O vizinho novo arrombou minha bucetinha:
Oi, sou a Flor, tenho 18 anos e vou contar uma parada que rolou comigo faz pouco menos de um mês.
Antes de mais nada, acho melhor contar um pouco como eu sou. Mesmo tendo 18 (fiz aniversário faz pouco), tenho cara de menina. Nunca me dão a idade que tenho, o que é uma merda às vezes porque não me deixam entrar em quase lugar nenhum. Sou baixinha, tenho 1,56, peso 47 quilos, pele branca e cabelo e olhos pretos. Sou bem menininha, mas tenho uma bunda bonita, bem empinada, e acho que é o que tenho de melhor. De peitos, sei lá, mais ou menos, tenho um pouco e, como sou pequena e tenho as costas fininhas, eles aparecem bastante. Minhas medidas são 92, 55, 84. Meu cabelo vai até a metade das costas, liso, com umas ondinhas.
Sou de Entre Ríos e moro num bairro perto do centro, quase colado, em frente à beira do rio Paraná. É um bairro, sei lá... não de ricos, mas de gente que se dá bem, então geralmente é bem tranquilo. Mas faz pouco tempo, a casa ao lado da minha (na verdade é a casa do meu pai, e eu passo alguns dias da semana com ele e outros na casa da minha mãe) ficou vazia. Moravam uns vizinhos que a gente conhecia há muito tempo, mas parece que eles tinham dívidas e a casa foi a leilão. A parada é que ninguém comprou, mas em poucos dias que ficou vazia, alguém se mudou pra lá. Na real, é um cara que ninguém no bairro conhecia, nem de nome. É um cara gigante, e tem uma aparência que dá muito medo, bem estilo vilão, mas não daqueles barulhentos, mais do tipo pesado. Deve ter quase 2 metros, tem um monte de tatuagens que parecem feitas com tinta de caneta, e além disso é cheio de cicatrizes. Meio careca no topo da cabeça, com o cabelo que sobrou comprido e sempre ensebado, meio sujo. É um pouco gordo, mas o que mais impressiona é o tamanho... eu sou pequenininha, mas ele parece um gigante.
A parada é que ninguém no bairro falava com ele, e todo mundo tinha medo. Muito medo, nem sequer tinham coragem de perguntar quem ele era. Meu pai, quando viu ele, também se assustou pra caramba e me disse pra nunca falar com ele. Eu também tinha muito medo, e além disso... um pouquinho de curiosidade de como ele tinha ido parar ali.
O cara, por outro lado, parecia se sentir super à vontade onde estava. Sempre sentado na calçada tomando vinho e quase nunca parecia falar com ninguém.
Eu ainda tô terminando o colégio, porque perdi um ano viajando. Então, sempre que saio de casa, passo na frente da casa do lado — óbvio — e esse "vizinho" novo tava sempre sentado na porta da "casa" dele tomando vinho de caixa. A verdade é que, toda vez que eu passava, me dava uma sensação estranha... o cara não falava nada comigo, ou pelo menos nada que eu conseguisse ouvir, mas eu sentia que ele tava me violentando na mente dele cada vez que eu passava perto. E, sinceramente, até que eu tinha medo dele, mas também era como uma parte especial do dia viver aquilo, era uma mistura de medo e algo mais que nem sei como explicar.
Eu vou a um colégio particular que nos obriga a usar uniforme. Bem clássico: uma saia cinza plissada, meias vermelhas até acima do joelho, sapatos (embora eu sempre vá de tênis de pano) e, em cima, uma camiseta branca e um gravatinha vermelha.
E toda vez que eu passava na frente da casa do vizinho novo, tentava não olhar pra ele, mas em algum momento não me segurava e olhava, e ele sempre me encarava fixo sem falar nada. Sempre parecia que tava olhando direto pro meu rosto, mas mais do que nos olhos, parecia que olhava pra minha boquinha :$... eu virava o olhar rápido e seguia, sempre com a sensação de ter o olhar dele cravado na minha bunda até eu virar na esquina. E toda manhã assim :$...
Acho que um pouquinho comecei a gostar... era tipo um jogo, e comecei a passar perfume pra ir pro colégio, e até a usar a saia mais curta e sem legging por baixo... não sei por quê, mas adorava passar por ali, e às vezes até sorria pra ele...
Umas duas semanas depois que ele chegou... Todos os dias que me via, comecei a notar que enquanto me olhava, ele colocava uma mão no bolso, e ainda murmurava alguma coisa, sempre algo diferente que eu não conseguia ouvir direito... mas que me dava muita curiosidade...
Uma manhã, passei bem pertinho dele, desliguei a música mas deixei os fones no lugar pra ele não perceber, e consegui ouvir... e ele deve ter notado, porque fiquei muito, muito vermelha... ele disse exatamente, com a voz rouca de tanto fumar e estar sempre meio bêbado: "Mmmmm, girl, que gostosa, dá até vontade de arrebentar essa buceta enquanto seu papai nos observa hoje"...
Fiquei super sem jeito e passei o tempo todo na escola pensando nisso: tava super assustada, confusa, e além disso... um pouco excitada, acho, e com raiva porque um preto de merda que tinha acabado de chegar no bairro pra ocupar uma casa me dissesse aquilo...
Na volta, passei por lá de novo, e o cara continuava lá como sempre... me olhou do mesmo jeito e murmurou algo que dessa vez não consegui entender... mas foi o suficiente pra me deixar mais puta ainda... então decidi que ia tirar uma onda com ele, brincar um pouquinho...
Assim que entrei em casa, falei pro meu pai que não tava com fome, que me sentia meio mal e queria ir dormir... entrei no meu quarto e tirei a saia, as meias, os tênis e a camisa, tudo. Fiquei só com uma tanga bem pequenininha que tenho, rosinha com um lacinho branco bem em cima da bunda, bem fininha: por trás, quase só dá pra ver o triangulinho pequeno em cima da bunda com o lacinho, porque minha bunda é bem empinada, como já falei, e o fio é bem fininho... e fiquei só com isso e a gravatinha pendurada no pescoço, e o cabelo preso em duas marias-chiquinhas, como sempre. Coloquei o notebook na cama, e abri toda a janela que dá pra janela da casa ao lado, nem deixei as cortinas um pouco fechadas:... e assim me deitei de barriga pra baixo, de costas pra janela, pra conversar no Skype com minhas amigas, enquanto pelo espelho no guarda-roupa eu ficava de olho. a janela:$ a ver se o vizinho aparecia...
Parece que ele adivinhava o que eu tava fazendo... porque acho que assim que me deitei, consegui ver de relance a silhueta dele na janela da casa ao lado... Ele fechou um pouquinho a cortina, com certeza pra eu não saber que tava me espiando, e ficou lá... um tempão
Deviam ter passado uns 15 minutos quando apareceu na tela um pedido pro skype, um endereço desconhecido e a foto de perfil preta... eu aceitei
Assim que aceitei, escrevi: "-Oi, quem é você?"
Via na tela que tavam escrevendo, mas bem devagar, depois de um tempinho me responderam: "-Oi vagabunda, sou eu, não me reconhece?"
Assim que terminei de ler a tela, ela ficou preta, como se a câmera da outra pessoa não tivesse nada de luz, e se ouvia uma mistura de gemido abafado com um grunhido... parecia o barulho de um bicho... e quando ele ajusta um pouquinho a luz de um abajur, eu consigo ver que ele tá segurando a pica... mas, não parecia uma pica... parecia do tamanho de um braço quase... era uma pica muito grossa que ele apertava forte com a mão desde a base, e dali caía pelo menos uns 20 centímetros... era gigante, mas ainda não tava dura
Eu fiquei muda, com a boquinha semiaberta olhando aquilo— era muito gigante... ao mesmo tempo, ouvi uma voz grossa rindo...
"- cê gosta do que vê, vagabunda?... com certeza nunca viu nada assim entre seus amiguinhos... deve estar com essa boquinha de puta aberta... tudo isso vai entrar nessa bundinha minúscula que cê tá me mostrando..."
Eu fiquei uns 2 minutos sem falar nada, e depois comecei a escrever, me fazendo de sonsa..
"-Quem é você, idiota? Para de falar merda, nem me conhece, com certeza me adicionou aleatoriamente..."
Ele me respondeu: "- para de se fazer de sonsa, vagabunda, tô olhando de perto essa bundinha minúscula que vou abrir bem forte enquanto seu pai nos ouve, como prometi"
Nessa altura, eu já tava um pouco excitada... não sabia por quê, mas sentia que a boca tava enchendo de baba, quase tremendo, respondi:
"- Que mentiroso... se me vir, me conta o que cê tá vendo" e logo depois disso, mesmo sem saber direito por quê, levei uma das minhas mãozinhas pra trás e puxei de ladinho o fiozinho da minha calcinha fio dental, só um pouquinho, bem na parte que tava cobrindo meu anelzinho.. Esperei um tempão enquanto via ele escrevendo e daí a pouco li essa resposta:
"- Mmmmm, que fotos lindas que eu tô tirando, neném... Tô vendo uma putinha deitada de barriguinha pra baixo entre os bichinhos de pelúcia, rabetinha pequena pra cima, que com uma mãozinha puxa a calcinha fio dental pra me mostrar um anelzinho lindo, super fechadinho e rosado, macio e delicado, novinho, entre duas nádegas lindas, que daqui a pouquinho vai estar todo aberto, cheio da maior pica que vai comer na vida.. enquanto eu te manipulo como uma boneca de pano, te segurando pelas tranças do cabelo, e juntos a gente faz um filme pro teu pai que ele nunca vai esquecer. Vou encher teu rabetinho de tanta porra quente que você vai acabar cuspindo pela boca, putinha"
Acho que quando terminei de ler a resposta tive que engolir saliva:$ porque minha boquinha tava cheia... E não era só porque eu tava excitada com o que esse preto filho da puta tinha acabado de me escrever, porque na verdade eu tava com muito medo e além disso super puta da vida. Eu sempre morei naquele bairro e sempre com gente mais ou menos civilizada. Além disso sou filha única e meus pais são separados, tô acostumada a ser tratada super bem e sou meio mimada e tal.. Então entre a raiva que eu tava, o medo que eu sentia dele e a excitação que me dava ler aquilo, nem sei direito o que tava rolando dentro de mim.
Enquanto pensava nisso tudo, tinha ficado muda, congelada, e li a próxima mensagem que o vizinho mandou: "-Mmmm putinha, você ficou congelada olhando pra essa pica (enquanto levantava ela pra me mostrar... dos ovos até a ponta nem cabia na tela) Você tá paradinha mas teu anelzinho não para de abrir e fechar de pouquinho em pouquinho enquanto você olha pra sua janta"
Só aí eu percebi que ainda tava segurando minha calcinha fio dental de lado na bunda... Tava puta da vida e com muito tesão, e não sabia o que fazer.. então mandei: "Haha, você é um preto de merda, aposto que nem sobe, então para de se achar. Minha bunda minúscula não é pra preto igual você.."
Ele começou a digitar.. digitava só com uma mão porque com a outra batia uma pra aquela pica gigante, pesada, e eu não conseguia parar de olhar pra tela. Daqui a pouco chegou a mensagem dele se cagando de rir de mim, o filho da puta... "- Para de bancar a patricinha, sua putinha gostosa, agora vou aí na sua casa e você vai me abrir, depois vai me dar essa mãozinha que você usou pra mostrar o anel e vai me levar pro quarto do seu pai, juntos vamos amarrar ele e ele vai acordar sentado numa cadeira, na frente da sua caminha cheia de bichinhos de pelúcia vendo a neninha dele aprender a tomar leite da garrafa de carne que eu tenho aqui" Assim que terminei de ler, levantei o olhar e ele tava batendo uma pra pica na frente da tela. Fez isso por um tempinho e sumiu. Depois de 10 segundos ouvi a campainha - o filho da puta tinha ido na minha casa bater na porta - e eu tava com tanto tesão que, sinceramente, não sei o que fiz, mas do jeito que tava desci, só de calcinha fio dental bem pequenininha e uma gravatinha pendurada no pescoço, o cabelo preso em duas marias-chiquinhas e sem pensar nem abri. Olhei pra ele de baixo pra cima, ele era umas 2 ou 3 cabeças mais alto que eu...
"- Oi" falei com a voz trêmula e a carinha vermelha...
"- Oi putinha, que rápido você desceu, dá pra ver que você tá com fome... agora vamos"
Eu dei a mão pra ele, ele tinha uma mão gigante, e ele me seguiu até subirmos a escada.. no caminho todo ele não parou de olhar pra minha bunda e falar tudo que ia fazer comigo.... "- Mmmm que calcinha fio dental linda você vestiu hoje, putinha, dá pra ver que você subiu pro seu quarto pra me chamar pra vir te dar leite"... "- Adoro como ela se perde nessa bunda virgem de bebê.. você não sabe como vou me divertir vendo sua carinha de choro quando eu começar a meter meu pau Um pau por aqui" (ele disse, passando um dedo gigante e grosso por toda a rachadura da minha bunda até chegar no meu cuzinho)
Eu já nem pensava, só andava bem devagar pra ele falar mais coisas sobre a minha bundinha minúscula, e fui levando ele até o quarto do meu pai. Quando chegamos, ele mandou eu esperar no meu quarto, e daqui a pouco entrou carregando meu pai numa cadeira, amarrado, amordaçado e vendado. Não tinha feito nada com ele, tinha tanta força que nem precisava, com certeza controlou ele como se fosse um menino malcriado. Quando colocou ele ali, disse: "Agora, putinha, fica de joelhinhos aqui" — apontando pro chão enquanto ficava de lado do meu pai, do lado da minha caminha.
Eu me ajoelhei ali mesmo, debaixo das pernas dele. Ele riu, baixou a calça e deixou cair na minha carinha um pau tão gigante e pesado que parecia que tinha me dado um tapa e desajeitou meus oclinhos, ficando bem na frente da minha boquinha. Olhei pra ele, não falei nada e comecei a chupar a cabeça daquele pau gigante como se fosse a última comida do mundo. Ficava olhando fixo pra ele enquanto com as mãozinhas tentava segurar o pau e massagear, e com a cabeça dentro da boquinha sugava igual uma bebezinha morrendo de fome, sempre olhando nos olhos dele.
Ele tava super feliz, ria e me parabenizava por ser tão puta enquanto tirava a venda do meu pai pra ele poder ver. Pra falar a verdade, eu nem ligava, a única coisa que eu queria era tomar o leite dele. Ele sim se divertia, não parava de falar.
"Mmmmmm, como você chupa bem o pau, bebezinha, adoro como você faz. As putas da rua deviam pedir conselhos pra você, docinho." — "Olha só! Não acha que ela faz muito bem?" (ele falava olhando pro meu pai amarrado e amordaçado, que não conseguia nem se mexer) "Você não sabe como a boquinha da sua nenenzinha é macia, amigo, te parabenizo. E pra você ver que falo sério, vou entrar até o fundo da garganta pra te contar como é a sensação lá atrás."
Naquele momento, senti ele me agarrar pelos rabinhos de cavalo com as duas mãos, bem forte... Muito firme, me olhou, riu, e começou a puxar bem firme mas devagarzinho... eu olhava pra ele sem conseguir respirar, e ele com um sorriso trazia minha carinha contra o pau dele fazendo eu descer centímetro por centímetro pela minha boquinha, minha gargantinha, até meu pescoço... Não conseguia respirar mas era totalmente inútil tentar resistir, ele tinha muita força, nem custava um pouquinho fazer aquilo comigo...
O pau descia como uma cobra se enfiando no meu corpinho e ele me olhava rindo. Não terminava nunca. Quando finalmente senti meu narizinho contra a barriga dele, ele começou a foder minha carinha só metendo e tirando o pau até a metade, que já era pra caralho. Não sei quanto tempo ele me deixou sem respirar, mas num momento senti que ele começou a gemer, ou eu já tava vendo tudo meio nublado e olhava fixo pra ele como dava. Ele começou a gemer... "-Mmmmmmm... isso, putinha, que apertadinha você tem a boquinha, com certeza todos os seus buraquinhos são assim..."
Depois virou a cara pra olhar pro meu pai e começou a falar com ele "-Uffa, você não sabe o que é isso, amigo, sua neném tem a boquinha tão molhada e quentinha que acho que não vou aguentar mais... você não sabe como ela acaricia minhas bolas com a linguinha toda vez que chego no fundo e deixo ela um pouquinho ali... e a gargantinha... mmmm é o mais apertado que já comi..."
Depois disso ele começou a tremer um pouco e deu um grito que deve ter acordado a vizinhança toda. Na mesma hora senti como se uma mangueira enchesse minha barriguinha de porra quente, grossa... e enquanto ele tirava de dentro de mim, senti que inundava de porra toda minha gargantinha e minha boquinha. Mas bem antes de tirar a cabeça ele disse "-Se não engolir tudo, putinha, a gente começa tudo de novo, sabia?"
Eu nem pensei, comecei a engolir toda a porra que tinha ficado na minha boquinha, acho que tive que fazer umas 3 engolidas, e depois ele colocou o pau na minha boquinha até eu limpar ele todo todo.
Quando fui perceber, o cara tinha acendido um cigarro, já quase tava terminando e pra mim o tempo Nem tinha passado pela minha cabeça... Me olhei de relance no espelhinho do guarda-roupa e percebi que já fazia uns 5 minutos que não parava de chupar a pica dele... Já tinha tomado todo o gozo que ele deixou na minha boquinha, tudo o que tinha sobrado na pica e tava com a cabeça da pica de novo na boca, mamando igual uma bebê na mamadeira, olhando pra ele ou às vezes só focada em tentar tirar mais uma gotinha... Quando ele terminou de fumar, senti um tapa bem forte na minha carinha, ele me sacudiu e quando a pica saiu da boca fez um barulhinho de vácuo... O vizinho deu uma gargalhada, olhou pra mim e pro meu pai (eu praticamente tinha esquecido que ele tava ali, a dois passos da gente). Ele olhou pra ele e falou “Já, viu amigo, isso dá por não dar o gozo pra ela tomar você... Assim que ela tá agora, desesperada... Mas não se preocupa, eu vou alimentar ela direitinho”. Depois olhou pra mim, que ainda tava ali, ajoelhada, segurou a pica com uma mão levantando ela – acho que chegava mais alto que o umbigo – com a outra mão segurou as bolas, gigantes, muito gigantes, e disse “Agora começa por aqui, garota”. Depois me pegou por uma das maria-chiquinhas do cabelo e levou minha carinha pra lá. Eu não resisti nem um pouquinho...
Ele subiu um pé na minha caminha e eu olhava pra ele enquanto com uma mão levantava a pica e com a outra acariciava as bolas dele, passando a linguinha por todo lado... pela perna, pelas bolas, sempre olhando fixo pra ele enquanto ele guiava minha carinha me segurando por uma maria-chiquinha do cabelo. Depois disso nem precisei mais e continuei sozinha... Super animada, quase sem entender por que tava fazendo o que fazia ou se aquilo era um pesadelo, um sonho, ou a realidade.
Depois de um tempinho comecei a passar a língua desde as duas bolas até a ponta da pica, subindo e descendo muuuuuitas vezes, cada vez mais devagar, sempre olhando pra ele... Minha linguinha começou a chegar cada vez mais pra baixo, e comecei até a brincar desde a bunda dele até a ponta da pica, que começou a ficar dura de novo...
Acho que me distraí um Segundo e ouvi um barulho, quando levantei a carinha percebi que ele tava me filmando… Me olhou, riu, e continuou filmando enquanto falava com meu pai de novo. “-Mmmm que lembrança linda vou levar daqui, amigo, você não sabe como os caras vão ficar quando eu mostrar isso. Amanhã vai ter uma fila de dois quarteirões na porta. Todos os manos do campo, da oficina, do sindicato.. meus amigos que acabaram de sair da cadeia.. todos vão estar aqui pra dar de comer pra menina quando souberem que ela nos atende tão bem!, hahaha”
Deixou o celular filmando a gente no criado-mudo e olhou pra baixo de novo, me pegou de novo pela tiny ass do cabelo pra segurar minha carinha ali, e com a cabeça da cock dentro da minha boquinha começou a se masturbar com a outra mão. Eu olhava fixo pra ele, esperando adivinhar quando ia encher minha boquinha de cum de novo. Ele me fez colocar os ovos na boquinha de novo, lamber eles olhando pra ele enquanto ele continuava se batendo, depois de um tempinho falou comigo de novo.
“-Mmmmm, beleza sweet girl, como você se comporta bem. Mas sabe que a sobremesa não vai entrar pela boquinha, né?.. Mas não se preocupa, que de tanto que vai entrar pela tiny ass você vai até cuspir pela boca… agora vem”
Me levantou segurando pela tiny ass do cabelo e me levou até minha caminha.
“-Isso continua assim sweet girl, você fica de quatro, cola a carinha no colchão e me olha pelo espelho. Que os manos vão adorar ver sua carinha de bebê enquanto você come essa cock enorme pelo bum. E não seja tímida, slut, pode chorar e espernear à vontade! Haha”
Mmmm eu tava muito quentinha. Não sei no que tava pensando, na verdade devia estar pedindo socorro… Mas me senti tão slut que virei a carinha, olhei pra ele e falei, gaguejando e com a carinha vermelha de vergonha…
“-Você não me conta como tá minha tiny ass antes?.. Você sempre olhava minha Booty.. e eu não consigo me ver lá… você não me conta?”.. Mal terminei de falar soube que ele adorou…
“-Óbvio, *sweet girl*, quero que você tenha uma última lembrança de como era sua *tiny ass* antes de eu meter isso aqui” (falou me dando umas 3 ou 4 batidas com a *cock* na *booty*. Soava forte, pesado… até deve ter deixado minha *tiny ass* meio vermelhinha onde ele bateu..
Depois ele puxou minha *thong* até os joelhinhos, senti as duas mãos gigantes dele agarrando cada um dos meus peitinhos da *booty* e abrindo como se fosse uma tangerina… a próxima coisa que senti foi ele cuspindo no meu *aninho* e falando comigo.
“-Mmmmm, que *tiny ass* linda, *girl*.. vamos contar pro papai também, que ele lá de onde está não consegue ver… A neném tem um *aninho* lindo, amigo, sério, parabéns… É bem pequenininho, bem rosadinho… fofo, macio, uffff. Quando eu terminar, vou te deixar pelo menos umas fotos de como ficou.. mas vai se preparando que vai ficar tudo arrebentado e escorrendo *cum* até a *pussy*”
Depois disso, ele enfiou a cara na minha *tiny ass* e senti ele começando a abrir meu *aninho* com a língua… empurrava o rosto inteiro, mexia meu corpinho todo e eu sentia uma língua molhada, quente, bem grande entrando e saindo do meu *aninho*. Comecei a soltar uns gemidinhos quase sem perceber. Eu tinha as mãozinhas apertando os lençóis e empinava a *tiny ass* o máximo que podia. Sentia uma coisa bem quentinha, bem macia e escorregadia que violava minha *tiny ass* e eu amava… era uma sensação entre cócegas e prazer.. acho que de vez em quando eu até dava umas risadinhas..
Depois de um tempo assim, senti a língua sair do meu *aninho*. Olhei pelo espelho e vi ele ajoelhado atrás de mim. Me olhou, riu. Pegou a *cock* gigante dele e me deu uns 3 ou 4 tapinhas na *pussy*. Passou a cabeça da *cock* na minha *pussy* pra molhar. A próxima coisa que senti foi como se algo queimasse minha *booty* e um tapa fortíssimo.. O filho da puta me deu um tão forte na *booty* que eu gritei e comecei a chorar num segundo..
“-Mmmmm sim, *slut*, uma coisa que você precisa saber é que quando eu arrebento uma Minha bucetinha, eu gosto de marcar bem primeiro... agora você tem minha mão inteira desenhada aí pra saber que é minha. Além disso, é melhor você começar a chorar agora. Chorar você vai chorar de qualquer jeito, e se começar agora, me diverte mais.
Depois senti ele colocar uma mão nas minhas costas e jogar todo o peso dele. Na hora fiquei apertadinha contra a cama, quase sem conseguir respirar e com a bucetinha empinada. Olhei pra ele pelo espelho e senti ele segurando a cabeça da pica e começando a encaixar no meu cuzinho. Naquele segundo, percebi que tudo que tava acontecendo era real e que ele ia me matar. Percebi que não tinha jeito daquilo entrar na minha bucetinha e que eu não ia aguentar. Comecei a implorar... "—Não, por favor, espera... aí não. Me desculpa... juro que faço o que você quiser, mas você vai me matar."
Acho que foi a pior ideia que eu podia ter. Assim que ele ouviu eu pedindo piedade, a cara dele mudou... O filho da puta tinha adorado.
Enquanto eu olhava fixo pra ele pelo espelho, chorando, implorando pra não ser na minha bucetinha, senti ele me abrir o cuzinho com um empurrão, enfiando a cabeça da pica toda pra dentro. Eu comecei a chorar. Ele riu pra caralho. "—Calma, gatinha, a Kitty vai te consolar!" falou, enquanto pegava um ursinho da minha cama e colocava na minha boquinha. "—Morde isso forte, putinha. De quebra, quando eu gozar aí, vai servir de tampão pra não vazar a porra pela sua boquinha de siririqueira."
Olhei pra ele chorando, com meu ursinho da Kitty na boca, enquanto ele, rindo, deixava a cabeça da pica na minha bucetinha, me segurava pelas duas marias-chiquinhas e começava a entrar mais. Eu olhava pra ele e ele olhava pra mim e ria. Falou um monte de coisa que acho que não lembro por causa da dor que eu sentia, mas ele ria pra caralho e falava comigo, enquanto eu sentia como se estivessem me partindo ao meio com um ferro quente. Centímetro por centímetro, ele enfiou tudo na minha raba. Deve ter chegado até minha barriguinha, mas eu sentia como se tivesse chegando até minha garganta.
Quando a pica dele cintura encostou na minha bunda minúscula, levantou minha carinha pelos rabinhos de cabelo, me olhou, riu e disse: "-Agora começa a melhor parte, garota." Logo depois disso, começou a me sacudir exatamente como tinha dito que faria. Eu mordia meu ursinho chorando e ele me pegava pela bunda minúscula como uma boneca de pano. Sacudia tudo, meu corpinho, minha cama, eu sentia até as paredes se mexendo. E o filho da puta tinha uma cara de prazer incrível.
Viro o rosto pra olhar pro meu pai e falou de novo entre gemidos que pareciam os barulhos que um animal faria: "UUUUUuuuffffffffffff amigo, você não sabe o que é isso. Te agradeço demais. Já comi a bunda de muitas vadias, mas algo assim... sinceramente, na minha vida... Mmmmmmm aperta tanto que até dói em mim. Que bunda gostosa essa vadia tem... toda quentinha, toda macia e apertada. Delicadinha. Uma maravilha! Haha"
Enquanto falava, nunca parava de se mexer. Eu tava quase desmaiada quando senti que me levantou de novo pelos rabinhos, esmagou minha carinha no colchão e, enquanto me olhava pelo espelho, começou a gemer.. Aí senti todo o meu corpinho se encher de porra grossa e quente dele. Senti no corpo inteiro. Juro que pensei que ia sair pela minha boquinha, como ele tinha prometido.
-"Mmmmmmmmmmm isso!!! Que bem, vadia, viu que cumpri? A sobremesa você ia comer pelo cu, garota, e aí está"…
Ficou um tempo dentro de mim, e quando tirou a piroca, tive a mesma sensação de antes… parecia que uma cobra tava saindo do meu corpinho, minha bunda minúscula ficou cheia de porra e ele ficou olhando como eu tinha ficado quase desmaiadinha.
Depois tirou o bichinho de pelúcia da minha boquinha e enfiou a piroca de novo, enquanto fumava e esperava eu limpar toda a porra da piroca dele. Disse que como eu tinha me comportado bem, ia deixar eu limpar a piroca dele com a boquinha, e falou pra eu aproveitar pra sentir o gosto da minha bunda minúscula ali…
Depois disso, foi embora, parabenizando meu pai pela sua filhinha, me dizendo que quando tivesse vontade, ia voltar…
(Bom, espero que vocês gostem 🙂 Beijos!)
Oi, sou a Flor, tenho 18 anos e vou contar uma parada que rolou comigo faz pouco menos de um mês.
Antes de mais nada, acho melhor contar um pouco como eu sou. Mesmo tendo 18 (fiz aniversário faz pouco), tenho cara de menina. Nunca me dão a idade que tenho, o que é uma merda às vezes porque não me deixam entrar em quase lugar nenhum. Sou baixinha, tenho 1,56, peso 47 quilos, pele branca e cabelo e olhos pretos. Sou bem menininha, mas tenho uma bunda bonita, bem empinada, e acho que é o que tenho de melhor. De peitos, sei lá, mais ou menos, tenho um pouco e, como sou pequena e tenho as costas fininhas, eles aparecem bastante. Minhas medidas são 92, 55, 84. Meu cabelo vai até a metade das costas, liso, com umas ondinhas.
Sou de Entre Ríos e moro num bairro perto do centro, quase colado, em frente à beira do rio Paraná. É um bairro, sei lá... não de ricos, mas de gente que se dá bem, então geralmente é bem tranquilo. Mas faz pouco tempo, a casa ao lado da minha (na verdade é a casa do meu pai, e eu passo alguns dias da semana com ele e outros na casa da minha mãe) ficou vazia. Moravam uns vizinhos que a gente conhecia há muito tempo, mas parece que eles tinham dívidas e a casa foi a leilão. A parada é que ninguém comprou, mas em poucos dias que ficou vazia, alguém se mudou pra lá. Na real, é um cara que ninguém no bairro conhecia, nem de nome. É um cara gigante, e tem uma aparência que dá muito medo, bem estilo vilão, mas não daqueles barulhentos, mais do tipo pesado. Deve ter quase 2 metros, tem um monte de tatuagens que parecem feitas com tinta de caneta, e além disso é cheio de cicatrizes. Meio careca no topo da cabeça, com o cabelo que sobrou comprido e sempre ensebado, meio sujo. É um pouco gordo, mas o que mais impressiona é o tamanho... eu sou pequenininha, mas ele parece um gigante.
A parada é que ninguém no bairro falava com ele, e todo mundo tinha medo. Muito medo, nem sequer tinham coragem de perguntar quem ele era. Meu pai, quando viu ele, também se assustou pra caramba e me disse pra nunca falar com ele. Eu também tinha muito medo, e além disso... um pouquinho de curiosidade de como ele tinha ido parar ali.
O cara, por outro lado, parecia se sentir super à vontade onde estava. Sempre sentado na calçada tomando vinho e quase nunca parecia falar com ninguém.
Eu ainda tô terminando o colégio, porque perdi um ano viajando. Então, sempre que saio de casa, passo na frente da casa do lado — óbvio — e esse "vizinho" novo tava sempre sentado na porta da "casa" dele tomando vinho de caixa. A verdade é que, toda vez que eu passava, me dava uma sensação estranha... o cara não falava nada comigo, ou pelo menos nada que eu conseguisse ouvir, mas eu sentia que ele tava me violentando na mente dele cada vez que eu passava perto. E, sinceramente, até que eu tinha medo dele, mas também era como uma parte especial do dia viver aquilo, era uma mistura de medo e algo mais que nem sei como explicar.
Eu vou a um colégio particular que nos obriga a usar uniforme. Bem clássico: uma saia cinza plissada, meias vermelhas até acima do joelho, sapatos (embora eu sempre vá de tênis de pano) e, em cima, uma camiseta branca e um gravatinha vermelha.
E toda vez que eu passava na frente da casa do vizinho novo, tentava não olhar pra ele, mas em algum momento não me segurava e olhava, e ele sempre me encarava fixo sem falar nada. Sempre parecia que tava olhando direto pro meu rosto, mas mais do que nos olhos, parecia que olhava pra minha boquinha :$... eu virava o olhar rápido e seguia, sempre com a sensação de ter o olhar dele cravado na minha bunda até eu virar na esquina. E toda manhã assim :$...
Acho que um pouquinho comecei a gostar... era tipo um jogo, e comecei a passar perfume pra ir pro colégio, e até a usar a saia mais curta e sem legging por baixo... não sei por quê, mas adorava passar por ali, e às vezes até sorria pra ele...
Umas duas semanas depois que ele chegou... Todos os dias que me via, comecei a notar que enquanto me olhava, ele colocava uma mão no bolso, e ainda murmurava alguma coisa, sempre algo diferente que eu não conseguia ouvir direito... mas que me dava muita curiosidade...
Uma manhã, passei bem pertinho dele, desliguei a música mas deixei os fones no lugar pra ele não perceber, e consegui ouvir... e ele deve ter notado, porque fiquei muito, muito vermelha... ele disse exatamente, com a voz rouca de tanto fumar e estar sempre meio bêbado: "Mmmmm, girl, que gostosa, dá até vontade de arrebentar essa buceta enquanto seu papai nos observa hoje"...
Fiquei super sem jeito e passei o tempo todo na escola pensando nisso: tava super assustada, confusa, e além disso... um pouco excitada, acho, e com raiva porque um preto de merda que tinha acabado de chegar no bairro pra ocupar uma casa me dissesse aquilo...
Na volta, passei por lá de novo, e o cara continuava lá como sempre... me olhou do mesmo jeito e murmurou algo que dessa vez não consegui entender... mas foi o suficiente pra me deixar mais puta ainda... então decidi que ia tirar uma onda com ele, brincar um pouquinho...
Assim que entrei em casa, falei pro meu pai que não tava com fome, que me sentia meio mal e queria ir dormir... entrei no meu quarto e tirei a saia, as meias, os tênis e a camisa, tudo. Fiquei só com uma tanga bem pequenininha que tenho, rosinha com um lacinho branco bem em cima da bunda, bem fininha: por trás, quase só dá pra ver o triangulinho pequeno em cima da bunda com o lacinho, porque minha bunda é bem empinada, como já falei, e o fio é bem fininho... e fiquei só com isso e a gravatinha pendurada no pescoço, e o cabelo preso em duas marias-chiquinhas, como sempre. Coloquei o notebook na cama, e abri toda a janela que dá pra janela da casa ao lado, nem deixei as cortinas um pouco fechadas:... e assim me deitei de barriga pra baixo, de costas pra janela, pra conversar no Skype com minhas amigas, enquanto pelo espelho no guarda-roupa eu ficava de olho. a janela:$ a ver se o vizinho aparecia...
Parece que ele adivinhava o que eu tava fazendo... porque acho que assim que me deitei, consegui ver de relance a silhueta dele na janela da casa ao lado... Ele fechou um pouquinho a cortina, com certeza pra eu não saber que tava me espiando, e ficou lá... um tempão
Deviam ter passado uns 15 minutos quando apareceu na tela um pedido pro skype, um endereço desconhecido e a foto de perfil preta... eu aceitei
Assim que aceitei, escrevi: "-Oi, quem é você?"
Via na tela que tavam escrevendo, mas bem devagar, depois de um tempinho me responderam: "-Oi vagabunda, sou eu, não me reconhece?"
Assim que terminei de ler a tela, ela ficou preta, como se a câmera da outra pessoa não tivesse nada de luz, e se ouvia uma mistura de gemido abafado com um grunhido... parecia o barulho de um bicho... e quando ele ajusta um pouquinho a luz de um abajur, eu consigo ver que ele tá segurando a pica... mas, não parecia uma pica... parecia do tamanho de um braço quase... era uma pica muito grossa que ele apertava forte com a mão desde a base, e dali caía pelo menos uns 20 centímetros... era gigante, mas ainda não tava dura
Eu fiquei muda, com a boquinha semiaberta olhando aquilo— era muito gigante... ao mesmo tempo, ouvi uma voz grossa rindo...
"- cê gosta do que vê, vagabunda?... com certeza nunca viu nada assim entre seus amiguinhos... deve estar com essa boquinha de puta aberta... tudo isso vai entrar nessa bundinha minúscula que cê tá me mostrando..."
Eu fiquei uns 2 minutos sem falar nada, e depois comecei a escrever, me fazendo de sonsa..
"-Quem é você, idiota? Para de falar merda, nem me conhece, com certeza me adicionou aleatoriamente..."
Ele me respondeu: "- para de se fazer de sonsa, vagabunda, tô olhando de perto essa bundinha minúscula que vou abrir bem forte enquanto seu pai nos ouve, como prometi"
Nessa altura, eu já tava um pouco excitada... não sabia por quê, mas sentia que a boca tava enchendo de baba, quase tremendo, respondi:
"- Que mentiroso... se me vir, me conta o que cê tá vendo" e logo depois disso, mesmo sem saber direito por quê, levei uma das minhas mãozinhas pra trás e puxei de ladinho o fiozinho da minha calcinha fio dental, só um pouquinho, bem na parte que tava cobrindo meu anelzinho.. Esperei um tempão enquanto via ele escrevendo e daí a pouco li essa resposta:
"- Mmmmm, que fotos lindas que eu tô tirando, neném... Tô vendo uma putinha deitada de barriguinha pra baixo entre os bichinhos de pelúcia, rabetinha pequena pra cima, que com uma mãozinha puxa a calcinha fio dental pra me mostrar um anelzinho lindo, super fechadinho e rosado, macio e delicado, novinho, entre duas nádegas lindas, que daqui a pouquinho vai estar todo aberto, cheio da maior pica que vai comer na vida.. enquanto eu te manipulo como uma boneca de pano, te segurando pelas tranças do cabelo, e juntos a gente faz um filme pro teu pai que ele nunca vai esquecer. Vou encher teu rabetinho de tanta porra quente que você vai acabar cuspindo pela boca, putinha"
Acho que quando terminei de ler a resposta tive que engolir saliva:$ porque minha boquinha tava cheia... E não era só porque eu tava excitada com o que esse preto filho da puta tinha acabado de me escrever, porque na verdade eu tava com muito medo e além disso super puta da vida. Eu sempre morei naquele bairro e sempre com gente mais ou menos civilizada. Além disso sou filha única e meus pais são separados, tô acostumada a ser tratada super bem e sou meio mimada e tal.. Então entre a raiva que eu tava, o medo que eu sentia dele e a excitação que me dava ler aquilo, nem sei direito o que tava rolando dentro de mim.
Enquanto pensava nisso tudo, tinha ficado muda, congelada, e li a próxima mensagem que o vizinho mandou: "-Mmmm putinha, você ficou congelada olhando pra essa pica (enquanto levantava ela pra me mostrar... dos ovos até a ponta nem cabia na tela) Você tá paradinha mas teu anelzinho não para de abrir e fechar de pouquinho em pouquinho enquanto você olha pra sua janta"
Só aí eu percebi que ainda tava segurando minha calcinha fio dental de lado na bunda... Tava puta da vida e com muito tesão, e não sabia o que fazer.. então mandei: "Haha, você é um preto de merda, aposto que nem sobe, então para de se achar. Minha bunda minúscula não é pra preto igual você.."
Ele começou a digitar.. digitava só com uma mão porque com a outra batia uma pra aquela pica gigante, pesada, e eu não conseguia parar de olhar pra tela. Daqui a pouco chegou a mensagem dele se cagando de rir de mim, o filho da puta... "- Para de bancar a patricinha, sua putinha gostosa, agora vou aí na sua casa e você vai me abrir, depois vai me dar essa mãozinha que você usou pra mostrar o anel e vai me levar pro quarto do seu pai, juntos vamos amarrar ele e ele vai acordar sentado numa cadeira, na frente da sua caminha cheia de bichinhos de pelúcia vendo a neninha dele aprender a tomar leite da garrafa de carne que eu tenho aqui" Assim que terminei de ler, levantei o olhar e ele tava batendo uma pra pica na frente da tela. Fez isso por um tempinho e sumiu. Depois de 10 segundos ouvi a campainha - o filho da puta tinha ido na minha casa bater na porta - e eu tava com tanto tesão que, sinceramente, não sei o que fiz, mas do jeito que tava desci, só de calcinha fio dental bem pequenininha e uma gravatinha pendurada no pescoço, o cabelo preso em duas marias-chiquinhas e sem pensar nem abri. Olhei pra ele de baixo pra cima, ele era umas 2 ou 3 cabeças mais alto que eu...
"- Oi" falei com a voz trêmula e a carinha vermelha...
"- Oi putinha, que rápido você desceu, dá pra ver que você tá com fome... agora vamos"
Eu dei a mão pra ele, ele tinha uma mão gigante, e ele me seguiu até subirmos a escada.. no caminho todo ele não parou de olhar pra minha bunda e falar tudo que ia fazer comigo.... "- Mmmm que calcinha fio dental linda você vestiu hoje, putinha, dá pra ver que você subiu pro seu quarto pra me chamar pra vir te dar leite"... "- Adoro como ela se perde nessa bunda virgem de bebê.. você não sabe como vou me divertir vendo sua carinha de choro quando eu começar a meter meu pau Um pau por aqui" (ele disse, passando um dedo gigante e grosso por toda a rachadura da minha bunda até chegar no meu cuzinho)
Eu já nem pensava, só andava bem devagar pra ele falar mais coisas sobre a minha bundinha minúscula, e fui levando ele até o quarto do meu pai. Quando chegamos, ele mandou eu esperar no meu quarto, e daqui a pouco entrou carregando meu pai numa cadeira, amarrado, amordaçado e vendado. Não tinha feito nada com ele, tinha tanta força que nem precisava, com certeza controlou ele como se fosse um menino malcriado. Quando colocou ele ali, disse: "Agora, putinha, fica de joelhinhos aqui" — apontando pro chão enquanto ficava de lado do meu pai, do lado da minha caminha.
Eu me ajoelhei ali mesmo, debaixo das pernas dele. Ele riu, baixou a calça e deixou cair na minha carinha um pau tão gigante e pesado que parecia que tinha me dado um tapa e desajeitou meus oclinhos, ficando bem na frente da minha boquinha. Olhei pra ele, não falei nada e comecei a chupar a cabeça daquele pau gigante como se fosse a última comida do mundo. Ficava olhando fixo pra ele enquanto com as mãozinhas tentava segurar o pau e massagear, e com a cabeça dentro da boquinha sugava igual uma bebezinha morrendo de fome, sempre olhando nos olhos dele.
Ele tava super feliz, ria e me parabenizava por ser tão puta enquanto tirava a venda do meu pai pra ele poder ver. Pra falar a verdade, eu nem ligava, a única coisa que eu queria era tomar o leite dele. Ele sim se divertia, não parava de falar.
"Mmmmmm, como você chupa bem o pau, bebezinha, adoro como você faz. As putas da rua deviam pedir conselhos pra você, docinho." — "Olha só! Não acha que ela faz muito bem?" (ele falava olhando pro meu pai amarrado e amordaçado, que não conseguia nem se mexer) "Você não sabe como a boquinha da sua nenenzinha é macia, amigo, te parabenizo. E pra você ver que falo sério, vou entrar até o fundo da garganta pra te contar como é a sensação lá atrás."
Naquele momento, senti ele me agarrar pelos rabinhos de cavalo com as duas mãos, bem forte... Muito firme, me olhou, riu, e começou a puxar bem firme mas devagarzinho... eu olhava pra ele sem conseguir respirar, e ele com um sorriso trazia minha carinha contra o pau dele fazendo eu descer centímetro por centímetro pela minha boquinha, minha gargantinha, até meu pescoço... Não conseguia respirar mas era totalmente inútil tentar resistir, ele tinha muita força, nem custava um pouquinho fazer aquilo comigo...
O pau descia como uma cobra se enfiando no meu corpinho e ele me olhava rindo. Não terminava nunca. Quando finalmente senti meu narizinho contra a barriga dele, ele começou a foder minha carinha só metendo e tirando o pau até a metade, que já era pra caralho. Não sei quanto tempo ele me deixou sem respirar, mas num momento senti que ele começou a gemer, ou eu já tava vendo tudo meio nublado e olhava fixo pra ele como dava. Ele começou a gemer... "-Mmmmmmm... isso, putinha, que apertadinha você tem a boquinha, com certeza todos os seus buraquinhos são assim..."
Depois virou a cara pra olhar pro meu pai e começou a falar com ele "-Uffa, você não sabe o que é isso, amigo, sua neném tem a boquinha tão molhada e quentinha que acho que não vou aguentar mais... você não sabe como ela acaricia minhas bolas com a linguinha toda vez que chego no fundo e deixo ela um pouquinho ali... e a gargantinha... mmmm é o mais apertado que já comi..."
Depois disso ele começou a tremer um pouco e deu um grito que deve ter acordado a vizinhança toda. Na mesma hora senti como se uma mangueira enchesse minha barriguinha de porra quente, grossa... e enquanto ele tirava de dentro de mim, senti que inundava de porra toda minha gargantinha e minha boquinha. Mas bem antes de tirar a cabeça ele disse "-Se não engolir tudo, putinha, a gente começa tudo de novo, sabia?"
Eu nem pensei, comecei a engolir toda a porra que tinha ficado na minha boquinha, acho que tive que fazer umas 3 engolidas, e depois ele colocou o pau na minha boquinha até eu limpar ele todo todo.
Quando fui perceber, o cara tinha acendido um cigarro, já quase tava terminando e pra mim o tempo Nem tinha passado pela minha cabeça... Me olhei de relance no espelhinho do guarda-roupa e percebi que já fazia uns 5 minutos que não parava de chupar a pica dele... Já tinha tomado todo o gozo que ele deixou na minha boquinha, tudo o que tinha sobrado na pica e tava com a cabeça da pica de novo na boca, mamando igual uma bebê na mamadeira, olhando pra ele ou às vezes só focada em tentar tirar mais uma gotinha... Quando ele terminou de fumar, senti um tapa bem forte na minha carinha, ele me sacudiu e quando a pica saiu da boca fez um barulhinho de vácuo... O vizinho deu uma gargalhada, olhou pra mim e pro meu pai (eu praticamente tinha esquecido que ele tava ali, a dois passos da gente). Ele olhou pra ele e falou “Já, viu amigo, isso dá por não dar o gozo pra ela tomar você... Assim que ela tá agora, desesperada... Mas não se preocupa, eu vou alimentar ela direitinho”. Depois olhou pra mim, que ainda tava ali, ajoelhada, segurou a pica com uma mão levantando ela – acho que chegava mais alto que o umbigo – com a outra mão segurou as bolas, gigantes, muito gigantes, e disse “Agora começa por aqui, garota”. Depois me pegou por uma das maria-chiquinhas do cabelo e levou minha carinha pra lá. Eu não resisti nem um pouquinho...
Ele subiu um pé na minha caminha e eu olhava pra ele enquanto com uma mão levantava a pica e com a outra acariciava as bolas dele, passando a linguinha por todo lado... pela perna, pelas bolas, sempre olhando fixo pra ele enquanto ele guiava minha carinha me segurando por uma maria-chiquinha do cabelo. Depois disso nem precisei mais e continuei sozinha... Super animada, quase sem entender por que tava fazendo o que fazia ou se aquilo era um pesadelo, um sonho, ou a realidade.
Depois de um tempinho comecei a passar a língua desde as duas bolas até a ponta da pica, subindo e descendo muuuuuitas vezes, cada vez mais devagar, sempre olhando pra ele... Minha linguinha começou a chegar cada vez mais pra baixo, e comecei até a brincar desde a bunda dele até a ponta da pica, que começou a ficar dura de novo...
Acho que me distraí um Segundo e ouvi um barulho, quando levantei a carinha percebi que ele tava me filmando… Me olhou, riu, e continuou filmando enquanto falava com meu pai de novo. “-Mmmm que lembrança linda vou levar daqui, amigo, você não sabe como os caras vão ficar quando eu mostrar isso. Amanhã vai ter uma fila de dois quarteirões na porta. Todos os manos do campo, da oficina, do sindicato.. meus amigos que acabaram de sair da cadeia.. todos vão estar aqui pra dar de comer pra menina quando souberem que ela nos atende tão bem!, hahaha”
Deixou o celular filmando a gente no criado-mudo e olhou pra baixo de novo, me pegou de novo pela tiny ass do cabelo pra segurar minha carinha ali, e com a cabeça da cock dentro da minha boquinha começou a se masturbar com a outra mão. Eu olhava fixo pra ele, esperando adivinhar quando ia encher minha boquinha de cum de novo. Ele me fez colocar os ovos na boquinha de novo, lamber eles olhando pra ele enquanto ele continuava se batendo, depois de um tempinho falou comigo de novo.
“-Mmmmm, beleza sweet girl, como você se comporta bem. Mas sabe que a sobremesa não vai entrar pela boquinha, né?.. Mas não se preocupa, que de tanto que vai entrar pela tiny ass você vai até cuspir pela boca… agora vem”
Me levantou segurando pela tiny ass do cabelo e me levou até minha caminha.
“-Isso continua assim sweet girl, você fica de quatro, cola a carinha no colchão e me olha pelo espelho. Que os manos vão adorar ver sua carinha de bebê enquanto você come essa cock enorme pelo bum. E não seja tímida, slut, pode chorar e espernear à vontade! Haha”
Mmmm eu tava muito quentinha. Não sei no que tava pensando, na verdade devia estar pedindo socorro… Mas me senti tão slut que virei a carinha, olhei pra ele e falei, gaguejando e com a carinha vermelha de vergonha…
“-Você não me conta como tá minha tiny ass antes?.. Você sempre olhava minha Booty.. e eu não consigo me ver lá… você não me conta?”.. Mal terminei de falar soube que ele adorou…
“-Óbvio, *sweet girl*, quero que você tenha uma última lembrança de como era sua *tiny ass* antes de eu meter isso aqui” (falou me dando umas 3 ou 4 batidas com a *cock* na *booty*. Soava forte, pesado… até deve ter deixado minha *tiny ass* meio vermelhinha onde ele bateu..
Depois ele puxou minha *thong* até os joelhinhos, senti as duas mãos gigantes dele agarrando cada um dos meus peitinhos da *booty* e abrindo como se fosse uma tangerina… a próxima coisa que senti foi ele cuspindo no meu *aninho* e falando comigo.
“-Mmmmm, que *tiny ass* linda, *girl*.. vamos contar pro papai também, que ele lá de onde está não consegue ver… A neném tem um *aninho* lindo, amigo, sério, parabéns… É bem pequenininho, bem rosadinho… fofo, macio, uffff. Quando eu terminar, vou te deixar pelo menos umas fotos de como ficou.. mas vai se preparando que vai ficar tudo arrebentado e escorrendo *cum* até a *pussy*”
Depois disso, ele enfiou a cara na minha *tiny ass* e senti ele começando a abrir meu *aninho* com a língua… empurrava o rosto inteiro, mexia meu corpinho todo e eu sentia uma língua molhada, quente, bem grande entrando e saindo do meu *aninho*. Comecei a soltar uns gemidinhos quase sem perceber. Eu tinha as mãozinhas apertando os lençóis e empinava a *tiny ass* o máximo que podia. Sentia uma coisa bem quentinha, bem macia e escorregadia que violava minha *tiny ass* e eu amava… era uma sensação entre cócegas e prazer.. acho que de vez em quando eu até dava umas risadinhas..
Depois de um tempo assim, senti a língua sair do meu *aninho*. Olhei pelo espelho e vi ele ajoelhado atrás de mim. Me olhou, riu. Pegou a *cock* gigante dele e me deu uns 3 ou 4 tapinhas na *pussy*. Passou a cabeça da *cock* na minha *pussy* pra molhar. A próxima coisa que senti foi como se algo queimasse minha *booty* e um tapa fortíssimo.. O filho da puta me deu um tão forte na *booty* que eu gritei e comecei a chorar num segundo..
“-Mmmmm sim, *slut*, uma coisa que você precisa saber é que quando eu arrebento uma Minha bucetinha, eu gosto de marcar bem primeiro... agora você tem minha mão inteira desenhada aí pra saber que é minha. Além disso, é melhor você começar a chorar agora. Chorar você vai chorar de qualquer jeito, e se começar agora, me diverte mais.
Depois senti ele colocar uma mão nas minhas costas e jogar todo o peso dele. Na hora fiquei apertadinha contra a cama, quase sem conseguir respirar e com a bucetinha empinada. Olhei pra ele pelo espelho e senti ele segurando a cabeça da pica e começando a encaixar no meu cuzinho. Naquele segundo, percebi que tudo que tava acontecendo era real e que ele ia me matar. Percebi que não tinha jeito daquilo entrar na minha bucetinha e que eu não ia aguentar. Comecei a implorar... "—Não, por favor, espera... aí não. Me desculpa... juro que faço o que você quiser, mas você vai me matar."
Acho que foi a pior ideia que eu podia ter. Assim que ele ouviu eu pedindo piedade, a cara dele mudou... O filho da puta tinha adorado.
Enquanto eu olhava fixo pra ele pelo espelho, chorando, implorando pra não ser na minha bucetinha, senti ele me abrir o cuzinho com um empurrão, enfiando a cabeça da pica toda pra dentro. Eu comecei a chorar. Ele riu pra caralho. "—Calma, gatinha, a Kitty vai te consolar!" falou, enquanto pegava um ursinho da minha cama e colocava na minha boquinha. "—Morde isso forte, putinha. De quebra, quando eu gozar aí, vai servir de tampão pra não vazar a porra pela sua boquinha de siririqueira."
Olhei pra ele chorando, com meu ursinho da Kitty na boca, enquanto ele, rindo, deixava a cabeça da pica na minha bucetinha, me segurava pelas duas marias-chiquinhas e começava a entrar mais. Eu olhava pra ele e ele olhava pra mim e ria. Falou um monte de coisa que acho que não lembro por causa da dor que eu sentia, mas ele ria pra caralho e falava comigo, enquanto eu sentia como se estivessem me partindo ao meio com um ferro quente. Centímetro por centímetro, ele enfiou tudo na minha raba. Deve ter chegado até minha barriguinha, mas eu sentia como se tivesse chegando até minha garganta.
Quando a pica dele cintura encostou na minha bunda minúscula, levantou minha carinha pelos rabinhos de cabelo, me olhou, riu e disse: "-Agora começa a melhor parte, garota." Logo depois disso, começou a me sacudir exatamente como tinha dito que faria. Eu mordia meu ursinho chorando e ele me pegava pela bunda minúscula como uma boneca de pano. Sacudia tudo, meu corpinho, minha cama, eu sentia até as paredes se mexendo. E o filho da puta tinha uma cara de prazer incrível.
Viro o rosto pra olhar pro meu pai e falou de novo entre gemidos que pareciam os barulhos que um animal faria: "UUUUUuuuffffffffffff amigo, você não sabe o que é isso. Te agradeço demais. Já comi a bunda de muitas vadias, mas algo assim... sinceramente, na minha vida... Mmmmmmm aperta tanto que até dói em mim. Que bunda gostosa essa vadia tem... toda quentinha, toda macia e apertada. Delicadinha. Uma maravilha! Haha"
Enquanto falava, nunca parava de se mexer. Eu tava quase desmaiada quando senti que me levantou de novo pelos rabinhos, esmagou minha carinha no colchão e, enquanto me olhava pelo espelho, começou a gemer.. Aí senti todo o meu corpinho se encher de porra grossa e quente dele. Senti no corpo inteiro. Juro que pensei que ia sair pela minha boquinha, como ele tinha prometido.
-"Mmmmmmmmmmm isso!!! Que bem, vadia, viu que cumpri? A sobremesa você ia comer pelo cu, garota, e aí está"…
Ficou um tempo dentro de mim, e quando tirou a piroca, tive a mesma sensação de antes… parecia que uma cobra tava saindo do meu corpinho, minha bunda minúscula ficou cheia de porra e ele ficou olhando como eu tinha ficado quase desmaiadinha.
Depois tirou o bichinho de pelúcia da minha boquinha e enfiou a piroca de novo, enquanto fumava e esperava eu limpar toda a porra da piroca dele. Disse que como eu tinha me comportado bem, ia deixar eu limpar a piroca dele com a boquinha, e falou pra eu aproveitar pra sentir o gosto da minha bunda minúscula ali…
Depois disso, foi embora, parabenizando meu pai pela sua filhinha, me dizendo que quando tivesse vontade, ia voltar…
(Bom, espero que vocês gostem 🙂 Beijos!)
19 comentários - O vizinho novo arrombou minha bucetinha (Completo)
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