Voltei pro meu chalé depois de um dia duro de trabalho, larguei a bolsa no cabideiro, a casa tava silenciosa como sempre, meu marido só ia chegar daqui a umas horas. Fui pro meu quarto pra trocar de roupa e ficar mais confortável. Quando entrei no quarto, quase tive um troço: dois encapuzados pularam em cima de mim, me segurando com força, e um deles me ameaçou com uma faca de caça enorme.
O da faca levou o dedo à boca fazendo sinal de silêncio, enquanto o outro foi pro closet do quarto e começou a revistar. Eu tinha pego uns ladrões no flagra, ou melhor, eles tinham me pegado. Fiquei parada ali, colada na parede, apavorada.
Os dois estavam vestidos totalmente de preto, dos sapatos às luvas e às balaclavas. A única coisa que não era preta era aquela faca brilhante e intimidadora.
O que tava revistando, depois de separar um pouco a roupa do armário do closet, começou a checar as paredes internas. Quando se virou pro parceiro, deu de ombros, indicando que não tinha achado nada.
O que tava do meu lado aproximou ainda mais a faca da minha garganta e falou com voz forte e ameaçadora:
— Cadê o cofre? É melhor me dizer, senão...
E eu senti o fio frio da faca na minha bochecha.
— Gaguejando, consegui dizer:
— A gente não tem cofre, não guardamos nada de valor em casa.
Aí ele respondeu:
— Olha aqui, sua puta nojenta, a gente sabe com certeza que tem um cofre aqui, e até sabemos que a combinação começa com o mesmo número do endereço da casa. Com o nove, o que você me diz, hein? Agora fala a verdade ou eu corto teu pescoço aqui mesmo.
— É que... é que... — repeti umas quantas vezes sem conseguir terminar a frase.
— QUÊ? — ele gritou pra mim.
Finalmente, me atrevi a completar:
— Aqui é o seis.
Os dois ladrões se olharam incrédulos. Tinham entrado na casa errada. Ele afastou a faca de mim. Bochecha e coçou a cabeça com ela, como se estivesse tentando pensar ou aceitar o erro.
O outro ladrão se virou de novo pro armário e, no desespero, dessa vez em vez de procurar nas paredes, foi pela parte de baixo, afastando vários cobertores, e disse:
— Pera aí, tem um baú aqui.
Eu logo completei:
— Ali não tem nada de valor, juro.
O ladrão que estava do meu lado me ameaçou de novo com a faca e eu não falei mais nada.
Finalmente ele abriu o baú.
Lá estavam expostos todos os brinquedos e acessórios que eu e meu marido usamos nas nossas brincadeiras sexuais:
Mordaça de bola, algemas, correntes e cadeados, consolos, vibradores, venda pra tampar a visão, coleira de couro, chicote, máscaras, etc.
— Olha só, olha só a menininha... pelo visto ela curte umas putaria — disse o da faca.
Eu fiquei vermelha e olhei pro chão, envergonhada.
O ladrão da faca, que parecia ser o chefe, se aproximou do baú, pegou o chicote e, dando batidinhas na própria mão com ele como se fosse um bastão de comando, falou:
— Beleza, já que não achamos o que viemos buscar e como não podemos sair daqui de mãos abanando, você vai ter que fazer algo por nós.
Ficou um silêncio longo.
E aí ele completou:
— Olha, você tem três opções:
1ª — a primeira, e bem ruim, é você dar problema e eu ter que cortar seu pescoço aqui mesmo.
2ª — é você ignorar a terceira e nos forçar a te estuprar e te foder.
3ª — sua melhor opção é você dar um boquete, mas um boquete bem bom, pra gente ficar satisfeito e não sair daqui sem nada.
O medo não me deixava falar nada, mal conseguia pensar.
— Por favor, eu não vi o rosto de vocês nem nada... se forem embora, não vou poder denunciar nem nada, por favor, vão embora.
De novo, o que parecia ser o chefe se jogou em cima de mim, me agarrando pelo pescoço. O olhar dele deixava claro que era bem capaz de me matar ali mesmo, sem nenhuma piedade, e ele simplesmente disse:
— Eu pedi um número?
— Eu não falei nada.
— EU MANDEI VOCÊ FALAR UM NÚMERO, SUA PUTA?
A mão dele apertou. Apertou meu pescoço com mais força e o brilho da faca passou na frente dos meus olhos.
Respondi como dava, porque a mão dele cortava minha respiração:
— Se eu disser um número, como vou saber que vão cumprir?
E ele completou:
— Você tem nossa palavra, não é? — e virou pro parceiro, que balançou a cabeça confirmando.
— Você tem dez segundos pra decidir, senão a gente escolhe. E acho que vamos ficar com a número um.
Oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois...
— A 3 — falei —, escolho a 3.
Ele soltou meu pescoço. — Muito bem, agora tira a roupa.
Eu hesitei.
— Tá duvidando? — ele disse, percebendo meu comportamento. — Você tomou sua decisão, agora cumpre sua parte, e a gente cumpre a nossa.
Fechei os olhos e comecei a desabotoar minha blusa. Dava pra sentir os olhos dele grudados em cada movimento meu. Desabotoei o último botão e tirei a blusa, deixando cair no chão, revelando um lindo sutiã de renda vermelha segurando meus peitos preciosos. Abri o zíper da saia e empurrei até cair no chão, deixando à mostra minha mini calcinha fio dental. Fui tirar as meias pretas, mas o ladrão chefe me parou.
— Não, não tira.
Lá estava eu, de pé, de olhos fechados, na frente daqueles dois filhos da puta.
— Que gostosa — disse o outro ladrão.
A verdade é que, assim de pé, semi-nua, com o sutiã vermelho, uma mini calcinha fio dental da mesma cor, as meias pretas e os sapatos combinando, salto alto e fino, com certeza eu tava sexy.
— Chega mais perto — disse o chefe.
Me aproximei.
— De joelhos.
Hesitei de novo, mas ele colocou a mão aberta na minha cabeça fazendo pressão pra eu descer. Aos poucos fui cedendo até ficar de joelhos.
— Tira esse sutiã.
Olhei pra cima, nos olhos dele, como quem implora.
— Vai, vamos, é a última coisa que você vai ter que tirar, eu prometo.
Levei as mãos nas costas, soltei o gancho do sutiã e, puxando pra frente, tirei pelos braços, deixando cair.
— Humm... Que lindo, adoro peitos grandes que desafiam a gravidade, assim durinhos e empinados com esses biquinhos rosados huummmm que delícia.
Ela desceu devagar o zíper da calça dele e, enfiando a mão, puxou o pau dele. Era maior que o normal e já estava quase completamente duro. Ele aproximou do meu rosto, eu segurei com a mão sentindo a dureza e comecei a masturbá-lo sem me decidir a meter aquele pau na minha boca, enquanto ele terminava de ficar totalmente ereto.
— Lembra, se fizer um boquete bem feito, a gente vai embora e te deixa em segurança e tranquila.
Essas palavras ecoaram na minha cabeça: EM SEGURANÇA e TRANQUILA.
Enfiei devagar o pau dele na minha boca, sem parar de masturbá-lo com a mão. Chupei cada vez mais rápido, passando meus lábios por todo o comprimento do pau dele. Depois tirei da boca e, segurando a cabecinha com a mão, fiquei passando a língua por todo o pau dele, de cima a baixo. Pelo barulho, percebi que o outro ladrão também tinha tirado o pau pra fora e estava se masturbando, assistindo ao boquete que eu tava fazendo no chefe dele.
Eu continuei focada no meu boquete, queria fazer bem feito pra eles sumirem da minha vida pra sempre. Então parei de lamber o pau dele e fui direto pra cabecinha, comecei a dar beijinhos, fazendo meus lábios roçarem o máximo possível na cabecinha dele. Isso deixa meu marido louco e, pelo visto, ele também, porque começou a gemer forte. Fui abrindo mais e mais a boca, enfiando o pau dele cada vez mais fundo até meu rosto encostar na barriga dele. O pau dele tava no fundo da minha garganta. Aí ele, com a mão livre — porque com a outra ainda segurava o chicote —, segurou minha cabeça e começou a foder minha boca, enquanto eu com a mão acariciava os testículos dele, apertando de leve. Logo eles incharam, sinal de que ele ia gozar, mas ele falou:
— Ainda não.
Tirou o pau da minha boca.
Um baita fio de saliva escorreu pelo canto dos meus lábios. Ele, com um movimento... Da cabeça, apontei pro parceiro dele, que já tinha colado em nós, esperando que eu fizesse o mesmo que fiz com o chefe.
Virei um pouco a cabeça na direção dele, queria também começar pegando na pica dele com a mão, porque, mesmo que agora não tivesse mais opção de dúvida (se é que em algum momento eu tive), pelo menos ganhava um respiro assim, mas não deu. Ele me segurou pela cabeça e enfiou com força o capaço dele na minha boca. Abri a boca o máximo que pude, mas aquele pau era enorme, não dava conta, tava me sufocando. Bati várias vezes com as mãos na barriga dele, e ele me soltou.
Tossi umas quantas vezes e levantei o olhar. Agora conseguia ver aquele pau. Meus olhos se arregalaram: era uma cock preta enorme, além de muito comprida, era grossa (sempre gostei de pica grande, inclusive entre nossos brinquedos sexuais tinha um consolador preto gigante), mas aquela cock era ainda maior, se não mais comprida, pelo menos mais grossa.
Parecia que ele queria atacar de novo, mas coloquei minha mão na barriga dele e parei. Com a outra mão, comecei a masturbar ele, passando a mão por todo o comprimento da cock enorme dele. De vez em quando, dava lambidas com a língua e umas mordidinhas, enquanto o chefe pegou minha mão da barriga do preto e levou até a pica dele pra eu masturbar ele também, ao mesmo tempo que eu continuava o boquete no parceiro dele.
Mas logo ele não se contentou só com minha mão e aproximou a pica dele da minha bochecha pra eu chupar de novo. Lá estava eu, de joelhos, quase nua, na frente daqueles dois sem-vergonha, fazendo meus melhores boquetes, trocando de cock branca pra cock preta, enfiando os capaços deles na minha boca sem parar de chupar e sugar, saboreando aquelas duas picas. Descansava um instante pra recuperar o fôlego, mas minhas mãos não paravam de masturbar eles em nenhum momento, desejando que gozassem e fossem embora.
Num dos instantes de descanso da minha boca, acariciava as picas deles. Lentamente, quando o chefe olhou primeiro pro colega dele e depois pra mim, dizendo:
— Que boquete gostoso, bufff, com essa gostosa que ela é, mal posso esperar pra gente comer ela.
Eu congelei, parei de masturbar eles e me afastei um pouco. Dava pra ver o olhar de tesão deles pelos buracos da balaclava, e eu sabia que não iam se contentar só com um boquete. Recuei e me levantei o mais rápido que pude.
Olhei pra porta e, mesmo eles me bloqueando, vi uma chance de passar e saí correndo feito louca. Até achei que tinha conseguido passar entre eles, mas naquele momento um deles me pegou pelo cabelo e puxou com força, tanto que me fez girar e cair de cara no chão. As palmas das minhas mãos e meus joelhos fizeram um barulhão ao bater no chão. Aí ele colocou os pés em cima das minhas mãos, sem esmagar, mas com pressão suficiente pra eu não me mexer, enquanto a mão que tinha me pegado pelo cabelo mantinha minha cara colada no chão.
O outro ficou atrás de mim, admirando minha bunda que tinha ficado totalmente exposta.
— Então você é uma menina má, hein? (era o chefe, reconheci a voz) — e com o chicote começou a açoitar minha bunda. Não tão forte a ponto de deixar roxo, mas o suficiente pra avermelhar tudo. Ficou um tempão me açoitando sem parar, me chamando de maldita foxy a cada duas chicotadas.
Quando parou, as lágrimas escorriam dos meus olhos.
Ele pegou a tanga com força e, num puxão, arrancou, dizendo:
— Isso pra fora.
Olhou minha racha.
— Hummm, nem um fio de pelo, do jeito que eu gosto, bem depiladinha.
Um segundo depois, já estava procurando com o pau o buraco da minha buceta e, assim que encontrou, de uma vez só enfiou o pau, me fazendo gritar de dor.
Ele, me ignorando completamente, começou a me foder com rapidez e força, sem parar. De vez em quando, me dava com o chicote na coxa, fazendo aquele barulho característico ecoar pelo quarto inteiro. Ele me comia cada vez mais forte. mas rápido, tanto que sentia a pélvis dele batendo na minha.
De repente ele parava e recomeçava, as investidas dele eram cada vez mais rápidas, mais intensas e mais selvagens, até que senti o pau dele endurecer dentro de mim. Então ele tirou o cock, bateu várias vezes com ele na minha bunda e colocou na rachinha do meu cu pra continuar se mexendo, como se tivesse me fodendo, até que finalmente, entre gritos de prazer, ele gozou. Senti os jatos quentes de sêmen dele espirrando nas minhas costas e na bunda, e depois, com a mão, ele esfregou todo o sêmen dele nas minhas costas e na bunda, dizendo:
— Creme pra pele (soltando uma gargalhada sonora).
Enquanto eu continuava naquela posição, presa pelo negro, ouvi o chefe pegar várias coisas do baú, entre elas as correntes. Me levantaram e me jogaram na cama. Eu lutei, dando chutes, tentando cravar os saltos neles, dando tapas, mas os dois conseguiram me segurar. Me amarraram com as tiras das correntes nos pés e nas mãos, e depois prenderam nas argolas que já estavam de propósito na cama, me deixando imobilizada em cruz, bem aberta de pernas e braços.
Colocaram a mordaça de bola (a minha tem uma esponja colada atrás da bola pra deixar molhada e poder chupar pra umedecer os lábios quando meu marido me deixa assim por muito tempo, mas claro, eles não tiveram esse cuidado). Em seguida, colocaram a venda pra me impedir de ver, e então se desp iram completamente.
O chefe chegou perto do meu ouvido e disse:
— Agora vou comer sua buceta, foxy.
Eu lutei, puxando as correntes, mas já sabia que era inútil, não podia fazer nada contra aquelas amarras.
Ouvi eles remexerem no baú de novo e, um pouco depois, o chefe se posicionou entre minhas pernas e disse:
— Como já te falei, vou comer sua buceta, e com certeza esse saco vai ser muito útil, seu pedaço de puta.
Ele se colocou entre minhas pernas e começou a comer minha buceta, passando a língua rapidamente. chupando meu clitóris, eu comecei a chorar de novo, ele lambia toda a minha bucetinha, apesar do meu choro, minha xota reagiu e ficou molhada, os dedos dele agora entravam na minha buceta molhada, ele ficou um tempão assim, aproveitando o gosto da minha xota e os dedos dele me fodendo do jeito que queria.
Ele parou e eu ouvi o barulho do zíper da bolsa onde guardo meus consolos e vibradores abrindo.
Ele devia estar fazendo tudo no tato, porque voltou a chupar minha buceta, com a mão remexeu a bolsa até pegar um deles, tirou os dedos da outra mão da minha buceta e na hora enfiou alguma coisa dentro de mim (quando senti, soube que era um consolo).
Entrava e saía de dentro de mim, uma vez e outra, eu tentava evitar o inevitável, minha xota começou a esquentar e a ficar muito molhada.
A língua dele continuava lambendo meu clitóris, os dedos brincavam com a entrada do meu cu, primeiro um dedo pressionou meu esfíncter, que reagiu abrindo e deixando aquele dedo entrar (eu dilato muito bem analmente), ele percebeu na hora e enfiou um segundo dedo.
Depois de me foder um pouco com os dedos no cu, ele tirou eles, e também tirou o consolo, mas a língua dele continuava arrasando meu clitóris.
Eu me resistia o máximo que podia, mas meu corpo respondia instintivamente, então ele pressionou meu cu com a cabeça do consolo até conseguir enfiar, foi forçando aos poucos até entrar por completo e começou a meter e tirar bem rápido, meus peitos ficaram duríssimos, eu tentava respirar fundo pra me controlar, mas não conseguia, eram sensações demais.
Aí o negão se colocou por cima de mim, botando o pau dele entre meus peitos, com a mão puxando e beliscando meus mamilos, me apalpando à vontade, e depois apertou meus peitos contra o pau dele, colocou no meio e começou a foder eles, fazendo uma siririca nele mesmo, era um pau enorme, a cada estocada batia no meu queixo.
Eu tentei... Resistir é inútil, o chefe enfia ainda mais a cara na minha buceta, o consolo não para de foder meu cu e minha boceta alternadamente, meu corpo treme, a pica do preto explode entre meus peitos e o esperma espirra no meu pescoço e rosto, meu corpo treme de novo, mas dessa vez mais forte, e entre espasmos de prazer eu gozo.
Depois desse orgasmo, o chefe tirou o consolo do meu cu, que era onde tinha ficado no momento da minha gozada, lambeu os restos de fluido da minha rachinha e se afastou de mim.
Envergonhada e puta da vida, eu chorava, as lágrimas presas pela minha venda.
Eles pareceram ter pena, mas só tinham parado pra recuperar o fôlego. Depois de uns minutos, o preto falou:
— Agora é minha vez de comer.
Minhas esperanças de que fossem embora desapareceram.
A língua dele foi direto pro meu botãozinho, era muito experiente, fazia círculos e passeava por toda a minha buceta, sensações incríveis percorriam todo o meu ser, minha buceta estava encharcada, a língua dele fazia o que queria com os lábios da minha boceta. Aí, igual o chefe tinha feito antes, eu ouvi ele remexer na bolsa, sem parar de me lamber.
Finalmente pegou alguma coisa, pelos puxões que ele deu, custou um pouco a tirar da bolsa. Eu já sabia de qual consolo se tratava, não tinha dúvida nenhuma.
Ele levou até a entrada da minha buceta e foi quando viu, bem na hora de enfiar, surpreso, disse:
— Um consolo grande e preto.
Aí, em vez de usar o consolo, ele deixou de novo na bolsa e se colocou por cima de mim. Senti a ponta da pica dele na abertura da minha boceta, ele colou o corpo no meu, senti a respiração dele no meu rosto e começou a me dar beijinhos nas bochechas, nos mamilos, as mãos dele acariciavam meu corpo enquanto a pica enorme dele ia entrando cada vez mais fundo.
As mãos dele continuavam me acariciando, dos joelhos até os ombros, suave e devagar, até que a pica enorme dele entrou completamente dentro de mim. Aí, de novo e ainda mais... surpreso:
- Toda, você aguentou tudo.
Ele começou a me foder devagar, tirando e colocando o pau dele, ao mesmo tempo que mordiscava meu pescoço, os lóbulos das orelhas, acariciava meu rosto, peitos...
Eu estava ali parada, incrédula, aquele cara não estava me estuprando, estava me fazendo amor.
Minha buceta escorria, todo meu corpo se tensionava de prazer, e ele, percebendo que eu reagia à fodida dele, agarrou minha bunda com as mãos e continuou me fodendo devagar, apertando minha bunda com aquelas mãos grandes.
Assim ele continuou me fodendo, nossos corpos se roçavam a cada penetração, a sensação daquele pau enorme entrando e saindo de dentro de mim estava me enlouquecendo, minha mente resistia, mas meu corpo cedia ao prazer, o som dos gemidos dele aumentava a cada momento, eu sentia um novo orgasmo se aproximando, me sentia penetrada até o fundo de mim, e ele me dava cada vez com mais força.
O pau dele ficou duro quase no limite, e então eu explodi num novo orgasmo que foi impossível de segurar, assim que ele sentiu minha gozada no pau dele, não conseguiu se conter e gozou dentro de mim, soltando jatos quentes de porra entre gemidos fortes de prazer.
A calma voltou por alguns minutos.
Até que eles se aproximaram de novo de mim, soltaram os fechos das correntes das minhas pernas, aproveitei de novo para tentar dar uns chutes neles, mesmo que às cegas, tentando lutar contra eles, de repente pude ouvir perto de mim a voz do ladrão preto me dizendo:
- Há um segundo você não lutava tanto, putinha.
E me deu um tapa na cara.
Percebi que de certa forma eu tinha deixado ele me foder.
Que humilhada eu me sentia.
Chorei de novo.
Um deles se colocou colado em mim, quando senti o pau dele ao lado da minha coxa, soube que era o chefe, esfregou o pau dele um pouco na minha meia, sentindo o toque, e depois passou as pernas dele por baixo das minhas, ao mesmo tempo que o companheiro dele imobilizou minhas pernas de novo.
Em seguida, soltou os fechos que me... seguravam meus braços (era como se eu não percebesse nada, só conseguia chorar)
Segurando-os com força, ele me puxou na direção dos meus pés, fazendo com que eu ficasse sentada na cama. Quando ele me soltou para eu deitar de novo, o chefe tinha se posicionado de um jeito que ficava debaixo de mim.
Como se aquilo me trouxesse de volta à realidade, parei de chorar e tentei gritar com todas as minhas forças, mas era inútil por causa da mordaça. Queria arranhar o negro que ia imobilizar meus braços de novo, mas o chefe, debaixo de mim, os segurava com força. Ouvi os cliques dos fechos e fiquei totalmente imobilizada de novo.
O chefe disse pro subordinado: cospe algumas vezes na minha piroca. Umas cuspidas ecoaram no quarto e grandes gotas de saliva caíram na piroca dele.
O chefe falou de novo:
.- Vai, enfia.
E enfiou a piroca no meu cu (por sorte já estava aberto por causa do vibrador).
Ele não conseguia se mexer muito, mas mesmo assim me comia num ritmo bom. Enfiava até o fundo sem piedade, as mãos dele apertavam com força meus peitos e puxavam meus bicos enquanto o negro enfiava os dedos na minha buceta: primeiro um, depois dois, três dedos e, por último, um quarto dedo. Minha buceta ficou toda molhada, escorrendo fluidos, encharcando a mão do negro e molhando a piroca do chefe, que não parava de me comer o cu. Então o negro disse:
.- Já é hora.
Meu corpo tremeu pra receber o que eu já sabia que ia acontecer. A piroca do negro enfiou de uma vez na minha buceta e me comeu com toda a força. Com tanta investida, o chefe parou de se mexer, mas eu ainda sentia a piroca dele no fundo do meu cu.
O barulho intenso das respirações deles enchia tudo, assim como o som das bolas deles batendo em mim. De vez em quando, o negro parava pra pegar ar, ofegante, e aí era o chefe quem se mexia, continuando a foda, mas pelo meu cu. Assim, uma vez e outra, até que eu perdi Contando o ritmo que eles tavam metendo, meu corpo suava por todo lado, tanto por causa de tanta foda, quanto pelos movimentos e o calor dos corpos colados.
Eu resistia ao prazer que tavam me dando, mas era impossível, não conseguia me segurar e comecei a ter convulsões, sentindo aqueles dois paus, já não aguentava mais, ia gozar.
Eles perceberam e pararam de repente.
Minha cintura reagiu, se mexendo pra cima e pra baixo, buscando aquele prazer da dupla penetração, querendo enfiar aqueles paus, era como se eu não controlasse meu corpo, minha cintura parecia ter vida própria.
Eles continuavam parados, mas aquela minha reação parecia excitar eles pra caralho, os dois paus ficaram duríssimos, isso fez eu sentir eles ainda mais, então minhas convulsões aumentaram, meu corpo todo se tensionava por segundos, indicando que um orgasmo forte, pra não dizer bestial, tava prestes a chegar, eu gozava e nada mais podia evitar.
Naquele momento, o chefe que tava debaixo de mim soltou minha mordaça e, no instante que a bola saiu da minha boca, os paus deles começaram a cuspir o leite dentro da minha buceta e do meu cu, ao mesmo tempo que eu me afundava num orgasmo profundo, me mexendo igual uma puta no cio e gritando:
.— ¡¡¡ Tô gozando, sim, tô gozando, filhos da puta, ai Deus, oooooohhhhhhhhh !!!!!
Depois disso, ele colocou a bola de novo na minha boca, o preto caiu em cima de mim, ofegante, e eu ouvia o chefe ofegando perto do meu ouvido, eu também respirava cansada.
E assim, grudados, notei que eles, com uns pequenos espasmos e enfiando até o fundo os paus, soltavam as últimas gotas de sêmen nos meus buracos.
Depois de uma pausa, o preto se levantou e soltou minhas correntes, igual tinha feito antes pra que o chefe pudesse sair de debaixo de mim, já não lutei, tava exausta.
Aí me acorrentaram de novo e tudo mergulhou num silêncio profundo, pensei até que finalmente tinham ido embora, mas depois de um tempo, ouvi eles mexendo nas coisas dentro do baú. Então as mãos dele começaram a acariciar meu corpo de novo, de cima a baixo, até acariciando meus sapatos, minhas meias, passando a mão em todo o meu ser.
Eu já nem me importava mais, estava exausta, tanto física quanto mentalmente.
Foi quando ouvi o barulho de um isqueiro acendendo, e uns segundos depois as primeiras gotas de cera caíram no meu umbigo, de uma altura certa pra não estarem nem quentes demais nem frias demais (eu tô acostumada, aliás adoro esse jogo com meu marido). As gotas subiram até irem caindo nos meus peitos e bicos, que ficaram duros como pedra, e depois desceram pra cair nas minhas coxas e na minha bucetinha.
Eu esperava cada gota nervosa, pelo prazer-dor que aquele gotejo me dava, até que chegou o primeiro chicotada na minha barriguinha lisa.
Depois vinha uma gotinha de cera e em seguida um chicote suave no mesmo lugar, as sensações eram muitas de novo, mas agora, depois de vários orgasmos, eu conseguia me controlar (era o que eu tava pensando quando ouvi um sopro e o cheiro de vela apagada).
As tiras do chicote se apoiaram de leve na minha pele e começaram a arrastar devagar dos pés até a cabeça, pra eu sentir o toque do couro deslizando no meu corpo. Elas se demoravam nas áreas dos meus peitos, na parte de dentro das minhas coxas e na minha bucetinha, esse toque me excita muito, minha bucetinha agradecida ficou molhada de novo.
Naquela hora o chefe disse:
.– Já tá pronta
Senti o frio das pinças de metal num dos meus bicos, tentei me mexer de lado pra impedir que colocassem, mas não adiantou nada a luta, a primeira pinça já apertava um dos meus bicos e logo depois a segunda pinça tava no lugar.
Meus bicos estavam duros como pedra por causa da cera e das carícias do couro do chicote, e agora as pinças apertavam eles, deixando com uma aparência ainda mais imponente.
Um deles deu um puxãozinho na corrente que liga as Pinças pra ver se tavam bem presas, meus bicos ficaram bem apertados e esticados pra cima.
Depois que confirmaram que tava tudo bem seguro, deram outro puxão mais forte que esticou ainda mais meus bicos, e mais um.
De novo, outro puxão na mesma intensidade que o anterior, só que dessa vez, ao mesmo tempo, me deram um tapinha suave com a palma dos dedos na minha bucetinha. Se não tivesse com a mordaça, teriam ouvido que aquilo me arrancou um gemido.
Ritmicamente, começaram a puxar a corrente e dar tapinhas no meu clitóris, às vezes com a mão, outras com a ponta do chicote, que de vez em quando também batia nos meus peitos. Minha buceta ficou toda molhada.
Ouvi o barulho do chicote caindo no chão, e a mão de um deles começou a esfregar meu clitóris enquanto continuavam dando puxõezinhos nos meus bicos. Em seguida, dois dedos separaram as paredes dos meus lábios vaginais e se enfiaram até o fundo na minha buceta.
Eu não sabia se os dedos eram do mesmo que tava esfregando meu clitóris ou do outro, tava completamente perdida, mas sem dúvida, mesmo que não quisesse, eles me faziam gozar pra caralho.
As mãos e os dedos que me tocavam e penetravam iam se alternando. O buraco do meu cu também começou a ser penetrado pelos dedos deles. Tavam me fodendo ao mesmo tempo o cu e a buceta com os dedos, enquanto uma das mãos puxava a corrente e a outra continuava esfregando meu clitóris sem parar.
Finalmente, pareceram dar uma pausa que durou pouco. Agora se revezavam: davam puxõezinhos nas pinças e me masturbavam acariciando meu clitóris, primeiro um, depois o outro.
Os dois mostraram ser muito habilidosos. Meu corpo se contorcia de prazer. Aí um deles enfiou de novo os dedos na minha buceta. Eu já tava muito excitada, e minha buceta mais ainda, então reagiu inundando aqueles dedos com meus fluidos, indicando que um novo orgasmo tava perto. Ele tirou os dedos e os levou... Lambendo e dando chupões.
Os dois se deitaram ao meu lado, um de cada lado, colando os corpos no meu. Agora cada um puxava um pedaço da corrente, cuidando de um mamilo.
Apertavam e soltavam meus peitos, meu clitóris era masturbado pelas mãos deles, se revezando um tempo um, outro tempo o outro. Os dois soltaram ao mesmo tempo as pinças dos meus mamilos, jogando-as longe da cama.
Suas línguas entraram em ação e começaram a lamber meus mamilos, que estavam bem duros e sensíveis. Apertavam meus peitos com as mãos e chupavam meus mamilos, cada um no seu.
Meus espasmos voltavam a percorrer meu corpo inteiro, eu estava morrendo de prazer. O que acariciava meu clitóris acelerou o ritmo, e o outro também colocou a mão entre minhas pernas, por cima da mão do parceiro. Assim, os dois colados em mim, me masturbando ao mesmo tempo e lambendo cada um um dos meus peitos, arqueei o corpo, virei a cabeça de um lado para o outro várias vezes e comecei a me contorcer, tendo um orgasmo forte.
Mas eles não paravam, continuavam me lambendo, me tocando e me masturbando. Outro orgasmo me sacudiu, ficando cada vez mais intenso. Molhei completamente as mãos deles com meus fluidos.
Finalmente pararam, se levantaram, e houve outro longo silêncio. Achei que estavam se masturbando, mas não tinha certeza.
Depois começaram a falar coisas sobre meu corpo:
— Olha que pedaço de peitos, que buceta tão bonita assim depiladinha.
— E ainda por cima suculenta — completou o outro.
— Sem dúvida, e quentinha também.
— Muito, siiiim, e olha a foxy toda cachorra.
Se aproximaram de mim e com as picas me davam tapinhas pelo corpo todo: no rosto, peitos, coxas, barriga, etc.
— Olha a cara de puta que ela tem, assim com os sapatos de salto e as meias, pelada pra gente.
— É, toda aberta com a buceta ainda molhada das gozadas, que puta gostosa, sim.
E depois de uns gemidos de prazer, jorros de sêmen. começaram a escorrer pela minha barriga e peitos, era incrível depois de terem gozado várias vezes ainda conseguiam soltar uma quantidade enorme de porra, parecia que nunca iam parar, finalmente o sêmen deles parou de cair em cima de mim, limparam os restos de porra dos paus deles esfregando contra meus peitos.
Foram embora e eu ouvi eles se lavando no banheiro, voltaram pro quarto, se vestiram e começaram a guardar tudo, um deles deixou algo em cima da cama e o resto guardou de novo no baú.
Senti de novo o frio da faca na minha bochecha.
Era o chefe:
.- Agora vou tirar sua mordaça e você vai se comportar, não vai gritar nem quero ver você se mexer nem um pouco, não vai me obrigar a enfiar a faca em você agora que já somos íntimos.
Pensei que iam me soltar, só conseguia pensar em um bom banho.
Mas não, a única coisa que ele fez foi tirar minha mordaça, e com a esponjinha da parte de trás recolheu todo o sêmen que tinham espalhado pelo meu corpo, depois apertou a ponta da faca contra minha bochecha e colocou a mordaça de volta.
Minha língua instintivamente roçou levemente a esponja da bola, um gosto forte de porra encheu minha boca, tirei a língua na hora, não ia ficar saboreando a porra deles também.
.- Bom, gatinha, a gente vai nessa - disse o chefe-
Ah, quase esqueci, isso é pra você, pegou o que tinha deixado em cima da cama e ligou, o barulho deixava claro que era um dos meus vibradores e enfiou ele até o fundo na minha buceta.
E com um -valeu, gostosa- que os dois disseram ao mesmo tempo.
Foram embora.
Não fiquei tranquila, não confiava que eles tinham realmente ido embora, tinha medo que ainda estivessem ali, mas o tempo passava e tudo estava em silêncio, exceto pelo barulho do meu vibrador, que continuava fazendo o trabalho dele. Quando percebi que eles realmente tinham ido embora, meu corpo finalmente conseguiu relaxar.
Mas claro, isso fez com que as vibrações e a sensação daquele brinquedo na minha buceta dessem resultado e eu Mói de novo.
Um Blam! Me indicou que a porta da entrada tinha fechado. Agucei o ouvido, umas chaves caíram no aparador da entrada, sem dúvida eram as do meu marido. Louca de alegria, me senti salva.
Mas conforme ouvia o barulho dos passos dele se aproximando do quarto, o medo tomou conta de mim. Como ele reagiria quando eu contasse o que tinha acontecido? Bom, melhor dizendo, quando eu dissesse que fui estuprada, embora claro, assim toda molhada era realmente humilhante.
Quando ele entrou no quarto, minha garganta secou e minhas mãos suavam, o som do vibrador era a única coisa que se ouvia.
— Como eu adoro, amor, quando você prepara essas coisas pra mim. Ufff, mas dessa vez você se superou.
Ele se aproximou de mim, tentei fazer ele entender que me soltasse, que não era uma brincadeira nossa.
Ao que ele respondeu:
— Não, não, não pense que vou te soltar tão cedo.
Ele sentou na cama, com a mão pegou o vibrador e fez ele me foder, enfiando e tirando devagar, depois tirou completamente, colocou a vibração no máximo e apoiou no meu clitóris.
— Desculpa, amor, mas não aguento mais, chega de jogos.
E jogou o vibrador, que quicou várias vezes no chão.
— Vou te foder agora.
(Suspiro internamente, porque se ele tivesse comido minha buceta, teria percebido que tinha gosto de pau e porra. Não queria que ele descobrisse desse jeito, queria poder explicar.)
Ele abaixou as calças e diretamente se colocou entre minhas pernas, o pau dele já duro se cravou na minha buceta, entrou com toda facilidade.
— Nossa, como você tá molhada, disse.
— Como você me deixa tesudo, você tá linda.
Me beijou na testa e se dedicou completamente a me foder.
A força e a velocidade com que ele me fodiam aumentavam,
cada vez ele metia mais forte, as bolas dele batiam em mim e meus peitos balançavam pra cima e pra baixo, de vez em quando eu sentia a roupa dele roçar nos meus mamilos, que ainda estavam muito sensíveis depois de todo o tratamento que tinham recebido.
Esses roços me deixavam muito Cachonda, esqueci tudo que tinha acontecido e me concentrei em aproveitar a foda do meu marido.
Agora ele não só me comia, me empurrava com muita força, um chof chof contínuo mostrava que minha buceta era uma pura inundação de uma mistura de fluidos, meu marido me comia como se estivesse fora de si, mudou o ritmo e começou a me comer devagar, tirando o pau do meu corpo e atacando ele de forma rápida e violenta, enfiando de uma só vez uma e outra vez, até que foi acelerando e o ritmo voltou a ficar mais contínuo.
Entre gemidos quase sem fôlego, ele me disse:
.- Porra, amor, que buceta mais quente, você queima meu pau.
.- Quente? Sua buceta parece um forno.
.- Nunca te senti tão cachorra e quente, bufff como você me deixa.
Isso me fez voltar à realidade e lembrar quem tinha ligado aquele forno, fiquei envergonhada, mas disse a mim mesma que não ia pensar neles de novo, além disso, quis me convencer de que não tinha aproveitado quase nada e que agora só devia curtir, já que por sorte meu marido não tinha percebido nada.
Sentia o pau dele ficando cada vez mais duro, assim como minha buceta continuava se molhando mais e mais, ele diminuiu o ritmo de novo, me dando fortes estocadas, enfiando o pau até o fundo e tirando devagar, ficou duro como pedra, me molhando ainda mais, se é que era possível.
Ele me penetrava o mais fundo que podia, eu comecei a mexer a cintura no ritmo dele, até que de repente ele começou a gritar de prazer, ia gozar.
.- Sim, sim (pensei) me dá assim, amor, me dá toda sua porra, eu gosto, oh siiiim, que gostoso sabor de porra, adoro.
.- Gostoso sabor de porra? – como eu tinha pensado nisso?-
Naquele instante, o pau do meu marido soltou todo o sêmen dentro da minha buceta, eu me contorci de tesão e tive outro orgasmo, continuei me mexendo, me contorcendo de prazer, sentindo o sêmen do meu marido dentro da minha buceta e o forte sabor de porra daqueles. Dois caras na minha boca, eu tinha gozado chupando e sugando completamente a esponja da bola que continha todo o sêmen dos meus visitantes anteriores.
Que porra gostosa.
Meu marido me desamarrou, tirei a venda e a bola, evitei olhar pra ele e fui rapidamente pro banheiro, ele deitado na cama me disse:
— Adoro quando você prepara essas brincadeiras pra mim, amor.
Mas hoje você se superou, gostei muito, você tava com a buceta tão quente, e você, curtiu?
Minha língua passou pelos meus dentes sentindo ainda o gosto do sêmen dos ladrões e respondi:
— Nossa, amor, curti pra caralho, eu gostei ainda mais do que você, pode ter certeza.
E abri o chuveiro.
Este conto é da autora Isa do todorelatos.
O da faca levou o dedo à boca fazendo sinal de silêncio, enquanto o outro foi pro closet do quarto e começou a revistar. Eu tinha pego uns ladrões no flagra, ou melhor, eles tinham me pegado. Fiquei parada ali, colada na parede, apavorada.
Os dois estavam vestidos totalmente de preto, dos sapatos às luvas e às balaclavas. A única coisa que não era preta era aquela faca brilhante e intimidadora.
O que tava revistando, depois de separar um pouco a roupa do armário do closet, começou a checar as paredes internas. Quando se virou pro parceiro, deu de ombros, indicando que não tinha achado nada.
O que tava do meu lado aproximou ainda mais a faca da minha garganta e falou com voz forte e ameaçadora:
— Cadê o cofre? É melhor me dizer, senão...
E eu senti o fio frio da faca na minha bochecha.
— Gaguejando, consegui dizer:
— A gente não tem cofre, não guardamos nada de valor em casa.
Aí ele respondeu:
— Olha aqui, sua puta nojenta, a gente sabe com certeza que tem um cofre aqui, e até sabemos que a combinação começa com o mesmo número do endereço da casa. Com o nove, o que você me diz, hein? Agora fala a verdade ou eu corto teu pescoço aqui mesmo.
— É que... é que... — repeti umas quantas vezes sem conseguir terminar a frase.
— QUÊ? — ele gritou pra mim.
Finalmente, me atrevi a completar:
— Aqui é o seis.
Os dois ladrões se olharam incrédulos. Tinham entrado na casa errada. Ele afastou a faca de mim. Bochecha e coçou a cabeça com ela, como se estivesse tentando pensar ou aceitar o erro.
O outro ladrão se virou de novo pro armário e, no desespero, dessa vez em vez de procurar nas paredes, foi pela parte de baixo, afastando vários cobertores, e disse:
— Pera aí, tem um baú aqui.
Eu logo completei:
— Ali não tem nada de valor, juro.
O ladrão que estava do meu lado me ameaçou de novo com a faca e eu não falei mais nada.
Finalmente ele abriu o baú.
Lá estavam expostos todos os brinquedos e acessórios que eu e meu marido usamos nas nossas brincadeiras sexuais:
Mordaça de bola, algemas, correntes e cadeados, consolos, vibradores, venda pra tampar a visão, coleira de couro, chicote, máscaras, etc.
— Olha só, olha só a menininha... pelo visto ela curte umas putaria — disse o da faca.
Eu fiquei vermelha e olhei pro chão, envergonhada.
O ladrão da faca, que parecia ser o chefe, se aproximou do baú, pegou o chicote e, dando batidinhas na própria mão com ele como se fosse um bastão de comando, falou:
— Beleza, já que não achamos o que viemos buscar e como não podemos sair daqui de mãos abanando, você vai ter que fazer algo por nós.
Ficou um silêncio longo.
E aí ele completou:
— Olha, você tem três opções:
1ª — a primeira, e bem ruim, é você dar problema e eu ter que cortar seu pescoço aqui mesmo.
2ª — é você ignorar a terceira e nos forçar a te estuprar e te foder.
3ª — sua melhor opção é você dar um boquete, mas um boquete bem bom, pra gente ficar satisfeito e não sair daqui sem nada.
O medo não me deixava falar nada, mal conseguia pensar.
— Por favor, eu não vi o rosto de vocês nem nada... se forem embora, não vou poder denunciar nem nada, por favor, vão embora.
De novo, o que parecia ser o chefe se jogou em cima de mim, me agarrando pelo pescoço. O olhar dele deixava claro que era bem capaz de me matar ali mesmo, sem nenhuma piedade, e ele simplesmente disse:
— Eu pedi um número?
— Eu não falei nada.
— EU MANDEI VOCÊ FALAR UM NÚMERO, SUA PUTA?
A mão dele apertou. Apertou meu pescoço com mais força e o brilho da faca passou na frente dos meus olhos.
Respondi como dava, porque a mão dele cortava minha respiração:
— Se eu disser um número, como vou saber que vão cumprir?
E ele completou:
— Você tem nossa palavra, não é? — e virou pro parceiro, que balançou a cabeça confirmando.
— Você tem dez segundos pra decidir, senão a gente escolhe. E acho que vamos ficar com a número um.
Oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois...
— A 3 — falei —, escolho a 3.
Ele soltou meu pescoço. — Muito bem, agora tira a roupa.
Eu hesitei.
— Tá duvidando? — ele disse, percebendo meu comportamento. — Você tomou sua decisão, agora cumpre sua parte, e a gente cumpre a nossa.
Fechei os olhos e comecei a desabotoar minha blusa. Dava pra sentir os olhos dele grudados em cada movimento meu. Desabotoei o último botão e tirei a blusa, deixando cair no chão, revelando um lindo sutiã de renda vermelha segurando meus peitos preciosos. Abri o zíper da saia e empurrei até cair no chão, deixando à mostra minha mini calcinha fio dental. Fui tirar as meias pretas, mas o ladrão chefe me parou.
— Não, não tira.
Lá estava eu, de pé, de olhos fechados, na frente daqueles dois filhos da puta.
— Que gostosa — disse o outro ladrão.
A verdade é que, assim de pé, semi-nua, com o sutiã vermelho, uma mini calcinha fio dental da mesma cor, as meias pretas e os sapatos combinando, salto alto e fino, com certeza eu tava sexy.
— Chega mais perto — disse o chefe.
Me aproximei.
— De joelhos.
Hesitei de novo, mas ele colocou a mão aberta na minha cabeça fazendo pressão pra eu descer. Aos poucos fui cedendo até ficar de joelhos.
— Tira esse sutiã.
Olhei pra cima, nos olhos dele, como quem implora.
— Vai, vamos, é a última coisa que você vai ter que tirar, eu prometo.
Levei as mãos nas costas, soltei o gancho do sutiã e, puxando pra frente, tirei pelos braços, deixando cair.
— Humm... Que lindo, adoro peitos grandes que desafiam a gravidade, assim durinhos e empinados com esses biquinhos rosados huummmm que delícia.
Ela desceu devagar o zíper da calça dele e, enfiando a mão, puxou o pau dele. Era maior que o normal e já estava quase completamente duro. Ele aproximou do meu rosto, eu segurei com a mão sentindo a dureza e comecei a masturbá-lo sem me decidir a meter aquele pau na minha boca, enquanto ele terminava de ficar totalmente ereto.
— Lembra, se fizer um boquete bem feito, a gente vai embora e te deixa em segurança e tranquila.
Essas palavras ecoaram na minha cabeça: EM SEGURANÇA e TRANQUILA.
Enfiei devagar o pau dele na minha boca, sem parar de masturbá-lo com a mão. Chupei cada vez mais rápido, passando meus lábios por todo o comprimento do pau dele. Depois tirei da boca e, segurando a cabecinha com a mão, fiquei passando a língua por todo o pau dele, de cima a baixo. Pelo barulho, percebi que o outro ladrão também tinha tirado o pau pra fora e estava se masturbando, assistindo ao boquete que eu tava fazendo no chefe dele.
Eu continuei focada no meu boquete, queria fazer bem feito pra eles sumirem da minha vida pra sempre. Então parei de lamber o pau dele e fui direto pra cabecinha, comecei a dar beijinhos, fazendo meus lábios roçarem o máximo possível na cabecinha dele. Isso deixa meu marido louco e, pelo visto, ele também, porque começou a gemer forte. Fui abrindo mais e mais a boca, enfiando o pau dele cada vez mais fundo até meu rosto encostar na barriga dele. O pau dele tava no fundo da minha garganta. Aí ele, com a mão livre — porque com a outra ainda segurava o chicote —, segurou minha cabeça e começou a foder minha boca, enquanto eu com a mão acariciava os testículos dele, apertando de leve. Logo eles incharam, sinal de que ele ia gozar, mas ele falou:
— Ainda não.
Tirou o pau da minha boca.
Um baita fio de saliva escorreu pelo canto dos meus lábios. Ele, com um movimento... Da cabeça, apontei pro parceiro dele, que já tinha colado em nós, esperando que eu fizesse o mesmo que fiz com o chefe.
Virei um pouco a cabeça na direção dele, queria também começar pegando na pica dele com a mão, porque, mesmo que agora não tivesse mais opção de dúvida (se é que em algum momento eu tive), pelo menos ganhava um respiro assim, mas não deu. Ele me segurou pela cabeça e enfiou com força o capaço dele na minha boca. Abri a boca o máximo que pude, mas aquele pau era enorme, não dava conta, tava me sufocando. Bati várias vezes com as mãos na barriga dele, e ele me soltou.
Tossi umas quantas vezes e levantei o olhar. Agora conseguia ver aquele pau. Meus olhos se arregalaram: era uma cock preta enorme, além de muito comprida, era grossa (sempre gostei de pica grande, inclusive entre nossos brinquedos sexuais tinha um consolador preto gigante), mas aquela cock era ainda maior, se não mais comprida, pelo menos mais grossa.
Parecia que ele queria atacar de novo, mas coloquei minha mão na barriga dele e parei. Com a outra mão, comecei a masturbar ele, passando a mão por todo o comprimento da cock enorme dele. De vez em quando, dava lambidas com a língua e umas mordidinhas, enquanto o chefe pegou minha mão da barriga do preto e levou até a pica dele pra eu masturbar ele também, ao mesmo tempo que eu continuava o boquete no parceiro dele.
Mas logo ele não se contentou só com minha mão e aproximou a pica dele da minha bochecha pra eu chupar de novo. Lá estava eu, de joelhos, quase nua, na frente daqueles dois sem-vergonha, fazendo meus melhores boquetes, trocando de cock branca pra cock preta, enfiando os capaços deles na minha boca sem parar de chupar e sugar, saboreando aquelas duas picas. Descansava um instante pra recuperar o fôlego, mas minhas mãos não paravam de masturbar eles em nenhum momento, desejando que gozassem e fossem embora.
Num dos instantes de descanso da minha boca, acariciava as picas deles. Lentamente, quando o chefe olhou primeiro pro colega dele e depois pra mim, dizendo:
— Que boquete gostoso, bufff, com essa gostosa que ela é, mal posso esperar pra gente comer ela.
Eu congelei, parei de masturbar eles e me afastei um pouco. Dava pra ver o olhar de tesão deles pelos buracos da balaclava, e eu sabia que não iam se contentar só com um boquete. Recuei e me levantei o mais rápido que pude.
Olhei pra porta e, mesmo eles me bloqueando, vi uma chance de passar e saí correndo feito louca. Até achei que tinha conseguido passar entre eles, mas naquele momento um deles me pegou pelo cabelo e puxou com força, tanto que me fez girar e cair de cara no chão. As palmas das minhas mãos e meus joelhos fizeram um barulhão ao bater no chão. Aí ele colocou os pés em cima das minhas mãos, sem esmagar, mas com pressão suficiente pra eu não me mexer, enquanto a mão que tinha me pegado pelo cabelo mantinha minha cara colada no chão.
O outro ficou atrás de mim, admirando minha bunda que tinha ficado totalmente exposta.
— Então você é uma menina má, hein? (era o chefe, reconheci a voz) — e com o chicote começou a açoitar minha bunda. Não tão forte a ponto de deixar roxo, mas o suficiente pra avermelhar tudo. Ficou um tempão me açoitando sem parar, me chamando de maldita foxy a cada duas chicotadas.
Quando parou, as lágrimas escorriam dos meus olhos.
Ele pegou a tanga com força e, num puxão, arrancou, dizendo:
— Isso pra fora.
Olhou minha racha.
— Hummm, nem um fio de pelo, do jeito que eu gosto, bem depiladinha.
Um segundo depois, já estava procurando com o pau o buraco da minha buceta e, assim que encontrou, de uma vez só enfiou o pau, me fazendo gritar de dor.
Ele, me ignorando completamente, começou a me foder com rapidez e força, sem parar. De vez em quando, me dava com o chicote na coxa, fazendo aquele barulho característico ecoar pelo quarto inteiro. Ele me comia cada vez mais forte. mas rápido, tanto que sentia a pélvis dele batendo na minha.
De repente ele parava e recomeçava, as investidas dele eram cada vez mais rápidas, mais intensas e mais selvagens, até que senti o pau dele endurecer dentro de mim. Então ele tirou o cock, bateu várias vezes com ele na minha bunda e colocou na rachinha do meu cu pra continuar se mexendo, como se tivesse me fodendo, até que finalmente, entre gritos de prazer, ele gozou. Senti os jatos quentes de sêmen dele espirrando nas minhas costas e na bunda, e depois, com a mão, ele esfregou todo o sêmen dele nas minhas costas e na bunda, dizendo:
— Creme pra pele (soltando uma gargalhada sonora).
Enquanto eu continuava naquela posição, presa pelo negro, ouvi o chefe pegar várias coisas do baú, entre elas as correntes. Me levantaram e me jogaram na cama. Eu lutei, dando chutes, tentando cravar os saltos neles, dando tapas, mas os dois conseguiram me segurar. Me amarraram com as tiras das correntes nos pés e nas mãos, e depois prenderam nas argolas que já estavam de propósito na cama, me deixando imobilizada em cruz, bem aberta de pernas e braços.
Colocaram a mordaça de bola (a minha tem uma esponja colada atrás da bola pra deixar molhada e poder chupar pra umedecer os lábios quando meu marido me deixa assim por muito tempo, mas claro, eles não tiveram esse cuidado). Em seguida, colocaram a venda pra me impedir de ver, e então se desp iram completamente.
O chefe chegou perto do meu ouvido e disse:
— Agora vou comer sua buceta, foxy.
Eu lutei, puxando as correntes, mas já sabia que era inútil, não podia fazer nada contra aquelas amarras.
Ouvi eles remexerem no baú de novo e, um pouco depois, o chefe se posicionou entre minhas pernas e disse:
— Como já te falei, vou comer sua buceta, e com certeza esse saco vai ser muito útil, seu pedaço de puta.
Ele se colocou entre minhas pernas e começou a comer minha buceta, passando a língua rapidamente. chupando meu clitóris, eu comecei a chorar de novo, ele lambia toda a minha bucetinha, apesar do meu choro, minha xota reagiu e ficou molhada, os dedos dele agora entravam na minha buceta molhada, ele ficou um tempão assim, aproveitando o gosto da minha xota e os dedos dele me fodendo do jeito que queria.
Ele parou e eu ouvi o barulho do zíper da bolsa onde guardo meus consolos e vibradores abrindo.
Ele devia estar fazendo tudo no tato, porque voltou a chupar minha buceta, com a mão remexeu a bolsa até pegar um deles, tirou os dedos da outra mão da minha buceta e na hora enfiou alguma coisa dentro de mim (quando senti, soube que era um consolo).
Entrava e saía de dentro de mim, uma vez e outra, eu tentava evitar o inevitável, minha xota começou a esquentar e a ficar muito molhada.
A língua dele continuava lambendo meu clitóris, os dedos brincavam com a entrada do meu cu, primeiro um dedo pressionou meu esfíncter, que reagiu abrindo e deixando aquele dedo entrar (eu dilato muito bem analmente), ele percebeu na hora e enfiou um segundo dedo.
Depois de me foder um pouco com os dedos no cu, ele tirou eles, e também tirou o consolo, mas a língua dele continuava arrasando meu clitóris.
Eu me resistia o máximo que podia, mas meu corpo respondia instintivamente, então ele pressionou meu cu com a cabeça do consolo até conseguir enfiar, foi forçando aos poucos até entrar por completo e começou a meter e tirar bem rápido, meus peitos ficaram duríssimos, eu tentava respirar fundo pra me controlar, mas não conseguia, eram sensações demais.
Aí o negão se colocou por cima de mim, botando o pau dele entre meus peitos, com a mão puxando e beliscando meus mamilos, me apalpando à vontade, e depois apertou meus peitos contra o pau dele, colocou no meio e começou a foder eles, fazendo uma siririca nele mesmo, era um pau enorme, a cada estocada batia no meu queixo.
Eu tentei... Resistir é inútil, o chefe enfia ainda mais a cara na minha buceta, o consolo não para de foder meu cu e minha boceta alternadamente, meu corpo treme, a pica do preto explode entre meus peitos e o esperma espirra no meu pescoço e rosto, meu corpo treme de novo, mas dessa vez mais forte, e entre espasmos de prazer eu gozo.
Depois desse orgasmo, o chefe tirou o consolo do meu cu, que era onde tinha ficado no momento da minha gozada, lambeu os restos de fluido da minha rachinha e se afastou de mim.
Envergonhada e puta da vida, eu chorava, as lágrimas presas pela minha venda.
Eles pareceram ter pena, mas só tinham parado pra recuperar o fôlego. Depois de uns minutos, o preto falou:
— Agora é minha vez de comer.
Minhas esperanças de que fossem embora desapareceram.
A língua dele foi direto pro meu botãozinho, era muito experiente, fazia círculos e passeava por toda a minha buceta, sensações incríveis percorriam todo o meu ser, minha buceta estava encharcada, a língua dele fazia o que queria com os lábios da minha boceta. Aí, igual o chefe tinha feito antes, eu ouvi ele remexer na bolsa, sem parar de me lamber.
Finalmente pegou alguma coisa, pelos puxões que ele deu, custou um pouco a tirar da bolsa. Eu já sabia de qual consolo se tratava, não tinha dúvida nenhuma.
Ele levou até a entrada da minha buceta e foi quando viu, bem na hora de enfiar, surpreso, disse:
— Um consolo grande e preto.
Aí, em vez de usar o consolo, ele deixou de novo na bolsa e se colocou por cima de mim. Senti a ponta da pica dele na abertura da minha boceta, ele colou o corpo no meu, senti a respiração dele no meu rosto e começou a me dar beijinhos nas bochechas, nos mamilos, as mãos dele acariciavam meu corpo enquanto a pica enorme dele ia entrando cada vez mais fundo.
As mãos dele continuavam me acariciando, dos joelhos até os ombros, suave e devagar, até que a pica enorme dele entrou completamente dentro de mim. Aí, de novo e ainda mais... surpreso:
- Toda, você aguentou tudo.
Ele começou a me foder devagar, tirando e colocando o pau dele, ao mesmo tempo que mordiscava meu pescoço, os lóbulos das orelhas, acariciava meu rosto, peitos...
Eu estava ali parada, incrédula, aquele cara não estava me estuprando, estava me fazendo amor.
Minha buceta escorria, todo meu corpo se tensionava de prazer, e ele, percebendo que eu reagia à fodida dele, agarrou minha bunda com as mãos e continuou me fodendo devagar, apertando minha bunda com aquelas mãos grandes.
Assim ele continuou me fodendo, nossos corpos se roçavam a cada penetração, a sensação daquele pau enorme entrando e saindo de dentro de mim estava me enlouquecendo, minha mente resistia, mas meu corpo cedia ao prazer, o som dos gemidos dele aumentava a cada momento, eu sentia um novo orgasmo se aproximando, me sentia penetrada até o fundo de mim, e ele me dava cada vez com mais força.
O pau dele ficou duro quase no limite, e então eu explodi num novo orgasmo que foi impossível de segurar, assim que ele sentiu minha gozada no pau dele, não conseguiu se conter e gozou dentro de mim, soltando jatos quentes de porra entre gemidos fortes de prazer.
A calma voltou por alguns minutos.
Até que eles se aproximaram de novo de mim, soltaram os fechos das correntes das minhas pernas, aproveitei de novo para tentar dar uns chutes neles, mesmo que às cegas, tentando lutar contra eles, de repente pude ouvir perto de mim a voz do ladrão preto me dizendo:
- Há um segundo você não lutava tanto, putinha.
E me deu um tapa na cara.
Percebi que de certa forma eu tinha deixado ele me foder.
Que humilhada eu me sentia.
Chorei de novo.
Um deles se colocou colado em mim, quando senti o pau dele ao lado da minha coxa, soube que era o chefe, esfregou o pau dele um pouco na minha meia, sentindo o toque, e depois passou as pernas dele por baixo das minhas, ao mesmo tempo que o companheiro dele imobilizou minhas pernas de novo.
Em seguida, soltou os fechos que me... seguravam meus braços (era como se eu não percebesse nada, só conseguia chorar)
Segurando-os com força, ele me puxou na direção dos meus pés, fazendo com que eu ficasse sentada na cama. Quando ele me soltou para eu deitar de novo, o chefe tinha se posicionado de um jeito que ficava debaixo de mim.
Como se aquilo me trouxesse de volta à realidade, parei de chorar e tentei gritar com todas as minhas forças, mas era inútil por causa da mordaça. Queria arranhar o negro que ia imobilizar meus braços de novo, mas o chefe, debaixo de mim, os segurava com força. Ouvi os cliques dos fechos e fiquei totalmente imobilizada de novo.
O chefe disse pro subordinado: cospe algumas vezes na minha piroca. Umas cuspidas ecoaram no quarto e grandes gotas de saliva caíram na piroca dele.
O chefe falou de novo:
.- Vai, enfia.
E enfiou a piroca no meu cu (por sorte já estava aberto por causa do vibrador).
Ele não conseguia se mexer muito, mas mesmo assim me comia num ritmo bom. Enfiava até o fundo sem piedade, as mãos dele apertavam com força meus peitos e puxavam meus bicos enquanto o negro enfiava os dedos na minha buceta: primeiro um, depois dois, três dedos e, por último, um quarto dedo. Minha buceta ficou toda molhada, escorrendo fluidos, encharcando a mão do negro e molhando a piroca do chefe, que não parava de me comer o cu. Então o negro disse:
.- Já é hora.
Meu corpo tremeu pra receber o que eu já sabia que ia acontecer. A piroca do negro enfiou de uma vez na minha buceta e me comeu com toda a força. Com tanta investida, o chefe parou de se mexer, mas eu ainda sentia a piroca dele no fundo do meu cu.
O barulho intenso das respirações deles enchia tudo, assim como o som das bolas deles batendo em mim. De vez em quando, o negro parava pra pegar ar, ofegante, e aí era o chefe quem se mexia, continuando a foda, mas pelo meu cu. Assim, uma vez e outra, até que eu perdi Contando o ritmo que eles tavam metendo, meu corpo suava por todo lado, tanto por causa de tanta foda, quanto pelos movimentos e o calor dos corpos colados.
Eu resistia ao prazer que tavam me dando, mas era impossível, não conseguia me segurar e comecei a ter convulsões, sentindo aqueles dois paus, já não aguentava mais, ia gozar.
Eles perceberam e pararam de repente.
Minha cintura reagiu, se mexendo pra cima e pra baixo, buscando aquele prazer da dupla penetração, querendo enfiar aqueles paus, era como se eu não controlasse meu corpo, minha cintura parecia ter vida própria.
Eles continuavam parados, mas aquela minha reação parecia excitar eles pra caralho, os dois paus ficaram duríssimos, isso fez eu sentir eles ainda mais, então minhas convulsões aumentaram, meu corpo todo se tensionava por segundos, indicando que um orgasmo forte, pra não dizer bestial, tava prestes a chegar, eu gozava e nada mais podia evitar.
Naquele momento, o chefe que tava debaixo de mim soltou minha mordaça e, no instante que a bola saiu da minha boca, os paus deles começaram a cuspir o leite dentro da minha buceta e do meu cu, ao mesmo tempo que eu me afundava num orgasmo profundo, me mexendo igual uma puta no cio e gritando:
.— ¡¡¡ Tô gozando, sim, tô gozando, filhos da puta, ai Deus, oooooohhhhhhhhh !!!!!
Depois disso, ele colocou a bola de novo na minha boca, o preto caiu em cima de mim, ofegante, e eu ouvia o chefe ofegando perto do meu ouvido, eu também respirava cansada.
E assim, grudados, notei que eles, com uns pequenos espasmos e enfiando até o fundo os paus, soltavam as últimas gotas de sêmen nos meus buracos.
Depois de uma pausa, o preto se levantou e soltou minhas correntes, igual tinha feito antes pra que o chefe pudesse sair de debaixo de mim, já não lutei, tava exausta.
Aí me acorrentaram de novo e tudo mergulhou num silêncio profundo, pensei até que finalmente tinham ido embora, mas depois de um tempo, ouvi eles mexendo nas coisas dentro do baú. Então as mãos dele começaram a acariciar meu corpo de novo, de cima a baixo, até acariciando meus sapatos, minhas meias, passando a mão em todo o meu ser.
Eu já nem me importava mais, estava exausta, tanto física quanto mentalmente.
Foi quando ouvi o barulho de um isqueiro acendendo, e uns segundos depois as primeiras gotas de cera caíram no meu umbigo, de uma altura certa pra não estarem nem quentes demais nem frias demais (eu tô acostumada, aliás adoro esse jogo com meu marido). As gotas subiram até irem caindo nos meus peitos e bicos, que ficaram duros como pedra, e depois desceram pra cair nas minhas coxas e na minha bucetinha.
Eu esperava cada gota nervosa, pelo prazer-dor que aquele gotejo me dava, até que chegou o primeiro chicotada na minha barriguinha lisa.
Depois vinha uma gotinha de cera e em seguida um chicote suave no mesmo lugar, as sensações eram muitas de novo, mas agora, depois de vários orgasmos, eu conseguia me controlar (era o que eu tava pensando quando ouvi um sopro e o cheiro de vela apagada).
As tiras do chicote se apoiaram de leve na minha pele e começaram a arrastar devagar dos pés até a cabeça, pra eu sentir o toque do couro deslizando no meu corpo. Elas se demoravam nas áreas dos meus peitos, na parte de dentro das minhas coxas e na minha bucetinha, esse toque me excita muito, minha bucetinha agradecida ficou molhada de novo.
Naquela hora o chefe disse:
.– Já tá pronta
Senti o frio das pinças de metal num dos meus bicos, tentei me mexer de lado pra impedir que colocassem, mas não adiantou nada a luta, a primeira pinça já apertava um dos meus bicos e logo depois a segunda pinça tava no lugar.
Meus bicos estavam duros como pedra por causa da cera e das carícias do couro do chicote, e agora as pinças apertavam eles, deixando com uma aparência ainda mais imponente.
Um deles deu um puxãozinho na corrente que liga as Pinças pra ver se tavam bem presas, meus bicos ficaram bem apertados e esticados pra cima.
Depois que confirmaram que tava tudo bem seguro, deram outro puxão mais forte que esticou ainda mais meus bicos, e mais um.
De novo, outro puxão na mesma intensidade que o anterior, só que dessa vez, ao mesmo tempo, me deram um tapinha suave com a palma dos dedos na minha bucetinha. Se não tivesse com a mordaça, teriam ouvido que aquilo me arrancou um gemido.
Ritmicamente, começaram a puxar a corrente e dar tapinhas no meu clitóris, às vezes com a mão, outras com a ponta do chicote, que de vez em quando também batia nos meus peitos. Minha buceta ficou toda molhada.
Ouvi o barulho do chicote caindo no chão, e a mão de um deles começou a esfregar meu clitóris enquanto continuavam dando puxõezinhos nos meus bicos. Em seguida, dois dedos separaram as paredes dos meus lábios vaginais e se enfiaram até o fundo na minha buceta.
Eu não sabia se os dedos eram do mesmo que tava esfregando meu clitóris ou do outro, tava completamente perdida, mas sem dúvida, mesmo que não quisesse, eles me faziam gozar pra caralho.
As mãos e os dedos que me tocavam e penetravam iam se alternando. O buraco do meu cu também começou a ser penetrado pelos dedos deles. Tavam me fodendo ao mesmo tempo o cu e a buceta com os dedos, enquanto uma das mãos puxava a corrente e a outra continuava esfregando meu clitóris sem parar.
Finalmente, pareceram dar uma pausa que durou pouco. Agora se revezavam: davam puxõezinhos nas pinças e me masturbavam acariciando meu clitóris, primeiro um, depois o outro.
Os dois mostraram ser muito habilidosos. Meu corpo se contorcia de prazer. Aí um deles enfiou de novo os dedos na minha buceta. Eu já tava muito excitada, e minha buceta mais ainda, então reagiu inundando aqueles dedos com meus fluidos, indicando que um novo orgasmo tava perto. Ele tirou os dedos e os levou... Lambendo e dando chupões.
Os dois se deitaram ao meu lado, um de cada lado, colando os corpos no meu. Agora cada um puxava um pedaço da corrente, cuidando de um mamilo.
Apertavam e soltavam meus peitos, meu clitóris era masturbado pelas mãos deles, se revezando um tempo um, outro tempo o outro. Os dois soltaram ao mesmo tempo as pinças dos meus mamilos, jogando-as longe da cama.
Suas línguas entraram em ação e começaram a lamber meus mamilos, que estavam bem duros e sensíveis. Apertavam meus peitos com as mãos e chupavam meus mamilos, cada um no seu.
Meus espasmos voltavam a percorrer meu corpo inteiro, eu estava morrendo de prazer. O que acariciava meu clitóris acelerou o ritmo, e o outro também colocou a mão entre minhas pernas, por cima da mão do parceiro. Assim, os dois colados em mim, me masturbando ao mesmo tempo e lambendo cada um um dos meus peitos, arqueei o corpo, virei a cabeça de um lado para o outro várias vezes e comecei a me contorcer, tendo um orgasmo forte.
Mas eles não paravam, continuavam me lambendo, me tocando e me masturbando. Outro orgasmo me sacudiu, ficando cada vez mais intenso. Molhei completamente as mãos deles com meus fluidos.
Finalmente pararam, se levantaram, e houve outro longo silêncio. Achei que estavam se masturbando, mas não tinha certeza.
Depois começaram a falar coisas sobre meu corpo:
— Olha que pedaço de peitos, que buceta tão bonita assim depiladinha.
— E ainda por cima suculenta — completou o outro.
— Sem dúvida, e quentinha também.
— Muito, siiiim, e olha a foxy toda cachorra.
Se aproximaram de mim e com as picas me davam tapinhas pelo corpo todo: no rosto, peitos, coxas, barriga, etc.
— Olha a cara de puta que ela tem, assim com os sapatos de salto e as meias, pelada pra gente.
— É, toda aberta com a buceta ainda molhada das gozadas, que puta gostosa, sim.
E depois de uns gemidos de prazer, jorros de sêmen. começaram a escorrer pela minha barriga e peitos, era incrível depois de terem gozado várias vezes ainda conseguiam soltar uma quantidade enorme de porra, parecia que nunca iam parar, finalmente o sêmen deles parou de cair em cima de mim, limparam os restos de porra dos paus deles esfregando contra meus peitos.
Foram embora e eu ouvi eles se lavando no banheiro, voltaram pro quarto, se vestiram e começaram a guardar tudo, um deles deixou algo em cima da cama e o resto guardou de novo no baú.
Senti de novo o frio da faca na minha bochecha.
Era o chefe:
.- Agora vou tirar sua mordaça e você vai se comportar, não vai gritar nem quero ver você se mexer nem um pouco, não vai me obrigar a enfiar a faca em você agora que já somos íntimos.
Pensei que iam me soltar, só conseguia pensar em um bom banho.
Mas não, a única coisa que ele fez foi tirar minha mordaça, e com a esponjinha da parte de trás recolheu todo o sêmen que tinham espalhado pelo meu corpo, depois apertou a ponta da faca contra minha bochecha e colocou a mordaça de volta.
Minha língua instintivamente roçou levemente a esponja da bola, um gosto forte de porra encheu minha boca, tirei a língua na hora, não ia ficar saboreando a porra deles também.
.- Bom, gatinha, a gente vai nessa - disse o chefe-
Ah, quase esqueci, isso é pra você, pegou o que tinha deixado em cima da cama e ligou, o barulho deixava claro que era um dos meus vibradores e enfiou ele até o fundo na minha buceta.
E com um -valeu, gostosa- que os dois disseram ao mesmo tempo.
Foram embora.
Não fiquei tranquila, não confiava que eles tinham realmente ido embora, tinha medo que ainda estivessem ali, mas o tempo passava e tudo estava em silêncio, exceto pelo barulho do meu vibrador, que continuava fazendo o trabalho dele. Quando percebi que eles realmente tinham ido embora, meu corpo finalmente conseguiu relaxar.
Mas claro, isso fez com que as vibrações e a sensação daquele brinquedo na minha buceta dessem resultado e eu Mói de novo.
Um Blam! Me indicou que a porta da entrada tinha fechado. Agucei o ouvido, umas chaves caíram no aparador da entrada, sem dúvida eram as do meu marido. Louca de alegria, me senti salva.
Mas conforme ouvia o barulho dos passos dele se aproximando do quarto, o medo tomou conta de mim. Como ele reagiria quando eu contasse o que tinha acontecido? Bom, melhor dizendo, quando eu dissesse que fui estuprada, embora claro, assim toda molhada era realmente humilhante.
Quando ele entrou no quarto, minha garganta secou e minhas mãos suavam, o som do vibrador era a única coisa que se ouvia.
— Como eu adoro, amor, quando você prepara essas coisas pra mim. Ufff, mas dessa vez você se superou.
Ele se aproximou de mim, tentei fazer ele entender que me soltasse, que não era uma brincadeira nossa.
Ao que ele respondeu:
— Não, não, não pense que vou te soltar tão cedo.
Ele sentou na cama, com a mão pegou o vibrador e fez ele me foder, enfiando e tirando devagar, depois tirou completamente, colocou a vibração no máximo e apoiou no meu clitóris.
— Desculpa, amor, mas não aguento mais, chega de jogos.
E jogou o vibrador, que quicou várias vezes no chão.
— Vou te foder agora.
(Suspiro internamente, porque se ele tivesse comido minha buceta, teria percebido que tinha gosto de pau e porra. Não queria que ele descobrisse desse jeito, queria poder explicar.)
Ele abaixou as calças e diretamente se colocou entre minhas pernas, o pau dele já duro se cravou na minha buceta, entrou com toda facilidade.
— Nossa, como você tá molhada, disse.
— Como você me deixa tesudo, você tá linda.
Me beijou na testa e se dedicou completamente a me foder.
A força e a velocidade com que ele me fodiam aumentavam,
cada vez ele metia mais forte, as bolas dele batiam em mim e meus peitos balançavam pra cima e pra baixo, de vez em quando eu sentia a roupa dele roçar nos meus mamilos, que ainda estavam muito sensíveis depois de todo o tratamento que tinham recebido.
Esses roços me deixavam muito Cachonda, esqueci tudo que tinha acontecido e me concentrei em aproveitar a foda do meu marido.
Agora ele não só me comia, me empurrava com muita força, um chof chof contínuo mostrava que minha buceta era uma pura inundação de uma mistura de fluidos, meu marido me comia como se estivesse fora de si, mudou o ritmo e começou a me comer devagar, tirando o pau do meu corpo e atacando ele de forma rápida e violenta, enfiando de uma só vez uma e outra vez, até que foi acelerando e o ritmo voltou a ficar mais contínuo.
Entre gemidos quase sem fôlego, ele me disse:
.- Porra, amor, que buceta mais quente, você queima meu pau.
.- Quente? Sua buceta parece um forno.
.- Nunca te senti tão cachorra e quente, bufff como você me deixa.
Isso me fez voltar à realidade e lembrar quem tinha ligado aquele forno, fiquei envergonhada, mas disse a mim mesma que não ia pensar neles de novo, além disso, quis me convencer de que não tinha aproveitado quase nada e que agora só devia curtir, já que por sorte meu marido não tinha percebido nada.
Sentia o pau dele ficando cada vez mais duro, assim como minha buceta continuava se molhando mais e mais, ele diminuiu o ritmo de novo, me dando fortes estocadas, enfiando o pau até o fundo e tirando devagar, ficou duro como pedra, me molhando ainda mais, se é que era possível.
Ele me penetrava o mais fundo que podia, eu comecei a mexer a cintura no ritmo dele, até que de repente ele começou a gritar de prazer, ia gozar.
.- Sim, sim (pensei) me dá assim, amor, me dá toda sua porra, eu gosto, oh siiiim, que gostoso sabor de porra, adoro.
.- Gostoso sabor de porra? – como eu tinha pensado nisso?-
Naquele instante, o pau do meu marido soltou todo o sêmen dentro da minha buceta, eu me contorci de tesão e tive outro orgasmo, continuei me mexendo, me contorcendo de prazer, sentindo o sêmen do meu marido dentro da minha buceta e o forte sabor de porra daqueles. Dois caras na minha boca, eu tinha gozado chupando e sugando completamente a esponja da bola que continha todo o sêmen dos meus visitantes anteriores.
Que porra gostosa.
Meu marido me desamarrou, tirei a venda e a bola, evitei olhar pra ele e fui rapidamente pro banheiro, ele deitado na cama me disse:
— Adoro quando você prepara essas brincadeiras pra mim, amor.
Mas hoje você se superou, gostei muito, você tava com a buceta tão quente, e você, curtiu?
Minha língua passou pelos meus dentes sentindo ainda o gosto do sêmen dos ladrões e respondi:
— Nossa, amor, curti pra caralho, eu gostei ainda mais do que você, pode ter certeza.
E abri o chuveiro.
Este conto é da autora Isa do todorelatos.
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