A professora que tinha começado a dar aula pra eles no colégio tinha 42 anos, veio de outra cidade por motivos pessoais. Foi o que o pai do Arón comentou, já que, como dono, foi quem a contratou. Era uma mulher gostosa, que nenhum dos caras deixou passar batido. Carmen era casada e o filho dela, Gino, tinha vindo morar com ela na cidade, enquanto o marido ficou no lugar de origem, a mais de 600 quilômetros de distância, na antiga residência deles, o que fazia com que os encontros deles demorassem uma ou duas vezes por mês. Gino era na dele, um pouco mais velho que os moleques que ela dava aula, de cara metida e parecia já estar de saco cheio da vida, apesar de ter só dezenove anos.
Arón, como já falei, é filho do dono do colégio onde Carmen dava aula e o melhor amigo dele, Francis, filho do comissário de polícia da cidade. Os dois são amigos de infância. Dá pra considerar eles bem inteligentes, mas alunos ruins, então as notas deles geralmente eram na base do arranhado.
Gino ia direto buscar a mãe na saída da aula. Embora Arón e Francis tentassem puxar conversa com ele, e apesar da frieza do moleque, os caras conseguiram ganhar a amizade do filho da professora.
Um dia, chamaram ele pra ir junto. Arrumaram um beck, compraram bebida e foram pros arredores da cidade fumar uns baseados e tomar uns litros de cerveja... Lá, Gino se abriu com eles. Falou que a mãe tinha mudado de trampo e de cidade por causa dele, porque ele tinha se metido em algum rolo com a lei. O pai dele não tinha como pedir transferência, e além disso já tava cansado das encrencas dele, então eles dois se mudaram sozinhos. Foi tudo que conseguiram arrancar dele.
Ficaram intrigados com os motivos que fizeram eles terem que largar a cidade deles, embora soubessem que a causa, provavelmente, era algum problema com droga ou talvez um roubo.
De vez em quando, o pai do Francis trabalhava até tarde Noites, e como só moravam os dois na casa, iam dormir na casa dela, o que permitia que fugissem de madrugada, mesmo tendo aula na manhã seguinte.
Numa dessas fugas, tinham saído pra dar uma volta, quando os amigos viram de longe o Gino, que tava conversando com dois caras mais velhos que ele. Era muito tarde, umas quatro da manhã, e as ruas estavam desertas. Pareciam estar discutindo, e, se escondendo entre os carros, eles se aproximaram. O Arón teve a impressão de que tramavam algo, começou a tirar fotos sem parar com o celular, sem saber muito bem pra que serviriam. Na hora, o Gino subiu numa caminhonete, enquanto os outros dois caras foram pra outro carro que tinham estacionado bem atrás. O Arón não parava de tirar fotos, a princípio sem motivo nenhum.
Seguiram eles com a moto do Francis, e a surpresa foi enorme quando pararam na frente de uma joalheria. Deu ré com o carro e quebrou os vidros. Desceu da caminhonete, com o rosto mascarado, e em poucos segundos saiu da joalheria com uma sacola cheia. Depois foram pro estacionamento de um shopping, onde o Gino entregou a sacola pros outros caras, e largaram o veículo que tinham usado no roubo.
No dia seguinte, só se falava nisso naquela cidade pequena, um lugar onde nunca acontecia nada. Tinham feito um "alunizagem" na joalheria e, segundo diziam, o butim tinha sido grande, o carro tinha sido roubado uns dias antes, e a opinião da polícia era que seria uma banda vinda de outro lugar.
O Arón passou todas as fotos pro computador. Dava pra ver perfeitamente como ele subia no carro, como tinha se encapuzado, como entrava e saía da joalheria, e como entregava o butim pros parceiros.
O Francis disse pra dar as fotos pra contar pro pai dele, e prenderem o ladrão, afinal de contas nem tinham tanta relação com ele. Mas o Arón convenceu ele a não falar nada, sabia que essas provas seriam muito mais valiosas nas mãos dele. Mãos.
Os garotos já tinham chantageado uma ex-professora porque a viram se beijando com um aluno, e embora fosse só da boca deles, ela passou eles com nota bem alta. Agora era ainda melhor, tinham provas conclusivas, onde o filho dela podia ir pra cadeia.
Arón passou todas as fotos pro computador. A verdade é que nem o melhor paparazzi teria feito um trabalho de qualidade melhor.
Numa sexta de manhã, a gente levou eles pra falar com ela. Pediram que ela desse uma tutoria individual na sexta à tarde. O pai do Arón ia passar o fim de semana fora, então, como fazia sempre, ia deixar com ele as chaves da escola e ele ia ser o responsável por fechar. As regras da escola eram que não podia tratar os professores por "você", então os alunos sempre tinham que chamar eles de "senhor" ou "senhora".
A Carmen estranhou que aqueles garotos tivessem interesse em aulas particulares. Talvez não estivesse muito a fim, mas não podia negar pro filho do chefe dela.
Quando as aulas terminaram, os dois garotos foram falar com a Carmen. Não tinha mais ninguém na escola, então ela levou eles pra sala dos professores.
A professora pegou uns livros e vários cadernos com anotações. Arón, por sua vez, ligou o notebook dele.
– Que dúvidas vocês têm exatamente?
Os garotos se olharam.
– Cadê o Gino? Faz dias que a gente não vê ele.
– Ele foi passar um tempo com o pai – respondeu ela.
– Acho que a gente sabe por que ele foi.
A verdade é que a mulher não fazia ideia do motivo da sumida do filho, embora estivesse estranhando ele estar com o pai, já que a relação deles não era lá essas coisas.
– Ah, é? E por que ele foi, na opinião de vocês? – perguntou com um certo ar de superioridade.
Gino começou a mostrar as fotos pra ela. A cara da Carmen empalideceu.
– Quem mais sabe disso? Vocês querem que eu passe vocês? É isso que tão querendo?
– Só a gente três sabe por enquanto – respondeu Francis. – Passar? Não só vai nos passar, como vai ser com nota, mas além disso, a gente quer conversar. Vou discutir isso com calma com você. Sabemos que ninguém está esperando por você, então a gente se vê na casa do Arón daqui a meia hora.
A mulher ficou desconcertada. Achava que os garotos iam pedir dinheiro. Agora não estavam numa boa fase, mas se fosse necessário, ela pegaria um empréstimo sem o marido saber, já que ele tava meio de saco cheio dos problemas com o filho Gino.
Os jovens prepararam a casa pra receber a Carmen. Se tudo saísse como planejado, iam passar umas horas bem divertidas. Só precisava ver o nível de envolvimento da mulher com o filho.
Meia hora depois, a campainha tocou. O diretor tinha uma casa enorme na saída da cidade. A professora entrou e a convidaram pra sentar na sala.
— Toma, é tudo que consegui. Posso dar mais na segunda.
Ela deixou mil euros em cima da mesa. Os dois garotos riram.
— A gente fica com os mil euros de hoje, vamos fazer uma festa com eles, mas não é dinheiro que a gente quer — disse Arón rindo.
A mulher ficou desconcertada, sem saber o que aqueles moleques queriam dela.
— Tá bem, vou pedir demissão e sair da escola, se é isso que vocês querem.
— Nada disso, não queremos que você vá, e você não vai.
Os garotos explicaram que queriam passar uma noite caseira, onde eles fossem os professores e ela a aluna, com o único limite que a imaginação dela permitisse. Ela podia aceitar e salvar o filho de uma condenação certa, ou ir embora e ver o filho acabar atrás das grades.
Carmen se sentiu indignada, pegou os mil euros e saiu da casa chorando. Chegou até o jardim, mas, pesarosa, voltou a bater na porta, onde Arón a recebeu de novo, sorrindo.
Sem dizer nada, a mulher sentou de novo e deixou os mil euros em cima da mesa.
— Não quero que meu filho vá pra cadeia. Não aguentaria. Digam o que vocês querem de mim.
— Nós queremos você. Sem limites, como a gente disse antes.
Arón pegou umas cervejas e algo pra petiscar, enquanto Carmen ficou sentada, pensativa. ycabizbaja. Os caras pegaram dois maços de cartas, largaram em cima da mesa e explicaram o jogo pra ela.
* Carmen, tem dois grupos de cartas. Vamos começar por este, que são perguntas que você vai ter que responder com sinceridade. O outro são provas que você vai ter que cumprir.
* Vocês são uns moleques, ela reclamou.
Os garotos deixaram claro de novo que ela podia vazar se quisesse, mas se ficasse, tinha que começar a puxar as cartas do primeiro monte. Também avisaram que se ela parasse de responder, eles mesmos iam encerrar o exame. Então Carmen começou a ler:
* 1, A senhora já foi infiel alguma vez?, ela leu. A resposta foi não.
* 2, Carmen, se descreva fisicamente. Altura média, loira, olhos azuis, corpo normal.
* 3. Detalhe como está vestida, incluindo a roupa íntima.
* Cês não tão me vendo? Perguntou irritada e cansada das brincadeiras dos moleques.
* Na próxima impertinência sua, a gente quebra o trato. Responda e faça tudo que a gente pedir.
* Tô com um vestido de lã roxo até um pouco abaixo do quadril, uma legging preta e umas botas altas, uns centímetros abaixo do joelho. Isso é ridículo, reclamou.
* Só responda e faça o que a gente mandar, não vai ter mais aviso.
* Sutiã preto e uma calcinha fio dental rosa, completou.
As perguntas seguiram sobre as experiências sexuais dela, perda da virgindade, sexo anal, vezes por semana. Pelas respostas, Carmen parecia ser uma mina com pouca experiência sexual.
O monte de perguntas acabou, e com medo do que vinha pela frente, ela esperou que um dos caras mandasse ela começar a ler de novo. Foi o Aron quem fez isso.
* 1. Tire as botas e as meias. – Ela fez sem hesitar muito.
* 2. Tire a legging. – Ela falou pros caras que o vestido era muito curto, mas eles ignoraram as reclamações dela, até zoaram dizendo que era escolher um vestido curto pra ela ou uma sentença longa pro Gino.
Carmen hesitou, mas sabia que não tinha o que fazer, então agora já com uma certa vergonha, Ela tirou a calça. Os olhos dela agora estavam molhados. O vestido subia um palmo acima dos joelhos, o suficiente pra tampar a calcinha. Ela parecia uma mulher de 42 anos vestida como uma de quinze, com uma minissaia extrema.
* 3. Coloque as botas de novo agora. – Ela fez isso com certa desenvoltura.
* 4. Tire o vestido, devagar. – Ela protestou, mas os garotos só esperaram, sabendo que ela acabaria obedecendo.
Arón ligou uma lâmpada na direção do corpo da professora, enquanto ela deixava o corpo coberto por um sutiã preto e uma tanga rosa, exatamente como tinha respondido nas perguntas. A professora tentava esconder o corpo dos olhares indiscretos dos moleques.
* 5. Você vai pedir pros seus alunos, educadamente, colocando a palavra "por favor" na frase, que tirem seu sutiã. – Ela hesitou, chorava sem parar, mas os garotos só esperavam. Com a voz embargada, falou:
* Por favor, vocês podem tirar meu sutiã? Dito isso, teve um ataque de choro.
Um dos moleques se aproximou dela por trás e desabotoou o sutiã, enquanto o outro puxou pela frente. Imediatamente, ela cobriu os peitos com as mãos. Os garotos pareciam não se importar; era questão de pouco tempo até ela ter algo mais importante pra esconder.
* 7. Vá até o espelho que tem na sala, fique de frente, abra as pernas e diga o nome do aluno que você quer que meta a mão por baixo da parte da frente da sua tanga, de novo, colocando a palavra "por favor" na frase. – Ela se sentia sufocada, chorava, não conseguia pensar. Estavam humilhando ela, mas ela precisava sair dessa situação ilesa. Quem escolher: o filho do dono da escola ou o filho do comissário? Gino era o principal; só uma mãe sabia que ela faria qualquer coisa pelo filho.
* Francis, por favor, você pode meter a mão na frente da minha tanga? Ela se engasgava ao falar, mas terminou as palavras.
A mulher se posicionou na frente do espelho enquanto o moleque alcançava a buceta dela. a mão dele.
Francis estava excitado, beijava o rosto de Carmen, que chorava. Francis olhava no espelho os peitos dela, a calcinha fio dental, as botas altas. Abraçou ela por trás e a mão dele deslizou por baixo da barriga dela, entrando na calcinha e aproveitando a presa. Passava a mão, acariciava o clitóris dela, introduzia o dedo devagar.
* O que seu marido pensaria se te visse agora? – perguntou o garoto enquanto mordia a orelha dela e acariciava toda a buceta dela. Ela fez menção de dar um giro brusco, mas ele segurou ela firme e, no ouvido, disse de novo que ela tinha que passar no exame pra que o filho dela não tivesse problemas.
Francis se afastou e pediu que ela puxasse um novo cartão.
* 8. Fique de novo na frente do espelho e peça pro aluno que não participou da prova anterior tirar sua calcinha fio dental, de novo, com a palavra, por favor. – Ela estava sufocada. Esses garotos não tinham fim, pensava. Ela só estava coberta por umas botas e uma calcinha fio dental. Voltou a se posicionar na frente do espelho.
* Aron, por favor, tira minha calcinha. – O garoto se ajoelhou, colocando a cabeça na altura do quadril de Carmen, que tinha as pernas bem juntas e, olhando no espelho, começou a deslizar a calcinha pelas coxas dela até que, com certo esforço, tirou por baixo das botas.
A buceta dela ficou à vista dos garotos. Uma moita de pelo preto, em formato retangular, cobria a xota dela. Os garotos contemplaram e mandaram ela puxar outro cartão.
* Vocês já não tiveram o suficiente? Têm na frente de vocês a professora de vocês pelada.
* Mais uma palavra de desaprovação, e a gente termina o exame – disse Francis.
* 9. Sente na cadeira, abre bem as pernas e deixa seus alunos passarem óleo corporal em você. – Naquele momento, Carmen percebeu que naquela noite ia transar com os garotos. Destruída e humilhada, abriu, sentou e abriu ligeiramente as pernas. A cada prova, a imagem do filho aparecia na cabeça da mulher.
Aron gritou com ela ao mesmo tempo que dizia pra ela abrir mais as pernas. elas deviam estar mais abertas, ele as separou bruscamente com as mãos. Os dois garotos pegaram bastante óleo e espalharam pelo corpo todo da professora deles. As quatro mãos se alternavam no pescoço, braços, coxas, mas os lugares preferidos eram os peitos e entre as pernas. Os dedos dos moleques se perdiam na buceta da professora deles.
Ainda sobravam alguns cartões, e Carmen, já entregue, puxou o próximo.
* 10. Abra o arquivo numerado como 10 no computador e faça o mesmo. – Era um vídeo onde uma mulher fazia um boquete em dois caras que estavam com as rolas juntas.
* Por favor, por favor. Ela respondeu, já rendida. – Só falou essas palavras em voz baixa antes de voltar pra cadeira dela.
Os garotos se pelaram, enquanto a mulher, sentada na cadeira, começou a chupar os paus dos alunos dela. Os moleques seguravam a cabeça dela e levavam de uma rola pra outra. Eles não gozaram, embora fios de porra saíssem da boca da mãe do Gino. Não tavam com pressa, e tinham fôlego, mas antes que as rolas deles explodissem, convidaram ela a tirar outro cartão.
* 11. Abra o arquivo numerado como 11 no computador e faça o mesmo. – Dessa vez era outro vídeo. A mulher tava deitada numa mesa, enquanto um homem metia nela por frente, a boca dela fazia um boquete no outro, depois trocavam de posição.
Gemidos baixinhos, súplicas que caíam em saco roto. Os garotos acompanharam Carmen até a mesa e começaram a repetir a cena. Francis ficou de pé e virou a cabeça da professora pra enfiar o pau dele entre os lábios dela, enquanto Arón abriu as pernas dela e meteu bruscamente o pau dele na buceta.
Eles brincavam, curtiam e evitavam gozar. Os garotos trocaram os papéis e Francis começou a meter nela e Arón a aproveitar a boca dela. Depois de alguns minutos, Arón perguntou pro parceiro.
* Já gozamos?
* Perfeito pra mim.
As estocadas dos dois aumentaram até ficarem bem violentas. Quase ao mesmo tempo, a boca da Carmen ficou cheia de porra e a buceta dela recebeu o jato do Francis. Os caras ficaram de boa. Carmen tava dolorida e acabada. Chorava, mal se mexia, mas com as forças que ainda tinha, se aproximou e tentou arrumar a roupa dela.
* O que cê tá fazendo?, perguntou Francis
* Vou pra minha casa. Já conseguiram o que queriam, né? Se divertiram pra caralho, putaria da porra, certo?
* Dona Carmen, ainda tem três cartas. Leia a próxima.
Ela se desmontou de novo. Esses moleques não tinham fim. Andando devagar, puxou outra carta.
* 12. Sente no sofá, abre as pernas, e começa a tocar devagar o seu clitóris e a meter o dedo dentro da sua buceta – Carmen fechou os olhos. Ainda tinha mais, embora esperasse que fosse pouco.
Ela sentou, abrindo as pernas como mandaram, e começou a se tocar. Os caras ficavam zoando ela pra abrir os lábios da buceta. Ela obedecia igual um robô. Aos poucos, os dois alunos foram ficando excitados de novo. Quando os paus deles ficaram duros de novo, mandaram ela ler a próxima.
* 13. Pega a moeda que tá em cima da mesa. Joga pro alto. Se der cara, vai ter sexo anal com o Arón, se for coroa, com o Francis. – Carmen tremeu. Ela era virgem no cu. Balançava a cabeça, mas ao mesmo tempo pegou a moeda e jogou pro alto.
* Dá pra evitar isso?, por favor, faço outra coisa que vocês quiserem.
Não teve resposta. Jogou a moeda e deu cara. Arón colocou ela de joelhos, com a cabeça apoiada no sofá. Passou um pouco de óleo corporal que tinham usado antes e enfiou o pau dele, rasgando o cu dela, enquanto ela mostrava que tava doendo. A apertura do rabo dela fez o moleque gozar rápido.
* Já acabou? Perguntou ela entre soluços, baixinho e arrasada
* Tem mais uma carta. Abre ela e pode vazar. Hoje cê salvou seu filho de ir pra cadeia. O Gino pode ficar orgulhoso de ter uma mãe que ama tanto ele.
Carmen leu a última carta.
* 14. Fica encostada na parede e faz uma pose pra ser fotografada com cada Uma das peças de roupa dela. A primeira vai ser como ela está agora. As mãos dela vão ficar sempre atrás da cabeça – Carmen protestou, mas já que tinha ido tão longe naquela noite. Hesitou e no fim perguntou como saberia que eles não mostrariam aquelas fotos pra ninguém.
* Se a gente mostrar essas fotos, você vai ser expulsa da escola, e a gente não quer que isso aconteça, né, Arón?
Ela estava confusa e não sabia as consequências que aquilo traria pra vida dela. Arón pegou a câmera dele e tirou a primeira foto, ela completamente nua, só com as botas. Na segunda, colocaram a calcinha fio dental, na terceira o sutiã, na quarta o vestido. Carmen tirou as botas pra vestir as meias e a legging, e tiraram uma última foto.
* Agora a senhora pode ir. Foi um prazer que a senhora tenha tirado uma nota tão boa no exame, disse Francis, debochando.
A professora saiu pela porta. Os caras automaticamente foram pegar uma câmera de vídeo que estava escondida, que tinha ficado ligada desde que ela entrou na casa e com a qual filmaram o encontro inteiro.
* Francis, com as fotos do Gino roubando a joalheria, as fotos dela quase pelada, e esse vídeo, a gente tem a Carmen na mão. Se alguém visse esse material, ela não só seria demitida da escola, como nunca mais trabalharia como professora, e o filho dela iria pra cadeia.
Os moleques pegaram os mil euros que a Carmen tinha dado e saíram pra curtir a noite.






Arón, como já falei, é filho do dono do colégio onde Carmen dava aula e o melhor amigo dele, Francis, filho do comissário de polícia da cidade. Os dois são amigos de infância. Dá pra considerar eles bem inteligentes, mas alunos ruins, então as notas deles geralmente eram na base do arranhado.
Gino ia direto buscar a mãe na saída da aula. Embora Arón e Francis tentassem puxar conversa com ele, e apesar da frieza do moleque, os caras conseguiram ganhar a amizade do filho da professora.
Um dia, chamaram ele pra ir junto. Arrumaram um beck, compraram bebida e foram pros arredores da cidade fumar uns baseados e tomar uns litros de cerveja... Lá, Gino se abriu com eles. Falou que a mãe tinha mudado de trampo e de cidade por causa dele, porque ele tinha se metido em algum rolo com a lei. O pai dele não tinha como pedir transferência, e além disso já tava cansado das encrencas dele, então eles dois se mudaram sozinhos. Foi tudo que conseguiram arrancar dele.
Ficaram intrigados com os motivos que fizeram eles terem que largar a cidade deles, embora soubessem que a causa, provavelmente, era algum problema com droga ou talvez um roubo.
De vez em quando, o pai do Francis trabalhava até tarde Noites, e como só moravam os dois na casa, iam dormir na casa dela, o que permitia que fugissem de madrugada, mesmo tendo aula na manhã seguinte.
Numa dessas fugas, tinham saído pra dar uma volta, quando os amigos viram de longe o Gino, que tava conversando com dois caras mais velhos que ele. Era muito tarde, umas quatro da manhã, e as ruas estavam desertas. Pareciam estar discutindo, e, se escondendo entre os carros, eles se aproximaram. O Arón teve a impressão de que tramavam algo, começou a tirar fotos sem parar com o celular, sem saber muito bem pra que serviriam. Na hora, o Gino subiu numa caminhonete, enquanto os outros dois caras foram pra outro carro que tinham estacionado bem atrás. O Arón não parava de tirar fotos, a princípio sem motivo nenhum.
Seguiram eles com a moto do Francis, e a surpresa foi enorme quando pararam na frente de uma joalheria. Deu ré com o carro e quebrou os vidros. Desceu da caminhonete, com o rosto mascarado, e em poucos segundos saiu da joalheria com uma sacola cheia. Depois foram pro estacionamento de um shopping, onde o Gino entregou a sacola pros outros caras, e largaram o veículo que tinham usado no roubo.
No dia seguinte, só se falava nisso naquela cidade pequena, um lugar onde nunca acontecia nada. Tinham feito um "alunizagem" na joalheria e, segundo diziam, o butim tinha sido grande, o carro tinha sido roubado uns dias antes, e a opinião da polícia era que seria uma banda vinda de outro lugar.
O Arón passou todas as fotos pro computador. Dava pra ver perfeitamente como ele subia no carro, como tinha se encapuzado, como entrava e saía da joalheria, e como entregava o butim pros parceiros.
O Francis disse pra dar as fotos pra contar pro pai dele, e prenderem o ladrão, afinal de contas nem tinham tanta relação com ele. Mas o Arón convenceu ele a não falar nada, sabia que essas provas seriam muito mais valiosas nas mãos dele. Mãos.
Os garotos já tinham chantageado uma ex-professora porque a viram se beijando com um aluno, e embora fosse só da boca deles, ela passou eles com nota bem alta. Agora era ainda melhor, tinham provas conclusivas, onde o filho dela podia ir pra cadeia.
Arón passou todas as fotos pro computador. A verdade é que nem o melhor paparazzi teria feito um trabalho de qualidade melhor.
Numa sexta de manhã, a gente levou eles pra falar com ela. Pediram que ela desse uma tutoria individual na sexta à tarde. O pai do Arón ia passar o fim de semana fora, então, como fazia sempre, ia deixar com ele as chaves da escola e ele ia ser o responsável por fechar. As regras da escola eram que não podia tratar os professores por "você", então os alunos sempre tinham que chamar eles de "senhor" ou "senhora".
A Carmen estranhou que aqueles garotos tivessem interesse em aulas particulares. Talvez não estivesse muito a fim, mas não podia negar pro filho do chefe dela.
Quando as aulas terminaram, os dois garotos foram falar com a Carmen. Não tinha mais ninguém na escola, então ela levou eles pra sala dos professores.
A professora pegou uns livros e vários cadernos com anotações. Arón, por sua vez, ligou o notebook dele.
– Que dúvidas vocês têm exatamente?
Os garotos se olharam.
– Cadê o Gino? Faz dias que a gente não vê ele.
– Ele foi passar um tempo com o pai – respondeu ela.
– Acho que a gente sabe por que ele foi.
A verdade é que a mulher não fazia ideia do motivo da sumida do filho, embora estivesse estranhando ele estar com o pai, já que a relação deles não era lá essas coisas.
– Ah, é? E por que ele foi, na opinião de vocês? – perguntou com um certo ar de superioridade.
Gino começou a mostrar as fotos pra ela. A cara da Carmen empalideceu.
– Quem mais sabe disso? Vocês querem que eu passe vocês? É isso que tão querendo?
– Só a gente três sabe por enquanto – respondeu Francis. – Passar? Não só vai nos passar, como vai ser com nota, mas além disso, a gente quer conversar. Vou discutir isso com calma com você. Sabemos que ninguém está esperando por você, então a gente se vê na casa do Arón daqui a meia hora.
A mulher ficou desconcertada. Achava que os garotos iam pedir dinheiro. Agora não estavam numa boa fase, mas se fosse necessário, ela pegaria um empréstimo sem o marido saber, já que ele tava meio de saco cheio dos problemas com o filho Gino.
Os jovens prepararam a casa pra receber a Carmen. Se tudo saísse como planejado, iam passar umas horas bem divertidas. Só precisava ver o nível de envolvimento da mulher com o filho.
Meia hora depois, a campainha tocou. O diretor tinha uma casa enorme na saída da cidade. A professora entrou e a convidaram pra sentar na sala.
— Toma, é tudo que consegui. Posso dar mais na segunda.
Ela deixou mil euros em cima da mesa. Os dois garotos riram.
— A gente fica com os mil euros de hoje, vamos fazer uma festa com eles, mas não é dinheiro que a gente quer — disse Arón rindo.
A mulher ficou desconcertada, sem saber o que aqueles moleques queriam dela.
— Tá bem, vou pedir demissão e sair da escola, se é isso que vocês querem.
— Nada disso, não queremos que você vá, e você não vai.
Os garotos explicaram que queriam passar uma noite caseira, onde eles fossem os professores e ela a aluna, com o único limite que a imaginação dela permitisse. Ela podia aceitar e salvar o filho de uma condenação certa, ou ir embora e ver o filho acabar atrás das grades.
Carmen se sentiu indignada, pegou os mil euros e saiu da casa chorando. Chegou até o jardim, mas, pesarosa, voltou a bater na porta, onde Arón a recebeu de novo, sorrindo.
Sem dizer nada, a mulher sentou de novo e deixou os mil euros em cima da mesa.
— Não quero que meu filho vá pra cadeia. Não aguentaria. Digam o que vocês querem de mim.
— Nós queremos você. Sem limites, como a gente disse antes.
Arón pegou umas cervejas e algo pra petiscar, enquanto Carmen ficou sentada, pensativa. ycabizbaja. Os caras pegaram dois maços de cartas, largaram em cima da mesa e explicaram o jogo pra ela.
* Carmen, tem dois grupos de cartas. Vamos começar por este, que são perguntas que você vai ter que responder com sinceridade. O outro são provas que você vai ter que cumprir.
* Vocês são uns moleques, ela reclamou.
Os garotos deixaram claro de novo que ela podia vazar se quisesse, mas se ficasse, tinha que começar a puxar as cartas do primeiro monte. Também avisaram que se ela parasse de responder, eles mesmos iam encerrar o exame. Então Carmen começou a ler:
* 1, A senhora já foi infiel alguma vez?, ela leu. A resposta foi não.
* 2, Carmen, se descreva fisicamente. Altura média, loira, olhos azuis, corpo normal.
* 3. Detalhe como está vestida, incluindo a roupa íntima.
* Cês não tão me vendo? Perguntou irritada e cansada das brincadeiras dos moleques.
* Na próxima impertinência sua, a gente quebra o trato. Responda e faça tudo que a gente pedir.
* Tô com um vestido de lã roxo até um pouco abaixo do quadril, uma legging preta e umas botas altas, uns centímetros abaixo do joelho. Isso é ridículo, reclamou.
* Só responda e faça o que a gente mandar, não vai ter mais aviso.
* Sutiã preto e uma calcinha fio dental rosa, completou.
As perguntas seguiram sobre as experiências sexuais dela, perda da virgindade, sexo anal, vezes por semana. Pelas respostas, Carmen parecia ser uma mina com pouca experiência sexual.
O monte de perguntas acabou, e com medo do que vinha pela frente, ela esperou que um dos caras mandasse ela começar a ler de novo. Foi o Aron quem fez isso.
* 1. Tire as botas e as meias. – Ela fez sem hesitar muito.
* 2. Tire a legging. – Ela falou pros caras que o vestido era muito curto, mas eles ignoraram as reclamações dela, até zoaram dizendo que era escolher um vestido curto pra ela ou uma sentença longa pro Gino.
Carmen hesitou, mas sabia que não tinha o que fazer, então agora já com uma certa vergonha, Ela tirou a calça. Os olhos dela agora estavam molhados. O vestido subia um palmo acima dos joelhos, o suficiente pra tampar a calcinha. Ela parecia uma mulher de 42 anos vestida como uma de quinze, com uma minissaia extrema.
* 3. Coloque as botas de novo agora. – Ela fez isso com certa desenvoltura.
* 4. Tire o vestido, devagar. – Ela protestou, mas os garotos só esperaram, sabendo que ela acabaria obedecendo.
Arón ligou uma lâmpada na direção do corpo da professora, enquanto ela deixava o corpo coberto por um sutiã preto e uma tanga rosa, exatamente como tinha respondido nas perguntas. A professora tentava esconder o corpo dos olhares indiscretos dos moleques.
* 5. Você vai pedir pros seus alunos, educadamente, colocando a palavra "por favor" na frase, que tirem seu sutiã. – Ela hesitou, chorava sem parar, mas os garotos só esperavam. Com a voz embargada, falou:
* Por favor, vocês podem tirar meu sutiã? Dito isso, teve um ataque de choro.
Um dos moleques se aproximou dela por trás e desabotoou o sutiã, enquanto o outro puxou pela frente. Imediatamente, ela cobriu os peitos com as mãos. Os garotos pareciam não se importar; era questão de pouco tempo até ela ter algo mais importante pra esconder.
* 7. Vá até o espelho que tem na sala, fique de frente, abra as pernas e diga o nome do aluno que você quer que meta a mão por baixo da parte da frente da sua tanga, de novo, colocando a palavra "por favor" na frase. – Ela se sentia sufocada, chorava, não conseguia pensar. Estavam humilhando ela, mas ela precisava sair dessa situação ilesa. Quem escolher: o filho do dono da escola ou o filho do comissário? Gino era o principal; só uma mãe sabia que ela faria qualquer coisa pelo filho.
* Francis, por favor, você pode meter a mão na frente da minha tanga? Ela se engasgava ao falar, mas terminou as palavras.
A mulher se posicionou na frente do espelho enquanto o moleque alcançava a buceta dela. a mão dele.
Francis estava excitado, beijava o rosto de Carmen, que chorava. Francis olhava no espelho os peitos dela, a calcinha fio dental, as botas altas. Abraçou ela por trás e a mão dele deslizou por baixo da barriga dela, entrando na calcinha e aproveitando a presa. Passava a mão, acariciava o clitóris dela, introduzia o dedo devagar.
* O que seu marido pensaria se te visse agora? – perguntou o garoto enquanto mordia a orelha dela e acariciava toda a buceta dela. Ela fez menção de dar um giro brusco, mas ele segurou ela firme e, no ouvido, disse de novo que ela tinha que passar no exame pra que o filho dela não tivesse problemas.
Francis se afastou e pediu que ela puxasse um novo cartão.
* 8. Fique de novo na frente do espelho e peça pro aluno que não participou da prova anterior tirar sua calcinha fio dental, de novo, com a palavra, por favor. – Ela estava sufocada. Esses garotos não tinham fim, pensava. Ela só estava coberta por umas botas e uma calcinha fio dental. Voltou a se posicionar na frente do espelho.
* Aron, por favor, tira minha calcinha. – O garoto se ajoelhou, colocando a cabeça na altura do quadril de Carmen, que tinha as pernas bem juntas e, olhando no espelho, começou a deslizar a calcinha pelas coxas dela até que, com certo esforço, tirou por baixo das botas.
A buceta dela ficou à vista dos garotos. Uma moita de pelo preto, em formato retangular, cobria a xota dela. Os garotos contemplaram e mandaram ela puxar outro cartão.
* Vocês já não tiveram o suficiente? Têm na frente de vocês a professora de vocês pelada.
* Mais uma palavra de desaprovação, e a gente termina o exame – disse Francis.
* 9. Sente na cadeira, abre bem as pernas e deixa seus alunos passarem óleo corporal em você. – Naquele momento, Carmen percebeu que naquela noite ia transar com os garotos. Destruída e humilhada, abriu, sentou e abriu ligeiramente as pernas. A cada prova, a imagem do filho aparecia na cabeça da mulher.
Aron gritou com ela ao mesmo tempo que dizia pra ela abrir mais as pernas. elas deviam estar mais abertas, ele as separou bruscamente com as mãos. Os dois garotos pegaram bastante óleo e espalharam pelo corpo todo da professora deles. As quatro mãos se alternavam no pescoço, braços, coxas, mas os lugares preferidos eram os peitos e entre as pernas. Os dedos dos moleques se perdiam na buceta da professora deles.
Ainda sobravam alguns cartões, e Carmen, já entregue, puxou o próximo.
* 10. Abra o arquivo numerado como 10 no computador e faça o mesmo. – Era um vídeo onde uma mulher fazia um boquete em dois caras que estavam com as rolas juntas.
* Por favor, por favor. Ela respondeu, já rendida. – Só falou essas palavras em voz baixa antes de voltar pra cadeira dela.
Os garotos se pelaram, enquanto a mulher, sentada na cadeira, começou a chupar os paus dos alunos dela. Os moleques seguravam a cabeça dela e levavam de uma rola pra outra. Eles não gozaram, embora fios de porra saíssem da boca da mãe do Gino. Não tavam com pressa, e tinham fôlego, mas antes que as rolas deles explodissem, convidaram ela a tirar outro cartão.
* 11. Abra o arquivo numerado como 11 no computador e faça o mesmo. – Dessa vez era outro vídeo. A mulher tava deitada numa mesa, enquanto um homem metia nela por frente, a boca dela fazia um boquete no outro, depois trocavam de posição.
Gemidos baixinhos, súplicas que caíam em saco roto. Os garotos acompanharam Carmen até a mesa e começaram a repetir a cena. Francis ficou de pé e virou a cabeça da professora pra enfiar o pau dele entre os lábios dela, enquanto Arón abriu as pernas dela e meteu bruscamente o pau dele na buceta.
Eles brincavam, curtiam e evitavam gozar. Os garotos trocaram os papéis e Francis começou a meter nela e Arón a aproveitar a boca dela. Depois de alguns minutos, Arón perguntou pro parceiro.
* Já gozamos?
* Perfeito pra mim.
As estocadas dos dois aumentaram até ficarem bem violentas. Quase ao mesmo tempo, a boca da Carmen ficou cheia de porra e a buceta dela recebeu o jato do Francis. Os caras ficaram de boa. Carmen tava dolorida e acabada. Chorava, mal se mexia, mas com as forças que ainda tinha, se aproximou e tentou arrumar a roupa dela.
* O que cê tá fazendo?, perguntou Francis
* Vou pra minha casa. Já conseguiram o que queriam, né? Se divertiram pra caralho, putaria da porra, certo?
* Dona Carmen, ainda tem três cartas. Leia a próxima.
Ela se desmontou de novo. Esses moleques não tinham fim. Andando devagar, puxou outra carta.
* 12. Sente no sofá, abre as pernas, e começa a tocar devagar o seu clitóris e a meter o dedo dentro da sua buceta – Carmen fechou os olhos. Ainda tinha mais, embora esperasse que fosse pouco.
Ela sentou, abrindo as pernas como mandaram, e começou a se tocar. Os caras ficavam zoando ela pra abrir os lábios da buceta. Ela obedecia igual um robô. Aos poucos, os dois alunos foram ficando excitados de novo. Quando os paus deles ficaram duros de novo, mandaram ela ler a próxima.
* 13. Pega a moeda que tá em cima da mesa. Joga pro alto. Se der cara, vai ter sexo anal com o Arón, se for coroa, com o Francis. – Carmen tremeu. Ela era virgem no cu. Balançava a cabeça, mas ao mesmo tempo pegou a moeda e jogou pro alto.
* Dá pra evitar isso?, por favor, faço outra coisa que vocês quiserem.
Não teve resposta. Jogou a moeda e deu cara. Arón colocou ela de joelhos, com a cabeça apoiada no sofá. Passou um pouco de óleo corporal que tinham usado antes e enfiou o pau dele, rasgando o cu dela, enquanto ela mostrava que tava doendo. A apertura do rabo dela fez o moleque gozar rápido.
* Já acabou? Perguntou ela entre soluços, baixinho e arrasada
* Tem mais uma carta. Abre ela e pode vazar. Hoje cê salvou seu filho de ir pra cadeia. O Gino pode ficar orgulhoso de ter uma mãe que ama tanto ele.
Carmen leu a última carta.
* 14. Fica encostada na parede e faz uma pose pra ser fotografada com cada Uma das peças de roupa dela. A primeira vai ser como ela está agora. As mãos dela vão ficar sempre atrás da cabeça – Carmen protestou, mas já que tinha ido tão longe naquela noite. Hesitou e no fim perguntou como saberia que eles não mostrariam aquelas fotos pra ninguém.
* Se a gente mostrar essas fotos, você vai ser expulsa da escola, e a gente não quer que isso aconteça, né, Arón?
Ela estava confusa e não sabia as consequências que aquilo traria pra vida dela. Arón pegou a câmera dele e tirou a primeira foto, ela completamente nua, só com as botas. Na segunda, colocaram a calcinha fio dental, na terceira o sutiã, na quarta o vestido. Carmen tirou as botas pra vestir as meias e a legging, e tiraram uma última foto.
* Agora a senhora pode ir. Foi um prazer que a senhora tenha tirado uma nota tão boa no exame, disse Francis, debochando.
A professora saiu pela porta. Os caras automaticamente foram pegar uma câmera de vídeo que estava escondida, que tinha ficado ligada desde que ela entrou na casa e com a qual filmaram o encontro inteiro.
* Francis, com as fotos do Gino roubando a joalheria, as fotos dela quase pelada, e esse vídeo, a gente tem a Carmen na mão. Se alguém visse esse material, ela não só seria demitida da escola, como nunca mais trabalharia como professora, e o filho dela iria pra cadeia.
Os moleques pegaram os mil euros que a Carmen tinha dado e saíram pra curtir a noite.







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