Casada muito puta

Desde sempre com meu marido tive um sexo bom, mas isso não quer dizer que eu não goste de usar brinquedos sexuais. Tive eles quase toda a minha vida, e meu marido foi aceitando o fato de eu tê-los, com a condição de que só usasse quando ele estivesse por perto — coisa quase impossível de cumprir, mas eu aceitei pra deixar ele tranquilo.

De presente de aniversário, além de um lindo colar, ele me deu um consolo de uns 20 cm, branco. Sabia o esforço que isso custou pra ele, conhecendo o quanto é ciumento. Beijei ele intensamente em agradecimento — isso tem um significado especial, não pense que não sei. Algo assim devia ter um nome, e o ideal talvez fosse...

Sugeri colocar o nome dele mais o apelido Júnior, mas ele não gostou. Depois de pensar em vários nomes e não falar pra não coincidir com alguém que conhecêssemos, ele se adiantou e disse: "Vai ser o vizinho do 8D."

"É o ideal", disse ele, já que aquele andar estava há séculos desabitado.
"O vizinho do 8D", eu ri. "Acho ótimo."
E assim ficou.

Fomos usando durante meses como uma brincadeira e algo picante — pelo menos pra mim era assim. Toda vez que ele dizia "hoje o vizinho do 8D vem" ou "espera aí que o vizinho do 8D já vem", eu ficava com uma tesão danada. Amo essa sensação. Até quando usava sozinha, chamava de vizinho do 8D.

Já tinha passado mais de um ano quando aconteceu: o 8D desabitado foi finalmente vendido e teve um novo dono no prédio.

Ficou um tempo sem eu ver. Cruzei com ele pela primeira vez no fim de junho, mas não fazia ideia de quem era. Depois, cruzei mais algumas vezes no elevador, principalmente quando descia o lixo no hall do prédio.

Tudo ia bem até que um dia, pra quebrar aquele clima estranho de se encontrar no elevador, falei:
"Oi, tudo bem? Sou a vizinha do 7A. Que calor, né?"

"Pois é, que calor. Prazer, sou o vizinho do 8D. Até agora eu não tinha reparado nele, era um homem já bem entrado nos 50, com 1,60m, uma barriga saliente, pouco cabelo, embora os traços do rosto mostrassem que na juventude tinha sido atraente, nada a ver com meu 1,75m, meu manequim 95 com peitos redondos e durinhos, meu cabelo longo e cheio, minhas pernas longas e macias, minha bunda empinada e firme, minha buceta completamente depilada fazem de mim uma mulher muito desejável.

Desde aquele momento, toda vez que meu marido usava comigo o brinquedo "vizinho do 8d", e sem eu saber por quê, não conseguia evitar associar a imagem daquele homem enquanto usávamos.

De novo me encontrei várias vezes com ele no elevador, pelo pouco que conversávamos descobri que coincidíamos naquele horário porque ele vinha da casa da mãe, que precisava de cuidados, e por isso tinha se mudado para essa área. Então, toda vez que nos encontrávamos no elevador, ele me cumprimentava com um:

— Oi, vizinha do 7a.

E eu respondia com um:

— Oi, vizinho do 8d.

Às vezes ele era mais simpático, outras vezes menos. Dizia um simples:

— Oi.

E ficava em silêncio o resto do trajeto no elevador, suponho que dependendo do estado em que a mãe dele se encontrava.

Uma noite, depois de cruzar com ele no elevador (num dia dos simpáticos), nos cumprimentamos com um:

— Oi e tchau, vizinha do 7a.

— Oi e tchau, vizinho do 8d.

Pouco depois, meu marido chegou em casa com vontade de festa. Naquela noite, ele usou comigo o vibrador vizinho do 8d, coisa que já era normal, e meus orgasmos foram maravilhosos.

Uns dois dias depois, aconteceu a mesma coisa, com o mesmo resultado.

Percebi que meus orgasmos ficavam mais intensos se eu cruzasse com ele no elevador, tanto nos dias simpáticos quanto nos outros, mas eram especialmente fortes quando rolava a parada do vizinho do 8d.

Então, quando eu queria transar com meu marido, se encaixava nos horários, eu descia mais cedo pra cruzar com o vizinho do 8d, o que não era muito difícil, já que O horário dele era bem fixo, às vezes atrasava uns 2-5 minutos e eu esperava no patamar com o saco de lixo disfarçando, quando ele chegava eu fazia de conta que tinha acabado de sair do elevador e, deixando o saco de lixo, subia com ele.

Uma tarde-noite meu marido ligou dizendo que ia chegar cedo em casa, então me deu na telha esperar por ele vestida de um jeito meio picante. Coloquei uma linda tanga fio-dental e depois um sutiã que levantava e aumentava meus peitos já avantajados, e terminei vestindo um vestido curto que batia um pouco acima da metade da coxa, bem justinho.

Depois de esperar, meu marido acabou atrasando, então fui me distraindo fazendo umas coisas em casa até que chegou a hora de levar o lixo. Peguei o saco, abri a porta e olhei pros dois lados pra ver se não tinha ninguém, fui até o elevador. Não é que eu estivesse mostrando nada, mas tava muito "apertadinha e exagerada" pra querer cruzar com alguém, embora estivesse tranquila porque a maioria do prédio era idoso e naquele horário quase nunca via ninguém desde que a gente morava lá.

Lá embaixo, larguei o lixo e fui até a entrada do prédio, espiando pra ver se meu marido chegava, mas não. Quem já tava quase no portão, pontual como sempre, era o vizinho do 8d, que vinha olhando o relógio. Entrei correndo e fui pro elevador, e já dentro coloquei a mão no botão do 7 pra ir pra casa antes que ele chegasse, mas aí me deu a tentação de esperar ele.

Minha cabeça encheu de dúvidas: assim vestida, bom, também não é pra tanto, melhor subir, melhor não. Fiquei tão ensimesmada que só saí dos meus pensamentos quando ouvi um:

— Oi, vizinha do 7a.

— Oi, vizinho do 8d, desculpa, tava viajando nos meus pensamentos e nem vi você chegar.

— Sorte pra mim, assim não preciso esperar o elevador, que com o velho e lento que é, parece que funciona a pilha em vez de eletricidade. Hahahaha, sim.
Apertei o 7.
O elevador foi subindo enquanto a gente falava do tempo, mas eu percebia que, disfarçando, os olhos dele percorriam minhas pernas, minhas coxas mal cobertas pelo vestido, e depois se fixavam nos meus peitos, que se destacavam ainda mais por causa do sutiã com bojo e do vestido justo.
O elevador chegou no 7, as portas abriram e eu saí enquanto ele dizia:
— Tchau, vizinha do 7A.
E eu respondi:
— Tchau, vizinho do 8D.
Não me virei, mas não tinha dúvida de que, enquanto eu ia andando, ele tava olhando pra minha bunda, cujas curvas ficavam expostas pelo vestido apertado.
Meu marido chegou em casa pouco depois, me vendo vestida assim, não demorou pra me despir e me foder. Foi uma transa do caralho.
Desde aquele momento, toda vez que eu descia pra dar de cara com o vizinho do 8D, eu me vestia de forma bem justinha e insinuante. Ele sempre me olhava com desejo, às vezes mais simpático, outras vezes mais seco, mal dizendo um oi e tchau. Percebi que, quando eu descia com uma camiseta branca de alcinha, bem justa, que deixava o sutiã aparecendo, e uma minissaia de tecido leve e solta, nada apertada, mas um pouco mais curta que o normal, não importava o humor dele, ele sempre passava os olhos pelo meu corpo todo com um descaramento maior que o normal, mas sem chegar a dizer ou fazer nada.
Então, agora eu quase sempre me vestia assim ou de um jeito parecido quando descia. O sexo com meu marido era incrível, e meus orgasmos, de lascar.
Um dia, quando já ia fazer a comida, percebi que não tinha farinha. Já era tarde, então fui me vestir. Peguei a primeira calcinha fio dental e o primeiro sutiã que encontrei e um vestido de ficar em casa, não muito bonito, mas suficiente pra descer um instante e comprar farinha na loja. Só que quando cheguei, já tinham fechado.
Já em casa, pensei:
— Que merda, e agora o que eu faço? Bom, vou pedir pra alguma vizinha. E no caminho pensei: e por que não pro vizinho do 8D?
Achei uma boa ideia. Fui saindo pela porta, distraída, quando virei e voltei pro meu quarto, tirei o vestido e vesti a camiseta branca de alças e a minissaia de sempre. Subi as escadas e, quando cheguei na porta dele, apertei a campainha. Dava pra ouvir os passos dele se aproximando até abrir a porta. Quando ele abriu, me cumprimentou com um simples: "Oi". Que dia ruim, pensei. Contei o que tinha acontecido, que tava precisando de farinha e perguntei se ele podia me emprestar um pouco. "Sim, espera." Ele me deixou esperando ali. Quando ele voltou, dava pra ouvir os passos se aproximando devagar. Gostei daquela sensação, não sei por quê, mas gostei. Quando chegou, me entregou o pacote de farinha, mas não sem antes dar uma boa olhada nos meus peitos. Agradeci pela farinha e falei que devolveria logo. Ele respondeu que não tinha importância. "Bom, tchau", ele disse. "Tchau e obrigada", respondi. Me afastei em direção às escadas, mas o vizinho do 8D não fechou a porta. Sem dúvida, tava olhando minhas pernas e minha bunda enquanto eu ia embora. Quando cheguei na escada e comecei a descer, foi aí que ele fechou a porta. Chegando em casa, deixei a farinha na mesa da cozinha, me sentei na cadeira, levei a mão até a boca e molhei os dedos com minha saliva. Desci a mão, enfiando por baixo da minissaia até minha buceta e, afastando minha calcinha fio dental, comecei a esfregar meu clitóris com os dedos, intensamente. Meus primeiros suspiros não demoraram a sair. Meus dedos esfregavam meu clitóris rápido, minha buceta escorria de tanto fluido, então desci os dedos até a entrada da minha vagina e enfiei dois deles, sentindo como tava quente e molhada. Meus dedos entravam e saíam da minha vagina, me fodendo sem parar. Comecei a gemer forte, sentia meus sucos escorrendo pela minha mão e minha buceta inteira tava completamente molhada, encharcando a calcinha fio dental por completo. Tirei os dedos da minha buceta e levei de volta ao meu clitóris, esfregando sem parar, fazendo movimentos pequenos. Círculos, comecei a ofegar cada vez mais rápido, meu quadril dava mais arrancos e minha mão livre apertava com força um dos meus peitos por cima do sutiã e da camiseta. De repente, meu corpo todo se tensionou, senti minha buceta ficar ainda mais molhada, soltei um gemido forte de prazer e gozei intensamente, colando meu corpo contra a cadeira e sem parar de esfregar meu clitóris até meu orgasmo intenso acabar.

Uns dias depois, numa manhã após me lavar e me secar, sentindo meu corpo macio e pelado, não resisti à tentação de me tocar e decidi me masturbar. Fui até o sofá, parando no caminho para pegar o vibrador. Ao chegar no sofá, deixei ele de lado e, deixando a toalha cair, me sentei pelada.

Abri minhas pernas, roçando minhas mãos nas minhas coxas, para depois subir acariciando devagar e suavemente minha pele, até chegar no meu clitóris, que comecei a esfregar de forma sensual. Minha buceta foi ficando molhada com meus fluidos, e minha mão esfregava cada vez mais rápido meu clitóris. Comecei a gemer e a sentir vontade de ser penetrada. Olhei de canto o vibrador, o vizinho do 8d.

Aí pensei: "E se eu subir pra devolver a farinha? Tenho certeza de que, com o tesão que tô, quando voltar meu orgasmo vai ser ainda melhor."

Então deixei tudo preparado pra minha volta, fui correndo pro meu quarto, vesti a minissaia e a camiseta branca de alcinha, como sempre, peguei a farinha na cozinha e subi pro 8.

Depois de bater, ele abriu a porta:
— Oi, vizinha do 7a.
Ele tava num dia simpático e pude ver que ele já reparou nos meus peitos na hora.
— Oi, vizinho do 8d, tô devolvendo a farinha, obrigada.
Ele me olhou, hesitou um segundo:
— Ah, tá, de nada.
Aproveitei que ele tava num dia legal pra perguntar se ele podia me emprestar um pouco de açúcar agora, assim eu podia prolongar a situação e ouvir de novo os passos dele se aproximando, pra ter aquela sensação que tinha gostado tanto da outra vez.
— Claro, não fica na porta, entra, por favor.
— Obrigada. Entrei e ele fechou a porta. Quer tomar alguma coisa?
Não, obrigada, vou esperar aqui perto da porta, não quero incomodar.
Como quiser.
E ele se afastou pelo corredor em direção à cozinha, não sem antes dar mais uma olhada disfarçada nos meus peitos.
Logo ouvi seus passos voltando devagar, fiquei toda excitada e meus mamilos endureceram, minha buceta continuava molhada, louca pra voltar pra casa e continuar minha punheta.
Quando ele apareceu de novo no corredor, olhou pros meus peitos de novo, mas dessa vez sem vergonha nenhuma, meus mamilos continuaram endurecendo, roçando e marcando ainda mais na minha camiseta. Quando percebi que meus mamilos tinham ficado duros de vez com o atrito da camiseta, me toquei que, na pressa, não tinha colocado calcinha. Por isso ele tava me olhando tão descaradamente agora, dava pra ver perfeitamente meus mamilos marcados contra a camiseta.
Quando chegou perto de mim, ficou mais próximo do que o normal, instintivamente dei um passo pra trás, minhas costas encostaram na porta. Mesmo com o passo pra trás, ele continuou bem perto de mim.
— Aqui está o açúcar.
— Ah, obrigada.
Peguei o açúcar pronta pra me virar e vazar dali.
Então ele se aproximou de mim, quase roçando meus peitos, inspirou.
— Adoro o seu cheiro.
Pensei: que estranho, não passei perfume nem nada, mas mesmo assim agradeci.
— Bom, vou indo.
— Tá bem, mas pode vir visitar seu vizinho do 8D quando quiser.
— Obrigada — falei.
E pensei: Obrigada por falar do vizinho do 8D, era exatamente o que eu precisava ouvir antes de voltar pra casa.
Já ia me virar pra sair de lá quando ele disse:
— Espera, caiu um brinco seu.
E sem se afastar um centímetro de mim, se ajoelhou, apoiando os joelhos no chão.
Sem me dar tempo de reagir e sem se preocupar em disfarçar, levantou a vista. Daquela posição, ele podia ver minha rachinha depilada por baixo da minha minissaia, ainda brilhando, molhada do começo da minha punheta.
Ele inspirou de novo e disse:
— Que cheiro gostoso.
Levei minha mão até a minissaia pra apertá-la contra o corpo e... Me cobrir, mas o vizinho do 8D foi mais rápido, enfiando a cabeça por baixo da minha minissaia de tecido largo, direcionando os lábios e a língua pra minha rachadinha. Meu corpo colou completamente na porta.
Ele não esperou.
Os lábios dele pousaram na minha rachadinha e ele começou a chupar.
— Para, sou casada.
A língua dele se apoiou no meu clitóris, saboreando, e as mãos começaram a acariciar minhas coxas, fazendo pressão pra eu abrir mais as pernas.
Eu aguentei e não separei as coxas.
— Não, por favor, meu marido...
As mãos dele apertaram de novo minhas coxas, e a língua começou a lamber meu clitóris sem parar.
Minhas coxas, aos poucos, cederam à pressão e se abriram. Agora a língua dele não focava mais só no meu clitóris, mas em toda a minha rachadinha, lambendo por completo. Minha bucetinha já molhada reagiu, soltando novos fluidos que a língua dele saboreava.
Me lambendo sem parar, eu sentia a língua brincalhona dele por toda a minha ppk, me deixando cada vez mais tesuda.
O saquinho de açúcar caiu no chão, e as palmas das minhas mãos se apoiaram na porta. Eu já não dizia nada, só gemia baixinho de prazer.
A língua dele me fazia gozar, eu sentia cada lambida, como a língua roçava no meu clitóris, as mãos acariciando minhas coxas devagar. Meus bicos endureceram ao máximo, dava pra sentir eles colados na minha camiseta, marcando descaradamente. Olhei pra baixo e vi a cabeça dele enfiada debaixo da minha minissaia. Encostei a cabeça na porta enquanto a língua dele acelerava e minha ppk ficava ainda mais molhada. Fechei os olhos e comecei a ofegar.
De olhos fechados, em êxtase de prazer, eu ouvia ele me lambendo e sugando todos os meus sucos, o que só me deixava mais tesuda ainda.
— Se não parar assim... — falei.
Meu orgasmo tava chegando, sentia meu corpo todo excitadíssimo, e logo eu ia gozar.
Então ouvi um barulho de passo bem na minha frente. Abri os olhos.
Não podia ser. Era ele, o vizinho do 8D, de pé, com o pau fora me tocando enquanto eu via ele mesmo continuar comendo minha buceta.
Dei um gritinho.
Aí o vizinho do 8D que tava comendo minha buceta tirou a cabeça de baixo da minissaia e olhou sorrindo pro que tava de pé:
— Vai, maninho, termina você, ela tá quase gozando e tem uma buceta muito gostosa.
Não consegui falar nada, nem me mexer. O irmãozinho sorriu enquanto se abaixava pra chegar na minha rachinha, ao mesmo tempo que o outro se levantou, ficando na minha frente, com restos dos meus fluidos espalhados pela boca toda.
— Irmão? — perguntei.
— Gêmeos — respondeu.
Aí entendi as mudanças de comportamento.
Naquela hora, a língua do vizinho do 8D sério continuou o trabalho da língua do vizinho do 8D simpático. Minha buceta escorria de tão perto que eu tava do orgasmo.
— Que buceta gostosa você tem — comentou.
E continuou comendo minha buceta, enfiando a língua o máximo que podia na minha vagina.
O irmão gêmeo apertou com força meus bicos por cima da camiseta, me fazendo gemer de novo. Depois, pegou minha regata com as mãos e, com um puxão forte, rasgou, deixando meus peitos nus à mostra.
A camiseta rasgada caiu no chão, e as mãos dele agarraram meus peitos, tocando, acariciando, apalpando com força e delicadeza ao mesmo tempo, pra depois levar os dedos de novo aos meus bicos e beliscá-los.
Gemi.
Ele se abaixou um pouco, começou a mexer e lamber meus bicos, passando de um pro outro sem parar, enquanto a língua do irmão dele me enlouquecia de prazer comendo minha buceta.
— Vou gozar — gritei.
Aí o vizinho do 8D simpático parou de lamber meus bicos, me pegou pelo cabelo, se aproximou e me beijou com intensidade. Nossas línguas se entrelaçaram num beijo muito molhado, dava pra sentir o gosto da minha buceta na boca dele, enquanto a língua do irmão dele lambia sem parar meu clitóris. Meu corpo ficou tenso, minha buceta encharcou, comecei a tremer e gozei intensamente com a língua dele. na minha boca e a do irmão gêmeo dele na minha buceta.
Ficamos assim até que, aos poucos, meu orgasmo foi passando. Ele tirou a língua da minha boca e foi embora, sumindo pelo corredor, mas o vizinho sério do 8D continuou comendo minha buceta e não parou até deixar tudo limpinho dos meus fluidos.
Aí ele se levantou, ainda se lambendo, saboreando o gosto da minha buceta na boca dele.
Ainda ofegante do meu orgasmo, hesitei em me virar, abrir a porta e sair dali, mas também sentia vontade de ser comida.
Mas antes que eu fizesse qualquer coisa, o vizinho sério do 8D, vendo que minha minissaia era de cintura elástica, agarrou ela com as duas mãos e, puxando com firmeza, baixou até meus pés. Não resisti, tirei um pé e depois o outro, deixando cair também minhas sapatilhas, enquanto soltava a saia e ficava completamente pelada.
Ele ficou parado um instante, olhando meu cabelo, minha carinha, meus peitos nus com os bicos duros e pontudos, minha bucetinha depilada e brilhando com o resto da saliva dele, minhas coxas molhadas dos meus fluidos escorrendo.
Ele ainda estava com o pau de fora, então se acariciou um par de vezes enquanto me observava, depois se aproximou de mim e, com uma suavidade quase doce, me pegou no colo. Apesar da idade, não foi difícil pra ele — também é verdade que eu peso pouco — e assim fomos pelo corredor.
No fim do corredor, viramos à direita e entramos na sala. Lá, pude ver o vizinho simpático do 8D sentado no sofá, completamente nu, com o pau totalmente duro. Até nisso eram gêmeos: ambas as pirocas eram idênticas, um pouco mais compridas que o normal e também bem grossas.
Ele me levou até o sofá, me colocou na frente e me deitou sobre ele. O irmão gêmeo abriu minhas pernas e se acomodou entre elas. Agora eu sentia o pau duro dele na minha rachinha quente. Com a mão, ele pegou o pau, fez deslizar entre os lábios da minha buceta até chegar na entrada do meu buceta e empurrei, senti o pau dele abrindo caminho dentro da minha buceta cada vez mais fundo, gemi baixinho, ele continuou me penetrando mas parou antes de meter tudo, eu tava com vontade de ter ele todo dentro de mim então continuei por ele, comecei a descer deslizando minha buceta no pau dele, sentindo ele cada vez mais dentro de mim até que entrou por completo, naquele instante meu quadril reagiu e começou a se mover pra frente e pra trás me esfregando nele, adoro a sensação da minha buceta molhada sentindo um pau bem dentro de mim, não aguentei mais e comecei a me mover pra cima e pra baixo, pulando no pau dele cada vez mais rápido.
Se continuar assim vizinha, me fode.
Eu continuava pulando no pau dele, com minha buceta escorrendo e meus fluidos escorrendo pelo pau dele, cada vez eu gemia mais e mais alto.
Enquanto o vizinho do 8d sério tinha se despido e se masturbava vendo o pau do irmão dele me fodendo sem parar, ele subiu no sofá, colocou o pênis na altura da minha cabeça e me pegando pelo cabelo me virou pra ele e guiou minha cabeça até o pau dele, colocou o pau dele apoiado nos meus lábios e depois pressionou com a cabeça grossa dele sobre eles, abri a boca e comecei a chupar a cabeça do pau dele, sugando, apertando o começo do pau dele com meus lábios, mas ele me segurando pelo cabelo do jeito que tava, não se contentou com isso, empurrou minha cabeça na direção dele enquanto empurrava com o quadril na minha direção e enfiou o pau dele até o fundo da minha garganta, depois começou a se mover fodendo minha boca, tirava o pau dele completamente da minha boca pra depois meter de novo de uma vez, uma e outra vez sentia ele deslizar pelos meus lábios enquanto entrava e saía, enquanto as mãos do irmão dele começaram a apertar meus peitos com força, puxando de vez em quando meus bicos pontudos que já estavam bem sensíveis, o vizinho do 8d sério me fodia a boca cada vez mais rápido tanto que tive que parar meus movimentos no pau do irmão gêmeo dele pra poder continuar deixando ele me foder. a boca.
Então fiquei parada com o pau dele enfiado até o fundo da minha buceta, deixando o outro foder minha boca à vontade. O pau dele ficou duro, muito duro, sentia o inchaço nos meus lábios e pelos movimentos dava pra ver que ele tava prestes a gozar. Aí ele tirou o pau da minha boca e, soltando meu cabelo, desceu do sofá. Ao mesmo tempo, sem me dar chance de fazer ou dizer nada, o vizinho simpático do 8D deu um tapinha na minha bunda.
— Vamos, continua, não para não, vizinha.
Comecei de novo a me mexer em cima dele, pulando pra cima e pra baixo. As mãos dele agarraram com força minha bunda, ajudando nos meus movimentos, me fazendo ir mais rápido ou mais devagar, aproveitando pra foder minha buceta.
— Não, não assim, mais forte — falou o vizinho sério do 8D.
De uma pancada forte, o vizinho simpático do 8D enfiou o pau inteiro em mim.
— Aaaaiii, sim, assim, mais, me dá forte.
Mas ele ficou parado com o pau cravado até o fundo da minha buceta. Aí o irmão dele, que tinha se posicionado atrás de mim, colocou a mão firme nas minhas costas, me fazendo inclinar até meus peitos roçarem no irmão dele. E, colocando a ponta do pau no meu cu, apertou com força. Meu ânus cedeu fácil, e a ponta do pau dele penetrou meu rabo.
— Hummm, vejo que esse cu gosta de ser fodido.
Virei um pouco o rosto pra olhar pra ele e sorri.
Ele me devolveu o sorriso e, com um empurrão forte, cravou o resto do pau dentro do meu cu.
Gritei, gemi.
Os dois começaram a se mover ritmicamente, fodendo um meu cu e o outro minha buceta. Tava extremamente tesuda, me dava muito calor sentir os dois paus dentro de mim. Me sentia cheia, morrendo de prazer. Meus bicos estavam duros como pedra, roçando sem parar no corpo do gêmeo simpático a cada investida do gêmeo sério. Eu cada vez gemia mais alto, e minha buceta jorrava pra todo lado. Meus fluidos escorriam pelas minhas coxas e pelas pernas do meu vizinho simpático.
Senti como os paus deles ficaram ainda mais duros, e minha Meu corpo reagiu, eu tremi, os paus deles sentindo meu corpo tenso começaram a me foder o mais rápido que podiam, eu sentia eles cada vez mais duros e bem fundo dentro de mim, sabia que estavam prestes a estourar e me inundar com o esperma deles, eu tremi ainda mais forte, então o vizinho sério do 8d se inclinou sobre mim, fazendo com que meu corpo grudasse completamente no do irmão gêmeo dele com o peso. Fiquei ali parada entre os corpos deles, com meus peitos e minha buceta colados no vizinho simpático e minhas costas e bunda no vizinho sério, me sentindo totalmente presa e penetrada, eles continuaram me fodendo, esfregando os corpos deles no meu, os paus deles continuavam me fodendo, entrando e saindo da minha buceta e do meu cu, eu derretia de prazer.

Meu orgasmo estava cada vez mais perto, meu corpo se contorcia de prazer, espremida entre os corpos e os paus dos dois vizinhos do 8d, então de repente os paus deles se cravaram até o fundo da minha buceta e do meu cu, meu corpo sentindo os paus deles bem dentro de mim tremeu várias vezes.

Ooohhh vou gozar, gritei

Meu corpo ficou tenso, senti calor, um calor que percorria todo o meu corpo e minha bucetinha, minha vagina jorrava fluidos sem parar, eu teria me arqueado de tanto prazer que sentia se não estivesse imobilizada entre aqueles dois corpos, comecei a gritar, estava prestes a ter um orgasmo incrível, cravei minhas unhas no corpo do meu vizinho simpático, que gritou de dor, e naquele instante o pau dele começou a soltar a porra dele dentro da minha buceta, então o pau do irmão dele fez o mesmo dentro do meu cu, ao sentir os primeiros jatos de porra quente na minha buceta e no meu cu, gozei intensamente sem parar de gritar extasiada:

Tô gozando, tô gozando aaahhh!

Os paus deles continuaram soltando jatos e jatos de porra na minha buceta e no meu cu enquanto minha buceta jorrava fluidos sem parar, até que toda a porra deles ficou dentro de mim.

Ficamos ali parados os três, recuperando o fôlego. A respiração após nossos orgasmos, notei como os paus deles perdiam tamanho e iam saindo dos meus dois buracos, primeiro da minha buceta e quase ao mesmo tempo do meu cu, dava pra sentir os restos de porra escorrendo dos meus buracos misturados com meus fluidos.
O vizinho sério do 8D, que tinha estado fodendo meu cu, se levantou e o irmão gêmeo fez o mesmo, me afastando um pouco e deixando que eu me sentasse no sofá. Fiquei ali sentada com os gêmeos de pé na minha frente, admirando meu corpo nu, com meus peitos e os bicos ainda duros, e minha buceta e coxas brilhando de porra e meus fluidos.
Então o vizinho sério do 8D se aproximou de mim e, enfiando a mão entre minhas pernas, foi roçando minhas coxas até chegar na minha buceta e, com os dedos, começou a esfregar primeiro devagar e depois cada vez mais rápido meu clitóris. Abri mais minhas pernas, me entregando ao prazer dos dedos dele no meu clitóris, comecei a ofegar, minha buceta continuava muito molhada. O vizinho simpático do 8D também veio até mim e, enfiando a mão por baixo da do irmão gêmeo, meteu um dedo na minha buceta, que entrou com muita facilidade, e em seguida introduziu um segundo dedo e começou a movê-los como se estivesse me fodendo com eles, enquanto o irmão continuava esfregando meu clitóris sem parar. Eu mexia levemente meu quadril, ajudando nos movimentos deles e porque não conseguia evitar me mexer assim do prazer que sentia, estava adorando. Eles iam acelerando cada vez mais o ritmo com que esfregavam meu clitóris e fodiam minha buceta, conforme viam que eu ia curtindo cada vez mais. Levei minhas mãos aos meus peitos e, com os dedos, procurei meus bicos, apertei e puxei eles, gozando da sensação. Eu estava totalmente molhada e o terceiro dedo entrou com facilidade, eu suspirava cada vez mais e minha buceta escorria de tanto fluido. Os dedos deles não paravam de se mexer no meu clitóris e na minha buceta, e eu continuava puxando e apertando meus bicos. Então ele tirou os dedos da minha buceta e, depois de levá-los até que a boca dela começou a lamber eles, chupando todos os meus fluidos, pra depois enfiar os dedos na minha buceta. Ela apertou mais e, depois de algumas tentativas, conseguiu enfiar um quarto dedo. Eu gemi com força, agora ela me fodia com os dedos mais devagar, e o irmão gêmeo dela fazia o mesmo no meu clitóris. Eu não conseguia parar de gemer e de mexer o quadril, comecei a sentir uns espasmos pequenos mas deliciosos. Aí o vizinho do 8D sério parou de esfregar meu clitóris e começou a dar tapinhas com a mão nele, um atrás do outro, sem parar. Eu tava em êxtase de prazer. O irmão gêmeo dele começou a apertar de novo pra enfiar a mão inteira na minha buceta, apertava uma e outra vez até que finalmente eu abri minhas pernas o máximo que pude e me abri por completo. A mão dele deslizou lenta mas firme pra dentro da minha buceta, eu gritei com força ao sentir ela dentro de mim. Não conseguia parar de gemer e gritar cada vez mais alto enquanto o braço dele entrava mais e mais na minha buceta, e a mão do irmão gêmeo continuava batendo sem parar no meu clitóris. Eu me contorci, comecei a ter espasmos cada vez mais intensos, soltei meus mamilos que estavam bem duros e pontudos e me agarrei com força no sofá.

Ooohhh Deus, eu gozo, porra! Gritei.

A mão bateu de novo no meu clitóris e o braço deslizou um pouco mais pra dentro de mim. Minha buceta, sentindo o braço dele lá dentro, jorrou fluidos enquanto eu não parava de gritar, aproveitando como uma louca aquele novo orgasmo. Meu corpo tava arqueado, suado e orgásmico, não parei de tremer e ter espasmos até que, aos poucos, aquele orgasmo impressionante foi acabando, ao mesmo tempo que meu vizinho do 8D simpático tirava o braço e a mão de dentro da minha vagina, e meu vizinho do 8D sério dava um descanso bem merecido pro meu clitóris. Eu continuei no sofá, ainda ofegante e gemendo por causa daquele orgasmo, notando o travesseiro debaixo de mim completamente encharcado pelos meus fluidos.

Fiquei ali recuperando o fôlego. completamente aberta de pernas com minha buceta dilatada e meus peitos com os mamilos duros e avermelhados, quando olhei de volta para eles, estavam de pé bem na minha frente, seus paus já tinham se recuperado e estavam duros de novo. Levaram as mãos ao mesmo tempo para seus paus e começaram a se masturbar me olhando, eu fiquei ali parada, deixando eles fazerem, me recuperando do meu último orgasmo.

Eu podia ver seus paus nas mãos deles enquanto se tocavam, sem parar de olhar todo o meu corpo, então me mexi e sentei na borda do sofá, eles se aproximaram um pouco, deixando seus paus ao alcance das minhas mãos e boca, cada um de um lado.

Peguei seus paus com minhas mãos, sentindo a dureza deles enquanto os masturbava suavemente, eles se encostaram ainda mais em mim e um deles levou o pau direto pra minha boca, e comecei a chupá-lo com vontade. O outro fez o mesmo e, tirando o pau da minha boca, enfiei o outro, chupando com força. Naquele momento, não sabia mais quem era quem, não dava pra distinguir nada, e enquanto me recuperava, tinha perdido a noção de onde cada um estava, mas não importava, minha boca ia de um pau pro outro sem parar de mamar, até que finalmente comecei a mamar um dos paus e o outro me deixou fazer, embora se masturbasse colado no meu rosto e batesse na minha bochecha com o pau dele.

Chupava devagar, sem tirar da boca, enquanto minha mão masturbava no ritmo da mamada, então ele tirou o pau da minha boca e o irmão gêmeo aproveitou que eu estava com a boca vazia pra parar de bater na minha bochecha e enfiar o dele, então continuei chupando o pau dele exatamente como tinha feito com o irmão. Assim continuamos várias vezes, trocando de um pau pro outro, lambendo, chupando e sugando com minha boca, lábios e língua.

Seus paus estavam cada vez mais duros, entrando e saindo da minha boca ritmadamente.

Continuei chupando seus paus de um jeito quase guloso, saboreando eles, eles começaram a gemer cada vez mais alto, então, em vez de... deixar que continuassem chupando daquele jeito, começaram a se coordenar pra enfiar as picas na minha boca até o fundo da minha garganta, até meu rosto ficar colado nos corpos deles, primeiro uma e assim que saía da minha boca a outra pica já esperava ansiosa pra enfiar até o fundo, entravam e saíam sem parar da minha boca, eu sentia elas deslizando pelos meus lábios até desaparecerem completamente dentro da minha boca, as picas deles endureceram ao máximo, os dois se afastaram um pouquinho de mim apertando com força as picas com as mãos pra evitar gozar.
E os dois ao mesmo tempo me disseram:
Como você fode e chupa bem, vizinha
Olhei pra cara deles e depois pras picas prestes a explodir, coisa que só evitavam pela pressão das mãos
Adoro o gosto das picas de vocês e quero saborear o leitinho de vocês, vizinhos, passei a língua nos lábios me lambendo.
Os dois ao mesmo tempo encostaram as picas na minha boca tentando enfiar as duas de uma vez, abri minha boca o máximo que pude mas só entraram um pouco, mas o suficiente pra sentir elas dentro da minha boca, eles gritaram de prazer e as picas começaram a soltar jatos de porra quente, eu ia engolindo um após o outro mas a porra continuava saindo das picas deles e como continuavam tentando pressionar pra enfiar as duas na minha boca, às vezes uma ou outra escapava soltando o sêmen nos meus olhos, nariz, queixo até que voltava a entrar na minha boca e eu engolia de novo o sêmen que era tanto que já escorria pelo canto dos meus lábios até que finalmente as picas deles, entre pequenos espasmos, terminaram de soltar toda a porra, peguei as picas já meio murchas com minhas mãos e limpei os restos de sêmen primeiro de uma e depois da outra, recolhi com meus dedos os restos do sêmen que tinham ficado espalhados pelo meu rosto e escorrido pelo canto dos meus lábios, fui lambendo e engolindo até não sobrar nada enquanto eles me olhavam ali de pé com as picas já murchas, extasiados.
Quando terminei, me Levantei notando como meus fluidos e restos de porra escorriam pelas minhas coxas. Me aproximei deles, dei um beijo no rosto de cada um e saí dali o mais rápido possível. Na porta, vesti a minissaia, conferi se a chave de casa ainda estava no lugar, abri a porta e, cobrindo os peitos com o braço, saí correndo escada abaixo.

Essa história é da autora Isa de todorelatos.

2 comentários - Casada muito puta

Buen relato, van ocho puntos, gracias por traerlo aquí.
¿Como se llama la autora?
hola amigo, se llama Isa, es de españa y por desgracia desde el 2008 que no publicfa, pero los relatos que ha publicado...son excelentes...x lo menos para mi.
saludos.
Excelente relato! Muy bien narrado. Calienta mucho
Me alegro que te haya gustado el relato.
Saludos