Nosso primeiro menage

Primeiro trio. Fala, galera, vou contar o que rolou há pouco mais de 4 anos, quando eu ainda tava num relacionamento. Na época, eu tinha 19 anos. E minha parceira Sole (vou chamar assim pra preservar o nome real dela) tinha 18, morena, não muito alta, mas com uns peitos descomunais pro tamanho do corpo dela. Sempre chamou atenção pelo volume das tetas. E uma raba pequena e bem empinada. Sempre fui muito tarado em relação a sexo. Queria experimentar de tudo. Com a Sole consegui fazer isso, fui a primeira vez dela e claramente ela se sentia super à vontade comigo. Tanto que, numa das várias vezes que a gente tava transando, falei da minha fantasia de ver ela dando pra outro. Na hora, ela ficava excitada, mas quando acabava, aquilo ficava pra trás. Foi assim por meses, até que um dia peguei ela comprando um consolo, do tamanho parecido com o meu, mas mais grosso. Incluí ele nas nossas brincadeiras, e ela aceitou, até deu um nome pra ele. Foi questão de tempo até que, depois de tanto brincar com o brinquedo imaginando coisas, ela topou fazer de verdade, na desculpa de um presente de aniversário, haha. A condição era que não fosse ninguém conhecido. Passaram dias, semanas, e eu não achava candidato. Nisso, tinha um cara que dava em cima dela, mas propor um trio com meu namorado era muito estranho. Até que um dia, do nada, surgiu o assunto com um colega da escola, eu estudava à noite. Daniel me contou que já tinha feito um trio e que não era o primeiro. Sem falar nada pra ele, comentei com ela pra ver o que achava. Ela disse pra eu falar com ele. Foi o que fiz. Propus diretamente. Daniel não tinha WhatsApp na época, então ela só conhecia ele pela descrição que eu dei. Ele era alto, moreno. Não era bonito, sinceramente, mas tinha seu estilo. Disse ter 28 anos, mas parecia mais velho. Depois de conversar e convencer ela, combinamos de nos encontrar num posto de gasolina no acesso oeste. Conversar, e se ela se sentisse bem, a gente concretizava. O problema era dar segurança pra ela. ela e não forçá-la a nada. Chegou o dia e dava pra perceber o nervosismo dela. Eu também tava nervoso, com medo e um pouco de excitação, mas precisava ficar calmo pra passar a mesma segurança pra ela. Combinamos que, se ela não gostasse do cara, apertaria minha perna duas vezes. Depois de 15 minutos de atraso, o Daniel chegou. Na hora ela apertou minha perna duas vezes. Não gostou. Acalmei ela e falei que depois do café (que a gente já tinha pedido) a gente ia embora. Uma conversa de uns 20 minutos foi o suficiente pra deixar ela à vontade. Ele era um cara muito gente boa. Sinceramente, eu não conhecia ele direito, mas parecia um papo de amigos. Depois de um silêncio, ela virou pra mim e falou: "Vamos?" Fui ao banheiro e saí. Mandei um texto pra ela: "Eu — Vamos pra casa?" "Ela — Não, vamos com ele." "Eu — Tem certeza? Não era que você não tinha gostado?" "Ela — Não gostei, mas tô com vontade. É só pra fuder e experimentar." Ela só tinha ficado comigo até então. Isso me deixou de cabeça quente. Nisso, ela voltou e a gente saiu. A ideia era ir pra um hotel no carro dele. Subimos com ela no banco de trás e ele dirigindo. Comecei a tocar ela. Ela tava de calça preta, salto e uma blusinha muito linda que deixava o umbigo de fora. Já excitado, coloquei ela de quatro com a bunda virada pra frente e baixei a calça dela. Na hora ele parou num acostamento da estrada. E começou a apalpar ela. A Sole, enquanto isso, me beijava e me tocava a pika, e dava pra ver pela respiração dela como tava excitada. Ele se virou e tentou beijar ela, ela desviou sutilmente, mas foi pra baixo desabotoar a calça dele até que saiu uma pika bem grossa. Um pouco mais comprida que a minha. Ela, sem hesitar, meteu a boca pra chupar. Eu, por minha vez, me masturbava com a mão que ela me dava. Ele parou ela, fez ela virar. Tirou toda a roupa dela e, de quatro, chupava a buceta e a bunda dela. Entre gemidos, deu pra ouvir claramente quando ela pediu pra ele comer ela. Ela virou e chupou ele mais um pouco até que ele se deitou pra trás. Ele passava a pika nela. pela entrada da buceta e ela, entre suspiros, pediu pra ele colocar camisinha. Ele colocou. Falei de ir pro hotel, mas já era tarde demais, o tesão tava demais. Ele começou a meter nela desesperadamente e ela, num grito pedindo mais, se ajeitou e começou a chupar minha pica. Ficou assim um tempo até que ela sentou em cima de mim e começou a cavalgar. Enquanto isso, chupava o pau dele. O carro balançava pra todo lado. Me posicionei atrás dela e comecei a meter na bunda dela. Desde que começamos como casal e eu pedi, ela nunca resistiu, mas dessa vez, talvez pelo tesão, entrou de primeira. Fizemos uma dupla penetração, mas meu tesão foi tão grande que gozei em 5 minutos enquanto metia na bunda dela e o Danie tava metendo na buceta. Ela gritava de um jeito único. Fiquei lá só vendo ele continuar comendo ela, eu mais de lado. Meu pau ficou duríssimo rapidinho. Ele queria fazer o cu dela, mas ela não deixou. Mas ela levou pra boca e bateu uma punheta pra ele até ele gozar nos peitos dela. Essa foi nossa primeira suruba e o começo de muitas outras loucuras que fizemos. Tenho muita história pra contar. Se vocês gostarem, vou postar mais experiências. Abraço.

7 comentários - Nosso primeiro menage

muy buen relato amigo, conta mas de la flakita tetona jeje
En estos dias contaré otra experiencia
Muy buen relato, si les interesa tener otro manden mensaje
yo tengo una gordita tetona, re putita, que lindo estaria para hacer un intercambio con las 2 tetonas