Continuo contando como terminou a noite da dor de barriga da minha avó. Como eu tava dizendo, acabamos com a vó tomando banho comigo pra tirar o cheiro e as manchas de... não tem outro jeito de dizer, de merda. Clara, minha avó, como eu falei, tava ensaboando meus ovos e meu pau suavemente, quando achei que ouvi barulho de passos no corredor. E era verdade, era minha mãe vindo ver se a vó precisava de algo. Ao ver que ela não tava no quarto e ouvir o barulho do chuveiro, bateu de leve na porta do banheiro e perguntou se tava tudo bem. A vó, com uma frieza absoluta, tapou minha boca e respondeu: "Tô sim, filha, fica tranquila. Vim tomar uma ducha porque o laxante fez efeito e me sujei um pouquinho." "Quer que eu ajude?" "Não, vai dormir que eu tô bem, e não faz barulho pra o menino não ficar sabendo de nada." "Tá bom", disse mamãe, "cê tem razão, ele deve estar dormindo porque o quarto dele tá com a luz apagada. Até amanhã." "Até amanhã, filha, descansa." Quando ouvi ela se afastando, tirei a mão que tampava minha boca e, abraçando minha avó de lado, falei no ouvido dela: "Que malícia que cê tem pra se fazer de sonsa. Quando era nova, cê deve ter corneado bem o vô, porque esse jeito de se safar não é por acaso. Que puta gostosa cê devia ser." "Por que cê fala no passado? Ainda sou uma puta gostosa, não percebeu?" Obviamente, nessa altura eu já tava de pau duro, encostando a rola no lado esquerdo do corpo dela. "Se eu não fosse tão puta, não taria dando banho no meu neto de madrugada depois de deixar ele arrebentar meu cu e me fazer cagar toda. Não teria tido que mentir pra minha filha que só tava tomando banho." "Pera", eu falei, "cê não mentiu, cê tava tomando banho." "Tava, sim, mas falei que ia deitar logo, e isso não é verdade. A ducha me deixou acordada, e pelo visto você também. Então não posso deixar meu netinho ir dormir com esse volume que vai incomodar ele na cama. Então deixa eu usar a boca pra algo mais do que falar." Ela sentou no chão. O vaso sanitário, ela me puxou pra perto dela, me segurando pela cintura e, com sua habilidade incomparável, colocou minhas bolas uma por uma na boca, chupando cada uma até deixá-las de lado e engolir minha pica toda, fazendo garganta profunda. E, ao soltar o tronco lá do fundo da boca dela, ela mordiscou suavemente a cabeça. Quando achou que eu já tava pronto, ela se levantou, pegou na minha vara e, num movimento só, meteu dentro da buceta dela. Em três ou quatro metidas, me fez gozar como se eu não transasse há um ano. Ela me colocou debaixo do chuveiro, abriu a água e disse: "Toma banho. Viu por que dizem que as putas fazem você gozar quando querem? Pra fazer você gozar em duas sentadas, tem que ser uma grande vadia. E você tá comendo a sua avó, a melhor vadia amadora que você pode conhecer.
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