A carga era pesada demais. Não consegui nem limpar o esperma do corpo da minha filha. Coloquei a blusa dela como pude, tentando deixar tudo como se nada tivesse acontecido. Fechei o laptop, peguei a webcam, o licor me fazia mexer de forma desajeitada, mas consegui chegar até a porta do quarto dela.Não acreditei que tinha feito aquilo. A culpa se revirava dentro de mim. Tinha me masturbado e gozado nos peitos da minha filha, minha única filha, Valentina. E não satisfeito com isso, transmiti ao vivo pra mais de meia dúzia de punheteiros anônimos.
Naquele instante, o sangue gelou nas minhas veias. Pensei que ia desmaiar.
— Papai?
A voz sonolenta da minha filha significava minha sentença de morte. Ela tinha me pego.
— O que aconteceu? Acabou de chegar?
— Não, Valen, já cheguei há um tempo.
A voz tremia. Meus nervos inundavam a escuridão da cena.
— Tava procurando o carregador do meu celular, achei que talvez você tivesse pegado. Mas não está, pode descansar.
— Tá bom, pap...
Não deixei ela terminar e fechei a porta. Será que tinha me safado? Será que realmente tinha me safado? Se sim, agradecia muito aquela inventada repentina que tive pra articular uma desculpa que me fizesse sair bem dessa situação.
Aquela noite não consegui dormir até pouco depois do amanhecer. Ao acordar, me sentia muito estranho, e é que, ao contrário do que alguém pensaria e quase que milagrosamente, o pouco sono foi revigorante, não tinha o menor sinal de ressaca e ainda por cima uma ereção matinal poderosa, como há muito não tinha, ameaçava rasgar minha cueca. A culpa pelas minhas ações da noite anterior não tinha deixado nenhum vestígio.
Fisicamente era uma história, e mentalmente a coisa também não era muito diferente. Às vezes até pensava que tudo o que aconteceu na noite anterior foi só um sonho, mas tinha certeza de que não foi, e isso me gerava um tesão monumental.
Olhei a hora, me troquei, fui pra cozinha preparar o café da manhã e de repente, no processo de fazer uns ovos mexidos e torradas, minha mente tinha clareado, mas tudo voltou a esquentar no momento em que minha filha Valentina apareceu na cozinha.
A primeira coisa que me impactou foi o cheiro dela, reconheci como o cheiro de uma mulher recém-saída do banho, o perfume dela inundou o quarto. A segunda coisa que me bateu foi a roupa. Ela não estava mais usando o roupão de dormir da noite anterior, agora vestia uma camiseta branca, alguns tamanhos maior. O tecido folgado da camiseta deixava adivinhar que, enquanto na parte de baixo ela usava um short preto, na parte de cima os peitões enormes estavam soltos, sem a opressão do sutiã.
-Chegou tarde ontem à noite?
-Mais ou menos, amor.
-Achou o carregador?
-Claro que sim, tinha deixado no carro.
Eu me sentia muito estranho de novo, a culpa apareceu bem no café da manhã, mas é preciso deixar claro que veio misturada com umas outras sensações, nervosismo e excitação, e uma dose forte do medo de que talvez meu pecado não tivesse ficado impune formava um coquetel delicioso. Naquele instante, um espasmo percorreu meu pau da base à ponta. A situação toda me dava um puta prazer.
Portas afora, o café da manhã transcorreu numa boa, graças à conversa que minha filha tentava puxar. Ela me perguntava coisas do meu trabalho e da reunião que tive com meus amigos, eu, por outro lado, tentava me interessar pela vida dela no colégio, mas a verdade é que minha mente estava em outro lugar. Entre cada pergunta e resposta, eu aproveitava pra ver se os mamilos morenos dela apareciam pelo tecido, mas não foi o caso, e melhor que não tenha sido.
Depois do café, subimos pros nossos quartos e fui incapaz de chegar perto da minha filha até a hora do almoço. Vale dizer que a hora do almoço também significava que era hora de levá-la pra casa da mãe. O clima estava estranho, visto de fora meu comportamento devia parecer bizarro, e pra falar a verdade ainda me restava um pouco de medo de que ela tivesse alguma suspeita. Quando finalmente chegou a hora de ir embora, a Valentina já estava me esperando, com a mesma roupa do café da manhã, só que dessa vez ela tinha colocado o sutiã. As peitona dela pareciam ainda maiores do que com a roupa íntima branca que agora segurava os peitos dela. Um novo tremor percorreu meu pau ao pensar que, há apenas algumas horas, eu tinha contemplado e acariciado os seios mais maravilhosos que já toquei na vida. Os da minha filha, Valentina.
Saímos de casa e almoçamos juntos, depois levei ela na casa da mãe dela, e antes de nos despedirmos, falei com ela pela última vez naquele dia.
— Te vejo daqui a algumas semanas, love.
— Tá bom, pai. Te amo.
A Valentina se aproximou de mim e me deu um beijo na bochecha com a maior confiança, não tinha dúvida de que ela não desconfiava de nada.
— Boa sorte na escola. Estuda bastante.
— Valeu, não preciso de sorte, eu sempre tiro 100.
Ela disse sorrindo enquanto se aproximava do portão da casa da minha ex-mulher.
No instante em que a Valentina foi embora e eu fiquei completamente sozinho, toda a situação começou a mudar, sem falar no momento em que cheguei em casa. Me senti muito pior. Me sentia terrivelmente culpado por tudo que tinha acontecido, finalmente caiu a ficha do quão perverso eu tinha sido. Deixei cair algumas lágrimas, me sentia realmente envergonhado do que tinha feito, e pra ser sincero, não queria me sentir mais assim, mas sabia que tinha um remédio pra acalmar essa sensação.
Abri uma garrafa de uísque e comecei a esquecer de tudo. Decidi acompanhar minha purga com um pouco de música e, em certo ponto da noite, lembrei com muita curiosidade que não tinha mexido no computador desde o que aconteceu na noite anterior.
Me aproximei do laptop, abri a tampa e, assim que acessei, a janela do chat da noite anterior se abriu. Minha caixa de mensagens estava lotada. A curiosidade falou mais alto e eu me dei ao trabalho de ler as mensagens uma por uma.
*Mãe Mia, que corrida, foi impressionante.
*Que tesão, meu Deus, curti pra caralho.
*Putona do caralho, que peitos de infarto.
*Deus, você tem que repetir isso, que gostosa você tem em casa.
*Pagaria qualquer coisa pra ficar com ela, faria ela gozar como você nem imagina.
*Deixa a gente ver ela de novo, por favor.
Os próximos mensagens seguiam a mesma linha, só de ler o que o show da noite anterior tinha causado nesses desconhecidos já me deixava a mil. Meu corpo tava em chamas. Naquele momento, considerei repetir a façanha, exibir de novo o corpanzil da minha filha pra todos aqueles punheteiros.
O tesão era tanto que senti uma vontade forte de me masturbar com a Valentina de novo, precisava de prazer e precisava que o corpo gostoso da minha filha me desse isso. Abri uma nova janela no navegador e, com uma busca simples pelo nome dela, encontrei as contas de redes sociais da minha filha. Eu não ligava pra esse negócio de redes, mas a verdade é que tinha conhecimento de informática suficiente pra fazer algo tão simples quanto essa busca.
Explorei os perfis das contas dela e a excitação começou a aumentar cada vez mais, aí me veio a suspeita de que eu não era o único que curtia exibir o corpo da minha filha, mas que ela mesma também curtia. Ver as fotos que ela postava, as poses insinuantes, como se implorasse pra ser fodida, como se implorasse pra uma pica destruir ela, junto com aquele olhar meigo, tão perverso e inocente. Me deliciei olhando a quantidade de pele branca que a roupa dela mostrava, os decotes profundos que evidenciavam sua principal arma de sedução, os peitos enormes dela, notei com espanto a quantidade de "curtidas" nas fotos dela, devorei cada detalhe dela, isso só fez a excitação subir até as nuvens, e de repente tive que parar numa foto em particular.
Na imagem, a Valentina vestia uma blusa preta com bordas brancas, com um decote estourado, mostrando os peitos gigantescos dela, macios e prontos pra serem beijados, acariciados e chupados, mas mesmo assim não era isso que mais me excitava. O que me deixou com o pau duro foi reconhecer o lugar onde a foto foi tirada. A gente tinha estado naquele lugar na mesma manhã, era a cozinha da minha casa. Me deixou louco de tesão pensar que na minha própria casa minha filha se mostrava daquele jeito. Senti que a putaria era tanta que gozei com muita força. Meu leite parecia lava de vulcão, sendo cuspida com força pela minha glande inchada.Tenho certeza de que foi naquele instante que eu parei de ser o pai da Valentina e me transformei em algo mais.
Assim que terminei minha punheta, continuei lendo as mensagens enquanto minha mão já acariciava meu volume de novo. Foi aí que encontrei algo que prendeu minha atenção com força.
*Você tem que ser mais cuidadoso, não pode arriscar a piranha acordar. Eu tenho a solução, me contacta.*
Junto com a mensagem, o usuário deixou um número de telefone. E uma identificação. "Doutor"
Toda a euforia que as mensagens e o uísque tinham me dado se transformou numa sensação forte de intriga. Quem caralhos era o Doutor? Por que ele tava me dando o número dele? Será que valia a pena contactar ele? Quer dizer, o Doutor já tava assumindo que o que rolou com a Valentina ia se repetir e ainda pedia pra eu entrar em contato.
Naquela hora, senti um frio percorrendo o corpo. Enquanto revisava o número que o "Doutor" me deu, percebi que era do meu país, e pelo código de área, era também da minha região. E se o "Doutor" fosse alguém que me conhecia? E se ele conhecia a Valentina? O medo me congelou.
Quando finalmente consegui recuperar um pouco de clareza mental, decidi que o melhor era não supor nada. Então saí de casa procurando um telefone público. Quando achei um, disquei o número o mais rápido que pude.
- É com o Doutor? Perguntei sem conseguir esconder meu desespero.
— Sabia que ia me contatar.
— O que você quer? Por que caralh...
— Shh, escuta, na outra noite você quase foi descoberto, a qualquer momento sua filha podia ter acordado. Eu vou resolver esse problema pra você. Vou te mandar um remédio, você dá 20 gotinhas e a menina vai dormir tranquilamente umas 4 horas e não tem chance de acordar. Sei que você tá interessado na minha proposta. Me diz pra onde eu mando o medicamento.
Fez-se silêncio dos dois lados da linha.
— Não tem coragem? Tá bem, minha oferta não tem prazo de validade. Você sabe como me contatar.
Voltei pra casa cheio de medo. Talvez tudo tivesse saído do meu controle. Continuei no uísque pra tentar me acalmar, e tudo que consegui foi uma nova ereção, meus pensamentos pegavam fogo com a possibilidade de ter a Valentina só pra mim por tanto tempo. Minhas ideias eram cada vez mais perversas, e o último pensamento são que tive foi ir no computador e mandar pro "Doutor" o endereço onde ele devia enviar o remédio.
O pacote chegou na minha caixa de correio numa terça de manhã, tudo tratado com extrema discrição, bem fechado, bem embalado. Fiquei meio desanimado com a ideia de que, apesar de as engrenagens do meu plano já estarem em movimento, ainda faltava muito pra Valentina voltar a dormir em casa, mas como se fosse um milagre, ela me ligou no mesmo dia que o pacote chegou pra me dar outra boa notícia.
— Pai, preciso de um favor.
— Fala, amor, o que você precisa?
— Mamãe não deixa eu ir numa festa esse sábado.
— E como eu posso ajudar?
— Diz que você deixa eu ir.
— Sim, tudo bem, você sabe que eu deixo, mas não posso ir contra a vontade da sua mãe.
— Fala pra ela que vou ficar com você esse fim de semana.
Meu corpo pegou fogo. Não precisei ouvir mais nada, prometi pra Valentina que ia ajudar e mal desliguei com ela. Escrevi pra mãe dela e consegui que deixasse ela vir no sábado. Normalmente ela deixava ela vir desde sexta, mas dessa vez com o sábado já dava pra gente.
Aí chegou a sexta. Me preparei de um jeito especial pra ocasião, me depilei o pau, as bolas e a barriga. Quando olhei pra baixo, me senti um jovem de novo. A pica parecia enorme, o abdômen liso, apesar dos anos eu me mantinha bem. Desde que soube que a Valentina vinha no fim de semana, decidi não me tocar e deixar meu pau o mais descansado possível pra grande noite.
A Valentina chegou na minha casa no meio-dia de sábado. Tentei parecer o mais normal possível pra nossa relação parecer o mais cotidiana que desse. Essa era minha cara externa, por dentro eu não via a hora de ter ela pelada na minha frente de novo.
O dia foi passando com a normalidade dos dias em que a gente espera ansioso pela noite chegar. Lá pelas 6 da tarde passei pelo quarto da Valentina e consegui ver pela porta entreaberta que ela já tinha começado a se arrumar pra sair com as amigas. Demorou pouco mais de uma hora pra ficar pronta.
Quando finalmente ficou pronta, tive que me esforçar pra caralho pra não cair a mandíbula. Minha filha tava deslumbrante. O vestido preto que ela usava era cortado em A, a parte de baixo não era justa no corpo, então marcava a silhueta dela, mas mesmo assim dava pra adivinhar as cadeiras dela por baixo do tecido solto. Os saltos altos pretos alongavam a figura dela, deixando ela um pouco mais alta.
Já na parte de cima, o decote generoso sofria pra esconder os peitos exuberantes dela. A maquiagem delicada que ela usava fazia ela parecer uma menininha doce e inocente, exceto pelo diabo do batom vermelho. Além disso, o cabelo preto comprido dela ia preso num rabo de cavalo. A disparidade entre o corpo de femme fatale e o rostinho de menininha era um contraste que faria qualquer homem ter os pensamentos mais obscuros. pensamentos e, pra ser sincero, me excitava muito pensar quantos olhares ela ia atrair na saída dela.
- Tô bonita?
Ela perguntou quando tava quase indo embora.
- Tá uma gostosa.
Consegui falar só isso e me senti como um moleque de novo, tentando encaixar as palavras pra não passar por idiota na frente de uma mulher linda.
Ofereci pra levar ela na reunião, mas depois de um tempo a mãe de uma amiga dela passou pra buscá-la. Valentina se despediu de mim com um beijo suave na bochecha.
- Volta antes das 12, tá?
- 12:30
Disse minha princesa piscando um olho. Esse gesto sozinho me deixou louco de tesão. Quando Valentina foi embora, comecei meu ritual, tomei um pouco de uísque e tentei matar o tempo com um filme, mas não adiantava, o tempo passava muito devagar.
Decidi que a melhor ideia era ficar o mais perto possível do uísque e me instalei no sofá principal da sala.
Finalmente, depois de quase contar os minutos, às 12:30 da noite, ouvi a porta da casa abrir.
Valentina entrou em casa e quando chegou na sala tava impecável, como se nem um segundo tivesse passado desde que saiu. Tava igualmente linda, e igualmente provocante. Olhei pra ela com a confiança que só o álcool dá e a percorri dos pés até me fixar naquelas tetas maravilhosas dela.
- Oi, pai
- Oi, amor. Como foi?
Falei olhando pra ela com luxúria.
- Foi bem. Me diverti pra caralho.
- Fico muito feliz.
- E você, como foi?
- Entediante.
Essa pergunta era exatamente o que eu precisava pra dar início ao momento chave da noite, o momento de dar o remédio e tirar todos os sentidos dela.
- Amor, você já é toda uma mulher. Acho que já pode tomar um drink com seu pai.
Valentina riu e não pareceu resistir à minha proposta. Eu já tava começando a ficar excitado.
- Tá bom, pai.
- Toma Sentei. Vou na cozinha preparar uma bebida pra você.
Já na cozinha, peguei o medicamento que o "Doutor" tinha me mandado. Exatamente como ele recomendou, coloquei 20 gotas num copo, botei uns cubos de gelo, um pouco de suco de limão e vodka. Voltei pra sala e entreguei o drinque pra Valentina.
— Prova aí.
Valentina deu um gole longo e sorriu depois de tomar.
— Tá uma delícia.
— Valeu, love.
Não sabia exatamente quando o remédio começaria a fazer efeito, mas senti que não seria na hora. Então fiquei batendo um papo com a Valentina sobre como tinha sido a noite dela. Ela terminou a bebida que eu preparei e deu um bocejo, que eu reconheci como um sinal de que talvez o medicamento já tivesse começando a agir.
— Tô te vendo com sono.
— É, um pouco.
— Vamos dormir.
Valentina concordou com a cabeça e me entregou o copo. Ela foi pro quarto dela e eu fui pra cozinha deixar tudo limpo. Tenho que confessar que não tirei os olhos da bunda dela o caminho inteiro até o quarto. A partir dali, tentei levar as coisas na calma, o momento mais esperado tava tão perto e eu queria aproveitar cada segundo.
Quando deixei tudo pronto na cozinha, fui até o quarto da Valentina, bati e não tive resposta. Bati de novo e nada. Então finalmente resolvi abrir a porta. Tudo tinha funcionado perfeitamente.
O sedativo fez ela dormir antes que a Valentina conseguisse trocar de roupa e tirar a maquiagem, ela tava exatamente como chegou depois de ver as amigas. Tava linda, delicada e gostosa. De qualquer forma, quis confirmar se ela tava bem dormida.
— Valentina?
Falei bem alto pra tentar acordar ela. Depois toquei no ombro dela e balancei. Definitivamente, ela devia estar muito dormida, porque não tinha como não ter acordado depois daquilo.
Corri pro meu quarto pegar o computador e me conectei na sala de chat. e ao estar dentro repeti a fórmula da noite anterior.
*Mostro minha filha
*Ela tem umas tetas de infarto
Em 10 segundos recebi nada menos que 50 mensagens. Alguns pediam pra ver ela, outros perguntavam se eu era o cara da outra noite. A expectativa era tanta que de repente o número de amigos no chat subiu de 0 pra 30 num instante.
Muita gente queria entrar, e a situação podia virar uma bagunça danada, então comecei a organizar o show de um jeito melhor.
*Mostro minha filha big tits
*Começamos em 15 min.
*Vagas máximas, 75 pessoas.
Quando minha caixa de mensagens chegou a 80 pessoas, bloqueei a entrada de mensagens. Tive o trabalho de criar uma sala de chat privada com cada um que pediu pra participar.
Tinha 80 pessoas.
*Boa noite, senhores. Com certeza alguns de vocês já estiveram no último show e sabem as regras. Então vou explicar pros novatos. Nesse show não vai ter penetração, e quem pedir vai ser expulso. Todos os presentes têm que se mostrar da cintura pra baixo durante o show todo.
Assim que expliquei as regras, as câmeras foram ativadas. Quem não tinha câmera foi removido da sala. Ficaram 71 pessoas das 80 que receberam o convite. A tela não era grande o bastante pra mostrar todo mundo, então as câmeras iam aparecendo de quatro em quatro e de vez em quando mudavam aleatoriamente.
A fauna que aparecia na tela era das mais variadas, velhos, jovens, cuecas, calças, uma piroca preta gigantesca que fazia minha ferramenta parecer um dedo indicador, enfim, a sala era uma mistura de todo tipo de gente. Ficava me perguntando se por acaso alguma daquelas pirocas era a do "doutor", adoraria que ele estivesse ali pra contemplar a obra dele.
Liguei a webcam sem fio e começamos o show. Acendi também a luz do quarto. O corpo da Valentina estava deitada de costas sobre os lençóis brancos da cama dela, o vestido preto estava levantado um pouco, mostrando dois terços das coxas dela. Os peitos dela imploravam para serem libertados do sutiã e do vestido, ameaçando vazar a qualquer momento.
Comecei a percorrer de baixo para cima o corpo da Valentina. Quando parei o enquadramento da câmera nos pés dela, a sala enlouqueceu com o pedido para eu tirar os sapatos dela e dar um close nos pés branquinhos da minha filha. Enchi os pés dela de carícias e belisquei com muita ternura os dedos dela, e vários dos caras já começavam a endurecer.
*Que pés lindos que a gatinha tem.
*Vai, foxy.
*Só com esses pés eu já me masturbava.
Quando me afastei dos pés dela, comecei a levantar lentamente o vestido da Valentina, as pernas brancas dela começaram a ficar completamente expostas, dava pra sentir a eletricidade no ar, os espectadores enlouqueciam.
*Que pernas deliciosas.
*Ufffff.
*Que filha linda que você tem, que inveja.
Deslizei minhas mãos sobre as pernas macias da minha filha e revelei completamente o mistério. Uma calcinha fio-dental preta de renda apareceu por baixo do vestido. Eu e o resto dos caras que assistiam ao show já estávamos pegando fogo, era a primeira vez que via a virilha delicada da minha filha, mal coberta pela renda preta da calcinha. Acariciei com cuidado as áreas perto da intimidade da Valentina. Vale mencionar que não dava pra adivinhar o menor sinal de pelos na buceta dela, e dava pra supor que ela tinha uma rachinha bem delicadinha.
Coloquei a câmera em espera e deixei em cima da cama, agora com as duas mãos livres mexi no corpo rígido da Valentina, encontrei o zíper e comecei a deslizar pra baixo, peguei a câmera de novo e, para deleite dos espectadores, comecei a baixar o vestido e mostrei a renda preta do sutiã. Minha menina se vestia combinando. O sutiã e a calcinha fio-dental dela eram do mesmo conjunto. Era uma putinha mesmo.
Chamar ela assim me significou que eu estava me deixando levar pela linguagem do pessoal da sala.
*Mas que pedaço de puta
*buceta, como eu chuparia essas tetas de puta
*Eu comeria ela de calcinha ainda.
A sala reagiu com uma explosão de mensagens. Meu pau reagiu com um tremor forte. Parei um segundo pra dar uma nova passada com a câmera e mostrar o corpo poderoso da Valentina.
Coloquei a câmera em cima da cama por um instante. E aproveitei pra me despir. Meu pau tava duro como nunca. A cabeça babava, louca por prazer. Meu pau começou a ocupar a parte de baixo do enquadramento da webcam, assim eu tentava simular o que os espectadores veriam se estivessem no meu lugar.
Comecei a esfregar o peito direito da Valentina por cima do sutiã, e confirmei de novo aquilo que senti na primeira vez: os dela eram os peitos mais macios que já toquei, os maiores peitos que já peguei. Nunca deixava de me surpreender como os peitos dela eram firmes apesar do tamanho.
Eu trocava a câmera entre a mão esquerda e a direita pra manter o ritmo e dar prazer pra cada um dos peitos da minha Valentina.
A sala explodia com o pedido pra ver os peitos da minha filha descobertos, nem eles nem eu aguentávamos mais, os líquidos do meu pau eram tantos que minha glande gotejava e molhava o lençol.
Atendi a sala e comecei a deslizar suavemente a taça do sutiã do lado direito, devagar foi aparecendo uma circunferência de um delicado tom moreno. Quando finalmente mostrei todo o seio da minha filha, senti uma vontade incontrolável de dar uma lambida no peito dela, pouco importava se podiam me ver ou o que a sala pudesse pensar, me aproximei e beijei com delicadeza o mamilo da minha filha, depois minha língua começou a percorrer as aréolas dela até enchê-las de saliva. A sala enlouqueceu ao ver aquele peitão enorme todo lambuzado. Agora era a vez do peito esquerdo dela. Escondi o direito de volta. Tirei o sutiã e liberei o esquerdo. Esse peito ia receber um tratamento diferente dessa vez — não usaria minha língua nem minha saliva, seria outro músculo e outro líquido que eu usaria.
Meu pau endureceu com o prazer que estava por vir, minha cabecinha babada brilhava inchada de tesão com toda essa situação, sem falar quando a base da minha rola fez contato com o peito da Valentina. Pensei que naquela hora eu ia gozar, mas ainda tinha muito chão pela frente, então movi meu pau em círculos ao redor da auréola redonda. O roçar do mamilo gerava uma corrente elétrica que percorria meu corpo inteiro.
O prazer era tanto que eu tinha esquecido o que rolava na sala — nenhum espectador se mexia do lugar, todos estavam de pau pra fora, todas aquelas rolas firmes, duras e molhadas, todos curtindo o corpo maravilhoso da minha Valentina.
Quase em uníssono, a sala pedia uma coisa só: ver meu pau se perder no meio dos peitos dela.
*Bate uma punheta com os peitos dela*
*Juro que se você fizer um espanhol, eu gozo na hora*
*Por deus, são as tetas mais grandes que já vi na vida*
Fazer uma punheta gloriosa com as tetas dela apresentava um problema logístico por causa do enquadramento da câmera, mas improvisei uma solução pra realizar essa manobra. Aproximei a mesa de cabeceira, ajustei a câmera e fiquei livre com as duas mãos pra bater uma punheta com os peitos da Valentina.
Passei minhas mãos pelas costas dela e, com maestria, desabotoei o sutiã e o removi com cuidado, finalmente liberando os peitos dela. A sala ficou chocada. A visão dos peitos nus fez dois dos espectadores gozarem — cheguei a ver um deles jorrando como se fosse a erupção de um vulcão.
No show anterior, não tive a oportunidade de parar pra admirar aquela obra de arte que eram os peitos dela. Mesmo deitada, os peitos dela mantinham aquela firmeza que tanto... Eu tava adorando.
Sentei em cima da Valentina, meu pau já tremia de prazer. Coloquei meu pau bem pertinho dos peitos dela, dava pra sentir o tesão no ar, então cheguei o criado-mudo o mais perto que consegui e ajustei o ângulo da câmera. A sala agradeceu, e aí finalmente me joguei.
Peguei os dois peitos dela com as mãos e deslizei meu pau naquele canal macio. Não precisei de lubrificante nenhum, meu pau já fornecia toda a matéria-prima necessária pra deslizar. Juro que meu pau sumia no meio dos peitos dela, o tronco ficava perfeitamente escondido entre as tetas. A sala tava em êxtase. Outro usuário gozou e encheu a mesa de porra. Ver o que a minha menina tava causando me motivava a me mexer com mais soltura entre os peitos dela, fazendo um joguinho de penetração entre eles. Enquanto meu mastro se divertia, também dei atenção aos bicos da Valentina. Com o polegar, fui acariciando em círculos os peitos dela e vi, maravilhado, como eles pareciam endurecer. Cada estímulo externo me acendia ainda mais. Aí o movimento entre os peitos dela ficou frenético. O álcool e o prazer me levavam às nuvens. A gozada tava chegando. Eu tava na dúvida entre gozar ou continuar, quando uma ideia perversa atravessou minha mente, bem no instante em que uma das minhas investidas fez a boca da Valentina abrir um pouco.
Pensei nisso como um presente pra sala. Peguei a câmera de novo com a mão esquerda, enquanto com a direita segurava o rosto da Valentina e aproximava ele do meu corpo. Peguei meu pau e comecei a pintar os lábios dela com líquido pré-gozo. Vários espectadores gozaram na hora, vendo o espetáculo da minha filha com o rostinho delicado dormindo, sendo pintada de fluidos pelo meu pau. Ver tanta porra dos espectadores escorrendo pela minha menina causou em mim a reação que a gasolina tem no fogo. Então, sem pensar muito, peguei meu pau e enfiei dentro da boca da Valentina, o roçar dos lábios... Sobre minha glande, levei um choque elétrico. A gozada tava cada vez mais perto, mas eu não queria parar de sentir meu pau dentro da boca da minha filha.
Empurrei um pouco mais e, com um movimento de vai e vem, consegui abrir a mandíbula dela o suficiente pra que os dentes da minha princesa não fossem mais um obstáculo. Metade do meu pau entrou na Valentina, a boca dela tava morna, meus sucos se misturaram com a saliva dela, a língua roçava minha glande. Empurrei mais e senti o fundo do céu da boca dela. Valentina tava linda, tão inocente dormindo e com um pau fervendo dentro da boca dela. As gozadas dos espectadores me empurraram pro abismo, comecei a me masturbar com a boca da minha filha, aí as correntes se romperam.
Um fogo percorreu meu corpo, se espalhando da ponta da glande até o último cantinho do meu ser. Consegui tirar meu pau da boca da Valentina, mas foi inútil. Um jorro grosso de esperma caiu bem dentro da boca dela. Minhas tentativas de apontar pra outro lado foram igualmente inúteis. Outra descarga percorreu o rosto dela, da testa até a ponta do nariz. Quando terminei de acompanhar meu leite com o olhar, outras duas descargas se estouraram na testa dela, sujando o cabelo e deixando uma poça sobre os olhos, se misturando entre os cílios. Outro jorro mais fraco bateu nos lábios dela, escorrendo pelas bochechas. Outras gotas de esperma ficaram no lençol e no pescoço dela. Quando pensei que não dava mais pra ordenhar, um último espasmo caiu na bochecha dela.
Dessa vez não teve culpa, só prazer, prazer e satisfação de saber que uma gozada daquelas também representava a de mais de duas dúzias de usuários que estouraram com o show que a gente deu. Me despedi da sala e fechei o computador.
Quando ficamos só nós dois, admirei com orgulho minha filha, com aquele corpaço, e aí olhei meu sêmen no rosto dela e me senti feliz. Depois de parar pra olhar ela como se fosse uma obra de arte, fiz o que Consegui dar conta da limpeza do rosto da Valentina, usei uma toalha e deixei o mais limpo possível, mas não teve jeito de tirar a porra que tinha caído na boca dela. Depois fiz o mesmo com a roupa dela. Deixei ela como encontrei, completamente vestida e profundamente dormindo, peguei minhas coisas e saí do quarto, indo pra cozinha.
Uma vez na cozinha, me servi um drink. Esse drink me convidou a tomar outro. Queria garantir que a culpa não aparecesse. E não apareceu. A simples lembrança do que tinha acontecido há alguns minutos me fazia ficar excitado de novo, e naquele instante algo passou pela minha cabeça. Larguei tudo na cozinha e fui executar a ideia mais perversa até então.
Abri o quarto da Valentina, acendi a luz, mexi nela pra ver se acordava agora, mas ela continuava dormindo profundamente. Tirei minha ferramenta da calça, estava dura de novo, a cabeça molhada e a glande a mil. Subi na cama, levantei o vestido da Valentina. Dessa vez não teria espectadores, era só pra nós dois, ela e eu.
Ali estava o vermelho intenso do meu pau contrastando com a escuridão da renda da calcinha dela. Puxei a parte de dentro pro lado e minha glande roçou a delicadeza da buceta dela. Comecei a mover meu pau pra cima e pra baixo, abrindo espaço pra minha vara entrar. Meus líquidos molhavam o buraco da minha filha. Os lábios maiores já abraçavam com delicadeza meu pau. Era o momento. Mas não consegui.
Não consegui. A culpa apareceu bem naquela hora. Eu estava prestes a penetrar a Valentina, mas me surgiram tantas dúvidas. Coloquei a calcinha e o vestido dela de volta no lugar. Dessa vez saí do quarto pra não voltar mais. Fui pro meu quarto tentar dormir, mas não sem antes mergulhar nas dúvidas sobre se devia ou não ter penetrado a Valentina. Não podia me dar ao luxo de ser eu quem a desvirginasse, mas por outro lado pensava que, com tudo que já tinha feito com ela, penetrá-la era só um formalismo. Minha mente se encheu de tantas perguntas. que não me toquei em que momento eu dormi.
Acordei e me arrumei pra preparar o café, mas a Valentina já tinha se adiantado.
-Você dormiu ontem à noite
-Cheguei muito cansada, além disso, me deu um sono danado.
A gente conversava durante o café e eu, com todo cuidado, tentava extrair informações dela, pra ver se tinha alguma suspeita ou algo que colocasse em risco o que rolou na noite anterior. A Valentina tava usando um top esportivo que fazia um esforço danado pra manter os peitos no lugar e uma calça de moletom que escondia a silhueta dela. Aquele visual recatado fez com que a manhã de domingo passasse sem nenhum susto.
Tentei me comportar como um pai responsável na maior parte do tempo, não vou negar que já era impossível olhar pra Valentina sem tesão. Quando ela virava, quando não tava olhando, meu olhar devorava ela.
Quando chegou a hora de ir embora, a Valentina chegou perto de mim. Não vou negar que toda vez que ela se aproximava, eu sentia que era pra me cobrar por tudo que eu tinha feito.
-Obrigada, pai
-O que foi, filha?
Perguntei todo assustado.
-Por me deixar ir com minhas amigas.
A sensação de alívio não teve preço. Saímos pra comer e deixei ela com a mãe. Combinamos de nos ver daqui a algumas semanas e nos despedimos como sempre.
Cheguei em casa e decidi tomar um uísque pra não perder o costume. Mais uma vez lembrei que não tinha lido as mensagens que tinham ficado depois da putaria da noite anterior. Tava me sentindo feliz, o tesão começou a subir enquanto eu lia a correspondência dos espectadores, mas, de repente, tudo virou de cabeça pra baixo.
O copo de uísque quase escorregou da minha mão. O susto que eu tinha tomado da última vez não se comparava em nada com o que eu tomei quando li a primeira linha da mensagem que um usuário anônimo tinha deixado na minha caixa de entrada.
*Sua filha Valentina é muito gostosa…
Como é que esse usuário podia saber o nome da Valentina? Nunca tinha colocado o nome dele na sala, não tinha como ele saber. Se a primeira linha já gelava meu sangue, a segunda quase me dava um infarto.
…me procura amanhã mesmo no bar ao lado da Praça Central, se não fizer isso, a cidade inteira vai saber o que você fez, me contata.
…Continua.
Receber suas avaliações, opiniões, críticas e sugestões — sejam curtas, longas, positivas, negativas, cruéis ou compassivas — me deixaria muito feliz e me motivaria pra caralho a continuar escrevendo essa ficção. Tô muito interessado em melhorar, e suas opiniões são o principal jeito de fazer isso.Valeu pela paciência, sei que demorei um montão pra trazer essa segunda parte pra vocês.
9 comentários - Valentina dorme, outros batem punheta 2
https://todorelatos.com/perfil/1451070/ 😬