçoei com o tempo). Ela se derreteu com o orgasmo que teve enquanto eu a segurava por trás, e aproveitava para apalpando os peitos dela.

Fomos dormir, eu continuei abraçado na Yoli, enquanto ela abraçava a Rocío, que devia estar no sétimo céu naquela noite.

E mesmo assim acordamos bem cedo. Ficamos do jeito que estávamos, pelados, e fomos tomar café da manhã. Não tava a fim de me esconder nem fazia sentido. Nossas "convidadas" sabiam o que rolava em casa, então não adiantava fingir.

"Bom dia", a Tania cumprimentou enquanto entrava na sala de jantar, e pra nossa surpresa, ela também tava pelada. "Tem café?"

"Fiz outra cafeteira", falei.

"Valeu."

"E a Alicia?", perguntou a Yoli, preocupada.

"Ela acordou, mas ainda não quis levantar", anunciou. "Tá meio de ressaca."

"Normal. Quem sabe o que ela bebeu antes de vir", falou a Rocío.

"Muito pouco. Mas ela não tá acostumada."

A Alicia tava ali, na porta, olhando pra gente dentro da camiseta dela e de calcinha. Destoava bastante de como a gente tava. Mas a cara dela tava séria. Tinha olheiras, e parecia que tinha chorado. Isso me apertou um pouco o coração, afinal não queria machucar ela. Só não dava pra querer ela do mesmo jeito que queria minhas primas.

"Queria me desculpar pela minha atitude ontem... foi fora de linha", ela disse. "Não devia ter xingado vocês, nem ter ficado daquele jeito com a Tania... nada do que eu fiz..."

A Yoli levantou e levou uma xícara de café pra ela. Ajudou ela a sentar numa das cadeiras. Ela me olhou, e eu segurei o olhar dela.

"Você me atrai. Me atrai pra caralho. Mas já vi que não vai ser recíproco... Criei expectativas."

"Talvez eu devesse ter deixado claro antes... que não ia rolar", respondi. Achei que pelo menos devia falar isso.

"Fica tranquilo. Mas é isso. Acho que depois disso o melhor é a gente se afastar um tempo... talvez se vocês voltarem ano que vem..."

"Você não precisa esperar tanto", falou a Rocío. "Você gosta do jeito que ele come?", perguntou. A Alicia concordou. "Tania, e você?" Essa parecia fora da conversa, mas quando processou a pergunta, disse que Sim. “Pois é, priminho… você tem que pagar uma dívida antes que as férias acabem”.Sei que demorei uma vida pra publicar esse capítulo, mas tive uns problemas - inclusive um em que o HD fodeu e tive que começar tudo de novo - mas logo trago o clímax dessa história.E se enquanto isso vocês quiserem ler mais...

Sara, namorada trans.
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1 comentários - Vacaciones con mis primos (17-penúltimo)

eres un crack, espero el capitulo final con impaciencia