Íamos relax no carro, de noite, já na estrada de montanha, numa escapada de fim de semana, até que por causa do mau estado da estrada e da tempestade, meu marido perdeu o controle do veículo e acabou caindo numa valeta. Graças a Deus estávamos bem, mas por mais que tentássemos, não conseguimos tirar o carro de onde tinha ficado atolado.
Ligamos para o serviço de assistência, que nos disse que por causa da tempestade prevista até amanhã de manhã, era impossível virem nos rebocar — teríamos que passar a noite no carro.
Que merda!
Consultamos o mapa e o hotelzinho rural parecia estar bem perto. Como a tempestade parecia dar uma trégua, decidimos tentar chegar até lá.
Pegamos a mochila com umas roupas, as carteiras, celular...
Já tarde, depois de caminhar muito, sem dúvida tínhamos errado em alguma coisa, porque não encontramos nada além de natureza e todos aqueles barulhos noturnos que me arrepiaram os cabelos. Pra piorar nossa má sorte, a tempestade parecia mostrar toda sua força de novo. Estávamos prestes a dar meia-volta e voltar pro carro, mesmo ele já tendo ficado bem pra trás, quando vimos uma luz no que parecia ser a cabana de um pastor. Corremos pra lá a toda velocidade, já que as primeiras gotas começavam a cair.
Meu marido bateu várias vezes com força na porta até que se ouviram uns movimentos lentos e pesados se aproximando.
— A gente se perdeu!
A porta se abriu, revelando um homem já maduro, de compleição grossa, ombros largos, não muito alto, com traços no rosto que mostravam sua vida ao ar livre. Depois de sair da surpresa, ele nos deixou entrar amavelmente. Nos aquecemos perto do fogo. O homem era calado, taciturno, mas se comportou com cortesia. Depois de jantar alguma coisa, o pastor nos ofereceu o único quarto da cabana pra dormirmos lá. Tirei umas coisas da mochila — camisola e roupão — pra me trocar e dormir. Me despi completamente e vesti a Camisola, a gente começou a conversar deitados na cama até que finalmente meu marido pegou no sono. Eu já estava quase dormindo também quando lembrei que a mochila com as carteiras tinha ficado no quarto principal. Preocupada com um possível furto, levantei, vesti o roupão fino que tinha, mal chegava na metade da coxa. Devagar, abri a porta com cuidado pra não fazer barulho.
Olhei pela fresta, parecia que não tinha ninguém, então terminei de abrir a porta e fui até a mochila. Meu marido, como sempre, ao tirar a roupa dele tinha deixado tudo uma bagunça, então me inclinei e recolhi as roupas. Já estava assim há um tempinho quando ouvi um murmúrio atrás de mim. Me virei pra ver o que era. Era o pastor, que estava num canto na penumbra, tranquilamente recostado numa cadeira. Não falava nada, mas não tirava os olhos de mim enquanto continuava fazendo aquele murmúrio incompreensível. Me endireitei de repente e, instintivamente, com uma das mãos puxei o roupão, tentando cobrir um pouco minhas coxas nuas.
— A mochila — consegui dizer pra quebrar o gelo.
O homem não disse nada, só aquele murmúrio meio visceral. Peguei a mochila e me enfiei no quarto o mais rápido que pude. Fechei a porta, me deitei na cama e na mesma hora apaguei.
Um barulho, um *plam!* Me acordou.
Meu marido continuava profundamente dormindo. Dei um cotovelo nele, mas nem assim. Fui de novo até a porta e tornei a entreabrir pra ver o que tinha feito aquele barulho. A porta da frente estava aberta e, com o vento, batia fazendo aquele som. Fui fechá-la, mas antes dei uma olhada lá fora. No pequeno estábulo ao lado, tinha luz.
Que porra ele devia estar fazendo a essa hora?
Me aproximei de uma das janelinhas do estábulo, espiei. O pastor estava bem ali, tão perto que pensei que tinha me visto, mas não. A diferença de luz e escuridão me protegia.
O homem acariciava uma das ovelhas dele. Agora não parecia tão bruto. A Acariciava sem parar, agucei a audição e consegui entender o que ele dizia:
Ah não, Adela, hoje não, tem convidados
A ovelha respondeu com seu típico béeééééééé
— Olha como você é safada, Adela.
O homem se posicionou atrás da ovelha e, desatando a corda que usava como cinto, baixou as calças, deixando o pênis à mostra.
Meus olhos se arregalaram — era um pau enorme, fazendo o de um negro dotado parecer normal, sem falar naqueles micro-paus do Améyummy e da Ásia.
Era comprido, grosso e, mesmo assim, dava pra ver que era bem duro. Ele se masturbou por um instante, depois foi atrás do buraco vaginal da ovelha e enfiou aquela pica imensa, segurando ela firme pelo pelo enquanto metia sem parar.
Um relâmpago fez o homem se virar para minha janela. Eu me abaixei na hora e, um segundo depois, olhei de novo. Fiquei tranquila ao ver que ele continuava na dele. Decidi voltar pra casa pra não ser descoberta.
Me enfiei na cama e acabei dormindo, acho que sonhando com a cena que acabara de ver. De manhã, meu marido, já acordado e vestido, me sacudia.
— Querida, vou até o carro assim que tirarem ele da vala, te pego no caminho — assim você não precisa encarar a caminhada também. Me deu um beijo na testa e foi embora.
Depois de rolar um pouco na cama sem conseguir pegar no sono de novo, levantei. Fui catar a roupa que meu marido tinha deixado espalhada ao redor da mochila de novo.
— Só pode, sempre deixa tudo do mesmo jeito, um bagunçado — pensei.
Foi quando vi: uma das minhas minissaias, das mais curtinhas. Poxa, achei que tava nas malas do carro. Ia guardar quando me veio uma ideia pra me divertir um pouco com o caipira. Tirei tudo e vesti a saia. Ficou de matar, ainda mais com os peitos de fora. Passei a mão nas pernas, do joelho até a coxa, sentindo como eram macias, e depois dei um tapinha na bunda — firme, hein. disse
e por último apertei meus peitos puxando meus mamilos, redondos, grandes
perfeitos.
Como era lógico, não levava nada naquela mochila combinando com aquela minissaia, então depois de muito olhar e hesitar, vesti o que achei que seria mais sexy: uma camiseta regata branca do meu marido.
Quando saí, o pastor estava fazendo o café da manhã de costas pra mim, então não me viu. Me aproximei da porta da frente e abri, a tempestade tinha passado e o sol brilhava. O homem se virou e eu aproveitei pra me espreguiçar, destacando ainda mais as curvas sensuais do meu corpo.
Vi nos olhos dele um olhar de desejo contido.
— O que tem de café da manhã?
O homem serviu outra tigela de cum e nos sentamos numa mesinha quadrada, cada um de um lado. Eu olhava a tigela de cum enquanto ele jogava migalhas de pão dentro e não parava de me olhar.
— Não tem açúcar?
O pastor fez um gesto com a cabeça indicando um potinho numa prateleira da cozinha. Me levantei e andei rebolando o máximo que pude. Quando me sentei, fiz isso devagar, enquanto a minissaia subia demais. Ele parecia que bufava como um touro enquanto engolia o cum e o pão.
— Vou me divertir com esse caipira — pensei. — Essa noite ele vai foder gostoso a Adela.
— E agora, o que mais? — pensei.
— Ah, já sei: vou pegar a tigela de cum e beber devagar, como se estivesse bebendo outro tipo de cum. É isso que vou fazer. Que ideia genial.
Na verdade, a ideia me agradou tanto que meus mamilos ficaram duros e apareceram através da camiseta. O homem baixou a cabeça na hora
e se concentrou no café da manhã, mas resmungando de novo, igual tinha feito na noite anterior. — Pô, então era por isso que ele resmungava, tava de pau duro me olhando escondido enquanto eu guardava as coisas da mochila de roupão.
Agora era minha vez. Ia fazer ele passar mal. Passei a mão no cabelo com as duas mãos e, descendo até meus peitos, ajustei eles por cima da camiseta. Ia pegar a tigela pra sorver como tinha pensado, quando ele... O cara se levantou que nem um bicho, vindo na minha direção. Mal deu tempo de eu me levantar, e ele, me pegando com uma mão pelo pescoço, me ergueu, fazendo com que eu mal tocasse o chão na ponta dos pés.
— O que é isso? Me solta!
Mas ele já tava indo pro quarto, ainda com a mão na minha garganta. Me jogou na cama e, com a mão livre, começou a apalpar meus peitos com força.
— Não! Não! Me deixa, filho da puta!
Ele, de um puxão, arrancou minha camiseta, deixando meus peitos no ar. Se inclinou sobre mim e começou a lamber eles inteiros, enchendo eles de saliva. Depois, se jogou pra trás e, com outro puxão forte, arrancou minha minissaia, deixando minha buceta molhada e depilada à mostra. Com a mão livre, ele começou a desfazer o nó da corda que segurava a calça dele.
Comecei a gritar, mexendo as pernas, tentando me soltar. Era inútil.
Gritei o nome do meu marido umas duas vezes, até que, finalmente, aquela pica enorme se apoiou na minha frestinha, na entrada da minha buceta, e, com um empurrão forte, se enfiou dentro de mim.
Gritei de novo, mas dessa vez de prazer. Ele me comeu com força de novo, e a pica dele ficou molhada com meus sucos vaginais. Eu gemia e me contorcia de tesão.
Ele parou, meio desconcertado.
— Vai, não para agora, me dá forte, vai, me fode com esse pauzão que você tem.
Ele soltou minha garganta e, me segurando com força pelos peitos, começou a me foder cada vez mais rápido, até que a pica inteira entrou dentro de mim. Eu tava com as pernas tão abertas que achava que ia me partir, mas agora isso não importava, eu tava gozando como nunca.
Gemi de novo com força. Ele se inclinou de novo até chegar com a boca nos meus peitos e começou a morder eles com força, especialmente meus bicos, aumentando ainda mais meu prazer.
Ele continuou me comendo com toda a força. Meu corpo se contorcia de prazer, eu sentia meu orgasmo chegando com toda intensidade. Aí ele, bufando, diminuiu o ritmo, enfiando devagar aquela pica enorme na minha buceta, bem devagar, até que as bolas dele... Bateram na minha buceta, ficamos parados assim por uns segundos, me sentia fodida até o fundo da minha alma. Ele pegou meus peitos de novo, apertando com as mãos fortes e ásperas. Com um movimento de quadril, me esfreguei nele, de repente meu corpo se tensionou e da minha garganta saiu um grito enorme de prazer, e eu tive um orgasmo magnífico entre espasmos.
Ele tirou o pau ainda duro, porque não tinha gozado na minha buceta, ela estava toda encharcada dos meus fluidos. Ele puxou mim, me fazendo chegar perto dele, e quando eu estava na altura certa, colocou ele entre meus peitos e começou a fazer como se estivesse fodendo eles. Quis acariciar aquele membro gigantesco enquanto ele fodia meus peitos, mas ele não deixou. Então foi ele mesmo que pegou o pau com a mão e começou a dar porradas fortes com o pintão nos meus peitos, primeiro num, depois no outro, e assim trocando umas quantas vezes sem parar de se masturbar.
Com a outra mão, ele pegou minha cabeça e, de forma brusca, tentou meter o pau na minha boca. Era impossível, grosso demais. Eu abria a boca o máximo que podia, mas mal entrava. Eu sugava com força, com meus lábios, o que entrava da cabeça dele. De repente, ele se tensionou e o pau dele explodiu, começando a soltar todo o sêmen na minha boca. Um jato, outro e mais outro. Porra, aquele pau podia gozar tanto quanto era enorme. Saía tanta porra que, mesmo eu continuando engolindo, o leite escorria pelo canto dos meus lábios. Ele se afastou alguns centímetros de mim e, balançando um pouco, continuou gozando em cima de mim, sobre meus peitos, até não sobrar nem uma gota de porra dentro dele.
Minhas mãos esfregaram todo o sêmen que ele tinha derramado nos meus peitos. Nos olhos dele, dava pra ver luxúria. Eu sorri pra ele e, com meus dedos, peguei os restos da porra que ainda escorria pelo meu queixo, levando à minha boca e lambendo com gosto.
Bufando de novo como um touro, igual fez quando levantou da mesa, ele se jogou em cima de mim, descendo na hora. até minha buceta, ele aproximou o rosto da minha rachinha e, inspirando com intensidade, cheirou minha buceta, que estava encharcada de fluidos.
E começou a lamber minha buceta com fervor, passava a língua por todos os lados, minha buceta ficou ainda mais molhada, me fazia gozar como uma louca com tanta lambida. Eram meio desajeitadas, mas tão brutas, e essa brutalidade, buf, me deixava com tanto tesão. Então ele meteu, sem cerimônia, três dos dedos na minha buceta, que entraram com toda facilidade. Eu me contorcia, gemia e ofegava.
Assim que os dedos ficaram bem ensopados, ele procurou meu cu, enfiou um dos dedos e começou a me foder por ali sem parar de comer minha buceta. Na mesma hora, outro dedo entrou, e depois um terceiro. Meus gemidos viraram gritos, minha buceta derretia diante daquela língua, e meu cu pedia mais diante de tanto prazer. Não aguentei mais e me deixei levar, comecei a gritar:
— Vou gozar! — uma e outra vez, enquanto meu corpo se contorcia aproveitando meu orgasmo. Aos poucos, fui relaxando depois de terminar meu novo orgasmo, embora ainda ofegasse pela intensidade dele.
O pastor se levantou e foi embora sem dizer uma palavra. Eu, deitada na cama, tentava me recuperar de tanto esforço e prazer. Minhas mãos acariciavam meu corpo suado. Finalmente, recuperei a respiração.
Então ouvi seus passos pesados voltando para o quarto. Ele parou na moldura da porta, parecia estar bufando de novo, e tinha o pau totalmente duro. Olhei bem pra ele, apreciando o tamanho, e então percebi:
Ele estava com o pau todo besuntado de beautiful.
Sem me dar tempo de fazer ou dizer nada, ele se jogou em cima de mim, me virou e, apertando-me com uma das mãos contra a cama, tentou enfiar o pau no meu cu. Depois de várias tentativas bruscas, finalmente a cabecinha rompeu meu cu e entrou. Mas o pau dele é tão grande que, mesmo empurrando com força, não avançava mais.
— Espera, espera, deixa eu.
Levantei e fiquei de quatro.
— Tenta assim, vai ver que encaixa melhor.
Ele Subiu na cama e, me segurando pela cintura, colocou o pau de novo no meu cu e, com uma porrada forte, meteu quase tudo.
Ahhhhh, você me mata, mais, me dá mais.
Outra estocada e entrou tudo, me dando uma dor do caralho mas ao mesmo tempo um puta prazer.
Gritei de dor, e depois segui com gemidinhos de prazer, com uns "Ai!" no meio.
O pau dele explorava o fundo do meu cu, tava tão quente que eu precisava fazer algo, puxei o travesseiro e me debrucei nele, mordendo com força. Ele aproveitou pra juntar meu cabelo e segurar com a mão dele. Agora ele tava fodendo meu cu enquanto puxava meu cabelo, as estocadas eram tão fortes que às vezes levantava minha cabeça junto com o travesseiro.
Parei de morder o travesseiro por um instante.
Isso, assim, me fode, arrebenta meu cu, Deeeeeus que gostoooo.
Ele começou a se mover mais rápido, metendo com toda força. Comecei a gemer cada vez mais alto, o homem ficou ainda mais excitado, as estocadas ficaram mais violentas, igual as puxadas de cabelo que faziam minha cabeça levantar cada vez mais, até que, de repente, senti um puta prazer no meu cu que começou a se espalhar pelo corpo todo. Tive um orgasmo anal do caralho, gritando igual uma louca de prazer. O pastor continuou fodendo meu cu sem parar até que não aguentou mais e o pau dele explodiu dentro do meu cu. Senti os jatos quentes de porra dentro de mim. De repente, ele tirou o pau do meu cu e um jato quente de porra caiu na minha bunda e, na mesma hora, meteu de uma vez só na minha buceta. Ele me empurrou com força, agora sentia o pau dele gozando dentro da minha buceta, o semen quentinho lá dentro. Aos poucos, as estocadas foram ficando mais fracas, e os espasmos soltando a porra pararam.
Ele tirou o pau da minha buceta e esfregou na minha bunda, bem no lugar onde tinha caído o jato quando ele trocou do meu cu pra minha buceta. A porra dele escorria do meu cu e deslizava. até minha buceta, onde se misturava com o resto do sêmen dele e meus fluidos, e tudo junto escorria pelas minhas coxas até chegar na cama.
O homem desapareceu, eu me limpei como pude, passando desodorante e perfume pra disfarçar o cheiro de sexo. Daí a pouco meu marido chegou com o carro, entrei e fomos embora. O pastor não apareceu de novo. Ficaram lá a camiseta rasgada do meu marido e minha minissaia. Agora entendo por que, quando o pastor disse não pra Adela naquela noite, ela provocou ele com o típico "bééé". Eu entendia perfeitamente: também queria mais daquela piroca enorme e gostosa.
Esse conto é da autora Isa, do todorelatos.
Ligamos para o serviço de assistência, que nos disse que por causa da tempestade prevista até amanhã de manhã, era impossível virem nos rebocar — teríamos que passar a noite no carro.
Que merda!
Consultamos o mapa e o hotelzinho rural parecia estar bem perto. Como a tempestade parecia dar uma trégua, decidimos tentar chegar até lá.
Pegamos a mochila com umas roupas, as carteiras, celular...
Já tarde, depois de caminhar muito, sem dúvida tínhamos errado em alguma coisa, porque não encontramos nada além de natureza e todos aqueles barulhos noturnos que me arrepiaram os cabelos. Pra piorar nossa má sorte, a tempestade parecia mostrar toda sua força de novo. Estávamos prestes a dar meia-volta e voltar pro carro, mesmo ele já tendo ficado bem pra trás, quando vimos uma luz no que parecia ser a cabana de um pastor. Corremos pra lá a toda velocidade, já que as primeiras gotas começavam a cair.
Meu marido bateu várias vezes com força na porta até que se ouviram uns movimentos lentos e pesados se aproximando.
— A gente se perdeu!
A porta se abriu, revelando um homem já maduro, de compleição grossa, ombros largos, não muito alto, com traços no rosto que mostravam sua vida ao ar livre. Depois de sair da surpresa, ele nos deixou entrar amavelmente. Nos aquecemos perto do fogo. O homem era calado, taciturno, mas se comportou com cortesia. Depois de jantar alguma coisa, o pastor nos ofereceu o único quarto da cabana pra dormirmos lá. Tirei umas coisas da mochila — camisola e roupão — pra me trocar e dormir. Me despi completamente e vesti a Camisola, a gente começou a conversar deitados na cama até que finalmente meu marido pegou no sono. Eu já estava quase dormindo também quando lembrei que a mochila com as carteiras tinha ficado no quarto principal. Preocupada com um possível furto, levantei, vesti o roupão fino que tinha, mal chegava na metade da coxa. Devagar, abri a porta com cuidado pra não fazer barulho.
Olhei pela fresta, parecia que não tinha ninguém, então terminei de abrir a porta e fui até a mochila. Meu marido, como sempre, ao tirar a roupa dele tinha deixado tudo uma bagunça, então me inclinei e recolhi as roupas. Já estava assim há um tempinho quando ouvi um murmúrio atrás de mim. Me virei pra ver o que era. Era o pastor, que estava num canto na penumbra, tranquilamente recostado numa cadeira. Não falava nada, mas não tirava os olhos de mim enquanto continuava fazendo aquele murmúrio incompreensível. Me endireitei de repente e, instintivamente, com uma das mãos puxei o roupão, tentando cobrir um pouco minhas coxas nuas.
— A mochila — consegui dizer pra quebrar o gelo.
O homem não disse nada, só aquele murmúrio meio visceral. Peguei a mochila e me enfiei no quarto o mais rápido que pude. Fechei a porta, me deitei na cama e na mesma hora apaguei.
Um barulho, um *plam!* Me acordou.
Meu marido continuava profundamente dormindo. Dei um cotovelo nele, mas nem assim. Fui de novo até a porta e tornei a entreabrir pra ver o que tinha feito aquele barulho. A porta da frente estava aberta e, com o vento, batia fazendo aquele som. Fui fechá-la, mas antes dei uma olhada lá fora. No pequeno estábulo ao lado, tinha luz.
Que porra ele devia estar fazendo a essa hora?
Me aproximei de uma das janelinhas do estábulo, espiei. O pastor estava bem ali, tão perto que pensei que tinha me visto, mas não. A diferença de luz e escuridão me protegia.
O homem acariciava uma das ovelhas dele. Agora não parecia tão bruto. A Acariciava sem parar, agucei a audição e consegui entender o que ele dizia:
Ah não, Adela, hoje não, tem convidados
A ovelha respondeu com seu típico béeééééééé
— Olha como você é safada, Adela.
O homem se posicionou atrás da ovelha e, desatando a corda que usava como cinto, baixou as calças, deixando o pênis à mostra.
Meus olhos se arregalaram — era um pau enorme, fazendo o de um negro dotado parecer normal, sem falar naqueles micro-paus do Améyummy e da Ásia.
Era comprido, grosso e, mesmo assim, dava pra ver que era bem duro. Ele se masturbou por um instante, depois foi atrás do buraco vaginal da ovelha e enfiou aquela pica imensa, segurando ela firme pelo pelo enquanto metia sem parar.
Um relâmpago fez o homem se virar para minha janela. Eu me abaixei na hora e, um segundo depois, olhei de novo. Fiquei tranquila ao ver que ele continuava na dele. Decidi voltar pra casa pra não ser descoberta.
Me enfiei na cama e acabei dormindo, acho que sonhando com a cena que acabara de ver. De manhã, meu marido, já acordado e vestido, me sacudia.
— Querida, vou até o carro assim que tirarem ele da vala, te pego no caminho — assim você não precisa encarar a caminhada também. Me deu um beijo na testa e foi embora.
Depois de rolar um pouco na cama sem conseguir pegar no sono de novo, levantei. Fui catar a roupa que meu marido tinha deixado espalhada ao redor da mochila de novo.
— Só pode, sempre deixa tudo do mesmo jeito, um bagunçado — pensei.
Foi quando vi: uma das minhas minissaias, das mais curtinhas. Poxa, achei que tava nas malas do carro. Ia guardar quando me veio uma ideia pra me divertir um pouco com o caipira. Tirei tudo e vesti a saia. Ficou de matar, ainda mais com os peitos de fora. Passei a mão nas pernas, do joelho até a coxa, sentindo como eram macias, e depois dei um tapinha na bunda — firme, hein. disse
e por último apertei meus peitos puxando meus mamilos, redondos, grandes
perfeitos.
Como era lógico, não levava nada naquela mochila combinando com aquela minissaia, então depois de muito olhar e hesitar, vesti o que achei que seria mais sexy: uma camiseta regata branca do meu marido.
Quando saí, o pastor estava fazendo o café da manhã de costas pra mim, então não me viu. Me aproximei da porta da frente e abri, a tempestade tinha passado e o sol brilhava. O homem se virou e eu aproveitei pra me espreguiçar, destacando ainda mais as curvas sensuais do meu corpo.
Vi nos olhos dele um olhar de desejo contido.
— O que tem de café da manhã?
O homem serviu outra tigela de cum e nos sentamos numa mesinha quadrada, cada um de um lado. Eu olhava a tigela de cum enquanto ele jogava migalhas de pão dentro e não parava de me olhar.
— Não tem açúcar?
O pastor fez um gesto com a cabeça indicando um potinho numa prateleira da cozinha. Me levantei e andei rebolando o máximo que pude. Quando me sentei, fiz isso devagar, enquanto a minissaia subia demais. Ele parecia que bufava como um touro enquanto engolia o cum e o pão.
— Vou me divertir com esse caipira — pensei. — Essa noite ele vai foder gostoso a Adela.
— E agora, o que mais? — pensei.
— Ah, já sei: vou pegar a tigela de cum e beber devagar, como se estivesse bebendo outro tipo de cum. É isso que vou fazer. Que ideia genial.
Na verdade, a ideia me agradou tanto que meus mamilos ficaram duros e apareceram através da camiseta. O homem baixou a cabeça na hora
e se concentrou no café da manhã, mas resmungando de novo, igual tinha feito na noite anterior. — Pô, então era por isso que ele resmungava, tava de pau duro me olhando escondido enquanto eu guardava as coisas da mochila de roupão.
Agora era minha vez. Ia fazer ele passar mal. Passei a mão no cabelo com as duas mãos e, descendo até meus peitos, ajustei eles por cima da camiseta. Ia pegar a tigela pra sorver como tinha pensado, quando ele... O cara se levantou que nem um bicho, vindo na minha direção. Mal deu tempo de eu me levantar, e ele, me pegando com uma mão pelo pescoço, me ergueu, fazendo com que eu mal tocasse o chão na ponta dos pés.
— O que é isso? Me solta!
Mas ele já tava indo pro quarto, ainda com a mão na minha garganta. Me jogou na cama e, com a mão livre, começou a apalpar meus peitos com força.
— Não! Não! Me deixa, filho da puta!
Ele, de um puxão, arrancou minha camiseta, deixando meus peitos no ar. Se inclinou sobre mim e começou a lamber eles inteiros, enchendo eles de saliva. Depois, se jogou pra trás e, com outro puxão forte, arrancou minha minissaia, deixando minha buceta molhada e depilada à mostra. Com a mão livre, ele começou a desfazer o nó da corda que segurava a calça dele.
Comecei a gritar, mexendo as pernas, tentando me soltar. Era inútil.
Gritei o nome do meu marido umas duas vezes, até que, finalmente, aquela pica enorme se apoiou na minha frestinha, na entrada da minha buceta, e, com um empurrão forte, se enfiou dentro de mim.
Gritei de novo, mas dessa vez de prazer. Ele me comeu com força de novo, e a pica dele ficou molhada com meus sucos vaginais. Eu gemia e me contorcia de tesão.
Ele parou, meio desconcertado.
— Vai, não para agora, me dá forte, vai, me fode com esse pauzão que você tem.
Ele soltou minha garganta e, me segurando com força pelos peitos, começou a me foder cada vez mais rápido, até que a pica inteira entrou dentro de mim. Eu tava com as pernas tão abertas que achava que ia me partir, mas agora isso não importava, eu tava gozando como nunca.
Gemi de novo com força. Ele se inclinou de novo até chegar com a boca nos meus peitos e começou a morder eles com força, especialmente meus bicos, aumentando ainda mais meu prazer.
Ele continuou me comendo com toda a força. Meu corpo se contorcia de prazer, eu sentia meu orgasmo chegando com toda intensidade. Aí ele, bufando, diminuiu o ritmo, enfiando devagar aquela pica enorme na minha buceta, bem devagar, até que as bolas dele... Bateram na minha buceta, ficamos parados assim por uns segundos, me sentia fodida até o fundo da minha alma. Ele pegou meus peitos de novo, apertando com as mãos fortes e ásperas. Com um movimento de quadril, me esfreguei nele, de repente meu corpo se tensionou e da minha garganta saiu um grito enorme de prazer, e eu tive um orgasmo magnífico entre espasmos.
Ele tirou o pau ainda duro, porque não tinha gozado na minha buceta, ela estava toda encharcada dos meus fluidos. Ele puxou mim, me fazendo chegar perto dele, e quando eu estava na altura certa, colocou ele entre meus peitos e começou a fazer como se estivesse fodendo eles. Quis acariciar aquele membro gigantesco enquanto ele fodia meus peitos, mas ele não deixou. Então foi ele mesmo que pegou o pau com a mão e começou a dar porradas fortes com o pintão nos meus peitos, primeiro num, depois no outro, e assim trocando umas quantas vezes sem parar de se masturbar.
Com a outra mão, ele pegou minha cabeça e, de forma brusca, tentou meter o pau na minha boca. Era impossível, grosso demais. Eu abria a boca o máximo que podia, mas mal entrava. Eu sugava com força, com meus lábios, o que entrava da cabeça dele. De repente, ele se tensionou e o pau dele explodiu, começando a soltar todo o sêmen na minha boca. Um jato, outro e mais outro. Porra, aquele pau podia gozar tanto quanto era enorme. Saía tanta porra que, mesmo eu continuando engolindo, o leite escorria pelo canto dos meus lábios. Ele se afastou alguns centímetros de mim e, balançando um pouco, continuou gozando em cima de mim, sobre meus peitos, até não sobrar nem uma gota de porra dentro dele.
Minhas mãos esfregaram todo o sêmen que ele tinha derramado nos meus peitos. Nos olhos dele, dava pra ver luxúria. Eu sorri pra ele e, com meus dedos, peguei os restos da porra que ainda escorria pelo meu queixo, levando à minha boca e lambendo com gosto.
Bufando de novo como um touro, igual fez quando levantou da mesa, ele se jogou em cima de mim, descendo na hora. até minha buceta, ele aproximou o rosto da minha rachinha e, inspirando com intensidade, cheirou minha buceta, que estava encharcada de fluidos.
E começou a lamber minha buceta com fervor, passava a língua por todos os lados, minha buceta ficou ainda mais molhada, me fazia gozar como uma louca com tanta lambida. Eram meio desajeitadas, mas tão brutas, e essa brutalidade, buf, me deixava com tanto tesão. Então ele meteu, sem cerimônia, três dos dedos na minha buceta, que entraram com toda facilidade. Eu me contorcia, gemia e ofegava.
Assim que os dedos ficaram bem ensopados, ele procurou meu cu, enfiou um dos dedos e começou a me foder por ali sem parar de comer minha buceta. Na mesma hora, outro dedo entrou, e depois um terceiro. Meus gemidos viraram gritos, minha buceta derretia diante daquela língua, e meu cu pedia mais diante de tanto prazer. Não aguentei mais e me deixei levar, comecei a gritar:
— Vou gozar! — uma e outra vez, enquanto meu corpo se contorcia aproveitando meu orgasmo. Aos poucos, fui relaxando depois de terminar meu novo orgasmo, embora ainda ofegasse pela intensidade dele.
O pastor se levantou e foi embora sem dizer uma palavra. Eu, deitada na cama, tentava me recuperar de tanto esforço e prazer. Minhas mãos acariciavam meu corpo suado. Finalmente, recuperei a respiração.
Então ouvi seus passos pesados voltando para o quarto. Ele parou na moldura da porta, parecia estar bufando de novo, e tinha o pau totalmente duro. Olhei bem pra ele, apreciando o tamanho, e então percebi:
Ele estava com o pau todo besuntado de beautiful.
Sem me dar tempo de fazer ou dizer nada, ele se jogou em cima de mim, me virou e, apertando-me com uma das mãos contra a cama, tentou enfiar o pau no meu cu. Depois de várias tentativas bruscas, finalmente a cabecinha rompeu meu cu e entrou. Mas o pau dele é tão grande que, mesmo empurrando com força, não avançava mais.
— Espera, espera, deixa eu.
Levantei e fiquei de quatro.
— Tenta assim, vai ver que encaixa melhor.
Ele Subiu na cama e, me segurando pela cintura, colocou o pau de novo no meu cu e, com uma porrada forte, meteu quase tudo.
Ahhhhh, você me mata, mais, me dá mais.
Outra estocada e entrou tudo, me dando uma dor do caralho mas ao mesmo tempo um puta prazer.
Gritei de dor, e depois segui com gemidinhos de prazer, com uns "Ai!" no meio.
O pau dele explorava o fundo do meu cu, tava tão quente que eu precisava fazer algo, puxei o travesseiro e me debrucei nele, mordendo com força. Ele aproveitou pra juntar meu cabelo e segurar com a mão dele. Agora ele tava fodendo meu cu enquanto puxava meu cabelo, as estocadas eram tão fortes que às vezes levantava minha cabeça junto com o travesseiro.
Parei de morder o travesseiro por um instante.
Isso, assim, me fode, arrebenta meu cu, Deeeeeus que gostoooo.
Ele começou a se mover mais rápido, metendo com toda força. Comecei a gemer cada vez mais alto, o homem ficou ainda mais excitado, as estocadas ficaram mais violentas, igual as puxadas de cabelo que faziam minha cabeça levantar cada vez mais, até que, de repente, senti um puta prazer no meu cu que começou a se espalhar pelo corpo todo. Tive um orgasmo anal do caralho, gritando igual uma louca de prazer. O pastor continuou fodendo meu cu sem parar até que não aguentou mais e o pau dele explodiu dentro do meu cu. Senti os jatos quentes de porra dentro de mim. De repente, ele tirou o pau do meu cu e um jato quente de porra caiu na minha bunda e, na mesma hora, meteu de uma vez só na minha buceta. Ele me empurrou com força, agora sentia o pau dele gozando dentro da minha buceta, o semen quentinho lá dentro. Aos poucos, as estocadas foram ficando mais fracas, e os espasmos soltando a porra pararam.
Ele tirou o pau da minha buceta e esfregou na minha bunda, bem no lugar onde tinha caído o jato quando ele trocou do meu cu pra minha buceta. A porra dele escorria do meu cu e deslizava. até minha buceta, onde se misturava com o resto do sêmen dele e meus fluidos, e tudo junto escorria pelas minhas coxas até chegar na cama.
O homem desapareceu, eu me limpei como pude, passando desodorante e perfume pra disfarçar o cheiro de sexo. Daí a pouco meu marido chegou com o carro, entrei e fomos embora. O pastor não apareceu de novo. Ficaram lá a camiseta rasgada do meu marido e minha minissaia. Agora entendo por que, quando o pastor disse não pra Adela naquela noite, ela provocou ele com o típico "bééé". Eu entendia perfeitamente: também queria mais daquela piroca enorme e gostosa.
Esse conto é da autora Isa, do todorelatos.
1 comentários - Casada fodida por um pastor
Buen post, van puntos
Perfecta descripción de un orgasmo anal
Es excelente el relato