O velho ginecologista

Já fazia um tempão que eu deveria ter ido na minha revisão periódica, mas por uma coisa ou outra nunca conseguia arrumar tempo nem um momento pra ir. Então, aproveitando que naquela tarde não tinha nada pra fazer e que não queria mais adiar os check-ups que tava devendo, pelo bem da minha saúde, decidi aparecer no consultório da minha ginecologista. Sabia que teria que chegar cedo e que, uma vez lá, explicando pra secretária que não tinha hora marcada, ia ter que esperar ser atendida por último.

Chegando lá, a moça, como sempre, me tratou super bem. Expliquei meu caso e, depois de acompanhar outra paciente pra dentro da sala que servia de consultório, ela voltou me avisando que eu seria atendida. Então sentei numa das cadeiras da sala de espera junto com outras pacientes, me armei de paciência e, olhando as revistas que tinha numa mesinha, peguei várias — todas de fofoca e moda. Depois de hesitar um pouco, finalmente decidi começar pelas de moda.

Acabou sendo uma dúvida besta, porque deu tempo de sobra pra ver quase todas as revistas que tinha pegado. Já tava pensando em qual escolher de novo, quando finalmente saiu a última moça. A secretária, depois de se despedir dela na porta, veio até mim e disse:
— Se faz o favor de me acompanhar.
— Sim, claro.
Larguei a revista na mesa rapidinho, peguei minha bolsa e fui atrás dela.

Qual não foi minha surpresa ao ver que, atrás da mesa, não estava minha ginecologista, mas um homem já bem velhinho. Acho que ver minha cara de susto fez ele comentar:
— Boa tarde, sou o substituto durante o período de férias da sua médica.
— Boa tarde, ah, sim, claro — consegui dizer enquanto deixava minha bolsa no cabide e me sentava.
— Bem, doutor — disse a secretária —, o senhor se importa de fechar de novo? Estão me esperando e, se não for incômodo...
— Pode ir tranquila, filha, eu fecho. Até amanhã.
— Até amanhã e obrigada. — Despediu-se a secretária.
O ginecologista... Pegou minha ficha de paciente e deu uma olhada, estudando os dados que tinham ali. Eu me distraí observando os objetos que estavam em cima da mesa: uma agenda encadernada, uma caneta que parecia valer uma fortuna e outro objeto que sempre me chamava atenção — um peso de papel enorme que era um pênis enorme enfiado numa buceta.

— Muito bem, vi que você nunca teve nenhum problema grave e hoje veio fazer seus check-ups periódicos, o que, aliás, já deveria ter feito há um tempo.

— É, mas com o estresse do dia a dia a gente nunca encontra um momento...

— Bom, acho que vou te dar hora para o mês que vem.

— Como assim? Não vai fazer os exames depois de eu esperar a tarde toda?

— Achei que você preferiria assim, normalmente é o que acontece. As mulheres que geralmente vão a uma ginecologista costumam ser por pudor ou porque os maridos preferem, e nessa altura, prestes a me aposentar, já tenho olho pra essas coisas.

— Bom, eu preferiria que você fizesse os exames e eu ficasse tranquila de que está tudo bem.

— Ah, muito bem, como quiser. Vamos fazer então o check-up preventivo de mama e também o de útero. Se você concordar, vamos começar pelo de mama. Por favor, se puder subir na plataforma.

Levantei e me posicionei numa plataforma pequena onde já tinha feito esse exame antes. Foi aí que ele reparou no meu corpo pela primeira vez: minhas pernas longas e finas que apareciam até as coxas, só cobertas pela minha minissaia, meu umbigo que dava pra ver através da blusa transparente sem mangas, assim como meus peitos grandes, redondos, firmes, segurados só por um top de lycra por baixo da blusa transparente. Quando percebeu que eu estava olhando, ele desviou o olhar na hora e fixou nos papéis.

Não me incomodei que ele tivesse feito isso — estou acostumada a ser olhada, e até me divertiu o jeito desajeitado dele de disfarçar.

Comecei a desabotoar a blusa, mais devagar do que o normal, demorando entre um botão e outro, observando ele de canto de olho. pra ver a reação dele.
Tirei a blusa e pendurei no cabideiro.
Pô, esse velhinho é um fenômeno, se manteve firme igual um touro, com o olhar fixo nos papéis enquanto eu tirava a blusa devagar.
Já tô pronta. Falei.
Ele me olhou e, vendo que eu ainda tava de top, disse:
— É necessário que fique completamente nua da cintura pra cima, senhorita.
— Senhora, corrigi.
Ele concordou com um movimento de cabeça e completou:
— Parece muito jovem pra ser casada.
— Muito gentil, respondi.
Eu já sabia muito bem que tinha que ficar completamente nua da cintura pra cima, mas vendo que ele tava constrangido e fazendo o possível pra desviar o olhar de mim, não resisti e quis fazer ele sofrer um pouco, obrigando ele a me falar. Além disso, a voz dele tinha saído tão trêmula.
Então, cruzando os braços, levei as mãos ao meu top e, pegando por baixo, puxei pra tirar por cima da cabeça. Fiz o mais rápido que pude, porque de brincadeira já tinha sido o suficiente. Só não esperava que o top enganchasse no meu rabo de cavalo. Fiquei ali, com os peitos nus e o top na frente do rosto.
Tava preso no meu elástico de cabelo. Forcei pra soltar, me mexi de um lado pro outro, mas sem sucesso. Por fim, dei uns puxões pra cima, dando uns pulinhos, e soltou.
A cara do velho ginecologista ficou vermelha. Sem dúvida, enquanto meu rosto ficou tampado, ele tinha ficado olhando sossegado o tempo todo, curtindo ver meus peitos nus se balançando de um lado pro outro e pra cima e pra baixo, mostrando como são redondos, durinhos e bem formados.
Instintivamente, cobri os peitos com um dos braços, enquanto com o outro pendurava o top no cabideiro.
Ainda meio vermelho, ele se levantou e foi até uma maquininha de água, encheu um copo e bebeu em dois longos goles. Depois, pegou umas luvas de uma caixa numa prateleira, calçou elas e se virou pra mim. Ele se aproximou de mim, já não estava vermelho, mas ainda carregava um sorrisinho inconsciente no rosto, tinha se divertido pra caralho com meu aperto. Quando chegou perto de mim, disse:
Com licença.
Afastei o braço que cobria meus peitos e, em seguida, levantei os dois braços até acima da minha cabeça, entrelaçando os dedos das mãos, deixando meus peitos à disposição dele.
Ele tinha recuperado a compostura, já não tinha aquele sorrisinho disfarçado no rosto e, com os dedos experientes, apertava meus peitos, certificando-se de que não havia nenhuma anormalidade.
Puta merda, aquele velho, queria ter feito ele passar um mau bocado e no final fui eu quem ficou bem apertada.
Está tudo bem, pode ficar tranquila.
Como é que é? Distraída como estava nos meus pensamentos.
Que pode ficar tranquila, mocinha, não tem nenhuma anormalidade.
Perfeito, já fico mais tranquila.
Mesmo assim, lembre-se de fazer pelo menos uma mamografia uma vez por ano.
Sim, doutor.
Se naquele momento, após o check-up e ele tirar as mãos dos meus peitos, o ginecologista não tivesse soltado um suspiro de alívio por ter terminado, talvez eu não tivesse caído na tentação de devolver o mau bocado.
Doutor. Falei.
Ele, se virando porque já tinha começado a se afastar de mim, respondeu com um:
Sim?
É que às vezes eu sinto uma sensação estranha nos peitos, por aqui na parte de baixo. Ele colocou os dedos de novo no meu corpo, dessa vez bem abaixo dos meus peitos, onde eu tinha indicado.
Apalpo um pouco com os dedos.
Não sinto nem vejo nada estranho.
Sim, olha. Com minhas mãos, peguei as dele e fiz com que segurasse meus peitos por baixo.
Vê, doutor, suspende eles, não acha que um pesa mais que o outro? Não será por excesso de gordura?
Meio sem graça, ele conseguiu articular:
Ninguém tem tudo igual, mocinha, nem mesmo os peitos, normalmente o esquerdo é menor nas destras e o contrário nas canhotas, mas eu, sinceramente, quase não noto diferença, você não deve preocupar.
E o que o doutor me diz… (E levando agora as mãos até as aréolas dos meus mamilos) Às vezes dói ao redor… (Coloquei os dedos dele sobre as aréolas e os movi em círculos) por aqui e por aqui… (Fazendo com que, involuntariamente, os dedos dele tocassem meus mamilos)
O coitadinho, com um tremor no lábio inferior, mal conseguia desviar o olhar dos meus peitos, e muito menos as mãos. Então, como ainda as segurava, afastei-as de mim. Ele pareceu recuperar a compostura e conseguiu me dizer:
Com certeza deve ser por causa de um início de lactação, mesmo que você não esteja grávida. O corpo às vezes reage assim, mas em alguns dias a dor passa, não é?
Sim, doutor. Obrigada de novo. Fico mais tranquila em saber disso.
Agora quem sorria por dentro era eu. Ele parou de novo perto do bebedouro e bebeu mais um pouco. Acho que, se pudesse, teria jogado a água em cima de si em vez de beber.
Passo ali para o exame do útero, doutor?
Ao mesmo tempo que apontava para a maca com os apoios para as pernas, usada para esse exame, posicionada atrás de um pequeno biombo.
Sim, por favor.
Depois de me posicionar atrás do biombo, tirei os sapatos enquanto continuava me despindo. Ele, da cadeira dele, me fez algumas perguntas sobre meus exames anteriores, às quais eu ia respondendo. Minha minissaia escorria pelos meus pés enquanto eu comentava o quanto estava grata por ele ter me atendido sem agendamento e pelas palavras tranquilizadoras diante das minhas dúvidas. Peguei com as duas mãos minha minúscula calcinha fio-dental e fui descendo pelas minhas pernas até conseguir tirá-la pelos pés, ficando totalmente nua.
Ele continuava me dando explicações médicas sobre por que eu podia ficar tranquila, etc.
Havia um pequeno lençol cor-de-rosa para cobrir o corpo nu enquanto você está deitada na maca. Ia pegá-lo e me deitar quando o ginecologista terminou dizendo:
Resumindo, mocinha, você está muito saudável — após limpar a garganta imediatamente. Retifico dizendo: muito bem de saúde.
Eu ri baixinho diante de tamanho erro, no que será que aquele velhinho estava pensando, e quis provocá-lo um pouco mais.
Enrolei o pequeno lençol rosa em volta do meu corpo nu e, depois de colocar a cabeça para fora do biombo, sorrindo para ele, disse:
— Fico feliz de estar tão bem de saúde e apta — e em seguida saí de trás do biombo correndo em passinhos pequenos (tudo o que a largura do lençol enrolado no meu corpo permitia), com uma mão segurando para o lençol não cair e com a outra levando a minissaia e a tanga.
O lençol não era muito transparente, mas delineava as curvas gostosas do meu corpo. Ao chegar no cabide onde estava o resto da minha roupa, pendurei a minissaia e a tanga, olhei para ele e disse:
— Já estou pronta.
E na mesma velocidade voltei para trás do biombo.
O velho ginecologista parecia que ia ter um infarto, pela cara que fez.
Sem dúvida, eu poderia ter deixado minha roupa numa cadeira atrás do biombo, mas foi muito erótico fazer aquilo.
Deitei na maca, colocando minhas pernas nos apoios, ficando totalmente aberta, ajustei bem o lençol, que ficou cobrindo desde minhas coxas até meus peitos.
Um instante depois, ele também passou para trás do biombo, pegou uma cadeira, colocou entre minhas pernas e sentou.
— Muito bem — disse ele. — Vou iniciar o exame. Fique tranquila, mocinha.
— Sim, doutor — respondi.
Pelo barulho que ele fazia, já que nessa posição eu só via o rosto dele, ele estava colocando as luvas de novo.
Ele me olhou e disse:
— Agora vou passar um pouco de gel para evitar qualquer dor. Pode ser que você sinta frio.
Concordei com a cabeça.
Enquanto ele pegava um pote de gel (derramando um pouco sobre as luvas e depois espalhando), eu lembrava do que tinha acontecido e pensava:
— Assim que chegar em casa, vou me masturbar gostoso, ou talvez esperar meu marido chegar e transar com ele pensando nisso.
Assim, nua (com as pernas abertas mostrando minha buceta totalmente depilada), com só o lençol fino sobre meu corpo, com meus peitos se marcando perfeitamente) não devia ter pensado nisso porque fiquei com tesão e me molhei.
Fiquei preocupada se ele perceberia, me observando como podia ver toda a minha bucetinha, mas naquele momento os dedos dele cobertos pela luva e pelo gel iam entrando devagar na minha buceta, por estar com tesão e sentir a penetração, o frio e a umidade do gel, não consegui, por mais que tentasse evitar, contrair minha buceta, sentindo ainda mais os dedos dele e escapando um gemidinho leve.
Ele tirou os dedos na hora, se desculpando por ter me machucado.
Não se preocupe, não foi nada, eu disse aliviada com a reação dele.
Ele colocou mais gel na luva enquanto eu virava a cabeça para o lado tentando pensar em algo que evitasse que eu continuasse ficando com tesão, mas já era tarde, meu corpo tinha reagido, meus peitos e meus bicos endureceram e agora se marcavam bem claramente no lençol, minha bucetinha estava molhada, percebendo isso, tentei me preparar para quando ele me penetrasse de novo não reagir.
Mas foi pior porque fiquei tão tensa que, apesar de estar mordendo um lábio, assim que me senti penetrada pelos dedos dele, escapou um novo
Ai! que tentei soar o mais dolorido possível e não de prazer.
O velho ginecologista tirou os dedos rapidamente de novo e me olhou.
Eu, envergonhada, só consegui dizer:
Desculpa, mas acho que é porque está roçando em alguma coisa.
Pode ser alguma dobra da luva, vou trocá-las.
Sim, por favor.
Enquanto eu abaixava a cabeça em direção às mãos dele, pude ver como ele parou o olhar nos meus peitos ou talvez só nos meus bicos duros, se marcando no lençol, e em seguida tirou as luvas com o típico som de slash!
Virei a cabeça para o lado de novo, dei umas respiradas o mais disfarçadamente que pude tentando retomar o controle do meu corpo, ouvi de novo o barulho do pote soltando o gel e de novo ele começou a introduzir os dedos, embora dessa vez tenha feito mais devagar. Rápido, mordi meu lábio com força tentando evitar suspirar. Foi aí que percebi: ele tinha tirado, mas não tinha colocado as luvas de novo. Os dedos nus dele, encharcados de gel, penetravam minha buceta, e como se naquele momento ele tivesse notado que eu tinha sacado, enfiou os dedos tudo lá dentro, sem me dar tempo de falar ou fazer nada.

Minhas mãos agarraram com força as laterais da maca, e o velho ginecologista colocou os dedos no meu ponto G, começando a me masturbar com habilidade. Fazia movimentos pequenos de frente pra trás, intercalando com movimentos circulares e pressionando as pontas dos dedos no meu ponto G. Aquele velho ginecologista, com seus movimentos de expert, tava me matando de prazer. Se tinha alguma resistência àquela punhetação, acabou naquela hora. Eu tava a mil, e minha buceta escorria de tanto fluido que saía por causa do tesão que eu tava sentindo.

Eu me contorcia de tanto prazer, aí de repente ele parou de me tocar daquele jeito e começou a me foder com os dedos. Comecei a gemer de tesão, e ele respondeu me fodendo com os dedos ainda mais rápido. Tirava e enfiava de novo, ritmado, no compasso dos desejos que meu corpo pedia. Eu tava chegando no êxtase, e meu orgasmo vinha...

Ele parou uns instantes só pra me fazer querer mais, enquanto de um puxão tirava o lençol que cobria meu corpo. Os olhos dele devoraram completamente meu corpo pelado, saboreando com o olhar. De repente, enfiou os dedos de novo até o fundo, me fazendo gemer de prazer, pra depois continuar me masturbando como no começo. Os movimentos certeiros dele me faziam gemer cada vez mais alto, avisando que meu orgasmo tava chegando. Meus peitos ficaram duros que nem pedra, e minhas mãos se agarraram na maca. Os dedos dele aceleraram de leve, meu corpo arqueou, eu gritei de prazer, e um momento depois tive um orgasmo intenso, deixando os dedos dele inundados com meus fluidos.

Depois de uns instantes assim, ele tirou. Lentamente, os dedos dele saíram da minha buceta e ele se afastou um pouco de mim. Aí, como se tivesse se dado conta de tudo que tinha acontecido, ele deu meia-volta e sumiu atrás do biombo, me deixando ali, ainda ofegante baixinho, com meus fluidos molhando a maca depois do orgasmo gostoso que ele tinha me dado, recuperando o fôlego.

Ouvi ele sentar na cadeira dele e soltar um suspiro.

Me levantei, peguei o lençol, me cobri com ele e saí de trás do biombo. O velho ginecologista me olhou sem dizer nada, dava pra ver na cara dele a preocupação, pensando:

"E agora, o que vai acontecer? O que eu fiz? Meu Deus, me deixei levar, que loucura?"

A verdade é que ele podia ter se metido numa baita enrascada.

Me aproximei dele devagar, fazendo cara de brava. Ele engoliu seco.

Quando cheguei perto dele, olhei pro volume da virilha dele, que dava pra ver por baixo do jaleco e da calça. Sorri pra ele enquanto deixava o lençol cair, me ajoelhei e comecei a desabotoar o jaleco dele, enquanto com a outra mão acariciava o pau dele por cima da calça, que não demorou a ficar duríssimo.

Depois de abrir parte do jaleco, levei minhas mãos pro botão da calça dele. Desabotoei puxando com as mãos e fui abrindo o zíper, deixando à vista uma cueca preta e um belo volume.

Levantei a cueca e o pau dele apareceu. Era de tamanho normal, mas bem grosso. Acariciei ele, sentindo a dureza e a textura, e ele suspirava nervoso. Comecei a masturbar ele devagar, sem pressa. O pau dele ficou ainda mais duro e começou a soltar líquido seminal. Aproximei minha boca da ponta do pau dele e levei minha língua até a cabecinha, lambendo o líquido seminal. Me afastei de novo e continuei masturbando ele.

Saiu mais um pouco de líquido de novo, e fiz a mesma coisa. O coitadinho não aguentava mais, então ele colocou uma das mãos na minha cabeça, empurrando de leve, como se me incentivasse a chupar ele. Abri bem a boca e fui introduzindo o pau dele até ter ele inteiro dentro, pra depois ir tirando devagar. a boca, deixando escorrer pelos meus lábios até que ficou pra fora, agora meus lábios pousavam sobre a cabecinha dele e a prendiam suavemente, chupei várias vezes e, pegando o pau dele com a mão, apoiei na minha língua, com a boca bem aberta e a língua o mais pra fora que podia, e comecei a bater minha língua e meus lábios com o pau dele, que tava duríssimo.

Ele começou a gemer bem alto e terminou me dizendo:
— Coloca de novo na boca, isso, chupa ele.

Enfiei o pau dele de novo na minha boca, fazendo um boquete daqueles, aos poucos, cada vez num ritmo mais acelerado, minha cabeça ia pra frente e pra trás, chupando o pau dele por completo, enquanto acariciava e apertava de leve as bolas dele. Ele olhava como eu chupava, se deliciando vendo o pau dele dentro da minha boca e vendo como, de vez em quando, minha língua percorria ele de cima a baixo, com lambidas longas e molhadas. Me inclinei um pouco pra trás pra ele poder ver bem minha cara e continuei engolindo o pau dele sem parar.

— Nossa! Como você chupa bem, que cara de safada que você faz…

Levei minha mão ao meu clitóris e, sem parar de chupar ele, comecei a me masturbar, esfregando com força o clitóris.

— Se não parar assim, engole ele todo…

Ele ficou tenso e começou a se contorcer no sofá, tava claro que não ia aguentar muito mais. Levei meus lábios à cabecinha dele e apertei de novo, mantendo dentro da minha boca. O esperma dele começou a sair, jorrava atrás de jorra, ele gemia de prazer, enquanto eu engolia o esperma que ia caindo na minha boca, até que finalmente não teve mais. Tirei o pau dele da minha boca e com a língua lambi os restos de porra que ficaram no pau grosso dele, limpando bem. Depois de terminar, me afastei um pouco dele.

Eu ainda estava ali de joelhos, ainda me masturbando suavemente com meus dedos, ele me olhava como se estivesse em êxtase. Dediquei um sorrisão pra ele e levei minha outra mão aos meus lábios, onde ainda tinha resto de esperma dele, e com dois dos meus dedos comecei a limpar, cada vez Eu colhia um pouco do sêmen dele, enfiava meus dois dedos na boca e chupava devagar, sem pressa, saboreando o gozo dele com a língua, até não sobrar nem uma gotinha, enquanto minha outra mão mantinha minha buceta bem quente.

O ginecologista se levantou e afastou bruscamente as coisas que estavam em cima da mesa do escritório, derrubando muitas delas no chão. Eu entendi na hora o que ele queria e, ainda com tesão por causa da minha punheta, me levantei e me deitei logo em cima da mesa. Mal tinha me recostado quando a cabeça dele já estava entre minhas pernas e os lábios dele encostaram nos meus lábios da buceta.

As mãos dele subiram para acariciar minha barriga, sentindo como ela é lisa e macia, e depois continuaram subindo até alcançarem meus peitos, apertando-os com suavidade, segurando-os nas mãos e levando os dedos até meus mamilos, apertando e puxando até deixá-los o mais duros possível.

Eu suspirava de prazer com as lambidas e carícias dele. Instintivamente, abri mais as pernas, apoiando os pés na mesa, me abrindo por completo. A língua dele percorria minha rachinha, focando de vez em quando no clitóris, fazendo círculos com a língua em cima dele.

Minha buceta ia ficando cada vez mais molhada, e ele lambia sem parar todos os meus fluidos, saboreando-os. Ele se afastou para pegar ar enquanto, com a mão, começou a dar tapinhas em toda a minha rachinha, especialmente no meu clitóris, fazendo ele ficar tenso. Então, colocou a boca no meu clitóris de novo e começou a chupar com força. Eu me esforçava para não começar a gritar de prazer, mas cada vez meus gritos de tesão ficavam mais altos.

Agora ele brincava com a língua na minha xota, e eu me tremia de prazer. Meus fluidos escorriam abundantemente, percorrendo minha buceta até meu cu e molhando a mesa. Então, ele parou de me lamber para colocar a mão na minha buceta, esfregando todos os dedos nos meus fluidos, e depois voltou a me chupar sem parar. Eu mexia minha cintura. como se eu estivesse me esfregando nele, de tanto tesão que ele tava me dando.
O velho ginecologista colocou um dos dedos molhados no meu cu e começou a fazer círculos com ele, pra ir devagar se enfiando dentro, agora o dedo dele tava fodendo meu cu e a língua dele, minha buceta, eu tava cada vez mais fora de mim, senti um pouco mais de pressão que aumentou meu prazer e um novo dedo se enfiou no meu cu, dilatando um pouco mais, a língua dele se colocou entre meus lábios da buceta, percorrendo eles por completo, de cima pra baixo, aí a ponta da língua dele parou no meu clitóris, dando uns tapinhas nele pra depois lamber ele selvagemente, meu corpo arqueou enquanto um novo dedo pressionava pra entrar no meu cu.
Depois de empurrar um pouco, ele tirou os dois que já tinha enfiado, cuspiu nos três várias vezes, pra voltar a pressionar meu cu, de novo com os três dedos, devagar foram se enfiando no meu rabo me fazendo gemer de prazer, aquele velho dominava muito bem os ritmos, acelerando quando devia ou deixando tudo mais lento, conseguindo sempre me fazer gozar ao máximo.
Ele fodia meu cu com os dedos e lambia cada vez mais rápido, meu corpo tremia, estremecia, os dedos dele se enterravam por completo no meu cu, a língua dele se enfiava na minha buceta pra depois lamber meu clitóris, com minha mão agarrei a cabeça dele e apertei com força contra minha buceta, eu gemia forte de tesão, apertando ele mais e mais contra minha buceta e o velho ginecologista me lambia mais intensamente e fodia meu cu sem parar, eu escorria por todo lado, tanto dos meus fluidos quanto da saliva dele, não aguentava mais, eu tava gozando.
Apertei minhas pernas contra a cabeça dele, me mexia convulsivamente até que de repente ele parou de se mexer, eu continuei me mexendo em busca do prazer, do orgasmo, que tava chegando e depois dessa pausa pequena, ele apertou com os lábios com força meu clitóris e cravou com força até o fundo os dedos dele no meu cu, eu gritei de prazer, de dor, minha As pernas dela apertaram ainda mais a cabeça dele, minha mão o apertou com força contra minha buceta, sem deixar ele se afastar nem um centímetro, e assim, entre gritos de:
Mais, mais, mais… não para e gritinhos de prazer, eu tive um novo orgasmo.
Finalmente, soltei ele, e a cabeça dele saiu de entre minhas pernas, ao mesmo tempo que os dedos dele saíram do meu cu. Ele se levantou e limpou com a manga do jaleco todos os restos dos meus fluidos que estavam no rosto dele. Eu não me mexi, continuei em cima da mesa, de pernas abertas, completamente molhada, suspirando depois do orgasmo. Olhei pra ele, queria ser penetrada, minha buceta estava mais que pronta e desejosa, mas infelizmente o pau dele ainda não tinha se recuperado totalmente.

Pelo meu olhar, o velho ginecologista percebeu o que eu queria, então se aproximou de mim, dessa vez pelo lado da mesa. Quando chegou perto, com uma das mãos começou a acariciar meu rosto e a outra enfiou entre minhas pernas, acariciando meu clitóris, e assim começou a me masturbar devagar.
Eu gemia baixinho no ritmo das carícias dele.
— Que carinha de anjo você tem — ele disse suavemente.
Olhei pra ele sorrindo, e depois fechei os olhos de novo, me deixando levar pelo prazer dos dedos dele. Minha excitação aumentava a cada instante. Ele parou de acariciar meu rosto e me segurou pelo ombro, aumentando a velocidade com que os dedos dele esfregavam meu clitóris. Eu levei minhas mãos aos meus peitos e comecei a apertá-los e soltá-los, puxando meus mamilos, beliscando eles. Meu prazer ia aumentando, e também meu desejo de ser penetrada. Soltei um dos meus peitos e levei a mão até o pau daquele velho, agarrando com força.

Ele respondeu deixando meu clitóris de lado e enfiando vários dedos na minha buceta. Eu gemi e comecei a masturbar ele. O pau dele ficou mais duro, mas ainda não estava no ponto. Ele se inclinou sobre mim, pensei que fosse me beijar, mas não. O que ele fez foi pegar aquele peso de papel que ainda estava em cima da mesa e, com um movimento da mão, extraiu aquele pênis enorme da imitação de vagina. Os dedos dele continuavam me fodendo, entrando e saindo da minha buceta, depois de gozar ele se levantou, pegou aquele pau, me mostrou e colocou entre meus peitos e começou a fazer como se estivesse fodendo eles, eu soltei o pau dele e, com meus peitos de novo nas mãos, apertei eles contra aquele pau como se fizesse uma siririca, sentindo ele entre meus seios e vendo como deslizava entre eles.
Ele tirou de entre eles e começou a esfregar meus bicos com a ponta, fazendo círculos, meus bicos já sensíveis ficaram mais duros e empinados, enquanto um novo dedo se enfiava dentro da minha buceta, ao mesmo tempo que puxava minha cabeça um pouco pra trás, eu soltei um gritinho de prazer.
Aquela imitação de pau parou de tocar meus bicos pra passar a tocar meus lábios, eu dei uns beijinhos e depois abri a boca, ele enfiou dentro, comecei a chupar como se fizesse um boquete nele enquanto aquele velho tirava os dedos da minha buceta e começava a acariciar meu clitóris com força, eu chupava cada vez com mais vontade e ele me masturbava cada vez mais rápido, até que de repente tudo parou.
Ele tirou aquela imitação de pau enorme da minha boca e foi arrastando pela minha pele deixando um rastro de saliva até chegar na minha xereca, então se posicionou entre minhas pernas, apoiou a ponta daquele pau enorme no meu clitóris e se lambeu olhando o molhado e aberto da minha xereca, um segundo depois aquele pau separava os lábios da minha buceta e, assim que se encaixou no meu buraco de entrada, enfiou de uma vez, o que deve ter sido até a metade mais ou menos.
Eu gritei, gemi, me contorci
E bem quando meu corpo relaxava, uma nova estocada enfiava até o fundo, arrancando outro grito de prazer.
Minha periquita jorrava fluidos pra todo lado enquanto aquela imitação de pau enorme continuava enfiada até o fundo da minha xereca, não demorou pra começar a mexer pra dentro e pra fora como se estivesse me fodendo, eu gemia de prazer enquanto começava a tocar meus peitos apertando, acariciando eles. Tirando suavemente dos meus bicos, eu ficava cada vez mais excitada. O pau dele, diante daquele espetáculo, já estava totalmente recuperado, então ele começou a diminuir a velocidade com que metia naquela buceta, mas aumentou a força com que enfiava, empurrando forte uma e outra vez, embora mais devagar.

Depois de uma última estocada, deixou aquele pau dentro da minha buceta, fechou minhas pernas, puxou-me, fazendo minha bunda sobressair da mesa, e então me virou. Meus peitos ficaram apoiados naquela mesa, e as mãos dele apertaram com força minha bunda, apalpando-a. Eu me sentia muito molhada, com tesão e tremendamente quente. Ele pegou o pau dele com a mão e apertou suave, mas firme, a cabeça na entrada do meu cu. A cabaça dele foi se acomodando no meu buraco e, após um momento de pressão, entrou facilmente. Ele parou um instante, curtindo a sensação, suas mãos me agarraram firme pela cintura e, com uma pancada de quadril, cravou o pau inteiro no meu cu. Minha boca se abriu, soltando um:

Ooooooohhhhhhhhh

Enquanto ele continuava me comendo o mais rápido que podia, eu seguia gemendo. Eu estava sendo fodida por dois paus ao mesmo tempo, e adorava aquilo, estava louca de prazer. Ele mudou o ritmo, começou a se mover devagar, me comendo, para depois, aos poucos, aumentar a velocidade de novo. Meu corpo balançava suavemente para frente e para trás, eu sentia meus bicos duros, roçando na mesa, o que, se fosse possível, me excitava ainda mais.

Eu não conseguia parar de gemer.

As mãos dele soltaram minha cintura para me agarrar pela bunda e ele me comeu com estocadas fortes, cravando o pau até o fundo do meu cu, ofegante, cansado. Lentamente, enfiou o pau até o fundo, apertando-se bem contra mim, e então se inclinou sobre meu corpo, enfiou a mão entre minhas pernas e, pegando aquele pau falso que eu tinha na buceta, começou a me foder com ele, ao mesmo tempo que, de vez em quando, dava uns solavancos com o pau lá dentro. do meu cu, eu gritava enlouquecida, ofegava, gemia…
Cada vez mais tesuda, pedi pra ele não parar
Se assim não parar, me dá, me dá ooooooooooh
Quero mais, me fode forte

Ele se apertou ainda mais contra mim, senti como ele envolvia com um dos braços minha cintura, meu corpo queria mais, tudo era prazer e eu sentia que ia gozar de novo, ele sabendo o que estava rolando, continuou me fodendo mais devagar, só que agora ele também se mexia, dentro fora, acompanhando a foda do pau que me fodia a buceta e o dele que me fodia o cu, não aguentei mais, meu corpo se grudou mais na mesa e meu cu ficou todo empinado que pôde, sentindo ao máximo aquela dupla penetração.

E então aconteceu, meu corpo se tensionou, meus gemidos se transformaram em gritos de prazer entrecortados, naquele instante ele cravou em mim os dois paus ao mesmo tempo até o fundo, meu cu se mexeu dando pequenos pulinhos de cima pra baixo sentindo aqueles dois paus no fundo do meu ser, o velho ginecologista colou mais o corpo dele no meu dizendo:
Goza, pequena.

Eu teria dito que estava gozando, mas já era tarde, meu corpo se convulsionou tremendo, meus fluidos escorreram por toda a minha xota e minhas unhas arranhavam a mesa, tive um orgasmo intenso.

Depois do meu orgasmo, ele tirou a imitação de pau da minha buceta, enquanto uma quantidade enorme dos meus fluidos escorria entre minhas pernas, e deixou cair no chão fazendo um barulho seco e meio pegajoso, imagino porque estava totalmente encharcado dos meus sucos.

Colocando as mãos abertas contra meu cu, foi se afastando enquanto se levantava e tirava o pau dele do meu cu, quando tirou completamente, juntando minhas pernas, me virou de novo, ficando de barriga pra cima.

Devagar, foi abrindo minhas pernas, até que fiquei completamente aberta, meus pés apoiados nas pontas da mesa, totalmente exposta, ele me olhando com tesão pegou o pau dele na mão e começou a se masturbar suavemente, eu Recuperava o fôlego depois do meu orgasmo magnífico, quando parei de suspirar. Então ele parou de se masturbar e se aproximou de mim, quase encostando a ponta da rola dele na minha buceta e, olhando nos meus olhos, disse:
Mmmm. Essa rola velha vai foder essa buceta tão fresca, jovem e gostosa que você tem.

Eu concordei com a cabeça como se fosse uma pergunta, enquanto com as mãos me segurava nas bordas da mesa.
Ele se moveu, encostando a rola grossa nos lábios da minha buceta, pegou a rola de novo com a mão e começou a esfregar por toda a minha frestinha, de cima a baixo, parando de vez em quando no meu clitóris, esfregando ele, outras vezes parava na entrada do meu buraco, mas sem me penetrar. Minha respiração acelerou de novo e minha buceta agradeceu aquelas atenções, soltando mais fluidos.

Ele continuava esfregando a rola na minha buceta, às vezes enfiava um pouco, mas logo tirava e continuava o jogo. Comecei a mexer o quadril, em parte pra ajudar o jogo e em parte pela vontade que eu tava de ser penetrada.
Ele colocou a ponta do pau grosso na entrada da minha buceta e, pegando minhas pernas, colocou elas nos ombros dele. Eu não aguentava mais, tava morrendo de vontade de sentir aquela rola dentro da minha buceta, mas ele continuava parado naquela posição.

— Me fode logo, não aguento mais.
— Tá esperando o quê? Mete logo, por favor.

A rola dele se moveu e foi entrando cada vez mais fundo dentro de mim, enquanto as mãos dele acariciavam minhas coxas macias, sedosas e bem torneadas. Quando a rola dele tava completamente dentro de mim, ele começou a me foder, apertando minhas coxas com as mãos a cada estocada. Ele batia com tanta força que meu corpo todo se mexia. Os olhos dele ficavam fixos, como hipnotizados pelo movimento dos meus peitos. Então comecei a me contorcer, me exibindo pra ele. Minhas mãos acariciavam meu corpo suado, apertando de vez em quando os peitos e beliscando os bicos.

— Continua assim, gatinha.

Ele reduziu. O ritmo da foda dela e agora ele tava enfiando devagar o pau dele até o fundo, sentindo o calor e a umidade da minha buceta, enquanto uma das mãos dele deslizou pelas minhas coxas até chegar no meu clitóris e começou a me masturbar enquanto o pau dele continuava me fodendo. Eu tava de novo muito quente, o cheiro da minha buceta inundava o quarto e o barulho de "chof chof" que acompanhava as estocadas suaves dele não deixava dúvida disso.

Eu tava fora de mim, a sensação da mão dele me masturbando e do pau dele me fodendo era incrível, eu sentia ele totalmente dentro de mim, não aguentava mais e ao mesmo tempo queria mais, queria que ele me fodesse mais rápido. Eu implorei, gritei pra ele me foder mais depressa, mas ele continuava no ritmo dele, ignorando minhas súplicas, curtindo minha desesperação. Naquele momento, de um jeito totalmente lascivo, eu abri minhas pernas pra provocar ele a me empurrar com mais força. A mão dele largou meu clitóris e ele me agarrou com as duas pela cintura, enfiou o pau dele com uma estocada forte até o fundo da minha buceta e, uma vez lá, ficou parado, pressionando o corpo dele contra o meu e me apertando contra ele com as mãos. Eu soltei um gritinho de prazer enquanto meus dedos puxavam com força meus pezões duros, senti um calor intenso no meu corpo e minha vagina soltou mais fluidos, tive uns dois espasmos e naquele instante senti um solavanco violento dentro de mim.

— Tô gozando! — gritei.

O pau dele soltou o primeiro jato morno, e continuou soltando a porra dele dentro de mim sem parar, jato após jato. Eu sentia o semen quente dele inundando minha buceta, essa sensação acabou me fazendo explodir de prazer e um novo orgasmo extraordinariamente intenso percorreu todo o meu ser enquanto ele continuava pressionando o pau dele contra mim e as últimas gotinhas de porra caíam dentro da minha vagina.

Finalmente, quando ele tirou o pau da minha buceta e, exausto, se deixou cair de novo na poltrona dele, eu me levantei. Nossos fluidos misturados escorreram pelas minhas pernas e algumas gotas caíram no chão enquanto eu ia. Até minha bolsa, onde peguei um pacote de lenços e limpei os restos.
Peguei minha roupa no cabideiro e me vesti, enquanto ele, também sem dizer nada, guardou o pau dele e se arrumou.
E assim, sem uma palavra, fui até a porta para ir embora. Uma vez lá, antes de sair, me virei e disse:
— Um prazer, doutor.
— Não, não, o prazer foi todo meu, gostosa.
— Não, doutor, posso garantir que também foi meu — e entre risadinhas, fechei a porta.

Este conto é da autora Isa... do todorelatos.

3 comentários - O velho ginecologista

Gracias por traerlo aquí, pero dosifica, que sino me va a estallar de leerlos todos seguidos jajajaja
Van ocho puntos
JAJAJAJA
GRACIAS!!!!