Já fazia muito tempo que eu deveria ter ido à minha revisão periódica, mas por uma coisa ou outra nunca conseguia encontrar tempo nem o momento certo para ir.
Então, aproveitando que naquela tarde não tinha nada para fazer e que não queria mais adiar os exames pendentes, pelo bem da minha saúde, decidi aparecer no consultório da minha ginecologista. Sabia que teria que chegar cedo e que, uma vez lá, explicando à secretária que não tinha agendamento, teria que esperar para ser atendida por último.
Já lá, a moça, como de costume, me tratou com muita gentileza. Expliquei minha situação e, depois de acompanhar outra paciente para dentro da sala que servia de consultório, ela voltou me avisando que eu seria atendida. Então, me sentei em uma das cadeiras da sala de espera junto a outras pacientes, me armei de paciência e, olhando as revistas sobre uma mesinha, selecionei várias delas — todas de fofoca e moda. Após hesitar um pouco, finalmente decidi começar pelas de moda.
Acabou sendo uma hesitação boba, já que tive tempo de sobra para ver quase todas as revistas que havia escolhido. Já estava em dúvida sobre qual nova revista pegar quando, finalmente, a última garota saiu. A secretária, depois de se despedir dela na porta, se aproximou de mim e disse:
— Se for tão gentil de me acompanhar.
— Sim, claro.
Deixei rapidamente a revista sobre a mesa, peguei minha bolsa e a segui.
Qual não foi minha surpresa ao ver que atrás da mesa não estava minha ginecologista, mas sim um homem já de idade avançada. Acho que ele percebeu minha cara de surpresa e comentou:
— Boa tarde, sou o substituto durante o período de férias da sua médica.
— Boa tarde, ah, sim, naturalmente — consegui dizer enquanto deixava minha bolsa no cabideiro e me sentava.
— Bem, doutor — disse a secretária —, se importa de fechar a porta? Me esperam e, se não for incômodo…
— Vá tranquila, filha, eu fecho sim. Até amanhã.
— Até amanhã e obrigada — se despediu a secretária.
O ginecologista… Ele pegou minha ficha de paciente e a folheou, estudando os dados que havia nela. Eu me distraí olhando os objetos que ele tinha sobre a mesa: uma agenda encadernada, uma caneta que parecia valer uma fortuna e outro objeto que sempre chamava especialmente minha atenção: um enorme peso de papel que era um pênis enorme introduzido numa vagina.
"Muito bem, vi que você nunca teve nenhum problema grave e hoje veio fazer seus exames periódicos, coisa que, por sinal, já deveria ter feito há tempos."
"É, com o estresse diário, a gente nunca encontra o momento..."
"Enfim, suponho que vou marcar para o mês que vem."
"Como? Não vai fazer os exames depois de eu esperar a tarde toda?"
"Supus que preferiria assim. Normalmente é assim - as mulheres que costumam ir a uma ginecologista geralmente vão por pudor ou porque seus maridos preferem, e a essa altura, quase me aposentando, já tenho olho para essas coisas."
"Bem, eu preferiria que fizesse os exames e ficar tranquila de que está tudo bem."
"Ah, muito bem, como desejar. Vamos fazer então o exame preventivo de mama, assim como o de útero. Se você achar bom, vamos começar pelo de mama."
"Por favor, seja gentil de se posicionar na plataforma."
Me levantei e me posicionei ao lado de uma pequena plataforma onde já haviam feito esse exame antes. Foi então que ele notou meu corpo pela primeira vez: minhas pernas longas e esbeltas que apareciam até minhas coxas, apenas cobertas pela minha minissaia; meu umbigo visível através da fina blusa transparente sem mangas, assim como meus peitos grandes, redondos e firmes, sustentados apenas por um pequeno top de lycra sob a blusa transparente. Quando percebeu que eu estava olhando, ele imediatamente baixou o olhar e o fixou em seus papéis.
Não me incomodou que ele fizesse isso - estou acostumada a ser olhada, e até me divertiu sua forma desajeitada de disfarçar.
Comecei a desabotoar a blusa, mais devagar do que o normal, tomando meu tempo entre um botão e outro, observando-o de relance. para ver sua reação.
Tirei a blusa e pendurei no cabideiro.
Nossa, esse velhinho é um portento, ficou firme como um rochedo com o olhar fixo nos papéis enquanto eu tirava a blusa lentamente.
Já estou pronta. Eu disse.
Ele me olhou e vendo que eu ainda estava com o top disse:
É necessário que esteja nua da cintura para cima, senhorita.
Senhora, corrigi.
Ele concordou com um movimento de cabeça, acrescentando:
Parece muito jovem para ser casada.
Muito gentil, respondi.
Eu já sabia muito bem que tinha que estar completamente nua da cintura para cima, mas vendo que ele estava constrangido e fazia de tudo para manter o olhar longe de mim, não resisti e quis fazê-lo sofrer um pouco obrigando-o a me dizer, além disso sua voz tinha soado tão trêmula.
Então cruzando meus braços, levei minhas mãos ao top e pegando por baixo puxei para tirá-lo por cima da minha cabeça, fiz tudo o mais rápido que pude, porque como brincadeira já tinha sido o bastante, com o que não contava era que o top ficasse preso no meu rabo de cavalo, fiquei ali, com meus seios nus e com o top na frente do rosto.
Estava preso no meu elástico de cabelo, forcejei para soltá-lo, me balancei de um lado para o outro sem sucesso e finalmente dando uns puxões para cima, fazendo como se estivesse dando uns pulinhos, ele se soltou.
A cara do velho ginecologista estava vermelha, sem dúvida ao ficar coberto meu rosto, ele tinha ficado olhando tranquilamente o tempo todo, aproveitando para ver meus seios nus se movendo de um lado para o outro e de cima para baixo, mostrando como são redondos, duros e bem formados.
Instintivamente cobri meus seios com um dos braços, enquanto com o outro pendurava o top no cabideiro.
Ainda meio vermelho, ele se levantou e foi até uma pequena máquina de água, enchendo um copo e bebendo em dois longos goles, depois pegou umas luvas de uma caixa em uma prateleira e colocando-as Ele se dirigiu até mim, já não estava vermelho, mas trazia um pequeno e inconsciente sorriso no rosto, tinha se divertido pra caralho com o meu aperto.
Quando ficou ao meu lado, me disse:
"Me permite."
Afastei o braço que cobria meus seios e, levantando ambos os braços até acima da minha cabeça, entrelacei os dedos das minhas mãos, deixando meus seios inteiramente à disposição dele.
Ele havia recuperado a compostura, já não tinha aquele sorriso disfarçado no rosto e, com seus dedos experientes, pressionou meus seios, certificando-se de que não houvesse nenhuma anomalia.
Vixe, aquele velho... eu queria ter feito ele passar um aperto, e no final tinha sido eu quem ficou bem apertada.
"Tudo está bem, pode ficar tranquila."
"Como diz?" Desorientada como estava com meus pensamentos.
"Que pode ficar tranquila, jovem, não tem nenhuma anomalia."
"Perfeito, agora fico mais tranquila."
"Ainda assim, lembre-se de que deve fazer pelo menos uma mamografia uma vez por ano."
"Sim, doutor."
Se naquele momento, após terminar o check-up e retirar as mãos dos meus seios, o ginecologista não tivesse suspirrado de alívio por ter acabado, talvez eu não tivesse caído na tentação de devolver o aperto.
"Doutor", eu disse.
Ele, virando-se pela metade porque já tinha começado a se afastar de mim, respondeu com um:
"Sim?"
"Veja, é que às vezes tenho uma sensação estranha nos seios, por aqui na parte inferior." Ele colocou seus dedos novamente no meu corpo, desta vez logo abaixo dos meus seios, onde eu havia indicado.
Apalpou um pouco com seus dedos.
"Não sinto nem vejo nada estranho."
"Sim, olhe." Com minhas mãos, peguei as dele e fiz com que segurasse por baixo os meus seios.
"Veja, doutor, sinta o peso deles, não acha que um pesa mais que o outro? Não será por excesso de gordura?"
Algo atrapalhado, ele conseguiu articular:
"Ninguém tem tudo igual, jovem, nem mesmo os seios. Normalmente, o esquerdo é menor nas destras e o contrário nas canhotas, embora, na verdade, eu quase não note diferença. Você não deve... Não se preocupe.
E o que o doutor me diz... (E levando agora suas mãos até as auréolas dos meus mamilos) Às vezes dói em volta... (Coloquei seus dedos sobre as auréolas e os movi circularmente) por aqui e por aqui... (Fazendo com que involuntariamente seus dedos tocassem meus mamilos)
O coitado, com um tremor no lábio inferior, mal conseguia desviar o olhar dos meus peitos e muito menos as mãos, então, como ainda as tinha seguras, as afastei de mim. Ele pareceu recuperar a compostura e conseguiu me dizer:
Certamente será devido a um início de lactação, mesmo sem estar grávida, o corpo às vezes reage dessa forma, mas em alguns dias a dor desaparece, não é?
Sim, doutor. Obrigada de novo, me tranquiliza saber disso.
Agora quem sorria para si mesma era eu. Ele parou novamente junto ao bebedouro e voltou a beber um pouco. Acho que, se pudesse, teria derramado a água em cima de si em vez de bebê-la.
Passo lá para o exame de útero, doutor?
Ao mesmo tempo que apontava para a maca com os apoios de pernas usados para esse exame, localizada atrás de uma pequena biombo.
Sim, por favor.
Depois de me posicionar atrás do biombo, tirei os sapatos enquanto continuava a me despir. Ele, da sua cadeira, me fez algumas perguntas sobre meus exames anteriores, às quais eu respondia. Minha minissaia saía pelos meus pés enquanto eu comentava o quanto estava agradecida por ele me atender sem hora marcada e por suas palavras tranquilizadoras diante das minhas dúvidas. Peguei com as duas mãos meu minúsculo fio-dental e o desci pelas minhas pernas até conseguir tirá-lo pelos pés, ficando totalmente nua.
Ele continuava me dando explicações médicas, sobre por que eu podia ficar tranquila, etc.
Havia um pequeno lençol cor-de-rosa para cobrir o corpo nu enquanto se está deitada na maca. Eu ia pegá-lo e me deitar quando o ginecologista terminou dizendo:
Em resumo, você, jovem, está com a saúde muito boa... — depois de imediatamente aclarar a voz. Retifico dizendo: muito bem de saúde.
Eu ri baixinho diante de tal erro, no que estaria pensando aquele velhinho, e quis provocá-lo um pouco mais.
Coloquei o lençolzinho rosa em volta do meu corpo nu e, depois de espiar primeiro a cabeça por trás do biombo, sorrindo, disse:
"Fico feliz que esteja tão bem de saúde e apto." Em seguida, saí de trás do biombo correndo em passinhos curtos (tudo que a largura do lençol enrolado no meu corpo permitia) — com uma mão segurando para o lençol não cair e com a outra levando a mini e o thong.
O lençol não era muito transparente, mas delineava bem as curvas gostosas do meu corpo. Ao chegar no cabide onde estava o resto da minha roupa, pendurei a minissaia e o thong, olhei para ele e disse:
"Pronta." E na mesma velocidade voltei para trás do biombo.
Parecia que o velho ginecologista ia ter um infarto pela cara que fez.
Sem dúvida, eu poderia ter deixado minha roupa numa cadeira atrás do biombo, mas foi muito excitante fazer aquilo.
Deitei na maca, colocando minhas pernas nos suportes, ficando totalmente aberta, ajustei o lençol para ficar coberta dos meus músculos até meus peitos.
Um instante depois, ele também passou para trás do biombo, pegou uma cadeira e a posicionou entre minhas pernas, sentando-se.
"Muito bem", disse. "Vou iniciar o check-up, fique tranquila, jovenzinha."
"Sim, doutor", respondi.
Pelo barulho que fazia — já que, naquela posição, eu só via o rosto dele — ele estava colocando as luvas novamente.
Ele me olhou e disse:
"Agora vou passar um pouco de gel, para evitar qualquer possível dor. É possível que sinta frio."
Acenei com a cabeça.
Enquanto ele pegava um pote de gel (despejando um pouco sobre as luvas para depois espalhá-las), eu lembrava do que havia acontecido e pensava:
"Assim que chegar em casa, vou me masturbar à vontade, ou talvez espere meu marido chegar e transar com ele pensando nisso."
Assim, nua (com as pernas abertas, mostrando minha buceta totalmente depilada), com apenas o fino lençol sobre meu corpo, meus seios marcando perfeitamente) eu não devia ter pensado nisso porque fiquei excitada e me molhei.
Fiquei preocupada se ele perceberia, observando como podia ver toda minha bocetinha, mas naquele momento seus dedos cobertos pela luva e pelo gel começaram a entrar lentamente na minha vagina. Por estar excitada e sentir a penetração, o frio e a umidade do gel me fizeram tentar evitar contrair minha vagina, sentindo ainda mais seus dedos e soltando um leve gemidinho.
Ele retirou os dedos imediatamente, pedindo desculpas por ter me machucado.
"Não se preocupe, não foi nada", eu disse, aliviada com sua reação.
Ele colocou mais gel na luva enquanto eu virava a cabeça para o lado, tentando pensar em algo que evitasse que eu continuasse ficando excitada, mas já era tarde. Meu corpo tinha reagido, meus seios e meus mamilos endureceram e agora estavam marcando claramente no lençol, minha bocetinha estava molhada. Percebendo isso, tentei me preparar para quando ele me penetrasse de novo não reagir.
Mas foi pior porque fiquei tão tensa que, mesmo mordendo o lábio, assim que senti a penetração dos dedos dele, escapou um novo
"Ai!" que tentei fazer soar o mais dolorido possível e não de prazer.
O velho ginecologista rapidamente retirou os dedos de novo e me olhou.
Eu, constrangida, só consegui dizer:
"Desculpe, mas acho que está me raspando em algo."
"É possível que seja alguma ruga na luva, vou trocar."
"Sim, por favor."
Enquanto ele baixava a cabeça para as mãos, pude ver como ele parou o olhar nos meus seios ou talvez só nos meus mamilos duros, marcando no lençol, para em seguida tirar as luvas com o som típico de *slash!*
Voltei a virar a cabeça para o lado, fiz algumas inspirações o mais disfarçadamente que pude tentando retomar o controle do meu corpo, ouvi de novo o barulho do pote liberando o gel e de novo ele começou a me introduzir os dedos, embora desta vez o fizesse mais rapidamente, mordi com força o lábio tentando evitar suspirar.
foi então que percebi: ele tinha tirado, mas não tinha colocado as luvas de volta. seus dedos nus impregnados com o gel penetravam minha buceta e, como se naquele momento ele tivesse percebido que eu tinha notado, afundou completamente os dedos dentro de mim, sem me dar tempo para dizer ou fazer nada.
minhas mãos agarraram com força os lados da maca e o velho ginecologista colocou os dedos no meu ponto g, começando a me masturbar habilmente. ele fazia pequenos movimentos de frente para trás, intercalando com movimentos circulares e pressionando com as pontas dos dedos no meu ponto g. aquele velho ginecologista, com seus movimentos experientes, estava me matando de prazer. se havia alguma resistência àquela masturbação, ela acabou naquele instante. eu estava a mil, e minha boceta estava encharcada pelos fluidos que escorriam por causa do tesão que estava sentindo.
me contorcia de prazer, então de repente ele parou de me tocar daquela forma e começou a me foder com os dedos. comecei a ofegar de prazer, e ele respondeu me fodendo com os dedos ainda mais rápido. ele os tirava e os colocava de volta, ritmicamente, no compasso dos desejos que meu corpo indicava. estava chegando ao êxtase, e meu orgasmo se aproximava...
ele parou por alguns instantes, só para me fazer desejar mais, enquanto puxava de uma vez o lençol que cobria meu corpo. seus olhos devoraram completamente meu corpo nu, saboreando-o com o olhar. de repente, ele enfiou seus dedos até o fundo novamente, me fazendo gemer de prazer, para então continuar me masturbando como no início. seus movimentos certeiros me faziam gemer cada vez mais alto, anunciando meu orgasmo. meus mamilos ficaram duros como pedras, e minhas mãos se agarraram à maca. seus dedos aceleraram levemente, meu corpo se arqueou, gritei de prazer e, um momento depois, tive um orgasmo intenso, deixando seus dedos inundados com meus fluidos.
após alguns instantes assim, ele tirou... lentamente, seus dedos saíram da minha buceta e ele se afastou levemente de mim. Então, como se dando conta de tudo que havia acontecido, ele se virou e desapareceu atrás do biombo, me deixando ali, ainda ofegando suavemente, com meus fluidos molhando a maca após o bom orgasmo que eu tinha acabado de ter, recuperando o fôlego.
Ouvi ele se sentar em sua poltrona e suspirar.
Me levantei, peguei o lençol, me cobri com ele e saí de trás do biombo. O velho ginecologista me olhou sem dizer uma palavra. Eu podia ver em seu rosto a preocupação, pensando:
E agora, o que vai acontecer? O que eu fiz? Meu Deus, eu me deixei levar, que loucura?
A verdade é que ele poderia ter se metido em uma grande confusão.
Me aproximei dele lentamente, fazendo uma cara de brava. Ele engoliu em seco.
Quando cheguei até ele, olhei para o volume em sua virilha que era visível sob o jaleco e a calça. Sorri para ele enquanto deixava o lençol cair. Me ajoelhei, comecei a desabotoar seu jaleco enquanto, com a outra mão, acariciava seu pau por cima da calça, que logo ficou duríssimo.
Uma vez que parte do jaleco estava aberto, levei minhas mãos ao botão de sua calça. Após desabotoá-lo, puxei com as mãos e fui abrindo o zíper, revelando uma cueca preta e um belo volume.
Levantei a cueca e seu pênis ficou à vista. Era de um tamanho normal, exceto por ser bem grosso. Acariciei-o, sentindo sua dureza e textura. Ele suspirava nervoso. Comecei a masturbá-lo devagar, sem pressa. Seu pênis ficou ainda mais duro e começou a liberar líquido seminal. Aproximei minha boca da ponta de seu pau e levei minha língua até a cabecinha, lambendo o líquido seminal. Me afastei novamente e continuei a masturbá-lo.
Novamente saiu um pouco mais de líquido e eu repeti o mesmo. O pobrezinho não aguentava mais, então ele colocou uma de suas mãos em minha cabeça, empurrando levemente, como me incentivando a chupá-lo. Abri bem a boca e fui introduzindo seu pau até tê-lo completamente dentro, para então ir tirando-o devagar de a boca, deixando ela deslizar pelos meus lábios até ficar de fora, agora meus lábios repousavam sobre sua cabecinha e a prendiam suavemente, chupei várias vezes e pegando seu pau com a mão apoiei na minha língua, com a boca bem aberta e a língua o máximo para fora que conseguia e comecei a bater minha língua e lábios com seu pau que estava duríssimo.
Ele começou a gemer muito forte e terminou me dizendo:
"Volta a enfiar na boca, isso, chupa ele"
Enfiei de novo seu pau na minha boca, fazendo uma boa mamada, pouco a pouco cada vez num ritmo mais acelerado, minha cabeça se movia para frente e para trás, chupando ele por completo, enquanto acariciava e pressionava levemente seus testículos, ele olhava como eu chupava, se deleitando vendo seu pau dentro da minha boca e vendo como de vez em quando minha língua percorria ele de cima a baixo, com lambidas longas e molhadas, me inclinei um pouco para trás para que ele pudesse ver bem meu rosto e continuei engolindo seu pau sem parar.
"Deus! como você chupa bem, que carinha de viciada você faz..."
Levei minha mão ao meu clitóris e sem parar de mamar, comecei a me masturbar,
Esfregando com força o clitóris.
"Isso, assim não para, come ele todo..."
Ele ficou tenso e começou a se contorcer na poltrona, estava claro que não ia aguentar muito mais, levei meus lábios à sua cabecinha e voltei a apertar mantendo dentro da minha boca, seu sêmen começou a sair, jorro após jorro, ele gemia de prazer, enquanto eu engolia o sêmen que ia caindo na minha boca, até que finalmente não havia mais, tirei seu pau da minha boca e com a língua lambi os restos que ficaram de porra em seu pênis grosso, limpando com cuidado, depois de terminar me afastei um pouco dele.
Eu ainda estava ali de joelhos, ainda me masturbando suavemente com meus dedos, ele me olhava como extasiado, dediquei a ele um amplo sorriso e levei minha outra mão aos meus lábios onde ainda havia restos de seu sêmen e com dois dedos comecei a limpá-los, cada vez que pegava um pouco do seu sêmen, enfiava meus dois dedos na boca e os chupava, devagar, sem pressa, saboreando a porra dele com a língua, até não sobrar nem uma gotinha, enquanto minha outra mão mantinha minha buceta bem quente.
O ginecologista se levantou e afastou bruscamente as coisas que estavam sobre a mesa do consultório, jogando muitas no chão. Eu entendi imediatamente o que ele queria e, ainda toda excitada pela minha masturbação, me levantei e me deitei na mesa. Nem tinha terminado de me recostar quando a cabeça dele já estava entre minhas pernas e seus lábios pressionavam meus lábios vaginais.
Suas mãos subiram para acariciar minha barriga, sentindo como é lisa e macia, e depois continuaram subindo até alcançar meus peitos. Ele os apertou com suavidade, mantendo-os em suas mãos e depois levando os dedos até meus mamilos, apertando e puxando até que ficassem o mais duros possível.
Eu suspirava de prazer com suas lambidas e carícias, instintivamente abri mais as pernas apoiando meus pés na mesa, me abrindo por completo. Sua língua percorria minha fenda, focando de vez em quando no clitóris, fazendo círculos com a língua sobre ele.
Minha buceta ia ficando cada vez mais molhada e ele lambia sem parar todos meus fluidos, saboreando-os. Ele se afastou de mim para respirar e, ao mesmo tempo, com a mão começou a dar palmadinhas por toda minha fenda, especialmente no clitóris, fazendo com que ficasse tenso. Então colocou a boca no meu clitóris novamente e começou a chupar intensamente. Eu fazia força para não gritar de prazer, mas meus gemidos ficavam cada vez mais altos.
Agora ele brincava com a língua na minha xota e eu tremia de prazer, meus fluidos escorriam abundantemente pela minha buceta até o ânus, molhando a mesa. Então ele parou de me lamber para colocar a mão na minha buceta, esfregando todos os dedos nos meus fluidos, e depois voltou a me comer sem parar. Eu movia meus quadris. como se eu estivesse tentando me esfregar nele, de tão gostoso que estava.
O velho ginecologista colocou um dedo molhado no meu cu e começou a fazer círculos, indo aos poucos se introduzindo dentro. Agora seu dedo me fodia a bunda e sua língua a minha buceta. Eu estava cada vez mais fora de mim, senti um pouco mais de pressão que aumentou meu prazer, e um novo dedo entrou no meu ânus, dilatando um pouco mais. Sua língua se posicionou entre meus lábios vaginais, percorrendo-os por completo, de cima a baixo. Então a ponta da língua parou no meu clitóris, dando algumas batidinhas para depois lambê-lo selvagemente. Meu corpo arqueou ao mesmo tempo que um novo dedo pressionava para entrar no meu cu.
Depois de empurrar um pouco, ele tirou os dois que já estavam dentro, cuspiu nos três várias vezes e voltou a pressionar meu ânus, agora com os três dedos. Lentamente, foram se introduzindo na minha bunda, me fazendo gemer de prazer. Aquele velho dominava muito bem os ritmos, acelerando quando devia ou fazendo tudo mais devagar, conseguindo sempre me fazer aproveitar ao máximo.
Ele me fodia a bunda com os dedos e me lambia cada vez mais rápido. Meu corpo tremia, seus dedos afundavam completamente no meu cu, sua língua entrava na minha vagina para depois lamber meu clitóris. Com minha mão, agarrei sua cabeça e a pressionei com força contra minha buceta. Gemendo alto de prazer, apertando cada vez mais contra mim, e o velho ginecologista me lambia mais intensamente e me fodia sem parar. Eu estava encharcada por todos os lados, tanto pelos meus fluidos quanto pela saliva dele. Não aguentava mais, estava gozando.
Apertei minhas pernas contra sua cabeça, me movendo convulsivamente até que, de repente, ele parou de se mexer. Eu continuei me movendo em busca do prazer, do orgasmo que estava prestes a chegar. E depois dessa pequena pausa, ele apertou meus lábios com força no meu clitóris e enfiou seus dedos até o fundo do meu cu. Gritei de prazer, de dor, meu... minhas pernas pressionaram ainda mais sua cabeça, minha mão o apertou com força contra minha buceta, sem deixar que se afastasse nem um centímetro, e assim, entre gritos de "mais, mais, mais... não para" e gritinhos de prazer, tive um novo orgasmo.
Finalmente o soltei, e sua cabeça saiu de entre minhas pernas ao mesmo tempo que seus dedos do meu cu. Ele se levantou e limpou com a manga do jaleco todos os restos dos meus fluidos que estavam em seu rosto. Eu não me mexi, continuei sobre a mesa, de pernas abertas, completamente encharcada, suspirando após o orgasmo. Olhei para ele, desejando ser penetrada — minha buceta estava mais do que pronta e ansiosa, mas infelizmente seu pau ainda não estava totalmente recuperado.
Pelo meu olhar, o velho ginecologista percebeu o que eu queria. Então se aproximou de mim, desta vez pelo lado da mesa. Quando estava ao meu lado, com uma das mãos começou a acariciar meu rosto e com a outra meteu entre minhas pernas, massageando meu clitóris, e assim começou a me masturbar devagar.
Eu gemía suavemente no ritmo de suas carícias.
"Que carinha de anjo você tem", disse ele baixinho.
Olhei para ele sorrindo, depois fechei os olhos novamente, me deixando levar pelo prazer de seus dedos. Minha excitação aumentava a cada momento. Ele parou de acariciar meu rosto para me segurar pelo ombro, aumentando a velocidade com que seus dedos esfregavam meu clitóris. Levei minhas mãos aos meus peitos e comecei a tocá-los, apertando e soltando, puxando meus mamilos, beliscando-os. Meu prazer ia aumentando, e também meu desejo de ser penetrada. Soltei um dos meus peitos e levei a mão ao pênis daquele velho, agarrando-o com força.
Ele me respondeu deixando meu clitóris e enfiando vários dedos na minha buceta. Gemi e comecei a masturbá-lo. Seu pau ficou mais duro, mas ainda não estava pronto. Ele se inclinou sobre mim — pensei que ele ia me beijar, mas não. O que ele fez foi pegar aquele peso de papel que ainda estava sobre a mesa e, com um movimento da mão, extraiu aquele enorme pênis da imitação de vagina. Os dedos dele continuavam me fodendo, entrando e saindo da minha buceta. Depois de terminar, ele se levantou, pegou aquele pau, me mostrou e colocou entre meus peitos, começando a fazer como se estivesse fodendo eles. Eu soltei o pau dele e, segurando meus peitos novamente com as mãos, os apertei contra aquele pau como se estivesse fazendo uma espanhola, sentindo ele entre meus seios e vendo como deslizava entre eles.
Ele tirou de entre meus seios e começou a esfregar a ponta nos meus mamilos, fazendo círculos. Meus mamilos, já sensíveis, ficaram mais duros e empinados, enquanto um novo dedo entrava na minha buceta. Ao mesmo tempo, ele puxou minha cabeça um pouco para trás e eu soltei um gritinho de prazer.
Aquela imitação de pau parou de tocar meus mamilos e passou a tocar meus lábios. Dei uns beijinhos nele e então abri a boca. Ele o introduziu dentro, e eu comecei a chupar como se estivesse dando um boquete, enquanto aquele velho tirava os dedos da minha buceta e começava a acariciar meu clitóris intensamente. Eu chupava cada vez com mais vontade, e ele me masturbava cada vez mais rápido, até que de repente tudo parou.
Ele tirou aquela imitação de pau enorme da minha boca e foi arrastando pela minha pele, deixando um rastro de saliva até chegar na minha boceta. Então, se posicionou entre minhas pernas, apoiou a ponta daquele pau enorme no meu clitóris e se lambeu, observando como minha boceta estava molhada e aberta. Um segundo depois, aquele pau separou os lábios da minha vagina e, assim que se posicionou na minha entrada, ele o enfiou de uma vez – o que deve ter sido até a metade, mais ou menos.
Gritei, geme, me contorci.
E justo quando meu corpo relaxava, uma nova investida o enfiou até o fundo, arrancando de mim um novo grito de prazer.
Minha boceta estava escorrendo por todos os lados enquanto aquela imitação de pau enorme continuava enfiada até o fundo. Não demorou para ele começar a mover para dentro e para fora como se estivesse me fodendo. Eu gemia de prazer enquanto começava a tocar meus peitos, apertando-os e acariciando-os. Puxando suavemente meus mamilos, eu estava ficando cada vez mais excitada. Seu pau, diante daquele espetáculo, já estava totalmente recuperado, então ele começou a reduzir a velocidade com que metia, mas aumentou a força, empurrando forte uma e outra vez, mesmo que mais devagar.
Após uma última investida, ele deixou aquele pau dentro da minha buceta, fechou minhas pernas, puxou-me, fazendo minha bunda sobressair da mesa, e então me virou. Meus peitos ficaram apoiados naquela mesa e suas mãos apertaram com força minha bunda, apalpando-a. Eu me sentia muito molhada, com tesão e tremendamente quente. Ele pegou seu pau com a mão e pressionou suave, mas firme, a cabecinha na entrada do meu cu. A cabecinha abriu caminho no meu buraco e, após um momento de pressão, entrou facilmente. Ele parou um momento, aproveitando a sensação. Suas mãos me agarraram com firmeza pela cintura e, com um golpe de quadril, ele enfiou seu pau por completo no meu cu. Minha boca se abriu, soltando um:
Ooooooohhhhhhhhh
Enquanto ele continuava me comendo o mais rápido que podia, eu seguia gemendo. Estava sendo fodida por dois paus ao mesmo tempo, e eu adorava. Estava louca de prazer. Ele mudou o ritmo, começou a se mover metendo devagar para, pouco a pouco, voltar a aumentar a velocidade. Meu corpo balançava suavemente para frente e para trás. Eu sentia meus mamilos duros, esfregando contra a mesa, o que, se possível, me excitava ainda mais.
Não conseguia parar de gemer.
Suas mãos soltaram minha cintura para me agarrar pela bunda, e ele me comeu com fortes investidas, enfiando seu pau até o fundo do meu cu. Ofegante e cansado, lentamente ele enfiou seu pau até o fundo, pressionando-se bem contra mim. Então, inclinando-se sobre meu corpo, meteu a mão entre minhas pernas e, pegando aquele pau falso que estava na minha boceta, começou a me foder com ele, enquanto, de vez em quando, dava uns solavancos com seu pau lá dentro. do meu cu, eu gritava enlouquecida, arfava, gemendo...
Cada vez mais excitada, pedi que ele não parasse
Se assim não para, me dá, me dá ooooooooooh
Quero mais, me fode com força
Ele se apertou ainda mais contra mim, senti como envolvia com um dos braços minha cintura, meu corpo queria mais, tudo era prazer e sentia que ia gozar de novo, ele sabendo o que acontecia, continuou me fodendo mais devagar, só que agora ele também se movia, dentro e fora, acompanhando a foda do pau que me fodia a buceta e o dele que me fodia o cu, não aguentei mais, meu corpo se colou mais na mesa e minha bunda ficou o mais empinada que pôde, aproveitando ao máximo aquela dupla penetração.
E então aconteceu, meu corpo ficou tenso, meus gemidos viraram gritos de prazer entrecortados, naquele instante ele me enfiou as duas picas até o fundo ao mesmo tempo, minha bunda se mexeu dando pequenos espasmos de cima a baixo sentindo aquelas duas picas no mais profundo do meu ser, o velho ginecologista colou mais seu corpo no meu dizendo:
Goza, gostosa.
Eu teria dito que estava gozando, mas já era tarde, meu corpo se convulsionou tremendo, meus fluidos escorreram por toda minha vagina e minhas unhas arranhavam a mesa, tive um orgasmo intenso.
Após meu orgasmo ele tirou a imitação de pau da minha buceta, ao mesmo tempo que grande quantidade dos meus fluidos escorreu entre minhas pernas e ele deixou cair no chão produzindo um barulho seco e meio grudento, imagino porque estava totalmente encharcado dos meus fluidos.
Colocando as mãos abertas contra minha bunda, ele foi se retirando enquanto se levantava e tirava o pau do meu cu, quando tirou completamente, juntando minhas pernas, ele me virou de novo ficando de barriga para cima.
Devagar, foi separando minhas pernas, até que fiquei completamente aberta, meus pés apoiaram nas bordas da mesa, ficando totalmente exposta, ele me observando com desejo pegou o pau com a mão e começou a se masturbar suavemente, eu Estava recuperando o fôlego depois do meu magnífico orgasmo, quando parei de suspirar. Então, ele parou de se masturbar e se aproximou de mim, quase tocando a ponta do pau na minha buceta e, olhando nos meus olhos, disse:
Mmmm... esse pauzão velho vai foder essa bucetinha tão fresca, jovem e bonita que você tem.
Balancei a cabeça como se fosse uma pergunta, ao mesmo tempo que segurei nas bordas da mesa com as mãos.
Ele se moveu, pressionando o pau grosso contra os lábios da minha vagina, pegou o pau novamente com a mão e começou a esfregá-lo por toda a minha fenda, de cima a baixo, parando de vez em quando no meu clitóris, massageando-o. Outras vezes, parava na entrada, mas sem chegar a me penetrar. Minha respiração acelerou novamente, e minha vagina agradeceu aquelas atenções, emanando novos fluidos.
Ele continuou esfregando o pau na minha buceta. Em algumas ocasiões, introduzia um pouco, mas logo tirava e continuava seu jogo. Comecei a mover o quadril, em parte para ajudar no jogo e em parte pela vontade que tinha de ser penetrada.
Colocou a ponta do pau grosso na entrada da minha vagina e, pegando minhas pernas, colocou-as sobre seus ombros. Eu não aguentava mais, estava morrendo de vontade de sentir aquele pau dentro da minha buceta, mas ele continuava imóvel naquela posição.
— Me fode logo, não aguento mais.
— O que está esperando? Mete logo, por favor.
Seu pau entrou em ação e foi penetrando cada vez mais fundo em mim, enquanto suas mãos acariciavam minhas coxas macias, sedosas e bem formadas. Quando o pau estava completamente dentro de mim, ele começou a me foder, apertando minhas coxas com as mãos a cada investida. Ele me dava com tanta força que meu corpo todo se movia. Seus olhos permaneciam fixos, como hipnotizados pelo movimento dos meus peitos. Então, comecei a me contorcer, me exibindo para ele. Minhas mãos acariciavam meu corpo suado, apertando meus peitos de vez em quando e beliscando meus mamilos.
— Continua assim, gostosa.
Ele reduziu... O ritmo da sua foda e agora ele me enfiava lentamente seu pau até o fundo, sentindo o calor e a umidade da minha buceta enquanto uma de suas mãos deslizava pelas minhas coxas até chegar ao meu clitóris e começou a me masturbar enquanto seu pau continuava me comendo. Eu estava ficando muito quente de novo, o cheiro da minha buceta inundava o quarto e o barulho de chof chof que acompanhava suas suaves investidas não deixava dúvidas disso.
Eu estava fora de mim, a sensação da mão dele me masturbando e do pau dele me fodendo era incrível. Eu o sentia totalmente dentro de mim, não aguentava mais e ao mesmo tempo queria mais, queria que ele me comesse mais rápido. Eu implorei, gritei para ele me foder mais depressa, mas ele continuava no seu ritmo, sem dar atenção às minhas súplicas, aproveitando meu desespero. Naquele momento, de uma forma totalmente lasciva, abri minhas pernas para provocá-lo a me embater com mais força. Sua mão saiu do meu clitóris e ele me agarrou pela cintura com as duas mãos, enfiou seu pau com uma golpe forte até o fundo da minha buceta e, uma vez lá, ficou parado, pressionando seu corpo contra o meu e me apertando contra ele com as mãos. Dei um gritinho de prazer ao mesmo tempo que meus dedos puxavam com força meus mamilos duros. Senti um calor intenso no meu corpo e minha vagina emanou mais fluidos. Tive alguns espasmos e, naquele instante, senti uma sacudida violenta dentro de mim.
"Vou gozar", ele gritou.
Seu pau soltou um primeiro jorro morno, e continuou liberando sua porra dentro de mim sem parar, jato após jato. Eu sentia seu sêmen quente inundando minha buceta, e aquela sensação finalmente me fez explodir de prazer. Um novo orgasmo extraordinariamente intenso percorreu todo o meu ser enquanto ele continuava pressionando seu pau contra mim e as últimas gotas de seu sêmen caíam dentro da minha vagina.
Finalmente, quando ele tirou seu pau da minha buceta e, exausto, se deixou cair novamente na poltrona, eu me levantei. Nossos fluidos misturados escorreram pelas minhas pernas e algumas gotas caíram no chão enquanto eu ia... até minha bolsa, de onde peguei um pacote de lenços e limpei os restos. Peguei minha roupa do cabide e me vesti enquanto ele também, sem dizer nada, guardou seu pau e se arrumou. E assim, sem dizer nada, me dirigi à porta para ir embora. Uma vez lá, antes de sair, me virei e disse: — Um prazer, doutor. — Não, não, o prazer foi todo meu, gostosa. — Não, doutor, posso garantir que também foi meu — e, entre risadinhas, fechei a porta. Este relato é da autora Isa... do todorelatos.
Então, aproveitando que naquela tarde não tinha nada para fazer e que não queria mais adiar os exames pendentes, pelo bem da minha saúde, decidi aparecer no consultório da minha ginecologista. Sabia que teria que chegar cedo e que, uma vez lá, explicando à secretária que não tinha agendamento, teria que esperar para ser atendida por último.
Já lá, a moça, como de costume, me tratou com muita gentileza. Expliquei minha situação e, depois de acompanhar outra paciente para dentro da sala que servia de consultório, ela voltou me avisando que eu seria atendida. Então, me sentei em uma das cadeiras da sala de espera junto a outras pacientes, me armei de paciência e, olhando as revistas sobre uma mesinha, selecionei várias delas — todas de fofoca e moda. Após hesitar um pouco, finalmente decidi começar pelas de moda.
Acabou sendo uma hesitação boba, já que tive tempo de sobra para ver quase todas as revistas que havia escolhido. Já estava em dúvida sobre qual nova revista pegar quando, finalmente, a última garota saiu. A secretária, depois de se despedir dela na porta, se aproximou de mim e disse:
— Se for tão gentil de me acompanhar.
— Sim, claro.
Deixei rapidamente a revista sobre a mesa, peguei minha bolsa e a segui.
Qual não foi minha surpresa ao ver que atrás da mesa não estava minha ginecologista, mas sim um homem já de idade avançada. Acho que ele percebeu minha cara de surpresa e comentou:
— Boa tarde, sou o substituto durante o período de férias da sua médica.
— Boa tarde, ah, sim, naturalmente — consegui dizer enquanto deixava minha bolsa no cabideiro e me sentava.
— Bem, doutor — disse a secretária —, se importa de fechar a porta? Me esperam e, se não for incômodo…
— Vá tranquila, filha, eu fecho sim. Até amanhã.
— Até amanhã e obrigada — se despediu a secretária.
O ginecologista… Ele pegou minha ficha de paciente e a folheou, estudando os dados que havia nela. Eu me distraí olhando os objetos que ele tinha sobre a mesa: uma agenda encadernada, uma caneta que parecia valer uma fortuna e outro objeto que sempre chamava especialmente minha atenção: um enorme peso de papel que era um pênis enorme introduzido numa vagina.
"Muito bem, vi que você nunca teve nenhum problema grave e hoje veio fazer seus exames periódicos, coisa que, por sinal, já deveria ter feito há tempos."
"É, com o estresse diário, a gente nunca encontra o momento..."
"Enfim, suponho que vou marcar para o mês que vem."
"Como? Não vai fazer os exames depois de eu esperar a tarde toda?"
"Supus que preferiria assim. Normalmente é assim - as mulheres que costumam ir a uma ginecologista geralmente vão por pudor ou porque seus maridos preferem, e a essa altura, quase me aposentando, já tenho olho para essas coisas."
"Bem, eu preferiria que fizesse os exames e ficar tranquila de que está tudo bem."
"Ah, muito bem, como desejar. Vamos fazer então o exame preventivo de mama, assim como o de útero. Se você achar bom, vamos começar pelo de mama."
"Por favor, seja gentil de se posicionar na plataforma."
Me levantei e me posicionei ao lado de uma pequena plataforma onde já haviam feito esse exame antes. Foi então que ele notou meu corpo pela primeira vez: minhas pernas longas e esbeltas que apareciam até minhas coxas, apenas cobertas pela minha minissaia; meu umbigo visível através da fina blusa transparente sem mangas, assim como meus peitos grandes, redondos e firmes, sustentados apenas por um pequeno top de lycra sob a blusa transparente. Quando percebeu que eu estava olhando, ele imediatamente baixou o olhar e o fixou em seus papéis.
Não me incomodou que ele fizesse isso - estou acostumada a ser olhada, e até me divertiu sua forma desajeitada de disfarçar.
Comecei a desabotoar a blusa, mais devagar do que o normal, tomando meu tempo entre um botão e outro, observando-o de relance. para ver sua reação.
Tirei a blusa e pendurei no cabideiro.
Nossa, esse velhinho é um portento, ficou firme como um rochedo com o olhar fixo nos papéis enquanto eu tirava a blusa lentamente.
Já estou pronta. Eu disse.
Ele me olhou e vendo que eu ainda estava com o top disse:
É necessário que esteja nua da cintura para cima, senhorita.
Senhora, corrigi.
Ele concordou com um movimento de cabeça, acrescentando:
Parece muito jovem para ser casada.
Muito gentil, respondi.
Eu já sabia muito bem que tinha que estar completamente nua da cintura para cima, mas vendo que ele estava constrangido e fazia de tudo para manter o olhar longe de mim, não resisti e quis fazê-lo sofrer um pouco obrigando-o a me dizer, além disso sua voz tinha soado tão trêmula.
Então cruzando meus braços, levei minhas mãos ao top e pegando por baixo puxei para tirá-lo por cima da minha cabeça, fiz tudo o mais rápido que pude, porque como brincadeira já tinha sido o bastante, com o que não contava era que o top ficasse preso no meu rabo de cavalo, fiquei ali, com meus seios nus e com o top na frente do rosto.
Estava preso no meu elástico de cabelo, forcejei para soltá-lo, me balancei de um lado para o outro sem sucesso e finalmente dando uns puxões para cima, fazendo como se estivesse dando uns pulinhos, ele se soltou.
A cara do velho ginecologista estava vermelha, sem dúvida ao ficar coberto meu rosto, ele tinha ficado olhando tranquilamente o tempo todo, aproveitando para ver meus seios nus se movendo de um lado para o outro e de cima para baixo, mostrando como são redondos, duros e bem formados.
Instintivamente cobri meus seios com um dos braços, enquanto com o outro pendurava o top no cabideiro.
Ainda meio vermelho, ele se levantou e foi até uma pequena máquina de água, enchendo um copo e bebendo em dois longos goles, depois pegou umas luvas de uma caixa em uma prateleira e colocando-as Ele se dirigiu até mim, já não estava vermelho, mas trazia um pequeno e inconsciente sorriso no rosto, tinha se divertido pra caralho com o meu aperto.
Quando ficou ao meu lado, me disse:
"Me permite."
Afastei o braço que cobria meus seios e, levantando ambos os braços até acima da minha cabeça, entrelacei os dedos das minhas mãos, deixando meus seios inteiramente à disposição dele.
Ele havia recuperado a compostura, já não tinha aquele sorriso disfarçado no rosto e, com seus dedos experientes, pressionou meus seios, certificando-se de que não houvesse nenhuma anomalia.
Vixe, aquele velho... eu queria ter feito ele passar um aperto, e no final tinha sido eu quem ficou bem apertada.
"Tudo está bem, pode ficar tranquila."
"Como diz?" Desorientada como estava com meus pensamentos.
"Que pode ficar tranquila, jovem, não tem nenhuma anomalia."
"Perfeito, agora fico mais tranquila."
"Ainda assim, lembre-se de que deve fazer pelo menos uma mamografia uma vez por ano."
"Sim, doutor."
Se naquele momento, após terminar o check-up e retirar as mãos dos meus seios, o ginecologista não tivesse suspirrado de alívio por ter acabado, talvez eu não tivesse caído na tentação de devolver o aperto.
"Doutor", eu disse.
Ele, virando-se pela metade porque já tinha começado a se afastar de mim, respondeu com um:
"Sim?"
"Veja, é que às vezes tenho uma sensação estranha nos seios, por aqui na parte inferior." Ele colocou seus dedos novamente no meu corpo, desta vez logo abaixo dos meus seios, onde eu havia indicado.
Apalpou um pouco com seus dedos.
"Não sinto nem vejo nada estranho."
"Sim, olhe." Com minhas mãos, peguei as dele e fiz com que segurasse por baixo os meus seios.
"Veja, doutor, sinta o peso deles, não acha que um pesa mais que o outro? Não será por excesso de gordura?"
Algo atrapalhado, ele conseguiu articular:
"Ninguém tem tudo igual, jovem, nem mesmo os seios. Normalmente, o esquerdo é menor nas destras e o contrário nas canhotas, embora, na verdade, eu quase não note diferença. Você não deve... Não se preocupe.
E o que o doutor me diz... (E levando agora suas mãos até as auréolas dos meus mamilos) Às vezes dói em volta... (Coloquei seus dedos sobre as auréolas e os movi circularmente) por aqui e por aqui... (Fazendo com que involuntariamente seus dedos tocassem meus mamilos)
O coitado, com um tremor no lábio inferior, mal conseguia desviar o olhar dos meus peitos e muito menos as mãos, então, como ainda as tinha seguras, as afastei de mim. Ele pareceu recuperar a compostura e conseguiu me dizer:
Certamente será devido a um início de lactação, mesmo sem estar grávida, o corpo às vezes reage dessa forma, mas em alguns dias a dor desaparece, não é?
Sim, doutor. Obrigada de novo, me tranquiliza saber disso.
Agora quem sorria para si mesma era eu. Ele parou novamente junto ao bebedouro e voltou a beber um pouco. Acho que, se pudesse, teria derramado a água em cima de si em vez de bebê-la.
Passo lá para o exame de útero, doutor?
Ao mesmo tempo que apontava para a maca com os apoios de pernas usados para esse exame, localizada atrás de uma pequena biombo.
Sim, por favor.
Depois de me posicionar atrás do biombo, tirei os sapatos enquanto continuava a me despir. Ele, da sua cadeira, me fez algumas perguntas sobre meus exames anteriores, às quais eu respondia. Minha minissaia saía pelos meus pés enquanto eu comentava o quanto estava agradecida por ele me atender sem hora marcada e por suas palavras tranquilizadoras diante das minhas dúvidas. Peguei com as duas mãos meu minúsculo fio-dental e o desci pelas minhas pernas até conseguir tirá-lo pelos pés, ficando totalmente nua.
Ele continuava me dando explicações médicas, sobre por que eu podia ficar tranquila, etc.
Havia um pequeno lençol cor-de-rosa para cobrir o corpo nu enquanto se está deitada na maca. Eu ia pegá-lo e me deitar quando o ginecologista terminou dizendo:
Em resumo, você, jovem, está com a saúde muito boa... — depois de imediatamente aclarar a voz. Retifico dizendo: muito bem de saúde.
Eu ri baixinho diante de tal erro, no que estaria pensando aquele velhinho, e quis provocá-lo um pouco mais.
Coloquei o lençolzinho rosa em volta do meu corpo nu e, depois de espiar primeiro a cabeça por trás do biombo, sorrindo, disse:
"Fico feliz que esteja tão bem de saúde e apto." Em seguida, saí de trás do biombo correndo em passinhos curtos (tudo que a largura do lençol enrolado no meu corpo permitia) — com uma mão segurando para o lençol não cair e com a outra levando a mini e o thong.
O lençol não era muito transparente, mas delineava bem as curvas gostosas do meu corpo. Ao chegar no cabide onde estava o resto da minha roupa, pendurei a minissaia e o thong, olhei para ele e disse:
"Pronta." E na mesma velocidade voltei para trás do biombo.
Parecia que o velho ginecologista ia ter um infarto pela cara que fez.
Sem dúvida, eu poderia ter deixado minha roupa numa cadeira atrás do biombo, mas foi muito excitante fazer aquilo.
Deitei na maca, colocando minhas pernas nos suportes, ficando totalmente aberta, ajustei o lençol para ficar coberta dos meus músculos até meus peitos.
Um instante depois, ele também passou para trás do biombo, pegou uma cadeira e a posicionou entre minhas pernas, sentando-se.
"Muito bem", disse. "Vou iniciar o check-up, fique tranquila, jovenzinha."
"Sim, doutor", respondi.
Pelo barulho que fazia — já que, naquela posição, eu só via o rosto dele — ele estava colocando as luvas novamente.
Ele me olhou e disse:
"Agora vou passar um pouco de gel, para evitar qualquer possível dor. É possível que sinta frio."
Acenei com a cabeça.
Enquanto ele pegava um pote de gel (despejando um pouco sobre as luvas para depois espalhá-las), eu lembrava do que havia acontecido e pensava:
"Assim que chegar em casa, vou me masturbar à vontade, ou talvez espere meu marido chegar e transar com ele pensando nisso."
Assim, nua (com as pernas abertas, mostrando minha buceta totalmente depilada), com apenas o fino lençol sobre meu corpo, meus seios marcando perfeitamente) eu não devia ter pensado nisso porque fiquei excitada e me molhei.
Fiquei preocupada se ele perceberia, observando como podia ver toda minha bocetinha, mas naquele momento seus dedos cobertos pela luva e pelo gel começaram a entrar lentamente na minha vagina. Por estar excitada e sentir a penetração, o frio e a umidade do gel me fizeram tentar evitar contrair minha vagina, sentindo ainda mais seus dedos e soltando um leve gemidinho.
Ele retirou os dedos imediatamente, pedindo desculpas por ter me machucado.
"Não se preocupe, não foi nada", eu disse, aliviada com sua reação.
Ele colocou mais gel na luva enquanto eu virava a cabeça para o lado, tentando pensar em algo que evitasse que eu continuasse ficando excitada, mas já era tarde. Meu corpo tinha reagido, meus seios e meus mamilos endureceram e agora estavam marcando claramente no lençol, minha bocetinha estava molhada. Percebendo isso, tentei me preparar para quando ele me penetrasse de novo não reagir.
Mas foi pior porque fiquei tão tensa que, mesmo mordendo o lábio, assim que senti a penetração dos dedos dele, escapou um novo
"Ai!" que tentei fazer soar o mais dolorido possível e não de prazer.
O velho ginecologista rapidamente retirou os dedos de novo e me olhou.
Eu, constrangida, só consegui dizer:
"Desculpe, mas acho que está me raspando em algo."
"É possível que seja alguma ruga na luva, vou trocar."
"Sim, por favor."
Enquanto ele baixava a cabeça para as mãos, pude ver como ele parou o olhar nos meus seios ou talvez só nos meus mamilos duros, marcando no lençol, para em seguida tirar as luvas com o som típico de *slash!*
Voltei a virar a cabeça para o lado, fiz algumas inspirações o mais disfarçadamente que pude tentando retomar o controle do meu corpo, ouvi de novo o barulho do pote liberando o gel e de novo ele começou a me introduzir os dedos, embora desta vez o fizesse mais rapidamente, mordi com força o lábio tentando evitar suspirar.
foi então que percebi: ele tinha tirado, mas não tinha colocado as luvas de volta. seus dedos nus impregnados com o gel penetravam minha buceta e, como se naquele momento ele tivesse percebido que eu tinha notado, afundou completamente os dedos dentro de mim, sem me dar tempo para dizer ou fazer nada.
minhas mãos agarraram com força os lados da maca e o velho ginecologista colocou os dedos no meu ponto g, começando a me masturbar habilmente. ele fazia pequenos movimentos de frente para trás, intercalando com movimentos circulares e pressionando com as pontas dos dedos no meu ponto g. aquele velho ginecologista, com seus movimentos experientes, estava me matando de prazer. se havia alguma resistência àquela masturbação, ela acabou naquele instante. eu estava a mil, e minha boceta estava encharcada pelos fluidos que escorriam por causa do tesão que estava sentindo.
me contorcia de prazer, então de repente ele parou de me tocar daquela forma e começou a me foder com os dedos. comecei a ofegar de prazer, e ele respondeu me fodendo com os dedos ainda mais rápido. ele os tirava e os colocava de volta, ritmicamente, no compasso dos desejos que meu corpo indicava. estava chegando ao êxtase, e meu orgasmo se aproximava...
ele parou por alguns instantes, só para me fazer desejar mais, enquanto puxava de uma vez o lençol que cobria meu corpo. seus olhos devoraram completamente meu corpo nu, saboreando-o com o olhar. de repente, ele enfiou seus dedos até o fundo novamente, me fazendo gemer de prazer, para então continuar me masturbando como no início. seus movimentos certeiros me faziam gemer cada vez mais alto, anunciando meu orgasmo. meus mamilos ficaram duros como pedras, e minhas mãos se agarraram à maca. seus dedos aceleraram levemente, meu corpo se arqueou, gritei de prazer e, um momento depois, tive um orgasmo intenso, deixando seus dedos inundados com meus fluidos.
após alguns instantes assim, ele tirou... lentamente, seus dedos saíram da minha buceta e ele se afastou levemente de mim. Então, como se dando conta de tudo que havia acontecido, ele se virou e desapareceu atrás do biombo, me deixando ali, ainda ofegando suavemente, com meus fluidos molhando a maca após o bom orgasmo que eu tinha acabado de ter, recuperando o fôlego.
Ouvi ele se sentar em sua poltrona e suspirar.
Me levantei, peguei o lençol, me cobri com ele e saí de trás do biombo. O velho ginecologista me olhou sem dizer uma palavra. Eu podia ver em seu rosto a preocupação, pensando:
E agora, o que vai acontecer? O que eu fiz? Meu Deus, eu me deixei levar, que loucura?
A verdade é que ele poderia ter se metido em uma grande confusão.
Me aproximei dele lentamente, fazendo uma cara de brava. Ele engoliu em seco.
Quando cheguei até ele, olhei para o volume em sua virilha que era visível sob o jaleco e a calça. Sorri para ele enquanto deixava o lençol cair. Me ajoelhei, comecei a desabotoar seu jaleco enquanto, com a outra mão, acariciava seu pau por cima da calça, que logo ficou duríssimo.
Uma vez que parte do jaleco estava aberto, levei minhas mãos ao botão de sua calça. Após desabotoá-lo, puxei com as mãos e fui abrindo o zíper, revelando uma cueca preta e um belo volume.
Levantei a cueca e seu pênis ficou à vista. Era de um tamanho normal, exceto por ser bem grosso. Acariciei-o, sentindo sua dureza e textura. Ele suspirava nervoso. Comecei a masturbá-lo devagar, sem pressa. Seu pênis ficou ainda mais duro e começou a liberar líquido seminal. Aproximei minha boca da ponta de seu pau e levei minha língua até a cabecinha, lambendo o líquido seminal. Me afastei novamente e continuei a masturbá-lo.
Novamente saiu um pouco mais de líquido e eu repeti o mesmo. O pobrezinho não aguentava mais, então ele colocou uma de suas mãos em minha cabeça, empurrando levemente, como me incentivando a chupá-lo. Abri bem a boca e fui introduzindo seu pau até tê-lo completamente dentro, para então ir tirando-o devagar de a boca, deixando ela deslizar pelos meus lábios até ficar de fora, agora meus lábios repousavam sobre sua cabecinha e a prendiam suavemente, chupei várias vezes e pegando seu pau com a mão apoiei na minha língua, com a boca bem aberta e a língua o máximo para fora que conseguia e comecei a bater minha língua e lábios com seu pau que estava duríssimo.
Ele começou a gemer muito forte e terminou me dizendo:
"Volta a enfiar na boca, isso, chupa ele"
Enfiei de novo seu pau na minha boca, fazendo uma boa mamada, pouco a pouco cada vez num ritmo mais acelerado, minha cabeça se movia para frente e para trás, chupando ele por completo, enquanto acariciava e pressionava levemente seus testículos, ele olhava como eu chupava, se deleitando vendo seu pau dentro da minha boca e vendo como de vez em quando minha língua percorria ele de cima a baixo, com lambidas longas e molhadas, me inclinei um pouco para trás para que ele pudesse ver bem meu rosto e continuei engolindo seu pau sem parar.
"Deus! como você chupa bem, que carinha de viciada você faz..."
Levei minha mão ao meu clitóris e sem parar de mamar, comecei a me masturbar,
Esfregando com força o clitóris.
"Isso, assim não para, come ele todo..."
Ele ficou tenso e começou a se contorcer na poltrona, estava claro que não ia aguentar muito mais, levei meus lábios à sua cabecinha e voltei a apertar mantendo dentro da minha boca, seu sêmen começou a sair, jorro após jorro, ele gemia de prazer, enquanto eu engolia o sêmen que ia caindo na minha boca, até que finalmente não havia mais, tirei seu pau da minha boca e com a língua lambi os restos que ficaram de porra em seu pênis grosso, limpando com cuidado, depois de terminar me afastei um pouco dele.
Eu ainda estava ali de joelhos, ainda me masturbando suavemente com meus dedos, ele me olhava como extasiado, dediquei a ele um amplo sorriso e levei minha outra mão aos meus lábios onde ainda havia restos de seu sêmen e com dois dedos comecei a limpá-los, cada vez que pegava um pouco do seu sêmen, enfiava meus dois dedos na boca e os chupava, devagar, sem pressa, saboreando a porra dele com a língua, até não sobrar nem uma gotinha, enquanto minha outra mão mantinha minha buceta bem quente.
O ginecologista se levantou e afastou bruscamente as coisas que estavam sobre a mesa do consultório, jogando muitas no chão. Eu entendi imediatamente o que ele queria e, ainda toda excitada pela minha masturbação, me levantei e me deitei na mesa. Nem tinha terminado de me recostar quando a cabeça dele já estava entre minhas pernas e seus lábios pressionavam meus lábios vaginais.
Suas mãos subiram para acariciar minha barriga, sentindo como é lisa e macia, e depois continuaram subindo até alcançar meus peitos. Ele os apertou com suavidade, mantendo-os em suas mãos e depois levando os dedos até meus mamilos, apertando e puxando até que ficassem o mais duros possível.
Eu suspirava de prazer com suas lambidas e carícias, instintivamente abri mais as pernas apoiando meus pés na mesa, me abrindo por completo. Sua língua percorria minha fenda, focando de vez em quando no clitóris, fazendo círculos com a língua sobre ele.
Minha buceta ia ficando cada vez mais molhada e ele lambia sem parar todos meus fluidos, saboreando-os. Ele se afastou de mim para respirar e, ao mesmo tempo, com a mão começou a dar palmadinhas por toda minha fenda, especialmente no clitóris, fazendo com que ficasse tenso. Então colocou a boca no meu clitóris novamente e começou a chupar intensamente. Eu fazia força para não gritar de prazer, mas meus gemidos ficavam cada vez mais altos.
Agora ele brincava com a língua na minha xota e eu tremia de prazer, meus fluidos escorriam abundantemente pela minha buceta até o ânus, molhando a mesa. Então ele parou de me lamber para colocar a mão na minha buceta, esfregando todos os dedos nos meus fluidos, e depois voltou a me comer sem parar. Eu movia meus quadris. como se eu estivesse tentando me esfregar nele, de tão gostoso que estava.
O velho ginecologista colocou um dedo molhado no meu cu e começou a fazer círculos, indo aos poucos se introduzindo dentro. Agora seu dedo me fodia a bunda e sua língua a minha buceta. Eu estava cada vez mais fora de mim, senti um pouco mais de pressão que aumentou meu prazer, e um novo dedo entrou no meu ânus, dilatando um pouco mais. Sua língua se posicionou entre meus lábios vaginais, percorrendo-os por completo, de cima a baixo. Então a ponta da língua parou no meu clitóris, dando algumas batidinhas para depois lambê-lo selvagemente. Meu corpo arqueou ao mesmo tempo que um novo dedo pressionava para entrar no meu cu.
Depois de empurrar um pouco, ele tirou os dois que já estavam dentro, cuspiu nos três várias vezes e voltou a pressionar meu ânus, agora com os três dedos. Lentamente, foram se introduzindo na minha bunda, me fazendo gemer de prazer. Aquele velho dominava muito bem os ritmos, acelerando quando devia ou fazendo tudo mais devagar, conseguindo sempre me fazer aproveitar ao máximo.
Ele me fodia a bunda com os dedos e me lambia cada vez mais rápido. Meu corpo tremia, seus dedos afundavam completamente no meu cu, sua língua entrava na minha vagina para depois lamber meu clitóris. Com minha mão, agarrei sua cabeça e a pressionei com força contra minha buceta. Gemendo alto de prazer, apertando cada vez mais contra mim, e o velho ginecologista me lambia mais intensamente e me fodia sem parar. Eu estava encharcada por todos os lados, tanto pelos meus fluidos quanto pela saliva dele. Não aguentava mais, estava gozando.
Apertei minhas pernas contra sua cabeça, me movendo convulsivamente até que, de repente, ele parou de se mexer. Eu continuei me movendo em busca do prazer, do orgasmo que estava prestes a chegar. E depois dessa pequena pausa, ele apertou meus lábios com força no meu clitóris e enfiou seus dedos até o fundo do meu cu. Gritei de prazer, de dor, meu... minhas pernas pressionaram ainda mais sua cabeça, minha mão o apertou com força contra minha buceta, sem deixar que se afastasse nem um centímetro, e assim, entre gritos de "mais, mais, mais... não para" e gritinhos de prazer, tive um novo orgasmo.
Finalmente o soltei, e sua cabeça saiu de entre minhas pernas ao mesmo tempo que seus dedos do meu cu. Ele se levantou e limpou com a manga do jaleco todos os restos dos meus fluidos que estavam em seu rosto. Eu não me mexi, continuei sobre a mesa, de pernas abertas, completamente encharcada, suspirando após o orgasmo. Olhei para ele, desejando ser penetrada — minha buceta estava mais do que pronta e ansiosa, mas infelizmente seu pau ainda não estava totalmente recuperado.
Pelo meu olhar, o velho ginecologista percebeu o que eu queria. Então se aproximou de mim, desta vez pelo lado da mesa. Quando estava ao meu lado, com uma das mãos começou a acariciar meu rosto e com a outra meteu entre minhas pernas, massageando meu clitóris, e assim começou a me masturbar devagar.
Eu gemía suavemente no ritmo de suas carícias.
"Que carinha de anjo você tem", disse ele baixinho.
Olhei para ele sorrindo, depois fechei os olhos novamente, me deixando levar pelo prazer de seus dedos. Minha excitação aumentava a cada momento. Ele parou de acariciar meu rosto para me segurar pelo ombro, aumentando a velocidade com que seus dedos esfregavam meu clitóris. Levei minhas mãos aos meus peitos e comecei a tocá-los, apertando e soltando, puxando meus mamilos, beliscando-os. Meu prazer ia aumentando, e também meu desejo de ser penetrada. Soltei um dos meus peitos e levei a mão ao pênis daquele velho, agarrando-o com força.
Ele me respondeu deixando meu clitóris e enfiando vários dedos na minha buceta. Gemi e comecei a masturbá-lo. Seu pau ficou mais duro, mas ainda não estava pronto. Ele se inclinou sobre mim — pensei que ele ia me beijar, mas não. O que ele fez foi pegar aquele peso de papel que ainda estava sobre a mesa e, com um movimento da mão, extraiu aquele enorme pênis da imitação de vagina. Os dedos dele continuavam me fodendo, entrando e saindo da minha buceta. Depois de terminar, ele se levantou, pegou aquele pau, me mostrou e colocou entre meus peitos, começando a fazer como se estivesse fodendo eles. Eu soltei o pau dele e, segurando meus peitos novamente com as mãos, os apertei contra aquele pau como se estivesse fazendo uma espanhola, sentindo ele entre meus seios e vendo como deslizava entre eles.
Ele tirou de entre meus seios e começou a esfregar a ponta nos meus mamilos, fazendo círculos. Meus mamilos, já sensíveis, ficaram mais duros e empinados, enquanto um novo dedo entrava na minha buceta. Ao mesmo tempo, ele puxou minha cabeça um pouco para trás e eu soltei um gritinho de prazer.
Aquela imitação de pau parou de tocar meus mamilos e passou a tocar meus lábios. Dei uns beijinhos nele e então abri a boca. Ele o introduziu dentro, e eu comecei a chupar como se estivesse dando um boquete, enquanto aquele velho tirava os dedos da minha buceta e começava a acariciar meu clitóris intensamente. Eu chupava cada vez com mais vontade, e ele me masturbava cada vez mais rápido, até que de repente tudo parou.
Ele tirou aquela imitação de pau enorme da minha boca e foi arrastando pela minha pele, deixando um rastro de saliva até chegar na minha boceta. Então, se posicionou entre minhas pernas, apoiou a ponta daquele pau enorme no meu clitóris e se lambeu, observando como minha boceta estava molhada e aberta. Um segundo depois, aquele pau separou os lábios da minha vagina e, assim que se posicionou na minha entrada, ele o enfiou de uma vez – o que deve ter sido até a metade, mais ou menos.
Gritei, geme, me contorci.
E justo quando meu corpo relaxava, uma nova investida o enfiou até o fundo, arrancando de mim um novo grito de prazer.
Minha boceta estava escorrendo por todos os lados enquanto aquela imitação de pau enorme continuava enfiada até o fundo. Não demorou para ele começar a mover para dentro e para fora como se estivesse me fodendo. Eu gemia de prazer enquanto começava a tocar meus peitos, apertando-os e acariciando-os. Puxando suavemente meus mamilos, eu estava ficando cada vez mais excitada. Seu pau, diante daquele espetáculo, já estava totalmente recuperado, então ele começou a reduzir a velocidade com que metia, mas aumentou a força, empurrando forte uma e outra vez, mesmo que mais devagar.
Após uma última investida, ele deixou aquele pau dentro da minha buceta, fechou minhas pernas, puxou-me, fazendo minha bunda sobressair da mesa, e então me virou. Meus peitos ficaram apoiados naquela mesa e suas mãos apertaram com força minha bunda, apalpando-a. Eu me sentia muito molhada, com tesão e tremendamente quente. Ele pegou seu pau com a mão e pressionou suave, mas firme, a cabecinha na entrada do meu cu. A cabecinha abriu caminho no meu buraco e, após um momento de pressão, entrou facilmente. Ele parou um momento, aproveitando a sensação. Suas mãos me agarraram com firmeza pela cintura e, com um golpe de quadril, ele enfiou seu pau por completo no meu cu. Minha boca se abriu, soltando um:
Ooooooohhhhhhhhh
Enquanto ele continuava me comendo o mais rápido que podia, eu seguia gemendo. Estava sendo fodida por dois paus ao mesmo tempo, e eu adorava. Estava louca de prazer. Ele mudou o ritmo, começou a se mover metendo devagar para, pouco a pouco, voltar a aumentar a velocidade. Meu corpo balançava suavemente para frente e para trás. Eu sentia meus mamilos duros, esfregando contra a mesa, o que, se possível, me excitava ainda mais.
Não conseguia parar de gemer.
Suas mãos soltaram minha cintura para me agarrar pela bunda, e ele me comeu com fortes investidas, enfiando seu pau até o fundo do meu cu. Ofegante e cansado, lentamente ele enfiou seu pau até o fundo, pressionando-se bem contra mim. Então, inclinando-se sobre meu corpo, meteu a mão entre minhas pernas e, pegando aquele pau falso que estava na minha boceta, começou a me foder com ele, enquanto, de vez em quando, dava uns solavancos com seu pau lá dentro. do meu cu, eu gritava enlouquecida, arfava, gemendo...
Cada vez mais excitada, pedi que ele não parasse
Se assim não para, me dá, me dá ooooooooooh
Quero mais, me fode com força
Ele se apertou ainda mais contra mim, senti como envolvia com um dos braços minha cintura, meu corpo queria mais, tudo era prazer e sentia que ia gozar de novo, ele sabendo o que acontecia, continuou me fodendo mais devagar, só que agora ele também se movia, dentro e fora, acompanhando a foda do pau que me fodia a buceta e o dele que me fodia o cu, não aguentei mais, meu corpo se colou mais na mesa e minha bunda ficou o mais empinada que pôde, aproveitando ao máximo aquela dupla penetração.
E então aconteceu, meu corpo ficou tenso, meus gemidos viraram gritos de prazer entrecortados, naquele instante ele me enfiou as duas picas até o fundo ao mesmo tempo, minha bunda se mexeu dando pequenos espasmos de cima a baixo sentindo aquelas duas picas no mais profundo do meu ser, o velho ginecologista colou mais seu corpo no meu dizendo:
Goza, gostosa.
Eu teria dito que estava gozando, mas já era tarde, meu corpo se convulsionou tremendo, meus fluidos escorreram por toda minha vagina e minhas unhas arranhavam a mesa, tive um orgasmo intenso.
Após meu orgasmo ele tirou a imitação de pau da minha buceta, ao mesmo tempo que grande quantidade dos meus fluidos escorreu entre minhas pernas e ele deixou cair no chão produzindo um barulho seco e meio grudento, imagino porque estava totalmente encharcado dos meus fluidos.
Colocando as mãos abertas contra minha bunda, ele foi se retirando enquanto se levantava e tirava o pau do meu cu, quando tirou completamente, juntando minhas pernas, ele me virou de novo ficando de barriga para cima.
Devagar, foi separando minhas pernas, até que fiquei completamente aberta, meus pés apoiaram nas bordas da mesa, ficando totalmente exposta, ele me observando com desejo pegou o pau com a mão e começou a se masturbar suavemente, eu Estava recuperando o fôlego depois do meu magnífico orgasmo, quando parei de suspirar. Então, ele parou de se masturbar e se aproximou de mim, quase tocando a ponta do pau na minha buceta e, olhando nos meus olhos, disse:
Mmmm... esse pauzão velho vai foder essa bucetinha tão fresca, jovem e bonita que você tem.
Balancei a cabeça como se fosse uma pergunta, ao mesmo tempo que segurei nas bordas da mesa com as mãos.
Ele se moveu, pressionando o pau grosso contra os lábios da minha vagina, pegou o pau novamente com a mão e começou a esfregá-lo por toda a minha fenda, de cima a baixo, parando de vez em quando no meu clitóris, massageando-o. Outras vezes, parava na entrada, mas sem chegar a me penetrar. Minha respiração acelerou novamente, e minha vagina agradeceu aquelas atenções, emanando novos fluidos.
Ele continuou esfregando o pau na minha buceta. Em algumas ocasiões, introduzia um pouco, mas logo tirava e continuava seu jogo. Comecei a mover o quadril, em parte para ajudar no jogo e em parte pela vontade que tinha de ser penetrada.
Colocou a ponta do pau grosso na entrada da minha vagina e, pegando minhas pernas, colocou-as sobre seus ombros. Eu não aguentava mais, estava morrendo de vontade de sentir aquele pau dentro da minha buceta, mas ele continuava imóvel naquela posição.
— Me fode logo, não aguento mais.
— O que está esperando? Mete logo, por favor.
Seu pau entrou em ação e foi penetrando cada vez mais fundo em mim, enquanto suas mãos acariciavam minhas coxas macias, sedosas e bem formadas. Quando o pau estava completamente dentro de mim, ele começou a me foder, apertando minhas coxas com as mãos a cada investida. Ele me dava com tanta força que meu corpo todo se movia. Seus olhos permaneciam fixos, como hipnotizados pelo movimento dos meus peitos. Então, comecei a me contorcer, me exibindo para ele. Minhas mãos acariciavam meu corpo suado, apertando meus peitos de vez em quando e beliscando meus mamilos.
— Continua assim, gostosa.
Ele reduziu... O ritmo da sua foda e agora ele me enfiava lentamente seu pau até o fundo, sentindo o calor e a umidade da minha buceta enquanto uma de suas mãos deslizava pelas minhas coxas até chegar ao meu clitóris e começou a me masturbar enquanto seu pau continuava me comendo. Eu estava ficando muito quente de novo, o cheiro da minha buceta inundava o quarto e o barulho de chof chof que acompanhava suas suaves investidas não deixava dúvidas disso.
Eu estava fora de mim, a sensação da mão dele me masturbando e do pau dele me fodendo era incrível. Eu o sentia totalmente dentro de mim, não aguentava mais e ao mesmo tempo queria mais, queria que ele me comesse mais rápido. Eu implorei, gritei para ele me foder mais depressa, mas ele continuava no seu ritmo, sem dar atenção às minhas súplicas, aproveitando meu desespero. Naquele momento, de uma forma totalmente lasciva, abri minhas pernas para provocá-lo a me embater com mais força. Sua mão saiu do meu clitóris e ele me agarrou pela cintura com as duas mãos, enfiou seu pau com uma golpe forte até o fundo da minha buceta e, uma vez lá, ficou parado, pressionando seu corpo contra o meu e me apertando contra ele com as mãos. Dei um gritinho de prazer ao mesmo tempo que meus dedos puxavam com força meus mamilos duros. Senti um calor intenso no meu corpo e minha vagina emanou mais fluidos. Tive alguns espasmos e, naquele instante, senti uma sacudida violenta dentro de mim.
"Vou gozar", ele gritou.
Seu pau soltou um primeiro jorro morno, e continuou liberando sua porra dentro de mim sem parar, jato após jato. Eu sentia seu sêmen quente inundando minha buceta, e aquela sensação finalmente me fez explodir de prazer. Um novo orgasmo extraordinariamente intenso percorreu todo o meu ser enquanto ele continuava pressionando seu pau contra mim e as últimas gotas de seu sêmen caíam dentro da minha vagina.
Finalmente, quando ele tirou seu pau da minha buceta e, exausto, se deixou cair novamente na poltrona, eu me levantei. Nossos fluidos misturados escorreram pelas minhas pernas e algumas gotas caíram no chão enquanto eu ia... até minha bolsa, de onde peguei um pacote de lenços e limpei os restos. Peguei minha roupa do cabide e me vesti enquanto ele também, sem dizer nada, guardou seu pau e se arrumou. E assim, sem dizer nada, me dirigi à porta para ir embora. Uma vez lá, antes de sair, me virei e disse: — Um prazer, doutor. — Não, não, o prazer foi todo meu, gostosa. — Não, doutor, posso garantir que também foi meu — e, entre risadinhas, fechei a porta. Este relato é da autora Isa... do todorelatos.
3 comentários - O velho ginecologo.
Van ocho puntos
GRACIAS!!!!