Relato dedicado exclusivamente pra @dara351!Ela me faz sentir em paz quando estamos juntos, abraçados, no sofá de um apartamento em Córdoba. Me faz sentir completo só de me dar o calor dela, de ficar sem fazer nada, olhando pro vazio. Passo a mão no cabelo dela, a mão dela no meu peito, sinto a respiração. Ela, de vez em quando, sorri, e aí o sorriso dela nunca acaba.
A gente se olha e se beija.
Quero olhar pra ela de novo. Os olhos brincalhões, os lábios finos sempre brilhando, as orelhas pequenas, a pele clara e, principalmente, as sobrancelhas dela, essas sobrancelhas finas, perfeitas, que são como as vigas, a âncora, o suporte da estrutura do rosto mais lindo do mundo.
A gente se beija de novo. Lambe a superfície das nossas línguas.
Ela nunca perde o sorriso.
— Tamo sozinhos? — pergunta, num sussurro.
Ela sabe que sim, que não tem mais ninguém, na penumbra. Só nós no apartamento.
— Sim — falo.
— Finalmente estamos tranquilos? Sem ninguém no meio, sem interrupções, sem ninguém pra olhar, nem encher o saco, nem julgar?
Continua com a mania de perguntar em vez de afirmar.
— Aham — falo.
— Podemos finalmente fazer o que a gente quiser… — diz com a boca na minha boca.
Ela é aquela pessoa no mundo que tá morrendo de vontade de transar comigo, é a única pessoa que posso procurar, o único ser humano que pensa em mim quando tô longe. A única que adoraria estar dando pra mim a toda hora.
Os dedos dela acariciam meu cabelo curto.
— Tava com tanta vontade… — diz.
Admiro o rosto dela de novo. Tenho a sorte dela ter reparado em mim, e ela tá aqui, o corpo dela junto ao meu. Hoje à tarde ela tá com o cabelo comprido, loiro e preso pra trás — não todo — numa trança.
Me sinto tranquilo, como quando você tá quase pegando no sono da sesta.
A gente se beija de forma libidinosa, esfregando as línguas, deixando elas saírem pro ar, e se tocando só na ponta, e aí a gente se inunda de novo um pelo outro, a textura macia e carnuda de uma língua que lambe toda a sua boca. A gente se beija como nos filmes. antigas, como nos anúncios, e como nos filmes pornô, tudo misturado.
Beijo o pescoço dela. Ela adora. Quantas vezes ela já me disse que se arrepia quando eu faço isso. Beijo com toda a carne dos meus lábios, dou pequenas mordidas. Vou subindo até a orelha dela. Lambo um pouco e puxo o lóbulo entre meus dentes. Ela geme. É a única pessoa no mundo com quem posso fazer isso. É a única que quer, e só comigo.
Os peitos dela — redondos e grandes, mas quase imaturos, por mais contraditório que pareça — sinto eles se esmagarem contra o meu.
Me afasto dela e começo a acariciar as tetas dela por cima da camiseta. Ela não só não se importa, como adora. O corpo dela é lindo e ela sabe. Amo as tetas dela e ela sabe. Além disso, tem o fato poderoso de que ela se excita quando eu as pego entre os dedos, as esmago com as palmas das mãos e aperto, fazendo círculos. Passaria a vida inteira amassando essas tetas.
Ela se inclina sobre mim, prende meu rosto entre os peitos dela.
— Vou te segurar com minhas tetas… — ela gosta de dizer, entre risadas.
Eu me deixo acariciar pela suavidade. Enquanto isso, meus dedos estão bem mais embaixo, acariciando a pele quente da cintura dela, sob a borda da camiseta. Vão subindo e quase posso ouvir o roçar da pele. Ela não usa sutiã. Sinto isso no meu rosto e sinto nos meus dedos. Os peitos dela, guardados, tão quentes, diria que já estão carregados de leite materno para me alimentar e cuidar até eu crescer. Sempre guardados, tomara que eu pudesse andar com eles sempre à mostra, que tomassem sol e ar. Claro que aí não seriam um segredo, nosso segredo. Aí todo mundo os veria. Mas não poderiam tocá-los, como eu.
Ela tira a camiseta e espera. Beijo eles. Esfrego minhas bochechas contra toda a pele dela, deixo meu rosto preso de novo no vale dela, fazer presa nas duas massas de carne.
Acaricio em círculos, roço os bicos dos peitos dela. Ela suspira, a barriga dela treme contra a minha.
Já duros, mordo os bicos dos peitos dela. Ela ri quando Pego um mamilo e puxo, até que escapa dos meus dentes e a teta volta pro lugar com um balanço pesado. Essa imagem faz eu apertar a virilha da calça.
Brincamos com nossas línguas enquanto ela tira minha camiseta. Passa a mão nos pelos do meu peito, bem esparsos e nada abundantes. Acaricia minha virilha. Sabe como me deixar inquieto, como um cavalo que vê se aproximar pela primeira vez um cavaleiro com a sela numa mão e as rédeas na outra.
As pontas dos mamilos dela desenham no meu peito, pra cima e pra baixo, agora um círculo torto mal feito, agora subindo até quase meus ombros.
Ela nunca para de me olhar nos olhos. Finalmente tira minha rola, já comprida e dura por causa das carícias que trocamos, embora ainda meio lerda.
Começa a me masturbar com força, como se quisesse me obrigar a algo que não entendo ou não sei. Talvez me dominar com o olhar, com os dentes apertados, enquanto eu ofego indefeso.
Acaricio o cabelo dela e ela faz o mesmo. Para de apertar meu pau, e não me importo nem um pouco. Nos beijamos com ternura e ela sussurra uma coisa linda no meu ouvido:
– Quer fazer comigo?
– Claro que quero…
– Sério? Quer transar comigo?
– Sim… E você? Quer que eu te coma?
– Por favor…
Ela nunca perde o senso de humor, nem nas situações mais primitivas, como a de duas pessoas trepando.
– Mas primeiro… – começo a dizer.
– Sim, já sei…
Na mesa se misturam, bagunçados, chaves, chaveiros, papéis sem mensagem aparente, lápis que têm pelo menos dez anos de idade e minha carteira.
Ela abre e tira uma camisinha na embalagem. Rasga com os dentes e tira.
– Vem… – diz pra eu me preparar.
Me posiciono. Ela observa minha rola por uns instantes e começa a dar umas carícias elétricas com a ponta dos dedos e as unhas, que me sacodem até a cabeça. Já tá completamente dura. Coloca a camisinha na ponta e desenrola até embaixo com absoluta maestria. Me masturba um pouco.
– Tá macia – diz, acabou de descobrir.
– É verdade? O látex.
– É bem fino, mas me incomoda, e ele tira…
Momentos depois, desabotoo a calça dele. Tiro também os sapatos.
Ela embaixo e eu por cima, deitados no sofá. Nunca parei de beijá-la e acariciar o cabelo dela, nunca. Guio meu pau até a entrada dela, e acaricio com a ponta, deixando-a nervosa.
– Você tá molhada…
Ela só geme, esperando logo a entrada.
Penetro devagar, observando a expressão no rosto dela. Ela o tempo todo me faz saber o quanto eu a faço gozar através da cara dela. Eu a adoro.
Começo a controlar as gozadas, cada vez demoro mais. Poderia gozar mil vezes, temos todo o tempo do mundo, mas não é essa a questão. A questão é não me separar dela enquanto vou dando um, e outro, e outro orgasmo, sem parar, até não aguentar mais.
Nos dedicamos a nos beijar, sem nenhuma outra ambição na vida.
Nunca ninguém antes tinha beijado meu peito, como se fosse uma coisa linda a ser valorizada. Ela beija ele todo, salpicado de beijinhos, sem se importar que não seja um peito enorme e musculoso.
Nunca uma mulher tinha chupado meu mamilo. Os beijos dela vão descendo e eu me preparo para a glória. Que sua mina chupe o seu pau por um bom tempo, com dedicação. Ela encaixa a cabeça do meu pau na boca dela, prende a borda com os dentes e puxa, cruel.
Ela me deixa passar o pau no rosto dela. No fim das contas, sempre pensei que, quando tá limpa, dá gosto tocar, é macia e até cheira bem. Acaricio o arco das sobrancelhas dela, as bochechas rosadas, os lábios sempre brilhantes, o queixo pequeno e alongado.
Ela lambe o tronco todo e depois chupa ele inteiro. Sabe que quanto mais meter na boca, mais vou gostar, e se esforça pra engolir o máximo que consegue, chega até o limite. Ela me deixa segurar a trança dela, como se eu a dominasse de alguma forma. Ela dá uma chupada longa que me leva até o céu, perco a cabeça. Recupero ela só o suficiente pra dizer, no último momento:
– Ei… Sabe… sabe que Hum...
– A-há..." ela responde.
– Mas quando eu gozar... mh, puta merda, vou gozar...
Ela sabe o que faz. Eu gozo dentro da boca dela, disparo meu leite duas, três, quatro, sei lá quantas vezes. Ela não abre a boca pra nada. Recebe tudo lá dentro e continua chupando com força, pra tirar mais e mais de mim. Minha glande se mexe dentro da boca dela. Ela engole tudo.
Deitados sem nada pra fazer. Eu acaricio e acaricio a barriga deliciosa dela, macia, sem fim. Ela treme e se sacode sob minhas carícias. Às vezes, ela ri.
A gente se olha por um tempão sem dizer nada, só sorrindo um pro outro.
– Tem uma coisa que eu adoraria fazer – falo por fim.
– É? E... o que é?
– Tenho vergonha de te pedir. Não quero... Não quero te forçar a nada.
– Mesmo se eu dissesse que não, você não teria motivo pra se preocupar, né?
– Bem... – penso.
Chego perto do ouvido dela e falo. É algo que a gente ainda não fez.
– Não quero que você sinta dor – digo.
– Bom, se doer, pra isso que tenho boca, pra te falar, não é?
Devagar, com um olhar que me enlouquece, ela tira a tanga de novo. Deita e levanta as pernas, segurando-as pelas coxas.
O cu dela tá fechado, eu molho bem, até tento ir dilatando um pouco com a língua. Ela me ajuda, chupando dois dedos. Ver aquela cena, ela lubrificando o próprio cu com a saliva dela, me faz sentir em outro mundo.
Enfio um dedo com cuidado pra não machucar. É a primeira vez. Quando o dedo cabe inteiro, mexo devagar. Fico me perguntando se ela sente tanto prazer quanto eu. Um dia vou ter coragem de pedir pra ela fazer o mesmo em mim.
A entrada parece bem dilatada.
Vou penetrando ela com suavidade. Nossa primeira vez. No começo, só cabe a glande. Ela pede com sinais pra eu parar. Pela expressão, parece que dói um pouco. Minha glande fica perfeitamente encaixada no cu dela, que se contrai e aperta. Ela aproveita os fluidos dela pra se lubrificar com os dedos. Continuo penetrando aos poucos. Com muita calma e ajuda, enfio tudo. Deixo lá dentro. Quero sentir bem dentro das entranhas quentes dela, levar essa lembrança até a próxima vez que a gente decidir fazer de novo.
Vou comendo ela devagar pelo cu, enquanto seguro os peitos dela. Não tô com pressa. Gozo quase sem me mexer pra não machucar ela. Fico bem parado enquanto jorro dentro dela, até não sair mais.
Ela sabe que me fez um favorzão… Nunca vou conseguir agradecer o suficiente.
Beijo os lábios dela com toda a doçura que eu tenho.
– Vero, você é a mina perfeita. – sussurro pra ela.
– Valeu!
A gente se olha e se beija.
Quero olhar pra ela de novo. Os olhos brincalhões, os lábios finos sempre brilhando, as orelhas pequenas, a pele clara e, principalmente, as sobrancelhas dela, essas sobrancelhas finas, perfeitas, que são como as vigas, a âncora, o suporte da estrutura do rosto mais lindo do mundo.
A gente se beija de novo. Lambe a superfície das nossas línguas.
Ela nunca perde o sorriso.
— Tamo sozinhos? — pergunta, num sussurro.
Ela sabe que sim, que não tem mais ninguém, na penumbra. Só nós no apartamento.
— Sim — falo.
— Finalmente estamos tranquilos? Sem ninguém no meio, sem interrupções, sem ninguém pra olhar, nem encher o saco, nem julgar?
Continua com a mania de perguntar em vez de afirmar.
— Aham — falo.
— Podemos finalmente fazer o que a gente quiser… — diz com a boca na minha boca.
Ela é aquela pessoa no mundo que tá morrendo de vontade de transar comigo, é a única pessoa que posso procurar, o único ser humano que pensa em mim quando tô longe. A única que adoraria estar dando pra mim a toda hora.
Os dedos dela acariciam meu cabelo curto.
— Tava com tanta vontade… — diz.
Admiro o rosto dela de novo. Tenho a sorte dela ter reparado em mim, e ela tá aqui, o corpo dela junto ao meu. Hoje à tarde ela tá com o cabelo comprido, loiro e preso pra trás — não todo — numa trança.
Me sinto tranquilo, como quando você tá quase pegando no sono da sesta.
A gente se beija de forma libidinosa, esfregando as línguas, deixando elas saírem pro ar, e se tocando só na ponta, e aí a gente se inunda de novo um pelo outro, a textura macia e carnuda de uma língua que lambe toda a sua boca. A gente se beija como nos filmes. antigas, como nos anúncios, e como nos filmes pornô, tudo misturado.
Beijo o pescoço dela. Ela adora. Quantas vezes ela já me disse que se arrepia quando eu faço isso. Beijo com toda a carne dos meus lábios, dou pequenas mordidas. Vou subindo até a orelha dela. Lambo um pouco e puxo o lóbulo entre meus dentes. Ela geme. É a única pessoa no mundo com quem posso fazer isso. É a única que quer, e só comigo.
Os peitos dela — redondos e grandes, mas quase imaturos, por mais contraditório que pareça — sinto eles se esmagarem contra o meu.
Me afasto dela e começo a acariciar as tetas dela por cima da camiseta. Ela não só não se importa, como adora. O corpo dela é lindo e ela sabe. Amo as tetas dela e ela sabe. Além disso, tem o fato poderoso de que ela se excita quando eu as pego entre os dedos, as esmago com as palmas das mãos e aperto, fazendo círculos. Passaria a vida inteira amassando essas tetas.
Ela se inclina sobre mim, prende meu rosto entre os peitos dela.
— Vou te segurar com minhas tetas… — ela gosta de dizer, entre risadas.
Eu me deixo acariciar pela suavidade. Enquanto isso, meus dedos estão bem mais embaixo, acariciando a pele quente da cintura dela, sob a borda da camiseta. Vão subindo e quase posso ouvir o roçar da pele. Ela não usa sutiã. Sinto isso no meu rosto e sinto nos meus dedos. Os peitos dela, guardados, tão quentes, diria que já estão carregados de leite materno para me alimentar e cuidar até eu crescer. Sempre guardados, tomara que eu pudesse andar com eles sempre à mostra, que tomassem sol e ar. Claro que aí não seriam um segredo, nosso segredo. Aí todo mundo os veria. Mas não poderiam tocá-los, como eu.
Ela tira a camiseta e espera. Beijo eles. Esfrego minhas bochechas contra toda a pele dela, deixo meu rosto preso de novo no vale dela, fazer presa nas duas massas de carne.
Acaricio em círculos, roço os bicos dos peitos dela. Ela suspira, a barriga dela treme contra a minha.
Já duros, mordo os bicos dos peitos dela. Ela ri quando Pego um mamilo e puxo, até que escapa dos meus dentes e a teta volta pro lugar com um balanço pesado. Essa imagem faz eu apertar a virilha da calça.
Brincamos com nossas línguas enquanto ela tira minha camiseta. Passa a mão nos pelos do meu peito, bem esparsos e nada abundantes. Acaricia minha virilha. Sabe como me deixar inquieto, como um cavalo que vê se aproximar pela primeira vez um cavaleiro com a sela numa mão e as rédeas na outra.
As pontas dos mamilos dela desenham no meu peito, pra cima e pra baixo, agora um círculo torto mal feito, agora subindo até quase meus ombros.
Ela nunca para de me olhar nos olhos. Finalmente tira minha rola, já comprida e dura por causa das carícias que trocamos, embora ainda meio lerda.
Começa a me masturbar com força, como se quisesse me obrigar a algo que não entendo ou não sei. Talvez me dominar com o olhar, com os dentes apertados, enquanto eu ofego indefeso.
Acaricio o cabelo dela e ela faz o mesmo. Para de apertar meu pau, e não me importo nem um pouco. Nos beijamos com ternura e ela sussurra uma coisa linda no meu ouvido:
– Quer fazer comigo?
– Claro que quero…
– Sério? Quer transar comigo?
– Sim… E você? Quer que eu te coma?
– Por favor…
Ela nunca perde o senso de humor, nem nas situações mais primitivas, como a de duas pessoas trepando.
– Mas primeiro… – começo a dizer.
– Sim, já sei…
Na mesa se misturam, bagunçados, chaves, chaveiros, papéis sem mensagem aparente, lápis que têm pelo menos dez anos de idade e minha carteira.
Ela abre e tira uma camisinha na embalagem. Rasga com os dentes e tira.
– Vem… – diz pra eu me preparar.
Me posiciono. Ela observa minha rola por uns instantes e começa a dar umas carícias elétricas com a ponta dos dedos e as unhas, que me sacodem até a cabeça. Já tá completamente dura. Coloca a camisinha na ponta e desenrola até embaixo com absoluta maestria. Me masturba um pouco.
– Tá macia – diz, acabou de descobrir.
– É verdade? O látex.
– É bem fino, mas me incomoda, e ele tira…
Momentos depois, desabotoo a calça dele. Tiro também os sapatos.
Ela embaixo e eu por cima, deitados no sofá. Nunca parei de beijá-la e acariciar o cabelo dela, nunca. Guio meu pau até a entrada dela, e acaricio com a ponta, deixando-a nervosa.
– Você tá molhada…
Ela só geme, esperando logo a entrada.
Penetro devagar, observando a expressão no rosto dela. Ela o tempo todo me faz saber o quanto eu a faço gozar através da cara dela. Eu a adoro.
Começo a controlar as gozadas, cada vez demoro mais. Poderia gozar mil vezes, temos todo o tempo do mundo, mas não é essa a questão. A questão é não me separar dela enquanto vou dando um, e outro, e outro orgasmo, sem parar, até não aguentar mais.
Nos dedicamos a nos beijar, sem nenhuma outra ambição na vida.
Nunca ninguém antes tinha beijado meu peito, como se fosse uma coisa linda a ser valorizada. Ela beija ele todo, salpicado de beijinhos, sem se importar que não seja um peito enorme e musculoso.
Nunca uma mulher tinha chupado meu mamilo. Os beijos dela vão descendo e eu me preparo para a glória. Que sua mina chupe o seu pau por um bom tempo, com dedicação. Ela encaixa a cabeça do meu pau na boca dela, prende a borda com os dentes e puxa, cruel.
Ela me deixa passar o pau no rosto dela. No fim das contas, sempre pensei que, quando tá limpa, dá gosto tocar, é macia e até cheira bem. Acaricio o arco das sobrancelhas dela, as bochechas rosadas, os lábios sempre brilhantes, o queixo pequeno e alongado.
Ela lambe o tronco todo e depois chupa ele inteiro. Sabe que quanto mais meter na boca, mais vou gostar, e se esforça pra engolir o máximo que consegue, chega até o limite. Ela me deixa segurar a trança dela, como se eu a dominasse de alguma forma. Ela dá uma chupada longa que me leva até o céu, perco a cabeça. Recupero ela só o suficiente pra dizer, no último momento:
– Ei… Sabe… sabe que Hum...
– A-há..." ela responde.
– Mas quando eu gozar... mh, puta merda, vou gozar...
Ela sabe o que faz. Eu gozo dentro da boca dela, disparo meu leite duas, três, quatro, sei lá quantas vezes. Ela não abre a boca pra nada. Recebe tudo lá dentro e continua chupando com força, pra tirar mais e mais de mim. Minha glande se mexe dentro da boca dela. Ela engole tudo.
Deitados sem nada pra fazer. Eu acaricio e acaricio a barriga deliciosa dela, macia, sem fim. Ela treme e se sacode sob minhas carícias. Às vezes, ela ri.
A gente se olha por um tempão sem dizer nada, só sorrindo um pro outro.
– Tem uma coisa que eu adoraria fazer – falo por fim.
– É? E... o que é?
– Tenho vergonha de te pedir. Não quero... Não quero te forçar a nada.
– Mesmo se eu dissesse que não, você não teria motivo pra se preocupar, né?
– Bem... – penso.
Chego perto do ouvido dela e falo. É algo que a gente ainda não fez.
– Não quero que você sinta dor – digo.
– Bom, se doer, pra isso que tenho boca, pra te falar, não é?
Devagar, com um olhar que me enlouquece, ela tira a tanga de novo. Deita e levanta as pernas, segurando-as pelas coxas.
O cu dela tá fechado, eu molho bem, até tento ir dilatando um pouco com a língua. Ela me ajuda, chupando dois dedos. Ver aquela cena, ela lubrificando o próprio cu com a saliva dela, me faz sentir em outro mundo.
Enfio um dedo com cuidado pra não machucar. É a primeira vez. Quando o dedo cabe inteiro, mexo devagar. Fico me perguntando se ela sente tanto prazer quanto eu. Um dia vou ter coragem de pedir pra ela fazer o mesmo em mim.
A entrada parece bem dilatada.
Vou penetrando ela com suavidade. Nossa primeira vez. No começo, só cabe a glande. Ela pede com sinais pra eu parar. Pela expressão, parece que dói um pouco. Minha glande fica perfeitamente encaixada no cu dela, que se contrai e aperta. Ela aproveita os fluidos dela pra se lubrificar com os dedos. Continuo penetrando aos poucos. Com muita calma e ajuda, enfio tudo. Deixo lá dentro. Quero sentir bem dentro das entranhas quentes dela, levar essa lembrança até a próxima vez que a gente decidir fazer de novo.
Vou comendo ela devagar pelo cu, enquanto seguro os peitos dela. Não tô com pressa. Gozo quase sem me mexer pra não machucar ela. Fico bem parado enquanto jorro dentro dela, até não sair mais.
Ela sabe que me fez um favorzão… Nunca vou conseguir agradecer o suficiente.
Beijo os lábios dela com toda a doçura que eu tenho.
– Vero, você é a mina perfeita. – sussurro pra ela.
– Valeu!
3 comentários - Com a Vero!
Te acompaño!!